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	<title>Envelhecimento |</title>
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	<title>Envelhecimento |</title>
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		<title>Jovens de 18 a 29 anos têm menor conscientização sobre impacto de hábitos no envelhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:49:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A mais recente edição do Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), pesquisa realizada no final de 2025 pelo Grupo Bradesco Seguros, revela que os brasileiros mais jovens, entre 18 e 29 anos, demonstram menor conscientização sobre o impacto de suas atitudes no próprio envelhecimento e na construção de uma vida longa e saudável. O levantamento, que ouviu 4.400 pessoas em todo o país, mostra que, embora o envelhecer seja visto com leveza pela maioria da população — apenas 17% o encaram como algo negativo —, entre os mais jovens esse índice sobe para 21%, o que reforça a importância de promover o debate sobre longevidade desde cedo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização do ILP 2025 dá continuidade à pesquisa iniciada em 2024, permitindo acompanhar tendências e percepções sobre hábitos e comportamentos relacionados ao envelhecimento saudável. Com base em uma metodologia multidimensional, o indicador avalia aspectos físicos, emocionais, sociais e financeiros que influenciam a longevidade, assegurando representatividade nacional ao incluir respondentes de todas as regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">https://medicinasa.com.br/<br>https://medicinasa.com.br/<br>Os resultados apontam que os jovens adultos são os que menos associam suas atitudes cotidianas à construção de uma vida mais longa. Entre os respondentes de 18 a 29 anos, 28% afirmam considerar apenas às vezes — ou nunca — o impacto de suas decisões em sua longevidade, e 52% acreditam que suas ações ligadas à saúde física contribuem pouco ou nada para o envelhecer bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O distanciamento em relação ao tema da longevidade se reflete ainda na falta de informação: 26% dos entrevistados de 18 a 29 anos não sabem o que significa o conceito de longevidade, e 8% afirmam não ter nenhum interesse em aprender mais sobre o assunto, o percentual mais alto entre todas as faixas etárias. No campo dos hábitos saudáveis, o cenário também é desafiador: 55% dizem buscar uma alimentação equilibrada apenas “às vezes”, e 13% avaliam sua saúde e qualidade de sono como abaixo da média.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Brasil apresente avanços na consciência preventiva — 77% dos entrevistados afirmam se informar sobre exames e cuidados de saúde —, os jovens ainda aparecem em desvantagem: apenas 32% buscam atendimento médico de forma preventiva, em comparação a 41% da média nacional e 56% entre os maiores de 50 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No aspecto social, os dados revelam que a conexão e o senso de pertencimento ainda são frágeis nessa fase da vida. A satisfação com as relações pessoais e o apoio de amigos é a menor entre todas as idades, e 60% acreditam que suas ações ligadas à saúde social contribuem pouco ou nada para sua longevidade. Essa percepção se estende à dimensão ambiental: 58% dos jovens consideram que suas atitudes em relação ao meio ambiente têm baixo impacto em uma vida mais longa e equilibrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados mostram que o desafio da longevidade não começa na maturidade, mas sim na juventude. A construção de uma vida longa e com qualidade depende de escolhas conscientes desde cedo — físicas, emocionais, sociais e ambientais. Fomentar essa mentalidade entre os jovens é essencial para que o país avance rumo a uma sociedade mais preparada, saudável e equilibrada em todas as idades”, reforça Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações do Site <a href="https://medicinasa.com.br/">https://medicinasa.com.br/</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ANÁLISE DO CENÁRIO PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KuqKcQ5no3M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Envelhecimento: quando o cuidador também é idoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Idoso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa ouviu pessoas com mais de 60 anos que precisam cuidar de familiares mais velhos. Quais seus medos e frustrações? Por que coube a elas essa função? Como políticas públicas poderiam auxiliar nesse trabalho invisível? Plano “Brasil que Cuida” conseguirá escutá-los? A população de idosos no Brasil cresce em ritmo acelerado: quase dobrou entre 2010 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa ouviu pessoas com mais de 60 anos que precisam cuidar de familiares mais velhos. Quais seus medos e frustrações? Por que coube a elas essa função? Como políticas públicas poderiam auxiliar nesse trabalho invisível? Plano “Brasil que Cuida” conseguirá escutá-los?