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	<title>Dhonatas Silva |</title>
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	<title>Dhonatas Silva |</title>
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		<title>Bate-Papo com Dhonatas Silva, Poeta e Escritor: Inauguração da segunda Geloteca em Ipirá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bate-Papo com Dhonatas Silva, Poeta e Escritor: Inauguração da segunda Geloteca em Ipirá Na noite desta quarta-feira, 4 de dezembro, o programa &#8220;Bate-papo na City&#8221; irá receber Dhonatas Silva, um dos mais influentes nomes da literatura contemporânea de Ipirá. Dhonatas, que é o idealizador do projeto “Geloteca Bahia”, trará ao programa suas experiências sobre o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bate-Papo com Dhonatas Silva, Poeta e Escritor: Inauguração da segunda Geloteca em Ipirá</p>



<p>Na noite desta quarta-feira, 4 de dezembro, o programa &#8220;Bate-papo na City&#8221; irá receber Dhonatas Silva, um dos mais influentes nomes da literatura contemporânea de Ipirá. Dhonatas, que é o idealizador do projeto “Geloteca Bahia”, trará ao programa suas  experiências sobre o universo literário.</p>



<p> Sua participação no programa é uma oportunidade única para os espectadores conhecerem mais de perto o processo criativo de um poeta e autor talentoso, cujas obras têm tocado profundamente muitos leitores. Além disso, durante o programa, será divulgada a inauguração de uma nova Geloteca no Bairro Jaguarão, trazendo ainda mais acesso à literatura para a comunidade.</p>



<p>O programa &#8220;Bate-papo na City&#8221; vai ao ar às 19h e promete uma noite repleta de cultura e reflexão. Não percam!</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/bate-papo-com-dhonatas-silva-poeta-e-escritor-inauguracao-da-segunda-geloteca-em-ipira/">Bate-Papo com Dhonatas Silva, Poeta e Escritor: Inauguração da segunda Geloteca em Ipirá</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Escolhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 15:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dhonatas Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Colunista]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dhonatas Siva (Colunista do Ipirá City) Segunda, 01 de julho de 2024 Sempre me perguntei sobre a natureza das escolhas. A vida é feita de caminhos, bifurcações, decisões que nos moldam, nos transformam. Mas… E se tivéssemos escolhido diferente? E se, naquele momento crucial, tivéssemos dito “sim” ao invés de “não”? Ou “não” ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Dhonatas Siva (Colunista do Ipirá City) Segunda, 01 de julho de 2024</p>



<p>Sempre me perguntei sobre a natureza das escolhas. A vida é feita de caminhos, bifurcações, decisões que nos moldam, nos transformam. Mas… E se tivéssemos escolhido diferente? E se, naquele momento crucial, tivéssemos dito “sim” ao invés de “não”? Ou “não” ao invés de “sim”?</p>



<p>Lembro-me de um dia, há muitos anos, em que me deparei com uma<br>escolha aparentemente banal. Estava na estação de trem, e o destino me apresentava duas opções: um trem que ia para o leste e outro para o oeste. Dois caminhos, duas vidas distintas à minha frente. Optei pelo oeste, mas até hoje me pergunto como teria sido minha vida se tivesse seguido para o leste.</p>



<p>Cada pessoa que encontrei, cada experiência vivida, tudo se desenrolou a partir daquela escolha. Aquele momento me trouxe até aqui, agora. Mas, e as possibilidades perdidas? Os amores que não conheci, as aventuras que não vivi?</p>



<p>Às vezes, penso que a vida é como um livro com páginas em branco. Cada escolha, cada ação, é uma palavra, uma frase, uma linha que preenche essas páginas. E, no final, temos a nossa história. Mas as histórias não escritas, as linhas não traçadas, para onde vão? Ficam perdidas no limbo das possibilidades não realizadas? Há quem diga que não devemos nos prender ao passado, que é inútil lamentar o que poderia ter sido. </p>



<p>No entanto, é da natureza humana refletir sobre o tempo, sobre o que deixamos para trás e o que ainda está por vir. Esses pensamentos nos acompanham, como sombras, lembrando-nos constantemente de que cada momento é precioso e irrepetível. A vida é um constante balé entre o passado e o futuro, com o presente escapando por entre os dedos. </p>



<p>No entanto, essa dança, essa oscilação entre o que foi e o que será, é o que dá sentido à nossa existência. Cada escolha, cada decisão, por menor que seja, contribui para a construção do nosso eu presente.<br>Talvez, em vez de questionar as escolhas não feitas, devêssemos celebrar as que fizemos. Pois são elas que nos trouxeram aqui, a este exato momento. </p>



<p>As pessoas que encontramos, as lições que aprendemos, os momentos de alegria e dor, tudo isso compõe o mosaico da nossa vida. E, quem sabe, um dia, olhando para trás, perceberemos que a vida, com todas as suas incertezas e mistérios, foi exatamente como deveria ser. </p>



<p>Que as curvas no caminho, os desvios inesperados, os momentos de dúvida e certeza, todos eles contribuíram para nossa jornada. Afinal, a beleza de viver talvez resida não na ausência de arrependimentos, mas na capacidade de encontrar significado e propósito em cada escolha, em cada momento vivido. Pois, no fim das contas, é a jornada, com todos os seus altos e baixos, que realmente<br>importa. E é essa jornada que nos define, que nos molda, que nos torna quem somos.</p>



<p><br>Ao abraçar o inesperado, ao aceitar que nem tudo está sob nosso controle, podemos encontrar uma paz interior. As escolhas que fizemos, mesmo as que nos parecem erradas ou mal direcionadas, são linhas que escrevemos no livro da nossa vida. </p>



<p>E talvez, ao final de tudo, possamos olhar para trás e ver que cada palavra escrita, cada escolha, contribuiu para uma bela história, uma obra de arte que é a nossa própria existência. Portanto, em vez de nos perdermos em arrependimentos e especulações, que possamos encontrar alegria e gratidão pelos caminhos percorridos, pelas vidas que tocamos e pela história que estamos escrevendo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fim</strong></h2>



<p>Imagem: Pinterest</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/escolhas/">Escolhas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Muros Invisíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 16:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dhonatas Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Colunista]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Muros Invisíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dhonatas Silva (Colunista do Ipirá City) &#8211; Sexta, 31 de maio de 2024 Em uma cidade qualquer, muros de concreto e tijolo se erguem por todos os lados, dividindo espaços, delimitando propriedades, criando barreiras. Mas os muros mais altos e intransponíveis não são feitos de matéria sólida. Eles são invisíveis,construídos ao longo do tempo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/muros-invisiveis/">Muros Invisíveis</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Dhonatas Silva (Colunista do Ipirá City) &#8211; Sexta, 31 de maio de 2024</p>



