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	<title>Ensino |</title>
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	<title>Ensino |</title>
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		<title>Educativo Zumví fortalece ensino da cultura afro-brasileira e promove formação para jovens negros em Salvador </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Zumví]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto Educativo propõe visitas mediadas, materiais pedagógicos e curso de mediação cultural para aproximar estudantes, educadores e jovens do patrimônio afro-brasileiro&#160; Fortalecer o ensino da história e da cultura afro-brasileira a partir da memória, da fotografia e de narrativas construídas pela própria população negra é a proposta do “Educativo Zumví: Educando Através da Memória e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Projeto Educativo propõe visitas mediadas, materiais pedagógicos e curso de mediação cultural para aproximar estudantes, educadores e jovens do patrimônio afro-brasileiro&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fortalecer o ensino da história e da cultura afro-brasileira a partir da memória, da fotografia e de narrativas construídas pela própria população negra é a proposta do “Educativo Zumví: Educando Através da Memória e da Cultura Afro-Brasileira”, que será realizado em Salvador entre 22 de setembro até 22 de outubro de 2026. A iniciativa busca contribuir para a aplicação da Lei 11.645 por meio de visitas mediadas, materiais pedagógicos e um Curso de Mediação Cultural voltado à formação de 30 jovens negros para atuação no mercado de museus e espaços culturais. O projeto também contará com visitas guiadas, para estudantes de escolas e universidades ainda no mês de outubro</p>



<p class="wp-block-paragraph">Voltado principalmente para estudantes e educadores, o projeto está estruturado em três frentes. A primeira é a criação de uma metodologia de visitação mediada às galerias do Zumví, estimulando novas formas de contato com as fotografias e com as histórias presentes no acervo. A proposta é transformar a visita ao espaço cultural em uma experiência de aprendizado, reflexão e valorização da cultura afro-brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda frente prevê a produção e distribuição de kits pedagógicos com imagens do acervo do Zumví, que poderão ser utilizados pelos educadores em sala de aula. Os materiais funcionam como ferramentas para ampliar as possibilidades de abordagem da história e da cultura afro-brasileira, levando para o cotidiano escolar registros visuais que apresentam diferentes dimensões da vida, da identidade, das manifestações culturais e das lutas da população negra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira vertente é o Curso de Mediação Cultural, voltado à formação e à inserção de 30 jovens negros de Salvador no mercado de museus e espaços culturais. A capacitação abordará práticas de mediação, memória, patrimônio e cultura, incluindo também aspectos relacionados à Acessibilidade Cultural, ampliando a compreensão sobre a construção de espaços culturais mais inclusivos e acessíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma formação técnica, o curso parte da experiência do Zumví para apresentar aos participantes outras possibilidades de atuação profissional no campo da cultura. A instituição reúne décadas de experiência na preservação e ativação de um acervo produzido a partir do olhar de fotógrafos negros, além de uma atuação voltada à educação, à memória e à construção de narrativas próprias sobre a população negra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Lázaro Roberto, fotógrafo e arte-educador, cofundador do Zumví Arquivo Fotográfico em 1990, a iniciativa representa uma continuidade do compromisso do arquivo com a preservação e a circulação dessas memórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para nós, do Zumví, trabalhar com educação é também uma forma de preservar e fazer circular memórias que por muito tempo ficaram fora dos registros oficiais. Nosso acervo nasceu do olhar de fotógrafos negros sobre suas próprias comunidades e histórias, e essa experiência nos permite contribuir para que novas gerações reconheçam a importância da cultura afro-brasileira e compreendam a memória como uma ferramenta de transformação. O Educativo Zumví amplia esse compromisso ao aproximar estudantes, educadores e jovens de um acervo construído a partir de diferentes vivências da população negra, criando possibilidades de aprendizado, formação e atuação nos espaços de cultura e memória”, afirma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Memória, educação e representação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Fundado em Salvador, em 1990, por Lázaro Roberto, Aldemar Marques e Raimundo Monteiro, o Zumví Arquivo Afro Fotográfico nasceu do compromisso de registrar a vida da população negra a partir do olhar de fotógrafos negros. Desde então, o arquivo vem construindo um importante repertório visual sobre Salvador e a Bahia, reunindo registros de festas populares, manifestações de matriz africana, blocos afro, afoxés, movimentos sociais, territórios quilombolas, feiras, cenas do cotidiano, política, afetos e estética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa trajetória faz do Zumví um espaço estratégico para iniciativas de formação que utilizam a memória e a fotografia como instrumentos educativos. Ao trabalhar com um acervo produzido a partir das próprias experiências e perspectivas da população negra, o projeto contribui para ampliar as referências apresentadas aos estudantes e fortalecer processos educativos comprometidos com a diversidade e com a valorização das culturas afro-brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atuação do Zumví também está inserida no debate sobre arquivos comunitários. A instituição integra o Conselho Nacional de Arquivos-CONARQ, fortalecendo sua participação em discussões sobre preservação da memória, protagonismo das comunidades e reconhecimento de acervos que ajudam a contar histórias que muitas vezes não estão presentes nos registros oficiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova sede do Zumví, no Rio Vermelho, amplia essa atuação ao reunir galeria de exposições temporárias, laboratório/estúdio, ações de mediação e atividades educativas. O espaço consolida uma proposta institucional voltada à formação de público, à preservação e à ativação do acervo e ao diálogo com parceiros locais, nacionais e internacionais.