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	<title>Eleitor |</title>
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	<title>Eleitor |</title>
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		<title>Pré- candidato  Thiago do Vale fala sobre as expectativas para o próximo pleito eleitoral e a importância do eleitor no processo eleitoral 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 06:23:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quarta, 24 de julho de 2024 O pré-candidato a prefeito de Ipirá pelo PSD, Thiago do Vale, foi o convidado do Bate Papo na City do Ipirá City no último dia 11 de julho. A pauta foi eleição 2024, foi abordado diversos assuntos, dentre eles a expectativa da eleição 2024 e a importância do eleitor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta, 24 de julho de 2024</p>



<p>O pré-candidato a prefeito de Ipirá pelo PSD, Thiago do Vale, foi o convidado do Bate Papo na City do Ipirá City no último dia 11 de julho. A pauta foi eleição 2024, foi abordado diversos assuntos, dentre eles a expectativa da eleição  2024 e a importância do eleitor participar do processo eleitoral.</p>



<p>Confira o vídeo abaixo:</p>



<p>Minutagem: a partir do minuto:17:00, confira também na íntegra toda entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ipirá: debatendo e ouvindo a população" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DtYsZwFhesA?start=3414&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Democracia, moradia e planejamento urbano: o que o eleitor quer quando pensa nessas pautas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 16:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Série de quatro matérias mostra o que a democracia pode proporcionar à população em diversas áreas Faltam menos de 3 meses para o dia em que mais de 150 milhões de eleitoras e eleitores irão às urnas eletrônicas escolher representantes que ocuparão as prefeituras e câmaras municipais pelos próximos quatro anos. Nas Eleições Municipais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Série de quatro matérias mostra o que a democracia pode proporcionar à população em diversas áreas</p>



<p>Faltam menos de 3 meses para o dia em que mais de 150 milhões de eleitoras e eleitores irão às urnas eletrônicas escolher representantes que ocuparão as prefeituras e câmaras municipais pelos próximos quatro anos. Nas Eleições Municipais de 2024,&nbsp;<a href="https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2024/Janeiro/brasilia-e-fernando-de-noronha-nao-participam-do-pleito-eleitoral-de-2024">Distrito Federal, Fernando de Noronha (PE)</a>&nbsp;e Zona ZZ (que reúne o eleitorado que vota no exterior) não participam do pleito.&nbsp;</p>



<p>Desde a semana passada, o portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publica a série “O que o eleitor quer quando pensa em democracia?”. As primeiras publicações trataram de&nbsp;<a href="https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2024/Julho/democracia-e-saude-o-que-o-eleitor-quer-quando-pensa-nesses-temas">saúde</a>&nbsp;e de&nbsp;<a href="https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2024/Julho/democracia-e-educacao-o-que-o-eleitor-quer-quando-pensa-sobre-esses-assuntos">educação</a>. Nesta terceira matéria, confira as demandas do eleitorado quando o assunto é moradia e planejamento urbano.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-0">Moradia: muito além de um teto e quatro paredes&nbsp;</h3>



<p>O direito à habitação está na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 e na&nbsp;<a href="https://www.tse.jus.br/legislacao/codigo-eleitoral/constituicao-federal/constituicao-da-republica-federativa-do-brasil">Constituição Federal de 1988</a>. Segundo o artigo 6º da Carta Magna, a moradia é um direito social e encontra base na dignidade da pessoa humana, um dos fundamentos da República.&nbsp;</p>



<p>Virgínia Machado, professora e mestra em Direito Público, explica que a ideia de direito à moradia ultrapassa o fato de apenas se ter uma casa para morar. “É ter uma casa digna, em local seguro e que tenha aparelhamento urbano necessário, como saneamento básico e fornecimento de serviços públicos como saúde, segurança, transporte e iluminação coletiva”.&nbsp;</p>



<p>Além disso, ela explica que as políticas públicas devem ser construídas considerando-se todos os fatores que envolvem esse direito social, entre os quais estão programas governamentais, população de rua e uso do solo, por exemplo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-1">Sonho interrompido</h3>



<p>De acordo com os dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no final de 2023, a maior parte da população do país (64,6%) vive em imóveis próprios e quitados.&nbsp;</p>



<p>Em 2021, a operadora de telemarketing Ericka dos Santos conquistou esse sonho ao comprar um apartamento no Jardim Céu Azul, bairro do município de Valparaíso de Goiás (GO), que fica no&nbsp;entorno do Distrito Federal (DF). Antes, ela morava com os pais&nbsp;na região administrativa de Santa Maria, no DF.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.tse.jus.br/imagens/fotos/serie-o-que-o-eleitor-quer-quando-pensa-em-democracia-ericka-dos-santos-16-07.2024/@@images/1e2b154f-455a-46d8-bdda-89f09f7d186c.jpeg" alt="Série: O que o eleitor quer quando pensa em democracia? - Ericka dos Santos - 16.07.2024" title="Série: O que o eleitor quer quando pensa em democracia? - Ericka dos Santos - 16.07.2024"/></figure>



