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	<title>Doação de Órgãos |</title>
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	<title>Doação de Órgãos |</title>
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		<title>Nova Carteira de Identidade permite anotar condição de doador de órgãos; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 11:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doação de Órgãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova Carteira de Identidade, que passa a vigorar a partir desta terça-feira (1°), terá a possibilidade de identificar, no verso, se a pessoa deseja doar órgãos após a morte. Segundo o Ministério da Justiça, a pessoa precisará informar, na hora de fazer o novo documento, que quer a inclusão desse dado. Ela também poderá solicitar a inclusão do tipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Carteira de Identidade, que passa a vigorar a partir desta terça-feira (1°), terá a possibilidade de identificar, no verso,<strong> se a pessoa deseja doar órgãos após a morte</strong>.</p>



<p>Segundo o Ministério da Justiça, a pessoa precisará informar, na hora de fazer o novo documento, que quer a inclusão desse dado.</p>



<p>Ela também poderá solicitar a <strong>inclusão do tipo sanguíneo (A, B ou O)</strong> e <strong>fator RH</strong> (positivo ou negativo), além de outros problemas de saúde &#8220;cuja divulgação possa contribuir para preservar a sua saúde ou salvar a sua vida&#8221;, de acordo com o decreto que autorizou a nova carteira.</p>



<p>Mesmo com o novo documento, entretanto,&nbsp;<strong>ainda será necessário que a pessoa informe a família sobre a intenção de doar os órgãos após a morte</strong>. Isso porque&nbsp;<strong>a retirada e doação de órgãos e tecidos só pode ser feita com a autorização familiar</strong>, conforme a legislação brasileira.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Se a família autorizar, aí, sim, é feita a doação. É fundamental as pessoas conversarem na família o desejo delas de serem doadores&#8221;, explica o médico nefrologista Gustavo Fernandes Ferreira, presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).</p></blockquote>



<p><strong>Veja, abaixo, alguns detalhes sobre a doação de órgãos e como ela funciona no Brasil:</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1) Quem pode doar?</strong></h2>



<p><strong>Apenas pessoas que tiveram morte cerebral (encefálica) podem doar órgãos sólidos</strong>, explica Gustavo Fernandes Ferreira, da ABTO.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Para ser doador de órgãos sólidos, você precisa de ter morte encefálica. Não é qualquer jeito – tem que ser morte encefálica, o coração tem que estar batendo ainda&#8221;, diz o médico.</p></blockquote>



<p>&#8220;[O paciente] já morreu, o cérebro não funciona mais e nunca mais vai funcionar, ele está morto. Ele é considerado morto, o atestado de óbito dele já está pronto – mas o coração ainda está batendo, às custas dos equipamentos, para dar o tempo da retirada dos órgãos. Esse tempo são poucas horas que a gente tem para doar&#8221;, completa o especialista.</p>



<p>Já<strong>&nbsp;a córnea pode ser doada por qualquer pessoa</strong>, independentemente de como foi a morte. Nesse caso, o coração não precisa estar batendo. Para doar a medula, por outro lado, o doador precisa estar vivo.</p>



<p>A pessoa também pode ser doadora após a morte mesmo que tenha tido doenças como diabetes, hipertensão, doença de Chagas e hepatites B e C. Nesses casos, a saúde do órgão é avaliada antes de a doação ser feita (como acontece quando o paciente falecido não tinha essas doenças).</p>



<p>No caso das hepatites B e <a href="https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/10/05/hepatite-c-uma-doenca-silenciosa-e-subdiagnosticada.ghtml">C</a>, por exemplo, a doação pode ser feita para um paciente que já tem a doença. Até o fígado pode ser doado, desde que esteja em boas condições.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2) Existe algo que impeça alguém de doar um órgão?</h2>



<p>Existem poucos impedimentos para ser doador após a morte, segundo Gustavo Ferreira:&nbsp;<strong>HIV</strong>,&nbsp;<strong>câncer&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>infecção severa no órgão que vai ser doado</strong>&nbsp;são alguns deles.</p>



<p>&#8220;Se meu parente está com uma infecção no rim ativa grave, normalmente ele não pode ser doador. A mesma coisa o pulmão, o coração ou o fígado&#8221;, explica o médico.</p>



<p>No caso do HIV, o transplante não pode ser feito mesmo que as duas pessoas tenham o vírus. (Nos Estados Unidos, isso já foi feito).</p>



