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	<title>Documentário |</title>
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	<title>Documentário |</title>
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		<title>Documentário “Feiraguay” leva Feira de Santana ao XXI Panorama Internacional Coisa de Cinema e destaca cotidiano do maior entreposto comercial da cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;documentário “Feiraguay”, dirigido pelo&#160;cineasta Francisco Gabriel Rêgo, foi selecionado para a&#160;Mostra Competitiva Baiana do XXI Panorama Internacional Coisa de Cinema, festival dedicado ao audiovisual realizado na Bahia. O longa-metragem representa&#160;Feira de Santana&#160;na programação do evento, com exibições previstas em&#160;Salvador e Cachoeira. Com&#160;68 minutos de duração, a produção aborda o cotidiano do&#160;entreposto comercial Feiraguay, considerado um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O&nbsp;<strong>documentário “Feiraguay”</strong>, dirigido pelo&nbsp;<strong>cineasta Francisco Gabriel Rêgo</strong>, foi selecionado para a&nbsp;<strong>Mostra Competitiva Baiana do XXI Panorama Internacional Coisa de Cinema</strong>, festival dedicado ao audiovisual realizado na Bahia. O longa-metragem representa&nbsp;<strong>Feira de Santana</strong>&nbsp;na programação do evento, com exibições previstas em&nbsp;<strong>Salvador e Cachoeira</strong>.</p>



<p>Com&nbsp;<strong>68 minutos de duração</strong>, a produção aborda o cotidiano do&nbsp;<strong>entreposto comercial Feiraguay</strong>, considerado um dos maiores centros de comércio popular do Nordeste.</p>



<p>Realizado pela&nbsp;<strong>Pau Ferro Produções em parceria com o Coletivo Urgente de Audiovisual (CUAL)</strong>, o filme utiliza o espaço comercial como ponto de partida para discutir&nbsp;<strong>trabalho, memória e dinâmicas sociais no interior da Bahia</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Produção audiovisual aborda cotidiano e dinâmica social do Feiraguay</h2>



<p>A narrativa do documentário utiliza&nbsp;<strong>corredores, bancas e rotinas de comerciantes</strong>&nbsp;para apresentar o Feiraguay como um espaço de circulação econômica e social.</p>



<p>O filme reúne&nbsp;<strong>depoimentos de trabalhadores e frequentadores</strong>, registrando aspectos do cotidiano do comércio popular e das relações construídas no local.</p>



<p>Atualmente, o&nbsp;<strong>Feiraguay possui cerca de 650 boxes e registra movimento médio diário de aproximadamente mil pessoas</strong>, consolidando-se como um importante ponto de atividade comercial em Feira de Santana.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Filme integra programação de festival de cinema na Bahia</h2>



<p>O&nbsp;<strong>Panorama Internacional Coisa de Cinema</strong>&nbsp;ocorre entre&nbsp;<strong>março e abril</strong>, com programação distribuída entre as cidades de&nbsp;<strong>Salvador e Cachoeira</strong>.</p>



<p>O documentário terá exibições no&nbsp;<strong>Cine Theatro Cachoeirano no dia 27 de março</strong>&nbsp;e no&nbsp;<strong>Cine Glauber Rocha nos dias 30 de março e 1º de abril</strong>.</p>



<p>Após as sessões, estão previstos&nbsp;<strong>debates com integrantes da equipe do filme</strong>, permitindo a discussão sobre o processo de produção e os temas abordados pela obra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Associativismo e comércio popular são temas abordados</h2>



<p>A secretária de&nbsp;<strong>Desenvolvimento Econômico de Feira de Santana, Márcia Ferreira</strong>, destacou a importância do Feiraguay para o comércio local e para o turismo.</p>



<p>Segundo a gestora, o espaço reúne&nbsp;<strong>diversidade de produtos e movimenta atividades econômicas que envolvem comerciantes e empreendedores da cidade</strong>.</p>



<p>Ela também citou a atuação da&nbsp;<strong>Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETTDEC)</strong>&nbsp;em iniciativas voltadas à&nbsp;<strong>atualização cadastral e oferta de treinamentos para permissionários</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atuação de entidade representativa é destacada</h2>



<p>De acordo com Márcia Ferreira, a&nbsp;<strong>Associação dos Vendedores Ambulantes de Feira de Santana (AVANFIS)</strong>&nbsp;exerce papel relevante na organização dos trabalhadores do setor.</p>



<p>A entidade atua no&nbsp;<strong>apoio aos permissionários e na articulação de demandas da categoria</strong>, contribuindo para o fortalecimento do comércio popular.</p>



<p>Para a secretária, o associativismo funciona como instrumento que&nbsp;<strong>amplia a capacidade de organização dos comerciantes e facilita avanços nas condições de trabalho e gestão do espaço</strong>.</p>



<p>Fonte: Jornal Grande Bahia</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ABERTURA DOS TRABALHOOS LEGISLATIVO E ELEIÇÃO 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Ax0xhIcT_hM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>“Quilombo Cabula”, novo documentário de Lúcio Lima, será lançado em Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Lúcio Lima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário “Quilombo Cabula”, dirigido por Lúcio Lima e com duração de 29 minutos, será lançado no próximo sábado, 14 de março, às 16h, na sede do Coletivo Bahia pela Paz, no bairro de Pernambués, em Salvador. A exibição será seguida de um bate-papo com a equipe do filme e pesquisadores convidados, abrindo diálogo com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O documentário “Quilombo Cabula”, dirigido por Lúcio Lima e com duração de 29 minutos, será lançado no próximo sábado, 14 de março, às 16h, na sede do Coletivo Bahia pela Paz, no bairro de Pernambués, em Salvador. A exibição será seguida de um bate-papo com a equipe do filme e pesquisadores convidados, abrindo diálogo com o público sobre a história do território e a importância da preservação da memória.</p>



<p>O filme mergulha na história do Quilombo Cabula, surgido no final do século XVIII, e revela como essa experiência de resistência negra marcou a formação de Salvador. A partir de depoimentos de pesquisadores, estudiosos do tema e moradores do território, o documentário reconstrói memórias e apresenta histórias pouco conhecidas sobre o quilombo e sua presença na história da cidade.</p>



<p>“Quilombo Cabula” integra uma trajetória iniciada em 2015, com o curta-metragem documental “Retalhos – A Memória Viva de Saramandaia”, primeiro filme de Lúcio Lima, realizado a partir do olhar de um filho da comunidade que levou as histórias da periferia para as telas. O filme circulou em festivais e recebeu diversos reconhecimentos, apresentando o diretor como pesquisador e guardião das memórias do território.</p>



<p>Em 2020, o cineasta lançou “Pernambués – Quilombo Urbano”, ampliando essa investigação ao abordar a comunidade vizinha de Saramandaia e sua forte presença negra na formação da cidade. Com “Quilombo Cabula”, Lúcio Lima aprofunda essa pesquisa audiovisual sobre memória, território e ancestralidade negra em Salvador.</p>