<p>Em uma cidade qualquer, muros de concreto e tijolo se erguem por todos os lados, dividindo espaços, delimitando propriedades, criando barreiras. </p>



<p>Mas os muros mais altos e intransponíveis não são feitos de matéria sólida. Eles são invisíveis,<br>construídos ao longo do tempo por preconceitos, medos e desentendimentos.</p>



<p>Alana e Théo moram na mesma rua, a poucos metros de distância, mas raramente se veem. Os muros invisíveis que os separam são feitos de diferenças culturais e sociais. </p>



<p>Alana, uma jovem professora de arte, vive cercada de cores e expressões. Théo, um executivo de terno e gravata, habita um mundo de números e relatórios. </p>



<p>Eles cruzam o mesmo caminho todos os dias, mas não enxergam um ao outro. Esses muros invisíveis começaram a ser construídos há muito tempo, com tijolos de julgamentos precipitados e cimento de estereótipos. </p>



<p>Alana, com seu estilo despojado e cabelo colorido, é vista como extravagante e irresponsável. Théo, com<br>seu ar sério e postura rígida, é rotulado como arrogante e insensível. As barreiras crescem cada vez que um olhar desvia, cada vez que um sorriso não é retribuído.</p>



<p>Entretanto, as tempestades da vida têm uma forma peculiar de testar a resistência desses muros. Em um dia de chuva torrencial, Alana e Théo se encontram abrigados sob a mesma marquise, forçados a compartilhar aquele espaço por alguns minutos.</p>



<p> A princípio, o silêncio constrangedor ergue mais um tijolo entre eles. Mas, ao perceberem a ironia da situação, um sorriso tímido começa a desmoronar o muro.</p>



<p>─ Parece que estamos presos aqui. ─ Diz Alana, tentando quebrar o gelo.</p>



<p>Théo, surpreendido pela leveza dela, responde com um aceno de cabeça e um sorriso que não dá para segurar.</p>



<p>─ É, a natureza às vezes nos obriga a parar e olhar em volta. ─ Ele comenta.</p>



<p>A conversa flui inesperadamente fácil. Alana descobre que Théo adora jazz e tem um vinil de Miles Davis. Théo fica sabendo que Alana se voluntaria aos fins de semana, ensinando crianças em uma comunidade carente. Cada palavra trocada derruba mais um tijolo, revelando que, apesar das diferenças aparentes, eles compartilham sonhos e valores.</p>



<p>Quando a chuva finalmente para, Alana e Théo se despedem com a promessa de continuarem aquela conversa. Os muros invisíveis que os separavam começam a desmoronar, revelando a beleza de uma cidade onde as diferenças podem coexistir e enriquecer a vida de todos.</p>



<p> Os muros, afinal, são construções frágeis, erigidas mais pela falta de conhecimento do que pela malícia. Quando nos permitimos olhar além das aparências, descobrimos que as barreiras são ilusórias, e<br>que o que nos une é muito mais forte do que o que nos separa. </p>



<p>Em cada interação genuína, um muro cai, e o horizonte se amplia, deixando espaço para a<br>compreensão e a amizade.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Fim.</strong></h1>



<p>Imagem: Pinterest</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/muros-invisiveis/">Muros Invisíveis</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O telefonema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 14:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dhonatas Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[O telefonema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dhonatas Silva Seu Chico era um inventor e grande artista de uma cidade situada no interiorda Bahia, chamada Ipirá. Assim como acontece com a maioria dos artistas deinterior, seu trabalho não era valorizado por grande parte da população local e dopoder público, mas todas as pessoas que vinham de outros lugares para visitarparentes faziam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Dhonatas Silva</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Seu Chico era um inventor e grande artista de uma cidade situada no interior<br>da Bahia, chamada Ipirá. Assim como acontece com a maioria dos artistas de<br>interior, seu trabalho não era valorizado por grande parte da população local e do<br>poder público, mas todas as pessoas que vinham de outros lugares para visitar<br>parentes faziam questão de dá uma passada na casa dele para apreciar suas<br>maravilhas. Alguns turistas já vieram exclusivamente para visitá-lo. </p>



<p>Como eu era seu vizinho, da minha casa admirava sua felicidade ao ver os ônibus </p>



<p>pararem em sua porta. Pra não dizer que seus belíssimos trabalhos nunca foram valorizados pelos<br>seus conterrâneos, certa vez o Ipirá City, que é um site de notícias da cidade, contou<br>a história de Seu Chico em um quadro chamado Personalidade da semana. Além de sua história, o site também expôs várias fotos das invenções dele. </p>



<p>Seu nome naverdade é Francisco Duarte, mas ele prefere ser chamado de Duarte, e o motivo é<br>bem simples, o fato de ter ARTE no sobrenome. Eu vivo tirando sarro dele com isso, pois só o chamo de Seu Chico.</p>



<p>Digamos que eu era sua cobaia preferida para seus experimentos. Sempre<br>que ele inventava algo novo, vinha correndo me chamar para testar. Ele falava que<br>eu era jovem e inteligente, e que mesmo ele calculando tudo direitinho, tinha medo<br>de dar alguma merda, e completava dizendo:</p>



<p><br>– Antes tu do que eu. Tenho história pra contar, e invenções pra criar. </p>



<p>– E se acabava na risada. Certo dia, ele veio assustado me convidar para testar sua mais nova e mais<br>incrível invenção. Ele sempre vinha correndo me chamar, constantemente com um<br>belo sorriso banguela, mas assustado foi à primeira vez.</p>



<p>– Oh moleque sem vergonha, corre aqui que eu inventei um negócio<br>istaordinári. – Ele falou assim mesmo, acredito que dê para compreender.</p>



<p>– Fala Seu Chico, só de boa? Nunca havia lhe visto assustado. Agora posso<br>dizer que já vi sua feição de todos os jeitos, e está confirmado, o senhor é feio por<br>natureza.<br>– Ah caba safado, anda ligeiro, que essa você vai gostar de ver. – Oh lá ele.<br>Seu Chico havia colocado um orelhão na frente da casa. Ele me contou que<br>tinha assistido alguns vídeos no YouTube sobre como voltar no tempo.<br>– Mas Seu Chico, eu num já lhe falei que sua feiura não tem mais jeito? Não<br>adianta querer voltar no tempo. No seu caso acho que só se nascer de novo, e<br>mesmo assim tem que ser de outro pai e outra mãe. Se o senhor é assim, que dirá<br>eles. – (GARGALHADA)<br>Seu Chico nem deu bola pra o que eu falei. Também o coitado já estava<br>calejado, eu pirraçava todo dia. Ele seguiu me contando sobre a invenção, e eu que<br>era seu maior apoiador, comecei a interrogá-lo.<br>– O senhor quer me dizer que se eu digitar esse número, eu irei ligar para<br>mim mesmo quando criança? – Não poderei compartilhar o número por questões de<br>segurança.<br>– Isso mermo, seu orêa seca. Porque tu acha que eu tô assustado? Eu liguei<br>pra mim mesmo, mas quando ouvi minha voz não consegui continuar e desliguei a<br>ligação. – Falou me olhando com o semblante assustado.<br>– Rapaz, o senhor se superou. Só de ouvir sua voz já se assustou? Agora se<br>coloque no meu lugar, que lhe vejo ao vivo e a cores. (GARGALHADA)</p>



