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	<title>Dia Mundial da Alimentação |</title>
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		<title>Dia Mundial da Alimentação: insegurança alimentar e como ela avança no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2021 08:47:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nathallia Fonseca, da CNN São Paulo Fome é uma sensação “soberana do ponto de vista biológico”, conhecida por todos desde o primeiro momento de vida. A&#160;insegurança alimentar, por outro lado, é uma expressão mais social que biológica; “fala sobre as pessoas terem assegurado o alimento que chega até elas”. A explicação é da doutora em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nathallia Fonseca, da CNN</p>



<p>São Paulo</p>



<p>Fome é uma sensação “soberana do ponto de vista biológico”, conhecida por todos desde o primeiro momento de vida. A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/inseguranca-alimentar/">insegurança alimentar</a>, por outro lado, é uma expressão mais social que biológica; “fala sobre as pessoas terem assegurado o alimento que chega até elas”.</p>



<p>A explicação é da doutora em Ciências da Saúde Denise Oliveira, coordenadora do Grupo de Pesquisa em Alimentação, Saúde e Cultura, da Fiocruz Brasília.</p>



<p>Difundida na década de 1970 pela&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/organizacao-das-nacoes-unidas-onu/">Organização das Nações Unidas</a>&nbsp;para a Alimentação e Agricultura (FAO), quase três décadas após a escolha do dia 16 de outubro como Dia Mundial da Alimentação, a segurança alimentar e nutricional é uma pauta urgente no Brasil.</p>



<p>Especialmente no momento em que 55,2% da população não necessariamente come três refeições ao dia, segundo o relatório mais recente da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PenSSAN), formada por pesquisadores de todo o país. O mesmo levantamento indica mais de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/fome-avanca-e-atinge-mais-9-milhoes-de-brasileiros-nos-ultimos-dois-anos/">19 milhões de brasileiros</a>&nbsp;em privação extrema de alimentos.</p>



<p>A angústia de encontrar a geladeira vazia fez, durante meses, parte do cotidiano auxiliar de produção Jôhanna Andrade, de 23 anos. “Já saí de casa sem fazer refeição nenhuma. Já senti fome e não tinha refeição. Isso não tem explicação. O alimento na geladeira é o mínimo para a dignidade do ser humano”, diz Jôhanna.</p>



<p>Há oito meses desempregada, a pernambucana de 23 anos recorreu ao LinkedIn, rede social voltada para contatos profissionais, para falar sobre as dificuldades que, sem renda fixa, enfrenta para garantir o básico de abastecimento. “É muito ruim dormir sem saber o que vai comer amanhã porque realmente não tem o que comer. É muito ruim saber que vai chegar a hora de almoçar e eu não ter almoço pra comer também”, publicou.</p>



<p>O texto, que pede indicações de emprego, lista as áreas nas quais a auxiliar se sente apta a trabalhar: auxílio de produção, refrigeração e operação de máquinas. “Eu não chamo nem de ideia o que me levou a publicar sobre isso. Foi falta de opção, a única saída que eu vi”, conta.</p>



<p>Embora a pandemia tenha&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/fatores-da-pandemia-alavancaram-numero-de-pessoas-com-fome-cronica-diz-fao/">contribuído</a>&nbsp;para o agravamento da<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/mapa-da-fome/">&nbsp;insegurança alimentar no Brasil</a>&nbsp;— principalmente pelo aumento de desempregados, que já representam 14% da população –, a pesquisadora Denise Oliveira destaca que a crise sanitária antecipou um cenário estruturado há mais de uma década.</p>



<p>“Há estudos em diferentes áreas que mostram que esse cenário já vinha se mostrando com as crises mundiais, desde 2004, 2008. A pandemia foi uma alegoria da desigualdade, ela se instala dentro de uma situação que já vinha se deteriorando”, diz.</p>



<p>De acordo com Denise, um dos maiores desafios para a garantia de uma alimentação adequada e suficiente aos brasileiros é a própria dinâmica da produção. “Os sistemas alimentares hoje são predatórios. Destroem muitas variedades de alimentos pelas culturas que geram commodities: gado, pasto, soja, laranja…”</p>



<p>Ela explica que esse contexto gera um problema muito mais profundo do que há 40 anos. “Antes, o problema era acesso, e a distribuição de renda melhoraria a situação. Hoje, além da desigualdade, nós também estamos perdendo fontes importantes de alimento porque não interessa produzir o que não gere dinheiro”, acrescenta a pesquisadora.</p>



<p>Para Rafael Zavala, mestre em agricultura sustentável pela Universidade de Londres e representante da FAO no Brasil, existem três grandes desafios que o país precisa enfrentar pela garantia da segurança alimentar. “Mudar a forma como produzimos os alimentos, como consumimos e como descartamos, já que as perdas e desperdícios são um problema que também precisa de atenção”. Em resumo, segundo ele, “a chave está nas práticas agrícolas e pecuárias sustentáveis”.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Foto: Reuters</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/dia-mundial-da-alimentacao-inseguranca-alimentar-e-como-ela-avanca-no-brasil/">Dia Mundial da Alimentação: insegurança alimentar e como ela avança no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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