<p>A pesquisa que fundamenta o documentário ganhou impulso a partir do Encontro de Turismo de Base Comunitária da UNEB, quando o diretor entrou em contato com estudos sobre o Quilombo Cabula apresentados pela professora doutora Francisca de Paula e com isso iniciou uma maior investigação histórica sobre o tema. O documentário também dialoga com as pesquisas do professor doutor Alfredo Matta e da professora doutora Luciana Martins, referências nos estudos sobre o Quilombo Cabula e participantes do documentário.</p>



<p>Filho do território e atuando há mais de uma década no campo cultural, Lúcio Lima é cineasta, pesquisador e idealizador do Ponto de Cultura Art’Mandaia, iniciativa comunitária que desenvolve ações culturais e educativas em Salvador. Recentemente, foi reconhecido com o Prêmio Periferia Viva, do Governo Federal, por meio da Secretaria Nacional de Periferias, pelas ações culturais realizadas em comunidades periféricas.</p>



<p>Além do lançamento de “Quilombo Cabula”, o diretor já desenvolve um novo projeto documental, atualmente em fase inicial de pesquisa, que dá continuidade às investigações sobre memória, território e história negra em Salvador.</p>



<p>O documentário Quilombo Cabula ficará disponível no canal do YouTube do grupo do diretor da obra no período de 16 a 30 de março de 2026. Nesse mesmo período, o filme também entrará em circulação em algumas escolas da cidade, com exibições voltadas para a comunidade escolar, acompanhadas de conversas com estudantes e educadores sobre memória, território e história do Quilombo Cabula.</p>



<p>Este projeto foi contemplado pelo edital territórios criativos – ano II, com recursos da Fundação Gregório de Mattos, Secretária de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Salvador e da Politica Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura, Governo Federal. &nbsp;</p>



<p>Direção: Lúcio Lima<br>Pesquisa e Roteiro: Lúcio Lima<br>Diretor de Fotografia: Thiancle Carvalho<br>Produção executiva: Juliana Pereira<br>Direção de Produção: Evellin Carolaine<br>Montagem e Finalização: Thiancle Carvalho<br>Drone: Lucas Galvão &amp; Gustavo Pereira<br>Som Direto: Luciano Rocha<br>Assistente de Direção: Roberto Salles<br>Assistente de direção Kids: Luna Lima<br>Assistente de Produção: Islan Rocha, Lavinia Lima, Joelma Oliveira &amp; Raí Oliveira<br>Assessoria de imprensa: Oliveira Comunicação<br>Design gráfico: Gabriela Borges<br>Motoristas: Fábio Correia Secão e Rodrigo Alves<br>Alimentação: Cicero catering e Chef Lari Lima</p>



<p><strong>Elenco<br></strong>André Pereira<br>Clarine Novaes<br>Evellin Carolaine<br>Maria Andrade<br>Thiancle Carvalho</p>



<p><strong>Equipe Grupo Art’Mandaia<br></strong><br>André Pereira<br>Bruno Santos<br>Clarine Novaes<br>Evellin Carolaine<br>Jedjane Mirtes<br>Juliana Pereira<br>Luciano Rocha<br>Lúcio Lima<br>Maria Andrade<br>Rodrigo Alves<br>Tatiana Franco</p>



<p>Fonte: Aldeia Nagô </p>



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<iframe title="DOR PÉLVICA : O QUE É E POR QUE ACONTECE?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QAtd_0EztaM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Documentário sobre Pepe Faro estreia em Salvador e revisita trajetória de um dos nomes marcantes do varejo baiano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Pepe Faro]]></category>
		<category><![CDATA[SSA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história de um dos personagens mais emblemáticos do varejo e da gastronomia da Bahia chega ao cinema. O documentário&#160;“Amigo – A Biografia de Pepe Faro”&#160;estreia em Salvador no dia&#160;2 de dezembro, apresentando a vida do imigrante galego que construiu um legado afetivo e empresarial na capital baiana. Prêmio Veja 2004 Dirigido e roteirizado por&#160;Amadeu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história de um dos personagens mais emblemáticos do varejo e da gastronomia da Bahia chega ao cinema. O documentário&nbsp;<strong>“Amigo – A Biografia de Pepe Faro”</strong>&nbsp;estreia em Salvador no dia&nbsp;<strong>2 de dezembro</strong>, apresentando a vida do imigrante galego que construiu um legado afetivo e empresarial na capital baiana.</p>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/aedbb7a3-ea1e-433c-974c-307350a9daa3-606x720.jpg" alt="" width="606" height="720" srcset="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/aedbb7a3-ea1e-433c-974c-307350a9daa3-606x720.jpg 606w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/aedbb7a3-ea1e-433c-974c-307350a9daa3-768x913.jpg 768w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/aedbb7a3-ea1e-433c-974c-307350a9daa3.jpg 1000w"></p>



<p id="caption-attachment-222622"><em>Prêmio Veja 2004</em></p>



<p>Dirigido e roteirizado por&nbsp;<strong>Amadeu Alban</strong>, o filme percorre a trajetória de&nbsp;<strong>Pepe Faro</strong>, 83 anos, desde a infância marcada pela fome e pelos efeitos da guerra na Galícia até sua chegada a Salvador aos 17 anos. O documentário relembra o primeiro emprego no Tororó e o encontro com a panificação — profissão que moldaria seu nome. Dessa fase nasceu a Panificadora Elétrica da Barra, que deu origem à&nbsp;<strong>Perini</strong>, referência na gastronomia local por décadas.</p>



<p><img decoding="async" src="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/4a195205-797f-4ae4-bb4a-8762ecbd61cb.jpg" alt="" width="720" height="549"></p>



<p id="caption-attachment-222613"><em>Panificadora da Barra</em></p>



<p>A produção reúne depoimentos inéditos, imagens raras e momentos decisivos, como o acidente quase fatal na juventude, a venda da Perini e a criação do&nbsp;<strong>Almacen Pepe</strong>, negócio que marcou a fase mais recente de sua vida. Fundado há 10 anos, o empreendimento é administrado por seu filho,&nbsp;<strong>André Faro</strong>, com participação do neto, Matheus.</p>



<p><img decoding="async" src="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/b7e1b01d-103c-44dd-b144-e0e2f121dc25-720x511.jpg" alt="" width="720" height="511" srcset="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/b7e1b01d-103c-44dd-b144-e0e2f121dc25-720x511.jpg 720w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/b7e1b01d-103c-44dd-b144-e0e2f121dc25-768x545.jpg 768w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/b7e1b01d-103c-44dd-b144-e0e2f121dc25.jpg 1024w"></p>



<p id="caption-attachment-222620"><em>Pepe e André Faro</em></p>



<p><strong>“Este filme é uma homenagem ao homem que nos ensinou que trabalho sem afeto não tem sentido. Meu pai sempre acreditou nas relações humanas”</strong>, afirma André, que destaca o caráter afetivo do projeto.</p>



<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/b4f34b5f-df1d-4405-b799-0e1f3252f27c.jpg" alt="" width="720" height="540"></p>



