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	<title>desenvolvimento infantil |</title>
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	<title>desenvolvimento infantil |</title>
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		<title>Modelo de rede digital afeta desenvolvimento infantil, diz secretário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2023 12:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[rede digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo lança consulta pública e prepara guia sobre o tema O uso excessivo ou inadequado de dispositivos digitais por crianças e adolescentes está ligado ao aumento dos índices de ansiedade e depressão, distúrbios de atenção, atraso no desenvolvimento cognitivo e da linguagem, miopia, sobrepeso, problemas de sono, riscos de abuso e vitimização sexual, ameaças à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Governo lança consulta pública e prepara guia sobre o tema</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso excessivo ou inadequado de dispositivos digitais por crianças e adolescentes está ligado ao aumento dos índices de ansiedade e depressão, distúrbios de atenção, atraso no desenvolvimento cognitivo e da linguagem, miopia, sobrepeso, problemas de sono, riscos de abuso e vitimização sexual, ameaças à privacidade e de uso de dados pessoais, além de risco de vícios em jogos eletrônicos e uso de aplicativos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1560271&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1560271&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a avaliação do secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), João Brant, e que levou o governo federal a deflagrar uma <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-10/governo-lanca-consulta-sobre-uso-de-dispositivos-digitais-por-criancas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consulta pública </a>para elaboração de um guia com orientações sobre uso de telas e aparelhos digitais. O processo foi lançado nesta terça-feira (10), em Brasília. Segundo Brant, o atual modelo de negócios das plataformas digitais é um fato de agravamento do problema.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9.jpg" alt="" class="wp-image-86860" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Do nosso ponto de vista, os problemas, que se avolumam, na verdade decorrem de um modelo de negócios das plataformas, baseado na economia da atenção, em que os produtos são desenhados para maximizar engajamento e o tempo de uso desses dispositivos. Muitas vezes, esses objetivos de mercado estão dissociados de um objetivo de bem-estar das crianças e adolescentes e essa é a questão que a gente precisa tratar de forma equilibrada&#8221;, afirmou durante o lançamento da iniciativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta pública ficará disponível por 45 dias na&nbsp;<a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/pagina-inicial" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma Participa + Brasil</a>. De acordo com o governo, a elaboração do guia se dará a partir das informações coletadas na consulta, com o auxílio de um grupo de trabalho de especialistas no assunto, e deve durar cerca de um ano até ficar pronto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente hoje está vendo, pelo uso não cuidado, não monitorado, não supervisionado, os efeitos colaterais adversos na saúde física e mental das crianças. E isso nos preocupa muito. O que a gente quer é uma mobilização da sociedade no sentido de conduzirmos o processo de cultura e uso das mídias digitais&#8221;, destacou a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na consulta pública, o governo espera receber contribuições de especialistas de diversas áreas relacionadas com o tema, órgãos públicos, iniciativa privada e organizações da sociedade civil, além de pais, mães, familiares, responsáveis, profissionais da educação, saúde e assistência, além das próprias crianças e adolescentes. Empresas do setor de tecnologia também deverão ser ouvidas. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa é conjunta da Secretaria de Políticas Digitais da Secom/PR e dos ministérios da Saúde, da Educação, da Justiça e Segurança Pública, dos Direitos Humanos e da Cidadania e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, em parceria com representantes da academia e de organizações da sociedade civil envolvidas com o tema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uso excessivo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil é um dos países em que se passa o maior tempo utilizando&nbsp;<em>smartphones</em>, telas e dispositivos eletrônicos. Em média, são nove horas diárias de uso da internet, segundo levantamento recente EletronicsHub. O brasileiro hoje se comunica, consome, informa-se e se relaciona com familiares, amigos e conhecidos, em grande medida, por meio de dispositivos digitais. De acordo com a pesquisa, o país só perde para as Filipinas em tempo de uso de tela.