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	<title>Diálise |</title>
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	<title>Diálise |</title>
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		<title>Crescimento no número de casos de diálise e transplante no País demanda atenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 17:02:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para Hugo Abensur, é fundamental levar uma vida saudável e estar atento às pequenas demonstrações de sintomas de doença renal Sexta, 11 de março de 2022 O aumento dos casos de diálise e a necessidade de tratamento para a doença renal crônica preocupam. Em entrevista ao&#160;Jornal da USP no Ar 1ª edição, o especialista Hugo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para Hugo Abensur, é fundamental levar uma vida saudável e estar atento às pequenas demonstrações de sintomas de doença renal</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/DIA-NACIONAL-DO-RIN_DRo_HUGO-ABENSUR_Ao-Vivo.mp3"></audio><figcaption>Radio USP</figcaption></figure>



<p>Sexta, 11 de março de 2022</p>



<p>O aumento dos casos de diálise e a necessidade de tratamento para a doença renal crônica preocupam. Em entrevista ao<a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/jornal-da-usp-no-ar-2/jornal-da-usp-no-ar/">&nbsp;Jornal da USP no Ar 1ª edição</a>, o especialista Hugo Abensur, chefe do Serviço de Diálise do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, discorre sobre o assunto no Dia Mundial do Rim.</p>



<p>Existe uma ampliação do número de pacientes em diálise nos últimos anos. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), o Brasil registra aproximadamente 140 mil pacientes em tratamento. O Hospital das Clínicas de São Paulo possui 150 pacientes que dependem da terapia para viver.</p>



<div id="attachment_497097" class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/03/20220310_hugo_abensur-1.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-497097" width="218" height="218"/><figcaption>Hugo Abensur – Foto: Currículo Lattes</figcaption></figure></div>



<p>“O número vem crescendo, porque as duas principais causas que levam à doença renal crônica — diabete e hipertensão arterial— são duas condições muito comuns, principalmente agora que está havendo um envelhecimento da população e também a população ficando mais obesa. Então, aumentando o número de diabéticos e hipertensos, se eles não são adequadamente tratados, uma das complicações dessas condições é a doença renal crônica”, atesta Abensur.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Evolução lenta</h3>



<p>A doença renal crônica tem uma evolução lenta, de acordo com o médico: “Os pacientes vão se adaptando à perda de várias funções que o rim exerce e não percebem isso e, às vezes, o diagnóstico é feito tardiamente. O paciente só entra em diálise quando ele perde 90% da função renal, então esse caminho entre 100% e 10% da função renal é lento e às vezes o paciente não percebe que ele está ficando um pouco mais pálido, porque o rim produz um hormônio que ativa a medula e impede que o paciente fique anêmico, ele não percebe que começa a ficar hipertenso porque não foi no médico medir a pressão, que a urina está&nbsp; mais espumante. Tudo que vai acontecendo lentamente ele acha que é normal.”</p>



<p>A identificação da doença é um fator imprescindível para que o tratamento seja feito o mais rápido possível. “É bem fácil saber se o indivíduo tem algum problema renal”, comenta Abensur, que explica melhor: “Basta dosar uma substância chamada creatinina no sangue. A creatinina é produzida no músculo e o rim tem que limpar do sangue, se o indivíduo vai perdendo a função renal, o nível de creatinina vai aumentando no sangue; o normal é em torno de um miligrama por decilitro, mas aí ele vai para um e meio, para dois, para três miligramas, quando chega em torno de cinco mg por dl, corresponde a uma perda de 90% da função renal, aí há a necessidade de iniciar a diálise. Um outro exame importante é o exame de urina, normalmente a gente não perde proteína na urina, o aparecimento de proteína na urina indica que está tendo perda de condição renal, são dois exames simples.”</p>



<p>Existem aproximadamente 30 mil pacientes em lista de espera para o transplante no Brasil, mas o País faz em torno de cinco mil por ano. A lista normalmente é demorada por conta da compatibilidade com o doador, e para que a população evite passar por essas complicações, Abensur indica: “O importante é a gente ter uma vida sadia, para não ficar hipertenso ou diabético; uma vez estando hipertenso ou diabético, tem que cuidar muito bem dessas condições. Tem que estar cuidando da saúde”.</p>



<p>Fonte: Jornal USP</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-06-at-22.09.33-2-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-43842"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/crescimento-no-numero-de-casos-de-dialise-e-transplante-no-pais-demanda-atencao/">Crescimento no número de casos de diálise e transplante no País demanda atenção</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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