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	<title>Diabetes |</title>
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	<title>Diabetes |</title>
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		<title>Brasileiros com diabetes defendem uso de tecnologias no tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sete em cada dez brasileiros com diabetes (70%) afirmam que a doença afeta de modo significativo o bem-estar emocional. Setenta e oito por cento relatam ter ansiedade ou preocupação com o futuro, e dois em cada cinco pacientes se sentem sós ou isolados em função da doença. Os dados são de pesquisa feita pelo Global [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete em cada dez brasileiros com diabetes (70%) afirmam que a doença afeta de modo significativo o bem-estar emocional. Setenta e oito por cento relatam ter ansiedade ou preocupação com o futuro, e dois em cada cinco pacientes se sentem sós ou isolados em função da doença.</p>



<p>Os dados são de pesquisa feita pelo Global Wellness Institute (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/gwi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GWI</a></strong>), em parceria com a&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/roche/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roche Diagnóstica</a></strong>, que explorou percepções sobre o diabetes, a vida com a doença e as ferramentas de manejo.</p>



<p>A pesquisa foi realizada em setembro de 2025, em nível global, com 4.326 pessoas com diabetes, com idade igual ou maior que 16 anos, das quais 20% no Brasil. O levantamento foi feito em 22 países.</p>



<p>Além do Brasil, foram pesquisadas pessoas na Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, Croácia, República Tcheca, Dinamarca, Alemanha, Hong Kong, Índia, Japão, Kuwait, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Arábia Saudita, África do Sul, Espanha, Turquia e Reino Unido.</p>



<p>No grupo de pacientes com diabetes tipo 1, o estudo mostra que 77% afirmam ser afetados de modo significativo em seu bem-estar emocional.</p>



<p><strong>Diabetes</strong></p>



<p>O diabetes é causado pela produção insuficiente ou a má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A doença pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, pode levar à morte.</p>



<p>Já o Diabetes Melito tipo 1 (DM1) é uma doença crônica não transmissível, hereditária, caracterizada pela destruição das células do pâncreas responsáveis pela produção e secreção de insulina, o que resulta em deficiência na secreção desse hormônio no organismo.</p>



<p>O Brasil ocupa a 6ª posição mundial em casos de diabetes, de acordo com o Atlas Global do Diabetes 2025 da International Diabetes Federation (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/federacao-internacional-de-diabetes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IDF</a></strong>), com um total de 16,6 milhões de adultos diagnosticados com a doença.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/Portal-ipira-city.gif" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption">Siga o canal &#8220;Portal Ipirá City&#8221; no WhatsApp: <a href="https://whatsapp.com/channel/0029VbBCZ7MJf05kWD23x43r" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://whatsapp.com/channel/0029VbBCZ7MJf05kWD23x43r</a></figcaption></figure>



<p><strong>Resultados</strong></p>



<p>A pesquisa mostra ainda que para 56% dos entrevistados no Brasil, o diabetes limita a capacidade de passar o dia fora de casa; 46% afirmam ter dificuldades em situações comuns, como trânsito ou reuniões longas. Outros 55% dizem não acordar plenamente descansados, devido aos efeitos das variações glicêmicas durante a noite.</p>



<p>A maior parte dos pacientes diz que não se considera atendido pelo modelo atual de cuidado, apesar dos avanços registrados. Somente 35% se consideram muito confiantes no gerenciamento da própria condição, o que sinaliza a existência de problemas para o controle e previsibilidade da doença.</p>



<p>Em torno de 44% dos consultados defendem que tecnologias mais inteligentes, que possam prever mudanças nos níveis de glicose, deveriam ser priorizadas para prevenção de complicações.</p>



<p>Já 46% dos pacientes que usam medidores tradicionais, como os glicosímetros, ou testes de ponta de dedo, consideram que os sensores de monitoramento contínuo de glicose (CGM, do nome em inglês) deveriam ser adotados devido à capacidade de funcionarem como alertas preditivos.</p>



<p><strong>Previsibilidade</strong></p>



<p>Cinquenta e três por cento dos entrevistados apontam que a principal funcionalidade desejada em sensores com inteligência artificial (IA) é a capacidade de prever níveis futuros de glicose. Esse número sobe para 68% entre os pacientes com diabetes tipo 1.</p>



<p>Saber as tendências antecipadas dos níveis de glicose daria a 56% dos brasileiros consultados a sensação de estarem no controle da doença, enquanto 48% comentaram que a redução de surpresas de picos e quedas de glicose inesperadas aumentaria sua qualidade de vida.</p>



<p>Entre os pacientes com diabetes tipo 1, 95% consideram fundamentais ferramentas capazes de prever hipoglicemia e hiperglicemia, o que facilitaria sua condição.</p>



<p><strong>Monitoramento</strong></p>



<p>Segundo o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbd/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBD</a></strong>), André Vianna, já é do conhecimento de todos que o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico contínuo são de grande importância para evitar complicações decorrentes da doença.</p>



<p>Para o endocrinologista, o uso de tecnologias pode ser o diferencial, principalmente para pacientes com diabetes tipo 1, porque a glicemia dela oscila muito:</p>