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de crianças e adolescentes, não é diferente. A última pesquisa&nbsp;<em>TIC Kids Online</em>, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostra que em 2022, 92% da população com idade entre 9 e 17 anos eram usuários de internet, sendo o celular o dispositivo mais usado por crianças e adolescentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal ressalta que como as novas gerações são as primeiras a terem crescido integralmente num mundo digital, ainda não se sabe precisamente quais os efeitos de longo prazo de uma infância ou adolescência intensamente mediadas por plataformas digitais,&nbsp;<em>games</em>&nbsp;e aplicativos. Há diversas evidências, porém, de que o cenário seja preocupante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças menores de 2 anos de idade não devem ser expostas a telas, enquanto crianças entre 2 e 5 anos devem ter o tempo de tela limitado a, no máximo, uma hora por dia. Já crianças entre 6 e 10 anos devem utilizar telas por uma a duas horas diárias, e crianças maiores e adolescentes, entre 11 e 18 anos, não devem ultrapassar o tempo limite de três horas de tela por dia, incluindo o uso de videogames.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Estela Aranha, assessora especial de direitos digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o público infantojuvenil está especialmente exposto aos riscos sistêmicos das redes digitais, como a questão do modelo algorítmico e o design das plataformas, que estimulam comportamentos compulsivos. &#8220;Que levam a fatores como depressão, ansiedade, compulsões de um modo geral, transtornos alimentares, compulsão ao suicídio e automutilação, coisas que estamos vendo frequentemente nas redes. E aí, [nosso objetivo é] entender os fatores que levam a todos esses tipos de problema e tentar trabalhar para que o uso de telas, seja em ambiente privado e escolar, seja saudável&#8221;, observou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Orientação e capacitação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A intenção é que o material que será elaborado no formato de guia forneça recursos e aponte estratégias para promover o uso consciente de dispositivos digitais, como celulares,&nbsp;<em>tablets</em>&nbsp;e jogos eletrônicos, por crianças e adolescentes, e apresente formas de os pais e responsáveis supervisioná-los, ao mesmo tempo preservando sua autonomia de decisão. O ambiente escolar também é considerado um espaço estratégico de disseminação dessas orientações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente precisa, nas escolas públicas, em especial, que os professoras se sita capazes de entender qual a melhor forma de uso de tecnologia&#8221;, explicou Anita Estefani, diretora de apoio à gestão educacional do MEC. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Crianças e adolescentes são seres em desenvolvimento e, para eles e elas se desenvolverem, precisamos propiciar um ambiente sadio. A internet, conforme se apresenta nos dias de hoje, para nós, pode servir para que crianças e adolescentes não tenham seu desenvolvimento sadio&#8221;, pontuou Cláudio Augusto Vieira da Silva, que é secretário nacional dos direitos a crianças e dos adolescentes do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, Cláudio Augusto Vieira da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma linha, o advogado Wadih Damous, titular da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, reafirmou que os direitos das crianças e adolescentes se sobrepõem a direitos comerciais das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós sabemos que o Código de Defesa do Consumidor é claro, peremptório, com nitidez cristalina, estabelece o direito da criança, não aceita que a criança seja tratada como consumidor. Essa exposição permanente [na internet], de horas, já se mostrou absolutamente nociva à sua saúde mental, à sociabilidade das crianças e adolescentes&#8221;, argumentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*<em>Matéria ampliada às 9h42 para acréscimo de informações.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Edição: Valéria Aguiar</p>



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		<title>Atraso no desenvolvimento infantil pode estar relacionado à pandemia, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 15:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas identificaram alguma suspeita de atraso no desenvolvimento de 22% das crianças avaliadas em estudo realizado em Minas Gerais Crianças nascidas após 2020 praticamente não conhecem um mundo livre de máscaras e de algum tipo de restrição, que inclui o distanciamento social. Desde o início da&#160;pandemia de Covid-19, cientistas avaliam os potenciais impactos da infecção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Cientistas identificaram alguma suspeita de atraso no desenvolvimento de 22% das crianças avaliadas em estudo realizado em Minas Gerais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Crianças nascidas após 2020 praticamente não conhecem um mundo livre de máscaras e de algum tipo de restrição, que inclui o distanciamento social. Desde o início da&nbsp;<strong><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/covid-19/">pandemia de Covid-19</a></strong>, cientistas avaliam os potenciais impactos da infecção pelo coronavírus em gestantes e bebês em formação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos em investigação é a possibilidade de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/imunizacao">imunização</a>&nbsp;dos recém-nascidos, pela transmissão através da placenta de anticorpos durante a gestação de mães que entraram em contato com o vírus ou que foram vacinadas contra a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cientistas brasileiros vão além e buscam identificar possíveis atrasos no&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/desenvolvimento-infantil/">desenvolvimento