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	<title>“Eu Não Ando Só” |</title>
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	<title>“Eu Não Ando Só” |</title>
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		<title>Canal Brasil estreia documentário “Eu Não Ando Só”, da cineasta baiana  Glenda Nicácio </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[“Eu Não Ando Só”]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Glenda Nicácio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme abre a programação da faixa Negritudes que vai ao ar na segunda (27/04), a partir das 20h, com filmes, série e show que celebram narrativas negras no audiovisual O&#160;Canal Brasil&#160;exibe, na&#160;segunda-feira, 27 de abril, a partir das 20h, a faixa&#160;Negritudes, com&#160;12 horas seguidas de programação&#160;dedicada a obras que destacam diferentes perspectivas e vivências negras. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Filme abre a programação da faixa Negritudes que vai ao ar na segunda (27/04), a partir das 20h, com filmes, série e show que celebram narrativas negras no audiovisual</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>Canal Brasil&nbsp;</strong>exibe, na&nbsp;<strong>segunda-feira, 27 de abril, a partir das 20h</strong>, a faixa&nbsp;<strong>Negritudes</strong>, com&nbsp;<strong>12 horas seguidas de programação</strong>&nbsp;dedicada a obras que destacam diferentes perspectivas e vivências negras. A seleção traz a estreia do documentário<strong>&nbsp;“Eu Não Ando Só”</strong>, de Glenda Nicácio, e reúne ainda longas-metragens, uma série e um show musical, compondo um panorama diverso de histórias, estéticas e trajetórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Eu Não Ando Só”</strong>, documentário dirigido por Glenda Nicácio, mergulha na Festa de Nossa Senhora da Boa Morte, no Recôncavo Baiano, para evidenciar a força da vida em comunidade como prática de resistência, fé e cuidado coletivo. O filme acompanha a Irmandade da Boa Morte — formada por mulheres negras — e destaca sua relevância histórica e espiritual, revelando ao público um patrimônio vivo da cultura afro-brasileira marcado por memória, ancestralidade e vínculos afetivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência,&nbsp;<strong>“Café com Canela”</strong>, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, apresenta a história de mulheres atravessadas pelo luto e pela reconstrução de laços, em um drama sensível sobre afeto, memória e recomeço. No drama “Ilha”, também de Glenda Nicácio e Ary Rosa, um jovem busca realizar seu primeiro filme, em uma narrativa metalinguística que mistura humor e crítica social ao explorar questões de representação e marginalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A faixa também apresenta uma maratona da série&nbsp;<strong>“Navio do Sertão”</strong>, de Patrícia Pinheiro, com quatro episódios que percorrem histórias e personagens ligados ao sertão brasileiro, com uma abordagem que conecta território, cultura e identidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o suspense&nbsp;<strong>“Maputo Nakuzandza”</strong>, de Ariadine Zampaulo, leva o público a Moçambique para acompanhar encontros e afetos que atravessam fronteiras geográficas e culturais, em uma narrativa que articula memória e ancestralidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida,&nbsp;<strong>“Amor Maldito”</strong>, de Adélia Sampaio, traz um marco do cinema brasileiro ao retratar uma história de amor entre duas mulheres, abordando preconceito e justiça em um contexto ainda pouco explorado à época.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Terror Mandelão”</strong>, de Felipe Larozza e GG Albuquerque, mistura elementos do horror com a cultura periférica, criando uma experiência estética singular que dialoga com música e cotidiano urbano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a faixa, o&nbsp;<strong>“Show: Milton Nascimento – Uma Travessia”</strong>, de Régis Faria e Darcy Bürge, revisita a trajetória do artista em uma apresentação que celebra sua obra e sua contribuição para a música brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Negritudes no Canal Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:&nbsp;</strong>Segunda, 27/04, a partir das 20h</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eu Não Ando Só (2021) (95′) –&nbsp;</strong><strong>Estreia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:&nbsp;</strong>Segunda, dia 27/04, às 20h</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:&nbsp;</strong>Livre</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:&nbsp;</strong>Glenda Nicácio</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse:&nbsp;</strong>O filme explora a Festa da Nossa Senhora da Boa Morte no Recôncavo Baiano e a potência da vida comunitária como expressão de resistência, fé e cuidado coletivo. A obra traz à tela a Irmandade da Boa Morte — formada por mulheres negras — e sua tradição reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial, tornando visível uma dimensão espiritual, histórica e afetiva de um patrimônio vivo na cultura afro-brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Café com Canela (2018) (100′)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:</strong>&nbsp;Segunda, dia 27/04, às 20h55</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:</strong>&nbsp;14 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:&nbsp;</strong>Ary Rosa e Glenda Nicácio</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse:&nbsp;</strong>Após perder o filho, Margarida (Valdinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próximas. Um dia, Violeta (Aline Brunne) bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante para ela na juventude.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ilha (2018) (94′)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:</strong>&nbsp;Segunda, dia 27/04, às 22h40</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:</strong>&nbsp;16 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:</strong>&nbsp;Glenda Nicácio e Ary Rosa</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse:</strong>&nbsp;Emerson quer fazer um filme sobre sua história na Ilha, apenas as partes mais importantes de sua vida naquele lugar, onde quem nasce nunca consegue sair. O plano começa, não há mais limites, afinal, cinema também é jogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Navio do Sertão (2025) (4 x 29′)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário</strong>: Terça, dia 28/04, à 0h15 (madrugada de segunda para terça)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:</strong>&nbsp;10 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:</strong>&nbsp;Patrícia Pinheiro</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse:</strong>&nbsp;A série documental é uma produção da Paraíba sobre a diáspora negra, focando na história de comunidades quilombolas forçadas a sair de suas terras por uma promessa de realocação não cumprida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Maputo Nakuzandza (2022) (62′)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:&nbsp;</strong>Terça, dia 28/04, às 2h20 (madrugada de segunda para terça)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:&nbsp;</strong>Ariadine Zampaulo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:&nbsp;</strong>10 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse:&nbsp;</strong>O longa apresenta a manhã na capital de Moçambique. Os jovens saem das casas noturnas e, nos quintais, as mulheres começam o dia. Somos inseridos em cinco histórias que se desenvolvem paralelamente: um homem correndo pela cidade, uma mulher chegando de viagem, um turista passeando, um homem no transporte público e a rádio Maputo Nakuzandza anuncia o desaparecimento de uma noiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Amor Maldito (1984) (76′)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:&nbsp;</strong>Terça, dia 28/04, às 3h35 (madrugada de segunda para terça)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:&nbsp;</strong>16 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:&nbsp;</strong>Adélia Sampaio</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse:&nbsp;</strong>Duas jovens de diferentes origens sociais têm um relacionamento lésbico. Os verdadeiros problemas começam quando uma delas também se envolve com um homem, um jornalista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terror Mandelão (2023) (75′)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:&nbsp;</strong>Terça, dia 28/04, às 4h55&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:</strong>&nbsp;16 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:</strong>&nbsp;Felipe Larozza e GG Albuquerque</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse:</strong>&nbsp;Aborda som, tecnologia e mercado de trabalho no universo do baile funk nas favelas de São Paulo. O filme acompanha a trajetória do DJ K, um dos principais DJs do Baile do Helipa, a festa de rua da favela de Heliópolis, e de seu amigo Zero K, que emplacou seu primeiro sucesso após 10 anos como MC. Combinando documentário, elementos ficcionais e experimentação visual, o filme retrata os altos e baixos enfrentados por jovens artistas nas periferias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Show: Milton Nascimento – Uma Travessia (2014)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:</strong>&nbsp;Terça, dia 28/04, às 6h15</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:&nbsp;</strong>Livre</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:</strong>&nbsp;Régis Faria e Darcy Bürge</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinopse:</strong>&nbsp;Milton Nascimento revisita momentos marcantes da sua trajetória. O cantor interpreta clássicos como “Clube da Esquina 2”, “O Trem Azul” e “Canção da América”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Aldeia Nagô</p>



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