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	<title>Ensino médio |</title>
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	<title>Ensino médio |</title>
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		<title>Inep lança sistema que emite certificado de conclusão do ensino médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[certificado]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova plataforma digital, em parceria com o Instituto Federal de São Paulo, permite que participantes habilitados no Enem 2025 obtenham o documento de forma rápida e online O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lança, nesta segunda-feira (2/3), o novo sistema de certificação de conclusão do ensino médio, desenvolvido pelo Inep [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nova plataforma digital, em parceria com o Instituto Federal de São Paulo, permite que participantes habilitados no Enem 2025 obtenham o documento de forma rápida e online</p>



<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lança, nesta segunda-feira (2/3), o novo sistema de certificação de conclusão do ensino médio, desenvolvido pelo Inep para a emissão dos certificados pelo Instituto Federal de São Paulo (IFSP). O processo inédito permitirá que o documento digital seja emitido com mais celeridade aos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)&nbsp;2025 habilitados à certificação.</p>



<p>A inovação, que simplifica o acesso ao certificado, atende a quem se enquadra nos pré-requisitos necessários e deseja cursar o ensino superior. Entre as exigências, é preciso ter mais de 18 anos e ter alcançado, no mínimo, 450 pontos em cada área do conhecimento do Enem, além de ter obtido, pelo menos, 500 pontos na redação.</p>



<p>A certificação trata-se de comprovante que atesta a conclusão da educação básica, essencial para ingressar no ensino superior, realizar concursos públicos, comprovar escolaridade em empregos, entre outros procedimentos.</p>



<p>Confira o passo a passo de como o sistema de certificação funcionará:</p>



<p>1) Acesse “&nbsp;<a href="https://certificacaodigital.inep.gov.br/">https://certificacaodigital.inep.gov.br&nbsp;</a>” e clique em “Entrar com Gov.br”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-1.png" alt="."/></figure>



<p>2) Clique em “Acesso.gov.br”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-2.png" alt="."/></figure>



<p>3) Será aberta a página do Gov.br. Em seguida, preencha os campos com os seus dados.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-3.png" alt="."/></figure>



<p>4) Você será redirecionado para o site principal novamente e terá que confirmar os seus dados. Atualize o que for necessário e clique em “Salvar”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-4.png" alt="."/></figure>



<p>5) No menu à esquerda, você encontrará o campo “Ajuda”, que o auxiliará no entendimento das informações na tela.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-5.png" alt="."/></figure>



<p>6) Se o requerente for elegível, poderá solicitar o certificado clicando em “Solicitar Certificado”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-6.png" alt="."/></figure>



<p>7) Após isso, a solicitação será registrada pela instituição certificadora e o certificado será fornecido em alguns minutos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-7.png" alt="."/></figure>



<p>8) No menu, clique em “Certificado” e tenha acesso ao documento. Você poderá baixar o arquivo em PDF clicando em “Baixar PDF”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-8.png" alt="."/></figure>



<p>9) A validação do certificado será a partir da leitura do QR Code, que abrirá o link “https://certificacaodigital.inep.gov.br” e validará o documento, conforme demonstrado na tela abaixo:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/inep/pt-br/imagens/noticias/img-9.png" alt="."/></figure>



<p><a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem/orientacoes" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Acesse a página de orientações do Enem<br></a><a target="_blank" href="https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/enem/inep-lanca-sistema-que-emite-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/enem/inep-lanca-sistema-que-emite-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio</a></p>



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<iframe title="EDUCAÇÃO DE QUALIDADE SE CONSTRÓI COM A PARTICIPAÇÃO SOCIAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/E4ivz9h_L0k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/inep-lanca-sistema-que-emite-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio/">Inep lança sistema que emite certificado de conclusão do ensino médio</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Webinário discute PNLD para ensino médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[PNLD]]></category>
		<category><![CDATA[webinário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transmitido na quinta-feira (5), no canal do MEC no YouTube, webinário orientou redes de ensino sobre o Programa Nacional do Livro e do Material Didático e sua implementação na etapa de ensino Ministério da Educação (MEC) promoveu, na quinta-feira, 5 de fevereiro, um webinário para dialogar com as redes de ensino sobre o papel do&#160;Programa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Transmitido na quinta-feira (5), no canal do MEC no YouTube, webinário orientou redes de ensino sobre o Programa Nacional do Livro e do Material Didático e sua implementação na etapa de ensino</p>



<p>Ministério da Educação (MEC) promoveu, na quinta-feira, 5 de fevereiro, um webinário para dialogar com as redes de ensino sobre o papel do&nbsp;Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD)&nbsp;no apoio à implementação da&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/politica-nacional-ensino-medio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Política Nacional do Ensino Médio (Pnaem)</a>.&nbsp;Transmitido&nbsp;pelo&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=0kF4_L_rdAg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal oficial do MEC no YouTube</a>, o encontro reuniu&nbsp;representantes&nbsp;da pasta e profissionais da educação para apresentar orientações&nbsp;e&nbsp;compartilhar experiências sobre o uso dos&nbsp;livros&nbsp;didáticos.<br><br>Durante a programação,&nbsp;foram&nbsp;detalhados os pontos do&nbsp;<a href="https://www.gov.br/fnde/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/programas-do-livro/consultas-editais/editais/edital-pnld-ensino-medio-2026-2029" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edital do PNLD&nbsp;Ensino Médio 2026-2029</a>, destacando como o programa se articula com a&nbsp;Pnaem&nbsp;e como sua&nbsp;abrangência&nbsp;contribui para a implementação da política nas escolas de todo o país.&nbsp;A diretora de Apoio à Gestão Educacional do MEC, Anita Stefani, destacou a adequação dos materiais às demandas pedagógicas&nbsp;da&nbsp;Pnaem:&nbsp;“Os professores queriam e desejavam materiais mais adequados&nbsp;a&nbsp;sua prática pedagógica, alinhados aos currículos, e esses materiais têm esse propósito”.&nbsp;</p>



<p>O encontro também explicou as formas de suporte oferecidas&nbsp;pelo MEC&nbsp;às redes para a escolha e&nbsp;a&nbsp;utilização dos materiais, com&nbsp;orientações sobre a organização das obras, o diálogo com os currículos locais e a identificação, nos livros do professor, de conteúdos e estratégias que refletem a política do ensino médio.&nbsp;</p>



<p>A diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Tereza Farias, ressaltou os desafios históricos do ensino médio e a importância do apoio às&nbsp;secretarias, que executam a política na ponta:&nbsp;“A gente fica muito feliz de estar de mãos dadas com as redes de ensino para oferecer esses materiais,&nbsp;que situam&nbsp;o processo de ensino e aprendizagem e são&nbsp;apoio para o professor”.&nbsp;</p>