<p>Confesso que pela primeira vez não levei sua invenção a sério, mas resolvi<br>testar. Eu teria que discar o número secreto que continha 50 algarismos, após estes<br>eu deveria digitar minha data de nascimento, mais a data correspondente à idade<br>que eu tinha, quando fosse atender a minha ligação para mim mesmo. Acho que<br>vocês entenderam. E não é que estava chamando?<br>Atenderam!<br>– Alô? – Falei quase me cagando de medo.<br>– Oi, sou eu, você! – Tum Tum Tum.<br>Desliguei!<br>– Toma caba safado. Agora acredita em mim? – Dessa vez foi Seu Chico<br>quem riu de mim.<br>– Mas todo feio, quer dizer, mas Seu Chico, o senhor é um gênio. Mas como?<br>Criei coragem para ligar novamente. Já que eu iria ligar para mim mesmo<br>quando criança, pensei em aproveitar para dar conselhos. Liguei novamente.<br>Atenderam!<br>– Alô? – Agora eu já estava mais confiante.<br>– Oi, sou eu, você. Tá com medo de você mesmo?<br>– Oi, na verdade a ligação caiu.</p>



<p> Eu, é o seguinte, aproveita minha infância<br>cara, cuidado pra a bola não cair no quintal de dona Joana, na verdade ela não tem<br>cachorro, é ela mesmo que corta as bolas com uma faca. Sabe a Bianca? Cara, ela<br>só tá te usando, ela sabe que meus pais vão me levar pra praia no final do ano e ela<br>quer ir junto, quem gosta mesmo de mim é a Júlia, fica tranquilo que ela vai ser linda<br>quando crescer. Valoriza minha mãe e meu pai, pois eu não os terei para sempre.</p>



<p>Esquece essa história de ficar adulto para ser livre, essa é a maior mentira que<br>existe. E por último, mas não menos importante, não tenha cartão de crédito… –<br>Tum Tum Tum<br>– O que houve Seu Chico? Porque a ligação caiu? – Nem deu tempo de falar<br>sobre as faturas e boletos.<br>– Ora, ora, tudo na vida tem limites meu garoto. Eu cronometrei e foram 2<br>minutos de conversa. Farei novos experimentos para ver se é possível ligar<br>novamente ou aumentar o tempo da ligação.<br>– Não quero mais ligar para mim. Não poderei mais mudar tudo que já<br>aconteceu. Essa invenção é uma aberração. – Eu estava furioso.<br>– Calma orêa seca, você não pode mudar o passado, mas pode fazer<br>diferente no presente, para no futuro ligar para você mesmo apenas para agradecer<br>por quem se tornou.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><br>FIM.</h1>
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		<title>Resiliência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 12:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dhonatas Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por- Dhonatas Silva &#8211; Colunista Ipirá City No ano de 2007, nos EUA, Martin foi condenado a 20 anos de prisão emregime fechado. Motivo? Ele e o amigo Gregory estavam saindo de uma boate noBrooklyn às 4 da manhã, e Gregory que, por sinal, estava muito bêbado, assaltouuma moça que também estava deixando o local [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/resiliencia/">Resiliência</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por- Dhonatas Silva &#8211; Colunista Ipirá City</p>



