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	<title>exportações brasileiras |</title>
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	<title>exportações brasileiras |</title>
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		<title>Exportações brasileiras somam US$ 26,3 bilhões em fevereiro e batem recorde para o mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 11:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano, as exportações totalizam US$ 51 bi e as importações, US$ 42,9 bi, com saldo positivo de US$ 8 bi e corrente de comércio de US$ 93,82 bi Nesta semana, o &#160;vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, destacou o&#160;recorde das exportações em fevereiro, com crescimento de 15,6% em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No ano, as exportações totalizam US$ 51 bi e as importações, US$ 42,9 bi, com saldo positivo de US$ 8 bi e corrente de comércio de US$ 93,82 bi</p>



<p>Nesta semana, o &nbsp;vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, destacou o&nbsp;recorde das exportações em fevereiro, com crescimento de 15,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, além do avanço da corrente de comércio e das iniciativas do governo para ampliar a inserção internacional do Brasil. Ele abriu a entrevista coletiva de apresentação dos dados da Balança Comercial.</p>



<p>“Destacar o recorde de exportação no mês de fevereiro. Cresceu 15,6% as exportações, comparada com fevereiro do ano passado. Então, recorde para meses de fevereiro de exportação. Recorde de corrente de comércio para os meses de fevereiro. O Brasil está se integrando ao mundo como nunca”, avaliou o ministro</p>



<p>Em fevereiro de 2026, as exportações somaram US$ 26,3 bilhões e as importações, US$ 22,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,208 bilhões e corrente de comércio de US$ 48,404 bilhões.</p>



<p>No acumulado do ano, as exportações totalizam US$ 51 bilhões e as importações, US$ 42,9 bilhões, com saldo positivo de US$ 8 bilhões e corrente de comércio de US$ 93,82 bilhões.</p>



<p><strong><a href="https://balanca.economia.gov.br/balanca/pg_principal_bc/principais_resultados.html">Balança Comercial Mensal – Dados Consolidados – Fevereiro/2026</a></strong></p>



<p>Fazendo a análise&nbsp;comparativa&nbsp;dos&nbsp;totais somente de fevereiro/2026 (US$ 26,31 bilhões), nas exportações, com fevereiro/2025 (US$ 22,75 bilhões),&nbsp;houve crescimento de 15,6%. Em relação às importações houve queda de 4,8% na comparação entre o mês de fevereiro/2026 (US$ 22,1 bilhões) com o mês de fevereiro/2025 (US$ 23,22 bilhões).</p>



<p>Assim, no mês de fevereiro/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 48,4 bilhões e o saldo foi de US$ 4,21 bilhões. Comparando-se este período com o de fevereiro/2025, houve crescimento de 5,3% na corrente de comércio.</p>



<p>Já comparando o valor&nbsp;das exportações&nbsp;de janeiro/fevereiro – 2026 (US$ 50,92 bilhões) com o de janeiro/fevereiro – 2025 (US$ 48,15 bilhões) houve crescimento de 5,8%. Em relação às importações, houve queda de 7,3% na comparação do valor do período de janeiro/fevereiro – 2026 (US$ 42,9 bilhões) com janeiro/fevereiro – 2025 (US$ 46,28 bilhões). Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 93,82 bilhões e apresentou queda de 0,6% na comparação entre estes períodos.</p>