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população de idosos no Brasil cresce em ritmo acelerado: quase dobrou entre 2010 e 2022, segundo o Censo. Estima-se que pessoas com mais de 60 anos serão a maior fatia populacional no país já em 2046. Essa situação precisa ser encarada por diversos ângulos – previdência, acesso a medicamentos, saúde mental –, mas há um pouco explorado: brasileiros idosos que, por sua vez, precisam cuidar de outros idosos, em geral seus cônjuges, mas também pais e irmãos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo qualitativo da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp de Botucatu) buscou entender quem são essas pessoas e como se sentem com o trabalho de cuidado que lhes coube assumir. Os pesquisadores registraram suas descobertas no artigo “Significados atribuídos ao cuidar de uma pessoa idosa na família”, publicado na última edição da revista <em>Ciência &amp; Saúde Coletiva</em>, ligada à Abrasco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores entrevistaram pessoas com mais de 60 anos no Centro de Saúde Escola (CSE) e no Centro de Convivência dos Idosos (CCI) de uma cidade de médio porte em São Paulo. Todos faziam o cuidado não-remunerado de um membro de sua família. Os entrevistados tinham entre 60 e 80 anos e eram, em sua maioria, mulheres – como se observa de maneira geral no trabalho reprodutivo. As pessoas cuidadas tinham entre 66 e 96 anos e a demência e o AVC eram os principais fatores a torná-las dependentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas cuidadoras foram questionadas a respeito de como enxergam sua função na vida dos mais velhos, o que pensam sobre si mesmas nesse processo e como isso alterou suas vidas. Foram avaliados aspectos da qualidade de vida da cuidadora, sua subjetividade, seus sentimentos, emoções e autoestima. Há alguns sintomas em comum: embora sentissem carinho e gratidão por desempenhar aquele papel, aquelas pessoas muitas vezes mostravam-se “autoexigentes, frustradas, culpadas, com raiva e insatisfeitas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há relatos de idosos que não se sentiam preparados para assumir os cuidados ou que não tinham o conhecimento necessário, de aumento nas dores do corpo e nos problemas de saúde, falta de auxílio de outros familiares e até aqueles que cuidavam de outros dois senhores ao mesmo tempo. Existem também aspectos positivos: cuidadoras que sentem satisfação, retribuição, companhia – o que demonstra como é complexa a questão de um trabalho que é feito também por amor e familiaridade. A religiosidade foi observada como fator importante para que a busca de conforto em aceitar esse papel.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobrecarga e perda do tempo livre</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os trechos de relatos registrados no artigo ajudam a compreender como a pessoa é impactada quando recebe a função – que, na maioria das vezes, não escolheram. Em um dos mais marcantes, a cuidadora afirma: “Cuidar da minha mãe, cuidar de uma pessoa com Alzheimer, muda muito a vida da gente […], você não consegue ter uma vida normal, tem que ter uma dedicação maior para ela do que para os outros da casa, […] e eu ainda tô tentando manter algumas coisas para que eu também não adoeça”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma ampla, a vida das pessoas que cuidam parece sofrer uma mudança bastante importante, ao passarem a tomar conta de outro idoso. E isso aparece, nas entrevistas, muitas vezes como um fardo, que toma boa parte da vida das cuidadoras, como mostra o trecho acima.