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	<title>educacao fisica |</title>
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	<title>educacao fisica |</title>
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		<title>Entre a profissão e a intimidade: vivências de profissionais de educação física lésbicas no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 15:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para se manterem empregadas, essas mulheres alteram suas posturas no dia a dia, como mostra estudo realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Por Antonio Carlos Quinto &#8211; Sábado, 19 de julho de 2025 As rotinas de profissionais de educação física, principalmente as(os) que trabalham de forma autônoma, como&#160;personal trainers, exigem dedicação, boa saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para se manterem empregadas, essas mulheres alteram suas posturas no dia a dia, como mostra estudo realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://jornal.usp.br/author/antonioquinto/">Antonio Carlos Quinto</a> &#8211; Sábado, 19 de julho de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">As rotinas de profissionais de educação física, principalmente as(os) que trabalham de forma autônoma, como&nbsp;<em>personal trainers</em>, exigem dedicação, boa saúde física e disposição para trabalhar em múltiplas jornadas. Para além disso, um estudo de doutorado realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP analisou os processos pelos quais as profissionais autônomas de educação física, assumidamente lésbicas, têm de negociar suas intimidades, posturas e comportamentos para sobreviverem de seus trabalhos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter" id="attachment_907067"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/07/20250702_mariaclara-300x300.jpg" alt="Mulher branca, cabelos curtos usando óculos redondos e trajando blusa estampada. Foto em preto e branco"/><figcaption class="wp-element-caption">Maria Clara Elias Polo, autora do estudo – Foto: Arquivo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa intitulada&nbsp;<a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6143/tde-04102024-153553/publico/PoloMCE_DR_R.pdf"><em>“Sapata sim. Às vezes… pra quê, né?” O negociar, o performar e o passar por de profissionais de educação física lésbicas</em></a>&nbsp;foi realizada pela professora de educação física Maria Clara Elias Polo, sob a orientação do professor José Miguel Nieto Olivar, da FSP da USP, e co-orientação da professora Yara Maria de Carvalho, da Escola de Educação Física e Esporte-EEFE, também da USP. “Eu analiso como essas profissionais negociam suas intimidades, suas sexualidades, a fim de se manterem economicamente equilibradas ou ‘empregadas’ enquanto pessoas jurídicas”, conta a pesquisadora em entrevista ao&nbsp;<strong>Jornal da USP</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo período de um ano, ela acompanhou a atuação de três profissionais de educação física lésbicas: uma&nbsp;<em>personal trainer</em>, uma professora de beach tênis e uma administradora de conteúdo. Isso no decorrer dos anos de 2022 e 2023. Devido à jornada múltipla de trabalho das profissionais, Maria Clara, que também assume ser lésbica, as acompanhou em diversas academias e instituições esportivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Munida de diários de campo, gravadores, aplicativos de celular e máquina fotográfica, Maria Clara realizou em seu estudo um experimento etnográfico-literário. “Foi possível observar uma gama de experimentos sofisticados produzidos pelas profissionais, os quais buscam isolar as questões que envolvem intimidade e lesbianidade de questões referentes às transações econômicas e atuação profissional”, descreve a pesquisadora.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Elas usam dispositivos como o ‘armário’ e o ‘passar por’ mulheres heterossexuais em determinadas situações.<br>Maria Clara Elias Polo</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">A vida laboral e os impactos no próprio corpo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Maria Clara conta que os horários de trabalho começam, em geral, por volta das 6 horas, se estendendo até as 23 horas ou mais, sem pausas para almoço ou refeições “fixas”, com deslocamentos contínuos, sem folgas em finais de semanas ou feriados. “Como se não bastasse essa ‘destruição do próprio corpo’, em termos físicos, há ainda as questões emocionais que as afetam. Por exemplo, o fato de terem de esconder diariamente suas emoções e sentimentos impacta negativamente a saúde mental dessas profissionais”, afirma a pesquisadora.</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/PODCAST-NOVOS-CIENTISTAS_17_ABRIL_AC_QUINTO.