<p>No ano de 2007, nos EUA, Martin foi condenado a 20 anos de prisão em<br>regime fechado. Motivo? Ele e o amigo Gregory estavam saindo de uma boate no<br>Brooklyn às 4 da manhã, e Gregory que, por sinal, estava muito bêbado, assaltou<br>uma moça que também estava deixando o local no mesmo momento em que eles.<br>─ Perdeu, perdeu. Anda, passa a bolsa sua vadia! ─ Disse Gregory, que<br>estava armado e transtornado.<br>Enquanto Gregory corria com a bolsa da moça em direção ao carro, e ela<br>gritava por socorro, Martin ficou paralisado por alguns segundos sem entender nada<br>do que estava acontecendo. Tempo suficiente para que ela pudesse ver e<br>memorizar seu rosto pra fazer um retrato falado assim que conseguisse falar com a<br>polícia. Um dos seguranças da boate, que presenciou tudo, acionou uma viatura que<br>não demorou a chegar. Martin correu em direção ao carro, mas Gregory não o<br>esperou e saiu cantando pneu. Sem muitas alternativas, Martin correu sem destino.<br>Estava longe de casa, e apertou ainda mais o passo quando ouviu o barulho das<br>sirenes. Jennifer, a moça que foi roubada, acompanhou os policiais na viatura. Ela<br>tinha certeza de que se conseguissem encontrar aquele rapaz negro novamente,<br>posteriormente seria possível recuperar sua bolsa que o rapaz branco havia levado.<br>─ Ali está ele seu policial, esse rapaz estava com o outro que me assaltou, ele<br>é o comparsa.<br>─ Mãos na cabeça! Encoste-se à parede! Abra as pernas! ─ Disse um dos<br>policiais que estava acompanhado por mais dois, além de Jennifer.<br>─ Mas senhor, eu não fiz nada!<br>─ Senhor? Senhor está no céu. Cadê a droga hein? E o seu comparsa?<br>Anda, fale numa boa antes que eu te obrigue a contar tudo.<br>Enquanto efetuava a revista, o policial colocou drogas em um dos bolsos de<br>Martin. O segurança da boate entrou em contato com o pai de Gregory para contar<br>sobre o ocorrido. Os policiais levaram Martin para a delegacia. Ao chegarem, o<br>delegado que já estava ciente de toda situação, tratou de fingir e agiu como se não<br>soubesse de nada.<br>─ Ora, ora, mas quem é esse meliante? ─ Disse o delegado em tom<br>sarcástico, com um sorriso no canto da boca.<br>─ Eu sou inocente senhor. Admito que estava com o Gregory no momento do<br>assalto, mas com certeza ele estava fora de si. Ele bebeu muito durante a festa. Se<br>vocês me soltarem, irei a sua procura e trarei de volta a bolsa da moça.<br>─ Olha só como ele fala bonito, agora me explique isso aqui! ─ Falou o<br>policial tirando as drogas do bolso de Martin, as mesmas que o próprio havia<br>colocado.<br>Bateram bastante em Martin, antes de o levarem para a sela. Pouco tempo<br>depois, Arnoud, pai de Gregory, chegou à delegacia com a bolsa de Jennifer, junto<br>com ele estava o segurança da boate, Joshi, amigo de Martin e Gregory desde a<br>infância. Joshi fez questão de colocar as imagens das câmeras de segurança em um<br>pen drive, e guardou em um lugar onde só ele poderia saber. Naquele momento ele<br>só pensava em seu emprego, havia iniciado o trabalho na boate há apenas dois<br>meses, tinha um filho recém-nascido, e trabalho estava muito difícil de encontrar,<br>então mesmo presenciando tudo, contou para a polícia que infelizmente as câmeras<br>de segurança estavam com problemas e que não poderiam servir como provas, mas<br>que ele havia presenciado o assalto e que estava disposto a ajudar a polícia,<br>contando sua versão.<br>─ Senhores, eu sendo negro, assim como o meu amigo Martin, e tendo<br>passado por várias dificuldades assim como ele na infância, poderia vir aqui e tentar<br>de todas as formas inocentá-lo, mas o que realmente aconteceu foi que Martin a<br>todo o momento durante a festa ficava obrigando Gregory a beber, e acredito-me<br>que tudo foi bem planejado, afinal, acabamos de encontrar Gregory todo amarrado<br>no carro e junto com ele estavam uma pistola Glock G44 e a bolsa dessa moça.<br>Martin que morava sozinho, após ter perdido a esposa e o filho, vítimas de<br>bala perdida durante uma troca de tiros entre facções, agora estava isolado em uma<br>sela, prestes a ser condenado por roubo, tentativa de homicídio, porte ilegal de arma<br>e tráfico de drogas. Jennifer era advogada, porém não quis se dar ao trabalho de<br>investigar mais sobre o caso, já que um dos suspeitos já estava preso, e após<br>descobrir que o outro rapaz era filho do dono da boate, que por sinal tinha muito<br>dinheiro, dificilmente aconteceria algo com ele. Além do mais, sua bolsa já estava<br>em mãos, então o caso pra ela se deu como encerrado. A essa altura do<br>campeonato Gregory já estava em casa, com a lombra curada quase que 100%. Os<br>seguranças do pai foram ao seu encontro, o amarraram, tiraram algumas fotos para<br>fornecer para a polícia e em seguida o levaram para casa. Martin foi condenado a 20<br>anos de prisão em regime fechado.<br>Um ano depois do incidente, Jennifer que morava na Califórnia, assim como<br>sempre fez no período de férias, foi visitar seus pais. Ela cresceu no Brooklyn, mas<br>se mudou para a Califórnia assim que concluiu o ensino médio. Foi à procura de um<br>emprego para se sustentar enquanto corria atrás do grande sonho de torna-se<br>advogada. Na primeira noite, assim que chegou de viagem, ela resolveu ir até a<br>boate, para espairecer um pouco, e porque não dizer também, em busca de<br>respostas sobre aquela noite de um ano atrás. Durante a viagem ela refletiu<br>bastante sobre aquele acontecimento, pois por ser advogada, ela percebeu que<br>precisava pôr os pontos nos is. Seguiu para a boate. Chegando lá, encontrou Joshi<br>na pista de dança. O som estava muito alto, então ela o chamou para conversarem<br>no bar.<br>─ Oi, tudo bem? Lembra-se de mim? Sou a Jennifer. Há um ano eu fui<br>assaltada na saída dessa boate. Qual o seu nome mesmo? Você não trabalha mais<br>aqui?<br>─ Tudo bem, claro que me lembro de você. Meu nome é Joshi. É, aquela<br>noite foi tensa. Trabalho, trabalho sim, mas hoje é meu dia de folga, então decidi<br>curtir por aqui mesmo.<br>─ Então Joshi, você tem notícias dos seus amigos? ─ Ela estava disposta a<br>arrancar o máximo de informações possíveis dele.<br>─ O Martin foi condenado a 20 anos de prisão, por roubo, tentativa de<br>homicídio, porte ilegal de arma e tráfico de drogas. O Gregory está ali na pista de<br>dança. Ele sempre teve problemas com drogas e bebidas, e o senhor Arnoud já não<br>sabe mais o que fazer com ele, mas sempre dá um jeito de limpar a ficha do filho<br>após as várias lambanças que ele apronta.<br>─ Hum… E naquela noite, Martin realmente foi o culpado por tudo que<br>aconteceu? ─ Ela percebeu que Joshi estava bêbado e que conseguir mais<br>informações seria mais fácil do que ela pensava.<br>─ Mas porque está tão interessada em saber de tudo isso? Você é detetive<br>por acaso? ─ Ele começou a suspeitar!<br>─ Não se esqueça de que eu fui a vítima, apenas tenho algumas dúvidas<br>sobre tudo que aconteceu. E além de está interessada em saber tudo isso, também<br>tenho interesse em você. ─ Ela resolveu colocar o plano B em ação.