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	<title>endometriose |</title>
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	<title>endometriose |</title>
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		<title>&#8220;Há um verdadeiro estigma&#8221;, diz ministra sobre endometriose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luciana Santos afirma que a naturalização da dor menstrual dificulta diagnósticos e tratamentos; pasta anunciou investimento de R$ 60 milhões para pesquisas O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentou um projeto de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias voltado à endometriose, à dor pélvica e à saúde menstrual, temas que afetam milhões de mulheres [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Luciana Santos afirma que a naturalização da dor menstrual dificulta diagnósticos e tratamentos; pasta anunciou investimento de R$ 60 milhões para pesquisas<br><br>O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentou um projeto de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias voltado à endometriose, à dor pélvica e à saúde menstrual, temas que afetam milhões de mulheres no Brasil. <strong>Em entrevista exclusiva à CNN Brasil, a ministra Luciana Santos ressaltou que há “um verdadeiro estigma e preconceito” em relação às mulheres que sentem dor. </strong></p>



<p>“Eu tenho uma filha que tem dores e cólicas menstruais, e há dias em que ela não consegue ir para o colégio. Mas ela fica morta de vergonha porque não acha que ninguém deve saber que é por causa da cólica. Então há muita subjetividade nisso, o que prejudica o desempenho escolar. Você imagina, então, no trabalho. É muito tratado de maneira preconceituosa, como se fosse mimimi, capricho, e a gente tem que criar uma cultura de enfrentamento disso”, afirmou a ministra sobre o estigma em torno da endometriose e das dores menstruais que afetam as mulheres.&nbsp;</p>



<p>Luciana Santos aponta que a&nbsp;<strong>naturalização da dor menstrual desde a primeira menstruação contribui para esse cenário.</strong><strong>&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Com investimento de R$ 60 milhões, a iniciativa, de acordo com o Ministério da Saúde, visa contemplar pesquisas sobre endometriose e dores pélvicas</strong>, condições que afetam milhões de brasileiras e impactam a qualidade de vida, a permanência na escola, a produtividade no trabalho e a saúde mental.&nbsp;</p>



<p>A ação é conduzida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com foco no desenvolvimento de soluções aplicáveis ao&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dados-do-sus-revelam-invisibilidade-de-dor-menstrual-veja-dados-de-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sistema Único de Saúde (SUS)</a>.&nbsp;<strong>O Instituto Alana também participa da iniciativa, por meio de investimentos, pesquisas e disponibilização de dados.</strong><strong>&nbsp;</strong></p>



<p>“Então, eu estou muito confiante. Acho que nós temos inteligência no Brasil e uma parceria que envolve a sociedade civil, a iniciativa privada, o SUS e as nossas cientistas e cientistas, numa perspectiva de cuidar da saúde da mulher”, ressaltou a ministra sobre as tecnologias que poderão ser desenvolvidas.&nbsp;</p>



<p>Na chamada pública do CNPq, as propostas deverão se enquadrar em um dos cinco eixos temáticos: causa e prevenção, diagnóstico, tratamento,&nbsp;biorrepositório&nbsp;e impacto social.&nbsp;</p>



<p>As pesquisas deverão contribuir para reduzir lacunas de conhecimento sobre a endometriose,&nbsp;<strong><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/endometriose-tambem-afeta-vida-reprodutiva-entenda-tratamentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doença crônica ainda subdiagnosticada</a>, com atraso médio de sete anos para o diagnóstico</strong>. A condição afeta cerca de&nbsp;<strong>8 milhões de brasileiras</strong>&nbsp;em idade reprodutiva, das quais&nbsp;<strong>2 milhões são adolescentes.</strong>&nbsp;</p>



<p>A ministra também destacou a importância de incorporar a perspectiva da saúde feminina às políticas de ciência, tecnologia e inovação e de como o Brasil pode avançar nas questões mais urgentes para as mulheres.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Eu, como a primeira mulher na história desse Ministério, penso que, se nós não tivermos esse recorte de gênero, essa visão para atender às expectativas e às condições das mulheres na ciência e tecnologia, quem o fará?</em>Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações do Brasil</p>
</blockquote>



<p>Dados apontam que&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/colica-menstrual-afeta-rotina-de-6-em-cada-dez-alunas-no-brasil-diz-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">quatro em cada dez alunas</a>&nbsp;faltam às aulas mensalmente por causa de cólicas fortes ou moderadas, que atrapalham a rotina e exigem o uso de medicação.&nbsp;</p>



<p>Além dos prejuízos à saúde física e mental, as cólicas intensas também podem levar mulheres a perder até 10,8 horas de trabalho por semana.&nbsp;</p>



<p>Luciana finalizou afirmando que as pesquisas e os investimentos buscam alcançar avanços que possam levar a tratamentos cada vez mais eficazes para as dores relacionadas à saúde menstrual.&nbsp;</p>



<p>“Eu estou otimista especificamente com essa questão da saúde menstrual, da dor pélvica e da endometriose, porque ela tem um impacto muito grande na vida das mulheres. A gente precisa que elas tenham a possibilidade de um tratamento adequado e até da cura, que eu acredito que nós podemos alcançar”, disse.</p>



<p><em>*Sob supervisão de Thiago Félix</em></p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Luciana Santos aponta que a naturalização da dor menstrual desde a primeira menstruação contribui para esse cenário  • Luara Baggi (ASCOM/MCTI)</p>



