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	<title>doenca ocupacional |</title>
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	<title>doenca ocupacional |</title>
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		<title>Síndrome de burnout é doença ocupacional e gera direito a indenização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 03:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 3 de maio de 2026 A síndrome de esgotamento profissional (burnout), diretamente relacionada ao trabalho, pode ser enquadrada como doença laboral, conforme o artigo 20, II, da Lei 8.213/1991. Com esse entendimento, a&#160;1ª Turma do&#160;Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região&#160;(Grande São Paulo e interior paulista) reconheceu um caso de síndrome de burnout como doença [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 3 de maio de 2026</p>



<p>A síndrome de esgotamento profissional (burnout), diretamente relacionada ao trabalho, pode ser enquadrada como doença laboral, conforme o artigo 20, II, da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 8.213/1991</a>.</p>



<p>Com esse entendimento, a&nbsp;1ª Turma do&nbsp;<a href="https://ww2.trt2.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região</a>&nbsp;(Grande São Paulo e interior paulista) reconheceu um caso de síndrome de burnout como doença ocupacional e condenou um banco ao pagamento de indenização de R$ 50 mil por&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/tag/danos-morais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">danos morais</a>&nbsp;e pensionamento mensal vitalício, com possibilidade de revisão, para reparação de&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/tag/danos-materiais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">danos materiais</a>&nbsp;em favor de uma trabalhadora.</p>



<p>A autora da ação relatou ter adoecido em razão de um ambiente de trabalho com metas abusivas, jornadas prolongadas e pressão constante por resultados ao longo de quase 20 anos. Também foram apontadas situações de assédio moral, que causaram intenso sofrimento, com consequentes afastamentos previdenciários por transtornos depressivos e de ansiedade. A relatoria do caso no TRT-2 é do desembargador Willy Santilli.</p>



<p>Para o colegiado, uma vez comprovados o nexo causal e a conduta culposa do empregador, o dano moral é presumido (<em>in re ipsa</em>), dispensando-se prova específica do prejuízo.</p>



<p>Embora o laudo pericial tenha relativizado a condição da autora e a ligação da doença com as atividades profissionais, o magistrado destacou que o Judiciário não está vinculado às conclusões do perito. Com base em afastamentos previdenciários, relatórios médicos e nos elementos do próprio laudo pericial, que reconheceu na autora sintomas típicos do burnout, concluiu-se pela existência de nexo causal entre a atividade desempenhada e o adoecimento psíquico.</p>



<p>Uma das teses do banco para afastar a condenação era uma conclusão do perito de que a síndrome de burnout não está catalogada como uma doença mental pela Organização Mundial da Saúde. “Não pode, só esse fato, impedir seu reconhecimento como doença profissional, até porque […] a própria OMS relaciona a síndrome de esgotamento ou de burnout […] só com o trabalho”, respondeu o relator.</p>



<p>O colegiado fixou indenização por danos materiais na forma de pensão mensal correspondente a 100% da remuneração da empregada, considerando-se a redução de sua capacidade laboral e os custos de tratamento de saúde aos quais está submetida. O pagamento deverá ocorrer de forma contínua, com possibilidade de revisão durante a execução da medida.&nbsp;<em>Com informações da assessoria de imprensa do TRT-2.</em></p>



<p><strong>Processo 1000485-78.2025.5.02.0081</strong></p>



<p>Fonte: Conjur / <em>Corte garantiu a trabalhadora com burnout indenização por danos materiais e morais</em>/Foto:<em>Magnific</em></p>



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