<p>“O ideal para esses pacientes é ter um monitoramento contínuo da glicose por meio de sensores que já estão amplamente disponíveis em grande parte do mundo. Esse sensor permite à pessoa entender precocemente o que vai acontecer nas próximas horas antes desse diagnóstico acontecer. A pessoa vai saber se a glicose dela daqui a meia hora vai estar alta ou baixa e pode tomar uma atitude preventiva”, explicou o médico.</p>



<p>Vianna comentou que uma das vantagens é que esses sensores levam as pessoas a apresentar menos complicações e menores gastos para o sistema público de saúde.</p>



<p>“Essas pessoas vão acabar indo menos para o hospital, vão se internar menos, vão menos para o pronto-socorro. Isso, inclusive, além de melhorar a saúde, diminui o custo do tratamento. Por isso, o monitor contínuo já é algo bastante estabelecido no mundo”, afirmou o vice-presidente da SBD.</p>



<p><strong>Mercado no Brasil</strong></p>



<p>No Brasil, esses aparelhos são bastante difundidos entre as pessoas de maior poder aquisitivo. No sistema público de saúde, entretanto, não houve disponibilização em larga escala, informou.</p>



<p>No país, há quatro empresas que comercializam esses aparelhos. Em países ricos, eles são amplamente disponibilizados para as pessoas com diabetes, por meio de operadoras de saúde privadas, como nos Estados Unidos, e de sistemas de saúde, gratuitamente, casos da França e do Reino Unido.</p>



<p>Para Vianna, o uso de sensores e de tecnologias como a inteligência artificial (IA) pode melhorar a qualidade de vida das pessoas.</p>



<p>“Vem diminuir essa carga do diabetes, esse estresse diário e constante das pessoas que convivem com diabetes e com a incerteza do que vai acontecer com a sua glicose daqui a algum tempo, atrapalhando muitas vezes as funções diárias do indivíduo – o sono, o trabalho, atrapalhando, por vezes, momentos de descontração”.</p>



<p>O vice-presidente da SBD esclareceu que o sensor é benéfico para o diabetes tipo 1 e para o diabetes tipo 2. “Os benefícios no diabetes tipo 1 são vistos mais de imediato, no curto prazo, às vezes no mesmo dia. E no diabetes tipo 2, são vistos a longo prazo, com menos internações e menos complicações”.</p>



<p><strong>SUS</strong></p>



<p>Em janeiro de 2025, o Ministério da Saúde tornou pública a decisão de não incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) o monitoramento contínuo da glicose por escaneamento intermitente em pacientes com diabetes mellitus tipos 1 e 2.</p>



<p>A decisão está na&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sctie/2025/prt0002_03_02_2025.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portaria número 2</a>&nbsp;, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico Industrial da Saúde, do ministério.</p>



<p>Em dezembro do ano passado, a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o&nbsp;<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2483173" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Lei 323/25</a>, que obriga o SUS a fornecer gratuitamente dispositivos para monitorar a glicose de pacientes com diabetes mellitus por dispositivo de escaneamento intermitente.</p>



<p>A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>



<p>Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Saúde não se pronunciou sobre o tema. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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		<title>PL assegura tratamento oftalmológico no SUS para pacientes com diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 14:19:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Saúde da&#160;Câmara dos Deputados&#160;aprovou projeto de lei que assegura tratamento oftalmológico especializado para pacientes com diabetes no Sistema Único de Saúde (SUS). O foco é a retinopatia diabética – doença que atinge os vasos sanguíneos dos olhos e é uma das principais causas de cegueira. Pela proposta, pacientes com sinais de perda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Saúde da<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Câmara dos Deputados</a></strong>&nbsp;aprovou projeto de lei que assegura tratamento oftalmológico especializado para pacientes com diabetes no Sistema Único de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a></strong>). O foco é a retinopatia diabética – doença que atinge os vasos sanguíneos dos olhos e é uma das principais causas de cegueira.</p>



<p>Pela proposta, pacientes com sinais de perda de visão deverão ser encaminhados para especialistas em retina para exames complementares.</p>



<p>A comissão aprovou a versão da relatora, deputada Carla Dickson (PL-RN), para o Projeto de Lei 191/25, da deputada Fernanda Pessoa (PSD-CE). Em vez de prazos fixos para consultas e exames, o novo texto prevê que o atendimento siga diretrizes clínicas definidas pelo Ministério da Saúde.</p>



<p>“O substitutivo preserva o objetivo central do projeto e, ao mesmo tempo, incorpora medidas para conscientização da população, capacitação de profissionais de saúde e diagnóstico precoce”, destacou a relatora.</p>



<p>O novo texto prevê ainda a realização de campanhas de conscientização para a população e a capacitação periódica de médicos e enfermeiros do SUS.</p>