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Somada aos segredos relacionados aos afetos, dentre as regras que acabam sendo criadas por essas profissionais está a necessidade de se manter “feliz”. “Eu preciso estar feliz. Afinal, os alunos não nos pagam para nos verem tristes”, justifica Maria Clara, acrescentando que a condição “ser feliz enquanto trabalha” não se restringe apenas a profissionais de educação física, mas, também, para profissões que atuam com o público, ou atividades de provisão de cuidado (professoras, enfermeiras, cuidadoras…). Maria Clara exemplifica com falas das interlocutoras do estudo: “Não consigo motivar alguém a fazer atividades físicas estando, eu, desmotivada para tudo. Preciso, portanto, ser feliz o tempo inteiro”. Todas as profissionais fazem uso de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisadora, esse processo de adoecimento entre profissionais de saúde e/ou de educação física pode ser um dos efeitos do neoliberalismo contemporâneo, que incita essas profissionais a atuarem como “pessoas jurídicas”. “Esse processo de ‘pejotização’ tem influência, inclusive, no ‘assumir-se’ lésbica no ramo profissional. Elas optam pelo trabalho autônomo, visto que as regras impostas pela legislação trabalhista [CLT] são entendidas como desvantajosas se comparadas com a ‘liberdade’ da PJ. Ainda que, se existisse essa ‘liberdade’ projetada pelo sonho da pessoa jurídica, ninguém precisaria ‘esconder’ a própria identidade”, afirma Maria Clara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para resumir os achados da pesquisa, é possível notar duas questões que se entrecruzam: de um lado, o esforço das profissionais para separar os mundos “privado” e “público”, de aturar a autoridade de qualquer aluna ou chefe. “Mesmo que as emoções das interlocutoras se cruzem e se atropelem, existem contextos, trabalhos e relações em que elas não apenas ‘separam’ as emoções e os sentimentos, mas também os hiperdisciplinam, controlam os menores gestos, submetidos a uma lógica e uma economia de superexploração e de precariedade”, descreve Maria Clara. Por outro lado, ela explica que “em um mundo em que toda ‘crise’ se transforma em ‘crie’, no qual até a própria felicidade está a serviço da produtividade, há uma transferência de todo o fardo da incerteza do mercado&nbsp;<em>fitness&nbsp;</em>– a escassez de emprego, a remuneração precária, a insegurança estrutural de uma pessoa jurídica – para os próprios ombros”, finaliza a pesquisadora.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/07/20250702_ilustracao2.jpg" alt="Imagem: Retirada da pesquisa"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Retirada da pesquisa</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Pelo período de um ano, pesquisadora acompanhou a atuação de três profissionais de educação física lésbicas – <em>Foto: </em><a href="https://www.flickr.com/photos/fifacademy/40818248575/">Flickr</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/entre-a-profissao-e-a-intimidade-vivencias-de-profissionais-de-educacao-fisica-lesbicas-no-mercado-de-trabalho/">Entre a profissão e a intimidade: vivências de profissionais de educação física lésbicas no mercado de trabalho</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo utiliza a ginástica escolar para incluir e estimular crianças com dificuldades motoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2024 05:09:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Programa pedagógico-motor ativista é centrado em alunos com dificuldades motoras a partir do ensino da ginástica educacional; modelo se mostrou acessível para o ambiente escolar, podendo ser modificado Por Giulia Rodrigues Arte: Diego Facundini &#8211; Domingo, 20 de outubro de 2024 Durante a infância, algumas crianças podem apresentar dificuldades no desempenho de habilidades motoras. Essas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Programa pedagógico-motor ativista é centrado em alunos com dificuldades motoras a partir do ensino da ginástica educacional; modelo se mostrou acessível para o ambiente escolar, podendo ser modificado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por Giulia Rodrigues Arte: Diego Facundini &#8211; Domingo, 20 de outubro de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a infância, algumas crianças podem apresentar dificuldades no desempenho de habilidades motoras. Essas dificuldades podem ser observadas na prática de atividade física, como saltos, corridas e brincadeiras com bola ou mesmo em tarefas cotidianas, como amarrar o sapato, utilizar talheres e desenhar. Além do atraso no desenvolvimento motor, essa condição pode afetar aspectos sociais e psicológicos, tornando a criança vulnerável a desenvolver problemas como baixa autoestima e sentimento de inadequação.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="155" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/10/patroci-1.png" alt="" class="wp-image-135404" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/10/patroci-1.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/10/patroci-1-300x45.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/10/patroci-1-768x116.