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	<title>Dor |</title>
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	<title>Dor |</title>
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		<title>Congresso discute as múltiplas facetas da dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 19:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento será nos dias 2 e 3 de dezembro, das 18h às 21h, de forma on-line, pelo YouTube do Instituto Brasileiro de Neurociências Cognitiva e Comportamental (IBNCC) Por Analice Candioto* &#8211; Terça, 26 de novembro de 2024 Nos dias 2 e 3 de dezembro, das 18h30 às 21h, será realizado o&#160;9º Congresso Medicina da Dor: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O evento será nos dias 2 e 3 de dezembro, das 18h às 21h, de forma on-line, pelo YouTube do Instituto Brasileiro de Neurociências Cognitiva e Comportamental (IBNCC)</p>



<p>Por <a href="https://jornal.usp.br/author/analicevcandiotogmail-com/">Analice Candioto*</a> &#8211; Terça, 26 de novembro de 2024</p>



<p>Nos dias 2 e 3 de dezembro, das 18h30 às 21h, será realizado o&nbsp;<em>9º Congresso Medicina da Dor: As Múltiplas Facetas da Dor.</em>&nbsp;O evento conta com diversas palestras e apresentações de trabalhos sobre dor neuropática induzida por quimioterápicos, síndrome fibromiálgica, efeito do canabidiol na dor muscular, interação e isolamento social e seu efeito na dor e sofrimento psíquico, espiritualidade e o manejo da dor.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o congresso terá o sorteio de duas bolsas de 50% para a 8º turma da Especialização Interdisciplinar em Dor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).&nbsp;O evento é gratuito e a transmissão será no YouTube do Instituto Brasileiro de Neurociências Cognitiva e Comportamental (IBNCC), o primeiro dia,&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=E97axj9WAnM">neste link,</a>&nbsp;e o segundo,<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4Rk1ezr4NIs">&nbsp;aqui.</a>&nbsp;Os interessados podem fazer as inscrições<a href="https://sistemas.unifal-mg.edu.br/app/caex/inscricoes/">&nbsp;neste link.</a></p>



<p>A realização é da Faculdade de Medicina (FMRP) e da Escola de Enfermagem (EERP), ambas da USP de Ribeirão Preto, e universidades federais de Alfenas (Unifal-MG), de Brasília (UnB) e de São Carlos (UFSCar).</p>



<p>Mais informações pelo e-mail dor@ufscar.br.</p>



<p><em>*Estagiária sob supervisão de Rose Talamone</em></p>



<p>Fonte: Jornal USP / USP promove congresso sobre manejo da dor – Foto: Reprodução/Freepik</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DESTAQUES DO DIA !" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DGkgWlLsCx8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/congresso-discute-as-multiplas-facetas-da-dor/">Congresso discute as múltiplas facetas da dor</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Fibromialgia e Tratamento através da Cannabis Medicinal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 04:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quinta, 18 de julho de 2024 No Bate-Papo na City desta Quarta–feira (17 ) o nosso convidado é Ana Paula &#8211; Enfermeira e Bacharel em Direito nosso tema será: Fibromialgia e Tratamento através da Cannabis Medicinal O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo Facebook, Instagram e YouTube do Ipirá City, e pela rádio @ipirafm</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta, 18 de julho de 2024</p>



<p>No Bate-Papo na City desta Quarta–feira (17 ) o nosso convidado é <strong><em>Ana Paula &#8211; Enfermeira e Bacharel em Direito </em></strong>nosso tema será: <strong><em>Fibromialgia e Tratamento através da Cannabis Medicinal</em></strong></p>



