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		<title>Com desabastecimento de contraste, paciente enfrenta dificuldades no tratamento de câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 14:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Contraste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além da batalha contra o câncer, o aposentado Cláudio Antônio Lemos, de 70 anos, enfrenta agora dificuldades para conseguir marcar um exame de acompanhamento do tratamento. Atendido pelo Hospital Aristides Maltez, o idoso está há 30 dias tentando agendar o procedimento, mas não consegue por falta de um item essencial: o contraste.&#160; “Ligo todos os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Além da batalha contra o câncer, o aposentado Cláudio Antônio Lemos, de 70 anos, enfrenta agora dificuldades para conseguir marcar um exame de acompanhamento do tratamento. Atendido pelo Hospital Aristides Maltez, o idoso está há 30 dias tentando agendar o procedimento, mas não consegue por falta de um item essencial: o contraste.&nbsp;</p>



<p>“Ligo todos os dias para o hospital, onde sou muito bem atendido. Pergunto se tem contraste, mas sou informado que é um problema a entrega do Sus. Além de mim, vários outros pacientes estão passando por isso, pacientes que vêm do interior, não conseguem fazer o exame e voltam para casa”, conta o aposentado.&nbsp;</p>



<p>Cláudio explica que precisa fazer o exame para apresentar ao seu médico na próxima consulta de acompanhamento da evolução da doença. O encontro está marcado para esse mês de agosto e, desde junho, o idoso poderia realizar o procedimento, mas não consegue agendar.&nbsp;</p>



<p>Procurado pelo Metro1, o Hospital Aristides Maltez, uma das principais instituições especializadas no tratamento de câncer, informou que o aparelho responsável pela realização do exame está funcionando plenamente. De acordo com o hospital, o problema é uma escassez do contraste no mercado.&nbsp;</p>



<p>A substância é utilizada no exame de tomografia. Ela realça e destaca diferentes partes do corpo, o que possibilita uma melhor interpretação da imagem e permite um diagnóstico mais assertivo.&nbsp;De acordo com o hospital, ao menos oito estados e o Distrito Federal relataram falta ou racionamento da substância. Entre eles, está a Bahia.&nbsp;</p>



<p>O Ministério da Saúde reconhece o desabastecimento no mercado e informou que, em conjunto com as sociedades médicas brasileiras, está orientando a racionalização do uso do contraste para exames e procedimentos médicos até que o fornecimento seja normalizado. <br> <br>“A fim de minimizar os danos relacionados à falta do produto, a pasta recomenda otimizar o uso, priorizando procedimentos em pacientes de maior risco e em condições clínicas de urgência e emergência”, diz nota do ministério.<br> <br>De acordo com a pasta, a escassez de meios de contraste ocorre de forma global devido à interrupção nas cadeias de produção e distribuição do insumo, como consequência dos efeitos causados pela pandemia da Covid-19. </p>



<p>Fonte: <strong>Metro1</strong></p>



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		<title>Bahia não tem doses de CoronaVac suficientes para vacinar crianças de 3 a 5 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 17:14:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Bahia não possui doses suficientes de CoronaVac para vacinar crianças de 3 a 5 anos. Na semana passada a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o imunizante para essa faixa etária.  De acordo com o G1, algumas cidades, como Salvador, fazem aplicações, mas a maioria está em falta. Conforme a Secretaria Municipal de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bahia não possui doses suficientes de CoronaVac para vacinar crianças de 3 a 5 anos. Na semana passada a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o imunizante para essa faixa etária. </p>



<p>De acordo com o G1, algumas cidades, como Salvador, fazem aplicações, mas a maioria está em falta. Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, desde a última segunda-feira (18), 94 mil crianças de 3 a 5 anos já podem se vacinar contra a COVID-19, na capital baiana, mas a procura tem sido baixa.&nbsp;</p>



<p>Em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, a vacinação ainda não começou por falta do imunizante. Em nota, a Secretaria de Saúde do Município disse que aguarda o envio das doses para começar a vacinar cerca de 9 mil crianças.</p>