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pode-se dizer que o processo que transforma um cônjuge ou um filho adulto em cuidador é doloroso, a começar por razões práticas: o cuidador passa a usar o tempo que dedicaria nos projetos e investimentos pessoais para cuidar do idoso”, descrevem os pesquisadores. Disso, decorrem sentimentos de tristeza, desânimo, estresse, pessimismo e oscilação da paciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo comenta sobre a “dupla vulnerabilidade” em que essas cuidadoras se encontram. Com o próprio envelhecimento, elas precisam dar conta de problemas de sua saúde além da daqueles sob seus cuidados. Observa-se um risco de aumento de dores, insônia, preocupações e até transtornos psíquicos – as mulheres que precisam cuidar de seus maridos dependentes por mais de 40 horas semanais têm mais chance de ter depressão e fazem uma má autoavaliação de sua própria saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, foi possível observar nas entrevistas um fator patriarcal culturalmente arraigado: a impressão na família de que as mulheres são mais afeitas ao cuidado e, por isso, ele recai sobre seus ombros de forma desproporcional. A sobrecarga é algo notado em muitos dos relatos, e afeta a qualidade de vida dessas mulheres.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo descreve, ainda, escassez de informações e estrutura das entrevistadas: “Há relatos da frequente falta de orientação aos cuidadores familiares, que precisariam de uma rede de apoio e de proteção, bem como de tempo para si e de se enxergarem no mundo”. Falta suporte e serviços de auxílio aos idosos que cuidam.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Plano Nacional de Cuidados trará respostas?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, a função de cuidado vem ganhando mais importância: o número de familiares que cuidam de pessoas de 60 anos ou mais saltou de 3,7 milhões em 2016 para 5,1 milhões em 2019. Esse é, em larga escala, um trabalho não remunerado, executado por pessoas da família em 78,8% dos casos. E há ainda 10,9% de idosos com limitação funcional que não recebem nenhum apoio. Hoje, o país tem uma população de mais de 32 milhões de pessoas na terceira idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Corrigindo uma falha histórica no Brasil – estávamos atrás inclusive de outros países da América Latina –, o governo Lula se empenhou em construir a Política Nacional de Cuidados, construída em um esforço interministerial e sancionada em dezembro de 2024.&nbsp;<strong><em>Outra Saúde</em></strong>&nbsp;vem acompanhando o tema nos últimos dois anos, em uma série de matérias e entrevistas (<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/o-cuidado-e-o-desafio-de-remunerar-os-trabalhos-invisiveis/">1</a>,&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/politica-nacional-de-cuidados-um-primeiro-olhar/">2</a>,&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/a-solidao-dos-idosos-brasileiros-e-como-vence-la/">3</a>,&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/qual-a-saude-para-idosos-o-sus-precisa-construir/">4</a>). Mas a Política representa, por enquanto, apenas de um marco normativo: a delineação de ações concretas&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/politica-nacional-de-cuidados-um-primeiro-olhar/">foi delegada</a>&nbsp;a um futuro Plano Nacional de Cuidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O economista <strong>Jorge Félix</strong>, autor do livro <em>Economia da Longevidade </em>e estudioso da economia dos cuidados, reforçou a importância do tema em entrevista a este boletim: “O país passa por uma transição epidemiológica, o que trará um aumento das doenças crônicas, que em grande parte não serão hospitalizáveis, pois os pacientes têm de viver em casa, seja com Alzheimer, com Parkinson, com outros tipos de demência, sequelas de AVC. Todas essas condições que aumentam na população se refletirão em mais necessidades de cuidado domiciliar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo uma matéria de pouco mais de uma semana atrás do site <em>Metrópoles</em>, o governo apressa-se em lançar esse plano, que será nomeado Brasil que Cuida. A iniciativa já estaria pronta e “na mesa de Lula”. Segundo informações iniciais divulgadas na <em>Agência Brasil</em>, terá cinco eixos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Garantia de direitos e promoção de políticas para quem necessita de cuidados <strong>e para quem cuida de forma não remunerada</strong>;</li>



<li>Promoção da compatibilização entre o trabalho remunerado, a educação e as necessidades familiares de cuidados;</li>



<li>Promoção do trabalho decente para trabalhadoras domésticas e do cuidado remunerado;</li>



<li>Políticas para reconhecimento e valorização do trabalho de cuidado e das diferentes formas culturais de sua expressão, bem como para transformação cultural rumo a uma divisão social, racial e de gênero mais justa dos cuidados;</li>



<li>Governança e gestão do plano.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde /Créditos: Sic Notícias</p>