<p>O webinário integrou uma proposta formativa do MEC para potencializar o uso dos materiais didáticos por docentes e gestores, ampliando o alinhamento entre currículo, política educacional e prática em sala de aula.&nbsp;O encontro&nbsp;também&nbsp;buscou fortalecer as redes no processo de implementação da nova legislação do ensino médio. As ações dialogam também com as metas previstas no novo&nbsp;Plano Nacional de Educação&nbsp;para essa etapa de ensino.&nbsp;</p>



<p><strong>Novo ciclo&nbsp;–</strong>&nbsp;No ciclo do PNLD Ensino Médio 2026-2029, a escolha dos livros didáticos foi organizada em duas categorias. A Categoria 1 reuniu coleções por área de conhecimento, com os componentes de língua portuguesa, redação, arte, língua estrangeira (inglês e/ou espanhol), educação física, educação digital, matemática, química, física, biologia, filosofia, sociologia, história e geografia. Já a Categoria 2 contemplou projetos integradores que articulam linguagens, ciências da natureza, matemática e ciências humanas e sociais aplicadas, em interface com o mundo do trabalho.&nbsp;</p>



<p><strong>Pnaem&nbsp;–&nbsp;</strong>A Política Nacional de Ensino Médio busca tornar a educação mais relevante e atrativa para os jovens, assim como reduzir a evasão escolar. A reestruturação resulta de uma ampla consulta realizada em 2023 e do consenso possível sob a coordenação do MEC e de vários parceiros. Propõe a retomada de todas as disciplinas obrigatórias, valorizando os conhecimentos dos diferentes componentes curriculares e fortalecendo as aprendizagens, de modo a fomentar uma formação integral sólida para todos os estudantes e diminuir a desigualdade.&nbsp;</p>



<p><strong>PNLD –</strong>&nbsp;O Programa Nacional do Livro e do Material Didático&nbsp;compreende um conjunto de ações voltadas à distribuição de obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa, para alunos e professores de escolas públicas de educação básica do país. As escolas participantes do PNLD recebem materiais de forma sistemática, regular e gratuita. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>As obras são produzidas por editoras, e os critérios obrigatórios das produções são publicados em edital. Os materiais de cada etapa de ensino se renovam a cada quatro anos (a cada ano, é uma etapa diferente que muda). Especialistas da Secretaria de Educação Básica (SEB) avaliam e aprovam ou não as obras de acordo com as características exigidas e os critérios de qualidade. Em seguida, a lista fica disponível para escolha dos profissionais nas escolas. &nbsp;</p>



<p><em>Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)</em>&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DOR PÉLVICA : O QUE É E POR QUE ACONTECE?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QAtd_0EztaM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p>



<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/webinario-discute-pnld-para-ensino-medio/">Webinário discute PNLD para ensino médio</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que 1 em cada 4 jovens até 19 anos não conclui o Ensino Médio no Brasil: &#8216;Trabalho desde os 15&#8217;</title>
		<link>https://ipiracity.com/por-que-1-em-cada-4-jovens-ate-19-anos-nao-conclui-o-ensino-medio-no-brasil-trabalho-desde-os-15/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-1-em-cada-4-jovens-ate-19-anos-nao-conclui-o-ensino-medio-no-brasil-trabalho-desde-os-15</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 18:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Acabei largando o Ensino Médio no segundo ano por não conseguir ir à&#160;escola. Era um desafio muito grande ir todos os dias para a escola lutando contra minha ansiedade e&#160;depressão&#8220;, conta Agatha Barroso Nunes, de 19 anos. Agatha abandonou o Ensino Médio em 2022, aos 16 anos, após mudar de cidade, de Maringá para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Thais Carrança</strong></li>



<li><strong>Da BBC News Brasil em São Paulo</strong></li>
</ul>



<p>&#8220;Acabei largando o Ensino Médio no segundo ano por não conseguir ir à&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c340q430dzvt">escola</a>. Era um desafio muito grande ir todos os dias para a escola lutando contra minha ansiedade e&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c5qvpqy94kvt">depressão</a>&#8220;, conta Agatha Barroso Nunes, de 19 anos.</p>



<p>Agatha abandonou o Ensino Médio em 2022, aos 16 anos, após mudar de cidade, de Maringá para a vizinha Sarandi, no Paraná, e ser matriculada numa escola que estava prestes a se tornar&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-45491630">cívico-militar</a>.</p>



<p><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-55617189">Jovem trans</a>, ela conta que teve dificuldade de se adaptar à nova escola, após desentendimentos com colegas, por ter um posicionamento mais progressista.</p>



<p>&#8220;Eu passava muito mal sempre que ia para a escola, e acabei só parando de ir. Minha mãe ficou muito irritada comigo na época, mas foi isso.&#8221;</p>



<p>Assim como Agatha, um em cada quatro jovens brasileiros com idade até 19 anos ainda não concluiu o Ensino Médio.</p>



<p>A taxa de conclusão tem avançado nos últimos anos, passando de 54,5% em 2015, para 74,3% em 2025.</p>



<p>Mas o patamar permanece abaixo do índice de conclusão do Ensino Fundamental até 16 anos, que era de 74,7% em 2015 e passou a 88,6% no dado mais recente, mostra estudo do instituto Todos Pela Educação, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e do seu Módulo Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>O levantamento foi divulgado em primeira mão à BBC News Brasil e será publicado nesta segunda-feira (17/11), com objetivo de subsidiar os debates em meio à tramitação do Plano Nacional de Educação (PNE) 2025-2035, que deve traçar os objetivos a serem alcançados no setor na próxima década.</p>



<p>No Brasil, o Ensino Médio só passou a ser uma etapa obrigatória da educação básica oferecida pelo Estado a partir de uma emenda constitucional de 2009, com implementação gradual até 2016.</p>



<p>Além disso, por ser a última etapa da educação básica, o aluno muitas vezes chega ao Ensino Médio acumulando defasagens, observa Manoela Miranda, gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação.</p>



<p>Isso inclui lacunas no conhecimento e atrasos na trajetória escolar, seja por reprovações ou por ter começado a estudar tarde. Esse atraso, muitas vezes, contribui para a decisão dos estudantes de abandonar a escola, diz a especialista.</p>



<p>Claudia Costin, especialista em políticas educacionais e ex-diretora global de educação do&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c7zp5z8x31pt">Banco Mundial</a>, observa ainda que a universalização do Ensino Fundamental no Brasil é recente, tendo sido atingida apenas na primeira década dos anos 2000.</p>



<p>&#8220;Então, a escolaridade dos pais desses jovens é muito mais baixa&#8221;, observa Costin.</p>



<p>&#8220;Isso cria um ambiente familiar que pode prejudicar a aprendizagem, pois pesquisas mostram que até 68% do sucesso escolar de uma criança depende dos anos de escolaridade da mãe. Se os pais não estudaram, não fizeram o Ensino Médio, e a criança começa a repetir de ano, o pai pode, por exemplo, achar que esse jovem não serve para a escola&#8221;, diz ela.</p>