<p>Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), apenas 12,5% dos municípios baianos têm doses suficientes para vacinar as baianas entre 3 e 4 anos. A última vez que a Bahia recebeu doses de CoronaVac do Ministério da Saúde foi em fevereiro deste ano.</p>



<p>O Conselho Estadual de Saúde da Bahia defende que é preciso que o Ministério da Saúde faça o mais rápido possível um calendário para o envio de novas remessas para atender as crianças dessa faixa etária.</p>



<p>Fonte: <strong>Bahia Notícias </strong></p>



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		<title>Medicamentos da atenção básica desapareceram das prateleiras em várias partes da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 14:18:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[falta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem publicada originalmente no Jornal da Metropole em 21 de julho de 2022 Dipirona, amoxicilina, paracetamol e até soro fisiológico costumavam ser medicamentos e insumos facilmente encontrados nas prateleiras de farmácias. Agora, eles parecem ter sumido. E não são só eles. Um levantamento feito pelo Sindicato dos Farmacêuticos da Bahia (Sindfarma) apontou que 33 medicamentos de atenção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Reportagem publicada originalmente no Jornal da Metropole<a href="https://api.metro1.com.br/arquivos/jornal/392/ARQUIVO_JORNAL.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>em 21 de julho de 2022</strong></p>



<p>Dipirona, amoxicilina, paracetamol e até soro fisiológico costumavam ser medicamentos e insumos facilmente encontrados nas prateleiras de farmácias. Agora, eles parecem ter sumido. E não são só eles. Um levantamento feito pelo Sindicato dos Farmacêuticos da Bahia (Sindfarma) apontou que 33 medicamentos de atenção básica estão em falta no estado.</p>



<p>De acordo com a farmacêutica responsável pelo Centro de Informação do Conselho Regional de Farmácia (CRF-BA), Maria Fernanda Barros, esse desabastecimento já vem dando sinais há alguns anos, mas em janeiro de 2022 o cenário ficou ainda mais complicado.</p>



<p>“Desde então, temos recebido relatos de falta de medicamentos hospitalares, de medicamentos específicos para algumas patologias e até de analgésicos e antibióticos em farmácias de rede, pequenas ou comunitárias”, relata.</p>



<p>A farmacêutica relaciona o desabastecimento de medicamentos hospitalares a uma série de fatores: a falta de matéria prima ocasionada pela guerra na Ucrânia; o crescimento da demanda por conta da explosão de viroses respiratórias; o lockdown na China, que dificultou a exportação de insumos essenciais para o mercado e a própria pandemia da Covid-19, responsável por fazer priorizar a fabricação de alguns medicamentos em detrimento de outros.</p>



<p>Um estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostrou que 80% das cidades brasileiras têm falta de medicamentos. Entre elas, 68% indicaram a falta de amoxicilina e 66% têm ausência de dipirona. Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, é um desses municípios.</p>



<p>Na última semana, a prefeitura da cidade fez um alerta sobre a falta de 60 dos 375 medicamentos fornecidos pela Secretaria de Saúde nas farmácias das unidades de saúde do município. Entre eles, estão a loratadina (utilizado em crises alérgicas), azitromicina (antibiótico), prednisolona (anti-inflamatório), além de dipirona.</p>



<p>O desabastecimento leva a uma elevação nos preços. Em Camaçari, por exemplo, a média de R$5 milhões gastos anualmente com medicamentos foi atingida apenas nos primeiros seis meses de 2022.&nbsp;</p>



<p>A Secretaria da Saúde da Bahia também já sinalizou estoque zerado para 28 medicamentos de alta complexidade, fornecidos pelo Governo Federal. Remédios utilizados no tratamento de aids, esquizofrenia, parkinson, epilepsia, entre outros. A pasta atribui a situação e o risco da ausência de outros 45 produtos a atrasos do Ministério da Saúde.</p>



<p>Fonte: <strong>Metro1</strong></p>



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