<br><br>O Zumvi Arquivo Afro Fotográfico é mantido com apoio do Fundo de Cultura do Estado da Bahia.&nbsp; O projeto Educativo Zumví: Educando Através da Memória e da Cultura Afro-Brasileira conta com Patrocínio da Wilson, Sons via Programa de Isenção Fiscal Viva Cultura – Salvador, da Prefeitura de Salvador, Secretaria Municipal da Fazenda– SEFAZ, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo –SECULT e Fundação Gregório de Mattos – FGM.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Programação do Curso de Mediação Cultural&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Curso de Mediação Cultural será realizado em duas turmas. A primeira etapa de inscrições acontece entre 10 de setembro até 15 de setembro, seguida pela divulgação dos selecionados no dia 18 de setembro. As matrículas devem ser realizadas do dia 18 de setembro até 21 de setembro. As aulas da primeira turma serão realizadas de 22 de setembro a 22 de outubro, com evento de certificação marcado para 24 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cronograma</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Turma 1</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Divulgação do curso e inscrições: 10/09 até 15/09/2026</li>



<li>Divulgação da seleção: 18/09/2026</li>



<li>Aulas: 22/09 a 22/10/2026</li>



<li>Evento de certificação: 24/10/2026</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com o Educativo Zumví, memória, educação e cultura afro-brasileira se encontram em uma proposta que busca não apenas ampliar o acesso ao patrimônio e à história da população negra, mas também formar novos agentes para atuar na preservação, na mediação e na construção de narrativas dentro dos espaços culturais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>SERVIÇO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O quê:</strong>&nbsp;Curso de Mediação Cultural do Zumví, iniciativa do projeto Educativo Zumví: Educando Através da Memória e da Cultura Afro-Brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem pode participar:</strong>&nbsp;Jovens, preferencialmente pessoas negras, provenientes de escolas públicas localizadas em regiões subúrbio, calçada, centro e comércio de Salvador ou que tenham ingressado no ensino universitário por meio de sistema de cotas a partir de escolas públicas dessas regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando:</strong>&nbsp;De 22 de setembro&nbsp; até 22 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onde:</strong>&nbsp;Galeria do ZUMVÍ, no&nbsp;<a href="https://www.google.com/maps/search/Pelourinho,+Rua+Greg%C3%B3rio+de+Matos,+29,+Salvador?entry=gmail&amp;source=g" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pelourinho, Rua Gregório de Matos, 29, Salvador</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inscrições:</strong>&nbsp;A primeira turma recebe inscrições de 10/09 até 15/09/2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como se inscrever:</strong>&nbsp;As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por meio do formulário online:&nbsp;<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdopc03u18MMrwxIoKQB6BAtOscFBG0gmYLi7SgNnDuf-D76A/viewform?usp=header" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://docs.google.com/forms/<wbr>d/e/<wbr>1FAIpQLSdopc03u18MMrwxIoKQB6BA<wbr>tOscFBG0gmYLi7SgNnDuf-D76A/<wbr>viewform?usp=header</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Aldeia Nagô</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bate Papo com a Secretária de Assistência Social, Geisa Reis" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oZ3gYD0gdVU?start=236&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Programa de Assistente de Ensino de Língua Inglesa já tem lista de inscritos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 14:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Candidatos que tenham finalizado a inscrição, mas cuja candidatura não consta na relação, devem contatar a Capes até dia 13 de agosto A Capes publicou a&#160;lista das propostas recebidas&#160;na chamada do Programa Fulbright de Assistente de Ensino de Língua Inglesa (English Teaching Assistant &#8211; ETA). Por este edital, até cinco projetos de Instituições de Ensino [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Candidatos que tenham finalizado a inscrição, mas cuja candidatura não consta na relação, devem contatar a Capes até dia 13 de agosto</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Capes publicou a&nbsp;<a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/resultados-dos-editais/06082024_Lista_Listagem_2404833_Lista_de_inscritos.pdf" rel="noreferrer noopener" target="_blank">lista das propostas recebidas&nbsp;</a>na chamada do Programa Fulbright de Assistente de Ensino de Língua Inglesa (English Teaching Assistant &#8211; ETA). Por este edital, até cinco projetos de Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras serão selecionados para receberem dois assistentes de ensino de língua inglesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Candidatos que tenham finalizado a inscrição, mas cuja candidatura não consta na relação, devem enviar um e-mail até terça-feira, 13 de agosto, para o e-mail inscricao.fulbright@capes.gov.br.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de agora, as propostas passarão por etapas de análise técnica, análise de mérito, priorização e decisão final. O resultado será divulgado até dia 4 de outubro deste ano. O projeto aprovado receberá até US$ 33 mil anuais, por no máximo três anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Programa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O English Teaching Assistant (ETA) é uma parceria da Capes com a Comissão para o Intercâmbio Educacional entre os Estados Unidos da América e o Brasil – Comissão&nbsp;Fulbright.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de fomentar experiências metodológicas e práticas de caráter inovador, o programa estimula processos e projetos que promovem o desenvolvimento de habilidades de comunicação. A ação também favorece a inclusão de conteúdos culturais, sociais e históricos da sociedade estadunidense na formação dos futuros professores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O intuito é contribuir para o aprimoramento dos cursos de Licenciatura Intercultural Indígena, Pedagogia Intercultural Indígena, Licenciatura em Educação do Campo, Licenciatura em Educação Escolar Quilombola e Licenciatura em Educação Bilíngue de Surdos. Por isso, há prioridade para as IES participantes do Programa Nacional de Fomento à Equidade na Formação de Professores da Educação Básica (Parfor Equidade).