<p>&#8220;Ou o próprio jovem pode ter essa percepção, se ele recebe repetidas mensagens de que ele não é bom de português, ou não é bom de matemática&#8221;, exemplifica.</p>



<p>Apesar disso, Costin destaca que o avanço na taxa de conclusão do Ensino Médio na última década é notável, o que ela credita, em parte, ao avanço do acesso ao Ensino Superior que também tem ocorrido nos últimos anos.</p>



<p>&#8220;Está se criando uma cultura de que sim, o jovem pode ir para a universidade, e há a percepção de que há um adicional de salário [para pessoas com Ensino Superior], que é comprovado por pesquisas&#8221;, destaca.</p>



<p>Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que brasileiros de 25 a 64 anos que concluem o Ensino Superior ganham, em média, 148% a mais do que aqueles que têm Ensino Médio. Essa diferença é maior do que a média dos países da OCDE, que é de um salário médio 54% maior.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Abismo-entre-ricos-e-pobres-no-Ensino-Médio">Abismo entre ricos e pobres no Ensino Médio</h2>



<p>Apesar do avanço na taxa geral de conclusão do Ensino Médio no Brasil, um abismo ainda separa ricos e pobres neste nível de ensino.</p>



<p>Entre os 20% mais ricos, a taxa de conclusão passou de 85,2% em 2015, para 94,2% em 2025.</p>



<p>Já entre os 20% mais pobres, o avanço foi de 36,1% a 60,4% no mesmo período.https://flo.uri.sh/visualisation/26209502/embed?auto=1</p>



<p>Assim, a diferença entre os dois grupos diminuiu, de 49,1 pontos percentuais (p.p.) em 2015, para 33,8 pontos no dado mais recente, mas ainda é significativa.</p>



<p>Se nada mudar, levará 23 anos para que ricos e pobres tenham a mesma chance de concluir o Ensino Médio no Brasil, o que só aconteceria em 2048, calcula o Todos pela Educação, em seu estudo.</p>



<p>&#8220;Há um abismo entre as oportunidades que as crianças e jovens mais pobres têm no acesso e na permanência [escolar]&#8221;, observa Manoela Miranda.</p>



<p>Essa diferença fica explícita quando analisados os motivos que levam pobres e ricos a não concluírem o Ensino Médio, observa a gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação.https://flo.uri.sh/visualisation/26214026/embed?auto=1</p>



<p>Entre os 20% mais pobres, 18% não concluíram o Ensino Médio até os 19 anos porque ainda estavam estudando, ante 3% dos mais ricos, o que reforça o papel do atraso educacional na não conclusão do Ensino Médio na idade certa.</p>



<p>Ainda entre os mais pobres, 8,3% diziam que precisavam trabalhar (ante 2,8% dos mais ricos) e 10,6% que não tinham interesse em estudar (ante 1,5% dos mais ricos).</p>



<p>A necessidade de trabalhar foi o que tirou o recifense Henry Gaudêncio Almeida dos Anjos do Ensino Médio, ainda no primeiro ano.</p>



<p>&#8220;Eu trabalho desde os 15, praticamente, mas tive que largar [o Ensino Médio] quando houve mais necessidade. Eu tinha uns 16, 17&#8221;, lembra Henry, hoje com 21 anos e o mais velho de três irmãos.</p>



<p>&#8220;Eu estudava em escola técnica, que era integral. E, na época, não existia esse&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0jgn167y7lo">Pé de Meia</a>, toda essa assistência do governo&#8221;, afirma, citando o programa federal de incentivo financeiro para estudantes do Ensino Médio, lançado em 2024.</p>



<p>&#8220;Com a separação dos meus pais, nossa situação financeira ficou uma coisa completamente distante da realidade que era antes, que era bem mais tranquila. O que me forçou a ter que correr atrás do meu dinheiro. Trabalhei de garçom, bartender, auxiliar administrativo, fiz muita coisa.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/4600/live/9f2ec840-c279-11f0-8669-5560f5c90fbe.jpg.webp" alt="Henry Gaudêncio Almeida olha para a câmera sorrindo e veste camiseta azul"/><figcaption class="wp-element-caption">Arquivo pessoal<br></figcaption></figure>



<p>Casos como o de Henry ajudam a explicar porque, na análise por gênero, mulheres superam homens nos índices de conclusão do Ensino Médio, já há muitos anos.</p>



<p>Entre as meninas, a taxa de conclusão passou de 60,4% a 78,5% entre 2015 e 2025, ante 48,6% a 70,2% para os rapazes.</p>



<p>&#8220;Quando olhamos para o motivo de não conclusão dos homens, tem muita falta de interesse e homens que precisam trabalhar&#8221;, destaca Miranda. &#8220;Então há essa expectativa que se tem do homem trabalhar, de prover uma renda em casa.&#8221;</p>



<p>&#8220;Por outro lado, muitas meninas evadem o Ensino Fundamental e Médio por gravidez precoce ou porque são cobradas por responsabilidades e afazeres domésticos&#8221;, diz a pesquisadora, citando entre essas responsabilidades o cuidado com irmãos mais novos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Desigualdade-racial-e-regional">Desigualdade racial e regional</h2>



<p>Analisando por cor ou raça, em 2025, a taxa de conclusão foi de 81,7% para brancos e amarelos e 69,5% para pretos, pardos e indígenas, uma diferença de 12,2 pontos percentuais.</p>



<p>&#8220;Isso significa que, mesmo após avanços significativos na última década, os estudantes pretos, pardos e indígenas ainda não alcançaram o patamar registrado por brancos e amarelos em 2018 (73%)&#8221;, destaca a equipe do Todos pela Educação, no estudo.https://flo.uri.sh/visualisation/26210158/embed?auto=1</p>



<p>Ao ritmo atual de redução da desigualdade entre os grupos (-0,8 p.p. por ano, em média), a distância só seria eliminada em 2041, calculam os pesquisadores.</p>



<p>&#8220;Por outro lado, com o aumento no acesso [de pretos, pardos e indígenas] à universidade, isso constrói modelos para esses adolescentes&#8221;, diz Claudia Costin.</p>



<p>&#8220;Quer dizer, se meus primos começam a concluir universidade, tem alguma coisa aí de positivo que pode acontecer comigo, né? Assim, a taxa de conclusão [do Ensino Médio] para pretos, pardos e indígenas vem avançando mais do que a de renda por motivos em parte compreensíveis.&#8221;</p>



<p>Costin cita ainda o&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nyekzdd16o">aumento da autodeclaração de pessoas como pretas, pardas</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6pw10g6w4xo">indígenas</a>, identificado pelo IBGE em pesquisas como a Pnad e o Censo, como outro fator que influi na melhora dos indicadores de conclusão por raça nos últimos anos.</p>