<p><strong>Próximas etapas</strong></p>



<p>A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>



<p> <em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



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		<title>OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para tratar a doença na gestação e cuidados para prevenir complicações. A endocrinologista Lívia Mara Mermejo, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (FMRP–USP), explica as causas da diabetes gestacional. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para tratar a doença na gestação e cuidados para prevenir complicações. A endocrinologista Lívia Mara Mermejo, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/fmrp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FMRP</a></strong>–<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/usp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">USP</a></strong>), explica as causas da diabetes gestacional.</p>



<p>A diabetes gestacional ocorre quando a doença aparece pela primeira vez durante a gravidez, quando não há diagnóstico prévio. “A principal razão para o aparecimento de diabetes gestacional é o aumento do que a gente chama de resistência à insulina, que é provocado pelos hormônios da placenta. A placenta produz hormônios que antagonizam a ação da insulina e isso gera uma incapacidade do pâncreas em aumentar a secreção de insulina adequadamente em algumas pacientes.” Os fatores que aumentam as chances de desenvolver diabetes durante a gravidez são diversos e incluem: obesidade, ganho de peso excessivo, idade materna avançada, história familiar de diabetes, casos de diabetes gestacional anteriores e síndrome dos ovários policísticos.</p>



<p><strong>Desenvolvimento da doença e riscos ao bebê</strong></p>



<p>Lívia explica que a chance de desenvolver diabetes durante a gestação é maior por motivos biológicos e mudanças no corpo. “A gravidez é um período de mudanças metabólicas e fisiológicas que elevam a resistência à insulina. Mulheres que já tinham fatores de risco têm uma maior probabilidade de desenvolver o diabetes gestacional. Com o aumento da prevalência de obesidade e de diabetes tipo 2 na população, há mais gestantes com diabetes preexistente ou que desenvolvem hiperglicemia durante a gravidez, o que torna o rastreio e o acompanhamento ainda mais importantes.”</p>



<p>A professora também explica os riscos ao feto durante a gravidez. “Os riscos fetais estão relacionados à exposição dentro do útero à glicose aumentada que vem da mãe. A glicose da mãe atravessa a placenta e estimula a produção de insulina pelo feto, o que favorece um crescimento excessivo e aumenta os riscos durante o parto. Depois que o bebê nasce, no período neonatal imediato, o recém-nascido corre o risco de ter hipoglicemia, ou seja, do açúcar no sangue cair. Ele também tem o risco de desconforto respiratório e outras alterações metabólicas, maior chance de obesidade, síndrome metabólica e diabetes tipo 2 na infância ou na vida adulta.” Lívia destaca que o bebê não nasce com diabetes por ter sofrido exposição materna aguda, mas possui um risco aumentado no futuro para ter doenças metabólicas.</p>



<p><strong>Medidas de prevenção e tratamento</strong></p>



<p>As medidas de prevenção do diabetes gestacional começam ainda na fase pré-concepcional e se estendem por toda a gestação. “É necessário um rastreamento precoce logo na primeira consulta pré-natal para avaliar os níveis de glicemia da gestante. Entre 24 e 28 semanas de gravidez, todas as gestantes que não tinham diabetes previamente devem fazer um teste chamado Teste de Tolerância Oral à Glicose. Além disso, também são recomendadas intervenções não farmacológicas que incluem cuidar da alimentação, ter uma dieta balanceada — sempre que possível orientada por nutricionista–, prática de exercícios físicos que são apropriados à gestação previamente liberados pelo obstetra e realizados com educadores físicos,” finaliza a professora. </p>



<p><em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



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		<title>Nova evidência reforça o diabetes como marcador do câncer de pâncreas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de pâncreas é um dos tumores mais agressivos da&#160;oncologia. No Brasil, embora represente cerca de 1% de todos os casos diagnosticados, responde por aproximadamente 5% das mortes por câncer. Essa discrepância se explica pelo comportamento silencioso da doença, os sintomas costumam aparecer tardiamente e o tumor cresce de forma rápida e invasiva. Como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de pâncreas é um dos tumores mais agressivos da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oncologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">oncologia</a></strong>. No Brasil, embora represente cerca de 1% de todos os casos diagnosticados, responde por aproximadamente 5% das mortes por câncer. Essa discrepância se explica pelo comportamento silencioso da doença, os sintomas costumam aparecer tardiamente e o tumor cresce de forma rápida e invasiva. Como consequência, cerca de 80% dos pacientes descobrem o câncer já em estágio avançado, quando as possibilidades de cura são reduzidas. No entanto, pesquisas recentes têm apontado para um possível aliado no diagnóstico mais precoce: o diabetes de início recente pode funcionar como um marcador importante para esse tipo de neoplasia.</p>



<p>De acordo com estudos publicados na Clinical Gastroenterology and Hepatology, o&nbsp;<em>new-onset diabetes</em>&nbsp;(diabetes diagnosticado nos últimos 6 a 36 meses) tem se mostrado um dos sinais mais relevantes para a detecção precoce do câncer pancreático. Isso porque, em muitos casos, o diabetes recente não é apenas uma nova condição metabólica, mas pode refletir alterações induzidas pelo próprio tumor ainda em fase inicial. A pesquisa mostra que até 80% dos pacientes com câncer de pâncreas apresentam alguma alteração na glicemia, e que cerca de 1 em cada 4 desenvolve diabetes de início recente antes mesmo de receber o diagnóstico do tumor.</p>