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<iframe title="“SEXO SEM TABU: AS DÚVIDAS QUE OS CASAIS TEM,MAS NÃO FALAM”" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9JkZLJZLgc0?start=300&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Serviço de Endometriose do Hospital da Mulher é referência em alta complexidade do estado da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mês dedicado à conscientização sobre a endometriose, o Hospital da Mulher chama a atenção para o tratamento adequado de uma doença que afeta milhões de mulheres. Referência no atendimento a casos de alta complexidade em endometriose, o Hospital da Mulher recebe pacientes encaminhadas pela atenção básica através do sistema Lista Única, após nível avançado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mês dedicado à conscientização sobre a endometriose, o Hospital da Mulher chama a atenção para o tratamento adequado de uma doença que afeta milhões de mulheres.</p>



<p>Referência no atendimento a casos de alta complexidade em endometriose, o Hospital da Mulher recebe pacientes encaminhadas pela atenção básica através do sistema Lista Única, após nível avançado da doença. “Aqui, essas mulheres têm acesso a acompanhamento multiprofissional, envolvendo ginecologistas, psicólogos e outros profissionais de saúde, exames específicos e tratamentos mais avançados, incluindo cirurgias quando necessário”, explica o ginecologista Heron Cangussu, coordenador do Serviço de Endometriose da unidade.</p>



<p>Caracterizada pelo crescimento de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, a endometriose pode causar dores intensas, infertilidade e impacto significativo na qualidade de vida.</p>



<p>Dados do Ministério da Saúde indicam que a doença atinge cerca de 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva. No Hospital da Mulher, apenas em 2025, foram realizados três mil atendimentos relacionados à endometriose, contribuindo para o acompanhamento e alívio dos sintomas que impactam diretamente a rotina e a qualidade de vida das pacientes.</p>



<p>“Muitas mulheres passam anos convivendo com dor sem saber que isso não é normal. A cólica intensa, incapacitante, que interfere na rotina, precisa ser investigada. O diagnóstico precoce e o tratamento correto fazem toda a diferença no controle da doença e na qualidade de vida da paciente”, explica o ginecologista.</p>



<p>A paciente Viviane Oliveira, de 39 anos, acompanhada pela unidade desde 2024, destaca a importância do tratamento para sua qualidade de vida. “Eu comecei a ter sangramento, muitas dores, problemas intestinais e tive o diagnóstico de endometriose. Hoje, com o tratamento, me sinto realizada”, conta.</p>



<p>Como unidade de referência em saúde da mulher, o hospital reforça a importância de não normalizar a dor e buscar atendimento especializado diante de sintomas persistentes.</p>



<p>Com Informações da Sesab </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO COM O PRÉ-CANDIDATO A DEP. ESTADUAL WENCESLAU JÚNIOR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/s8MG7VWsVO4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>União amplia atendimento do SUS a mulheres com endometriose profunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acordo feito pela AGU e Ministério da Saúde vai acelerar o atendimento a mulheres que sofrem com a doença em todo o País Negociações no âmbito de uma ação civil pública em Sergipe resultaram na ampliação do atendimento a mulheres acometidas de endometriose profunda no Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Acordo feito pela AGU e Ministério da Saúde vai acelerar o atendimento a mulheres que sofrem com a doença em todo o País</p>



<p>Negociações no âmbito de uma ação civil pública em Sergipe resultaram na ampliação do atendimento a mulheres acometidas de endometriose profunda no Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil. A União, por meio do Ministério da Saúde e da Advocacia-Geral da União (AGU), cumpriu integralmente o acordo parcial celebrado no processo e passará para o polo ativo da ação, com o objetivo de fortalecer o cumprimento da política pública.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A ação foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) após inquérito que constatou deficiências no atendimento de procedimentos cirúrgicos, sobretudo de laparotomia videolaparoscópica, em pacientes com endometriose profunda no SUS em Sergipe. Trata-se do estágio avançado da doença, caracterizada pelo crescimento do tecido que reveste o útero fora da cavidade uterina, em órgãos como ovários, intestino e bexiga.</p>



<p>Mulheres com essa condição sofrem dores crônicas, podem se tornar inférteis e ter queixas intestinais e urinárias. Em julho de 2024, segundo a petição inicial, somente no Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-USF) havia uma fila de espera de 296 pacientes, das quais 77 já necessitavam de procedimento cirúrgico.</p>



<p>O pedido para efetivação, ampliação e custeio da retomada das cirurgias, com consequente regularização da fila de espera, foi levado à conciliação pela Justiça Federal. Após audiências de mediação, foi firmado acordo parcial estabelecendo as medidas a serem tomadas pela União, Estado de Sergipe, município de Aracaju e HU-UFS, por meio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH)&nbsp;e Fundação UFS.</p>



<p>A União, representada pela Procuradoria-Regional da União da 5ª Região (PRU5), comprometeu-se a instaurar procedimento administrativo no Ministério da Saúde para analisar a necessidade de atualização de códigos da Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS (SIGTAP), com vistas a contemplar todos os procedimentos necessários ao tratamento da endometriose profunda.</p>



<p>“A União, por meio do Ministério da Saúde, não só cumpriu sua parte no acordo, instaurando o procedimento administrativo, com ampla participação dos técnicos, do MPF e de especialistas do Estado e do município, como também realizou uma análise célere, tendo, antes do término do prazo acordado em juízo, publicado portarias que atualizaram os códigos previstos na Tabela SIGTAP e ampliaram o atendimento às mulheres que sofrem dessa patologia”, explica a advogada da União Caroline Bulhosa, do Núcleo de Acompanhamento Estratégico (NAE) da Coordenação-Geral Jurídica da PRU5. Ela destaca, ainda, a participação fundamental da Consultoria Jurídica da União junto ao Ministério da Saúde no processo.</p>