<p>Por fim, a análise por regiões mostra uma aceleração das taxas de conclusão nas duas regiões que partiram de patamares mais baixos: o Nordeste, que passou de 63,6% em 2015 para 84,8% em 2025, e o Norte, que evoluiu de 66,5% para 82,5% no mesmo período.</p>



<p>No Nordeste, Costin destaca o avanço do ensino de tempo integral em Estados como Pernambuco, Paraíba e Ceará como fator que favoreceu a melhora da aprendizagem e dos índices de conclusão.</p>



<p>Já no Norte, ela destaca iniciativas como a criação dos centros de mídias no Amazonas, para levar aulas transmitidas via satélite para populações ribeirinhas que vivem em áreas de baixíssima densidade populacional. Essa iniciativa foi posteriormente replicada por outros Estados.</p>



<p>Apesar do forte avanço, Norte e Nordeste seguem com taxas de conclusão do Ensino Médio até os 19 anos inferiores ao Sudeste (92,7%), Centro-Oeste (91,9%) e Sul (88,4%).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Como-mudar-esse-quadro">Como mudar esse quadro</h2>



<p>Mas o que fazer então, para acelerar as mudanças que já vêm acontecendo nos índices de conclusão do Ensino Médio e garantir que mais pessoas possam acessar as universidades ou entrar para o mercado de trabalho com um nível melhor de qualificação, garantindo melhor renda?</p>



<p>Claudia Costin defende o avanço do ensino de tempo integral, tanto no Ensino Médio, como no Fundamental.</p>



<p>Atualmente, a modalidade representa 24,2% e 19,1% das matrículas de cada uma dessas etapas, respectivamente, segundo dados do Censo Escolar 2024.</p>



<p>Apenas com mais horas de aulas é possível incluir na jornada do aluno tempo para recuperar conteúdos que eventualmente ficaram defasados, diz Costin, garantindo o conhecimento adequado para cada série e a continuidade da trajetória escolar do estudante no tempo correto, posto que tanto a repetência, quanto as lacunas de aprendizagem são fatores que aumentam o abandono escolar.</p>



<p>&#8220;Ao mesmo tempo, temos que melhorar a atratividade da carreira de professor, formar melhor esse professor para sua prática&#8221;, defende.</p>



<p>Costin destaca ainda a importância de iniciativas como o Programa Pé de Meia, que nos próximos anos deve ter impacto positivo em reduzir o índice de evasão pela necessidade de trabalhar, acredita.</p>



<p>&#8220;Só conseguimos universalizar o acesso ao Ensino Fundamental quando começamos a pagar o&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/ckdxnd362j8t">Bolsa Família</a>, porque havia uma condicionalidade: a criança tem que ter frequência escolar&#8221;, lembra. &#8220;O Pé de Meia complementa esse dinheiro, criando uma poupança para o aluno.&#8221;</p>



<p>Pelas regras do programa, alunos matriculados no Ensino Médio recebem R$ 200 mensais, mais R$ 1 mil a cada ano concluído e um adicional de R$ 200 se prestarem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que só podem ser retirados da poupança após a formatura no Ensino Médio.</p>



<p>Ao fim de 2024, o programa já beneficiava 3,95 milhões de estudantes, segundo dados do governo federal, representando 50,6% das 7,8 milhões de matrículas registradas no Ensino Médio naquele ano.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/0e90/live/488def40-c27c-11f0-ae46-bd64331f0fd4.jpg.webp" alt="Jovem desfocado ao fundo segurando um cartão do programa Pé de Meia, que aparece em foco e no primeiro plano"/><figcaption class="wp-element-caption">Divulgação/MEC<br></figcaption></figure>



<p>Manoela Miranda, do Todos pela Educação, destaca ainda o&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgx4ed47wyqo">Novo Ensino Médio</a>, cujas regras vão se tornar obrigatórias em 2026.</p>



<p>Entre as principais mudanças estão a ampliação da carga horária diária, de quatro para cinco horas, e a introdução dos chamados itinerários formativos, com matérias optativas que podem ser escolhidas pelo aluno de acordo com seus interesses.</p>



<p>&#8220;A possibilidade de o jovem escolher esse caminho que ele quer trilhar, que faça sentido pra vida dele, pode ajudar o jovem a ficar na escola. Ele vê essa conexão com o mundo do trabalho, com a vida dele&#8221;, acredita Miranda.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Uma-nova-esperança">Uma nova esperança</h2>



<p>Para Agatha e Henry, o abandono do Ensino Médio não foi o fim de suas trajetórias escolares.</p>



<p>Isso porque, após deixarem a escola, ambos prestaram o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), prova que certifica a conclusão do ensino fundamental e médio, voltada para jovens e adultos que não concluíram essas etapas na idade certa.</p>



<p>Agatha prestou a prova este ano e está confiante em ser aprovada, quando os resultados do exame forem divulgados no dia 15 de dezembro.</p>



<p>&#8220;Sempre foi bem ruim procurar emprego e ver que, para algumas vagas, precisava de Ensino Médio concluído. Então me formar me deixa bem mais aliviada&#8221;, diz a paranaense. &#8220;É bem libertador.&#8221;</p>



<p>Já Henry conseguiu se formar pelo Encceja em 2023 e, no mesmo ano, foi aprovado em Direito pelo Programa Universidade Para Todos (Prouni). Com isso, começou a estagiar na área e depois conseguiu emprego num cartório, como jovem aprendiz.</p>



<p>Atualmente, está cursando Odontologia, após mudar de curso, e conta com orgulho que ficou em primeiro lugar ao apresentar trabalho num congresso da área.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/1e1b/live/d87fc1f0-c27c-11f0-82fa-81ea180fcdce.jpg.webp" alt="Henry Gaudêncio Almeida veste camisa branca e sorri em frente a um painel com seu trabalho, durante um congresso da área de Odontologia"/><figcaption class="wp-element-caption">Arquivo pessoal<br></figcaption></figure>



<p>&#8220;Eu acredito que todo mundo pode sim conquistar espaços melhores, lugares melhores. Eu tenho isso para mim de uma forma muito viva&#8221;, diz o pernambucano.</p>



<p>&#8220;Por conta da qualidade de vida que eu tenho hoje, a partir do momento que eu consegui conquistar esses espaços com o estudo. Hoje, por exemplo, se eu tenho vontade de viajar para algum lugar, de passar um final de semana fora, eu posso.&#8221;</p>



<p>&#8220;Poder simplesmente até comprar um lanche, coisa que antes eu não tinha [essa condição]. Isso o estudo me proporcionou. Ainda é muito pouco, mas já é alguma coisa. E é uma perspectiva de que tudo melhore.&#8221;</p>