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/programa-de-assistente-de-ensino-de-lingua-inglesa-ja-tem-lista-de-inscritos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/programa-de-assistente-de-ensino-de-lingua-inglesa-ja-tem-lista-de-inscritos</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eleições 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/eHjClw9xcms?start=48&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Pressão emocional e mudanças repentinas na pandemia trouxeram altos níveis de fadiga a pós-graduandos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2024 18:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Pressao Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa aponta pressão para se adaptar às modificações nas rotinas acadêmicas associadas a restrições sociais e familiares impostas pela covid-19 como causa de fadiga na pós-graduação Texto: Ivanir FerreiraArte: Carolina Borin* &#8211; Domingo, 7 de janeiro de 2024 Estudantes de pós-graduação brasileiros matriculados em instituições públicas e privadas foram bastante afetados emocionalmente na pandemia, apresentando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa aponta pressão para se adaptar às modificações nas rotinas acadêmicas associadas a restrições sociais e familiares impostas pela covid-19 como causa de fadiga na pós-graduação</p>



<h4 class="wp-block-heading">Texto: Ivanir Ferreira<br>Arte: Carolina Borin* &#8211; Domingo, 7 de janeiro de 2024</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Estudantes de pós-graduação brasileiros matriculados em instituições públicas e privadas foram bastante afetados emocionalmente na pandemia, apresentando níveis significativos de fadiga, condição que pode comprometer a concentração, o desempenho e o aprendizado acadêmico. As causas identificadas por uma pesquisa da Escola de Enfermagem (EE) da USP passam pela pressão emocional que estes alunos tiveram que vivenciar para se adaptar às mudanças na rotina das atividades acadêmicas – o fechamento de laboratórios, a necessidade de alteração no cronograma de pesquisa, alteração no formato de ensino, passando do presencial para o online – associada aos reflexos das restrições sociais e familiares impostas pela covid-19. O estudo também mostrou que aqueles que melhor ajustaram suas expectativas entre a formação que idealizaram e o que foi possível durante a pandemia foram mais resilientes e apresentaram menor sofrimento emocional nesse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo envolveu 3.331 pós-graduandos de ambos os sexos, com idade entre 21 e 70 anos de todos os estados do Brasil, e utilizou como parâmetro para avaliar a alteração emocional desse grupo a presença de “fadiga” e de “resiliência” e a associação desses constructos emocionais com fatores sociodemográficos e acadêmicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação à fadiga, as pós-graduandas do sexo feminino foram as mais afetadas, sendo encontrado nelas maiores níveis de fadiga, o que pode estar relacionado às jornadas múltiplas exercidas pelas mulheres, incluindo as demandas domésticas e familiares e a necessidade de continuidade de suas atribuições acadêmicas, explica a orientadora da pesquisa, a enfermeira Ana Lucia Siqueira Costa Calache, professora do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da EE. “Somado a estas demandas, as mulheres têm maior facilidade para expressão dos próprios sentimentos, o que refletiu na intensidade das respostas da pesquisa”, avalia. Já os alunos do norte do País foram os que apresentaram melhores níveis de resiliência, demonstrando que eles souberam lidar melhor com as mudanças acadêmicas, apesar de todas as adversidades presentes no período pandêmico”, diz.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/12/20231219_ana_lucia.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-714148"/><figcaption class="wp-element-caption">Ana Lucia Siqueira Costa Calache &#8211; Foto: arquivo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Conceitos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisadora, a&nbsp;<strong>fadiga&nbsp;</strong>é um fenômeno universal que pode ser vivenciado por indivíduos saudáveis ou doentes. Possui causas multifatoriais que envolvem aspectos físicos, cognitivos e emocionais. “A pessoa que sofre de fadiga tem uma sensação contínua de cansaço (exaustão) e de falta de energia, apresenta muitas vezes diminuição do autocuidado, baixo nível de concentração e de memória, falta de interesse e motivação em atividades diárias, irritabilidade, frustração e angústia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A fadiga é um dos elementos de avaliação de saúde mental, sendo esperado em indivíduos em equilíbrio valores próximos a zero, explica Rafael Rodrigo da Silva Pimentel, doutorando do Programa de Pós-graduação em Gerenciamento em Enfermagem, do Departamento de Orientação Profissional da EE. Em nosso estudo os valores gerais e para todos os fatores sociodemográficos e acadêmicos investigados, tiveram um resultado moderado [valores médios entre 3-6], o que emite um sinal de alerta para que medidas que visem atenuar a fadiga sejam implementadas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre&nbsp;<strong>resiliência</strong>, Ana Lucia Calache explica se tratar de uma capacidade individual que permite melhor condução das situações adversas, estressoras e/ou traumáticas. É considerada como sendo a capacidade de compreensão e de mobilização de recursos cognitivos, biológicos e interpessoais para superação de problemas. “Pessoas mais resilientes têm maior capacidade de enfrentamento de situações de crise e de superação destas situações com menor prejuízo emocional e físico”, diz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação de fadiga e resiliência</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A coleta de dados foi online, por meio da divulgação de convite para participação na pesquisa pelas plataformas Facebook e LinkedIn, enviado a 4.648 programas de pós-graduação de mestrado e doutorado em todo o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fadiga foi avaliada por meio de duas ferramentas, a Escala Revisada de Fadiga de Piper (PFS-revisada), composta de 22 itens que analisam a condição emocional de forma multidimensional (comportamental, afetiva e sensorial) e cinco questões com possibilidade de descrição de sintomas. Cada item recebe uma pontuação que vai de zero a dez conforme a variação de intensidade, sendo que o escore total maior que quatro indica a presença de fadiga. Também foi utilizada a Escala Visual Analógica de Fadiga (VAFS) que contém uma linha horizontal de 0 a 10 cm onde são registrados os níveis de fadiga, sendo fadiga leve para valores médios (1–2); moderada(3–6) e intensa (7–10).