<p id="caption-attachment-222616"><em>Pepe Faro</em></p>



<p>Convencer Pepe a participar foi um desafio para o diretor, que enfrentou a resistência do empresário, sempre avesso a homenagens públicas. As gravações começaram em 2023, na aldeia de Aboal, na Galícia, e seguiram até 2024, pouco antes da abertura da unidade do Shopping Barra. O filme também registra um capítulo pessoal: a morte de&nbsp;<strong>Alfonso Alban</strong>, pai de Amadeu e amigo próximo de Pepe, durante uma viagem à Espanha no período das filmagens.</p>



<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/16c66498-f5fb-4b03-8455-45cbfe04c358-720x521.jpg" alt="" width="720" height="521" srcset="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/16c66498-f5fb-4b03-8455-45cbfe04c358-720x521.jpg 720w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/16c66498-f5fb-4b03-8455-45cbfe04c358-768x555.jpg 768w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2025/11/16c66498-f5fb-4b03-8455-45cbfe04c358.jpg 1170w"></p>



<p id="caption-attachment-222618"><em>Perini Graça</em></p>



<p>A estreia para a imprensa acontece no dia&nbsp;<strong>2 de dezembro</strong>, às&nbsp;<strong>19h</strong>, no cinema do Shopping Barra, com presença de Pepe, de Dona Almerinda e da família. Após a sessão, haverá apresentação de André Faro e coquetel no Almacen Pepe do shopping. O trailer está disponível no site<a href="http://amigopepe.com.br/">&nbsp;<strong>amigopepe.com.br</strong></a>, onde o documentário completo será lançado na data de estreia.</p>



<p><a href="https://youtube.com/watch?v=3CCr5VuBcR0%3Fsi%3D18COejh5WBkHgC25">https://youtube.com/watch?v=3CCr5VuBcR0%3Fsi%3D18COejh5WBkHgC25</a></p>



<p>Fonte: Alô alô Bahia / Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ORJI EMUC E O CONCERTO AFROBRASILEIRANDO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/8AekaEwTnEM?start=3655&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Documentário “O Primeiro Beijo” desmistifica histórias de mulheres negras e relação com droga em narrativa sensível e crítica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[O Primeiro Beijo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após 14 anos de investigação, Urânia Munzanzu apresenta experiências diversas de mulheres que convivem com o crack e alerta sobre omissão do Estado e silêncio da sociedade civil. Filme estreia dia&#160;20 de novembro&#160;na Saladearte em Salvador No Dia da Consciência Negra, Salvador recebe o lançamento do longa&#160;O Primeiro Beijo, documentário dirigido pela cineasta baiana&#160;Urânia Munzanzu&#160;(@munzanzuurania).&#160;O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Após 14 anos de investigação, Urânia Munzanzu apresenta experiências diversas de mulheres que convivem com o crack e alerta sobre omissão do Estado e silêncio da sociedade civil. Filme estreia dia&nbsp;</em><strong><em>20 de novembro&nbsp;</em></strong><em>na Saladearte em Salvador</em></p>



<p>No Dia da Consciência Negra, Salvador recebe o lançamento do longa&nbsp;<strong><em>O Primeiro Beijo</em></strong>, documentário dirigido pela cineasta baiana&nbsp;<strong>Urânia Munzanzu&nbsp;</strong>(<a href="https://www.instagram.com/munzanzuurania/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">@munzanzuurania</a>)<strong>.&nbsp;</strong>O filme chega às telas como um manifesto político pela vida de mulheres negras que tiveram suas vidas e famílias atravessadas pelo crack, revelando como a droga – considerada pela diretora como uma “tecnologia de escravização moderna” – opera como mecanismo de extermínio, apagamento e feminicídio. A sessão de estreia acontece no dia&nbsp;<strong>20 de novembro</strong>, no circuito da&nbsp;<strong>Saladearte em Salvador (BA).</strong></p>



<p>Fruto de uma investigação que se estendeu por&nbsp;<strong>14 anos</strong>, o documentário é produzido pela&nbsp;<strong>Acarajé Filmes,</strong>&nbsp;em parceria com a&nbsp;<strong>Modupé Produtora Audiovisual</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Mulungu Realizações Culturais&nbsp;</strong>e tem distribuição da&nbsp;<strong>Olhar Filmes</strong>. “O primeiro beijo” é como, em Salvador, as mulheres nomeiam a primeira experiência com a droga.&nbsp;<strong>“Essa frase cheia de múltiplos sentidos, e de certa maneira sutilmente irônica, guarda a dor de mulheres para as quais as experiências de amor e de afeto estão necessariamente atravessadas pelas mais variadas formas de violência”</strong>, afirma Urânia.</p>



<p>O filme nasceu de um encontro em 2006. Na época, Urânia nem se imaginava cineasta, então jornalista e moradora do centro de Salvador, foi abordada por Rilda, mulher negra em situação de dependência química severa, que insistiu para que sua trajetória fosse registrada.<strong>&nbsp;“Eu vou morrer, mas antes disso quero falar dessa droga”.</strong>&nbsp;A partir desse chamado urgente, o documentário se constrói como testemunho, escuta e enfrentamento.</p>



<p><strong>“A linha que me separava de Rilda era muito tênue. Era só o ‘primeiro beijo’ que ela deu e eu não dei. Sendo uma mulher negra e de santo, entendi que tinha uma espiritualidade gritando, e enquanto sujeito político, eu tenho um compromisso com a minha comunidade”</strong>, afirma a cineasta que, desde então, tem se voltado à construção narrativa de produtos audiovisuais com foco em em raça, gênero e política. Entre eles, o curta&nbsp;<strong>“Na Volta Eu Te Encontro” (2025) que recebeu 7 premiações em festivais pelo Brasil</strong>.</p>



<p>O filme conta com a participação especial da voz de&nbsp;<strong>Elza Soares</strong>, narrando o poema Canarinhas da Vila, de Landê Onawale; trilha sonora original de&nbsp;<strong>Jarbas Bittencourt</strong>&nbsp;e uma equipe majoritariamente negra que reforça a narrativa estética e política da obra. Com produções associadas de nomes como&nbsp;<strong>Lázaro Ramos</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Thiago Gomes,</strong>&nbsp;o filme amplia o debate sobre como o Brasil constrói, alimenta e naturaliza suas “cracolândias”.</p>



<p>A coprodutora do filme,&nbsp;<strong>Susan Kalik</strong>, reforça que a mensagem central do documentário é compreender o crack dentro da estrutura que o produz. “<strong>Temos no Brasil um processo civilizatório construído com base necropolítica e o crack faz parte disto. Este filme lança olhar sobre mulheres que tiveram seus caminhos atravessados por esta droga maldita, não só como usuárias, mas como mães, filhas, esposas que resistem, persistem, sobrevivem. É um filme sobre dororidade, mulheridades e “sobre vivência”.</strong></p>



<p><strong>Um filme sobre vidas que resistem à sentença de morte&nbsp;</strong></p>



<p>Entre entrevistas e relatos marcados por coragem, dor e humanidade, o filme coloca em primeiro plano mulheres dependentes químicas e seus familiares, expõe a ausência de políticas públicas, o impacto da violência racial e de gênero e as contradições de um Estado que normaliza o abandono. Ao mesmo tempo, evidencia a importância de redes de apoio e estratégias de resistência construídas por essas mulheres.</p>