<p>A Portaria GM/MS nº 7.273/2025, de 18/06/2025, instituiu novos procedimentos no âmbito do Programa Nacional de Expansão e Qualificação da Atenção Ambulatorial Especializada, Oferta de Cuidados Integrados (OCI) em Saúde da Mulher- Ginecologia, garantindo previsão de aporte anual de R$ 300 milhões para diagnóstico, acompanhamento e manejo da endometriose. Já a Portaria SAES/MS nº 2.905/2025, de 26/06/2025, promoveu a atualização da Tabela SUS, incorporando códigos CID-10 compatíveis com a patologia e assegurando maior precisão e eficiência na regulação do atendimento.</p>



<p>&#8220;Como advogada da União e mulher, sinto-me muito honrada em poder participar desse processo de significativa melhoria da política pública ofertada pelo SUS para o tratamento das mulheres com endometriose. Trata-se de uma conquista histórica, que reforça o protagonismo da União e, sobretudo, garante às mulheres brasileiras um atendimento mais digno, especializado e efetivo&#8221;, afirma Caroline Bulhosa.</p>



<p>A ação prossegue, agora com a União no polo ativo, para reforçar o cumprimento do acordo parcial e a efetivação da política pública pelos demais entes federativos envolvidos no cofinanciamento do SUS.<br><br><a target="_blank" href="https://www.gov.br/agu/pt-br/comunicacao/noticias/uniao-amplia-atendimento-do-sus-a-mulheres-com-endometriose-profunda" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/agu/pt-br/comunicacao/noticias/uniao-amplia-atendimento-do-sus-a-mulheres-com-endometriose-profunda</a></p>



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<iframe title="DIREITOS DO CONSUMIDOR QUE TODO MUNDO DEVERIA CONHECER" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/RDvIGv1Vuyo?start=488&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/uniao-amplia-atendimento-do-sus-a-mulheres-com-endometriose-profunda/">União amplia atendimento do SUS a mulheres com endometriose profunda</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>SUS vai ofertar novos tratamentos para endometriose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres com endometriose terão duas novas opções de tratamento de base hormonal para a doença via Sistema Único de Saúde (SUS): o dispositivo intrauterino liberador de levonogestrel (DIU-LNG) e o desogestrel. Ambos foram recentemente incorporados à rede pública depois de receberem recomendação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres com endometriose terão duas novas opções de tratamento de base hormonal para a doença via Sistema Único de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a></strong>): o dispositivo intrauterino liberador de levonogestrel (DIU-LNG) e o desogestrel. Ambos foram recentemente incorporados à rede pública depois de receberem recomendação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/conitec/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conitec</a></strong>).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Em nota, o Ministério da Saúde detalhou que o DIU-LNG suprime o crescimento do tecido endometrial fora do útero e figura como uma opção para mulheres com contraindicação ao uso de contraceptivos orais combinados. “A nova tecnologia pode melhorar a qualidade de vida das pacientes, uma vez que sua troca só é requerida a cada cinco anos, o que contribui para aumentar a adesão ao tratamento.”</p>



<p>Já o desogestrel, segundo a pasta, pode reduzir a dor e dificulta a progressão da doença. Trata-se de um anticoncepcional hormonal que age bloqueando a atividade hormonal, impedindo o crescimento do endométrio fora do útero, e que poderá ser usado como primeira linha de tratamento, ou seja, prescrito já na avaliação clínica até que o diagnóstico se confirme por meio de exames.</p>



<p>“Vale destacar que, para estarem disponíveis na rede pública de saúde, é necessário o cumprimento de etapas necessárias, como a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Endometriose”, informou o ministério no comunicado.</p>



<p><strong>Entenda</strong></p>



<p>A endometriose é uma condição ginecológica inflamatória crônica que ocasiona o crescimento do tecido que reveste o útero fora da cavidade uterina. Nas mulheres com a doença, o tecido semelhante ao endométrio (que reveste o útero) cresce fora do útero em órgãos como ovários, intestino e bexiga, o que causa reações inflamatórias.</p>



<p>Cólica menstrual intensa, dor pélvica crônica, dor durante a relação sexual, infertilidade e queixas intestinais e urinárias com padrão cíclico estão entre os principais sintomas da endometriose.</p>



<p>Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que a condição afeta cerca de 10% das mulheres e meninas em idade reprodutiva em todo o mundo, representando mais de 190 milhões de pessoas.</p>



<p>No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam aumento de 30% na assistência relacionada ao diagnóstico da endometriose na atenção primária na comparação entre 2022 (115,1 mil atendimentos) e 2024 (144,9 mil). Ao longo dos dois últimos anos (2023 e 2024), foram registrados, segundo a pasta, mais de 260 mil atendimentos.</p>



<p>Já na atenção especializada, o SUS registrou aumento de 70% no número de atendimentos por endometriose, passando de 31.729 em 2022 para 53.793 em 2024. Nos dois últimos anos, foram contabilizados 85,5 mil atendimentos.</p>



<p>Também houve um aumento de 32% nas internações pela doença, que passaram de 14.795 em 2022 para 19.554 em 2024. No mesmo período (2023 e 2024), o total foi de 34,3 mil internações.&nbsp;</p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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<iframe title="Longevidade saudável" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/yssal1jK2y8?start=1500&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Endometriose: atendimentos na atenção primária do SUS crescem 76,2% em três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 13:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Saúde promove webinário sobre o tema na próxima quinta-feira (13). Evento gratuito busca desmistificar a dor intensa como algo natural do ciclo menstrual Dor intensa durante a menstruação não é normal. No Brasil, milhões de pessoas convivem com a endometriose, uma doença crônica que pode causar dores incapacitantes e comprometer a qualidade de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ministério da Saúde promove webinário sobre o tema na próxima quinta-feira (13). Evento gratuito busca desmistificar a dor intensa como algo natural do ciclo menstrual</strong></p>



