<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Feijao |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/feijao-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 03 Mar 2025 15:05:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>Feijao |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Feijão resiste na agricultura familiar e nas ruas de Feira de Santana (BA)</title>
		<link>https://ipiracity.com/feijao-resiste-na-agricultura-familiar-e-nas-ruas-de-feira-de-santana-ba/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=feijao-resiste-na-agricultura-familiar-e-nas-ruas-de-feira-de-santana-ba</link>
					<comments>https://ipiracity.com/feijao-resiste-na-agricultura-familiar-e-nas-ruas-de-feira-de-santana-ba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 15:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[CITY RURAL]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de Santana ]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Feijao]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de Santana]]></category>
		<category><![CDATA[plantacao]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=145293</guid>

					<description><![CDATA[<p>Principal item da alimentação dos brasileiros, área plantada com a leguminosa caiu 30% país desde 2005 Por Cleyton Vilarino — Feira de Santana (BA) &#8211; Segunda, 3 de março de 2025 As bandeirolas penduradas em pleno mês de novembro confirmam o que dona Therezinha dos Santos Ribeiro declara de peito cheio: em sua casa, o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/feijao-resiste-na-agricultura-familiar-e-nas-ruas-de-feira-de-santana-ba/">Feijão resiste na agricultura familiar e nas ruas de Feira de Santana (BA)</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Principal item da alimentação dos brasileiros, área plantada com a leguminosa caiu 30% país desde 2005</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://globorural.globo.com/autores/cleyton-vilarino/">Cleyton Vilarino</a> — Feira de Santana (BA) &#8211; Segunda, 3 de março de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">As bandeirolas penduradas em pleno mês de novembro confirmam o que dona Therezinha dos Santos Ribeiro declara de peito cheio: em sua casa, o ano todo é dia de São João. “No Natal, o povo chega aqui e pergunta, ‘aqui é Natal ou São João?’ e eu digo que é os dois juntos, Natal e São João!”.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" data-id="145082" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/02/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt="" class="wp-image-145082"/></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">A festa comemorada em pleno período de colheita e de chuvas no sertão é a preferida da agricultora baiana de 80 anos. “A gente gosta da festa, do forró, de tomar um licor, carne assada na fogueira, <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/milho/">milho</a>”, assume Therezinha. Se a decoração estraga, ela logo se apressa em substituir por uma nova. “Não está fazendo mal a ninguém, não tem razão para tirar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Orgulhosa de ter conquistado a sua aposentadoria rural, ela não abre mão de trabalhar na sua pequena roça no distrito de Humildes, em Feira de Santana. Na pequena área, de cerca de 4,5 hectares, cultiva <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/banana/">banana</a>, milho, <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/amendoim/">amendoim</a>, quiabo, maxixe, <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/mandioca/">mandioca</a> (ou aipim, como é localmente chamada a raiz) e seu principal produto, o <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/feijao/">feijão</a>&#8211; de-corda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ingrediente fundamental da dieta dos brasileiros, a cultura do feijão tem perdido espaço no campo. No Brasil, a área plantada caiu de 4,2 milhões de hectares em 2005 para 2,9 milhões de hectares esperados para este ano, segundo a Conab. Em Feira de Santana, a queda foi de 72% desde 2005, passando de 18,1 mil hectares para pouco mais de 5 mil hectares em 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A plantação que Deus criou</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Junto com a leguminosa plantada no quintal, chama atenção a presença do bredo, também conhecido em outras regiões como caruru. Considerado uma planta daninha em lavouras de outras partes do país, na roça de dona Therezinha ele é tratado como “a plantação que Deus criou” e mantido tal como aprendeu com sua mãe.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Eu acho que ele ajuda o feijão porque, do jeito que está aí, ele dá uma sombrinha”.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Nativa da América do Sul, a planta é considerada uma PANC (planta alimentícia não convencional) e aproveitada na casa de Therezinha tanto para sua alimentação quanto na criação animal. Quando está mais exuberante, chega a ser vendida com as demais colheitas. “Ele prontinho, com um camarãozinho dentro, quebrar um ovinho de quintal dentro, é delicioso. Para que arrancar o bichinho?