<br>─ Olha só, agora o papo ficou interessante pra mim também. Sendo assim,<br>estou disposto a contar tudo que sei, contanto que hoje você saia daqui direto para<br>um motel comigo. O ladrão hoje serei eu, irei roubar seu coração. ─ Disse ele<br>convencido de que ela iria para a cama com ele ao fim da festa.<br>─ Pois então me conte tudo que sabe, e mais tarde eu lhe mostrarei tudo que<br>sei fazer! ─ Ela falou com um olhar penetrante, enquanto mordia os lábios.<br>─ Então gatinha, o carro que Gregory fugiu é do senhor Arnoud. Ele sempre<br>pega as coisas do pai sem permissão, pois sabe que se pedir o mesmo não irá<br>permitir. A arma também pertence ao pai dele. Quanto às drogas, eu sinceramente<br>não sei o que dizer, pois o Martin nunca foi envolvido com nada errado. O conheço<br>desde criança, então sei muito sobre a vida dele. Ele era casado, tinha um filho, mas<br>ambos morreram vítimas de bala perdida durante uma troca de tiros entre facções.<br>Ele é mecânico e trabalha na própria garagem, sempre foi um cara tranquilo e<br>costumava ir à igreja todo final de semana. Ele Inclusive já nos convidou por várias<br>vezes para irmos fazer uma visita, mas eu e o Gregory nunca fomos. Então, isso é<br>tudo que sei.<br>─ Peraê, agora eu me lembrei de uma coisa. Quando o policial abordou o<br>Martin, ouvi-o dizer que estava limpo, mas quando chegamos à delegacia, ele tirou<br>droga de seu bolso, ou seja, ele mesmo quem a havia colocado lá. Mas isso tudo<br>que temos não são provas suficientes para inocentar o Martin.<br>Enquanto Jennifer e Joshi conversavam, Gregory se envolveu em uma<br>confusão na pista de dança. Joshi correu para ajudar o filho do patrão, mas quando<br>se aproximou, os rapazes já estavam se retirando da boate.<br>─ Gregory, você está bem cara? O que aconteceu? Quem eram aqueles<br>caras? ─ Perguntou Joshi, apavorado.<br>─ Mano, tu tem que me ajudar. Eles vieram me cobrar uma dívida de drogas,<br>falaram que eu tenho até amanhã ao meio dia pra conseguir a grana. Senão eu ou<br>meu pai iremos sofrer as consequências. ─ Gregory estava totalmente bêbado ou<br>drogado, não dava pra saber ao certo.<br>─ Mas quanto você deve pra eles? Posso tentar conversar com seu pai.<br>─ Eu devo US$10.000,00. Não, meu pai não pode saber de nada, eu prometi<br>pra ele que não me envolveria em mais nenhuma confusão. Tem que haver outra<br>maneira. Ajuda-me Joshi, por favor. Caso consiga outra maneira de me ajudar e<br>meu pai descubra que me acobertou, pode ir até Los Angeles e procurar por James<br>Robby, ele tem uma boate lá também, basta dizer que é meu amigo e ele conseguirá<br>um emprego pra você.<br>Joshi voltou para ficar com Jennifer, lembrou-se do pen drive e percebeu que<br>mandar Gregory para a prisão seria a única forma de ajudá-lo naquele momento. Já<br>que ele teria outro emprego garantido, não hesitou em pedir ajuda para Jennifer.<br>─ Então gatinha, já te contei várias coisas, e acabei de lembrar-me que não<br>contei a mais importante. Mas antes quero saber um pouco mais sobre você, o que<br>faz da vida. Irei precisar de sua ajudar pra uma coisa, mas antes preciso saber se<br>posso confiar em você.<br>─ Ok, eu moro na Califórnia, mas todos os anos, venho passar as férias com<br>meus pais, sou advogada. O que rolou ali na pista de dança? Pra quê precisa de<br>minha ajuda? O que deixou de me contar?<br>─ Sério? Não brinca. Advogada? É exatamente do que eu preciso. Na<br>verdade aquela confusão toda foram uns rapazes que vieram cobrar uma dívida de<br>drogas do Gregory, US$10.000,00. Ele pediu minha ajuda, mas para que eu poça<br>ajuda-lo, precisarei de você. Vem comigo que te explico tudo.<br>Jennifer entrou no carro com Joshi. Seguiram. A noite não iria mais acabar do<br>jeito que ele planejou, mas naquele momento o foco era outro. Ajudar Gregory,<br>inocentar Martin, e independente do que acontecesse, garantir um emprego.<br>─ Pra onde está me levando? Não é pra um motel, não é?<br>─ Não, não. Outro dia, talvez. Pronto, chegamos. Vem, vamos entrar. Eu<br>moro aqui. Minha esposa e meu filho já estão dormindo. Quero te mostrar uma<br>coisa.<br>Joshi pegou o pen driver e mostrou para Jennifer as imagens das câmeras de<br>segurança na noite do assalto. Ela assistiu e ficou horrorizada. Martin estava preso<br>há um ano sendo inocente. Entraram no carro e seguiram para a delegacia. Ela não<br>queria que aquele homem passasse nem mais um dia naquele lugar.<br>─ Boa noite senhor delegado. Poderia por favor, assistir a essas imagens e<br>ouvir o que este homem tem a dizer.<br>─ Ei, eu te conheço. Você não é… ─ Jennifer o interrompeu.<br>─ Isso mesmo. Sou Jennifer, Estive aqui há um ano por conta de um assalto<br>que sofri, e hoje venho como advogada do Martin, com provas para inocentá-lo.<br>O delegado assistiu todas as imagens, ouviu o que Joshi tinha a dizer,<br>interrogou os policiais que haviam abordado Martin naquela noite, os mesmos<br>confessaram terem colocado as drogas no bolso dele. Quanto a Gregory, decidiu<br>prende-lo, afinal, Arnold tinha uma dívida antiga pendente, prender o filho dele seria<br>uma maneira de receber o pagamento. Joshi ficou por lá mesmo, foi acusado por<br>ocultação de provas. O delegado garantiu que no dia seguinte, ao meio dia, Martin<br>seria libertado. Os policiais foram à procura de Gregory que ainda estava na boate e<br>efetuaram sua prisão.<br>No dia seguinte ao meio dia, os traficantes atiçaram fogo na boate que deu<br>perda total, felizmente não havia ninguém no local. Enquanto isso, Jennifer foi para<br>frente da delegacia aguardar a saída de Martin. Que não demorou de aconteceu.<br>─ Oi, tudo bem? Sou a Jennifer, eu… ─ Martin a interrompeu.<br>─ Eu sei quem você é, foi por sua causa que eu estava preso, mas não tem<br>problema, eu te perdoo. Orei bastante durante todo esse tempo que estive preso, e<br>sabia que na hora certa a verdade viria à tona e eu ganharia minha liberdade.<br>─ O Joshi, seu amigo que me contou toda verdade.<br>─ Eu não quero mais saber dessa história, tá legal? Não quero saber quem<br>aprontou pra cima de mim. Quero apenas aproveitar minha liberdade, minha vida,<br>afinal, eu não sei o que pode acontecer daqui a dois minutos.<br>─ Você pode não saber, mas eu sei.<br>Jennifer o beijou. Um beijo tão verdadeiro, tão intenso e tão demorado, que<br>durou bem mais que dois minutos.<br><strong>FIM.</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/resiliencia/">Resiliência</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pressentimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dhonatas Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dhonatas Silva &#8211; Colunista (Ipirá City) Quando nos apaixonamos por alguém pela primeira vez, temos a sensaçãode que o sentimento durará pra sempre, não é verdade? Algumas vezes atéacontece. E quando é pra valer, esse sentimento transforma-se em amor, e é a partirde então que acreditamos ter finalmente encontrado o grande amor da nossa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Dhonatas Silva &#8211; Colunista (Ipirá City)</p>