<p><strong>Exportações e importações por Setor</strong></p>



<p>No mês de fevereiro/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos&nbsp;setores exportadores&nbsp;foi o seguinte: crescimento de US$ 0,3 bilhão (6,1%) em Agropecuária; de US$ 2,37 bilhões (55,5%) em Indústria Extrativa e de US$ 0,85 bilhão (6,3%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p>No mês de fevereiro/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos&nbsp;setores importadores&nbsp;foi o seguinte: queda de US$ 0,11 bilhão (20,0%) em Agropecuária; de US$ 0,11 bilhão (12,1%) em Indústria Extrativa e de US$ 0,87 bilhão (4,0%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p>Já com relação aos meses de janeiro/fevereiro 2026, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos&nbsp;setores exportadores&nbsp;foi o seguinte: crescimento de US$ 0,36 bilhão (4,2%) em Agropecuária; de US$ 1,85 bilhão (16,0%) em Indústria Extrativa e de US$ 0,53 bilhão (1,9%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p>Já o desempenho dos&nbsp;setores importadores&nbsp;foi o seguinte: queda de US$ 0,28 bilhão (24,7%) em Agropecuária; de US$ 0,45 bilhão (21,9%) em Indústria Extrativa e de US$ 2,61 bilhões (6,1%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p><em>Fonte: MDIC.</em></p>



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<iframe title="INÍCIO DOS TRABALHOS LEGISLATIVO 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/51NL4hBGyTs?start=3424&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/exportacoes-brasileiras-somam-us-263-bilhoes-em-fevereiro-e-batem-recorde-para-o-mes/">Exportações brasileiras somam US$ 26,3 bilhões em fevereiro e batem recorde para o mês</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Presidente da AEB critica o Brics, sua expansão, e diz que bloco nada acrescenta às exportações brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BRICS]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportações brasileiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O Brics não é um bloco formal de países com o objetivo de exportar ou importar. Após sua criação, progressivamente, o Brics foi mudando suas características passando a ser um bloco com finalidades políticas. O Brasil não tira nenhum proveito em suas exportações por ser membro do Brics”. A crítica ao bloco que reúne Brasil, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“O Brics não é um bloco formal de países com o objetivo de exportar ou importar. Após sua criação, progressivamente, o Brics foi mudando suas características passando a ser um bloco com finalidades políticas. O Brasil não tira nenhum proveito em suas exportações por ser membro do Brics”.</p>



<p>A crítica ao bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão, que passaram a integrar a organização em 2025, foi feita por José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Para o dirigente, a expansão do bloco realizada no início deste ano envolve países que “não têm nenhum peso politico e econômico e por isso pouco acrescentam”.</p>



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<p>Para o executivo da AEB, a participação brasileira no Brics não agregou valor ao comércio exterior do país: “com certeza, não exportamos mais para China, Rússia, Índia e África do Sul por causa do Brics. Embarcamos para esses países commodities agrícolas e minerais que, na realidade, seriam exportadas com ou sem a criação do bloco. Por outro lado, o Brics não abriu possibilidades para o Brasil diversificar a sua pauta exportadora e passar a negociar produtos manufaturados, de maior valor agregado, para esse conjunto de países”.</p>



<p><strong>Custo Brasil</strong><br>Ainda assim, José Augusto de Castro não responsabiliza os sócios do Brics pela forte concentração dos produtos primários nas exportações para o bloco. Para ele, “como todos nós sabemos, nosso principal problema no comércio exterior, e em particular na busca de mercados para produtos industrializados, reside na questão custos e especialmente no chamado custo Brasil. Enquanto o Brasil não conseguir reduzir seus custos terá grande dificuldade de exportar produtos manufaturados e seguirá exportando apenas commodities como soja, minério de ferro e petróleo bruto”.</p>



<p>José Augusto de Castro também criticou a ideia de criação de uma moeda do Brics numa tentativa de diminuir a dependência de seus membros em relação ao dólar americano. Segundo ele, “o dólar foi criado para sempre. Depois a União Europeia criou o euro, e o que aconteceu? Nada. Moedas como o euro ocupam pouco espaço no mercado internacional e se for criada uma moeda pensando no Brics se acabará popularizando essa coisa da criação de uma novo moeda, que deixará de ser algo técnico para se transformar em iniciativa meramente política que não vai gerar resultado algum”.</p>