<p>O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo <strong><em><a href="https://www.facebook.com/share/ViTBeV6fpcNrF9q7/" target="_blank" rel="noopener" title="">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/oficialipiracity/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=JOhVa1eALt8" target="_blank" rel="noopener" title="">YouTube</a></em> </strong>do Ipirá City, e pela rádio @ipirafm</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Fibromialgia e tratamento através da Cannabis Medicinal" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JOhVa1eALt8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Endometriose: dor incapacitante pode atrapalhar desempenho no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 05:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo norte-americano mostra que mulheres com endometriose perdem, em média, seis horas de produtividade no trabalho por semana Bethânia Nunes &#8211; Sexta, 8 de março de 2024 A endometriose é uma doença que atinge uma em cada dez mulheres no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Caracterizada pela proliferação do tecido endometrial fora do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Estudo norte-americano mostra que mulheres com endometriose perdem, em média, seis horas de produtividade no trabalho por semana</h2>



<p><a href="https://www.metropoles.com/author/bethania-nunes">Bethânia Nunes</a> &#8211; Sexta, 8 de março de 2024</p>



<p>A endometriose é uma doença que atinge uma em cada dez mulheres no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Caracterizada pela proliferação do tecido endometrial fora do útero, a condição causa dores intensas e irregularidade na menstruação, impactando a vida da mulher em vários aspectos, inclusive na carreira.</p>



<p>Um estudo da Academy of Managed Care Pharmacy, de 2017, chama atenção para a importância do diagnóstico e controle dos sintomas, bem como para a necessidade das empresas oferecerem acolhimento e alternativas de cuidado às funcionárias.</p>



<p>Os pesquisadores da organização norte-americana analisaram dados de aproximadamente 1,4 mil mulheres diagnosticadas com endometriose em 10 países, incluindo o Brasil. Segundo eles, uma mulher com endometriose perde, em média, seis horas de produtividade no trabalho por semana.</p>



<p>A conta dos pesquisadores levou em conta as faltas provocadas pela dor incapacitante e os momentos em que a paciente está trabalhando acometida pelos sintomas da endometriose.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Endometriose</h4>



<p>A <a href="https://www.metropoles.com/saude/endometriose-pode-virar-cancer-entenda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">endometriose</a> é uma doença genética, crônica e progressiva. O útero é revestido pelo endométrio, um tipo de tecido que é expelido do corpo conforme o ciclo menstrual. O diagnóstico ocorre quando o tecido cresce fora do útero, em regiões da cavidade abdominal, como os ovários e a bexiga.</p>



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<iframe title="Política, Gastos Públicos com Empresa de Advocacia e a CPI instalada no Município de Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/dN6YfQWdd9Q?start=6&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>A maioria das pacientes desenvolve a doença durante a puberdade e os sintomas se intensificam de forma progressiva com&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/5-dicas-aliviar-colicas-menstruais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cólica</a>&nbsp;persistente no período menstrual, dor nas pernas e ao evacuar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estima-se que 70% das pacientes com a doença sejam sintomáticas e tenham como principais sinais a cólica e a dor lombar”, afirma o ginecologista Luís Otávio Manes, especialista em endometriose.</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h4>



<p>De acordo com o médico, o diagnóstico da endometriose é feito tardiamente, levando em média 10 anos para ser realizado. Esse tempo tem impactos significativos na qualidade de vida das mulheres.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Faz com que elas passem por situações que afetam diretamente a produtividade no trabalho. Pesquisas recentes mostram que cerca de 70% das mulheres que têm endometriose acabam tendo algum tipo de problema no ambiente profissional e, na maioria das vezes, desenvolvem sintomas depressivos como ansiedade, alteração do humor e fadiga crônica”, relata.</p>
</blockquote>



<p>Em casos mais graves, a dor intensa pode ocasionar faltas ao trabalho por conta de consultas médicas, exames, cirurgias ou, simplesmente, pela incapacidade de realizar as tarefas devido aos sintomas.</p>



<p>A endometriose pode dificultar ainda a participação em treinamentos, viagens de trabalho e outras atividades importantes para o desenvolvimento profissional.</p>



<p>O diagnóstico precoce e o tratamento adequado ajudam a reduzir os sintomas e a melhorar a qualidade de vida das pacientes, o que se reflete na vida profissional.</p>