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para compreender como minimizar as desvantagens entre a participação de crianças com e sem dificuldades motoras em um programa de educação física, a pesquisadora da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP Érica Roberta Joaquim desenvolveu, durante sua tese de doutorado, um programa pedagógico-motor ativista. Centrado em alunos com dificuldades motoras a partir do ensino da ginástica educacional, o trabalho foi orientado pelo professor Luiz Eduardo Pinto Basto Tourinho Dantas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio do modelo pedagógico desenvolvido na tese, as crianças construíram colaborativamente o&nbsp;<em>Programa de Intervenção Pedagógico-Motor Ativista</em>&nbsp;(Pipma), no qual escolhiam e praticavam rolamentos, posições invertidas (parada de mãos e parada de cabeça), estrelas, saltos e equilíbrios (estático e dinâmico), sempre em parceria com a pesquisadora e com orientações adequadas de segurança.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/10/20241017_Erica-Roberta-Joaquim-300x300.jpg" alt="A pesquisadora Érica Joaquim tem cabelos longos, lisos e escuros" class="wp-image-816918"/><figcaption class="wp-element-caption">Érica Roberta Joaquim é mestre e doutora pela Escola de Educação Física e Esporte da USP &#8211; Foto: <a href="http://lattes.cnpq.br/5457438791453573">CV Lattes</a></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“A opção pela ginástica educacional foi percebida como uma escolha positiva. Como os desempenhos não eram díspares e todos estavam conhecendo suas possibilidades nessa prática corporal, as crianças com dificuldades motoras ficaram suficientemente confortáveis para experimentar os desafios, estabelecer suas metas e estipular seus critérios de sucesso ou fracasso”, afirma a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao término do estudo, foi possível identificar que os alunos com dificuldades motoras apresentaram progresso na aquisição das chamadas “habilidades gímnicas”, impactando positivamente em seu desenvolvimento global. Realizado na quadra de uma escola municipal, o programa se mostrou plenamente viável para o ambiente escolar e de fácil adaptação às particularidades de cada criança e dos locais de aplicação.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/10/20241017_PIPMA_Erica-Roberta-Joaquim_EEFE-USP2.jpg" alt="criança com dificuldade de mobilidade está sentada em uma carteira escolar na quadra da escola enquanto coloca moedas em um cofre" class="wp-image-816951"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">As tarefas incluíam colocar moedas no cofre, entrelaçar cubos com cordão e desenhar o caminho para avaliar a destreza manual – Foto: cedida pela pesquisadora</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Ginástica na escola</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O programa foi aplicado em uma escola municipal de Ensino Fundamental 1 (do 1º ao 5º ano), localizada no interior de São Paulo, que oferece ensino integral. Ao longo de 20 aulas, a implementação do programa contou com a participação de 12 crianças entre seis e sete anos, sendo que quatro delas apresentavam dificuldades motoras. Cada aula teve a duração de 50 minutos e ocorriam duas vezes por semana. Antes de iniciar o tempo de aprendizado, as crianças tinham dez minutos para brincar livremente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um diário de campo, a pesquisadora registrava os acontecimentos e reflexões de cada aula. Além disso, entrevistas semiestruturadas foram feitas com a professora pedagoga, o professor de educação física, as crianças com dificuldades motoras e seus responsáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seleção das crianças que participaram desse estudo se deu por meio de testes que avaliam o desenvolvimento motor, compostos por oito tarefas que avaliam três classes de habilidades diferentes. As tarefas incluíam colocar moedas no cofre, entrelaçar cubos com cordão e desenhar o caminho (destreza manual), pegar o saquinho de feijão e arremessá-lo no tapete (mirar e pegar), equilíbrio em uma perna só, caminhar nas pontas dos pés e saltar nos tapetes (equilíbrio).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do teste motor, a professora pedagoga e o professor de educação física preencheram uma lista de checagem sobre as atividades de vida diária desenvolvidas por cada criança, atribuindo para cada afirmação da lista uma classificação de desempenho qualitativo: “muito bem”, “bem”, “quase” e “nem perto”. A partir dessas informações, as crianças com dificuldades motoras foram identificadas. Para compor o grupo de intervenção unificado, os mesmos professores indicaram os alunos sem dificuldades, utilizando como critério a percepção do bom relacionamento entre as crianças (com e sem dificuldades).