<p><em>Fonte: Equipe ComexdoBrasil</em> / Foto: Equipe ComexdoBrasil</p>



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<iframe title="DIREITOS DO CONSUMIDOR QUE TODO MUNDO DEVERIA CONHECER" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/RDvIGv1Vuyo?start=487&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><a href="https://wa.me/?text=Presidente%20da%20AEB%20critica%20o%20Brics%2C%20sua%20expans%C3%A3o%2C%20e%20diz%20que%20bloco%20nada%20acrescenta%20%C3%A0s%20exporta%C3%A7%C3%B5es%20brasileiras%20https%3A%2F%2Fwww.diplomaciabusiness.com%2Fpresidente-da-aeb-critica-o-brics-sua-expansao-e-diz-que-bloco-nada-acrescenta-as-exportacoes-brasileiras%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/presidente-da-aeb-critica-o-brics-sua-expansao-e-diz-que-bloco-nada-acrescenta-as-exportacoes-brasileiras/">Presidente da AEB critica o Brics, sua expansão, e diz que bloco nada acrescenta às exportações brasileiras</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Exportações brasileiras crescem 4,8% em julho e chegam a US$ 198 bi no ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou um crescimento nas exportações de 4,8% em valores e 7,2% em volume em julho deste ano, na comparação com julho de 2024, de acordo com dados da balança comercial divulgados na quarta-feira (6/8) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). No mês passado, o Brasil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou um crescimento nas exportações de 4,8% em valores e 7,2% em volume em julho deste ano, na comparação com julho de 2024, de acordo com dados da balança comercial divulgados na quarta-feira (6/8) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>No mês passado, o Brasil exportou US$ 32,31 bilhões. No acumulado do ano, até julho, as exportações brasileiras somam US$ 198 bilhões, o que representa um crescimento de 0,1% em valor e de 2% em volume, sobre igual período de 2024. No ano, a corrente de comércio soma US$ 359 bi, com saldo de U$ 37 bi.</p>



<p>DESTINOS – Houve crescimento nas exportações para vários destinos. Para os Estados Unidos, o aumento, na comparação julho/25-julho/24, foi de 5% em volume. Para o México, foi de 17,2%; para a Argentina, de 42,4%; para a União Europeia, de 7,4%; e para o Japão, de 7,3%. Todos os índices referem-se ao volume de exportação.</p>



<p>PRODUTOS – Entre os produtos que mais cresceram, na comparação mensal, estão carne bovina, óleos brutos de petróleo, minérios de cobre e café não torrado. A Indústria de Transformação (aquela que transforma um material primário em um produto final ou em um intermediário destinado a outra indústria de transformação, como a celulose sendo transformada em papel, por exemplo) foi o setor que teve o maior crescimento em valor (7,4%), seguida pela Indústria Extrativa (3,6%) e pela Agropecuária (0,3%).</p>



<p>IMPORTAÇÕES – Na comparação mensal, as importações brasileiras cresceram 8,4% em valor e fecharam o mês de julho com US$ 25,2 bi, com destaque para bens de capital (13,4%), bens intermediários (10,8%) e bens de consumo (5,1%). No ano, o aumento das importações é de 8,3% em valores e de 9,7% em volume, somando até julho US$ 161 bilhões.</p>



<p><em>Fonte: Secretaria de Comunicação Social (SECOM).</em>Foto: China Daily/Reuters via Agência Brasil</p>



<p><a href="https://wa.me/?text=Exporta%C3%A7%C3%B5es%20brasileiras%20crescem%204%2C8%25%20em%20julho%20e%20chegam%20a%20US%24%20198%20bi%20no%20ano%20https%3A%2F%2Fwww.diplomaciabusiness.com%2Fexportacoes-brasileiras-crescem-48-em-julho-e-chegam-a-us-198-bi-no-ano%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/exportacoes-brasileiras-crescem-48-em-julho-e-chegam-a-us-198-bi-no-ano/">Exportações brasileiras crescem 4,8% em julho e chegam a US$ 198 bi no ano</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Carnes impulsionam crescimento de 76% nas exportações brasileiras para a Mauritânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[carnes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exportações brasileiras para o mercado africano somaram US$ 25,4 milhões, com destaque para a alta de 26% nas vendas de carne. A Mauritânia, país árabe da África, aumentou em 76% as compras de produtos do Brasil em maio deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com dados do sistema Comex [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Exportações brasileiras para o mercado africano somaram US$ 25,4 milhões, com destaque para a alta de 26% nas vendas de carne.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A Mauritânia, país árabe da África, aumentou em 76% as compras de produtos do Brasil em maio deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com dados do sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), as exportações brasileiras para esse mercado foram de US$ 25,4 milhões no mês passado contra US$ 14,5 em igual mês de 2024.</p>