<p>A diretora conta que pensou em uma construção narrativa e estética que contasse a história de vida dessas mulheres, mas que não passasse por uma exploração da dor.&nbsp;<strong>“Eu escolhi tirar essas mulheres da rua, de perto da boca, de lugares sujos e sem dignidade. Eu as levei para um teatro. Um espaço com um camarim,&nbsp; banheiros limpos, espaço para elas se arrumarem – se quisessem – tinha boa comida, água, frutas para que elas pudessem se alimentar e falar em um espaço seguro”</strong></p>



<p>Para a diretora,&nbsp;<em>O Primeiro Beijo</em>&nbsp;é um manifesto político, um assunto indigesto, mas necessário, que o Estado e a sociedade evitam discutir.&nbsp;<strong>“Minha esperança é que este filme chegue para jovens negras e negros, que as escolas possam levantar esse debate, que a informação circule nos espaços onde todos os dias chegam fuzis e sua “balas perdidas”. Esse filme é para meu povo. É pra gente não morrer</strong>“, conclui Urânia Munzanzu.</p>



<p>“O PRIMEIRO BEIJO” é uma produção da Acarajé Filmes com co-produção da Modupé Produtora. Produção associada: Mulungu Realizações Culturais. Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a lei complementar n.º 195, de 8 de julho de 2022.</p>



<p><strong>Serviço</strong><strong><br></strong><strong>O que:</strong>&nbsp;Lançamento do documentário&nbsp;<em>O Primeiro Beijo</em><em><br></em><strong>Quando:</strong>&nbsp;20 de novembro<br><strong>Onde:</strong>&nbsp;Saladearte – Salvador<br><strong>Direção:</strong>&nbsp;Urânia Munzanzu<br><strong>Duração:</strong>&nbsp;110 min | Classificação: 16 anos</p>



<p><strong>Acompanhe em:</strong></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/munzanzuurania/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">@munzanzuurania<br></a><a href="https://www.instagram.com/olharfilmes_/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">@olharfilmes_</a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/acarajefilmes/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">@acarajefilmes</a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/modupe.produtora/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">@modupe.produtora</a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/mulungurealizacoes/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">@mulungurealizacoes</a></p>



<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>



<p><strong>Produtora:&nbsp;</strong>Acarajé Filmes</p>



<p><strong>Co-Produtora:&nbsp;</strong>Modupé Produtora Audiovisual&nbsp;</p>



<p><strong>Produtora Associada:&nbsp;</strong>Mulungu Realizações Culturais</p>



<p><strong>Produção Executiva:&nbsp;</strong>Urânia Munzanzu e Susan Kalik</p>



<p><strong>Direção:&nbsp;</strong>Urânia Munzanzu</p>



<p><strong>Roteiro:&nbsp;</strong>Urânia Munzanzu e Susan Kalik</p>



<p><strong>Direção De Fotografia:&nbsp;</strong>Edinho Alves, Gabriel Teixeira e Maoma Faria</p>



<p><strong>Direção de Produção:</strong>&nbsp;Flávia Santana</p>



<p><strong>Produtores associados</strong>: Lázaro Ramos e Thiago Gomes</p>



<p><strong>Distribuição</strong>: Olhar Filmes</p>



<p><strong>Montagem:&nbsp;</strong>&nbsp;Thiago Gomes Rosa</p>



<p><strong>Trilha Sonora Original:&nbsp;</strong>Jarbas Bittencourt</p>



<p><strong>Pesquisa</strong>: Urânia Munzanzu E Lorenlai França</p>



<p><strong>Assistente de Direção</strong>: Tais Amordivino</p>



<p><strong>Câmera:&nbsp;</strong>Tatiana Trad, Alexandre Rosa, Paulo Roberto Santos</p>



<p><strong>Assistente De Câmera</strong>: Jaine Oliveira</p>



<p><strong>Imagens Extras</strong>: Falani Afrika E Ismael Silva</p>



<p><strong>Iluminador Teatro</strong>: Marcos Fernandes</p>



<p><strong>Colorização, Desenho de Som e Mixagem</strong>: Modupé Produtora</p>



<p><strong>Som Direto</strong>: Dudoo Caribe</p>



<p><strong>Assistente De Som Direto</strong>: Cristiana Fernandes</p>



<p><strong>Captação de Som de Elza Soares</strong>: Ricardo Muralha E Vilma Neres</p>



<p><strong>Participação Especial (Voz)</strong>: Elza Soares</p>



<p><strong>Poema Original</strong>: Canarinhas Da Vila De Landê Onawale</p>



<p><strong>Organização de Material Bruto</strong>: Raiane Vasconcelos, Daiane Rosário e Letícia Figueiredo.&nbsp;</p>



<p><strong>Participam desse filme:&nbsp;</strong>Rilda Lima, Lorenlai França, Sandra Regina Oliveira, Camila Oliveira Dos Santos, Vânia Gonzaga Da Silva, Amanda Priscilla Lima Rosa, Annelise Moreira, Thiffany Odara, Elenita Da Silva Oliveira, Maria Luciene Araújo, Nilzete Leão e Andressa Leão Nascimento.</p>



<p><strong>Site e Redes Sociais</strong>: Giovana Romano Sanchez e Rubian Melo</p>



<p><strong>Tradução de Textos</strong>: Giovana Romano Sanchez</p>



<p><strong>Programação Visual para Site e Redes Sociais</strong>: Diego Ribeiro e Giovana Romano Sanchez</p>



<p><strong>Fotos Still</strong>: Alile Dara Onawale, Vilma Neres, Mel Ádun e Ismael Silva</p>



<p><strong>Fotos para Material de Apoio</strong>: Jefferson Dias e Léo De Azevedo</p>



<p><strong>Produção de Base, Locações e Entrevistas:</strong>&nbsp;Tais Amordivino, Ismael Silva, Flávia Santana e Juê Olívia</p>



<p><strong>Assistente de Produção</strong>: Daniele Andrade e Padma Lima</p>



<p>Platô: Loiá Fernandes</p>



<p><strong>Motoristas</strong>: Antônio Costa, Carla Ramos e Almir Damasceno</p>



<p><strong>Biografia da Direção (Urânia Munzanzu)</strong></p>



<p>Urânia é mulher negra, sapatão , nascida e criada no pelourinho, em Salvador-Bahia. Cineasta, roteirista, poeta e produtora. Mestre em antropologia pela UFBA, fundadora da Frente Marginal de Arte Negra e CEO da Acarajé Filmes. Produz narrativas transatlânticas, passando pelo Brasil, Caribe e&nbsp; África com foco em raça, gênero e política de mulheres negras. Tem se dedicado a desenvolver e conceituar o “cinema de cozinha”, um método que desenvolveu para ancorar os anseios políticos e estéticos do cinema negro que produz.</p>