<p>“O câncer e o diabetes têm vários fatores de risco em comum, como obesidade, tabagismo, envelhecimento, sedentarismo e alimentação não saudável. No câncer pancreático, isso toma uma proporção maior, pois o pâncreas é uma glândula responsável por produzir a insulina, um hormônio essencial no aproveitamento da glicose como fonte de energia para as células trabalharem. A doença altera o funcionamento desse órgão, que passa a produzir menos insulina, levando ao diabetes, por isso alguns pacientes já chegam com diabetes, ou pioram um quadro anterior, mesmo sem saber do diagnóstico do tumor”, explica Felipe Coimbra, líder do Centro de Referência de Tumores do Aparelho Digestivo Alto do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/a-c-camargo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A.C.Camargo Cancer Center</a></strong>.</p>



<p>Esse comportamento metabólico acende um alerta, principalmente em pessoas acima dos 50 anos. Quando o diabetes surge de forma abrupta, sem causa aparente e especialmente associado à perda de peso não explicada ou à ausência de fatores clássicos de risco para diabetes, o risco de câncer pancreático pode aumentar de 6 a 8 vezes. Segundo o especialista, ter diabetes não significa que todos terão câncer de pâncreas, mas reconhecer essa correlação permite antecipar investigações e aumentar as chances de diagnóstico em fases mais tratáveis.</p>



<p>Dados do Observatório do Câncer do A.C.Camargo Cancer Center mostram que as taxas de sobrevida do câncer de pâncreas podem chegar a 49,1% em pacientes diagnosticados no estágio I; 24,1% quando diagnosticados no estágio II; 5,2% no estágio III e 2,8% no estágio IV. “A taxa de sobrevida do A.C.Camargo é equiparada à dos melhores Cancer Centers do mundo. O paciente tem o suporte de um grupo multidisciplinar de especialistas em todas as etapas, desde a prevenção e o diagnóstico até a reabilitação. Nosso modelo Cancer Center integra diagnóstico, tratamento, ensino e pesquisa do câncer, medicina baseada em dados e acompanhamento e terapias personalizadas”, finaliza Felipe Coimbra.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="COMO LIDAR COM O CIÚME PARA QUE ELE NÃO  DESTRUA O RELACIONAMENTO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/MQx5AM2Y860?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/nova-evidencia-reforca-o-diabetes-como-marcador-do-cancer-de-pancreas/">Nova evidência reforça o diabetes como marcador do câncer de pâncreas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>“Diabetes e bem estar no trabalho” é tema do Dia Mundial do Diabetes 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em alusão ao Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, o Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) reforça o compromisso com a educação em saúde, a prevenção e o diagnóstico precoce da doença, que hoje afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Neste mês do Novembro Azul, o Cedeba intensifica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em alusão ao Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, o Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) reforça o compromisso com a educação em saúde, a prevenção e o diagnóstico precoce da doença, que hoje afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Neste mês do Novembro Azul, o Cedeba intensifica as ações educativas e de mobilização social, com o objetivo de alertar a população sobre a importância da alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e acompanhamento médico contínuo como pilares fundamentais na prevenção e controle do diabetes.</p>



<p>Com o tema&nbsp; “Diabetes e bem estar no trabalho” o Cedeba busca difundir o conhecimento sobre o autocuidado e o papel da atenção primária em saúde na prevenção e controle da diabetes, ampliando a capacidade das pessoas e dos profissionais de reconhecerem precocemente os sinais da doença e evitarem complicações graves.</p>



<p>Para marcar a data, serão realizadas atividades no Cedeba, voltadas para servidores e usuários, com palestras, rodas de conversa, avaliações e campanhas. A diretoria da unidade oficiou todos os secretários municipais de saúde, sensibilizando-os a todos para adesão à Campanha, que terá ações educativas e digitais sobre prevenção e diagnóstico precoce; capacitação de equipes de saúde; rodas de conversa com a comunidade, através das Caravanas Temáticas sobre direitos das pessoas com diabetes e cuidados com a alimentação.<br>Amanhã, dia 14, será aplicado um questionário de risco para aferição&nbsp; aferição de glicemia para a população idade acima de 35 anos. No térreo do Centro de Atenção à Saúde, onde está localizado<br>o Cedeba,&nbsp;serão promovidas atividades voltadas para servidores e usuários, com palestras, rodas de conversa e avaliações. além da colocação de faixa alusiva e painel de difusão do Novembro Azul, para registro de fotos.</p>



<p>O CEDEBA</p>



<p>O Dia Mundial do Diabetes foi criado em 1991, pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo reconhecido oficialmente pela ONU em 2006. A data marca o nascimento de Frederick Banting, um dos descobridores da insulina, e simboliza a importância da ciência, da educação e da união global na luta contra o diabetes.<br>O Cedeba, de acordo com a diretora, a médica endocrinologista Reine Chaves, busca incessantemente introduzir novas tecnologias e medicações que melhorem a condição clínica da pessoa&nbsp;com diabetes e a oferta de curso de educação permanente em diabetes, para os profissionais da área. o acesso ao link</p>