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crianças com dificuldades motoras</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para preservar suas identidades, as crianças que apresentavam dificuldades motoras foram chamadas no trabalho de Tom, Nic, Max e Tina. O programa foi pautado na ginástica educacional e seu processo de implementação possibilitou observar que, mesmo com dificuldades motoras, as crianças são capazes de aprender tarefas como: ponte de costas, vela, estrela, rolamento para frente e para trás (cambalhota), parada de mãos, parada de cabeça (ficar de ponta-cabeça) e salto sobre mesa, o que contribuiu para fortalecer sua autoconfiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora explica que a modalidade não é uma prática usual nas escolas, o que favorece uma certa igualdade no nível de desempenho entre os alunos durante o processo inicial, proporcionando um ambiente mais confortável para que todos se exponham.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, a implementação do programa possibilitou a emergência dos elementos críticos de construção colaborativa, agência e aprendizado. Cada elemento corresponde, respectivamente, às ações das crianças observadas ao longo das aulas e nas entrevistas: cooperação para decidir e realizar as atividades; demonstrações de ginástica para a família e prática fora das aulas para benefício próprio; aprendizado de tarefas até então desconhecidas e prestar ajuda para colegas nas aulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo de brincadeira livre realizado antes das aulas permitiu que a pesquisadora observasse como o campo de ação das crianças com dificuldades motoras mudaria ao longo do programa. Érica notou que a ginástica também passou a fazer parte desse tempo livre e as crianças passaram a dialogar mais e organizar as próprias brincadeiras em conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as entrevistas feitas com os professores e responsáveis sugeriram que o campo de ação individual das crianças com dificuldades motoras se modificou.&nbsp; “As mães de Max e Tina relataram que as crianças estavam brincando de coisas diferentes e subindo em locais onde antes não se arriscavam”, contou a pesquisadora.&nbsp;A pesquisadora também fala sobre a importância de direcionar a atenção para as crianças que apresentam dificuldades motoras, pois estas se encontram em desvantagem quanto às oportunidades de participação quando em grupo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Muitas crianças com dificuldades motoras nascem em famílias que desconhecem o significado de ter essas dificuldades e de como isso pode impactar a vida da pessoa. Essas crianças acabam por ser vistas apenas em suas expressões ‘defeituosas’ comparadas com crianças típicas. Isso faz com que experimentem uma vida isolada mesmo convivendo em grupos e compartilhando espaços sociais de aprendizado, já que não possuem as mesmas possibilidades de participação nesses espaços.”Érica Roberta Joaquim</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora discute ainda o problema do capacitismo: “Essas crianças devem ser mais fortalecidas e menos ‘curadas’ de suas ‘deficiências’; precisam se sentir prestigiadas e, para isso, necessitam, no processo interventivo institucionalizado, de professores que estejam olhando para elas como pessoas únicas, com desejos e metas próprias, para que assim possam perceber por si mesmas suas qualidades e potencialidades, não somente suas dificuldades”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo intitulado&nbsp;<em>Intervenção pedagógico-motora ativista em crianças com dificuldades motoras</em>&nbsp;está disponível no banco de teses da USP e pode ser acessado clicando&nbsp;<a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39136/tde-28032024-145434/publico/Erica_Roberta_Joaquim_Lago_corrigida.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Estagiária sob supervisão de Paula Bassi, da Seção de Relações Institucionais e Comunicação da EEFE. Editado por Tabita Said<br>**Estagiário sob supervisão de Moisés Dorado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Programa centrado em crianças com dificuldades motoras foi aplicado em uma escola municipal de Ensino Fundamental localizada no interior de São Paulo – Foto: cedida pela pesquisadora<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="QUAL A NOVA CONFIGURAÇÃO POLÍTICA PARA 2026 DEPOIS DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/x0HfVHqzYhI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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		<title>Após debate sobre registro , Cref se manifesta por &#8220;profissionais qualificados na carreira de professor de educação física</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 16:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Cref]]></category>