<p>No caso de pacientes que morrem de Covid, uma nota técnica do Ministério da Saúde, de 2020, determina que há uma contraindicação &#8220;absoluta&#8221; para doação de órgãos e tecidos em caso de teste positivo para a doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3) Quais órgãos podem ser doados?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Coração</strong></li><li><strong>Fígado&nbsp;</strong>(<em>pode ser doado em vida)</em></li><li><strong>Intestino</strong></li><li><strong>Pâncreas</strong></li><li><strong>Pulmão</strong></li><li><strong>Rim&nbsp;</strong>(<em>pode ser doado em vida</em>)</li><li><strong>Córnea&nbsp;</strong>(tecido)</li><li><strong>Multivisceral</strong></li><li><strong>Medula</strong>* (*<em>só pode ser doada em vida; procedimento é de baixo risco</em>)</li></ul>



<p>O <strong>rim </strong>e o <strong>fígado </strong>são os órgãos mais doados; os transplantes menos frequentes são os de intestino, multivisceral e de pulmão, segundo a ABTO.</p>



<p>Cada órgão tem um tempo máximo diferente para ser retirado e doado a um receptor: esse&nbsp;<strong>tempo é chamado de tempo de isquemia fria</strong>. Para coração e pulmão, por exemplo, o prazo é de 6 a 8 horas. Para o fígado, de até 12 horas. Para o rim, 24 horas.</p>



<p>Ferreira afirma que&nbsp;o órgão mais difícil de encontrar é o pulmão&nbsp;– porque depende de fatores adicionais, como o tamanho do doador e do receptor, que precisam ser compatíveis. O coração tem o mesmo problema. Já o transplante de intestino, apesar de já ter sido feito no país, ainda é inicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4) Como funciona a fila de transplantes?</h2>



<p>No Brasil, quase todos os transplantes são feitos pelo<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/sus/">&nbsp;SU</a><a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/sus/">S</a>. Quem precisa de um órgão é cadastrado em uma lista nacional de espera, que é separada de acordo com o estado e a região onde a pessoa está.</p>



<p>Vários fatores são considerados na ordem de prioridade:&nbsp;<strong>localização</strong>,&nbsp;<strong>compatibilidade ou</strong>&nbsp;<strong>gravidade&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>tempo de fila</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Localização:</strong></li></ul>



<p>&#8220;Se morrer alguém em São Paulo [capital] hoje, esse órgão vai ser disponibilizado para a macrorregião de São Paulo [capital]. O estado inteiro tem quatro macrorregiões: se não tiver nenhum receptor nessa macrorregião, vai para o estado inteiro. Se não tiver ninguém no estado, vai para o Brasil inteiro&#8221;, explica Gustavo Ferreira.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Compatibilidade ou gravidade:</strong></li></ul>



<p>Cada órgão tem seu próprio critério de alocação: no caso do&nbsp;<strong>rim</strong>, por exemplo, o critério é a&nbsp;<strong>compatibilidade imunológica.&nbsp;</strong>Quem for mais compatível será o primeiro da lista. No&nbsp;<strong>fígado</strong>, o critério é a&nbsp;<strong>gravidade</strong>: &#8220;quanto mais grave o paciente, mais no topo da lista ele fica&#8221;, diz o médico.</p>



<p>Além disso, cada possível receptor também aguarda na fila compatível com o seu próprio tipo sanguíneo: pacientes AB recebem de pacientes AB, O recebem de O, e assim por diante.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Tempo de fila</strong>:</li></ul>



<p>Se todos os outros critérios ficarem empatados entre duas pessoas compatíveis ou igualmente graves na lista, o tempo de espera é que vai desempatar: quem estiver há mais tempo na fila recebe o órgão.</p>



<p>Fonte: <strong>g1 </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg" alt="" class="wp-image-35882" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-300x188.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/nova-carteira-de-identidade-permite-anotar-condicao-de-doador-de-orgaos-entenda/">Nova Carteira de Identidade permite anotar condição de doador de órgãos; entenda</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Inscrições abertas para curso sobre abordagem de famílias para doação de órgãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 18:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doação de Órgãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formação é voltada a profissionais de saúde; equipes multidisciplinares de saúde podem ajudar em um momento delicado para os familiares e aumentar número de doações Publicado em 21/06/2021 Estão abertas as inscrições para profissionais de saúde interessados no curso “Entrevista Familiar para Doação de Órgãos”, promovido pelo Ministério da Saúde. A capacitação é voltada para técnicas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Formação é voltada a profissionais de saúde; equipes multidisciplinares de saúde podem ajudar em um momento delicado para os familiares e aumentar número de doações</p>