<p>Contudo, com a chegada das chuvas, descobriu que a rua que dá acesso ao local onde fica seu apartamento é atingida com fortes enxurradas. “Eu não consigo sair de casa enquanto a água não desce por toda a rua. Não posso sair de carro, nem mesmo pegar ônibus. Fico ilhada”, conta.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Segundo Ericka, quando comprou o apartamento, seu foco principal estava na realização do sonho da casa própria. Por isso, acabou não pesquisando sobre o local. Apesar do problema com as enxurradas, ela destaca&nbsp;a boa localização como um ponto positivo do empreendimento: “Tenho praça, posto de polícia, ponto de ônibus e até hospital próximos”, afirma.&nbsp;</p>



<p>Para ela, as eleitoras e os eleitores precisam votar nas candidatas ou nos candidatos que fizerem as melhores propostas para a mudança dessa realidade. “É preciso ver quem está preocupado com o que é bom para a população e determinado a resolver os problemas mais urgentes”, conclui.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-2">Atribuição de prefeitos e vereadores&nbsp;</h3>



<p>O professor de Recursos Hídricos do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) Paulo Canedo explica que as enxurradas ocorrem por conta de alguns fatores.&nbsp;</p>



<p>Além das fortes chuvas causadas pela poluição e pelas mudanças climáticas, há, ainda, as modificações na superfície do solo provocadas pela&nbsp;urbanização mal planejada. “Onde a natureza absorve a água da chuva, e essa água poderia infiltrar e correr superfície abaixo, ela tem a geometria alterada pela urbanização que não leva em conta essa função do solo. Portanto, a população acaba sofrendo com esse problema”, afirma.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O professor explica que o uso do solo é atribuição municipal, salvo quando se trata de região metropolitana (vários municípios interligados). Nesse último&nbsp;caso, é formado um colegiado composto pelo governador do estado e pelos prefeitos das localidades afetadas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Com a união dos administradores nas esferas municipal e estadual, é criada, então, uma Zona de Interesse Metropolitano (ZIM). “Toda ZIM tem sobrenome. No caso de enxurradas, por exemplo, seria uma ZIM para drenagem”, complementa o docente.&nbsp;</p>



<p>Já os vereadores devem atuar, segundo Canedo, como fiscais do Executivo local. Paulo ressalta que isso deve ser de conhecimento da eleitora e do eleitor, para que eles saibam de quem devem cobrar a aplicação de boas políticas públicas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-3">Planejamento do uso do solo</h3>



<p>Ele também alerta que as enxurradas, além de promoverem inundações, alagamentos e erosão no solo, podem fragilizar as moradias instaladas na localidade atingida. Como solução, ele afirma que não é necessário retirar os moradores da região. De acordo com o especialista, essa medida, que é mais drástica, só ocorre em algumas exceções.&nbsp;</p>



<p>Porém, para mitigar eventuais prejuízos, a prefeitura deve mapear as zonas de risco e aplicar medidas para a convivência da população com as características do local, conforme indicam as legislações ambientais.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Preservar a função natural dos solos, evitando-se longos caminhos asfaltados e concretados, deixar áreas com vegetação para que a água possa infiltrar e criar pequenas retenções superficiais de água para forçar a infiltração no solo” são exemplos, afirma.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-4">Caso de Porto Alegre (RS)&nbsp;</h3>



<p>As enchentes de maio, em Porto Alegre (RS), por exemplo, deveriam ter sido contidas pelos diques (espécie de parede de terra de cerca de três metros para impedir que a água avance para dentro da cidade), pelo muro e pelo restante do sistema de drenagem, formado pelas casas de bombas e as comportas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Entretanto, na avaliação do professor, além da aplicação efetiva de medidas prévias, também é necessária a manutenção dos sistemas. “Esse sistema precisa ser fiscalizado para estar íntegro. Faltou manutenção por anos, e ele não funcionou como deveria”, observa Canedo.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-5">Acessibilidade: uma questão de autonomia&nbsp;</h3>



<p>Se, por um lado, a falta de planejamento urbano afeta o direito de ir e vir de muitos cidadãos quando chove, por outro, significa uma luta diária para as pessoas com deficiência. É o que conta o artista plástico Marcelo Cunha, de 54 anos. Ele ficou tetraplégico aos 21, após se acidentar em uma cachoeira. Hoje, faz parte da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, já fez obras para as Paralimpíadas de 2016, é formado em Publicidade e Propaganda e pós-graduado em Artes Visuais.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Atualmente, o artista mora em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ), onde tem um ateliê. Ele também é escritor e, para exercer essa função,&nbsp;usa um equipamento em seus óculos. Com a ferramenta, Marcelo&nbsp;consegue enviar comandos para o computador e para o&nbsp;celular ao piscar os olhos e movimentar a cabeça.&nbsp;</p>



<p>Em agosto, irá lançar o livro “Aceitar é preciso&nbsp;–&nbsp;um relato de fé, superação e resiliência”. Nos seus escritos, ele compartilha com as leitoras e os leitores relatos sobre a&nbsp;falta de acessibilidade nas ruas. “A nossa liberdade esbarra nessas obras que não nos permitem ter uma autonomia completa e uma vida de conquistas. Pelo menos, essa é a minha realidade”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.tse.jus.br/imagens/fotos/serie-o-que-o-eleitor-quer-quando-pensa-em-democracia-marcelo-cunha-16-07.2024/@@images/91561878-2695-4c7f-9768-f1f8863644f4.jpeg" alt="Série: O que o eleitor quer quando pensa em democracia? - Marcelo Cunha - 16.07.2024" title="Série: O que o eleitor quer quando pensa em democracia? - Marcelo Cunha - 16.07.2024"/></figure>