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		<category><![CDATA[PSOL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sexta-feira, 30/08/2024 &#8211; 11h40 Por&#160;Redação Um projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Hilton Coelho (PSOL), na Assembleia Legislativa da Bahia, propôs que fosse opcional o registro no Conselho Regional de Educação Física (Cref) para o exercício de docência da educação física na Bahia&#160;(veja aqui)&#160;. A proposição que ainda será analisada pelas comissões e pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sexta-feira, 30/08/2024 &#8211; 11h40</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Redação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Hilton Coelho (PSOL), na Assembleia Legislativa da Bahia, propôs que fosse opcional o registro no Conselho Regional de Educação Física (Cref) para o exercício de docência da educação física na Bahia&nbsp;<a href="https://www.bahianoticias.com.br/noticia/295692-al-ba-vai-avaliar-lei-que-torna-dispensavel-registro-no-cref-para-exercicio-da-carreira-de-professor-de-educacao-fisica?t=1725018732940" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(veja aqui)</a>&nbsp;. A proposição que ainda será analisada pelas comissões e pelo plenário da AL-BA, ainda deve ser votada pelos parlamentares, antes de entrar em vigor.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="573" height="293" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/oficicar.png" alt="" class="wp-image-130212" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/oficicar.png 573w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/oficicar-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 573px) 100vw, 573px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Após a repercussão da matéria, o&nbsp; Conselho Regional de Educação Física da Bahia &#8211; 13ª Região (Cref) se pronunciou sobre a temática e indicou que profissionais qualificados sejam os responsáveis por orientar crianças que tem primeiros contatos com exercícios físicos nas escolas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É crucial que as crianças, ao terem o primeiro contato com a prática de exercícios</p>



<p class="wp-block-paragraph">físicos e atividades relacionadas à saúde, sejam orientadas por profissionais qualificados. Reforçamos que contamos com mais de 20 mil profissionais registrados em todo o estado, que se dedicam continuamente ao aprimoramento técnico e ao cumprimento das normas legais”, disse a entidade por meio de nota ao Bahia Notícias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização explicou ainda que tem atuado em toda a Bahia para que somente profissionais de Educação Física formados e registrados ocupem os cargos de professor, principalmente nas escolas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="786" height="255" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-1-2.gif" alt="" class="wp-image-130211"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Em todo o estado, o CREF13/BA tem trabalhado para assegurar que apenas profissionais de Educação Física formados e registrados ocupem esses espaços, especialmente nas escolas. No primeiro semestre de 2024, mais de 22 editais foram impugnados pela Justiça Federal, que reconhece nossa atuação conforme a lei”, afirmou o conselho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa do deputado, o PL citou que a legislação obrigava os docentes de educação física, tirando a autonomia dos professores. Além disso, o projeto diz que a obrigatoriedade gerou uma série de processos, os quais teriam desvalorizado a profissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Lei nº 9.696, de 1 de setembro de 1998, que regulamenta a Profissão de Educação Física, exige o registro e o pagamento da anuidade ao Conselho Regional como requisito para o exercício da profissão. Há uma aparente antinomia, ocasionando decisões judiciais que desfavorecem os professores de educação física que cumprem com os requisitos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, mas não estão registrados ou estão inadimplentes com a anuidade do conselho”, disse o documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O objetivo de nossa proposta é facultar à professora e professor de Educação Física se filiar ou não ao Conselho Regional de Educação Física, visto que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional não prevê nenhuma obrigatoriedade de filiação a órgãos reguladores da profissão, e esse também é o entendimento do Conselho Nacional de Educação, garantindo, portanto, o exercício efetivo da docência. Esta é uma reivindicação da classe. É fundamental considerarmos o impacto financeiro dessa obrigatoriedade sobre os docentes que integram uma das categorias de menor remuneração no país”, afirmou Hilton Coelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia Noticias / Foto: Divulgação / UNIFAE<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="AO VIVO: VALENTE X COITÉ I JOGO DE VOLTA I INTERMUNICIPAL 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/TssEvYxQU7s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/apos-debate-sobre-registro-cref-se-manifesta-por-profissionais-qualificados-na-carreira-de-professor-de-educacao-fisica/">Após debate sobre registro , Cref se manifesta por “profissionais qualificados na carreira de professor de educação física</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Educação física: ausência de condições estruturais impede a manutenção de um projeto pedagógico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 18:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[educacao