<p><strong>Documentários:</strong>&nbsp;Diretora e Roteirista do longa-metragem&nbsp;<strong><em>O Primeiro Beijo&nbsp;</em></strong>(2024);&nbsp;<strong><em>Mulheres Negras em Rotas de Liberdade&nbsp;</em></strong>(em produção) longa-metragem com produção em no continente africano, co-produção Brasil/Benim/França;&nbsp;<strong><em>Candomblé</em></strong><strong>&nbsp;</strong>(em desenvolvimento) longa-metragem que também será rodado no Benim e Nigéria. Roteiro, direção ; Roteirista e diretora do curta-metragem&nbsp;<strong><em>Abô</em></strong><strong>&nbsp;</strong>(2021); Curta Metragem<strong><em>&nbsp;Merê</em></strong><strong>&nbsp;</strong>(2018), Prêmio de Direção e o Selo Zózimo Bulbull de filme Curta Metragem e direção na Mostra de Cinema Adélia Sampaio; Longa Metragem&nbsp;<strong><em>Maestrina da Favela</em></strong><strong>&nbsp;</strong>(2018). Assistente de direção, Prêmio de melhor documentário na MIMB 2019;&nbsp;</p>



<p><strong>Projetos de ficção&nbsp;</strong>–&nbsp;<strong><em>As Joias de Oxum&nbsp;</em></strong>(2025) direção e roteiro;&nbsp;<strong><em>Na Volta eu te Encontro&nbsp;</em></strong>(2025) direção e roteiro, Prêmio de Melhor Filme de Ficção do Festival Cine Deburu 2025; Prêmio de Melhor Fotografia e Melhor Som no XX Panorama Internacional Coisa de Cinema; Prêmio de Melhor Filme na Mostra Outros Brasis do Festival Afroestima 2025; Prêmio de Melhor filme pelo Júri técnico no 32º Festival de Cinema de Vitória 2025; Prêmio de Melhor Filme Mostra Raízes no 8º Festival Lugar de Mulher é no Cinema;&nbsp; Prêmio Canal Brasil de Curtas no 53° Festival de Cinema de Gramado; Prêmio de Melhor Fotografia no 11° Recifest.&nbsp;<strong>Orquestra</strong>&nbsp;(em desenvolvimento), Prêmio Aldir Blanc, 2020; Nuevas Miradas – Cuba e Torino FilmLab – Itália (2023); Cátedra de producción EICTV (2023); Filma Afro (2023).</p>



<p><strong>Séries:&nbsp;</strong><strong><em>OMOYA</em></strong>&nbsp;(2021)<strong>&nbsp;</strong>direção e roteiro;&nbsp;<strong><em>Afroroutes&nbsp;</em></strong>(2019). Produtora e Assistente de direção na série musical produzida no Brasil, Tunísia, Marrocos.</p>



<p><strong>Videoclipes</strong>:&nbsp;<strong>14 de Maio&nbsp;</strong>(2021) artista Lazzo Matumbi;&nbsp;<strong>Iyá Nílá</strong>&nbsp;(2021) artista Nitorê Akadã</p>



<p><strong>Sobre a Olhar Filmes –</strong>&nbsp;Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é Político” de Alice Riff; “Nóis por Nóis”, de Aly Muritiba e Jandir Santin; “Os Primeiros Soldados” de Rodrigo de Oliveira; “Alice Júnior” de Gil Baroni;”Meu Nome é Daniel” e “Assexybilidade” de Daniel Gonçalves; “Vento Seco” de Daniel Nolasco; “A Mesma Parte de Um Homem” de Ana Johann; “UÝRA, A Retomada da Floresta” de Juliana Curi; “Rafiki” da diretora queniana Wanuri Kahiu; e “Praia Formosa” de Julia De Simone. Mais informações no site oficial:&nbsp;<a href="http://www.olharfilmes.com.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">www.olharfilmes.com.br</a>&nbsp;.</p>



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<iframe title="O Primeiro Beijo | Trailer Oficial | 20 de Novembro Nos Cinemas" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AGa8-L-l6Jk?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<iframe title="ORJI EMUC E O CONCERTO AFROBRASILEIRANDO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/8AekaEwTnEM?start=4770&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>Fonte: Aldeia Nagô / Foto: Divulgação</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/documentario-o-primeiro-beijo-desmistifica-historias-de-mulheres-negras-e-relacao-com-droga-em-narrativa-sensivel-e-critica/">Documentário “O Primeiro Beijo” desmistifica histórias de mulheres negras e relação com droga em narrativa sensível e crítica</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Família lança documentário sobre João Rebello, ex-ator mirim morto por engano em Trancoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 14:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[João Rebello]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trajetória do DJ e ex-ator mirim João Rebello, assassinado a tiros em Porto Seguro (BA) há um ano, virou filme. O artista, que era sobrinho do diretor Jorge Fernando, foi homenageado pela família com o documentário “Fôlego – Até Depois do Fim”, lançado no Festival do Rio. João foi morto na noite de 24 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A trajetória do DJ e ex-ator mirim João Rebello, assassinado a tiros em Porto Seguro (BA) há um ano, virou filme</strong>. O artista, que era sobrinho do diretor Jorge Fernando, foi homenageado pela família com o documentário “Fôlego – Até Depois do Fim”, lançado no Festival do Rio.</p>



<p>João foi morto na noite de 24 de outubro de 2024, em Trancoso, distrito turístico da cidade.&nbsp;<strong>As investigações concluíram que o crime foi um erro</strong>: o alvo seria um homem com um carro semelhante ao dele e que costumava estacionar no mesmo local. Desde então, duas pessoas suspeitas de envolvimento foram presas e uma terceira morreu em confronto com a polícia.</p>



<p>Em entrevista ao&nbsp;<em>g1</em>, a atriz Maria Carol Rebello, irmã da vítima, explicou que o filme vai além da tragédia. “Fôlego – Até Depois do Fim” conta a história da família Rebello e homenageia João, o tio dele, o ator e diretor Jorge Fernando, que faleceu em 2019, e a matriarca da família, a avó Hilda”, conta.</p>



<p>Maria Carol contou que&nbsp;<strong>o processo de criação do documentário foi também uma forma de lidar com o luto</strong>. “Fizemos o filme para abraçar a minha mãe. O luto é um processo e estar em contato com as memórias foi uma espécie de ‘psicomagia’. Foi muito importante para mim”, revela.</p>



<p><strong>O longa, definido como um “documentário confessional”, foi realizado por amigos e familiares</strong>: Maria Carol escreveu e atuou na produção, Candé Salles, melhor amigo de João, dirigiu, e Maria Rebello, mãe do artista, assinou a produção.</p>



<p><strong>A obra conta ainda com participações de Xuxa, Ney Matogrosso e Marcelo D2</strong>, que tiveram fortes laços com Jorge Fernando e João Rebello.</p>



<p>Segundo o diretor Candé Salles, o filme foi feito sob a ótica de Maria Carol, o que o torna profundamente pessoal. “Os telespectadores vão ver o multiartista que João era, e não apenas essa parte do ator mirim. Ele trabalhou com o Marcelo D2 na identidade visual do álbum ‘A Procura da Batida Perfeita’, dirigiu clipes… Foi o filme mais difícil e, ao mesmo tempo, mais bonito que já fiz”, conta.</p>



<p>O documentário foi exibido no Festival do Rio e integrou também a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde ganhará mais uma sessão no dia 28 de outubro.&nbsp;<strong>Ainda não há confirmação de exibição na Bahia</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem foi João Rebello</h2>