<p>Publicado em 21/06/2021</p>



<p>Estão abertas as inscrições para profissionais de saúde interessados no curso “Entrevista Familiar para Doação de Órgãos”, promovido pelo Ministério da Saúde. A capacitação é voltada para técnicas de abordagem em um momento delicado para todas as famílias: quando há a necessidade de decidir pela doação de órgãos.</p>



<p>As inscrições podem ser realizadas até 30 de novembro por meio da&nbsp;<a href="http://universusbrasil.saude.gov.br/">plataforma UniverSUS Brasil</a>. A ferramenta disponibiliza gratuitamente ofertas educacionais para profissionais, estudantes e pesquisadores da área da saúde e tem o objetivo de qualificar os colaboradores do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p>O Brasil possui o maior sistema público de transplantes do mundo, responsável por gerenciar o destino dos órgãos doados para uma fila de cerca de 40 mil pacientes. O objetivo do curso é qualificar as equipes multiprofissionais que atuam nesses momentos chave, que vai desde a internação, passando pela abertura do protocolo de morte encefálica, até a conversa com a família sobre a autorização da doação.</p>



<p>O público-alvo da capacitação são profissionais que atuam em Serviços de Terapia Intensiva, em Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT), Organização de Procura de Órgãos (OPO) e Central Estadual de Transplante (CET) também podem se inscrever.</p>



<p>“Sabemos que boa parte do processo de doação depende da atuação da equipe multidisciplinar, o que torna evidente a necessidade de capacitar esses profissionais. Com essa oferta educacional, esperamos fornecer mais elementos àqueles que trabalham nessa área tão importante, que salva tantas vidas, e contribuir para reduzir a desproporção entre oferta e demanda de órgãos para transplantes”, afirmou a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro.</p>



<p><strong>CAPACITAÇÃO</strong></p>



<p>O curso tem carga horária de duas horas e foi desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento em conjunto com a Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) e do Projeto DONORS. Outras entidades apoiadoras participaram do desenvolvimento dos conteúdos: a Brazilian Research in Intensive Care Network (BricNet), a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) e a Organización Nacional de Transplantes (ONT) da Espanha.</p>



<p><strong>DOAÇÃO DE ÓRGÃOS</strong></p>



<p>No Brasil, a negativa familiar ainda é um dos principais motivos para a não efetivação do transplante. Segundo dados do Ministério da Saúde, nos últimos anos, mais de 40% das famílias recusaram a doação de órgãos de seus parentes após morte encefálica comprovada. Somado a esse fator, o número de transplantes no País apresentou uma queda de quase 20% durante a pandemia de Covid-19, segundo informações da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).</p>



<p>A doação de órgãos e tecidos no País só acontece com autorização da família e o procedimento só pode ser feito quando for constatado a morte encefálica. Podem ser doados os seguintes órgãos e tecidos: coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, valvas cardíacas, pele, ossos e tendões. Com a doação de órgãos, um único paciente pode salvar até oito vidas.</p>



<p><strong>PLATAFORMA UNIVERSUS</strong></p>



<p>A plataforma UniverSUS Brasil disponibiliza gratuitamente ofertas educacionais para profissionais, estudantes e pesquisadores da área da saúde e tem o objetivo de qualificar os colaboradores do Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é que, futuramente, a equipe do UniverSUS Brasil também apoie o desenvolvimento, a avaliação e a gestão de iniciativas em educação à distância (EaD).</p>



<p>“Com a plataforma, faremos a organização e a manutenção de ambientes colaborativos para capacitarmos os profissionais da saúde com cursos livres e gratuitos. Estamos comprometidos com o aprimoramento contínuo dos servidores do SUS por meio de ações educacionais que impactam diretamente na melhoria dos serviços prestados à população”, reforçou a secretária Mayra Pinheiro.</p>



<p><em><strong>Ministério da Saúde</strong></em><br>(61) 3315-3580 / 2351</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/inscricoes-abertas-para-curso-sobre-abordagem-de-familias-para-doacao-de-orgaos/">Inscrições abertas para curso sobre abordagem de famílias para doação de órgãos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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