<p>Marcelo lembra que morava em Jacarepaguá e diariamente enfrentava ruas com buracos, calçadas desniveladas e acessos com degraus. As dificuldades o obrigavam a se locomover no asfalto, disputando espaço com veículos e quebra-molas. O artista plástico conta, inclusive, que já se acidentou na rua. “A roda bateu em um buraco que havia no final da rampa, e eu fui ao chão”, lembra.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“A gente tem uma acessibilidade pela metade. Nas imediações do centro [do Rio de Janeiro], não existe. Eu vejo obras recentes e antigas feitas de forma inadequada e calçadas sem rampas de acessibilidade. Eu dependo dessas adequações, mas não posso contar com elas. Quando preciso ir a uma exposição, por exemplo, preciso me locomover até chegar lá. Nem sempre tem alguém que possa me levar. Quero me locomover com a liberdade que todo mundo tem”, diz.&nbsp;</p>



<p>“Se isso não existir, corre o risco de a pessoa se fechar no seu mundo, ficar somente em casa”, ressalta Marcelo Cunha.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-6">Direitos da pessoa com deficiência&nbsp;</h3>



<p>Valéria Ribeiro, advogada especialista em Políticas Públicas, que também é uma pessoa com deficiência, ressalta que os direitos dessa parcela da população são assegurados pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, das Nações Unidas, e pela&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm">Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI/Estatuto da Pessoa com Deficiência &#8211; Lei nº 13.146/15</a>). Em seu artigo 53, a LBI dispõe que a “acessibilidade é direito que garante à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social”.&nbsp;</p>



<p>Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD/IBGE) de 2022, há, no Brasil, cerca de 18,6 milhões de pessoas de dois anos ou mais com&nbsp;algum tipo de deficiência.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A pesquisa mostra, ainda, que esse percentual cresce com o avanço da idade. Em 2022, 47,2% das pessoas com deficiência tinham 60 anos ou mais. Em relação às dificuldades investigadas, a mais declarada foi a de andar ou subir degraus (3,4%).&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-7">Como tornar as cidades mais acessíveis?&nbsp;</h3>



<p>Por isso, segundo Valéria, a inclusão fortalece a democracia e permite que a sociedade, como um todo, exerça plenamente seus direitos. “É importante conhecer o programa de governo dos candidatos e verificar quais ações são direcionadas à proteção dos direitos e das garantias constitucionais da pessoa com deficiência. Ainda, depois de eleito o candidato, é necessário que a população fiscalize sua atuação, cobre as medidas elencadas nos programas e fortaleça o controle social”, afirma.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A advogada cita algumas melhorias que devem ser feitas nas ruas para garantir acessibilidade: “Manter calçadas planas e sem obstáculos de qualquer tipo, aplicar piso tátil direcional em calçadas e edifícios, implantar rampas de acesso às calçadas e sinalização sonora e visual em faixas de pedestre e em semáforos, adaptar frotas e pontos de acesso a transportes coletivos para que estejam na mesma altura da entrada e construir guias de sarjeta, conforme determina a&nbsp;<a href="https://www.caurn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/ABNT-NBR-9050-15-Acessibilidade-emenda-1_-03-08-2020.pdf">NBR-9050</a>&#8220;.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.tse.jus.br/imagens/fotos/serie-o-que-o-eleitor-quer-quando-pensa-em-democracia-valeria-ribeiro-16-07.2024/@@images/3f63e206-fb64-4c6a-aa64-fdd3cdcb3636.jpeg" alt="Série: O que o eleitor quer quando pensa em democracia? - Valéria Ribeiro - 16.07.2024" title="Série: O que o eleitor quer quando pensa em democracia? - Valéria Ribeiro - 16.07.2024"/></figure>



<p>De acordo com Valéria Ribeiro, ao prefeito cabe atender às regras da LBI de forma planejada. Ao vereador, no âmbito de sua competência, cabe apresentar leis que tratem de regras e obrigações nesse campo, bem como formar grupos de pressão junto à municipalidade para que os requisitos legais de acessibilidade sejam obedecidos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>A série</strong></p>



<p>A série “O que o eleitor quer quando pensa em democracia?” realça a importância da democracia para o debate de ideias e o surgimento de propostas para melhorias nas áreas da saúde, da educação, da moradia e, por fim, da eleição de candidatas e candidatos aos cargos de prefeito e vereador com propostas factíveis. Na quinta-feira (18), será publicada a última matéria da série.  </p>