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<iframe title="DOENÇA HEPÁTICA METABÓLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vAYKQtrpgqM?start=3637&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/envelhecimento-quando-o-cuidador-tambem-e-idoso/">Envelhecimento: quando o cuidador também é idoso</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Mostra exibe filmes que destacam envelhecimento e longevidade no Cinema da USP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 12:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceria com Programa USP 60+ traz seleção de filmes que expõe a vida após os 60 anos com realismo e sem preconceitos OCinema da USP (Cinusp) exibe até 1º de novembro, sempre às 13h45, a minimostra&#160;Envelhecimento e Longevidade. A iniciativa, em parceria com o Programa USP 60+, trouxe filmes que colocam a vida de pessoas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Parceria com Programa USP 60+ traz seleção de filmes que expõe a vida após os 60 anos com realismo e sem preconceitos</p>



<p class="wp-block-paragraph">OCinema da USP (Cinusp) exibe até 1º de novembro, sempre às 13h45, a minimostra&nbsp;<em>Envelhecimento e Longevidade</em>. A iniciativa, em parceria com o Programa USP 60+, trouxe filmes que colocam a vida de pessoas com mais de 60 anos em protagonismo, evidenciando um olhar realista e sem preconceitos sobre o envelhecimento. A entrada é gratuita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Programa USP 60+, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU), consiste em criar a possibilidade de o público acima de 60 anos aprofundar seus conhecimentos em diversas áreas com o intuito de propiciar um envelhecimento saudável. A colaboração entre o Cinusp e o programa ampliará a visibilidade de obras cinematográficas livres de estigmas, com películas mais inclusivas e reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação contém obras internacionais começando com&nbsp;<em>Num Lago Dourado,&nbsp;</em>ganhador do Oscar de 1982 na categoria Melhor Roteiro Adaptado, em que o protagonista Norman tem uma relação estranha com sua filha Chelsea. No filme, ele e sua esposa cuidam de Billy, filho do namorado de Chelsea, e uma relação inesperada surge.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Mais Um Ano</em>, do diretor Mike Leigh, segue na sequência, e traz&nbsp; um retrato da vida de um casal feliz e seus relacionamentos com a família e amigos ao longo de quatro estações do ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia seguinte será possível ver a atuação premiada de Art Carney em&nbsp;<em>Harry e Tonto</em>&nbsp;como Harry, um aposentado que embarca em uma jornada pelo país com seu amado gato Tonto após seu prédio ser demolido.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mostra finaliza em 1º de novembro com o filme mais recente da seleção&nbsp;<em>Dias perfeitos</em>&nbsp;de 2023, que conta a história de Hirayama, zelador de banheiros em Tóquio, que segue sua paixão por música, literatura e fotografia quando encontros inesperados o levam a se reconectar com o passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Estagiária sob supervisão de Elcio Silva</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal da USP / Cena do filme <em>Dias Perfeitos,</em> em cartaz no Cinusp na mostra <em>Envelhecimento e Longevidade</em> – Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OS FANTASMAS DO PASSADO: COMO TRAUMAS INSCONSCIENTES MOLDAM NOSSAS VIDAS ATUAIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3t9OEmPQR48?start=2251&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mostra-exibe-filmes-que-destacam-envelhecimento-e-longevidade-no-cinema-da-usp/">Mostra exibe filmes que destacam envelhecimento e longevidade no Cinema da USP</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Envelhecimento: conheça cuidados indispensáveis com a pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 12:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Pele]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O envelhecimento pode ser um desafio para muitas pessoas, especialmente no que se refere à beleza. Saiba como cuidar da pele ao longo da vida O envelhecimento é algo inevitável, mas como passamos por esse processo é uma escolha que está em nossas mãos. Isso porque, utilizando o conhecimento e as ferramentas certas, essa transição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O envelhecimento pode ser um desafio para muitas pessoas, especialmente no que se refere à beleza. Saiba como cuidar da pele ao longo da vida</p>