<p>“É necessário um esforço conjunto da sociedade, empresas e governo para garantir que as mulheres com a doença tenham acesso ao diagnóstico e tratamento adequados, além de um ambiente de trabalho inclusivo e livre de discriminação”, ressalta o especialista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Licença menstrual</h4>



<p>As empresas podem oferecer apoio às pacientes com a flexibilização da jornada de trabalho, possibilidade de trabalho remoto e licenças médicas para tratamento. “É importante conscientizar a sociedade sobre a endometriose e seus impactos, para que as mulheres com a doença sejam compreendidas”, avalia o ginecologista.</p>



<p>A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promulgou, na quarta-feira (6/3), a Lei Complementar nº 1.032/2024, que garante <a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/licenca-menstrual-servidoras-do-gdf-tem-direito-a-3-dias-de-atestado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“licença menstrual”</a> para servidoras públicas do Distrito Federal. O projeto de lei prevê o distanciamento do trabalho por até três dias consecutivos por mês em caso de “sintomas graves associados ao fluxo menstrual, após homologação pela medicina do trabalho ou ocupacional”.</p>



<p>Fonte: Metropoles / </p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/endometriose-dor-incapacitante-pode-atrapalhar-desempenho-no-trabalho/">Endometriose: dor incapacitante pode atrapalhar desempenho no trabalho</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Todo mundo sente dor da mesma forma? Especialista responde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 17:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo médico ortopedista, a dor é subjetiva e pode variar entre cada caso. Entenda como isso acontece Salvo exceções, todo ser humano sente dor – nas mais variadas intensidades, formas e locais. Por mais desconfortável que seja, este é um recurso de defesa do organismo. Mas será que todo mundo sente da mesma forma e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo médico ortopedista, a dor é subjetiva e pode variar entre cada caso. Entenda como isso acontece</p>



<p>Salvo exceções, todo ser humano sente dor – nas mais variadas intensidades, formas e locais. Por mais desconfortável que seja, este é um recurso de defesa do organismo. Mas será que todo mundo sente da mesma forma e intensidade? </p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/17.jpg" alt="" class="wp-image-86868" width="838" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/17.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/17-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></figure>



<p>Para começar, é fundamental entender o que é a dor. Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), ela é “uma experiência sensorial e <a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/sente-dor-durante-o-sexo-a-causa-pode-ser-emocional.phtml">emocional</a> desagradável associada ou descrita em termos de dano tecidual real, ou potencial”.</p>



<p>Além disso, ela é uma ferramenta fisiológica de alerta para ameaças à integridade física de um organismo. Isso porque auxilia na percepção de cada pessoa sobre a <a href="https://sportlife.com.br/saude/">saúde</a> do seu corpo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-afinal-o-desconforto-e-igual-para-todos"><strong>Afinal, o desconforto é igual para todos?</strong></h2>



<p>De acordo com o médico ortopedista Dr. Luiz Felipe Carvalho, a dor pode variar bastante entre pacientes. “Ela é sempre subjetiva, e todos aprendem a usar a palavra por meio de sua própria experiência”, diz o médico.</p>



<p>Em cada tipo, pode-se observar quatro propriedades, indica o especialista:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nocicepção, que pode detectar estímulos nocivos;&nbsp;</li>



<li>Percepção, que consiste na forma como o organismo sente os estímulos;&nbsp;</li>



<li>Sofrimento;&nbsp;</li>



<li>Comportamento.&nbsp;</li>
</ul>



<p>“Essas características estão sempre presentes na dor, mas variam de acordo com o tipo. Em proporções diferentes, no entanto, é necessário saber que existe um limite abaixo do qual nenhuma dor é sentida, chamado de limiar de percepção, e também existe um limite acima do qual a dor não pode ser sentida”, explica o ortopedista.</p>