<p>Dor intensa durante a menstruação não é normal. No Brasil, milhões de pessoas convivem com a endometriose, uma doença crônica que pode causar dores incapacitantes e comprometer a qualidade de vida. Para ampliar a conscientização e reforçar a importância do diagnóstico precoce, o Ministério da Saúde promoverá, em parceria com a Beneficência Portuguesa, um webinário sobre o tema, voltado para profissionais da&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/saiba-mais-sobre-a-aps" rel="noreferrer noopener" target="_blank">atenção primária à saúde (APS)&nbsp;</a>e o público em geral. O evento online e gratuito ocorrerá na próxima quinta-feira (13), às 11h.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Sistema Único de Saúde (SUS)&nbsp;</a>tem registrado um aumento significativo nos atendimentos na atenção primária relacionados ao diagnóstico da endometriose. Em 2022, foram realizados 82.693 atendimentos, número que subiu para 115.765 em 2023. Os dados preliminares de 2024 já atingem a marca de 145.744 atendimentos. Nesses três anos, o crescimento foi de aproximadamente 76,24%, refletindo uma ampliação da demanda nos serviços de saúde.</p>



<p>O tema tem ganhado visibilidade, mas ainda é permeado por estigmas culturais que prejudicam a identificação dos sintomas de forma qualificada e dificultam o entendimento sobre como proceder nos atendimentos e tratamento.<br><br>Na avaliação de Renata de Souza Reis, coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Mulheres, a atenção primária tem um papel importante no combate ao estigma que naturaliza a dor na experiência menstrual, por meio de ações de educação em saúde, além da correta abordagem clínica. “Esperamos que, com este evento, possamos trazer mais informações para garantir o cuidado adequado e ajudar a reduzir o tempo que essas pessoas levam para receber tratamento&#8221;, ressalta.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é a endometriose?</strong></h4>



<p>A endometriose é uma doença em que células semelhantes às que revestem o útero (endométrio) crescem em outras partes do corpo, principalmente na região pélvica. Essas células respondem às variações hormonais do ciclo menstrual, podendo causar inflamação, dor e a formação de tecido cicatricial (aderências). É uma das principais doenças que afetam mulheres em idade reprodutiva e pessoas designadas com o sexo feminino ao nascer. No entanto, o diagnóstico e o tratamento ainda enfrentam grandes desafios, devido ao conhecimento limitado sobre suas causas e seu funcionamento. Estudos indicam que a identificação da doença e o início do tratamento adequado podem levar em média de 6 a 7 anos.</p>



<p>Os principais sinais e sintomas da endometriose incluem: cólicas menstruais intensas que não melhoram com analgésicos comuns; dor pélvica fora do período menstrual; inchaço abdominal antes e durante a menstruação; dor no fundo da vagina durante relações sexuais com penetração; e dor ao evacuar ou alterações intestinais bruscas durante a menstruação (diarreia ou constipação).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o webinário</strong></h4>



<p>O webinário &#8220;Dor não é normal: Conscientização sobre a Endometriose” é direcionado a profissionais da atenção primária e tem como objetivo instrumentalizar esses profissionais para a identificação precoce da endometriose, um problema de saúde que afeta a qualidade de vida de muitas mulheres.</p>



<p>Especialistas discutirão os principais sinais da doença e a necessidade de desmistificar a dor intensa como algo natural do ciclo menstrual. O evento acontecerá na próxima quinta-feira (13), com transmissão&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/live/Av5am29co9c" rel="noreferrer noopener" target="_blank">ao vivo no canal do DATASUS&nbsp;</a>.</p>



<p>A iniciativa contará com duas etapas: além do webinário aberto ao público, também haverá uma roda de conversa interna, voltada às trabalhadoras do Ministério da Saúde.</p>



<p><em>Assista ao webinário</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Webinário: Dor não é Normal: Conscientização sobre a Endometriose" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/Av5am29co9c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><em>Camila Rocha</em><br><em>Ministério da Saúde</em><a target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/endometriose-atendimentos-na-atencao-primaria-do-sus-crescem-76-2-em-tres-anos-e-impulsionam-debate" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/endometriose-atendimentos-na-atencao-primaria-do-sus-crescem-76-2-em-tres-anos-e-impulsionam-debate</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TDAH - TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE: DO DIAGNÓTICO À INTERVENÇÃO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YOuY2pe3d1A?start=1331&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Endometriose: mulheres negras têm menos acesso ao diagnóstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 20:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com estudos recentes, apenas 4% a 9% das mulheres negras recebem diagnóstico de endometriose Em um país onde a saúde pública ainda enfrenta muitos desafios, as mulheres negras estão entre as mais prejudicadas. De acordo com estudos recentes, apenas 4% a 9% das mulheres negras recebem diagnóstico de endometriose, uma condição crônica que pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com estudos recentes, apenas 4% a 9% das mulheres negras recebem diagnóstico de endometriose</p>



<p>Em um país onde a saúde pública ainda enfrenta muitos desafios, as mulheres negras estão entre as mais prejudicadas. De acordo com estudos recentes, <strong>apenas 4% a 9% das mulheres negras recebem diagnóstico de endometriose</strong>, uma condição crônica que pode causar dor severa e <a href="https://altoastral.com.br/saude/endometriose-pode-dificultar-gravidez.phtml">infertilidade</a>. A psicóloga especialista Izaianni Risco alerta para o impacto desproporcional que essa situação tem na saúde mental dessas mulheres.</p>



<p>“Mulheres brancas são muito mais diagnosticadas do que as mulheres negras em endometriose, mas isso não se comprova geneticamente e sim pelo acesso à informação e aos serviços de saúde mais especializados e atualizados, justamente por serem de alto custo. Já se sabe que os médicos mais atualizados em tratamento de endometriose e inclusive com a possibilidade de cura da doença, investem valores altíssimos para se especializarem fora do Brasil, o que torna seus serviços menos acessíveis”, conta Izaianni.</p>