<p class="wp-block-paragraph">O envelhecimento é algo inevitável, mas como passamos por esse processo é uma escolha que está em nossas mãos. Isso porque, utilizando o conhecimento e as ferramentas certas, essa transição pode não representar um desafio (como costuma ser para muitos). Ela pode ser, na verdade, uma oportunidade de realçar a beleza natural que vem com a maturidade. Nesse sentido, a saúde da pele deve receber bastante atenção.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20.jpg" alt="" class="wp-image-86871" style="width:842px;height:105px" width="842" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Envelhecer é um processo natural da vida, porém podemos nos preparar e nos cuidar para que isso aconteça da melhor forma possível”, afirma a dentista e gestora em saúde Amanda Arantes. Em meio a um mundo onde a juventude é frequentemente idolatrada, a verdadeira arte reside em abraçar e otimizar cada fase da vida, diz a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, a maturidade traz consigo uma riqueza de experiências, sabedoria e, sim, mudanças em nossa pele e aparência. Mas, com os cuidados e tratamentos certos, podemos não apenas aceitar, mas também celebrar essas mudanças. Afinal, a beleza não é definida pela juventude, mas pela maneira como cuidamos de nós mesmos em cada etapa da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados para adotar ao longo da vida</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>limpeza de pele</strong>, por exemplo, é mais do que apenas um ritual de beleza. “Ela proporciona uma aparência limpa e saudável, diminui o excesso de oleosidade da pele e previne o envelhecimento precoce, o surgimento de manchas, cravos e espinhas”, destaca Amanda.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A frequência de realizar o procedimento pode ser uma questão de dúvida, muitas vezes. Apesar disso, a médica explica que para aqueles com pele oleosa a cada 30 dias é o ideal, enquanto outros podem se beneficiar de uma sessão a cada três meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas além da limpeza, diz a especialista, a <strong>rotina diária de cuidados com a pele </strong>desempenha um papel crucial para enfrentar o envelhecimento. “Pela manhã, lavar o rosto de preferência com sabonete neutro e água fria, fazer a <a href="https://sportlife.com.br/hidratacao-e-perda-de-peso-como-a-agua-pode-ajudar-na-dieta/">hidratação</a> e aplicar o protetor solar sempre, independente da exposição solar”, aconselha Arantes. E à noite, a ênfase está na remoção de maquiagem e na hidratação adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, mesmo com os melhores cuidados diários, erros comuns podem sabotar a saúde da pele. Esquecer o protetor solar, lavar o rosto com água quente ou não remover a maquiagem antes de dormir são armadilhas em que muitos caem. Além disso, ela desaprova o ato de <a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/por-que-nunca-e-uma-boa-ideia-espremer-uma-espinha.phtml">espremer cravos e espinhas</a>, que podem causar sérios danos à pele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saúde em dia </p>



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		<title>Envelhecimento do organismo se torna mais evidente após os 60 anos, mostra estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 15:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descobertas podem contribuir para novas estratégias direcionadas a reduzir os efeitos do envelhecimento Os aspectos físicos do envelhecimento são notáveis aos olhos. Por outro lado, os impactos do avanço da idade para o organismo podem não ser tão evidentes. Um estudo com a participação de 118 pessoas saudáveis de diferentes faixas etárias mostra que é a partir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Descobertas podem contribuir para novas estratégias direcionadas a reduzir os efeitos do envelhecimento</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022" width="837" height="105"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os aspectos físicos do <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/envelhecimento/">envelhecimento</a> são notáveis aos olhos. Por outro lado, os impactos do avanço da idade para o organismo podem não ser tão evidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo com a participação de 118 pessoas saudáveis de diferentes faixas etárias mostra que é a partir dos 60 anos que se tornam mais notórios os prejuízos causados pelo envelhecimento no controle da frequência cardíaca em repouso e na aptidão cardiorrespiratória, ou seja, na capacidade do corpo