<p>Segundo o médico, a dor torna-se insuportável quando ultrapassa o chamado limiar de tolerância.</p>



<p>Fonte: Saúde em dia</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="São João 2023 com a banda Xote de Anjo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/T7dxk2QOl-s?start=79&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/todo-mundo-sente-dor-da-mesma-forma-especialista-responde/">Todo mundo sente dor da mesma forma? Especialista responde</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Leitões de fêmeas que tiveram dor na gestação são mais agressivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 18:13:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dor na gestação pode afetar vida da prole devido à produção excessiva de hormônios como resposta a inflamações 24/06/2021 Por: Julio Bernardes Leitões nascidos de fêmeas suínas que tiveram dor durante a gestação causada por dificuldade de caminhar (claudicação) se mostraram mais agressivos, aponta pesquisa realizada na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="wp-block-heading">Dor na gestação pode afetar vida da prole devido à produção excessiva de hormônios como resposta a inflamações</h3>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>24/06/2021</p>



<p><strong>Por</strong>: Julio Bernardes</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p></p>



<p>Leitões nascidos de fêmeas suínas que tiveram dor durante a gestação causada por dificuldade de caminhar (claudicação) se mostraram mais agressivos, aponta pesquisa realizada na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP. O estudo constatou que os leitões, após o desmame, apresentavam maior número de lesões na pele decorrentes de agressões no grupo, além de peso reduzido, quando comparados com leitões paridos por fêmeas sem claudicação. De acordo com os pesquisadores, o trabalho demonstra que a fêmea que experimenta dor durante a gestação pode afetar a trajetória de vida da prole, devido à produção excessiva de hormônios como resposta a inflamações. A pesquisa é descrita em&nbsp;<a href="https://www.nature.com/articles/s41598-021-92507-2">artigo</a>&nbsp;publicado na revista&nbsp;<em>Scientific Reports</em>&nbsp;em 22 de junho.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>“A quantidade de hormônios produzidos por animais estressados pode modificar o sistema nervoso central, conforme demonstram trabalhos anteriores do nosso grupo de pesquisa”, afirmam o professor Adroaldo Zanella, da FMVZ, coordenador da pesquisa, e a pesquisadora Marisol Parada Sarmiento, que participou do estudo. “Animais em situações de elevado bem-estar conseguem amenizar o impacto negativo do estresse na prole. Porém, quando os sistemas adaptativos sofrem demandas exageradas pela dor crônica, representada pela claudicação, estes sistemas não são suficientes para ‘proteger’ os fetos, que acabam prejudicados por esse estresse.”</strong></p></blockquote>



<p>A claudicação afeta as fêmeas suínas em diferentes aspectos, principalmente pelo componente da dor, definida pela Associação Internacional do Estudo da Dor (Iasp) como uma experiência desagradável em termos emocionais e sensoriais associada a danos nos tecidos atuais ou potenciais. “Desta forma, as alterações nas fêmeas suínas que claudicam comprometem todas as esferas do bem-estar animal. A dor faz com que o animal não consiga acessar e competir pelos recursos, seu comportamento social se altera e o cuidado da prole se faz com menor atenção”, apontam os pesquisadores. “Uma fêmea que claudica então se encontra no risco de passar fome, sede, estresse social e sofrimento devido à condição de dor na qual se encontra.”</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/20210623_marisol-p93betx78eo1mmgvb3gnqjutp3jypuls8cwvg1gqpw.png?w=1200&amp;ssl=1" alt="Marisol Parada Sarmiento - Foto: Curriculum  Lattes" width="137" height="137" title="20210623_marisol"/><figcaption>Marisol Sarmiento – Foto: Lattes</figcaption></figure></div>