<p>O aumento foi causado principalmente pelos embarques de açúcar, o produto que o Brasil mais vende para a Mauritânia. Foram US$ 22,5 milhões enviados em maio passado contra US$ 11,5 milhões no mesmo mês do ano passado, uma alta de 95,6%. O segundo item mais exportado foi a carne, cujos embarques também cresceram, de US$ 1,9 milhões para US$ 2,4 milhões, com alta de 26,3% no mesmo comparativo.</p>



<p>O Brasil também embarcou para a Mauritânia, mas em valores bem menores, preparações alimentícias de farinhas; carregadoras e pás carregadoras; fibras têxteis vegetais, estopas, desperdícios trabalhados; sacos para embalagem, de lâminas de polietileno; instrumentos, aparelhos e máquinas de medida/controle; partes para aparelhos de radiodetecção e radiosondagem; entre outros itens.</p>



<p>Na outra mão, no último maio, particularmente, não há registro de exportação da Mauritânia ao Brasil. Mas o país costuma vender ao mercado brasileiro, apesar de que em volumes baixos. De janeiro a maio, o Brasil comprou da Mauritânia US$ 19 mil em produtos como equipamentos, vestuário e instrumentos ópticos. Já os brasileiros exportaram US$ 85,3 milhões para esse país árabe nos cinco primeiros meses do ano.</p>



<p><em>Fonte: ANBA</em> / Foto: Freepik</p>



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		<title>Canadá se torna 9º principal destino das exportações brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportações brasileiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recordes nas exportações e saldo positivo para o Brasil &#8211; ultrapassando US$ 2 bilhões &#8211; mostram que o Canadá está cada vez mais no radar das empresas brasileiras O Canadá acaba de subir uma posição no ranking de principal destino das exportações brasileiras, passando de 10º para o 9º lugar. O resultado reflete os recordes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recordes nas exportações e saldo positivo para o Brasil &#8211; ultrapassando US$ 2 bilhões &#8211; mostram que o Canadá está cada vez mais no radar das empresas brasileiras</p>



<p>O Canadá acaba de subir uma posição no ranking de principal destino das exportações brasileiras, passando de 10º para o 9º lugar. O resultado reflete os recordes contínuos e expressivos no envio de produtos brasileiros para o país norte-americano, segundo dados copilados pelo estudo Quick Trade Facts, elaborado pela Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC).</p>



<p>Do agronegócio até o setor de aviação, da mineração até a indústria: as exportações brasileiras para lá totalizaram US$ 4,4 bilhões (FOB) entre janeiro e setembro de 2024, alcançando o maior nível já visto durante um terceiro trimestre. O avanço representa um crescimento de 7% em comparação com o mesmo período de 2023.</p>



<p>“Considerando apenas a última década, as exportações – no geral – cresceram mais de 60%, o que simboliza um marco na relação bilateral entre os dois países. O resultado reflete um trabalho intenso, realizado não somente de instituições como nós, mas também pelos governos brasileiro e canadense, através de ações comerciais das Embaixadas e Consulados dos dois países. Todo esse esforço visa fomentar novos negócios e permitir que empresas brasileiras utilizem o Canadá como porta de entrada para novos mercados: não apenas na América do Norte, mas também na Europa e até na Ásia”, afirma Hilton Nascimento, diretor comercial da CCBC.</p>



<p>O desempenho visto nas exportações colaborou para que a balança bilateral terminasse com um saldo positivo para o Brasil de US$ 2,2 bilhões (FOB) entre janeiro-setembro deste ano – o maior nível da história. A cifra representa um avanço de 50,5% sobre igual intervalo de 2023, quando o superávit havia sido de US$ 1,5 bilhão (FOB). Para se ter uma ideia, o saldo estava negativo para o Brasil em US$ 362 milhões (FOB) em 2022.</p>