<p>João Rebello era sobrinho do ator e diretor Jorge Fernando, que morreu aos 64 anos, em 2019. Ele morava em Trancoso, no sul da Bahia, onde atuava como DJ e dirigia clipes musicais. Antes de se dedicar à carreira de DJ e diretor, João foi ator mirim e&nbsp;<strong>teve atuações marcantes em cinco novelas da TV Globo, entre 1986 e 1997</strong>.</p>



<p>Ele começou a carreira aos 7 anos, em “Cambalacho”, em 1986, quando interpretou Maneco, um dos filhos adotados da personagem de Fernanda Montenegro. Três anos depois, foi Juninho, em “Bebê a Bordo”, filho do casal Tonico (Tony Ramos) e Soninha (Inês Galvão).</p>



<p>O trabalho mais lembrado dele foi em “Vamp”, em 1991, quando fez Sig, um dos filhos de Carmen Maura, personagem de Joana Fomm. Em “Deus nos Acuda”, em 1992, o ex-ator mirim interpretou Nicolau, tido como anjo enviado à Terra por Celestina, personagem de Dercy Gonçalves. O último personagem de Rebello foi o surfista Baby, na novela “Zazá”, em 1997.</p>



<p>  Com informações do g1 / Foto: Reprodução/Redes Sociais</p>



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<iframe title="O QUE OS SONHOS REVELAM? PSICNÁLISE, FILOSOFIA E CIÊNCIA DO SONHAR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/0QiPdILM3r0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Estudantes da rede estadual exibem documentário em encontro de artes no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 18:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário “Leilão da cidade”, produzido por alunos do Centro Estadual de Educação Profissional Formação e Eventos Isaias Alves, em Salvador, foi selecionado para ser exibido durante o 26° Encontro Nacional de Estudantes de Artes (ENEARTE), em Belém, no Pará. Desenvolvida dentro do curso técnico de Áudio e Vídeo da unidade da rede estadual de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O documentário “Leilão da cidade”, produzido por alunos do Centro Estadual de Educação Profissional Formação e Eventos Isaias Alves, em Salvador, foi selecionado para ser exibido durante o 26° Encontro Nacional de Estudantes de Artes (ENEARTE), em Belém, no Pará. Desenvolvida dentro do curso técnico de Áudio e Vídeo da unidade da rede estadual de ensino, a obra propõe uma reflexão crítica sobre o processo de leilões de áreas verdes na capital baiana e será apresentado durante a programação do evento, na quinta-feira (9). &nbsp;</p>



<p>A produção articula depoimentos de especialistas e moradores, compondo uma narrativa que denuncia uma ameaça socioambiental concreta, e &nbsp;evidencia a importância dessas áreas para o equilíbrio ecológico e a qualidade de vida na cidade. Por conta do risco iminente de devastação de espaços verdes através de leilões que possibilitam a venda dessas áreas para o setor privado, os produtores do curta sentiram a necessidade de destacar o quanto a perda do verde da cidade pode afetar a sua estrutura e os seus moradores.</p>



<p>Para a estudante Thaiane Clarissa, que dividiu a direção com o colega Douglas Freitas, a escolha do tema teve o propósito de dar mais transparência ao que vem acontecendo no município. “Com o trabalho, percebemos que o assunto é muito mais profundo. As pessoas não sabem como funcionam os leilões, é sempre muito misterioso, e só ficam sabendo depois que foi definido”.</p>



<p>Já Douglas afirma que abordar o assunto traz uma nova perspectiva sobre as áreas verdes. “A gente começa a entender as questões climáticas que estão ligadas à preservação das árvores urbanas e como são impactadas quando temos temporadas mais quentes ou mais frias”.</p>



<p><strong>Aprendizagem</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.ba.gov.br/educacao/sites/site-sec/files/2025-10/Estudantes%20da%20rede%20estadual%20exibem%20document%C3%A1rio%20em%20encontro%20de%20artes%20no%20Par%C3%A1%206.jpeg" alt="Estudantes da rede estadual exibem documentário em encontro de artes no Pará"/></figure>



<p>Fonte/Crédito</p>



<p>Reprodução Vídeo</p>



<p>Além do tema, o trabalho prático tem o objetivo de qualificar a aprendizagem dos estudantes. Para Thaiane, o documentário serviu para aplicar o que vem aprendendo no curso. “Foi onde pudemos aplicar técnicas de fotografia e iluminação, além de técnicas documentais”. Segundo Douglas, houve “um grande avanço na parte do audiovisual com as aulas. Hoje, consigo fazer um documentário com o meu lado profissional um pouco mais apurado”, disse. &nbsp;</p>



<p><strong>Ficha técnica</strong></p>



<p>&#8211; Documentário: &#8220;Leilão da cidade&#8221;<br>&#8211; Direção e roteiro: Douglas Freitas e Thaiane Clarissa<br>&#8211; Direção de fotografia: Breno Menezes, Douglas Freitas e Thaiane Clarissa<br>&#8211; Captação de áudio e vídeo &#8211; Alice Alves, Breno Menezes, Douglas Freitas, Elisabete Santos, Josehilson Mendes, Leonardo Campos, Luciana de Almeida, Manuela Teles, Thaiane, Clarissa, Vanessa Aguiar e Verônica Lago<br>&#8211; Trilha sonora &#8211; Douglas Freitas, Thaiane Clarissa e Vanessa Aguiar<br>&#8211; Edição e montagem &#8211; Thaiane Clarissa<br>&#8211; Assistência de edição e montagem &#8211; Douglas Freitas<br>&#8211; Produção &#8211; Douglas Freitas, Manuela Teles e Vanessa Aguiar</p>



<p>Fonte: Suami Dias &#8211; Ascom SEC</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EDUCAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DE UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3q1ypPzUuq4?start=4144&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Trancoso sedia pré-estreia de documentário sobre história, cultura e futuro do Distrito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 14:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Trancoso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na&#160;sexta-feira (26/09/2025), o&#160;Quadrado de Trancoso&#160;será palco da pré-estreia do documentário&#160;“Trancoso – Patrimônio Histórico e Cultural do Brasil”, dirigido e roteirizado por&#160;Fernanda Carvalho. A primeira exibição ocorrerá com projeção atrás da igreja do Quadrado, promovendo um espaço de exibição a céu aberto que reunirá&#160;comunidade local, visitantes e parceiros. Conteúdo e narrativa do documentário O filme apresenta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na&nbsp;<strong>sexta-feira (26/09/2025)</strong>, o&nbsp;<strong>Quadrado de Trancoso</strong>&nbsp;será palco da pré-estreia do documentário&nbsp;<strong>“Trancoso – Patrimônio Histórico e Cultural do Brasil”</strong>, dirigido e roteirizado por&nbsp;<strong>Fernanda Carvalho</strong>. A primeira exibição ocorrerá com projeção atrás da igreja do Quadrado, promovendo um espaço de exibição a céu aberto que reunirá&nbsp;<strong>comunidade local, visitantes e parceiros</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conteúdo e narrativa do documentário</strong></h2>