<p><em>Gráficos produzidos pela Equipe de Jornalismo visual da BBC News Brasil</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="&quot;IPIRÁ EM FOCO: OS DESAFIOS, CONQUISTAS E O TRABALHO DA CÂMARA DE VEREADORES&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9an6xVrUqLg?start=698&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/por-que-1-em-cada-4-jovens-ate-19-anos-nao-conclui-o-ensino-medio-no-brasil-trabalho-desde-os-15/">Por que 1 em cada 4 jovens até 19 anos não conclui o Ensino Médio no Brasil: ‘Trabalho desde os 15’</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Mais de 98 mil inscritos fizeram o Enem 2025 em busca da certificação do ensino médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 19:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Enem 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 98 mil inscritos optaram por usar o exame como via de certificação. Para essa modalidade, participantes devem obter o mínimo de 450 pontos em cada área de conhecimento e 500 pontos na redação O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltou a ser uma alternativa para quem não concluiu a educação básica em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 98 mil inscritos optaram por usar o exame como via de certificação. Para essa modalidade, participantes devem obter o mínimo de 450 pontos em cada área de conhecimento e 500 pontos na redação</p>



<p>O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltou a ser uma alternativa para quem não concluiu a educação básica em idade regular. Opção escolhida por 98.558 inscritos em 2025, nessa modalidade o participante deverá atingir o mínimo de 450 pontos em cada área de conhecimento, 500 pontos na redação e, posteriormente, solicitar o Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou a Declaração Parcial de Proficiência. A iniciativa é do Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).</p>



<p>A primeira prova do Enem 2025 foi aplicada no domingo, 9 de novembro, quando os participantes resolveram questões de linguagens e ciências humanas, além da redação com o tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”. Já o segundo dia de provas está marcado para o próximo domingo, 16 de novembro, nas 27 Unidades da Federação, com questões de ciências da natureza e matemática.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reaplicação</strong></h4>



<p>Inscritos afetados por desastres naturais terão a reaplicação do exame garantida nos dias 16 e 17 de dezembro. O prazo para solicitar a reaplicação, por meio da&nbsp;<a href="https://enem.inep.gov.br/participante/#!/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Página do Participante&nbsp;</a>, vai do dia 17 de novembro até às 12h do dia 21 de novembro (horário de Brasília). O recurso atende às pessoas que faltaram por problemas logísticos ou doenças infectocontagiosas, como prevê o edital. Vale ressaltar que o inscrito só poderá fazer a prova referente ao dia em que a participação foi inviabilizada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cartão de Confirmação</strong></h4>



<p>Dados como número de inscrição, local de prova e direito a atendimento especializado ou ao uso do nome social, quando for o caso, podem ser conferidos no Cartão de Confirmação de Inscrição, também disponível na&nbsp;<a href="https://enem.inep.gov.br/participante/#!/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Página do Participante&nbsp;</a>. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda levar o cartão impresso no dia do exame.</p>



<p>Em Belém, Ananindeua e Marituba (PA), o Enem 2025 será aplicado nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro. Nessas cidades, o Cartão de Confirmação de Inscrição será disponibilizado posteriormente na Página do Participante. As novas datas foram definidas em virtude da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá em Belém no período da aplicação regular do exame.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Enem</strong></h4>



<p>O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Leia mais: </strong><a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/do-enem-a-educacao-superior-conheca-os-cinco-caminhos-possiveis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Do Enem à educação superior: conheça os cinco caminhos possíveis</a></li>
</ul>



<p>Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes como critério único ou complementar aos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.</p>



<p><em>Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep</em> / Foto: José Cruz/Agência Brasil<br></p>



<p><a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/enem-2025-e-alternativa-para-concluir-o-ensino-medio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/enem-2025-e-alternativa-para-concluir-o-ensino-medio</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COMO LIDAR COM O CIÚME PARA QUE ELE NÃO  DESTRUA O RELACIONAMENTO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/MQx5AM2Y860?start=498&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mais-de-98-mil-inscritos-fizeram-o-enem-2025-em-busca-da-certificacao-do-ensino-medio/">Mais de 98 mil inscritos fizeram o Enem 2025 em busca da certificação do ensino médio</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Sete em cada 10 alunos do ensino médio usam IA generativa em pesquisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 18:50:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas 32% receberam orientação na escola sobre uso dessa tecnologia Sete em cada dez estudantes brasileiros do ensino médio usuários da internet utilizam ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa, como o ChatGPT e o Gemini, para realizar pesquisas escolares.&#160;Apesar disso, poucos deles (apenas 32% do total)&#160;receberam alguma orientação nas escolas sobre como utilizar&#160;de forma segura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas 32% receberam orientação na escola sobre uso dessa tecnologia</p>



<p>Sete em cada dez estudantes brasileiros do ensino médio usuários da internet utilizam ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa, como o ChatGPT e o Gemini, para realizar pesquisas escolares.&nbsp;Apesar disso, poucos deles (apenas 32% do total)&nbsp;receberam alguma orientação nas escolas sobre como utilizar&nbsp;de forma segura e responsável essa tecnologia.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658874&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658874&amp;o=node"></p>



<p>As informações fazem parte da&nbsp;15ª edição da pesquisa TIC Educação, que foi divulgada na manhã de hoje (16) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O núcleo foi criado para implementar projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que é o responsável por coordenar e integrar as iniciativas e serviços da internet no país.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Nesta primeira coleta de dados, 37% dos estudantes de ensino fundamental e médio disseram usar esse tipo de ferramenta na busca de informações. Entre os alunos dos anos finais do ensino fundamental, a proporção sobe para 39% e entre os estudantes do ensino médio chega a 70%.</p>



<p>&#8220;O dado evidencia novas práticas de aprendizagem adotadas pelos adolescentes”, explicou Daniela Costa, coordenadora do estudo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Tais recursos requerem novas formas de lidar com a linguagem, de pensar a curadoria de conteúdos e de compreender a informação e o conhecimento”, ressaltou.</p>
</blockquote>



<p>Segundo ela, as escolas já estão se adaptando a&nbsp;esse novo uso e passando a debater com os pais o uso de IA Generativa pelos alunos.</p>



<p>De acordo com dados da pesquisa, as regras sobre o uso de IA generativa por alunos e professores nas atividades escolares já é pauta de reuniões dos gestores com professores,&nbsp;pais, mães e responsáveis.</p>



<p>&#8220;68% dos gestores escolares dizem que realizaram reunião com professores e outros funcionários e 60% com pais, mães e responsáveis sobre o uso de tecnologias digitais nas escolas. Regras sobre o uso de celulares nas instituições foram uma das principais pautas desses encontros, mas regras sobre o uso de ferramentas de IA pelos alunos ou pelos professores são citadas por 40% dos gestores”, explicou.</p>