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/12/20231219_rafaelpimentel.jpg?fit=420%2C420&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-714149" style="width:180px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Rafael Rodrigo da Silva Pimentel &#8211; Foto: arquivo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A resiliência foi medida pela Escala de Resiliência de Wagnild e Young que avalia dois fatores, a competência pessoal e aceitação de si mesmo e da vida. A escala é composta de 25 itens, com variação de intensidade de 1 a 7. O escore total varia de 25 a 175 e quanto maior a pontuação mais elevada é a resiliência do indivíduo, de maneira que um resultado abaixo dos 121 é considerado como “reduzida resiliência”; entre 121 e 145, como “resiliência moderada”; e acima dos 145, “resiliência elevada”, explica o pesquisador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perfil dos estudantes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dos 5.492 formulários acessados, 3.331 (61%) responderam integralmente à pesquisa. A idade dos participantes variou de 21 a 70 anos, com média de 32,4 anos. A maioria dos estudantes era do sexo feminino (70%); com companheiro (62%); sem filhos (79%); residia na região Sudeste do Brasil (50 %). Cerca de 22% do total de estudantes do sexo feminino tinha filhos. A renda variou de um a dois salários mínimos (48%), sendo que muitos recebiam algum tipo de bolsa (49%), porém a maioria não recebeu renda adicional durante a pandemia (83%). Cerca de 50% relataram renda insuficiente para o próprio sustento. Contudo, 59% considerou que não houve impacto covid-19 na renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior número de alunos era de cursos de mestrado (51%), de universidades públicas (92%) e da área de ciências da saúde (23%). 84% dos estudantes relataram que houve impacto no cronograma da pesquisa durante o período pandêmico, sendo que as fases de coleta e análise de dados (54%) as que mais sofreram com as restrições sanitárias da pandemia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fadiga</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa confirmou que houve associação entre as médias de fadiga e resiliência e fatores sociodemográficos e acadêmicos dos alunos de pós-graduação e que eles foram afetados principalmente na esfera comportamental, ou seja, relacionada com a capacidade funcional, o que inclui as questões pessoais, atividades pessoais e relacionamento sexual. Além disso, os resultados mostraram que indivíduos mais resilientes apresentaram redução de fadiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os que apresentaram maiores médias de fadiga foram os estudantes de universidades públicas, sobretudo da área de Ciências Agrárias que dependiam de laboratórios para realizar suas atividades de pesquisa; as mulheres; os indivíduos sem filhos; os mais jovens; os que possuíam renda entre um e dois salários mínimos; eram dependentes de recursos financeiros da família e aqueles que tiverem a renda e os cronogramas de pesquisa afetados pela pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Ana Lucia Calache, a perda de recursos financeiros dos estudantes, mesmo os bolsistas, assim como de seus familiares, contribuiu para que apresentassem maiores médias de fadiga durante o período pandêmico. “Acredita-se que as demandas da produção científica, as exigências para manutenção dos programas de pós-graduação, assim como a produção individual, levaram a maiores médias de fadiga entre os estudantes de escolas públicas”, diz.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/12/20231219_mapa_escala_fadiga.jpg?ssl=1"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/12/20231219_mapa_escala_fadiga.jpg?fit=1437%2C755&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-714124"/></a></figure>



<h5 class="wp-block-heading">Distribuição da pontuação média de fadiga entre os pós-graduandos. As cores mais escuras representam níveis mais elevados de fadiga, segunda a escala Revisada de fadiga de Piper (FFS) e a Escala Visual Analógica (VAS) &#8211; Imagem: Reprodução/Artigo &#8220;Fatigue and resilience in Master’s and PhD students in the Covid-19 pandemic in Brazil: A cross-sectional study&#8221;</h5>



<h2 class="wp-block-heading">Resiliência</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De maneira geral, os estudantes que apresentaram maiores níveis de resiliência foram aqueles da região norte do Brasil (com destaque para Roraima, Acre e Tocantins); tinham filhos; eram mais velhos; possuíam renda média de pelo menos cinco salários mínimos, eram aposentados ou independentes financeiramente; estavam matriculados em universidades privadas, sendo a maioria em cursos da área de ciências da saúde e não sofreram mudanças no cronograma de suas pesquisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os menores escores de resiliência estiveram associados com as questões de gênero (ser mulher), sem companheiro, indivíduos sem filhos, estudantes de universidade pública, ter menor estabilidade financeira e aqueles que tiveram maior impacto no cronograma de pesquisa. Os principais fatores de adoecimento por fadiga estavam associados à preocupação com a própria saúde e a de entes queridos, a dificuldade de concentração, às mudanças de padrões de sono e a redução de interações sociais, relata o estudo.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/12/20231219_mapa_escala_resiliencia.jpg?ssl=1"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/12/20231219_mapa_escala_resiliencia.jpg?fit=1437%2C755&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-714129"/></a></figure>