<p>O filme apresenta a trajetória de Trancoso, mostrando sua transformação de&nbsp;<strong>vilarejo isolado</strong>&nbsp;em destino turístico relevante. A narrativa é construída a partir de&nbsp;<strong>depoimentos de nativos e birimbandos</strong>, formando um panorama cultural que evidencia a&nbsp;<strong>identidade e diversidade locais</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reflexão sobre preservação e futuro</strong></h3>



<p>Além de resgatar memórias e tradições, o documentário aborda&nbsp;<strong>questões ambientais e impactos do crescimento do turismo</strong>, propondo reflexão sobre a preservação do patrimônio histórico, cultural e afetivo de Trancoso. O conteúdo visa&nbsp;<strong>informar e sensibilizar</strong>&nbsp;sobre desafios e soluções para o futuro da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Produção e financiamento cultural</strong></h2>



<p>A produção executiva é assinada por&nbsp;<strong>Priscila Dias e Gabriela Colodeti</strong>, em coprodução com a&nbsp;<strong>Plongée 360 Produção e Arte</strong>. O projeto foi viabilizado pela&nbsp;<strong>Lei Paulo Gustavo</strong>, reforçando a importância do&nbsp;<strong>incentivo à cultura</strong>&nbsp;para a valorização da memória, identidade e patrimônio brasileiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pré-estreia e engajamento comunitário</strong></h3>



<p>O evento busca proporcionar <strong>experiência coletiva</strong>, reunindo a população local e visitantes, promovendo <strong>interação cultural</strong> e sensibilização sobre a história e os desafios futuros do Quadrado de Trancoso. A exibição aberta contribui para <strong>fortalecer a relação da comunidade com seu patrimônio</strong>.</p>



<p>Fonte: Jornal Grande Bahia / Foto: ASCOM</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA TERAPIA DE CASAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/H_Hzjy9WBFY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/trancoso-sedia-pre-estreia-de-documentario-sobre-historia-cultura-e-futuro-do-distrito/">Trancoso sedia pré-estreia de documentário sobre história, cultura e futuro do Distrito</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Documentário resgata memórias das lavadeiras de Lençóis, destacando ancestralidade feminina e cultura local</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 17:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de resgatar e valorizar as histórias das mulheres que por gerações sustentaram suas famílias lavando roupas às margens do Rio Lençóis, na Chapada Diamantina, o documentário “Às Margens do Rio: Lavadeiras de Lençóis-Bahia” revela um rico universo de tradições, resistência e ancestralidade feminina. O projeto foi contemplado pelo Edital Paulo Gustavo Bahia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de resgatar e valorizar as histórias das mulheres que por gerações sustentaram suas famílias lavando roupas às margens do Rio Lençóis, na Chapada Diamantina, o documentário “Às Margens do Rio: Lavadeiras de Lençóis-Bahia” revela um rico universo de tradições, resistência e ancestralidade feminina.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O projeto foi contemplado pelo Edital Paulo Gustavo Bahia (PG 01/2023 – Produção Audiovisual), com apoio do Governo do Estado da Bahia e do Ministério da Cultura.</p>



<p>Idealizado e dirigido pela artista e pesquisadora Adriana Teles, conhecida artisticamente como Driamantina, o filme foi inspirado pela história de sua avó, Maria, lavadeira tradicional da região. “<em>Este documentário é mais que um registro histórico; é uma reconexão profunda com as nossas raízes, um encontro emocionante com a força das mulheres que carregam nas mãos e nas vozes a ancestralidade da nossa Lençóis</em>,” afirma Adriana Teles.</p>



<p>Produzido por Michele Nascimento, fotógrafa e produtora audiovisual, o documentário destaca a importância das lavadeiras, mulheres majoritariamente negras e trabalhadoras que, apesar de sua fundamental contribuição econômica e social, tiveram sua história invisibilizada. “<em>Recontar essa história é reconhecer essas mulheres que, por gerações, foram guardiãs silenciosas de uma tradição que precisa ser vista e valorizada. É um tributo necessário e um ato de reparação histórica. Valorizar o ofício de lavadeira é reconhecer o papel fundamental que essas mulheres desempenharam na sustentação de suas famílias e na construção da história de Lençóis</em>,” reforça Michele.</p>



<p>As gravações iniciaram em abril de 2025 em locais historicamente relevantes como o Parque Muritiba, casas das próprias lavadeiras e a comunidade quilombola Remanso. O documentário inclui entrevistas diretas com as protagonistas, promovendo um espaço de escuta ativa, valorização cultural e fortalecimento econômico através da participação de profissionais locais que têm laços diretos com as lavadeiras.</p>



<p>A produção conta ainda com a parceria de instituições como a Associação Grãos de Luz e Griô e a Escola Estadual Renato Pereira Viana, onde serão realizadas oficinas de fotografia para estudantes locais.<br>O lançamento e exibição pública do filme estão previstos para setembro de 2025, com atividades culturais e rodas de conversa em Lençóis, ampliando o diálogo comunitário e a acessibilidade através de legendas e intérprete de Libras.</p>



<p>O documentário também busca estabelecer conexões com outras iniciativas culturais da região, reforçando a economia criativa local e valorizando a identidade cultural Chapadeira.</p>



<p>Apoio de mídia: TV BAND BAHIA</p>



<p>Para mais informações e acompanhar o projeto:<br>Instagram: @doc.lavadeiras</p>



<p>Contatos:<br>• Lilibeth França (Assessoria): (71) 99953-2121<br>• ⁠Adriana Teles (Diretora Artística): (75) 99814-3202<br>• ⁠Michele Nascimento (Produção Executiva): (75) 9825-5172Crédito das imagens: Hury Ahmadi</p>



<p>Fonte: aldeia Nagô / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="&quot;OCASIONAL OU PATOLÓGICO? UMA VISÃO GERAL SOBRE USO DE SUBSTÂNCIAS E COMPORTAMENTOS DE JOGOS&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/w5kaTJaErpc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Escola de Dança da Funceb promove exibição de documentário e bate-papo com Inaicyra Falcão em Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 19:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBA)&#160;realiza na&#160;sexta-feira (23/05/2025), das&#160;10h30 às 12 horas, o&#160;2º Encontro Artístico-Pedagógico do Núcleo de Estudos em Dança Afro-Brasileiras – AGÔ, com programação gratuita e aberta ao público. A atividade acontecerá na&#160;Sala Cênica da Escola de Dança, em Salvador. O evento contará com a&#160;exibição do documentário “Inaicyra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A&nbsp;<strong>Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBA)</strong>&nbsp;realiza na&nbsp;<strong>sexta-feira (23/05/2025)</strong>, das&nbsp;<strong>10h30 às 12 horas</strong>, o&nbsp;<strong>2º Encontro Artístico-Pedagógico do Núcleo de Estudos em Dança Afro-Brasileiras – AGÔ</strong>, com programação gratuita e aberta ao público. A atividade acontecerá na&nbsp;<strong>Sala Cênica da Escola de Dança</strong>, em Salvador.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O evento contará com a&nbsp;<strong>exibição do documentário “Inaicyra Falcão”</strong>, da série&nbsp;<strong>Figuras da Dança</strong>, produzida pela&nbsp;<strong>São Paulo Companhia de Dança</strong>, seguida de uma&nbsp;<strong>conversa com a artista homenageada</strong>. A proposta é promover um diálogo sobre sua trajetória artística e acadêmica, que integra&nbsp;<strong>elementos da cultura afro-brasileira</strong>&nbsp;com processos contemporâneos de criação cênica.</p>