infantil</a>&nbsp;provocados pelo contexto pandêmico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estudos são conduzidos por pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad) e com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/pesquisa-cientifica/">pesquisa</a>, que teve início em abril de 2021, está acompanhando 560 bebês nascidos durante a pandemia. Os bebês que participam da pesquisa nasceram no início de 2021 nos municípios de Uberlândia, Ipatinga, Contagem, Nova Lima e Itabirito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os critérios para a escolha dos cinco municípios foram a taxa de prevalência de Covid-19, o número de nascimentos por mês e a existência de rede de apoio para necessidade de reabilitação das crianças com alterações nos testes de neurodesenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas avaliam o grau de desenvolvimento dos bebês através de duas metodologias, as escalas Bayley e ADL (Avaliação do Desenvolvimento da Linguagem). Ainda em andamento, a avaliação conta com o uso de brincadeiras e de atividades lúdicas com os pequenos participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, os especialistas identificaram que tanto as&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/criancas/">crianças</a>&nbsp;que apresentaram anticorpos quanto as que não tiveram possuem alguma&nbsp;<strong>suspeita de atraso no desenvolvimento – um índice de cerca de 22%</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Vivian Azevedo, professora do curso de fisioterapia da UFU e responsável pela coleta de dados em&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/uberlandia/">Uberlândia</a>, essas informações apontam para o fato de que o ambiente familiar em que esses bebês estão inseridos é o maior responsável por possíveis comprometimentos no desenvolvimento e na linguagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Através do SWYC, que é um questionário de triagem realizado pelo telefone, percebemos que cerca de 52% dos bebês apresentavam suspeita de algum tipo de problema de comportamento, como irritabilidade e inflexibilidade”, afirma Vivian, em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira triagem foi feita aos seis meses de vida, por meio de inquérito telefônico realizado com as mães. Chamou a atenção dos pesquisadores a presença de fatores de risco no ambiente familiar, como uso abusivo de álcool e drogas (32%), insegurança alimentar (29%) e depressão materna (16%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Comparando com estudos anteriores, a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-a-percepcao-da-vulnerabilidade-pode-fortalecer-o-individuo-emocionalmente/">vulnerabilidade</a>&nbsp;psicossocial encontrada nessa amostra foi superior à observada antes da pandemia”, afirma a professora Cláudia Lindgren, do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, em comunicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acompanhamento contínuo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, aos 12 meses de vida, os&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/bebes/">bebês</a>&nbsp;estão passando por avaliação do desenvolvimento e da linguagem para confirmação do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Fazemos uma série de testes para confirmar a suspeita de atraso e, se necessário, começar uma intervenção o mais cedo possível e minimizar os possíveis prejuízos em longo prazo”, diz Cláudia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram testadas cerca de 4 mil pessoas, entre mães e bebês. Dessas, 1.917 foram elegíveis para estudo e 279 crianças (15%) apresentaram&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/anticorpos/">anticorpos contra o SARS-CoV-2</a>. O teste do pezinho foi escolhido por ser um dos principais testes neonatais e usado na detecção de várias outras doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa de anticorpos contra o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/coronavirus/">coronavírus</a>&nbsp;foi feita na primeira semana após o parto. As crianças foram separadas em dois grupos: um com 196 mães com sorologia positiva para Covid-19 e outro com 364 mães que testaram negativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As especialistas apontam que não foi observada diferença no desenvolvimento dos bebês entre os dois grupos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa hipótese é que os riscos ambientais se sobrepõem aos efeitos diretos da&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/sars-cov-2/">infecção pelo SARS-CoV-2</a>&nbsp;nos bebês durante a gestação, ou seja, os problemas de desenvolvimento e comportamento estão mais relacionados com o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estresse-social-envelhece-sistema-imunologico-de-maneira-precoce-diz-estudo/">estresse psicossocial</a>&nbsp;vivido pelas famílias durante a pandemia”, observa a professora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde abril de 2022, os casos com suspeita de atraso estão sendo avaliados presencialmente com testes para diagnóstico de problemas de desenvolvimento e de linguagem, que vão gerar evidências mais robustas sobre o cenário. O acompanhamento deverá durar dois anos e será feito via inquéritos por telefone, consultas e testes de desenvolvimento dos bebês dos dois grupos estudados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil </p>



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