<p>Fonte: Cedeba / Foto: Cedeba\dia mundial / Fabio-Rodrigues-Pozzebom-Agencia-Brasil</p>



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		<title>Estudo aponta com as emoções influenciam no controle de doenças crônicas como diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saber sobre saúde não basta para lidar com uma&#160;doença crônica. Pensando nisso, o&#160;Hospital Moinhos de Vento&#160;coordenou o&#160;estudo&#160;Health literacy is much more than knowing about health; it also involves the emotions experienced during illness, publicado na revista PLOS Digital Health. O levantamento destacou que, no caso do diabetes tipo 2, compreender informações médicas é fundamental, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Saber sobre saúde não basta para lidar com uma&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/doencas-cronicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doença crônica</a></strong>. Pensando nisso, o&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/hospital-moinhos-de-vento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hospital Moinhos de Vento</a></strong>&nbsp;coordenou o&nbsp;<a href="https://journals.plos.org/digitalhealth/article?id=10.1371/journal.pdig.0000979" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>&nbsp;<em>Health literacy is much more than knowing about health; it also involves the emotions experienced during illness</em>, publicado na revista PLOS Digital Health. O levantamento destacou que, no caso do diabetes tipo 2, compreender informações médicas é fundamental, mas as emoções vividas durante o tratamento também influenciam diretamente no controle da doença.</p>



<p>A pesquisa foi conduzida pelo Moinhos de Vento e acompanhou, ao longo de 12 meses, dez pacientes com diabetes tipo 2 e níveis de glicemia acima do ideal (HbA1c ≥ 8%). Os participantes responderam a testes sobre literacia em saúde antes e depois de seis sessões online de educação em autocuidado. Além disso, participaram de grupos focais mediados por uma equipe assistencial, composta por enfermeiros e psicólogos, local em que puderam compartilhar suas dificuldades cotidianas com a doença.</p>



<p>Embora todos apresentassem nível adequado de literacia em saúde, os encontros mostraram que o maior desafio estava nas dimensões emocionais. Entre os relatos, apareceram dificuldades em seguir corretamente a medicação, manter a dieta equilibrada, praticar exercícios e lidar com complicações, fatores frequentemente agravados por sentimentos de desânimo, frustração e pela percepção de não serem plenamente ouvidos pelos profissionais de saúde.</p>



<p>As sessões educativas e o suporte multiprofissional foram apontados pelos pacientes como fundamentais para aumentar a motivação, melhorar o bem-estar emocional e fortalecer a adesão ao autocuidado. A troca entre pares também teve efeito positivo, oferecendo acolhimento e incentivo mútuo.</p>



<p>Outro ponto destacado pelo estudo é o papel da saúde digital como aliada no cuidado. Ferramentas de monitoramento em tempo real da glicemia, acompanhamento de hábitos diários e feedback personalizado ajudam os pacientes a compreender como suas escolhas impactam o controle do diabetes e oferecem novos espaços de expressão, reduzindo o risco de exclusão ou invisibilidade das suas vivências.</p>



<p>Com base nos achados, os pesquisadores propuseram quatro recomendações para tornar o cuidado em diabetes mais humano e eficaz, são elas: avaliar o nível de literacia em saúde como parte da história clínica; promover a “humildade epistêmica” na prática médica, valorizando crenças e percepções dos pacientes; oferecer apoio psicossocial e orientação em saúde, com equipes multiprofissionais; e expandir a pesquisa e a formação em literacia em saúde e literacia digital.</p>



<p>Para o gerente médico de Saúde Digital do Hospital Moinhos de Vento, Felipe Cezar Cabral, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, o sucesso no manejo do diabetes depende de reconhecer que o cuidado vai além de números e prescrições, envolvendo também emoções, vínculos e comunicação. “O estudo reforça que a alfabetização em saúde vai muito além do conhecimento técnico, pois envolve também as emoções, os desafios do cotidiano e a forma como os pacientes se sentem ouvidos”, explica.</p>



<p>O especialista ainda destaca que a escuta ativa de pacientes com doenças crônicas permite a construção de estratégias mais humanas e eficazes de cuidado. “Esse levantamento mostra que a saúde digital pode ser um grande aliado nesse processo, criando espaços de educação, apoio e engajamento que ampliam a autonomia do paciente e fortalecem a tomada de decisão compartilhada. Trata-se de um passo essencial para transformar o tratamento de doenças crônicas em algo mais integrado, sustentável e centrado na pessoa”, completa Cabral.</p>



<p>De acordo com o chefe de serviço de Endocrinologia e Nutrologia do Hospital Moinhos de Vento, Guilherme Rollin, o propósito do Serviço é atuar com excelência na prevenção e tratamento de doenças, integrando assistência, ensino e pesquisa. “Nossos projetos inovadores, como este estudo que evidencia a importância de monitorar, também, as emoções e os vínculos durante o tratamento e de integrar ferramentas digitais ao longo do processo, reforçam nosso compromisso com uma medicina centrada no paciente, especialmente quando se trata de uma pessoa com diabetes. Por isso, oferecemos um cuidado integral que combina expertise técnica e olhar humano para além da saúde física”, finaliza.</p>