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem controle de herbicidas ou pesticidas, a produção pode ser considerada orgânica, apesar de não certificada. “A gente não bota produto químico, vive do tempo, da natureza”, declara a agricultora. A biodiversidade é mantida na base da intuição. “Eu não sei explicar como, mas que ajuda, eu acho que ajuda”, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A feira de Feira</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toda a colheita é vendida é na principal feira livre de Feira de Santana, a feira da Marechal – a mesma que deu origem à cidade em 1833. Passados quase dois séculos, as barracas de <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/frutas/">frutas</a>, verduras e <a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/legumes/">legumes</a> hoje disputam o espaço e a clientela com lojas e supermercados modernos, cujas caixas de som na calçada se sobrepõem aos tradicionais gritos dos feirantes, tão comuns em outras regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há dez anos ajudando dona Terezinha, sua filha Edineide Ribeiro (ou Dona Mocinha, como é conhecida na cidade) tem sido testemunha da transformação vivida pela feira da Marechal. “A gente sente que a agricultura familiar vai declinando, tem bem menos pessoas que produzem para vender aqui. A maioria compra na Ceasa”, observa.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-globorural.glbimg.com/PH-AuLd9ThumPXJIQGTDh4pJd9E=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/D/P/dkGQBuQKmZqVLA9Ea6aQ/feijao-3.jpg" alt="Therezinha dos Santos Ribeiro e sua filha Edineide na propriedade rural — Foto: Rogério Albuquerque"/><figcaption class="wp-element-caption">Therezinha dos Santos Ribeiro e sua filha Edineide na propriedade rural — Foto: Rogério Albuquerque</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No distrito de Humildes, por exemplo, sua família é uma das poucas que ainda cultivam alimentos, algo cada vez mais difícil diante de secas cada vez mais severas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O pessoal vai migrando da zona rural para a cidade, e vão diminuindo os produtores da região”.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da colheita, manter o tradicional ponto de venda da família é um desafio adicional. “Temos sido tratados como lixo”, denuncia a feirante, ao lembrar das reiteradas tentativas da prefeitura de Feira de Santana de remover a feira da Marechal do seu tradicional endereço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu acho que a prefeitura de Feira de Santana deveria e deve ter mais respeito com quem trabalha, principalmente de uma cidade que leva o nome de feira, deveria preservar a história da cidade”, critica Edineide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurada, a gestão municipal não retornou até a publicação desta reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Globo Rural / Produtora Therezinha dos Santos Ribeiro — Foto: Rogério Albuquerque</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MOVIMENTO SOLIDÁRIO: CORAÇÕES EM AÇÃO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/sOG5oj0sNCo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/feijao-resiste-na-agricultura-familiar-e-nas-ruas-de-feira-de-santana-ba/">Feijão resiste na agricultura familiar e nas ruas de Feira de Santana (BA)</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/feijao-resiste-na-agricultura-familiar-e-nas-ruas-de-feira-de-santana-ba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consumo excessivo de proteínas pode causar doenças cardiovasculares</title>
		<link>https://ipiracity.com/consumo-excessivo-de-proteinas-pode-causar-doencas-cardiovasculares/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=consumo-excessivo-de-proteinas-pode-causar-doencas-cardiovasculares</link>
					<comments>https://ipiracity.com/consumo-excessivo-de-proteinas-pode-causar-doencas-cardiovasculares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 12:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[consumo excessivo]]></category>
		<category><![CDATA[dietas]]></category>
		<category><![CDATA[DNA]]></category>
		<category><![CDATA[doneca]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Feijao]]></category>
		<category><![CDATA[hc]]></category>
		<category><![CDATA[LDL]]></category>
		<category><![CDATA[Leucina]]></category>
		<category><![CDATA[Nature Metabolism]]></category>
