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	<title>educação indígena |</title>
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	<title>educação indígena |</title>
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		<title>SEC convoca 106 novos professores para a Educação Indígena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 21:30:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) publica, no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (22), a convocação de mais 106 candidatos selecionados no resultado final do Processo Seletivo Simplificado Edital SEC/SUDEPE nº 03/2025 na função de professor indígena, em caráter emergencial, pelo Regime Especial de Direito Administrativo (REDA), para a entrega de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) publica, no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (22), a convocação de mais 106 candidatos selecionados no resultado final do Processo Seletivo Simplificado Edital SEC/SUDEPE nº 03/2025 na função de professor indígena, em caráter emergencial, pelo Regime Especial de Direito Administrativo (REDA), para a entrega de documentação. Incluindo essa nova chamada, a SEC já convocou 271 educadores para a Educação Indígena. A homologação do resultado final da seleção pública se deu no último 12 de junho e foi publicada no Portal da Educação (<a href="http://www.ba.gov.br/educacao">www.ba.gov.br/educacao</a>).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os candidatos convocados deverão enviar, entre 25 de agosto e 5 de setembro, os documentos digitalizados, listados no edital, para o correio eletrônico&nbsp;<a href="mailto:ingressocpm.sec@enova.educacao.ba.gov.br">ingressocpm.sec@enova.educacao.ba.gov.br</a>, para análise preliminar a ser realizada pela Coordenação de Provimento e Movimentação. Os aprovados para o interior do Estado deverão comparecer nas sedes dos Núcleos Territoriais de Educação (NTE), munidos da documentação (em original e fotocópia), no citado período, no horário das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h. O candidato que não atender a presente convocação, na forma e prazo determinado, seja qual for o motivo alegado, perderá o direito ao ingresso na referida função temporária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os documentos solicitados estão o diploma registrado do curso de Licenciatura Plena, expedido por Instituição de Ensino Superior em situação regular no cadastro do Ministério da Educação (MEC), para ingresso na Classe 1, nível A; o diploma registrado do curso de Licenciatura Plena Intercultural em Educação Indígena, expedido por instituição de Ensino Superior em situação regular no cadastro do MEC, para ingresso na Classe 2, nível A; e titulação de nível médio com formação em Magistério Indígena ou formação em nível médio na modalidade normal ou equivalente para ingresso na Classe A, nível 1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais documentos – a exemplo de títulos obtidos no exterior revalidados no Brasil, se for o caso; carteira de identidade, CPF, certidão de nascimento ou de casamento, se for o caso; número de conta corrente do Banco do Brasil; título de eleitor e ato de exoneração ou do requerimento no ato da posse para o candidato que ocupe cargo, emprego ou função pública inacumulável – deverão ser entregues por todos os convocados. Além destes e outros discriminados no edital, os aprovados para as Escolas Indígenas deverão apresentar documentos específicos, como a autodeclaração de sua identidade étnica indígena e declaração de reconhecimento dessa identidade por parte do grupo de origem, expedida por líderes da comunidade (caciques e conselheiros da aldeia) onde funciona a unidade escolar na qual deverá exercer as suas atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: SEC- BA / Foto ilustrativa: Luiz Carrera</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COMO GERAR RIQUEZA COM AS LEIS DE INCENTIVO A CULTURA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/R0ToBK35SH8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=http://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-08/2338/sec-convoca-106-novos-professores-para-educacao-indigena&amp;title=SEC%20convoca%20106%20novos%20professores%20para%20a%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Ind%C3%ADgena" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://twitter.com/intent/tweet?text=SEC%20convoca%20106%20novos%20professores%20para%20a%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Ind%C3%ADgena+http://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-08/2338/sec-convoca-106-novos-professores-para-educacao-indigena" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://wa.me/?text=http://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-08/2338/sec-convoca-106-novos-professores-para-educacao-indigena" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.linkedin.com/sharing/share-offsite/?url=http://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-08/2338/sec-convoca-106-novos-professores-para-educacao-indigena" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="mailto:?subject=SEC%20convoca%20106%20novos%20professores%20para%20a%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Ind%C3%ADgena&amp;body=http://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-08/2338/sec-convoca-106-novos-professores-para-educacao-indigena" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-08/2338/sec-convoca-106-novos-professores-para-educacao-indigena#"></a><a href="javascript:window.print()"></a></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/sec-convoca-106-novos-professores-para-a-educacao-indigena/">SEC convoca 106 novos professores para a Educação Indígena</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Cursos em educação indígena oferecidos pelo MEC vão atender 3,5 mil estudantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 19:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informações sobre os programas da Capes para a formação de professores foram apresentadas em encontro nacional A vertente equidade dos programas Formação de Professores da Educação Básica (&#160;Parfor&#160;) e Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (&#160;Pibid&#160;) atenderá 3.540 estudantes e profissionais em cursos relacionados à educação indígena. Os dados foram apresentados pela diretora de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Informações sobre os programas da Capes para a formação de professores foram apresentadas em encontro nacional</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vertente equidade dos programas Formação de Professores da Educação Básica (&nbsp;<a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-basica/parfor" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Parfor&nbsp;</a>) e Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (&nbsp;<a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-basica/pibid/pibid">Pibid&nbsp;</a>) atenderá 3.540 estudantes e profissionais em cursos relacionados à educação indígena. Os dados foram apresentados pela diretora de Formação de Professores da Educação Básica da CAPES, Marcia Serra Ferreira, ao participar do Encontro Nacional Escolar Indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 7.642 vagas do&nbsp;<a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-basica/parfor-equidade">Parfor Equidade&nbsp;</a>, 2.412 foram preenchidas pela área de pedagogia e licenciatura intercultural indígena. No Pibid Equidade, das 5.016 bolsas, 1.128 foram destinadas à educação indígena. Essas ações são executadas pela CAPES em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (Secadi/MEC) e fazem parte do&nbsp;<a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/encontre-aqui/paises/multinacional/programa-de-desenvolvimento-academico-abdias-nascimento">Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento&nbsp;</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Parfor Equidade, em um total de 63 submissões para a oferta de pedagogia e licenciatura intercultural indígena, 51 foram propostas de cursos novos. “Esse resultado demonstra a capacidade de indução do programa para a criação de cursos nas instituições de ensino superior”, ressaltou a diretora.<a href="https://agenciagov.ebc.com.br/capes/pt-br/media/imagem_dentro/INTERNA1_DEBENCONTROEDUCACAOINDIGENA.jpg"></a>Imagem: Paulo Wirikiwaiwai, de Oriximiná (PA), participou da formação ofertada pelo Parfor (Teodoro Gomes &#8211; CGCOM/CAPES)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizado pelo Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena, o encontro reuniu, na última terça-feira, 17 de dezembro, em Brasília, representantes das instituições públicas, como os ministérios da Educação e dos Povos Indígenas, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e instituições de ensino superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcia Ferreira mostrou a história da CAPES, destacou as atividades de formação de professores da educação básica e apontou alguns desafios, como a ampliação de ações para atender às demandas específicas e o fortalecimento de parcerias com as secretarias estaduais e municipais de Educação e o governo federal. “Também precisamos acompanhar o percurso formativo dos participantes, monitorar os efeitos nos currículos escolares e na formação de professores, e garantir orçamento para a manutenção e a ampliação dos programas”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do Parfor Equidade e do Pibid Equidade é formar professores em licenciaturas específicas e pedagogos para atendimento das redes públicas e comunitárias que têm educação escolar indígena, quilombola&nbsp;e do campo, educação especial inclusiva e educação bilíngue para surdos. Os cursos são oferecidos pelas instituições de ensino superior federais ou comunitárias.