<p>Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="Varizes: cuidados, resultados e prevenção de novas varizes" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4jI7QAD8a18?start=370&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Diabetes também pode ser causado pela fome</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo da nova edição dos Cadernos de Saúde Pública discute os fatores sociais da ocorrência de diabetes, dos quais destaca-se a insegurança alimentar grave Embora já esteja consideravelmente difundida a informação de que a alimentação é um fator importante para o aparecimento de doenças crônicas não-transmissíveis, como a obesidade e a hipertensão, menos se sabe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo da nova edição dos Cadernos de Saúde Pública discute os fatores sociais da ocorrência de diabetes, dos quais destaca-se a insegurança alimentar grave</p>



<p>Embora já esteja consideravelmente difundida a informação de que a alimentação é um fator importante para o aparecimento de doenças crônicas não-transmissíveis, como a obesidade e a hipertensão, menos se sabe sobre as relações entre a fome e o diabetes. Apenas recentemente, a Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) reconheceu o diabetes mellitus relacionado à desnutrição (DMRD).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Em um artigo publicado na nova edição dos <a href="https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp"><em>Cadernos de Saúde Pública</em></a>, lançada na segunda (1), os pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (USP) Daniel Ferreira da Silva e Dirce Maria Lobo Marchioni avançam sobre essa questão. Eles estabelecem o que é uma insegurança alimentar grave e narram o processo de definição de diabetes. Mas seu artigo tem como grande novidade pensar sobre a maneira com que se tem pautado a insegurança alimentar grave nas agendas internacionais e suas implicações para a saúde pública brasileira.</p>



<p>“Esse cenário pode ter implicações ainda mais profundas em regiões historicamente marcadas por desigualdades sociais, como na América Latina, onde a obesidade e as carências nutricionais coexistem, muitas vezes, em uma mesma pessoa, família ou comunidade, caracterizando a dupla carga de má nutrição”, escrevem os autores.&nbsp;</p>



<p>Falando em coexistência, Daniel e Dirce lembram que, no pós-pandemia da covid, enquanto cerca de 15,5% das 33 milhões de pessoas estavam em situação de insegurança grave no Brasil, este era o sexto país do mundo com maior número de pessoas com diabetes mellitus. Diante disso, o reconhecimento do DMRD representa uma quebra de paradigma ao propor que a formulação diagnóstica considere dimensões sociais como parte indissociável de adoecimento, especialmente ao se levar em conta que uma anamnese clínica nem sempre inclui antecedentes sociais e experiências de vida do paciente – como, em realidade, deveria.</p>



<p>Os autores estabelecem a iniciativa da Federação Internacional de Diabetes como um ponto de inflexão na forma como a saúde pública global encara os determinantes sociais de doenças endocrinometabólicas e das doenças crônicas.&nbsp; “A inclusão desse tema nas agendas globais reforça a necessidade de se produzir conhecimento mais sensível às realidades vividas por populações marcadas historicamente por profundas desigualdades sociais. Ela abre caminho para novas pesquisas e revisões, possibilitando maior atenção à doença, especialmente em países de baixa e média renda, onde a insegurança alimentar grave e a desnutrição são desafios persistentes”, destacam.</p>



<p>Fonte: Outras Saúde / Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MARCHA PARA JESUS 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-MXf3TAahHU?start=3558&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Nova pesquisa transforma células-tronco de doadores com diabetes tipo 1 em produtoras de insulina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do Hospital Geral de Toronto, em parceria com a Universidade da Pensilvânia, desenvolveram uma terapia experimental que utiliza&#160;células-tronco&#160;pluripotentes para tratar&#160;diabetes&#160;tipo 1. O estudo, ainda em fase inicial, mostrou resultados promissores: em um grupo de 14 pacientes, dez conseguiram ficar sem&#160;insulina&#160;por um ano após o tratamento. A professora Maria Elizabeth Rossi, endocrinologista e chefe do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores do Hospital Geral de Toronto, em parceria com a Universidade da Pensilvânia, desenvolveram uma terapia experimental que utiliza&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/celulas-tronco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">células-tronco</a></strong>&nbsp;pluripotentes para tratar&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/diabetes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diabetes</a>&nbsp;</strong>tipo 1. O estudo, ainda em fase inicial, mostrou resultados promissores: em um grupo de 14 pacientes, dez conseguiram ficar sem&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/insulina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">insulina</a>&nbsp;</strong>por um ano após o tratamento. A professora Maria Elizabeth Rossi, endocrinologista e chefe do Laboratório de Investigação Médica (LIM) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, explica que o “diabetes tipo 1 é uma alteração que acontece principalmente na infância e na adolescência, em que o nosso sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A nova abordagem utiliza células-tronco de doadores, transformadas em laboratório em células produtoras de insulina, que são injetadas no fígado do paciente através da veia porta. Para que o tratamento funcione, os pacientes precisam usar imunossupressores para evitar que o sistema imunológico destrua as novas células. Apesar dos resultados animadores, a especialista ressalta que ainda é cedo para comemorar: o estudo teve duração de apenas um ano e o tratamento é caro, inviabilizando sua aplicação em larga escala no momento.</p>