<p>Fonte: TSE / Foto: TSE</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A mulher como protagonista no mercado de trabalho" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/8Sxr0zJcyhU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/democracia-moradia-e-planejamento-urbano-o-que-o-eleitor-quer-quando-pensa-nessas-pautas/">Democracia, moradia e planejamento urbano: o que o eleitor quer quando pensa nessas pautas?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Eleitor de Ciro busca novidade na Presidência e critica polarização, aponta Datafolha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 13:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro]]></category>
		<category><![CDATA[Eleitor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As observações constam em pesquisa qualitativa feita pelo Datafolha com um grupo de homens e mulheres de diferentes regiões do país e de variadas ocupações, graus de escolaridade e idade. SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Eleitores do candidato do PDT a presidente, Ciro Gomes, entendem que tanto o ex-presidente Lula (PT) quanto o presidente Jair [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As observações constam em pesquisa qualitativa feita pelo Datafolha com um grupo de homens e mulheres de diferentes regiões do país e de variadas ocupações, graus de escolaridade e idade.</p>



<p><strong>S</strong>ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Eleitores do candidato do PDT a presidente, Ciro Gomes, entendem que tanto o ex-presidente Lula (PT) quanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) já tiveram suas chances no mais cargo do país e que é preciso um novo nome no posto para melhorar de fato a situação do país.</p>



<p>As observações constam em pesquisa qualitativa feita pelo Datafolha com um grupo de homens e mulheres de diferentes regiões do país e de variadas ocupações, graus de escolaridade e idade.</p>



<p>A pesquisa foi feita na última quarta-feira (22) e contou com 11 entrevistados que se declaram eleitores do pedetista.</p>



<p>Segundo o instituto, os eleitores participantes também mencionaram como motivação para o voto o histórico do candidato em relação a acusações de corrupção e sua experiência em cargos públicos.</p>



<p>Há citações também a propostas do presidenciável na área econômica, como alterar a política de preços da Petrobras.</p>



<p>Também sobraram críticas para o comportamento de Bolsonaro enquanto chefe de Estado, especialmente em relação ao decoro no cargo. O grupo analisado, porém, se dividiria entre o candidato à reeleição e o petista em um eventual segundo turno sem Ciro.</p>



<p>Os eleitores ouvidos se mostraram convictos no voto, sem intenção de trocar de candidato nas vésperas do primeiro turno.</p>



<p>A campanha de Lula tenta desidratar o eleitorado de Ciro para liquidar a eleição já no próximo domingo (2), defendendo o chamado &#8220;voto útil&#8221;.</p>



<p>Na mais recente pesquisa do Datafolha, o pedetista marcou 7% das intenções de voto, bem atrás dos dois primeiros colocados, Lula (tem 47%) e Bolsonaro, que está com 33%.</p>



<p>O pedetista é alvo de críticas de apoiadores do PT, que o veem como linha auxiliar do bolsonarismo pelo tom de ataques a Lula.</p>



<p>No grupo pesquisado pelo Datafolha, ainda há esperança de que o pedetista consiga ir para o segundo turno. Um eleitor ouvido diz que vota em Ciro &#8220;independente de ele ganhar ou não&#8221;.</p>



<p>Diferentemente da pesquisa quantitativa, como a de intenção de voto, a qualitativa tem como objetivo se aprofundar em percepções de um grupo restrito de entrevistados que possam mostrar tendências de comportamento de determinado segmento da sociedade. A pesquisa não representa o total de eleitores.</p>



<p>No grupo pesquisado, eleitores se ressentem da crise econômica vivida no país e da gestão do atual governo durante a pandemia do coronavírus. Mas há elogios a iniciativas da gestão Bolsonaro como o reajuste do Auxílio Brasil e a redução dos tributos sobre os combustíveis.</p>



<p>O Datafolha também ouviu os eleitores sobre pontos negativos do pedetista. Houve menções a arrogância e &#8220;baixo autocontrole&#8221; do presidenciável.</p>



<p>A maioria dos ouvidos votou em 2018 em Ciro e pretende votar novamente neste domingo.</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Alice Portugal - Dep. Federal - PC do B" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2ZVI8IMFtB4?start=1501&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/eleitor-de-ciro-busca-novidade-na-presidencia-e-critica-polarizacao-aponta-datafolha/">Eleitor de Ciro busca novidade na Presidência e critica polarização, aponta Datafolha</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Eleições 2022: o que mudou na cabeça do eleitor brasileiro desde 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 17:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Eleitor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mariana Schreiber &#8211; @marischreiber Da BBC News Brasil em Brasília Segunda, 25 de julho de 2022 Violência, pobreza, corrupção, serviços precários de saúde e educação: todos são problemas graves que afetam a vida de grande parte dos brasileiros, mas qual deles está mais presente na cabeça do eleitor quando ele entra na cabine de votação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list"><li>Mariana Schreiber &#8211; @marischreiber</li><li>Da BBC News Brasil em Brasília</li></ul>



<p>Segunda, 25 de julho de 2022</p>



<p>Violência, pobreza, corrupção, serviços precários de saúde e educação: todos são problemas graves que afetam a vida de grande parte dos brasileiros, mas qual deles está mais presente na cabeça do eleitor quando ele entra na cabine de votação pode ser determinante para os rumos da eleição presidencial.</p>



<p>Pesquisas da ciência política indicam que na maioria das vezes é o bolso que tem maior peso na decisão de voto, explica à BBC News Brasil Daniela Campello, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pesquisadora do Wilson Center em Washington, think tank sediado nos Estados Unidos.</p>