<a href="https://agenciagov.ebc.com.br/capes/pt-br/media/imagem_dentro/INTERNA2_DEBENCONTROEDUCACAOINDIGENA.jpg"></a>Imagem: Maria da Conceição de Araújo Santos, do povo indígena Tabajara, em Lagoa de São Francisco (PI), está no Parfor Equidade (Teodoro Gomes &#8211; CGCOM/CAPES)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presente no encontro em Brasília, Paulo Wirikiwaiwai, de Oriximiná (PA), participou da formação ofertada pelo Parfor e hoje leciona na própria comunidade indígena onde nasceu. “O programa nos ajudou a saber como atuar de acordo com a nossa realidade. Nos trouxe muitos aprendizados e hoje tenho a oportunidade de repassar o que aprendi para os alunos indígenas”, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra participante, Maria da Conceição de Araújo Santos, do povo indígena Tabajara, em Lagoa de São Francisco (PI), está no Parfor Equidade no curso de Licenciatura Intercultural Indígena oferecido pelo Instituto Federal do Piauí, a 40 km de sua cidade. Professora das séries iniciais do Ensino Fundamental há 25 anos, leciona em escola que tem cerca de 100 alunos indígenas. “O programa vai me ajudar a levar para a sala de aula várias práticas e projetos para melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem, principalmente para que o estudante passe a ter mais reforço escolar”, relata.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).<br>(Brasília – Redação CGCOM/CAPES)<br>A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CGCOM/CAPES</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Teodoro Gomes &#8211; CGCOM/CAPES</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/parfor-e-pibid-terao-3-5-mil-alunos-em-educacao-indigena" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/parfor-e-pibid-terao-3-5-mil-alunos-em-educacao-indigena</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ANGÉLICA SODRÉ:CORAGEM E FÉ NOS PASSOS DE UMA IPIRAENSE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/RYis7YBMzO4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://facebook.com/sharer.php?text=%C3%89%20not%C3%ADcia%20na%20AG%C3%8ANCIA%20GOV&amp;u=https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202412/parfor-e-pibid-terao-3-5-mil-alunos-em-educacao-indigena" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://twitter.com/intent/tweet?text=%C3%89%20not%C3%ADcia%20na%20AG%C3%8ANCIA%20GOV:%20https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202412/parfor-e-pibid-terao-3-5-mil-alunos-em-educacao-indigena" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://t.me/share/url?url=https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202412/parfor-e-pibid-terao-3-5-mil-alunos-em-educacao-indigena&amp;text=%C3%89%20not%C3%ADcia%20na%20AG%C3%8ANCIA%20GOV:%20Cursos%20em%20educa%C3%A7%C3%A3o%20ind%C3%ADgena%20oferecidos%20pelo%20MEC%20v%C3%A3o%20atender%203,5%20mil%20estudantes"></a><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=%C3%89%20not%C3%ADcia%20na%20AG%C3%8ANCIA%20GOV%0a%0aAcesse%20o%20link:%20https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202412/parfor-e-pibid-terao-3-5-mil-alunos-em-educacao-indigena"></a><a href="https://www.linkedin.com/shareArticle?mini=true&amp;url=https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202412/parfor-e-pibid-terao-3-5-mil-alunos-em-educacao-indigena&amp;title=Cursos%20em%20educa%C3%A7%C3%A3o%20ind%C3%ADgena%20oferecidos%20pelo%20MEC%20v%C3%A3o%20atender%203,5%20mil%20estudantes&amp;summary=Informa%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20os%20programas%20da%20Capes%20para%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20de%20professores%20foram%20apresentadas%20em%20encontro%20nacional&amp;source=Ag%C3%AAncia%20Gov" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/cursos-em-educacao-indigena-oferecidos-pelo-mec-vao-atender-35-mil-estudantes/">Cursos em educação indígena oferecidos pelo MEC vão atender 3,5 mil estudantes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo da Bahia fortalece a Educação Indígena com novos investimentos no valor de R$ 1,1 milhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 18:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma série de ações implementadas pelo Governo da Bahia, através da Secretaria da Educação do Estado (SEC), vem fortalecendo a cultura dos povos originários nas escolas estaduais. São investimentos na construção, ampliação e modernização das escolas; valorização do magistério indígena, a partir da contratação de novos professores e coordenadores pedagógicos; sanção do projeto de lei [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><br>Uma série de ações implementadas pelo Governo da Bahia, através da Secretaria da Educação do Estado (SEC), vem fortalecendo a cultura dos povos originários nas escolas estaduais. São investimentos na construção, ampliação e modernização das escolas; valorização do magistério indígena, a partir da contratação de novos professores e coordenadores pedagógicos; sanção do projeto de lei que moderniza a carreira desses profissionais; e aporte de mais de R$ 1,1 milhão para a execução do projeto Tecendo Saberes Ancestrais, que destaca a contribuição histórica dos povos originários e promove a educação ambiental, a interação cultural e as práticas esportivas nas escolas.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="http://estudantes.educacao.ba.gov.br/sites/default/files/imagecache/Album_Foto_Main_Colorbox/midiateca/fotos/2024/indio5.jpg"><img decoding="async" src="http://estudantes.educacao.ba.gov.br/sites/default/files/imagecache/Album_Foto_Main/midiateca/fotos/2024/indio5.jpg" alt="" title=""/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fotos: Claudionor Jr.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de estar alinhado às diretrizes curriculares nacionais e à Lei Federal n° 11.645/08 – que torna obrigatório o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas unidades de ensinos Fundamental e Médio -, o projeto contribui para a formação de cidadãos indígenas conscientes e críticos, comprometidos com a preservação de sua cultura e com o desenvolvimento sustentável. “O projeto se configura como uma iniciativa transformadora, com o potencial de gerar impactos positivos e duradouros na vida dos estudantes indígenas e em suas comunidades”, reforça a diretora de Educação dos Povos e Comunidades Tradicionais da SEC, Poliana Reis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Colégio Estadual Indígena de Coroa Vermelha, em Santa Cruz de Cabrália, os estudantes organizam a Feira Nordestina, que culminará, nesta sexta-feira (21), com o Arraiá da Sustentabilidade. Este evento combina tradições culturais com práticas sustentáveis, marcando o encerramento do primeiro semestre letivo em toda a rede estadual de ensino. Os alunos estão pesquisando tradições juninas e incorporando conteúdos das tradições indígenas, promovendo atividades de literatura, música, gastronomia e dança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora pedagógica Verônica Santos Pataxó explica que a Feira Nordestina busca valorizar os vários elementos que compõem a identidade e as manifestações culturais e artísticas indígena e nordestina. &#8220;O evento traz temáticas que têm intencionalidades: nossos estudantes se percebem nessas múltiplas identidades, sem deixar de ser Pataxó”. A iniciativa promove o protagonismo dos jovens na formação de seu processo identitário e humano. A estudante e líder de classe, Rhauany Andrade Costa, de 17 anos, destaca a importância de “zelar e enaltecer a Região Nordeste, dando visibilidade à identidade e à cultura de todos os nove estados”. Ela também participa do Projeto Ambiental, que há dois anos promove o plantio de mudas de árvores na escola, uma forma de combater o desmatamento e conscientizar sobre a importância da natureza para a identidade indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Tecendo Saberes Ancestrais -* O projeto trabalha com quatro eixos voltados à interdisciplinaridade e fortalecimento cultural nas escolas indígenas, promovendo os Jogos Estudantis Indígenas em todo o Estado, aprofundando os conhecimentos sobre os estados do Nordeste e a contribuição dos povos indígenas na história da região com a Feira Nordestina das Escolas Indígenas (FNEI). Além disso, a proposta é incentivar a preservação e a educação ambiental nas comunidades indígenas, por meio do Programa Florescendo o Amanhã: Educação Ambiental nas Escolas Indígenas da Bahia, assim como as brincadeiras tradicionais, com o Escola Indígena em Movimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: gov.ba / Fotos: Claudionor Jr.