<p></p>



<p>Na pesquisa, que envolveu 22 fêmeas suínas gestantes e suas proles, os animais foram caracterizados utilizando-se uma avaliação visual da locomoção, que demonstra severidade do processo doloroso. “As fêmeas estudadas e caracterizadas com escore de claudicação severo apresentavam indicadores de dor”, relatam a pesquisadora e o professor da FMVZ. “Em animais, incluindo humanos, a alteração do processo de caminhar pode ser uma tentativa para reduzir a dor, ou seja, distribuindo o peso para outros membros, curvando a coluna vertebral, ou mesmo, em situações extremas, evitando apoiar o membro no chão.”</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/20210622_adroaldo-jose-zanella-p93bdv567jcfp1vdy6fgoamrpubdt1rprkrwoswb44.png?w=1200&amp;ssl=1" alt="Prof. Dr. Adroaldo José Zanella - Foto: Curriculum  Lattes" width="168" height="168" title="20210622_adroaldo-jose-zanella"/><figcaption>Adroaldo Zanella &#8211; Foto: FMVZ</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p>A avaliação feita pelos pesquisadores demonstrou que leitões que nasceram de fêmeas suínas que tiveram dor durante a gestação se mostraram mais agressivos. “Dois pesquisadores, não conhecedores do experimento, contaram lesões na pele dos leitões após o desmame, que ocorreu aos 28 dias”, destacam. “Encontramos que o peso no desmame foi reduzido e medidas que indicam medo foram diferentes em leitões filhos de fêmeas suínas com dor.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comportamento agressivo</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2021/06/20210622_porco.jpg?fit=1200%2C630&amp;ssl=1" alt=""/><figcaption>Sequência de imagens demonstra as fotografias obtidas de cada animal para a contagem de lesões de pele, que incluem vista lateral direita do corpo (A), parte interna da orelha e face direita (B), parte externa da orelha esquerda (C) e lateral esquerda do corpo (D) &#8211; Foto: Cedida pelo pesquisador</figcaption></figure>



<p>De acordo com Marisol e Zanella, os suínos são animais sociais e utilizam um complexo repertório de comportamentos para definirem a posição social no grupo. “O comportamento agressivo é um dos últimos recursos que utilizam, pela ocorrência de lesões e incertezas do resultado das brigas”, ressaltam. “Quando computamos os dados de dois avaliadores independentes, que contaram as lesões a partir de fotos, descobrimos que animais nascidos de fêmeas que mostraram dor se envolveram em um maior número de brigas.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>“Em resposta a situações de dor o organismo responde com a liberação de hormônios de estresse, como o cortisol e também citocinas inflamatórias, que têm um papel importante para a homeostase, ou seja, o equilíbrio do organismo”, apontam Marisol e o professor Zanella. “Porém, quando as concentrações excedem a capacidade do organismo de se ajustar a estas substâncias, elas podem prejudicar sistemas no cérebro, comprometendo neurônios, como o nosso grupo já demonstrou em suínos e ovinos.”</strong></p></blockquote>



<p>Segundo os pesquisadores, o papel das respostas inflamatórias exageradas, sem controle, está evidenciado, por exemplo, no agravamento dos casos de covid-19 em seres humanos. “Em um primeiro momento, a dor é muito ruim para a fêmea gestante pois afeta a sua habilidade de negociar o ambiente social, competir por recursos, entre tantas outras implicações”, observam. “Para a prole, a exposição ao ambiente uterino de um animal com respostas de estresse e dor, também com marcadores inflamatórios, mudou o comportamento dos leitões. Os animais se mostraram mais agressivos.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2021/06/20210623_leitao-.jpg?fit=1200%2C630&amp;ssl=1" alt=""/><figcaption>Suínos são animais sociais e utilizam um complexo repertório de comportamentos para definirem a posição social no grupo; comportamento agressivo é um dos últimos recursos que utilizam, pela ocorrência de lesões e incerteza do resultado das brigas – Foto: Ylvers – Pixabay</figcaption></figure>



<p>Suínos são animais sociais e utilizam um complexo repertório de comportamentos para definirem a posição social no grupo; comportamento agressivo é um dos últimos recursos que utilizam, pela ocorrência de lesões e incerteza do resultado das brigas – Foto: Ylvers – Pixabay</p>