<p>Quando nos apaixonamos por alguém pela primeira vez, temos a sensação<br>de que o sentimento durará pra sempre, não é verdade? Algumas vezes até<br>acontece.</p>



<p> E quando é pra valer, esse sentimento transforma-se em amor, e é a partir<br>de então que acreditamos ter finalmente encontrado o grande amor da nossa vida.<br>Laura era uma adolescente muito bonita, de personalidade forte, dona de um sorriso<br>encantador. Ela amava maquiagem, tanto que todos os dias após o colégio ia para o<br>salão da tia Helena, para observa-la trabalhando, enquanto enfeitava as bonecas<br>com seu kit de maquiagem, já havia escolhido qual profissão seguir quando se<br>tornasse adulta. </p>



<p>Era praticamente impossível que um garoto com a mesma faixa<br>etária de idade que ela, a visse e não se apaixonasse pelo brilho daquele olhar. Levi<br>se interessou por ela, agora os outros rapazes da escola não tinham mais chances<br>com aquela linda garota, afinal, ele era bastante popular por fazer parte do time de<br>futebol da escola e por ter as famas de mulherengo e de valentão. Antes mesmo de<br>conversar com Laura, Levi tratou de comunicar ao time de futebol que estava em um<br>relacionamento com ela.<br>─ Então rapaziada, é o seguinte, estou saindo com a Laura e não quero saber<br>de ninguém olhando pra minha mina, entenderam bem?<br>Todos concordaram sinalizando com a cabeça, parabenizaram-no, mas<br>ficaram sem entender como ele estava namorando com ela sendo que nunca foram<br>vistos juntos. Mas não questionaram nada. Nathan, amigo de Laura, que estava<br>atrás da porta da sala, ouviu tudo, e correu pra conversar com a amiga, queria<br>certificar a veracidade do que acabara de ouvir. Nathan guardava um grande<br>segredo, que só sabiam ele e Levi. Assim que encontrou a amiga, ele a interrogou.<br>─ Amigaaaa, fiquei sabendo de um babado ali agorinha, está quentinho,<br>chega minha língua tá queimando.<br>─ Oi Nathan, fala ai, estou indo pra o salão de tia Helena, me acompanhe e<br>me conte no caminho. É sobre a fanfarra que virá se apresentar aqui na cidade na<br>semana que vem? Se for, não me diga que aqueles gatinhos da capital virão<br>novamente, pior que agora só estou tendo olhos pra uma pessoa.<br>─ Mulher, cala a boca um pouco e deixa-me falar, meu Deus do céu. Que<br>sobre fanfarra o que, vim pra falar de um caso à parte, sobre o Levi.<br>─ Levi? Mas o que é que tem ele? Aconteceu alguma coisa? Anda Nathan,<br>fala!<br>─ Se você deixar… Meu amor, vocês estão namorando? Primeiro quero que<br>me responda isso, depois te conto o resto.<br>─ Ah… Quem me dera, é meu sonho de consumo, era ele a quem me referia<br>quando disse que só estou tendo olhos pra uma pessoa. Você acha mesmo que se<br>eu estivesse namorando com ele, eu não teria te contado? Amigo eu te conto tudo,<br>simplesmente tudo, assim como você também me conta, não é verdade?<br>─ Cla-cla-claro né amiga, cê sabe que não te escondo nada. Que homem viu,<br>por um daquele ali eu faria tudo. Lavava, passava, cozinhava, e no quarto nem<br>preciso falar. (RISOS)<br>─ Então amigo, já te respondi, agora me fala.<br>Nathan desconversou, disse que precisava ir e que depois eles se falavam,<br>Laura insistiu, mas ele saiu correndo e a deixou morta de curiosidade. Enquanto<br>isso, Levi estava criando coragem para falar com Laura. </p>



<p>Ela ao longo dos seus 16<br>aninhos só havia beijado uns 3 garotos, e ele com 18, já tinha feito um arrastão no<br>colégio, mas demonstrava sentir algo diferente por Laura, algo que nunca havia<br>sentido antes por nenhuma outra garota. Há noite, Nathan resolveu ligar para Levi,<br>queria conversar sobre Laura.<br>─ Alô!<br>─ Oi nego, tudo bem?<br>─ Fala Nathan, qual foi?<br>─ Então gato, deixa eu te falar. Eu ouvi sua conversa hoje com o restante do<br>time e fui conversar com Laura?<br>─ Conversar o que mano? Tá maluco? O que é que você tem a ver?<br>─ Tudo né vida? Fui saber o que ela pensava sobre você, e descobri que ela<br>está completamente arreada os quatro pneus. (RISOS)<br>─ É sério? Tá de tiração com a minha cara? Se eu for até aí eu te quebro todo<br>viu meu?<br>─ Quero ser seu mesmo, meu anjo. Tenho uma proposta pra te fazer?<br>─ Aiaiaiai, proposta? Que proposta?<br>─ Lembra daquele nosso segredinho? Então, se você vier aqui agora e me<br>quebrar todinho igual fez da última vez, ajeito tudo pra você e ela ficarem juntos.<br>─ Demorô, tô chegando!<br>No dia seguinte, Nathan resolveu cumprir a parte dele do trato, marcou com<br>Levi e Laura para irem ao seu encontro no fundo do colégio. Laura chegou primeiro<br>que os dois. Não demorou muito para Levi aparecer.<br>─ Oi Laura tudo bem, o que faz aqui?<br>Laura ficou trêmula, nunca havia chegado tão perto assim de Levi, suas mãos<br>transpiravam, as palavras mal saíam.<br>─ O-o-olá Levi, estou bem, e você? É-é, estou esperando o Nathan, é meu<br>melhor amigo, sabe quem é né?<br>─ Há tá, sei sim, mas não tenho muita proximidade, só conheço de vista<br>mesmo. Ele assim como você gosta de maquiagem não é mesmo? (RISOS)<br>─ É sim, ele não é de se atrasar, vou mandar mensagem.<br>Antes que Laura pusesse a mão na bolsa para pegar o celular, Levi a roubou<br>um beijo, daquele que ela nem sabia que existia. Com a mão esquerda ele<br>entrelaçou os dedos na mão direita dela, enquanto sua mão direita viajava,<br>alcançando cada centímetro possível do corpo de Laura. Ela estava molhada. Pra<br>ela tudo aquilo era novidade, já pra ele, só mais um corpo a ser provado.</p>



<p> Após o longo beijo, Laura saiu correndo sem dizer para onde iria, nem ela mesmo sabia.<br>Levi ficou estático no mesmo lugar, passando os dedos nos lábios e reprisando na<br>mente o que acabara de acontecer por uns 2 minutos, parecia mesmo que pra ele<br>aquele beijo tinha significado alguma coisa.<br>Já em casa, deitada, Laura lembrou do beijo e decidiu se tocar. Voltou a sentir<br>a mesma sensação que sentira no momento do beijo, mas a intensidade daquele<br>momento foi aumentando conforme ele ia se autoconhecendo, estava sentindo<br>coisas que nem sabia que eram possíveis, imaginou Levi ali com ela, chamava o<br>nome dele baixinho, enquanto utilizava os dedos lentamente, e os lençóis tornavamse evidencias daquele momento único.</p>