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A esperança nos move" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/xe2DT3egD_c?start=1958&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>MEC busca mais dados sobre educação indígena, quilombola e ribeirinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 13:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seminário reúne especialistas visando políticas públicas mais eficazes O Ministério da Educação (MEC) quer adaptar suas metodologias estatísticas de forma a obter e incluir cada vez mais dados sobre a situação do ensino em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas no Censo Escolar. Com os dados, a pasta quer criar políticas públicas que deem mais equidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Seminário reúne especialistas visando políticas públicas mais eficazes</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Educação (MEC) quer adaptar suas metodologias estatísticas de forma a obter e incluir cada vez mais dados sobre a situação do ensino em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas no Censo Escolar. Com os dados, a pasta quer criar políticas públicas que deem mais equidade à educação pública do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o propósito de debater esse e outros temas correlatos, envolvendo modalidades de ensino e temáticas educacionais, teve início nesta terça-feira (12), em Brasília, o seminário Dados para Quê? – Formulação, Financiamento, Monitoramento e Avaliação da Equidade Educacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro, que segue até esta quarta-feira (13), conta com a colaboração do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e da representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficha de matrícula -Durante a abertura do evento, o presidente do Inep, Manuel Palácios, destacou que a principal fonte de dados sobre os estudantes é a ficha de matrícula, mas que há muitos dados faltantes. “Esse talvez seja o principal problema que a gente enfrenta para a obtenção de dados sobre as populações que são objeto de políticas específicas por conta de uma situação vulnerável”, explicou Palácios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8.jpg" alt="" class="wp-image-86859" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Se queremos saber quem são os nossos estudantes e melhor caracterizar a sua situação, a solução é obter dados mais completos. Isso é relevante para definirmos o perfil dos beneficiários de políticas específicas”, acrescentou ao lembrar que quem conduz esses registros são as secretarias de Educação municipais e estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas lacunas que, segundo ele, tornam difícil uma produção de informação, podem ser resolvidas, por exemplo, com um “cuidado maior” na produção de dados na ficha de matrícula. “Precisamos apostar também no registro correto e adequado do Censo Escolar, a partir de um trabalho junto com os nossos secretários e diretores das escolas, para que esses dados cheguem sem lacunas até o Inep”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele classificou como desafios extremamente relevantes o acesso às escolas indígenas e o acesso em especial às escolas ribeirinhas localizadas de forma dispersa no Norte do país. “No caso das escolas indígenas, há uma grande discussão sobre como lidar com a avaliação de uma maneira que seja atenta às especificidades. É um desafio muito grande trabalhar com o português como segunda língua na avaliação do processo de alfabetização, e lidar também com a língua específica indígena”, argumentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a secretária Executiva do MEC, Izolda Cela, é imperativo o MEC ter uma articulação permanente com os entes federativos, uma vez que a avaliação dos dados sobre aprendizagem são “uma síntese valiosa que mede a qualidade da nossa entrega”, além de oferecer o acesso a informações que possibilitam a preparação de políticas e intervenções adequadas.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, Zara Figueiredo, reiterou que o Inep tem “excelência na produção de dados”, mas defendeu que “é hora de aperfeiçoarmos nossos indicadores”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“De algum modo, precisamos pensar naquilo que tenho chamado de dados daqueles que subiram a rampa [com o presidente Lula] em 1º de Janeiro. Aqueles grupos representam o que a gente é. Precisamos de dados que nos apontem caminhos para formularmos correções de rumo; para monitorarmos e retroalimentarmos nossas políticas. É preciso dar cor, gênero, textura, regionalidade aos dados, de forma a possibilitar que eles expressem efetivamente esses grupos e as políticas voltadas a eles”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil </p>



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