<p>Tanto para suínos como para humanos a convivência social é muito importante, salientam os pesquisadores. “O nosso argumento é de que o comportamento da prole muda quando as mães experimentam dor durante a gestação. O impacto de condições que aumentem interações agressivas pode reduzir a produtividade em suínos e aumentar lesões e doenças”, afirmam. “Caso os efeitos sejam comparáveis em humanos, entendemos que relações sociais podem ser afetadas, porém esta comparação é muito difícil dada a complexa rede de interações que humanos experimentam durante a vida.”&nbsp;</p>



<p>A pesquisa foi realizada no Centro de Estudos Comparativos em Saúde, Sustentabilidade e Bem-estar, que integra o Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da FMVZ, coordenado pelo professor Zanella. Os dados de claudicação foram coletados pelo doutorando da FMVZ Thiago Bernardino de Almeida e avaliados por Marisol, também aluna de doutorado, que prossegue os estudos sobre o tema na Universidade de Teramo (Itália). Os testes de emocionalidade da prole foram feitos pela doutoranda da FMVZ Patrícia Tatemoto, e a análise estatística dos dados coletados teve o apoio de Gina Polo, que trabalha no Grupo de Pesquisa em Epidemiologia e Saúde Pública da Universidad de la Salle, na Colômbia. O estudo teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da empresa de genética Suína TOPGen e da Certified Humane, certificadora na área de bem-estar animal.</p>



<p><strong>Mais informações: e-mails adroaldo.zanella@usp.br, com o professor Adroaldo Zanella, e mparadasarmiento@unite.it, com Marisol Sarmiento</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/leitoes-de-femeas-que-tiveram-dor-na-gestacao-sao-mais-agressivos/">Leitões de fêmeas que tiveram dor na gestação são mais agressivos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>COS+TU-RA</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 18:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ângela Monize]]></category>
		<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Costura]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ângela Monize ( Portal Ipirá City) &#8211; Terça, 25 de agosto de 2020 Creio que achei um ponto.Talvez um ponto total nessa costura.Eu acho que achei um ponto…Achei onde dói!Andei procurando palavras para explicar a alguémcomo me sinto e dentre as palavras, houve umaafirmação. Houve, de mim, a afirmação de estar&#8220;vazia&#8221;.Eu pude entender que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ângela Monize ( Portal Ipirá City) &#8211; Terça, 25 de agosto de 2020</p>



<p><br>Creio que achei um ponto.<br>Talvez um ponto total nessa costura.<br>Eu acho que achei um ponto…<br>Achei onde dói!<br>Andei procurando palavras para explicar a alguém<br>como me sinto e dentre as palavras, houve uma<br>afirmação. Houve, de mim, a afirmação de estar<br>&#8220;vazia&#8221;.<br>Eu pude entender que é isso o que incomoda tanto.<br>Os meus olhos<br>Olhos rasos d&#8217;água<br>Olhos inteiros de água<br>Depois daquele momento morto<br>Onde encontra-se a verdade.<br>Sabe quando você<br>Ouve a verdade e ela dói!?<br>Bom, eu ouvi e reparei naquele momento morto.<br>Onde me enfiei pés<br>Mãos<br>Corpo.<br>Eu me enfiei naquele momento morto.<br>Aqueles meus olhos cansados…<br>Tristonhos…<br>Medonhos…<br>Medrosos.<br>Aqueles meus olhos que não gostam de ver as coisas<br>à neutralidade.<br>Não sei como eu me sinto.<br>As coisas sempre estão por via das dúvidas.<br>E esse ponto, talvez seja engano.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Nome da obra: COS+TU-RA &#8211; Autoria: Ângela Monize &#8211; Linguagem artística: Fenômeno Poético &#8211; Créditos à foto: Ângela Monize</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/costu-ra/">COS+TU-RA</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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