<p> Ela gozou e adormeceu. No dia seguinte, um<br>sábado, mesmo sendo um dia de bastante movimento no salão, como ainda não<br>tinha funcionários, Helena resolveu deixar o salão fechado. Ela iria para uma cidade<br>vizinha fazer um curso de maquiagem, para se capacitar ainda mais, e já pensava<br>em direcionar um futuro parecido para a sobrinha. Helena deixou a chave do salão<br>com Irene, mãe de Laura. Ela que estava deitada no quarto, ouviu o momento em<br>que a mãe recebeu as chaves das mãos da tia, logo, em sua mente, teve uma ideia<br>mirabolante.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/image-8.png" alt="" class="wp-image-83947" width="347" height="464" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/image-8.png 669w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/image-8-224x300.png 224w" sizes="(max-width: 347px) 100vw, 347px" /></figure>



<p><br>Ambos conseguiram o que tanto queriam, um momento a dois. Para Laura,<br>seria a oportunidade de se entregar para aquele que fazia seu coração bater mais<br>forte, enquanto para Levi, apenas mais uma oportunidade de tirar mais uma<br>virgindade, que para ele, enquanto grande garanhão entre os amigos, seria como<br>ganhar mais um troféu de interclasse. Laura seria capaz de fazer Levi gostar de<br>alguém de verdade?<br>Nathan estava online, então Laura tratou de mandar um print da conversa<br>para o amigo, deixando-o atualizado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/image-9.png" alt="" class="wp-image-83948" width="340" height="496" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/image-9.png 667w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/image-9-206x300.png 206w" sizes="(max-width: 340px) 100vw, 340px" /></figure>



<p><br>Após confirmar o encontro com Levi e atualizar Nathan sobre as novidades,<br>Laura foi fazer umas comprinhas, já fantasiando em sua mente, de como mais ou<br>menos poderia ser o encontro, ela iria preparar o cenário, mas como realmente iria<br>ser, ela não poderia imaginar, afinal, nunca havia transado antes. Comprou um<br>vinho, foi a um Sex Shop, explicou para a atendente que seria sua primeira vez,<br>então a moça lhe aconselhou a comprar uma lingerie para excitar e chamar ainda<br>mais a atenção do parceiro, lhe ofereceu também um lubrificante, mas este segundo<br>Laura não aceitou, e brincou.<br>─ Mulher, eu já fico molhada só de ver ele, pra quê eu vou querer lubrificante?<br>Sou virgem, mas minhas amigas me contam alguns segredinhos. (RISOS)<br>Assim que Laura retornou pra casa, Irene tratou de perguntar se ela estava<br>lembrando do aniversário de 96 anos da avó dela, por ser a neta preferida de dona<br>Maria, sua presença era imprescindível. Laura confirmou a presença, mas ressaltou<br>que chegaria um pouco atrasada, pois tinha um trabalho de química pra fazer, e que<br>inclusive Nathan iria até lá para ajudá-la. Irene concordou, mas chamou a atenção<br>para que ela não deixasse de ir, pois a avó estava com a saúde cada vez mais<br>debilitada. Laura teve outra ideia, essa bem mais louca que a primeira. </p>



<p>Às 19 horas,<br>Irene tinha acabado de sair, a rua estava deserta, a maioria dos vizinhos foram para<br>o aniversário de dona Maria. Laura olhou na direção do salão e viu que Levi já<br>estava a sua espera, então mandou mensagem pedindo para que ele vinhesse para<br>sua casa, pois estava sozinha. Claro que ele não se importou nem um pouco, e<br>seguiu pra lá. Entrou.<br>─ Então Levi, aceita uma bebida?<br>─ Claro linda, nem sabia que você bebia. ─ Falou e encarou-a com um olhar<br>malicioso.<br>─ Não bebo, mas a ocasião é favorável. (RISOS)<br>Beberam algumas taças de vinho. Laura já estava grogue, Levi percebeu e<br>resolveu atiça-la. Chamou-a para ir pro quarto, ela prontamente aceitou. Ele<br>começou a beijá-la e acariciá-la. Tirou toda a roupa dela, que já estava<br>completamente entregue. Ele aproveitou o momento, enquanto ela não tinha o<br>controle da situação. Ela sentia dor. Levi percebeu, mas como por parte dele não<br>havia sentimento algum, não se importou. Com certeza não foi daquele jeito que ela<br>imaginou a primeira vez. Enquanto isso Nathan passou de moto em frente a casa de<br>dona Maria, onde estava acontecendo o aniversário, Irene não hesitou em chamá-lo.<br>─ Nathan, está indo lá pra casa? Porque vocês não deixam para fazer esse<br>trabalho amanhã, eu faço uma lasanha e você já aproveita e passa o domingo com a<br>gente.<br>─ Oi? Que trabalho dona Irene?<br>─ Ué você não tava indo lá pra casa? Mas Laura me falou que… Ah esquece.<br>─ Aaaaaaaah, o trabalho. É eu me atrasei, estou indo pra lá agora sim. Faz<br>assim então, eu vou buscar ela e amanhã fazemos o trabalho, e a senhora faz<br>aquela lasanha M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A, a senhora arrasa dona Irene.<br>Irene ficou confusa, percebeu que algo de errado não estava certo. Nathan<br>captou o que estava acontecendo e seguiu para a casa de Laura. Chegando lá,<br>sentiu um clima estranho logo na chegada, o portão estava aberto, a porta<br>escancarada.<br>─ Laura? Amiga? Tem alguém aqui? Meu Deus do céu. Laura?<br>Quando ele chegou no quarto da amiga ela estava despita e desacordada.<br>Lingerie de um lado, preservativo usado do outro, e um cheiro forte de vinho<br>tomando conta do quarto. Ele pegou-a no colo e levou-a para o banheiro, colocou-a<br>de baixo do choveiro, até que ela começou a voltar a si.<br>─ Levi? O que aconteceu? Porque eu tô sangrando?<br>─ Que Levi o que mulher, te apruma! Levi uma hora dessas já deve estar<br>dormindo com outra. Oia, deixa minha boca quieta.<br>─ Não, ele deve ter ido buscar socorro, deve ter ficado apavorado quando me<br>viu sangrando, liga pra ele, talvez tenha acontecido alguma coisa no caminho.<br>─ Minha Nossa Senhora da Paciência, mas Laura você bebeu vinho ou usou<br>droga? Acorda pra vida meu amor! Ele te usou e caiu fora, entendeu ou quer que eu<br>desenhe? Anda, toma um banho rápido pra ir pro aniversário de sua avó.<br>Nathan ajudou Laura com banho, ela mal conseguia ficar de pé. Foram pro<br>quarto e o lençol estava com uma enorme mancha de sangue, Nathan colocou numa<br>sacola e se encarregou de dar um fim naquele vestígio de uma noite inesquecível<br>para Laura. Se positiva ou negativamente, Nathan só iria saber quando ela<br>finalmente retomasse a consciência. Laura demorou tanto para vestir a roupa que<br>quando se aprontavam para sair, Irene já estava chegando em casa.<br>─ Muito bem meninos, só faltaram vocês na festa, e não foram por quê? Pra<br>fazer um trabalho que poderiam fazer amanhã, não é mesmo? Sua avó passou a<br>festa toda perguntando por você mocinha, espero que amanhã cedo, você vá vê-la e<br>se justifique da ausênsia, daquela que pode ter sido a ultima festinha de aniversário<br>dela, enfim, se me dão licença irei dormir, boa noite.<br>A bronca de Irene cortou a lombra de Laura na hora, um feito que nem<br>mesmo o banho gelado foi capaz de fazer. Nathan decidiu colocar a moto na<br>garagem e passar a noite com a amiga. Mas o tempo em que ele saiu e abriu o<br>portão foi o suficiente para um garotinho, filho de uma das vizinhas, chegar gritando<br>e chamando por dona Irene para comunicar o falecimento de dona Maria. Irene<br>desmaiou. Laura saiu correndo desesperada em direção a casa da avó, a sua a<br>mente estava uma bagunça. A dolorosa transa, seguida de abandono, a ausência na<br>festa por conta da maldita transa. Quando viu dona Maria morta, sua primeira reação<br>foi ajuelhar-se aos pés e pedir desculpas. Por dentro ela sangrava de<br>arrependimento e dizia pra si mesma que nunca se perdoaria.<br></p>