<h5 class="wp-block-heading">Distribuição da pontuação média de resiliência entre os pós-graduandos. As cores mais escuras representam níveis mais elevados de resiliência, segundo a Escala de Resiliência de Wagnild e Young &#8211; Imagem: Reprodução/Artigo &#8220;Fatigue and resilience in Master’s and PhD students in the Covid-19 pandemic in Brazil: A cross-sectional study&#8221;</h5>



<h2 class="wp-block-heading">Fadiga e resiliência por fatores sociodemográficos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando fatores sociodemográficos, a pesquisa mostrou que os estudantes de universidades privadas que não sofreram impacto no cronograma de pesquisa apresentaram comportamentos mais resilientes. Os matriculados em universidades públicas e os que tiveram o cronograma de pesquisa afetado apresentaram maiores níveis de fadiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área de Ciências da Saúde, os estudantes que estavam em fase de realização de disciplinas apresentaram menor escore de fadiga. De maneira inversa, aqueles que estavam em fase final de redação da dissertação ou tese e os alunos de ciências agrárias apresentaram maior nível de fadiga. Não houve impacto estatístico significativo para fadiga nas seguintes variáveis: renda complementar na pandemia, estado civil, curso e nota da pós-graduação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Pimentel, estes resultados mostram a importância de se desenvolverem programas de atenção aos estudantes, especialmente em situações críticas como as vivenciadas durante o período pandêmico. Segundo o pesquisador, algumas estratégias para melhorar a resiliência são: abordagens psicoterapêuticas; treinamento em resiliência; workshops baseados em&nbsp;<em>mindfulness</em>; e intervenção em grupo. Para atenuar a fadiga, ele destaca a prática de exercícios físicos; reuniões com amigos; manter contato com familiares, amigos e professores; e estabelecer técnicas de autoajuda, como meditação, relaxamento, ouvir música.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados dessa pesquisa estão descritos no artigo&nbsp;<a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0295218"><em>Fadiga e resiliência em estudantes de mestrado e doutorado na pandemia de Covid-19 no Brasil: um estudo transversal</em></a>,&nbsp;publicado na&nbsp;<em>Plos One</em>.&nbsp; Além da professora Ana Lucia Siqueira Costa Calache e de Rafael Rodrigo da Silva Pimentel, o artigo foi assinado pelos pesquisadores Izabel Alves das Chagas Valóta, Ana Paula Neroni Stina Saura, Rodrigo Marques da Silva e Marcelo José dos Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais informações:</strong><em>&nbsp;com Ana Lucia Siqueira Costa Calache, e-mail anascosta@usp.br; Rafael Rodrigo da Silva Pimentel, e-mail rafaelpimentel@usp.br; e Izabel Alves das Chagas Valóta, e-mail izabel.chagas@usp.br</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Estagiária sob supervisão de Moisés Dorado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Facetas x Lentes de contato dental, diferença, indicações e limitações!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/1TWahKFdRZQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pressao-emocional-e-mudancas-repentinas-na-pandemia-trouxeram-altos-niveis-de-fadiga-a-pos-graduandos/">Pressão emocional e mudanças repentinas na pandemia trouxeram altos níveis de fadiga a pós-graduandos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Prefeitura de Ipirá publica decreto sobre protocolo sanitário de retorno gradativo das atividades presenciais das Instituições de Ensino</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 20:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Ipirá publicou o decreto nº337, de 23 de agosto de 2021, que dispõe sobre o funcionamento e define o protocolo sanitário de retorno gradativo das atividades presenciais das Instituições de Ensino do Município de Ipirá, enquanto durar o estado de calamidade pública decorrente da pandemia de COVID-19 e dá outras providencias. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Ipirá publicou o decreto nº337, de 23 de agosto de 2021, que dispõe sobre o funcionamento e define o protocolo sanitário de retorno gradativo das atividades presenciais das Instituições de Ensino do Município de Ipirá, enquanto durar o estado de calamidade pública decorrente da pandemia de COVID-19 e dá outras providencias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto informa ainda que o protocolo pode ser adaptado e atualizado pelo Comitê Municipal De Governança Intersetorial através de sua comissão interna de avaliação e acompanhamento do retorno gradual e seguro das atividades presenciais de ensino, caso se mostre ineficiente no controle da pandemia e em outros aspectos.</p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/08/DECRETOOOOOO.pdf">DECRETO PROTOCOLO SANITÁRIO</a><a href="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/08/DECRETOOOOOO.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ASCOM/PMI</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/prefeitura-de-ipira-publica-decreto-sobre-protocolo-sanitario-de-retorno-gradativo-das-atividades-presenciais-das-instituicoes-de-ensino/">Prefeitura de Ipirá publica decreto sobre protocolo sanitário de retorno gradativo das atividades presenciais das Instituições de Ensino</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Ensino híbrido será retomado em 41 municípios do Rio de Janeiro nesta segunda (14)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 14:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Data de publicação: 14 de Junho de 2021, 10:45h Na capital, 259 unidades escolares têm autorização para o retorno. Escolas estaduais de 41 municípios do Rio de Janeiro terão aulas no modelo ensino híbrido (presencial e remoto) a partir desta segunda (14) até sexta-feira (18). Na capital, 259 unidades escolares têm autorização para o retorno. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Data de publicação: 14 de Junho de 2021, 10:45h</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na capital, 259 unidades escolares têm autorização para o retorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolas estaduais de 41 municípios do Rio de Janeiro terão aulas no modelo ensino híbrido (presencial e remoto) a partir desta segunda (14) até sexta-feira (18). Na capital, 259 unidades escolares têm autorização para o retorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;As unidades escolares poderão oferecer atividades pedagógicas presenciais, conforme prevê a Resolução nº 5.930, publicada no dia 23 de abril, que estabeleceu protocolos e orientações complementares para o atendimento nas unidades escolares públicas e privadas do sistema estadual de ensino. Caberá aos responsáveis, ou alunos maiores de idade desses municípios, a opção pelo retorno presencial ou a permanência somente no ensino remoto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Brasil 61</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/ensino-hibrido-sera-retomado-em-41-municipios-do-rio-de-janeiro-nesta-segunda-14/">Ensino híbrido será retomado em 41 municípios do Rio de Janeiro nesta segunda (14)</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Aulas online na pandemia: Veja por que a escola não vai ser mais a mesma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2020 13:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Aulas online]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Flavia Azevedo e Priscila Natividade &#8211; Se antes era só levantar a mão para ter a atenção do professor, agora é necessário ativar o microfone da conversa no ambiente virtual de aprendizagem. Nenhuma escola será a mesma de antes. A rotina escolar foi acelerada para um novo tempo e acompanha outras revoluções que estão sendo estimuladas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Flavia Azevedo e Priscila Natividade &#8211;  Se antes era só levantar a mão para ter a atenção do professor, agora é necessário ativar o microfone da conversa no ambiente virtual de aprendizagem. Nenhuma escola será a mesma de antes. A rotina escolar foi acelerada para um novo tempo e acompanha outras revoluções que estão sendo estimuladas pela pandemia, declarada há mais de 50 dias pela Organização Mundial da Saúde (OMS). </p>



<p class="wp-block-paragraph">A equação universal professor mais aluno foi dissolvida pelo novo coronavírus. Agora, separada por uma tela, essa dupla tenta se adaptar à uma nova realidade. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), 191 países fecharam escolas e universidades. Isso significa que 1,6 bilhão de crianças e jovens, ou seja, 90,2% de todos os estudantes do planeta estão &#8211; ou já estiveram &#8211; sem aulas. Momento desafiador para todos e, no Brasil, não é diferente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="987" height="871" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/0205escola.jpg" alt="" class="wp-image-1425" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/0205escola.jpg 987w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/0205escola-300x265.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/0205escola-768x678.jpg 768w" sizes="(max-width: 987px) 100vw, 987px" /><figcaption>(Foto: Iansã Negrão e David Pádua/ gentilmente cedido)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">As aulas presenciais estão suspensas em todos os estados brasileiros desde meados de março. Professores, alunos e famílias vinculados a escolas particulares enfrentam discussões, discordâncias e polêmicas &#8211; além da preocupação com a saúde individual e coletiva, questões emocionais e financeiras. Diante de uma realidade adaptada às pressas, a cada dia mais pessoas se debruçam sobre o tema e a pergunta ganha força: afinal, para crianças e adolescentes, o ensino à distância, através de aulas onlines, faz sentido?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Escolas e plataformas</strong><br>A diretora da Escola de Educação Infantil Kurumi, Harmonia Ferri, defende que o contato remoto ajuda a acolher a criança e isso faz a diferença no nesse momento de pandemia. “A ampliação do simbólico, a vivência da emoção, a experiência da saudade, se imaginar na escola brincando no espaço que mais gosta, ouvindo uma canção que a acolhe nos momentos da roda [de música], ouvir aquela história contada pelo educador, plantar um pé de feijão e acompanhar o seu crescimento até a volta à escola. Esse contato remoto não vem com conteúdos pedagógicos formais, mas sim como conteúdos humanos”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A escola não pode mais parar no tempo lá no século 12, quando surgiram as primeiras salas de aula com professores no quadro e alunos sentados em suas carteiras. Para o diretor do Google for Education para América Latina, Daniel Cleffi, a tecnologia não vem para substituir a forma de aprendizagem, mas para oferecer instrumentos que possam agregar ao processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora a tecnologia sozinha não melhore a educação, estamos otimistas de que ela pode ser uma parte poderosa da solução. Neste momento desafiador, escolas e professores precisam ser ágeis nas decisões e próximos nas conexões com as famílias e os alunos”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma do Google está sendo usada&nbsp;atualmente por 120 milhões de alunos e professores e a adesão tem crescido. “As ferramentas são um 1meio&#8217;, e quem a conduz o processo são professores e&nbsp;educadores. Os recursos ajudam os professores a economizar tempo, aumentar a colaboração e inspirar curiosidade enquanto os alunos descobrem e aprendem juntos em qualquer dispositivo, de qualquer lugar”, acrescenta Cleffi.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impacto nas famílias</strong><br>No pacote que inclui trabalhar de casa e cuidar de todas as tarefas domésticas, chegou também, para muitos pais e mães, a novidade do protagonismo na orientação da educação formal dos filhos. As formas de lidar são diversas e, claro, dependem da realidade de cada família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assessora Cássia Mazza, mãe de Larissa (6º ano), tem se esforçado para manter a rotina escola, em casa, mas confessa: “Pra mim, está sendo um desafio enorme. Além das atividades online, eu faço um resumo com ela e perguntas orais, exercícios, produzimos textos”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na casa da assistente de faturamento Giselle Rocha e do analista sistemas Marcel Ferreira, o desafio é prender a atenção de Noah, 5 anos. Isso, ainda conciliando com o home office: “Nessa fase, as crianças não têm paciência para ficar mais do que 10 minutos assistindo uma vídeo-aula. Se tiver música, ilustrações ainda funciona. Mas se for só a professora falando, não é a mesma coisa”, diz o pai.  </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1000" height="749" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0019_25c55b5b56.jpg" alt="" class="wp-image-1426" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0019_25c55b5b56.jpg 1000w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0019_25c55b5b56-300x225.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0019_25c55b5b56-768x575.jpg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0019_25c55b5b56-136x102.jpg 136w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption><strong>Giselle e Marcel acreditam que a escola precisa diversificar mais as atividades</strong><br>(Foto: Acervo Pessoal)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Giselle acredita que a escola precisa diversificar mais as atividades. “Estamos, aos poucos, conseguindo quebrar essa resistência para as aulas online, no entanto, vale trazer atividades que estejam adequadas a esse processo”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma sensação tem Elen Campos, mãe de Maria Alice, 3 anos. Além de acompanhar as atividades, Elen se vira para dar conta também do irmãozinho de Alice, Pedro, de seis meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tem dias que dá e tem dias que não e como a gente sente algumas limitações por parte da escola, a maior lição que tenho aprendido é ser criativa. O formato que a escola dela escolheu, não prende a atenção, especialmente por eu não estar conseguindo manter uma rotina”, confessa. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1000" height="622" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0023_437d90c32a.jpg" alt="" class="wp-image-1427" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0023_437d90c32a.jpg 1000w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0023_437d90c32a-300x187.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0023_437d90c32a-768x478.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption><strong>Elen afirma que os estudos em casa com a filha, Alice, exigem dos pais muita criatividade</strong><br>(Foto: Acervo pessoal)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Disciplina não é tarefa fácil. A relações internacionais Ariane Vieira conta que só alcançou este estágio com a experiência que os filhos tiveram com o homescolling (educação domiciliar), antes de ingressarem no ensino convencional, no último ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mãe de cinco crianças entre 8 meses e 8 anos, ela diz que a adaptação das três filhas mais velhas às atividades digitais foi bem rápida. “Fiquei até impressionada. Elas se abriram muito, também. Claro que é puxado para os pais, mas a experiência que a gente teve no homescolling lá atrás, ajudou muito e isso acaba dando uma vantagem neste momento, principalmente com relação a essa cultura de programar tempo”. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="750" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0027_16983fd353.jpeg" alt="" class="wp-image-1428" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0027_16983fd353.jpeg 1000w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0027_16983fd353-300x225.jpeg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0027_16983fd353-768x576.jpeg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/csm_02052020PN0027_16983fd353-136x102.jpeg 136w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption><strong>Mãe de cinco filhos, Ariane afirma que o homeschooling ajudou bastante na disciplina com os estudos</strong><br>(Foto: Acervo pessoal)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pressão</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br>Aulas para três escolas particulares diferentes das 7h até às 16h em turmas de Inglês e Redação do 9º ao 1º ano do ensino médio. Some aí também três filhos para acompanhar e dividir o computador. “Eu já gravei a mesma aula quatro vezes, assisto e não acho legal. Sempre falta algo. Fico triste, me sinto cansada, levanto a cabeça e vamos lá de novo. Isso mexe com o emocional de quem está cheio de atribuições escolares, preocupado com o aluno, se esforçando para que dê certo”, conta a professora Fernanda Senna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que era um processo de adequação se tornou uma situação de emergência para esses profissionais, obrigando muitos deles a viraram ‘youtubers’, da noite para o dia.&nbsp;“A relação com o digital era o básico. Hoje, posso dizer que estou mediana. Já aprendi muita coisa e estou gostando muito desse aprendizado, mas confesso que a barreira maior é gravar aulas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem imaginaria que ao invés de pedir silêncio para seguir na aula, os professores agora precisariam desativar os microfones dos alunos na sala virtual? Para Fernanda, não há outra solução a não ser se adaptar e, ao mesmo tempo, transformar as formas de educar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu também tenho uma escolinha de percussão. Tocávamos sempre nos intervalos e eles amavam. Com o isolamento, me pediram para a gente fazer uma live”. Em casa, Fernanda afirma que assim como as aulas são planejadas há um cronograma de estudos montado para a família toda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Somos só nós quatro. E, nesse momento, quem não tem o apoio da família, o processo se torna mais difícil. Fiz o cronograma semanal, coloquei meus filhos para ajudarem com as tarefas de casa, além dos estudos, e assim a gente vai conseguindo dar conta. Organização tem sido a palavra de ordem”, completa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E medo, claro. Não só do novo coronavírus, mas também do risco de desemprego ou redução de salário: “Medo não, sinto pavor. Minha família depende do suor do meu trabalho”, diz Fernanda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produtividade discutível</strong><br>O sentido disso tudo não é consenso e o debate multidisciplinar. Passa por direito do consumidor, pedagogia, psicologia, sociologia, política&#8230; e não acaba aqui. Para Nelson Pretto, professor titular (e ativista) da Faculdade de Educação da Ufba, doutor em educação, bolsista do CNPQ e membro da Academia de Ciência da Bahia, há muito mais com o que se preocupar, além da grade curricular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O papel dos pais não é o de substituir a escola e o trabalho do professor. (&#8230;) Eu estaria cobrando debates mais coletivos sobre as desigualdades econômicas e sociais, sobre as questões ecológicas, que se constituem hoje num dos maiores