<p>A corrente comercial contabilizou US$ 6,7 bilhões (FOB) entre janeiro-setembro de 2024, um pouco abaixo (-2,6%) dos US$ 6,8 bilhões (FOB) vistos um ano antes. Ainda assim, a expectativa permanece otimista para o acumulado deste ano, ficando ainda mais próxima do recorde visto em 2022, quando o comércio entre os dois países ultrapassou a marca dos US$ 10 bilhões.</p>



<p><strong>Perspectivas</strong><br>“Estamos confiantes de que 2024 trará resultados significativos. A extensa agenda de encontros e iniciativas para fortalecer e ampliar os negócios entre Brasil e Canadá, somada ao trabalho dos escritórios regionais da CCBC em diferentes localidades de ambos os países para firmar novos acordos, têm colaborado fortemente no processo de ampliação das relações bilaterais”, avalia Daniella Leite, diretora de Associados e Novos Negócios da CCBC.</p>



<p>A executiva lembra que a CCBC realiza diferentes missões comerciais do Brasil para o Canadá a cada ano, relacionadas a temas como: inteligência artificial, alimentos e bebidas, mineração, Indústria 4.0, inovação em saúde e sistema médico-hospitalar, tecnologias limpas, transição energética, educação executiva e até economia criativa.</p>



<p><strong>Exportações a todo vapor</strong><br>Os principais destaques nas exportações brasileiras ao Canadá e com maior peso na balança comercial no período foram: pedras e metais preciosos, incluindo ouro (28% do total exportado); alumina (óxido de alumínio), representando 24% do total; aeronaves e equipamentos, incluindo suas partes (9,9%); e açúcares e melaços (9,3%).</p>



<p>No ramo do agronegócio, o destaque foi para a predominância do café, ainda não descafeinado e em grãos, que registrou uma alta de 95% nas exportações e que representou quase 3,5% do total de produtos enviados para o Canadá, contabilizando US$ 153,7 milhões (FOB) entre janeiro-setembro de 2024. A cifra mostra que o consumidor canadense está cada vez mais aderindo ao paladar do produto brasileiro.</p>



<p><strong>Importações</strong><br>A compra de produtos canadenses pelo Brasil contabilizou US$ 2,2 bilhões (FOB) nos primeiros nove meses de 2024, o que representa uma queda de 17,3% em comparação com igual período do ano anterior. O recuo, em especial, é atribuído a uma combinação de fatores, entre eles a desvalorização do real em relação a outras moedas, o que encarece os produtos canadenses para o mercado brasileiro.</p>



<p>As importações de adubos e fertilizantes totalizaram US$ 1,09 bilhão (FOB) entre janeiro e setembro de 2024. O valor total é 33% menor em relação aos US$ 1,95 bilhão visto em igual período de 2023. Apesar da queda, essa categoria de produtos continua na liderança dos itens mais comprados do Canadá, com um peso de 49% no total das importações.</p>



<p>Entre os outros produtos em destaque nas importações estão: motores e máquinas não elétricos que, por sua vez, registraram um aumento de 98,4%, para US$ 191 milhões (FOB); e aeronaves e outros equipamentos (incluindo suas partes), com alta de 37,2%, para US$ 137 milhões (FOB).</p>



<p><strong>Sobre a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC):</strong><br>A Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) é uma organização independente, mantida pelo setor privado e sem fins lucrativos, fundada em 1973. Há 51 anos a CCBC aproxima pessoas, empresas, instituições públicas e privadas de vários setores nos dois países. Com escritórios no Brasil e no Canadá, a instituição atua na construção de conexões para alavancar negócios, investimentos, estimular a inovação, o intercâmbio tecnológico e cultural bilateral.</p>



<p><em>Fonte: Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC)</em> / Foto: Divulgação</p>



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