<p>Foi essa realidade que levou o estrategista político americano James Carville a cunhar a máxima &#8220;é a economia, estúpido!&#8221; para explicar a esperada derrota — que se confirmou — do então presidente dos Estados Unidos, o republicano George H. W. Bush, na sua tentativa de reeleição em 1992. Naquele momento, o país passava por uma crise econômica e quem acabou eleito foi o democrata Bill Clinton.</p>



<p>Levantamentos realizados na campanha brasileira de 2018, porém, mostram que aquela foi uma eleição diferente.</p>



<p>Há quatro anos, eleitores entrevistados por institutos de pesquisa respondiam que a corrupção era o maior problema do Brasil. Naquele momento, os partidos políticos tradicionais estavam fragilizados pelo impacto da Lava Jato, mega operação que revelou grandes desvios de recursos na Petrobras durante o governo da petista Dilma Rousseff (2011-2016).</p>



<p>Segundo Antônio Lavareda, presidente do conselho científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), aquela foi, no jargão da ciência política, uma &#8220;eleição crítica&#8221;, ou seja, fora da curva, o que abriu espaço para um candidato radical, Jair Bolsonaro, romper a antiga polarização entre PT e PSDB.</p>



<p>&#8220;Havia crise econômica, polarização ideológica e um fato super importante: a Lava Jato. A operação decidiu o&nbsp;<em>mood</em>&nbsp;(o humor) daquela eleição. Abriu as portas para a chegada do&nbsp;<em>outsider</em>. Isso ocorreu na vitória de Jair Bolsonaro, mas também na eleição do Congresso, em que o PSL (partido até então nanico pelo qual Bolsonaro se elegeu) fez uma enorme bancada&#8221;, lembra Lavareda.</p>



<p>Quatro anos depois, as pesquisas mostram o retorno do &#8220;voto econômico&#8221;.</p>



<p>Problemas relacionados ao bem-estar financeiro, como inflação, miséria e desemprego, voltaram ao topo das preocupações do eleitor. É um cenário que tem dificultado a tentativa de reeleição de Bolsonaro (hoje no PL) e impulsionado a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reconhecido por ter alcançado bons resultados econômicos no seu governo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/138D0/production/_122008008_whatsappimage2021-12-07at14.35.52-6.jpg" alt="Jamile Carvalho cozinhando em um fogão improvisado"/><figcaption>Legenda da foto,Aumento da inflação e da miséria faz eleitor se preocupar mais com a economia na hora de votar</figcaption></figure></div>



<p>Não à toa, Bolsonaro tem adotado uma série de medidas para tentar minimizar a dificuldade econômica da população, como baixar impostos e elevar benefícios sociais. A primeira medida já permitiu reduzir o preço da gasolina. Já Auxílio Brasil maior (de R$ 400 para R$ 600), a ampliação do vale gás para famílias pobres e o novo auxílio de R$ 1 mil para caminhoneiros autônomos devem começar a ser pagos em agosto.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-dizem-os-números">O que dizem os números?</h2>



<p>Pesquisa do Ipespe realizada em maio deste ano perguntou aos entrevistados qual tema consideravam mais importante para ser tratado pelo próximo presidente no início do governo. Inflação ficou no topo com 26% de menções. Somando todos os temas econômicos (além de inflação, desemprego, fome/miséria e salário), essa área aparece como maior preocupação de 49% dos eleitores ouvidos.</p>



<p>Já corrupção e violência aparecem como o sexto e sétimo temas principais para o eleitor, com 6% e 3% de menções, respectivamente, ficando atrás também de educação (24%) e saúde (15%).</p>



<p>O resultado é bem diferente do coletado pelo Ipespe em maio de 2018, quando esses quatro temas juntos (inflação, desemprego, fome/miséria e salário) eram apontados como o principal problema a ser solucionado pelo próximo presidente por apenas 18% dos entrevistados. Naquela eleição, a pesquisa mostrou corrupção no topo das preocupações (28%), seguida de saúde (22%), educação (16%) e violência (13%). Apenas em quinto lugar, vinha o desemprego (11%), como questão econômica mais citada.</p>



<p>Um exemplo que ilustra bem o impacto dessa mudança, nota a professora Daniela Campello, é a transformação do voto evangélico. Em 2018, esse segmento optou em peso por Bolsonaro. Pesquisa do Instituto Datafolha da véspera do segundo turno mostrou que 59% dos evangélicos pretendiam votar no então candidato do PSL, contra apenas 26% em Fernando Haddad, o candidato do PT.</p>



<p>Já neste ano, a pesquisa Datafolha mais recente, do final de junho, mostra um cenário mais apertado, com Bolsonaro marcando 40% de intenção de voto entre os evangélicos, e Lula com 35%.</p>



<p>&#8220;Há um certo consenso de que os evangélicos votaram em peso em Bolsonaro em 2018 por toda uma agenda de costumes. Acho que muitos votaram contra Haddad também porque vinham de uma crise econômica do período da Dilma (Rousseff). É muito difícil diferenciar se as pessoas estavam votando contra o PT da Dilma ou a favor da agenda de costumes&#8221;, analisa Campello.</p>