<p><strong>Diferenças entre diabetes tipo 1 e tipo 2</strong></p>



<p>Enquanto o diabetes tipo 2 está associado a fatores como obesidade e envelhecimento, o tipo 1 é uma doença autoimune que geralmente se manifesta na infância ou adolescência. Atualmente os pacientes dependem de múltiplas aplicações diárias de insulina, embora tecnologias como bombas de infusão e sensores contínuos de glicose tenham melhorado significativamente sua qualidade de vida.</p>



<p>A professora Maria também destacou diversas outras abordagens em estudo para o diabetes tipo 1, como um medicamento imunossupressor que pode retardar o aparecimento da doença em pessoas com predisposição. Outra linha promissora é a edição genética de células produtoras de insulina para torná-las “invisíveis” ao sistema imunológico, técnica apresentada recentemente em congresso internacional. Além disso, pesquisas continuam sendo desenvolvidas com transplante de ilhotas pancreáticas, método já testado anteriormente.</p>



<p>Maria Elizabeth finaliza comentando que “talvez o importante seja a gente conseguir tratar o paciente antes de desenvolver o diabetes, numa condição que ele ainda tem células produtoras de insulina”, e acrescenta “que a imunologia tem avançado muito e é nesse foco, mais na prevenção do diabetes tipo 1, do que em termos de tratamento para quem já tem o diabetes. Para esses, a gente tem a condição das bombas, que facilitam muito a vida desses pacientes. Então mudou o cenário, o horizonte dos nossos pacientes com diabetes tipo 1. A gente tem que atuar agora na prevenção. E, com certeza, futuramente, a gente vai ter excelentes resultados”. </p>



<p><em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



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<iframe title="&quot;BREVE HISTÓRIA DO PODER MUNICIPAL EM IPIRÁ - BA (1855 - 2025)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/yjfCL991-EE?start=32&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Brasil já soma 20 milhões de casos de diabetes</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>26 de junho é lembrado pelo Dia Nacional do Diabetes, data instituída pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do controle adequado da doença. No Brasil, a situação é alarmante: o país ocupa o 6º lugar no ranking mundial de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>26 de junho é lembrado pelo Dia Nacional do Diabetes, data instituída pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do controle adequado da doença. No Brasil, a situação é alarmante: o país ocupa o 6º lugar no ranking mundial de prevalência de diabetes, com aproximadamente 20 milhões de pessoas afetadas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Em âmbito mundial, de acordo com o artigo publicado pela revista científica The Lancet, o número de pessoas com diabetes pode chegar a 1,3 bilhão nos próximos trinta anos no mundo. Atualmente, a doença está em mais de meio bilhão de pessoas, incluindo homens, mulheres e crianças. Segundo cálculos recentes, a taxa de prevalência mundial é de 6,1%, tornando a patologia uma das dez principais causas de morte.</p>



<p>A Dra. Elaine Dias JK, PhD em endocrinologia pela USP e metabologista, confirma que os casos vêm aumentando expressivamente e, muitas vezes, de forma silenciosa, especialmente entre pacientes do sexo feminino. “Na clínica, atendemos muito mais mulheres, de diferentes faixas etárias. A doença é causada pela baixa produção ou má ação da insulina, hormônio responsável por regular a glicose no sangue e garantir a energia para o organismo. Infelizmente, a estimativa é que até 2045 a patologia afete 23,2 milhões de brasileiros adultos. O sobrepeso e a obesidade são os principais fatores que podem levar ao diabetes tipo 2, que é mais sério e pode apresentar complicações, como: doenças cardiovasculares, cérebro vasculares, hipertensão, insuficiência renal, perda de visão e até a amputação de membros”, explica a médica.</p>



<p>Diante do crescente número de casos de diabetes, a Dra. Elaine Dias JK ressalta a importância do diagnóstico precoce e destaca os grandes avanços na medicina para o tratamento da doença em suas diferentes fases. “Na clínica, atendemos pacientes com os mais variados perfis, e é fundamental compreender as diferenças entre os tipos de diabetes para oferecer um cuidado eficaz”, explica a endocrinologista, que acompanha congressos mundiais e diversos estudos internacionais.</p>



<p>Segundo a especialista, o diabetes tipo 1 é quando a produção de insulina pelo pâncreas é insuficiente. Já a diabetes tipo 2, o mais comum entre os brasileiros, é caracterizado pela resistência à insulina e/ou produção insuficiente. Há também o pré-diabetes, quando o nível da glicose no sangue está acima do esperado, mas ainda não configura diabetes; e diabetes gestacional, que é o aumento anormal da glicose durante a gestação.</p>