<p>Estudos apontam que a subnotificação e a falta de acesso a cuidados médicos de qualidade são fatores cruciais que agravam essa situação. Muitas mulheres negras enfrentam barreiras sistêmicas ao procurar ajuda médica, incluindo<strong> </strong><a href="https://altoastral.com.br/comportamento/racismo-estrutural-entenda-o-que-e-isso-a-partir-do-bbb-23.phtml"><strong>preconceito racial</strong></a><strong> e desigualdade socioeconômica</strong>. Isso resulta em diagnósticos tardios ou até mesmo em diagnósticos errados, piorando a qualidade de vida dessas pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto na saúde mental</strong></h2>



<p>A endometriose é uma doença que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, mas a disparidade no diagnóstico entre mulheres negras e brancas é alarmante. Essa diferença não é apenas uma questão de saúde física, mas também de saúde mental. “A falta de diagnóstico e tratamento adequado, combinada com as já existentes desigualdades sociais, contribui significativamente para níveis mais altos de ansiedade,&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/setembro-amarelo-veja-10-sinais-de-alerta-para-a-depressao.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depressão</a>&nbsp;e outras condições psicológicas entre as mulheres negras”, afirma Risco.&nbsp;</p>



<p>Além disso, a especialista destaca a importância de políticas públicas que promovam a equidade no atendimento à saúde. Enquanto a conscientização sobre a endometriose tem crescido nos últimos anos, é essencial que essa visibilidade se estenda a todas as mulheres, principalmente as que enfrentam barreiras adicionais no acesso ao cuidado.</p>



<p>“O racismo e a disparidade social trata como se a endometriose não fosse uma doença também da mulher negra cientificamente falando: elas não têm o direito a sentir dor, elas não têm acesso à saúde, elas não conseguem nem entrar para as estatísticas. O trabalho em endometriose com a mulher negra começa autorizando-as a dar o nome correto às dores que elas sentem para que seja tratada. É nesse ponto que a psicologia entra. Mulheres com endometriose precisam da validação e respeito pelos seus sintomas e cuidados de saúde mental específicos para suas dores e vivências”, conta Izaianni Risco</p>



<p>Fonte: Alto Astral / Diagnóstico tardio de endometriose dificulta a vida das mulheres &#8211; Foto: Shutterstock</p>



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<iframe title="Ipirá: debatendo e ouvindo a população" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DtYsZwFhesA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Hospital da Mulher fornece tratamento multidisciplinar de endometriose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 13:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dores quase insuportáveis acompanharam a técnica de enfermagem Sônia Rodrigues desde os primeiros anos da adolescência, motivando o isolamento social e, posteriormente, a depressão. “Uma vida acamada, sem nenhum contato social”, lembra. “A pessoa fica limitada e passa a se acostumar a viver com dor.” Foi somente aos 45 anos, depois de muito sofrimento, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dores quase insuportáveis acompanharam a técnica de enfermagem Sônia Rodrigues desde os primeiros anos da adolescência, motivando o isolamento social e, posteriormente, a depressão. “Uma vida acamada, sem nenhum contato social”, lembra. “A pessoa fica limitada e passa a se acostumar a viver com dor.”</p>



<p>Foi somente aos 45 anos, depois de muito sofrimento, que ela conseguiu ouvir de um ginecologista do Hospital da Mulher Maria Luzia Costa dos Santos (HM), unidade da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), em Salvador, o motivo de tanto sofrimento: a endometriose.</p>



<p>“Fui encaminhada para o Hospital da Mulher para fazer uma cirurgia de mioma e tive uma crise de endometriose ainda sem saber que tinha a doença”, conta Sônia. “Fiz a ressonância pélvica e o médico descobriu que eu tinha endometriose e a adenomiose. Estou em tratamento há um ano e digo que sou feliz no Hospital da Mulher. Fui acolhida como nunca tinha sido.”</p>



<p>Sônia é uma das milhares de pacientes atendidas pelo Serviço de Endometriose do Hospital da Mulher, que foi escolhido pelo Ministério da Saúde como um dos cinco principais hospitais para o tratamento da doença do Sistema Único de Saúde (SUS) de todo o País.</p>



<p>Desde 2017, o Serviço já realizou mais de 10 mil procedimentos por meio de um atendimento multidisciplinar e integrado. No local, as pacientes têm acesso ao diagnóstico preciso definido por exame clínico com o auxílio de exames como ressonância ou laparoscopia, que permitem identificar o grau de evolução e, assim, definir o tratamento adequado à paciente.</p>



<p>“O acesso ao Serviço de Endometriose é feito pela Central Estadual de Regulação ou por encaminhamento de pacientes que já são atendidas na unidade”, explica o coordenador do serviço, o ginecologista Heron Cangussu. “A paciente atendida pela atenção primária é encaminhada para a Central de Regulação da Sesab e, chegando no HM, ela é acolhida pela equipe de ginecologia, que aprofunda a investigação, solicitando ressonância, ultrassom ou outros exames feitos no próprio HM e que vão nortear esse diagnóstico. A partir daí, é proposto o tratamento clínico ou a cirurgia, ambos oferecidos na própria unidade.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma em cada dez</strong></h2>



<p>Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde mostra que uma em cada dez mulheres em idade fértil têm endometriose, totalizando cerca de 7 milhões de brasileiras. Na Bahia, dados da Sesab ratificam a proporção: cerca de 10% das baianas em idade fértil convivem com a doença causada pela formação anormal do endométrio, camada que reveste o útero.</p>



<p>Nos casos de endometriose, as células do endométrio não são expelidas como deveriam na menstruação e caem na cavidade abdominal, podendo se instalar em diversos órgãos, como intestino, bexiga e ovários, causando dores intensas. O tratamento da condição exige abordagem multidisciplinar.</p>