de captar (sistema respiratório), transportar (sistema cardiovascular) e consumir (músculos) oxigênio durante o exercício físico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, foram observadas certas alterações no perfil metabólico, isto é, na concentração de substâncias no sangue, que aparentemente estão relacionadas com a mitigação dos efeitos deletérios da senescência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estudar o envelhecimento é importante, pois ele causa alterações em vários dos nossos sistemas orgânicos. O metabolismo tem sido bastante estudado, assim como a modulação autonômica cardíaca [o controle da frequência cardíaca pelo sistema nervoso] e a aptidão cardiorrespiratória, porém, quase sempre de maneira isolada. Em nosso estudo, buscamos investigar as mudanças decorrentes do processo de envelhecimento de forma integrada”, afirma Aparecida Maria Catai, professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e coordenadora da pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar esses três componentes concomitantemente, os especialistas descobriram um possível ponto de virada do envelhecimento aos 60 anos de idade. “Embora a senescência seja um processo que dure décadas, é principalmente&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/terceira-idade/">após os 60 anos</a>&nbsp;que as alterações nos três componentes analisados se tornam mais significativas”, explica Aparecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e os resultados foram publicados na <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-022-25747-5" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revista Scientific Reports</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com o passar do tempo, o organismo, mesmo em pessoas saudáveis, vai apresentando alguns comprometimentos. Por causa disso, vão sendo realizados alguns ‘ajustes fisiológicos’ para que ele permaneça em equilíbrio [homeostase]. No entanto, esses mecanismos são limitados e vão se exaurindo com o avançar da idade. Identificamos neste estudo que algumas alterações nos níveis séricos de certos metabólitos podem ter relação com esses mecanismos homeostáticos”, explica Étore de Favari Signini, bolsista de doutorado da Fapesp e primeiro autor do artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, os pesquisadores observaram que alguns metabólitos podem estar associados à mitigação dos efeitos deletérios do envelhecimento. “Trata-se do aumento significativo, na faixa entre 60 e 70 anos, dos níveis séricos de ácido hipúrico, um metabólito associado a uma série de funções diferentes, entre elas a diversidade da microbiota intestinal e a saúde metabólica”, explica o pesquisador. O achado pode contribuir para novas estratégias direcionadas a reduzir os efeitos deletérios do envelhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores ressaltam que, embora o aumento desse metabólito possa indicar prejuízos na função renal, estudos recentes têm proposto que o ácido hipúrico pode ser um marcador e um mediador da saúde metabólica, podendo ter relação com a complexidade da microbiota intestinal (com influência direta na absorção de nutrientes no intestino) e um possível efeito protetor sobre as células beta do pâncreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como se tratava de idosos aparentemente saudáveis, sem nenhum indicativo de comprometimento renal, sugerimos que o aumento do ácido hipúrico estaria ligado ao enriquecimento da microbiota intestinal e, por consequência, à melhor absorção de nutrientes no intestino. E sabemos que, quanto melhor a absorção intestinal de nutrientes, considerando o contexto de envelhecimento, melhor a saúde do organismo no geral”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto importante investigado pelos pesquisadores foi a redução de aminoácidos essenciais, como valina, leucina e isoleucina – conhecidos pela sigla BCAAs (que em inglês significa aminoácidos de cadeia ramificada).