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<p>Apesar de a maioria dos estudantes brasileiros de ensino médio já usar ferramentas de IA Generativa em seus trabalhos escolares, poucos deles (apenas 32% do total) receberam alguma orientação nas escolas sobre como utilizar essa tecnologia, o que seria extremamente importante, defendeu a coordenadora do estudo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O principal ponto é que essas práticas de busca de informações baseadas em IA trazem novas demandas para as escolas no que diz respeito a orientar os alunos sobre a integridade da informação, a autoria e sobre como avaliar fontes de informação&#8221;, destacou&nbsp;a coordenadora.</p>
</blockquote>



<p>&#8220;Além disso, é importante também que os alunos saibam como se valer desses recursos para construir o próprio conhecimento e ampliar as suas estratégias de aprendizagem, além de receber uma resposta pronta e considerá-la como única resposta possível, a mais adequada ou a verdadeira”, disse, em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>Esta foi a primeira vez que a TIC Educação investigou os recursos adotados pelos estudantes na realização de pesquisas escolares. O levantamento foi feito&nbsp;entre agosto do ano passado e março deste ano por meio de entrevistas realizadas com 945 gestores e 864 coordenadores em 1.023 escolas públicas e privadas. A pesquisa também ouviu 1.462 professores e 7.476 alunos, tanto de escolas rurais quanto urbanas de todo o país. Os resultados&nbsp;estão disponíveis no&nbsp;<a href="http://site%20do%20levantamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>site</em>&nbsp;do levantamento</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Celulares</h2>



<p>A pesquisa TIC Educação foi realizada enquanto estava sendo promulgada a Lei 15.100, de janeiro deste ano, que passou a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-02/governo-regulamenta-lei-que-restringe-uso-de-celular-na-escola" target="_blank" rel="noreferrer noopener">restringir o uso de dispositivos móveis</a>, como celulares&nbsp;nas escolas.</p>



<p>Apesar disso, a pesquisa já começou a demonstrar a mudança de uso nas regras de aparelhos celulares dentro das escolas. Em 2023, por exemplo, 28% das instituições proibiam o uso do telefone celular pelos alunos e 64% permitiam o uso apenas em alguns espaços e horários. Em 2024, a proporção de escolas que não permitem o uso do dispositivo aumentou para 39%, enquanto a permissão em alguns espaços e horários diminuiu para 56%.</p>



<p>&#8220;Os indicadores confirmam a tendência de redução de uso de telefones celulares pelos alunos, especialmente entre os estudantes de escolas localizadas em áreas rurais (de 47% para 30%), de escolas municipais (de 32% para 20%)&nbsp;e particulares (de 64% para 46%)”, explicou a coordenadora da pesquisa TIC Educação.</p>



<p>Segundo ela, essa mesma tendência é observada nas escolas particulares, que vêm diminuindo o uso de tecnologias digitais, inclusive nos espaços escolares. “A proporção de escolas particulares com disponibilidade de acesso à internet na sala de aula passou de 70% em 2020 para 52% em 2024”, disse Daniela&nbsp;à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conectividade nas escolas</h2>



<p>A pesquisa também apontou que quase a totalidade das escolas brasileiras (96% do total) possui acesso à internet. Esse acesso cresceu principalmente nas instituições municipais (que passaram de 71% de acesso em 2020 para 94% em 2024) e nas escolas rurais (que passou de 52% para 89% nesse mesmo período).</p>



<p>No entanto, embora a conectividade tenha crescido, as desigualdades nesse acesso permanecem presentes. Se nas escolas estaduais, 67% dos alunos utilizam a internet para fazer atividades solicitadas pelos professores, na rede municipal, a proporção é de apenas 27%.</p>



<p>No caso das instituições de educação básica municipais, por exemplo, 75% dispõem de, pelo&nbsp;menos, um espaço com conexão à Internet para uso dos alunos, mas apenas 51% delas têm&nbsp;computadores para atividades educacionais e 47% contam com acesso à Internet e dispositivos para os estudantes.</p>



<p>“O acesso à internet tem se disseminado entre as escolas de ensino fundamental e médio”, diz a coordenadora do estudo.</p>



<p>Em 2020, 52% das escolas rurais contavam com acesso à rede, proporção que passou para 89% na edição 2024.</p>



<p>&#8220;No entanto, a disponibilidade de dispositivos digitais, como computadores, ainda é um grande desafio para as instituições, especialmente nas escolas rurais e municipais&nbsp;de pequeno porte. Entre 2022 e 2024, a presença de ao menos um computador para uso dos alunos nas escolas rurais diminuiu, passando de 46% para 33%”, explicou.</p>



<p>Para ela, essas desigualdades só poderão ser reduzidas&nbsp;a partir de “melhor entendimento sobre o papel das tecnologias digitais nos processos de ensino e aprendizagem” e também com “iniciativas que permitam a equalização de oportunidades entre os estudantes de diferentes contextos”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formação docente</h2>



<p>Além disso, a pesquisa revelou que, nos últimos anos, caiu o número de professores que participaram de formação voltada ao uso de tecnologia digital nos processos de ensino e de aprendizagem. Se em 2021, cerca de 65% dos professores dizia ter feito algum curso de formação sobre tecnologia digital, em 2024 esse número caiu para 54%. A queda foi ainda maior entre os professores da rede pública municipal, que passou de 62% em 2021 para apenas 43% no ano passado.</p>



<p>Para a coordenadora do estudo, o acesso dos professores a cursos de formação, apoio e atualização seria essencial, “especialmente em um contexto de mudanças nas formas de lidar com a aprendizagem, como a inserção de tecnologias emergentes – entre elas a IA, nas práticas pedagógicas”.</p>