<p>Para Sônia, poder contar com o auxílio de diversos profissionais na luta contra a endometriose tem sido fundamental. “A nutricionista, por exemplo, passou todo o plano alimentar e explicou tudo o que preciso fazer para amenizar a inflamação”, relata. “Além dos médicos, tenho acompanhamento da psicóloga. Digo que, se não fosse esse tratamento, eu já tinha morrido. Não é fácil, muita gente não conhece a doença e não entende o sofrimento pelo qual passamos.”</p>



<p>Segundo a nutricionista da equipe do Serviço de Endometriose do Hospital da Mulher, Laiane Moraes, o acompanhamento multidisciplinar é a chave para o sucesso do tratamento. “A endometriose é uma doença inflamatória e, para termos resultados efetivos, precisamos de um trabalho integrado de diversos profissionais”, explica. “Do ponto de vista da nutrição, o acompanhamento é de fundamental importância para auxiliar o processo de desinflamação do corpo, por exemplo. Sem essas mudanças, o tratamento medicamentoso acaba não tendo tanta eficácia na questão da dor.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cirurgia</strong></h2>



<p>Nos casos em que só o tratamento clínico multidisciplinar não é suficiente, a cirurgia é indicada. Nos últimos sete anos, 1.092 procedimentos cirúrgicos para tratamento da doença foram realizados na unidade. “Somos a única instituição da Bahia que realiza procedimento cirúrgico de alta complexidade de endometriose”, destaca Heron Cangussu. “Nesse período, já operamos mais de mil pacientes. Essa nossa atuação gerou frutos, fazendo com que fôssemos reconhecidos pelo Ministério da Saúde como um dos melhores serviços do País.”</p>



<p>Como resultado do reconhecimento, os profissionais da equipe do Serviço de Endometriose do Hospital da Mulher foram selecionados para participar de um treinamento em São Paulo, no projeto ‘Endometriose Brasil: Programa de aprimoramento profissional para diagnóstico e tratamento da doença’, promovido pelo Proadi-SUS em parceria com o Ministério da Saúde e a Beneficência Portuguesa de São Paulo. Três cirurgiões, duas enfermeiras e um radiologista participam da imersão.</p>



<p>Além do HM, o Hospital Santo Antônio, em Salvador, também presta atendimento para casos de diagnóstico e tratamento da endometriose por meio da realização de atendimentos clínicos, ginecológicos, exames laboratoriais e de imagem. O acesso às unidades é feito pela Atenção Primária, ou seja, a mulher precisa procurar atendimento nas Unidades Básicas de Saúde do município para assim ser encaminhada às unidades de referência. </p>



<p>Fonte: A Tarde / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ipirá : o que discutir para alavancar o desenvolvimento do nosso município?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/20i8LxGpMT8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Endometriose: dor incapacitante pode atrapalhar desempenho no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 05:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[incapacitante]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo norte-americano mostra que mulheres com endometriose perdem, em média, seis horas de produtividade no trabalho por semana Bethânia Nunes &#8211; Sexta, 8 de março de 2024 A endometriose é uma doença que atinge uma em cada dez mulheres no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Caracterizada pela proliferação do tecido endometrial fora do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Estudo norte-americano mostra que mulheres com endometriose perdem, em média, seis horas de produtividade no trabalho por semana</h2>



<p><a href="https://www.metropoles.com/author/bethania-nunes">Bethânia Nunes</a> &#8211; Sexta, 8 de março de 2024</p>



<p>A endometriose é uma doença que atinge uma em cada dez mulheres no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Caracterizada pela proliferação do tecido endometrial fora do útero, a condição causa dores intensas e irregularidade na menstruação, impactando a vida da mulher em vários aspectos, inclusive na carreira.</p>



<p>Um estudo da Academy of Managed Care Pharmacy, de 2017, chama atenção para a importância do diagnóstico e controle dos sintomas, bem como para a necessidade das empresas oferecerem acolhimento e alternativas de cuidado às funcionárias.</p>



<p>Os pesquisadores da organização norte-americana analisaram dados de aproximadamente 1,4 mil mulheres diagnosticadas com endometriose em 10 países, incluindo o Brasil. Segundo eles, uma mulher com endometriose perde, em média, seis horas de produtividade no trabalho por semana.</p>



<p>A conta dos pesquisadores levou em conta as faltas provocadas pela dor incapacitante e os momentos em que a paciente está trabalhando acometida pelos sintomas da endometriose.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Endometriose</h4>



<p>A <a href="https://www.metropoles.com/saude/endometriose-pode-virar-cancer-entenda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">endometriose</a> é uma doença genética, crônica e progressiva. O útero é revestido pelo endométrio, um tipo de tecido que é expelido do corpo conforme o ciclo menstrual. O diagnóstico ocorre quando o tecido cresce fora do útero, em regiões da cavidade abdominal, como os ovários e a bexiga.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Política, Gastos Públicos com Empresa de Advocacia e a CPI instalada no Município de Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/dN6YfQWdd9Q?start=6&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>A maioria das pacientes desenvolve a doença durante a puberdade e os sintomas se intensificam de forma progressiva com&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/5-dicas-aliviar-colicas-menstruais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cólica</a>&nbsp;persistente no período menstrual, dor nas pernas e ao evacuar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estima-se que 70% das pacientes com a doença sejam sintomáticas e tenham como principais sinais a cólica e a dor lombar”, afirma o ginecologista Luís Otávio Manes, especialista em endometriose.</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h4>