<p>&#8220;Hoje, Bolsonaro não tem a mesma vantagem no voto evangélico. A gente percebe que, mesmo aqueles que compartilham do discurso do Bolsonaro não vão votar nele porque precisam se alimentar, precisam ter emprego, precisam conseguir comprar, e não estão conseguindo&#8221;, acrescenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Crise-alimentou-indignação-com-Lava-Jato">&#8220;Crise alimentou indignação com Lava Jato&#8221;</h2>



<p>Voltando à análise mais macro do voto em 2018, a professora da FGV considera que a questão econômica não estava completamente ausente da decisão do eleitor naquele ano. Na sua avaliação, foi a fraqueza da economia que criou as condições para que as revelações da Lava Jato gerassem tanta revolta na população.</p>



<p>Campello compara o cenário de 2018 com a eleição de 2006, quando outro escândalo de corrupção, o do Mensalão (acusação de compra de votos no Congresso pelo governo Lula), era um tema importante da campanha eleitoral, mas não impediu a reeleição do petista.</p>



<p>Naquele ano, o Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços) cresceu 4%, e o bom desempenho da economia se refletia na boa avaliação do governo.</p>



<p>&#8220;Em 2006, falava-se muito sobre Mensalão, mas essa conversa não colou na cabeça do eleitor e ele votou novamente no Lula. Há pesquisas na ciência política que mostram que escândalos de corrupção ou outros escândalos de governo tendem a ter um efeito mais forte na cabeça do eleitor em situação de crise&#8221;, explica a professora.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/11F83/production/_107330637_33507526352_f0f361c15f_k.jpg" alt="Manifestação em Copacabana pede fim da impunidade e do foro privilegiado, em apoio à operação Lava Jato da Polícia Federal"/><figcaption>Legenda da foto,Operação Lava Jato colocou corrupção no foco do eleitor em 2018</figcaption></figure></div>



<p>Já em 2018 o PIB brasileiro crescia num ritmo lento pelo segundo ano seguido, após forte retração no final do governo Dilma Rousseff (PT) — a economia encolheu mais de 3% em 2015 e 2016.</p>



<p>&#8220;Havia crise econômica, as pessoas estavam extremamente insatisfeitas, e aí vem o escândalo de corrupção. Isso fica na cabeça do eleitor e ele responde corrupção (como maior problema do país). Mas eu acho que o pano de fundo dessa frustração com a corrupção também era o fato de que havia uma crise econômica muito forte&#8221;, analisa a professora.</p>



<p>De 2018 para cá, a Lava Jato sofreu forte desgaste depois que a série de reportagens Vaza Jato, do site Intercept Brasil, revelou possíveis abusos da operação. Após isso, uma série de condenações acabaram revertidas nos tribunais superiores, inclusive condenações contra Lula, o que permitiu que o petista recuperasse seus direitos políticos.</p>



<p>Se por um lado o discurso anticorrupção acabou enfraquecido, de outro a crise econômica se agravou após a pandemia de covid-19, provocando forte aumento da miséria e fome no país. Segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, há 33,1 milhões de brasileiros passando fome, 14 milhões a mais do que em 2020.</p>



<p>&#8220;Em geral, economia tente a ser o grande tema de qualquer eleição, porque a economia é o bem estar das pessoas, é o emprego, a capacidade de comprar. Mesmo que outros fatores afetem a economia, como a pandemia, o eleitor sempre associa o resultado econômico à imagem do presidente&#8221;, afirma Campello.</p>



<p>&#8220;A eleição de 2018 também foi diferente porque o presidente (Michel Temer) não tentou a reeleição e candidato do seu governo (Henrique Meirelles) era muito desconhecido. Eu acho que 2022 é uma eleição tradicional: tem uma crise econômica e tem um governo que vai responder pelos resultados do que fez nos últimos quatro anos. Se houvesse um período muito bom economicamente, seria uma resposta positiva a Bolsonaro&#8221;, ressalta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Lula-é-visto-como-mais-preparado-na-economia">Lula é visto como mais preparado na economia</h2>



<p>O cenário apontado pela pesquisa Ipespe é confirmado por outras pesquisas. No levantamento eleitoral da Quaest de julho deste ano, economia é apontada como principal problema do país por 44% dos eleitores, bem acima dos outros temas. Em segundo lugar está &#8220;questões sociais&#8221; (17%), seguido de saúde/pandemia (12%), corrupção (9%) e violência (4%).</p>



<p>A pesquisa não foi realizada em 2018, mas é possível perceber o aumento da preocupação com a economia analisando outros levantamentos da Quaest no último ano. Em julho de 2021, por exemplo, a questão econômica era o principal problema para 28% dos entrevistados, perdendo para saúde/pandemia (41%). Naquele momento, o país ainda passava por um período mais severo de mortes causadas pelo coronavírus.</p>



<p>Outra pesquisa Quaest, de outubro, ajuda a entender porque Lula tem sido beneficiado pelo aumento da preocupação com a economia. Na ocasião, 44% dos entrevistados apontaram o petista como o mais apto para controlar a economia, contra 18% de Bolsonaro.</p>