fisica]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[projeto pedagogico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Walter Roberto Correia, embora benéfica à saúde e às relações interpessoais, a disciplina ainda é negligenciada por muitos profissionais da educação Por Julio Silva*. -Domingo, 18 de agosto de 2024 Apesar de existir há quase 150 anos no Brasil, a disciplina de Educação Física ainda sofre com problemas nas escolas, ao passo que muitos professores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segundo Walter Roberto Correia, embora benéfica à saúde e às relações interpessoais, a disciplina ainda é negligenciada por muitos profissionais da educação</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/EDUCACAO-FISICA_JULIO-SILVA.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://jornal.usp.br/author/julio-silva/">Julio Silva*</a>. -Domingo, 18 de agosto de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de existir há quase 150 anos no Brasil, a disciplina de Educação Física ainda sofre com problemas nas escolas, ao passo que muitos professores da área sofrem com a falta de políticas públicas para o investimento em equipamentos e espaços adequados para o ensino da matéria. Segundo levantamento do Instituto Península, cerca de 80% dos docentes brasileiros dessa disciplina já precisaram desembolsar dinheiro do próprio bolso para arcar com os custos de equipamentos utilizados nas aulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o professor Walter Roberto Correia, da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, a Educação Física está dentro da escolarização básica e obrigatória e é um dos componentes curriculares mais tradicionais da história da educação, que surgiu no século 19, atravessou o século 20, e chega aos dias atuais previsto tanto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), quanto pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como um componente que faz parte desse projeto educacional.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized" id="attachment_72399"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/20170310_01_walterroberto.png" alt="" class="wp-image-72399" style="width:141px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Prof. Walter Roberto Correia</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Escolarização</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o especialista, todo componente curricular deve comportar um conjunto de intenções e conteúdos, por isso a Educação Física tem como objetivo sistematizar experiências práticas e conteúdos relativos ao universo da Cultura Corporal de Movimento. Ele afirma que, apesar de existirem demandas específicas, essa disciplina busca ofertar uma experiência comum a todos os cidadãos que têm a oportunidade de passar pelo sistema de ensino brasileiro. Essa experiência, segundo ele, é caracterizada pela inclusão e baseia-se no contato com as experiências e práticas corporais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então podemos incluir os jogos, as brincadeiras, as modalidades esportivas, as ginásticas, as manifestações rítmicas e também as atividades circenses, as lutas e os exercícios. E inclui-se também algo muito importante que nós denominamos como conhecimentos e cuidados com o corpo e com o movimento do corpo humano. Todavia, nós sabemos que na sociedade as oportunidades não são ofertadas de maneira democrática, então, ao menos nas escolas as pessoas conseguem essa oportunidade”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, ter o contato com as práticas corporais dentro de um processo de escolarização é diferente de tê-lo em uma academia, praça pública, clube ou em um condomínio, por exemplo. Ele afirma que tudo que existe dentro da escola, em tese, também existe fora dela, mas quando as práticas corporais adentram o ambiente educacional, ocorre não apenas a experiência do movimento, mas também um processo de organização, seleção, problematização e dimensão crítica ligada ao conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então o basquete, a capoeira, todos esses exercícios serão oportunizados na escola como experiência, mas nós temos que agregar também o conhecimento. Então além do movimento, a leitura na educação física é algo importante, assim como a escrita, a pesquisa, o debate, as atividades extracurriculares de visitação a instituições. Além de tudo isso, uma chave importante é o diálogo com outras disciplinas”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transdisciplinaridade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista ressalta que a Educação Física possui uma grande capacidade de ser trabalhada juntamente a outros componentes curriculares das escolas e, devido a isso, é capaz de auxiliar na integração de alunos com outros estudantes, com os docentes e com os funcionários das escolas, de modo que consiga gerar um ambiente pacífico e inclusivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Corpo e movimento, segundo Correia, é um dos temas mais ricos em termos de interdisciplinaridade