<p>Essa formação também é importante porque permitiria que os professores orientassem melhor seus alunos para o uso seguro, crítico, responsável e criativo das tecnologias digitais. Segundo Daniela,&nbsp;esse foi um dado comprovado pela pesquisa: a maior parte dos docentes que realizaram desenvolvimento profissional (67% do total) mencionou que a&nbsp;atividade contribuiu para melhor orientar os alunos sobre o uso dessas tecnologias.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil / © Imagem criada pelo chatgpt para ilustrar matéria</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CAMPANHA DE FINAL DE ANO 2025 DA CDL - IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/hU52x4QQw_M?start=2774&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/sete-em-cada-10-alunos-do-ensino-medio-usam-ia-generativa-em-pesquisas/">Sete em cada 10 alunos do ensino médio usam IA generativa em pesquisas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>SEC orienta escolas da Bahia em processo de seleção dos livros didáticos do Ensino Médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
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		<category><![CDATA[livros didáticos]]></category>
		<category><![CDATA[SEC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) reforçou a mobilização de professores e gestores escolares para a escolha dos livros didáticos do Ensino Médio. O processo integra a primeira edição do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD 2026-2029), voltada ao novo modelo de Ensino Médio. O programa garante a distribuição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) reforçou a mobilização de professores e gestores escolares para a escolha dos livros didáticos do Ensino Médio. O processo integra a primeira edição do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD 2026-2029), voltada ao novo modelo de Ensino Médio. O programa garante a distribuição gratuita de livros didáticos, pedagógicos e literários para as escolas públicas. O prazo para a seleção das obras começou nesta segunda-feira (25) e segue até 5 de setembro, no sistema PNLD Digital, disponível no link<a href=" https://pnlddigital.fnde.gov.br/login."> https://pnlddigital.fnde.gov.br/login.</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O PNLD é coordenado pelo Ministério da Educação (MEC) e executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O programa é responsável por fornecer os livros que serão utilizados em sala de aula. Nesta edição, as obras foram reorganizadas em coleções que acompanham o novo currículo do Ensino Médio, instituído pela Política Nacional de Ensino Médio. O material está dividido em duas categorias. A primeira contempla os componentes curriculares obrigatórios, como Língua Portuguesa, Matemática, História e Biologia, entre outros. A segunda reúne projetos integradores relacionados ao mundo do trabalho e aos itinerários formativos, como Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Cada escola deve escolher as coleções que mais se adequam ao seu projeto pedagógico e registrar a decisão no sistema digital do programa.</p>



<p>Desde julho, a SEC realiza uma série de ações para apoiar os educadores baianos. Foram promovidas cerca de 25 transmissões ao vivo (lives) com professores, coordenadores pedagógicos e os 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTEs) com orientações sobre o funcionamento do programa. A comunicação incluiu, ainda, e-mails, manuais e documentos orientadores. Os gestores escolares também receberam instruções sobre como acessar o Guia Digital das Obras e realizar o cadastro no sistema do PNLD digital.</p>



<p>A coordenadora do Programa do Livro e da Biblioteca Escolar da SEC, Alessandra Santana, ressaltou a importância da iniciativa. “A escolha dos livros didáticos do PNLD é estratégica porque impacta diretamente a aprendizagem dos estudantes. Professores, gestores e equipes pedagógicas têm a oportunidade de selecionar os materiais que mais dialogam com seus projetos escolares. É um momento único de garantir que cada escola receba obras adequadas à sua realidade e suas necessidades”, afirmou.</p>



<p>Na etapa atual, a SEC inicia o acompanhamento dos registros das escolhas no sistema do PNLD. A secretaria verifica quais escolas iniciaram, quais concluíram e quais ainda precisam finalizar o processo. O objetivo é alcançar 100% das unidades escolares da rede estadual até o prazo final, garantindo que, em 2026, os estudantes recebam os livros escolhidos diretamente por suas escolas.</p>



<p>Acesse as obras disponíveis através do&nbsp;<a href="unsafe: https://pnld.nees.ufal.br/pnld_ensino_medio_2026_2029/acesse_as_obras">link</a>.</p>



<p><br><em><strong>Fonte: Ascom/SEC</strong></em> / Foto: Amanda Chung/SEC</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ORIENTAÇÃO PARENTAL NOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-64iTgMAcCY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Reestruturação do Ensino Médio fortalece Educação na Bahia com currículo mais completo e contextualizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 13:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria da Educação do Estado (SEC) inaugurou, nesta terça-feira (15), a obra de modernização do Colégio Estadual do Campo de Tempo Integral de Botuporã, localizado no Território da Bacia do Paramirim. A requalificação da infraestrutura das escolas faz parte de um projeto que envolve políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade do ensino público [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Educação do Estado (SEC) inaugurou, nesta terça-feira (15), a obra de modernização do Colégio Estadual do Campo de Tempo Integral de Botuporã, localizado no Território da Bacia do Paramirim. A requalificação da infraestrutura das escolas faz parte de um projeto que envolve políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade do ensino público da Bahia.</p>



<p>A comunidade escolar conta, agora, com restaurante estudantil, campo de futebol society, vestiários e subestação. Além disso, foram realizadas a reforma e cobertura da quadra poliesportiva. Os espaços trarão ainda mais conforto para o aprendizado dos estudantes, incluindo a prática de diferentes modalidades esportivas.&nbsp;</p>



<p>A diretora de Povos e Comunidades Tradicionais da SEC, Poliana Reis, que representou a secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, no ato de inauguração, ressaltou a importância das melhorias realizadas para o aprendizado dos estudantes. “São espaços que vão possibilitar ainda mais a oferta de Educação do Campo e contextualizada para a nossa população de Botuporã. É com muita felicidade que inauguramos mais uma obra da Educação”.</p>



<p>O estudante Kristley Silva, 16 anos, da modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) comentou que a nova estrutura é essencial para tornar o colégio mais atrativo. “A modernização tem um impacto muito positivo, proporcionando conforto e um ambiente adequado para o aprendizado. Com as novas instalações, estudar se torna mais agradável e eficiente”.</p>



<p>Já a estudante Ana Vitória Cardoso, 16 anos, 2º ano, acredita que as melhorias criam um ambiente mais inspirador e produtivo para os alunos. “As mudanças na estrutura da escola são fundamentais para garantir um ensino de qualidade. Os novos ambientes modernos oferecem mais comodidade e incentivam a concentração e o foco nos estudos”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>O ato de inauguração também contou com a presença da diretora do Núcleo Territorial de Educação da Bacia do Paramirim (NTE 12), Flordenice Costa; da coordenadora territorial, Amparo Mota; e da diretora do colégio, Aleni Queiroz.</p>



<p>FonteTexto: Emerson Santos &#8211; Ascom/SEC / Foto: Ascom/SEC</p>



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<iframe title="O BRASIL QUE DÁ CERTO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/k2-GtaPvGrk?start=2173&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Inscritos na formação Reestruturação do Ensino Médio já podem acessar a plataforma e iniciar as atividades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 13:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Educadores da rede estadual de educação da Bahia inscritos na formação Reestruturação do Ensino Médio já podem acessar a Plataforma Colaborativus para iniciar as atividades do curso. O prazo para a conclusão do primeiro módulo se encerra no dia 28 de fevereiro. O inscrito deve acessar o ambiente virtual através do link abaixo, preencher o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Educadores da rede estadual de educação da Bahia inscritos na formação Reestruturação do Ensino Médio já podem acessar a Plataforma Colaborativus para iniciar as atividades do curso. O prazo para a conclusão do primeiro módulo se encerra no dia 28 de fevereiro.</p>



<p>O inscrito deve acessar o ambiente virtual através do link abaixo, preencher o login (CPF do educador) e colocar a senha &nbsp;inicial&nbsp;<strong>12345678</strong>.</p>



<p><a href="https://colaborativus.educacao.ba.gov.br/">Clique aqui para iniciar a formação&nbsp;</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Neste momento, só terão acesso à plataforma os educadores e educadoras inscritos(as) na formação de Reestruturação do Ensino Médio. À medida que outras formações estejam abertas, os inscritos(as) terão acesso ao Colaborativus com a mesma orientação de login acima.</p>