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O decaimento de BCAAs no envelhecimento saudável pode estar atrelado a uma estratégia do organismo para se preservar. Sabemos que os BCAAs estão diretamente ligados à síntese proteica. E, com o envelhecimento, a atividade anabólica vai decaindo”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Signini ressalta que os benefícios de uma suplementação de BCAAs em idosos, com o favorecimento da síntese proteica, ainda é um assunto muito discutido. “A redução da atividade anabólica [que nesse contexto possui relação com a redução dos níveis de BCAAs séricos] também tem sido destacada, até certo ponto, como algo benéfico segundo alguns estudos”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pesquisas têm apontado que a atividade anabólica acentuada no contexto em que há diversos comprometimentos na maquinaria celular, como, por exemplo, na função de organelas e de enzimas, pode trazer consequências indesejadas, entre elas o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/cancer/">câncer</a>”, completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Metodologia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do trabalho foi avaliar questões relacionadas ao&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/metabolismo/">metabolismo</a>, à modulação autonômica cardíaca e à aptidão cardiorrespiratória em 118 indivíduos divididos em cinco grupos etários (20-29 anos, 30-39, 40-49, 50-59, 60-70).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram incluídos em todas as faixas etárias apenas participantes aparentemente saudáveis, ou seja, sem diagnóstico de comprometimento cardiovascular, respiratório ou relacionado ao metabolismo, como síndrome metabólica, obesidade ou diabetes. Além de passar por uma rigorosa bateria de exames e testes, os voluntários também não podiam tomar medicamentos controlados, como, por exemplo, para hipertensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para avaliar a aptidão cardiorrespiratória, todos realizaram o teste de exercício cardiopulmonar, que permite medir o consumo máximo de oxigênio. As análises sobre modulação autonômica cardíaca foram feitas por meio da aferição da variabilidade dos períodos cardíacos, na condição de repouso e com os indivíduos na posição supina (deitado de costas). Já o metabolismo foi investigado por meio de metabolômica (análise do conjunto de metabólitos presentes), a partir de amostras de soro sanguíneo dos indivíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas análises foram conduzidas nos departamentos de Fisioterapia e de Química da UFSCar, em laboratórios coordenados por Catai, Regina Vincenzi Oliveira e Antonio Gilberto Ferreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores ressaltam que as alterações observadas durante o envelhecimento, sobretudo depois dos 60 anos, estão relacionadas a mudanças funcionais e estruturais nos sistemas orgânicos que se refletem na&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/coracao/">modulação autonômica cardíaca</a>&nbsp;e na capacidade do corpo de gerar energia a partir da captação, do transporte e consumo de oxigênio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale destacar que, enquanto o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/sistema-nervoso/">sistema nervoso autônomo</a>&nbsp;(que funciona quando o indivíduo está em repouso ou de modo involuntário para que ocorram os batimentos cardíacos, por exemplo) desempenha um papel no controle, na manutenção e regulação das funções vitais do organismo, o consumo de oxigênio pico (termo que se refere à maior taxa de consumo de oxigênio durante exercício exaustivo) é resultado da maior capacidade de atividade integrada do metabolismo com os sistemas muscular, cardiovascular, respiratório e nervoso e está relacionado com a aptidão cardiorrespiratória, como explica Signini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o pesquisador, é esperado que a aptidão cardiorrespiratória decaia em função do avançar da idade em decorrência de alterações em diversos sistemas do organismo que acabam comprometendo a captação, o transporte e consumo de oxigênio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos anteriores já haviam mostrado existir uma relação entre envelhecimento fisiológico e o desequilíbrio na modulação autonômica cardíaca – incluindo aumento na modulação simpática e redução na modulação parassimpática sobre o coração em condição de repouso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A modulação autonômica cardíaca permite que nosso corpo transponha estresses físicos e, ao mesmo tempo, mantenha-se em homeostase, por meio do equilíbrio entre as modulações simpática e parassimpática cardíaca”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele explica que, conforme ocorre o processo de envelhecimento, surgem dificuldades na manutenção dessa modulação. “Portanto, com o tempo, em condições de repouso, ocorre uma maior modulação simpática e, em contrapartida, uma redução da modulação parassimpática, o que resulta em mais estresse para o organismo”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil</p>



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