<p>O Encontro Artístico-Pedagógico tem como objetivo aprofundar reflexões sobre&nbsp;<strong>práticas educativas e estéticas</strong>&nbsp;ligadas às danças de matriz afro-brasileira. A ação faz parte da agenda formativa da Escola de Dança da Funceb e está vinculada ao compromisso da instituição com o&nbsp;<strong>reconhecimento das tradições negras</strong>&nbsp;na formação artística pública da Bahia.</p>



<p><strong>O Núcleo AGÔ</strong>, responsável pela organização do encontro, foi criado em&nbsp;<strong>2017</strong>&nbsp;pela professora&nbsp;<strong>Roquidélia Santos</strong>. Atua como espaço de pesquisa, memória e reflexão sobre as danças afro-brasileiras, alinhado às diretrizes da&nbsp;<strong>Política Estadual de Cultura (Lei Orgânica 12.365/2011)</strong>&nbsp;e da&nbsp;<strong>Lei Federal 11.645/2008</strong>, que obriga o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nos currículos escolares.</p>



<p>As ações do núcleo têm foco nos&nbsp;<strong>seminários interdisciplinares</strong>&nbsp;do Curso Técnico de Nível Médio em Dança, mas também se abrem à participação de&nbsp;<strong>docentes, artistas e pesquisadores</strong>&nbsp;interessados nas práticas e saberes de origem africana.</p>



<p><strong>Inaicyra Falcão</strong>, figura central do documentário exibido, nasceu em&nbsp;<strong>Salvador (BA)</strong>&nbsp;e possui uma trajetória reconhecida nas áreas de arte, educação e pesquisa. É&nbsp;<strong>cantora lírica</strong>,&nbsp;<strong>graduada em Dança pela UFBA</strong>,&nbsp;<strong>mestre pela Universidade de Ibadan (Nigéria)</strong>,&nbsp;<strong>doutora em Educação pela USP</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>livre-docente em Práticas Interpretativas pela Unicamp</strong>. Descendente de uma linhagem tradicional de matriz africana, é neta de&nbsp;<strong>Mãe Senhora do Ilê Axé Opô Afonjá</strong>&nbsp;e filha do artista e sacerdote&nbsp;<strong>Mestre Didi</strong>.</p>



<p>Fonte: Jornal Grande Bahia / Foto: Sidney Rochart</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="&quot;BREVE HISTÓRIA DO PODER MUNICIPAL EM IPIRÁ - BA (1855 - 2025)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/yjfCL991-EE?start=4838&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>O melhor documentário de 2025, até agora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 18:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[A Grã-Bretanha e a Blitz]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre haverá episódios sobre os quais pouco se sabe — ou sobre os quais não se sabe tudo — envolvendo a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A Segunda Guerra continua sendo o saco sem fundo da História, como ratifica “A Grã-Bretanha e a Blitz”, o documentário encomendado pela Netflix à 72 Films, braço da Fremantle especializado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre haverá episódios sobre os quais pouco se sabe — ou sobre os quais não se sabe tudo — envolvendo a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A Segunda Guerra continua sendo o saco sem fundo da História, como ratifica “A Grã-Bretanha e a Blitz”, o documentário encomendado pela Netflix à 72 Films, braço da Fremantle especializado em produções históricas e biografias. No decorrer dos 78 minutos, o público fica impressionado com a pesquisa minuciosa, aliada ao apuro estético, necessário para que se recuperassem cerca de oito mil horas de filmagens originais, sobre as quais foram reaplicados cores e som num esforço&nbsp; artesanal, mas que exige tecnologia de ponta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Rigorosa, a direção de Ella Wright prima por apresentar o ponto de vista de quem tomou parte na resposta da Grã-Bretanha aos incessantes bombardeios a Londres pela Luftwaffe, a força aérea da Alemanha nazista, entre 7 de setembro de 1940 e maio de 1941, massacre que resultou na morte de 43 mil moradores da capital inglesa e deixou feridos outros cinquenta mil. A sequência dos fatos,&nbsp; evidentemente, leva a crer que a reação dos londrinos há de ser o fio condutor da narrativa, porém até que venha o contra-ataque, Wright expõe o sofrimento de seus compatriotas, perdidos enquanto um líder pensava no que fazer.</p>



<p>Declarar-se guerra contra quem quer que seja nunca é uma decisão fácil, mas é, muitas vezes, a única decisão a se tomar, a fim de se evitar a desonra, que, conforme ensina Winston Churchill (1874-1965), primeiro-ministro do Reino Unido quando da Segunda Guerra, encarniça-se de um povo que não encampa as causas pelas quais se deve combater. Em muitas ocasiões, foi por meio de confrontos bélicos que a humanidade conheceu seus grandes heróis, homens e mulheres que se tornaram personalidades graças a uma atuação de coragem memorável ao longo de uma série de enfrentamentos entre exércitos. Edith Heap é uma dessas figuras, e não é sem motivo que Wright dedica-lhe tanto espaço.</p>



<p>Heap, uma técnica de controle aéreo da RAF, a força aérea britânica, converte-se numa narradora capaz de provocar emoções sinceras e inesperadas e guiar a atenção do espectador para os depoimentos dos moradores de East End, um dos bairros mais atingidos, bem como sublinhar a vacilação de Churchill diante da necessidade de abrir o metrô à classe operária, para que fugissem dos petardos, talvez seu maior equívoco, reparado, ainda que tardiamente e à custa de expedientes nebulosos — a série documental “Churchill em Guerra” (2024), de Malcolm Venville, esmiúça este e outros tantos momentos do duque de Marlborough, ou, como preferia em tempos de crise, Coronel Warden, seu codinome de guerra.</p>



<p>A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) fora a grande responsável por ratificar a hegemonia americana e os Estados Unidos se firmaram como a maior potência bélico-econômica do mundo desde então. Passados mais de vinte anos do fim da Grande Guerra, Churchill e gente comum feito Edith Heap fizeram do Reino Unido uma fortaleza tão inaudita quanto indevassável, depois de Neville Chamberlain (1869-1940) ter sido obrigado a abandonar o governo, em maio de 1940, para morrer de câncer no intestino seis meses depois, em 9 de novembro daquele ano. Como se vê, Deus tem mesmo seus preferidos.</p>



<p><strong>Filme:&nbsp;</strong>A Grã-Bretanha e a Blitz</p>



<p><strong>Diretor:&nbsp;</strong>Ella Wright</p>



<p><strong>Ano:&nbsp;</strong>2025</p>



<p><strong>Gênero: </strong>Documentário/Guerra</p>



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<p><strong>Por Giancarlo Galdino / Bula Conteúdo / Foto: Divulgação / Netflix<br></strong></p>



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