<p>De acordo com o médico, o diagnóstico da endometriose é feito tardiamente, levando em média 10 anos para ser realizado. Esse tempo tem impactos significativos na qualidade de vida das mulheres.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Faz com que elas passem por situações que afetam diretamente a produtividade no trabalho. Pesquisas recentes mostram que cerca de 70% das mulheres que têm endometriose acabam tendo algum tipo de problema no ambiente profissional e, na maioria das vezes, desenvolvem sintomas depressivos como ansiedade, alteração do humor e fadiga crônica”, relata.</p>
</blockquote>



<p>Em casos mais graves, a dor intensa pode ocasionar faltas ao trabalho por conta de consultas médicas, exames, cirurgias ou, simplesmente, pela incapacidade de realizar as tarefas devido aos sintomas.</p>



<p>A endometriose pode dificultar ainda a participação em treinamentos, viagens de trabalho e outras atividades importantes para o desenvolvimento profissional.</p>



<p>O diagnóstico precoce e o tratamento adequado ajudam a reduzir os sintomas e a melhorar a qualidade de vida das pacientes, o que se reflete na vida profissional.</p>



<p>“É necessário um esforço conjunto da sociedade, empresas e governo para garantir que as mulheres com a doença tenham acesso ao diagnóstico e tratamento adequados, além de um ambiente de trabalho inclusivo e livre de discriminação”, ressalta o especialista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Licença menstrual</h4>



<p>As empresas podem oferecer apoio às pacientes com a flexibilização da jornada de trabalho, possibilidade de trabalho remoto e licenças médicas para tratamento. “É importante conscientizar a sociedade sobre a endometriose e seus impactos, para que as mulheres com a doença sejam compreendidas”, avalia o ginecologista.</p>



<p>A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promulgou, na quarta-feira (6/3), a Lei Complementar nº 1.032/2024, que garante <a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/licenca-menstrual-servidoras-do-gdf-tem-direito-a-3-dias-de-atestado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“licença menstrual”</a> para servidoras públicas do Distrito Federal. O projeto de lei prevê o distanciamento do trabalho por até três dias consecutivos por mês em caso de “sintomas graves associados ao fluxo menstrual, após homologação pela medicina do trabalho ou ocupacional”.</p>



<p>Fonte: Metropoles / </p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/endometriose-dor-incapacitante-pode-atrapalhar-desempenho-no-trabalho/">Endometriose: dor incapacitante pode atrapalhar desempenho no trabalho</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Endometriose: doença também pode afetar intestino e pulmão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Raquel Barreto Segundo ginecologista, tratamento da endometriose pode incluir medicamentos e cirurgia para remoção dos focos da doença. Apesar da crescente visibilidade da&#160;endometriose&#160;nos últimos anos, a condição continua cercada por dúvidas e desinformação. Contrariando algumas percepções comuns, a doença pode ser assintomática e afetar diversas regiões do organismo.&#160; A endometriose é uma condição ginecológica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><br>Por Raquel Barreto</p>



<p>Segundo ginecologista, tratamento da endometriose pode incluir medicamentos e cirurgia para remoção dos focos da doença.</p>



<p>Apesar da crescente visibilidade da&nbsp;<strong>endometriose</strong>&nbsp;nos últimos anos, a condição continua cercada por dúvidas e desinformação. Contrariando algumas percepções comuns, a doença pode ser assintomática e afetar diversas regiões do organismo.&nbsp;</p>



<p>A endometriose é uma condição ginecológica caracterizada pela&nbsp;<strong>presença anormal do tecido endometrial fora do útero</strong>. Os “focos de endometriose” são as áreas específicas onde esse tecido reveste o interior do&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/cancer-no-colo-do-utero-entenda-doenca-que-vitimou-miss-uruguai.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">útero</a>, que se desenvolve de maneira não convencional.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7.jpg" alt="" class="wp-image-86858" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>Esses focos podem se manifestar em diferentes órgãos do sistema reprodutivo, como&nbsp;<a href="https://www.altoastral.com.br/saude/cisto-no-ovario-entenda-o-que-e-e-quais-os-sintomas-da-condicao.phtml">ovários</a>&nbsp;e trompas de Falópio. Mas também podem se desenvolver em regiões distantes, incluindo o&nbsp;<a href="https://www.altoastral.com.br/saude/intestino-preso-nutrologo-revela-como-melhorar.phtml">intestino</a>&nbsp;e até mesmo os pulmões.</p>



<p>O médico ginecologista especialista em endometriose, Patrick Bellelis, explica que a presença de focos de endometriose, seja nos órgãos reprodutivos ou em áreas mais incomuns, amplifica consideravelmente o quadro clínico. </p>



<p>“Esses focos demandam uma abordagem clínica específica, dado que podem intensificar sintomas como dor pélvica crônica e irregularidades menstruais. A identificação precoce desses pontos é essencial para o tratamento adequado”, comenta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-sintomas-e-tratamento-da-endometriose">Sintomas e tratamento da endometriose</h2>



<p>Os sintomas da endometriose podem variar de acordo com a paciente, com alguns casos sendo assintomáticos e outros debilitantes. Entre os sintomas mais comuns estão dor pélvica,&nbsp;<a href="https://www.altoastral.com.br/saude/endometriose-conheca-sintomas-alem-colica-menstrual-intensa.phtml">cólica intensa</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.altoastral.com.br/amor-e-sexo/dores-durante-relacoes-sexuais-endometriose.phtml">desconforto durante as relações sexuais</a>.&nbsp;</p>



<p>Para confirmar a presença e localização dos focos de endometriose, profissionais de saúde muitas vezes recorrem a exames de imagem, como a laparoscopia. O tratamento varia desde medicamentos até procedimentos cirúrgicos para a remoção dos focos da doença.</p>



<p>Para o ginecologista, a conscientização sobre os focos de endometriose é crucial para compreender a condição e criar um ambiente de apoio para aquelas que enfrentam os desafios diários associados à doença.&nbsp;</p>