<p>Fim</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pressentimento/">Pressentimento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Mudemos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 12:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudemos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poesia: MudemosPor:&#160;@dhon.silva Pra fazer o bem não precisa ser mágicoNem tem muito segredoBasta fazer o básicoSem medo Agem com se o mal fosse benefícioNão dá pra entenderA maldade virou um artifícioSendo que não tem nada de difícil em benquerer O bem-fazerFaz bem pra ambosTanto pra quem recebeQuanto pra quem está dando Ficamos estupefatos com belas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Poesia: Mudemos<br>Por:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/dhon.silva/">@dhon.silva</a> </p>



<p>Pra fazer o bem não precisa ser mágico<br>Nem tem muito segredo<br>Basta fazer o básico<br>Sem medo</p>



<p>Agem com se o mal fosse benefício<br>Não dá pra entender<br>A maldade virou um artifício<br>Sendo que não tem nada de difícil em benquerer</p>



<p>O bem-fazer<br>Faz bem pra ambos<br>Tanto pra quem recebe<br>Quanto pra quem está dando</p>



<p>Ficamos estupefatos com belas atitudes<br>Enquanto não nos admiramos em ver comportamentos rudes</p>



<p>Estamos tão mal acostumados<br>Com a malevolência que nos rodeia<br>Que nos sentimos incomodados com a felicidade alheia</p>



<p>Porque tanta maldade se a felicidade é o que trás sentido a vida?<br>Porque tanta maldade se a felicidade se multiplica quando dividida?</p>



<p>Existe um por quê?<br>Que tal mudar o mundo começando por você?<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br>.<br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/poesiabrasileira/">#poesiabrasileira</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/poesiaautoral/">#poesiaautoral</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/poesiacontemporanea/">#poesiacontemporanea</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/poesie/">#poesie</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/poemas/">#poemas</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/literaturabrasileira/">#literaturabrasileira</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/literatura/">#literatura</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/escritor/">#escritor</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/escritoresdeinstagram/">#escritoresdeinstagram</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/escrever/">#escrever</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/instagood/">#instagood</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/instapoesia/">#instapoesia</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/instagram/">#instagram</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/dhonsilva/">#dhonsilva</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ipir%C3%A1bahia/">#ipirábahia</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ipir%C3%A1/">#ipirá</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/bahia/">#bahia</a><br><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/brasil/">#brasil</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="400" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/10/par.jpeg" alt="" class="wp-image-65725" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/10/par.jpeg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/10/par-300x150.jpeg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/10/par-768x384.jpeg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



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		<title>Poeta e Compositor Dhonatas Silva lançou o livro &#8221;Poesia Entre Aspas&#8221;na sexta feira (7)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 17:03:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá]]></category>
		<category><![CDATA[Dhonatas Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Portal Ipirá City O escritor e poeta Ipiraense,&#160;Dhonatas&#160;Silva, lançou na última sexta (7) o livro &#8221;Poesia Entre Aspas&#8217;. O evento aconteceu no Auditório do&#160;CETEP, em Ipirá Bahia, Poetas e amigos do autor declamaram poesias, emocionado a todo o público presente.A obra, que retrata, poesias, muitas vezes vividas pelo próprio&#160;Dhonatas&#160;Silva, leva uma linguagem dinâmica que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Portal Ipirá City</p>



<p>O escritor e poeta Ipiraense,&nbsp;Dhonatas&nbsp;Silva, lançou na última sexta (7) o livro &#8221;Poesia Entre Aspas&#8217;.</p>



<p>O evento aconteceu no Auditório do&nbsp;CETEP, em Ipirá Bahia, Poetas e amigos do autor declamaram poesias, emocionado a todo o público presente.<br>A obra, que retrata, poesias, muitas vezes vividas pelo próprio&nbsp;Dhonatas&nbsp;Silva, leva uma linguagem dinâmica que traz ao leitor a reflexão sobre cada palavra escrita, um mergulho literário.</p>



<p>Na obra,&nbsp;Dhonatas, demostra todo o seu talento que com muito esforço dele e apoio de familiares e amigos, fez um sonho tornar-se realidade.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/par.jpg" alt="" class="wp-image-53194"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/poeta-e-compositor-dhonatas-silva-lancou-seu-livro-poesia-entre-aspasna-sexta-feira-7/">Poeta e Compositor Dhonatas Silva lançou o livro ”Poesia Entre Aspas”na sexta feira (7)</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Escritor ipiraense lança seu primeiro livro nesta sexta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 14:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá]]></category>
		<category><![CDATA[Dhonatas Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor, poeta e compositor ipiraense Dhonatas Silva dos Santos, conhecido por Dhon Silva, lança nesta sexta-feira, 7 de outubro, a partir das 19hr no auditório do CETEP o seu primeiro livro de poesias “POESIA ENTRE ASPAS”. O evento é aberto ao público e contará com a participação de diversos poetas de Ipirá e região. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O escritor, poeta e compositor ipiraense Dhonatas Silva dos Santos, conhecido por Dhon Silva, lança nesta sexta-feira, 7 de outubro, a partir das 19hr no auditório do CETEP o seu primeiro livro de poesias “POESIA ENTRE ASPAS”. O evento é aberto ao público e contará com a participação de diversos poetas de Ipirá e região.</p>



<p>Fonte: Ipirá Fm</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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