e transdisciplinaridade, uma vez que pode ser discutido, por exemplo, com a dimensão do meio ambiente, do lazer, da economia, da arte, da tecnologia e da política. “Quando estão dentro da escola, a Biologia, Química, Física, Matemática, Língua Portuguesa, assim como a própria Educação Física, são objetos culturais. Tudo que existe na escola em tese existe também fora dela, então o intuito é agregar conhecimento a esses objetos culturais e transformar a experiência não-escolarizada em uma experiência escolar”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dificuldades</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Correia, os professores de Educação Física costumam sofrer da mesma falta de políticas públicas e reconhecimento que aflige o professorado brasileiro de maneira geral. Para ele, não há uma experiência histórica no sistema educacional brasileiro de políticas públicas que passe uma mensagem clara de que educação é prioridade e que a docência é uma categoria social que merece sinalização de relevância por parte do poder público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o especialista, ainda faltam melhores condições materiais, financeiras e pedagógicas para a docência e, por causa disso, é possível observar a dificuldade de manter políticas públicas de longo prazo. Essa ausência de condições estruturais de apoio impedem a manutenção de um projeto pedagógico que possa gerar os resultados necessários do ponto de vista de uma educação de qualidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reformas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Correia, algumas propostas de alteração nos currículos escolares, como a reforma do Ensino Médio, geram impactos negativos no ensino da Educação Física, uma vez que negligenciam e reduzem a profundidade de conteúdo desse componente curricular. Para o professor, caso o intuito dessas reformas seja aprimorar a qualidade do ensino, o objetivo deveria ser o investimento em estrutura e formação de profissionais ao invés de grandes alterações curriculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o docente, muitos membros do sistema educacional brasileiro ainda restringem a atuação dessa disciplina a apenas simples práticas de modalidades esportivas. Ele alerta, porém, que apesar de esse componente ser extremamente benéfico para o corpo, a saúde é multifatorial e problemas relacionados a ela não são resolvidos com algumas aulas da disciplina, ainda mais quando são ofertadas em quantidades pequenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A formação e licenciatura em Educação Física precisa ser pensada para fazer uma disciplina cada vez mais plural, com mais diversidade, inclusão e espaço para a ampliação do conhecimento. Com todo poder e riqueza que essa disciplina tem, eu me pergunto como ainda há pedagogos, diretores, supervisores de ensino e outros membros do sistema educacional que ainda tem a capacidade de negligenciá-la no currículo”, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Estagiário sob supervisão de Marcia Avanza e Cinderela Caldeira</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Uso de dicas verbais na Educação Física facilitam o aprendizado de habilidades motoras – Foto: <a href="https://www.freepik.com/free-photo/happy-children-enjoying-their-gym-class_17539133.htm/">Freepik</a><br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>A importância da longevidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 05:03:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá]]></category>
		<category><![CDATA[educacao fisica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 7 de novembro de 2023 O Bate-Papo na City desta terça-feira (07) receberá o Gabriel Dias &#8211; Bacharel em Educação Física O tema a ser abordado será : A importância da longevidade, o Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo Facebook e YouTube do Ipirá City, pela @radiowebipiracity e pela rádio @ipirafm Siga o nosso&#160;Instagram, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Terça, 7 de novembro de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Bate-Papo na City desta terça-feira (07) receberá o Gabriel Dias &#8211; Bacharel em Educação Física</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema a ser abordado será : <strong>A importância da longevidade</strong>, o Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo Facebook e YouTube do Ipirá City, pela <a href="https://www.instagram.com/radiowebipiracity/?hl=pt">@radiowebipiracity</a> e pela rádio <a href="https://www.instagram.com/ipirafm/?hl=pt">@ipirafm</a></p>



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<p class="wp-block-paragraph">Obs.: Caso o ganhador seja de fora do município de Ipirá, os custos do envio pelos correios será exclusivamente do ganhador. EXTREMAMENTE NECESSÁRIO SEGUIR TODAS AS REGRAS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">#ipira #portalipiracity #longevidade #educacaofisica #profissionaisdesaude #saude</p>



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