<p>“Conhecer os sintomas, buscar orientação médica e compartilhar informações são passos fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas pela endometriose,” conclui o profissional.</p>



<p>Fonte: Alto astral</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Vasectomia: importancia,vantagens e desvantagens" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5Hcr9MFGKkI?start=1658&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Endometriose: o desafio de continuar se exercitando após diagnóstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 21:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menstruações dolorosas, fadiga e infertilidade são apenas três dos&#160;sintomas da endometriose. Ela afeta uma em cada 10 mulheres no Brasil,&#160;segundo estimativa do Ministério da Saúde. A endometriose é uma doença inflamatória provocada por células do endométrio (tecido que reveste o útero). Em vez de serem expelidas durante a menstruação, elas caem nos ovários ou na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li>Por Megan Lawton</li>
</ul>



<p>Menstruações dolorosas, fadiga e infertilidade são apenas três dos&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62131855">sintomas da endometriose</a>.</p>



<p>Ela afeta uma em cada 10 mulheres no Brasil,&nbsp;<a href="https://aps.saude.gov.br/noticia/16316">segundo estimativa do Ministério da Saúde.</a></p>



<p>A endometriose é uma doença inflamatória provocada por células do endométrio (tecido que reveste o útero). Em vez de serem expelidas durante a menstruação, elas caem nos ovários ou na cavidade abdominal, onde voltam a se multiplicar e a causar sangramentos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/10.jpg" alt="" class="wp-image-86861" width="841" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/10.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/10-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /></figure>



<p>Não há causa conhecida ou cura, e o tratamento pode variar de medicamentos para alívio da dor a tratamentos hormonais e cirurgia.</p>



<p>A dor incapacitante causada pela doença também pode afetar a vida cotidiana, dificultando o trabalho, a vida social e os exercícios físicos.</p>



<p>Isso é algo que a personal trainer Stef Williams conhece muito bem.</p>



<p>Ela descreveu à BBC Newsbeat que ter endometriose é &#8220;horrível&#8221; e disse que, em um dia ruim, ela sente &#8220;dores lancinantes e incapacitantes&#8221;.</p>



<p>&#8220;Eu nem sabia o que era essa doença, então senti muita vergonha porque nunca tinha ouvido falar de outras mulheres sofrendo com isso&#8221;, diz.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Batalha">&#8216;Batalha&#8217;</h2>



<p>O exercício sempre foi importante para a influenciadora fitness, conhecida como Stef Fit por seus 2,2 milhões de seguidores no Instagram.</p>



<p>Portanto, entender como manter o corpo em movimento foi uma prioridade quando ela foi diagnosticada.</p>



<p>Como muitas mulheres que têm a doença, ela passou por uma cirurgia que inicialmente a deixou impossibilitada de levantar pesos e fazer exercícios aeróbicos, suas atividades habituais.</p>



<p>Stef sabia que queria seguir em frente por causa de sua saúde mental, mas quando procurou ajuda na internet, descobriu que as informações eram limitadas e, muitas vezes, conflitantes.</p>



<p>&#8220;Foi frustrante, as dicas na internet eram um labirinto e o conselho dos médicos também era vago&#8221;, diz ela.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/a74f/live/43f2d580-4124-11ee-9b58-cb80889117a8.jpg" alt="Stef"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Stef diz que descobriu formas mais suaves de exercício, como Pilates e ioga</figcaption></figure>



<p>“O fato de termos que fazer tanta pesquisa é frustrante e uma grande batalha para as mulheres, mas depois de 10 anos sofrendo dores diárias, eu sabia que precisava fazer isso.”</p>



<p>A médica Sharon Dixon, clínica geral e pesquisadora da Universidade de Oxford (Reino Unido) que estuda a saúde da mulher, concorda com Stef.</p>



<p>&#8220;Não há uma grande quantidade de evidências sobre quais tipos de exercícios ajudam a endometriose&#8221;, disse ela ao Newsbeat.</p>



<p>“Isso não significa que não haja benefícios, apenas significa que é uma área em que precisamos desenvolver mais pesquisas científicas”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Então, como se exercitar?</h2>



<p>Sharon Dixon diz que você pode traçar paralelos entre endometriose e mulheres que sofrem com dores menstruais.</p>



<p>&#8220;Olhando para a dor menstrual, o exercício parece ajudar e isso inclui exercícios de baixa intensidade, como ioga ou pilates&#8221;, diz a médica.</p>



<p>“Sabemos de pessoas que vivem com outras condições de dor que o exercício pode ser realmente útil para reduzir a intensidade”.</p>



<p>Para Stef, num dia em que ela está com dor, um simples passeio é um bom ponto de partida.</p>



<p>“As caminhadas são uma tendência agora, mas há sete anos eu me sentia como uma avó de 90 anos fazendo caminhadas”, diz ela. “Mas é incrível para o meu corpo. Nos dias em que me sinto exausta, uma caminhada de 10 minutos é suficiente.”</p>



<p>Stef também descobriu formas de exercício que considera mais suaves, como pilates e ioga.</p>



<p>“Você não pode levantar pesos após a operação por cerca de seis a oito semanas, mas o pilates ainda fortalece seus músculos.”</p>



<p>Apesar de seu diagnóstico, Stef conseguiu continuar fazendo treinamento de impacto e força. E seu conselho para as mulheres com endometriose e queiram fazer esse tipo de exercício é ter paciência.</p>



<p>“Pode ser muito frustrante, mas você chegará lá, só precisa encontrar seu fluxo”, diz ela. “Sim, há dias difíceis, mas também dias melhores.”</p>



<p>Fonte: BBC Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Cuidados especiais para perda auditiva" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5PZ2s9QlOAU?start=1799&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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