<p>Promovida pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, por meio do Instituto Anísio Teixeira (IAT), a ação formativa tem por objetivo orientar e apoiar as unidades escolares na implementação da atual reforma do Ensino Médio, expressa na Lei 14.945/2024, que promoveu alterações curriculares nessa etapa da Educação Básica.</p>



<p>A atividade, que será realizada em formato online, tem carga horária total de 30 horas e é destinada a professores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares do quadro efetivo do Magistério Público do Estado da Bahia.</p>



<p>Organizada em 03 módulos de estudo, a formação leva em conta a nova abordagem do currículo a partir da reestruturação do Ensino Médio. Cada módulo, distribuído em unidades, apresenta leituras obrigatórias, materiais complementares e atividades que subsidiarão a reflexão em torno das novas diretrizes no Ensino Médio.</p>



<p>Fonte: ASCOM/IAT / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CÂMARA DE VEREADORES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/CtAldEJkr9s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p>



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		<title>Concluintes do ensino médio na rede pública podem fazer Enem de graça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 17:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Enem]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prazo para pedir isenção da taxa de inscrição encerra na sexta-feira (26). Exame é a principal porta de entrada para a educação superior. Os estudantes da rede pública que vão concluir o ensino médio em 2024 têm direito a fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de graça. Para isso, é necessário solicitar a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/concluintes-do-ensino-medio-na-rede-publica-podem-fazer-enem-de-graca/">Concluintes do ensino médio na rede pública podem fazer Enem de graça</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prazo para pedir isenção da taxa de inscrição encerra na sexta-feira (26). Exame é a principal porta de entrada para a educação superior.</p>



<p>Os estudantes da rede pública que vão concluir o ensino médio em 2024 têm direito a fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de graça. Para isso, é necessário solicitar a isenção da taxa de inscrição ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) até a próxima sexta-feira, 26 de abril. Ao participar, esses alunos poderão usar as notas do Enem para ingressar na educação superior.</p>



<p>As regras para solicitar a isenção foram estabelecidas em edital, disponível no portal do Inep. Os pedidos devem ser feitos pela Página do Participante, com o login único do Gov.br. Quem não lembra a senha da conta pode recuperá-la a partir das orientações da própria plataforma.</p>



<p><strong>Tem direito a fazer o Enem de graça:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem está matriculado na 3ª série do ensino médio (neste ano de 2024), em escola pública.</li>



<li>Quem fez todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada.</li>



<li>Pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica por serem de família de baixa renda – com registro no Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico).</li>



<li>Participantes do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC).</li>
</ul>



<p><strong>Justificativa de ausência –&nbsp;</strong>O estudante que não compareceu aos dois dias de Enem, em 2023, precisa justificar a ausência, e quer participar da edição de 2024 gratuitamente. O prazo para isso também encerra em 26 de abril.</p>



<p><strong>Pé-de-Meia –&nbsp;</strong>O programa é destinado à permanência e à conclusão escolar de estudantes matriculados no ensino médio público. Nesse contexto, ele oferece incentivos relacionados à matrícula, frequência, conclusão e participação em exames educacionais, entre outros fatores a serem considerados. Participar do Enem é um dos critérios para ter direito ao incentivo de R$ 200, após a conclusão do ensino médio.</p>



<p><strong>Enem –&nbsp;</strong>O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni).</p>



<p>Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>



<p>Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Cronograma (isenção e justificativa de ausência)</strong></td></tr><tr><td><strong>Solicitação de isenção da taxa/Justificativa de ausência:&nbsp;</strong>15 a 26 de abril</td></tr><tr><td><strong>Resultado das solicitações de isenção da taxa/Justificativa de ausência:&nbsp;</strong>13 de maio</td></tr><tr><td><strong>Período de recursos:&nbsp;</strong>13 a 17 de maio</td></tr><tr><td><strong>Resultado dos recursos:&nbsp;</strong>24 de maio</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Por: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) / Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A desvalorização da gestão aos profissionais da educação do município de Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/lprUQV3U7xY?start=947&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Ministério da Educação anuncia suspensão do novo ensino médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 19:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino médio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interrupção dura, inicialmente, até o fim do prazo da consulta pública sobre a aplicação do novo ensino médio no Brasil O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou, nesta terça-feira (4/4), que o Ministério da Educação (MEC) vai suspender a implementação do novo ensino médio e a adaptação ao novo currículo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para 2024, elaborado por Milton [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Interrupção dura, inicialmente, até o fim do prazo da consulta pública sobre a aplicação do novo ensino médio no Brasil</em></p>



<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou, nesta terça-feira (4/4), que o Ministério da Educação (MEC) vai suspender a implementação do novo ensino médio e a adaptação ao novo currículo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para 2024, elaborado por Milton Ribeiro, então ministro do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Mais cedo, Santana se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Palácio do Planalto.</p>



<p>A interrupção dura, inicialmente, até o fim do prazo da consulta pública sobre o tema. São 90 dias, que se iniciaram em março, e mais 30 dias para o MEC elaborar e divulgar um relatório com as conclusões.</p>



<p>O novo ensino médio amplia o tempo mínimo do estudante na escola e flexibiliza a organização curricular. A proposta tem sido alvo de protestos de diferentes parcelas da sociedade, como movimentos estudantis, que pedem a revogação da reforma aprovada durante a gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB).</p>



<p>No início de março, Santana sinalizou que revogar a reforma não estava no radar do governo federal. Ele defendeu uma revisão do novo ensino médio durante agenda em Recife (PE), onde participou da cerimônia de posse da presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Márcia Angela Aguiar.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Novo ensino médio</strong></h4>



<p>O novo ensino médio foi instituído com a aprovação da Lei nº 13.415/2017, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O projeto amplia o tempo mínimo do estudante na escola e flexibiliza a organização curricular.</p>



<p>Além das disciplinas obrigatórias, os alunos escolhem um itinerário formativo, que inclui outras matérias e projetos direcionados. São quatro opções: Matemáticas e suas tecnologias; Linguagens e suas tecnologias; Ciências da natureza e suas tecnologias; e Ciências humanas e sociais aplicadas.</p>



<p>Os estudantes deixam de ter carga horária de 800 horas por ano e passam a ter mil horas por ano. Do mínimo de 3 mil horas nos três anos do ensino médio, 1,8 mil devem ser dedicadas às disciplinas tidas como obrigatórias de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). As 1,2 mil horas complementares precisam ser preenchidas com os itinerários formativos.</p>



<p>Fonte: <strong>Metrópoles</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Segurança Pública, atualidades legislativas e impactos na vida da comunidade" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/LMAwLpubuDU?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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