desafios futuros para as nações e o planeta. Certamente, não estaria cobrando cumprimento de carga horária nem de números de dias letivos”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Mariana Caribé, musicoterapeuta, educadora e doutoranda em Educação e Contemporaneidade, se preocupa com sequelas físicas e emocionais que as crianças possam adquirir nesse período: </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente tem que lembrar que a infância vai até os 12 anos e que as recomendações, inclusive, que temos sobre uso de telas, das organizações internacionais para as crianças é um tempo muito, muito, menor do que aquele ao qual elas estão expostas, agora. Há questões sérias aí”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há chances, ainda, de o método interferir no processo de aprendizagem de alguns alunos, como analisa a psicopedagoga do Núcleo de Apoio Psicopedagógico da UniFTC de Salvador e doutora em Educação, Mariana Soledade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não creio que as aulas virtuais vão substituir as presenciais. Elas estão proporcionando outras formas de aprender neste momento diferente, porém as plataformas digitais têm um limite que não conseguem contemplar, por melhores que elas sejam”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AÇÕES NA REDE PÚBLICA<br>Rede Municipal  </strong>São 435 escolas com 140 mil alunos. Desde 27 de abril, unidades imprimem e distribuem atividades para Ensino Fundamental I e  Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para as crianças dos anos iniciais, a estratégia prevê divulgação de cards e vídeos curtos. Os vídeos vão estar disponíveis no canal da Smed no YouTube e no site educacao.salvador.ba.gov.br. As escolas também têm grupos de Whatsapp, emails e contato com as famílias. A central da Smed está disponível pelo (71) 3202-3191. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rede Estadual&nbsp;</strong>&nbsp;Desde o início do isolamento social, as 1.265 escolas do estado utilizam a sala de aula virtual da plataforma Google Classroom, grupos de Whatsapp e de estudo na página do Facebook. Os estudantes contam ainda com atividades em formulários eletrônicos enviadas por e-mail. A rede estadual tem 800 mil alunos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O QUE DIZ A LEI<br>Sobre o calendário letivo</strong>&nbsp;O Ministério da Educação (MEC) autorizou que as escolas distribuam a carga horária em um período diferente aos 200 dias letivos previstos em lei. Isso significa que os cursos de educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio ganham a oportunidade flexibilizarem e até mesmo reduzirem a quantidade de 200 dias letivos, desde que sejam cumpridas as 800 horas obrigatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atividades à distância estão valendo?</strong>&nbsp;Sim. Em situações emergenciais, atividades a distância podem ser aplicadas nas séries do Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação Profissional e Técnica do Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos e Educação Especial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;<strong>As atividades à distância serão aproveitadas?</strong>&nbsp;Sim. Todas as atividades não presenciais podem ser validadas como conteúdo aplicado, mas é preciso que haja uma autorização da autoridade educacional do estado ou do município.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O calendário escolar vai mudar? </strong> Estados e municípios irão indicar como será a reposição de conteúdos e atividades, em horas e dias letivos. Porém, na última terça-feira (28), o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou mais algumas diretrizes para orientar escolas nesse momento de pandemia. Uma delas, sugere a reposição de carga horária seja feita utilizando períodos não previstos como recesso escolar do meio do ano, sábados, e com reprogramação de períodos de férias. A ampliação da jornada escolar diária por meio de acréscimo de horas em um turno ou utilização do contraturno para atividades escolares também são alternativas. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são as recomendações para os cursos de Educação Infantil?</strong>&nbsp;&nbsp;Ainda de acordo com as diretrizes aprovadas pelo CNE, o conselho orienta que os gestores das creches e pré-escolas busquem uma aproximação virtual dos professores com as famílias e sugiram atividades às crianças e aos pais e responsáveis.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>COMO FICAM AS MENSALIDADES?<br>As escolas precisam apresentar suas planilhas</strong>&nbsp;&nbsp; Segundo o superintendente de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA), Filipe Vieira, as escolas devem disponibilizar para as famílias as planilhas de antes da pandemia e a nova planilha com a reprogramação financeira e pedagógica para o ano letivo. “A partir daí, escolas e pais podem negociar os descontos possíveis na manutenção do contrato”, destaca.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As instituições de ensino devem oferecer a mesma qualidade na prestação dos serviços, seja ele na modalidade online ou presencial </strong>“Estamos falando duas relações contratuais que são fundamentais nos contratos de serviços educacionais:  a educação e o consumo. Uma tem impacto na outra e a escola deve garantir o ensino-aprendizagem com a mesma qualidade”, explica ainda Vieira. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A solução é negociar </strong> Os pais precisam sinalizar junto a escola, caso tenham perdido renda, contratos ou tenha ficado desempregado nesse momento de pandemia. A escola, por outro lado, tem que estar disposta ao diálogo e buscar uma alternativa de negociação para chegar a um acordo com estas famílias. “Conciliar é a melhor solução, por isso insistimos no diálogo. Os pais que não conseguirem esse acordo junto a escola, podem procurar o Procon-BA para ajudar nisso”.   As denúncias ao órgão podem ser feitas pelo aplicativo Procon-BA Mobile ou no e-mail denuncia.procon@sjdhds.ba.gov.br. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Correio24horas,com.br</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/aulas-online-na-pandemia-veja-por-que-a-escola-nao-vai-ser-mais-a-mesma/">Aulas online na pandemia: Veja por que a escola não vai ser mais a mesma</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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