<p>“Temos ainda a diabetes tipo 5. Esse termo não é uma nova classificação oficial, mas tem sido usado por endocrinologistas para descrever um perfil específico de pacientes com resistência severa à insulina, desnutrição e falha de resposta aos tratamentos convencionais. São pacientes que convivem com níveis altos de insulina e glicemia, mesmo usando medicação. E que não conseguem ganhar peso, mesmo com dieta específica e esforço. Essa forma de diabetes precisa ser reconhecida para que o tratamento seja eficaz com personalização, ajustes precisos e visão multidisciplinar”, comenta a Dra. Elaine.</p>



<p>A médica alerta que, embora muitos pacientes sejam assintomáticos, existem sinais que indicam a necessidade de investigação, como sede e fome excessivas, vontade frequente de urinar, perda de peso sem motivo aparente, fraqueza, visão embaçada e feridas que demoram a cicatrizar. “Por isso, é extremamente importante realizar exames laboratoriais que apontem para o diagnóstico e manter consultas regulares com um especialista. Esse cuidado deve começar desde a infância, com orientações alimentares, prática de atividades físicas e, se necessário, a introdução de medicações”, enfatiza a Dra. Elaine.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Opções de tratamentos e tecnologias auxiliam no controle do diabetes</strong></h2>



<p>Sobre os tratamentos, a Dra. Elaine explica que atualmente existem diversas opções, tanto orais quanto por meio de aplicações de insulina. “Hoje, temos insulinas de longa duração e medicamentos orais que ajudam a controlar os níveis glicêmicos, melhoram a função renal e a insuficiência cardíaca, como os inibidores de SGLT2 (Jardiance, Forxiga e Xigduo). Também dispomos de medicamentos subcutâneos aplicados uma vez por semana que, além de melhorarem o controle da glicemia, auxiliam no emagrecimento e na redução de eventos cardíacos, como os análogos de GLP-1 (Saxenda, Ozempic e Wegovy) e os agonistas de GLP-1 e GIP (Monjauro), que são hormônios intestinais”.</p>



<p>A especialista destaca ainda os avanços tecnológicos que auxiliam no controle diário da doença, como os sensores contínuos de glicemia, que dispensam a picada no dedo. “O aplicativo FreeStyle Libre permite que o paciente acompanhe a dosagem de açúcar no sangue pelo celular e compartilhe os dados facilmente com o médico. São muitos recursos que facilitam o dia a dia dos pacientes, mas, mesmo com todos esses avanços, é fundamental prevenir, ter cuidados com a alimentação e manter acompanhamento médico regular”, conclui a Dra. Elaine.</p>



<p>Fonte: Portal Saúde News /  Foto: Pixabay</p>



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		<title>Casos de diabetes aumentam 23,77% de 2022 para 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/dr-consulta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dr.consulta</a></strong>&nbsp;apontam um salto de 23,77% de casos de&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/diabetes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diabetes</a>&nbsp;</strong>de 2022 para 2024 – ao todo foram cerca de 25 mil casos de acompanhamento de Diabetes a mais dentro desse período.</p>



<p>Dados da Federação Internacional de Diabetes, que indicam que em 2024, o Brasil registrou 111 mil mortes pela doença, o que representa 3,26% do total de óbitos no país e uma das 10 maiores causas de óbito.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Os dados reforçam a importância em ampliar o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento precoce. Além disso, a pesquisa aponta que 1 em cada 3 adultos que vivem com diabetes ainda não foi diagnosticado. A falta de diagnóstico impede o início do tratamento e contribui para o aumento das complicações, hospitalizações e mortes.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_136587"><a href="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Paulo-Yoo-1b.jpg"><img decoding="async" src="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Paulo-Yoo-1b-268x300.jpg" alt="" class="wp-image-136587"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Paulo Yoo</figcaption></figure>



<p>“Prevenir a diabetes é investir no futuro da saúde pública e na qualidade de vida das pessoas. Com hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular, podemos evitar complicações graves e reduzir significativamente os custos com tratamentos. A prevenção não é apenas uma escolha individual – é uma responsabilidade coletiva”, afirma Paulo Yoo, Diretor de Experiência e Programas de Saúde do dr.consulta</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o diagnóstico precoce seja feito por meio de exames simples e acessíveis, como glicemia de jejum, e hemoglobina glicada (HbA1c). A detecção precoce permite o controle imediato da doença, reduzindo os riscos de complicações graves como doenças cardiovasculares, insuficiência renal, retinopatia (que pode causar cegueira), neuropatia e até amputações.</p>



<p>“Aqui no dr.consulta dois dos pilares do nosso programa de saúde é o cuidado contínuo e preventivo, acreditamos que investindo na educação do cuidado vamos melhorar cada vez mais esses percentuais”, finaliza Yoo.</p>



<p>Fonte: Medicina S/A / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Os riscos do pé diabético com Dra. Séfora Oliveira" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YNbu6WEPcbw?start=1414&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/casos-de-diabetes-aumentam-2377-de-2022-para-2024/">Casos de diabetes aumentam 23,77% de 2022 para 2024</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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