<p>Lula também foi apontado como o melhor candidato para tratar de outros temas, como saúde e pandemia (37%) e combate à corrupção (28), mas é nos desafios econômicos — justamente a área percebida como mais problemática — que ele registra o maior índice de confiança do eleitor.</p>



<p>Esse tipo de percepção pode limitar o impacto das ações recentes adotadas por Bolsonaro para amenizar os problemas econômicos. Além disso, analistas políticos têm apontado o risco de essas medidas, implementadas a poucos meses do pleito, serem vistas como eleitoreiras.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">E, por compra de voto os eleitores de baixa renda entendem ser todos os favores e benefícios distribuídos pelos políticos durante o período eleitoral.</p>&mdash; Mariana Borges (@Mari_BorgesMS) <a href="https://twitter.com/Mari_BorgesMS/status/1549154712456466432?ref_src=twsrc%5Etfw">July 18, 2022</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>Para a cientista política Mariana Borges, pesquisadora da Universidade de Oxford, na Inglaterra, o fato dos novos benefícios sociais criados pelo governo terem previsão de durar apenas até dezembro também deve dificultar a atração de votos para o presidente. Na sua avaliação, esse prazo curto pode levar o eleitor a associar a medida a uma tentativa de &#8220;compra de voto&#8221;.</p>



<p>&#8220;Ao contrário do que tradicionalmente se pressupõe, eleitores de baixa renda percebem muito negativamente a compra de voto, exatamente porque tomam como certo que candidatos que compram voto abandonam os eleitores após as eleições&#8221;, disse Borges em sua conta no Twitter.</p>



<p>&#8220;Com o aumento com hora marcada pra morrer, Bolsonaro está assim, sem querer, colando sua imagem com os chamados &#8216;políticos de copa de mundo&#8217;, os que &#8216;só ajudam de quatro em quatro anos&#8217; (durante as eleições). Dificilmente, portanto, vai conseguir ser visto como pais dos pobres com essa aumento com hora marcada pra acabar&#8230;&#8221;, escreveu ainda na rede social.</p>



<p><em>&#8211; Texto originalmente publicado em </em><a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62270734">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62270734</a></p>



<p>Fonte: BBC Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Verlando Gomes - Banda Flor Serena é o convidado do Bate Papo na City" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ah8yf7lxisU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/eleicoes-2022-o-que-mudou-na-cabeca-do-eleitor-brasileiro-desde-2018/">Eleições 2022: o que mudou na cabeça do eleitor brasileiro desde 2018</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Auxílio Brasil ajuda a recuperar eleitor de Bolsonaro nas pesquisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 19:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Eleitor]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 18 pesquisas eleitorais divulgadas desde o início do ano, o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece crescendo levemente ou oscilando para cima, dentro da margem de erro. Isso pode indicar que o pagamento do Auxílio Brasil, iniciado em janeiro, está influenciando a seu favor. Mas esse efeito, até o momento, é pouco expressivo &#8211; no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 18 pesquisas eleitorais divulgadas desde o início do ano, o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece crescendo levemente ou oscilando para cima, dentro da margem de erro. Isso pode indicar que o pagamento do Auxílio Brasil, iniciado em janeiro, está influenciando a seu favor. Mas esse efeito, até o momento, é pouco expressivo &#8211; no máximo, o candidato à reeleição subiu três pontos porcentuais.</p>



<p>O movimento coincide com o recuo do ex-juiz Sérgio Moro (Podemos), que apresenta baixa nos mesmos levantamentos. É como se parte de seus simpatizantes estivesse migrando ou voltando para o bolsonarismo. Líder na corrida eleitoral, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou praticamente estável na maioria das pesquisas em 2022.</p>



<p>A mais recente foi publicada nesta quarta-feira, 16. Segundo o instituto Quaest, Lula figura com 46% das intenções de voto. Bolsonaro tem 26% e é seguido por Ciro Gomes (PDT), com 7%, e Moro, com 6%. Esses valores se referem às médias de cada candidato nos três cenários testados. Na série de três pesquisas que o Quaest fez desde janeiro, o presidente subiu três pontos, enquanto Lula oscilou um ponto para cima.</p>



<p>Ao acabar com uma das principais marcas dos governos petistas, o Bolsa Família, e criar o Auxílio Brasil, programa mais abrangente e com pagamentos mais elevados &#8211; embora sem garantia de continuidade -, Bolsonaro tinha a expectativa de capturar o eleitorado mais fiel a Lula, o de menor renda. Até o momento, não houve mudanças expressivas nesse segmento.</p>



<p>Na pesquisa Quaest, o petista tem 35 pontos porcentuais de vantagem sobre o presidente (54% a 19%) entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos. No mês passado, o placar era de 55% a 16%. O instituto não divulgou o detalhamento por renda em janeiro.</p>



<p>O Auxílio Brasil não foi o único fator a influenciar o eleitorado desde o início do ano, período marcado pelo aumento da inflação e por um novo agravamento da pandemia de covid-19. Em março, segundo a Quaest, quase metade dos eleitores (47%) apontaram a economia como o principal problema do País. O termo agrega temas como desemprego, inflação e crescimento. Em janeiro, a economia causava menos preocupações &#8211; era citada por 37% como o pior problema.</p>



<p><strong>Retorno</strong></p>



<p>Para o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria, Bolsonaro não está roubando, mas recuperando votos perdidos. &#8220;O que a gente está observando é a volta dos que não foram. Aquele eleitor que foi do Bolsonaro, que tentou sair dele à procura de um candidato mas não conseguiu decidir-se em nenhum nome e agora está voltando para o lugar de onde nunca saiu&#8221;, disse.</p>



<p>Marco Antonio Carvalho Teixeira, pesquisador do Centro de Estudos de Administração Pública e Governo da Fundação Getulio Vargas, concorda. &#8220;Bolsonaro volta a índices próximos de avaliação do governo&#8221;, disse.</p>



<p>O Quaest, contratado pela corretora de investimentos Genial, fez 2.000 entrevistas presenciais em 120 municípios. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo BR-06693/2022.</p>



<p>O PoderData também divulgou ontem pesquisa, que mostrou Lula com 40% e Bolsonaro com 30%. Diferentemente do Quaest, o PoderData faz pesquisas por telefone. Estas, na comparação com as presenciais, tradicionalmente atribuem resultados piores para Lula e melhores para os adversários.</p>



<p>As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p>



<p>Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-06-at-22.09.33-2-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-43842"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/auxilio-brasil-ajuda-a-recuperar-eleitor-de-bolsonaro-nas-pesquisas/">Auxílio Brasil ajuda a recuperar eleitor de Bolsonaro nas pesquisas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Eleitor poderá justificar falta pelo celular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 11:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[e-Título]]></category>
		<category><![CDATA[Eleitor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Brasil &#8211; As lojas de aplicativo de celular (app) colocam à disposição nesta quarta-feira (30) uma nova versão do e-Título com mais funcionalidades. O recurso eletrônico possibilitará a justificativa de ausência nas votações de 15 de novembro (1º turno) e 29 de novembro (2º turno), até 60 dias após cada pleito, por meio dos celulares e tablets. Até as eleições, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agência Brasil &#8211; As lojas de aplicativo de celular (app) colocam à disposição nesta quarta-feira (30) uma nova versão do e-Título com mais funcionalidades. O recurso eletrônico possibilitará a justificativa de ausência nas votações de 15 de novembro (1º turno) e 29 de novembro (2º turno), até 60 dias após cada pleito, por meio dos celulares e<em> tablets.</em></p>



<p>Até as eleições, o e-Título estará atualizado para que as justificativas possam ser apresentadas a partir do dia da votação por quem não compareceu &#8211; por estar fora do domicílio eleitoral ou impedido de ir à zona eleitoral.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1389310&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1389310&amp;o=node"></p>



<p>O e-Título, desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também permite ao cidadão gerar certidões de quitação eleitoral e de nada consta de crimes eleitorais, além de fazer a autenticação de documentos da Justiça Eleitoral.</p>



<p>O acesso ao aplicativo é gratuito e funciona em sistemas operacionais&nbsp;<a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.jus.tse.eleitoral.etitulo&amp;hl=pt_BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Android</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://apps.apple.com/br/app/e-t%C3%ADtulo/id1320338088" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iOs</a>&nbsp;.&nbsp;Conforme nota da Justiça Eleitoral, para baixar o aplicativo, basta procurá-lo na loja de aplicativos do seu dispositivo móvel ou acessar o&nbsp;<em>hotsite</em>&nbsp;do título de eleitor no&nbsp;<a href="http://www.tse.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal do TSE</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Justificativa obrigatória</h2>



<p>Nas eleições de 2018, 29,9 milhões de pessoas no primeiro turno e 31,3 milhões de pessoas no segundo turno deixaram de votar. Quem até&nbsp;hoje&nbsp;não justificou deve emitir o boleto para quitação de multas nos&nbsp;<em>site</em>s do TSE ou dos tribunais regionais eleitorais. A justificativa é obrigatória.</p>



<p>O pagamento deve ser feito pela Guia de Recolhimento da União (GRU) no Banco do Brasil. Depois de fazer&nbsp;o pagamento, o cidadão deve aguardar a identificação do recolhimento da multa pela Justiça Eleitoral e o registro na inscrição pela zona eleitoral. Essas informações estarão disponíveis pelo e-Título.</p>



<p>As soluções e os procedimentos acessíveis pelo documento&nbsp;também podem ser acionados pelo&nbsp;<em>site</em>&nbsp;ou pessoalmente nas seções eleitorais. O TSE orienta que em caso de urgência para a regularização da situação eleitoral, o cidadão deve entrar em contato com a zona eleitoral onde está&nbsp;inscrito para orientações sobre a baixa da multa no sistema.</p>



<p>Conforme a Justiça Eleitoral, o cidadão que não votar por três pleitos, nem justificar ausência, nem pagar as multas devidas&nbsp;terá o título cancelado.</p>



<p>Edição: Graça Adjuto</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/eleitor-podera-justificar-falta-pelo-celular/">Eleitor poderá justificar falta pelo celular</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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