		<category><![CDATA[Proteina]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=118616</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dan Linetzky Waitzberg explica a importância de consultar nutricionistas antes de iniciar uma dieta proteica Segunda, 8 de abril de 2024 Pesquisa feita pela Universidade de Pittsburgh&#160;e publicada na revista especializada&#160;Nature Metabolism&#160;mostra que o excesso de proteínas pode prejudicar a saúde e indica que dietas com mais de 22% de proteína aumentam significativamente o risco [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/consumo-excessivo-de-proteinas-pode-causar-doencas-cardiovasculares/">Consumo excessivo de proteínas pode causar doenças cardiovasculares</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Dan Linetzky Waitzberg explica a importância de consultar nutricionistas antes de iniciar uma dieta proteica</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda, 8 de abril de 2024</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/04/EXCESSO-DE-PROTEINAS-PREJUDICA-A-SAUDE_PROFo_DAN-LINETZKY_EDITADA.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.upmc.com/media/news/021924-too-much-protein" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa feita pela Universidade de Pittsburgh</a>&nbsp;e publicada na revista especializada&nbsp;<em>Nature Metabolism</em>&nbsp;mostra que o excesso de proteínas pode prejudicar a saúde e indica que dietas com mais de 22% de proteína aumentam significativamente o risco de aterosclerose, podendo levar a doenças cardiovasculares. Dan Linetzky Waitzberg, professor do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina (FM) da Universidade de São Paulo (USP) e do Laboratório de Nutrição e Cirurgia Metabólica do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas (HC), explica quais os impactos desse consumo excessivo no organismo e a importância de acompanhamento profissional nas dietas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aminoácido leucina</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o especialista, as proteínas animais estão associadas ao aumento da lipoproteína de baixa densidade, também conhecida como colesterol LDL, e também da inflamação crônica e estresse oxidativo, o que pode ser fator de risco para doenças cardiovasculares. Ele conta que, em parte, isso pode ser explicado pelas altas taxas de gordura saturada e colesterol que estão presentes nas fontes da proteína animal.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_567567"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/09/20220927_dan-waitzberg.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-567567" style="width:155px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Dan Linetzky Waitzberg – Foto: Researchgate</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Waitzberg conta que a pesquisa feita nas universidades de Pittsburgh e Missouri com camundongos mostrou que não apenas o acúmulo de gordura é responsável pela aterosclerose, mas também o aminoácido leucina, que não é sintetizado pelo corpo humano e precisa ser ingerido nas carnes.&nbsp;“A novidade é que não é o acúmulo de gordura apenas como responsável, pois há uma sinalização desse aminoácido leucina contribuindo para que macrófagos sejam ativados e eles sinalizam para a formação da placa aterosclerótica. Então, é um mecanismo novo, eles encontraram e responsabilizaram um determinado aminoácido como sinalizador molecular”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dietas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o docente, a indicação de dietas proteicas precisa levar em conta as subjetividades de cada indivíduo, como peso, idade, gênero e rotina de atividades físicas. Ele conta que as dietas são divididas em normoproteica, hiperproteica ou hipoproteica, dependendo do quanto de proteína precisa ser consumida no dia pela pessoa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma pessoa saudável, que pratica atividade física regularmente e não tem nenhuma doença metabólica, precisa de cerca de 18% a 20% de proteína nas suas refeições diárias. O que acontece é que, nos Estados Unidos, local da pesquisa, eles consomem níveis alarmantes de proteína e gordura saturada, principalmente pela questão cultural de comer alimentos como bacon e hambúrguer a todo instante”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acompanhamento profissional</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para Dan Linetzky Waitzberg, a dieta brasileira, composta geralmente por arroz, feijão, salada e um pedaço de carne, é altamente equilibrada do ponto de vista nutricional. Ele alerta, contudo, que o problema no País é o inverso do que ocorre nos EUA, já que, por motivos socioeconômicos, muitos indivíduos não têm acesso à proteína.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então, se alguém quer fazer um regime ou perder peso, é fundamental que procure um nutricionista para que seja feito um perfil metabólico e genético da pessoa. A partir dessa análise de qualidade de sono, nível de estresse e condições familiares e socioeconômicas, é possível traçar a melhor dieta para cada indivíduo”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / <em>A indicação de dietas proteicas precisa levar em conta as subjetividades de cada indivíduo, como peso, idade, gênero e rotina de atividades físicas – Fotomontagem do Jornal da USP feita com fotos Freepik</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eu, o axé, a Bahia e o Brasil: uma história contada através da música" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5bxnoeTvXyk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/consumo-excessivo-de-proteinas-pode-causar-doencas-cardiovasculares/">Consumo excessivo de proteínas pode causar doenças cardiovasculares</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/consumo-excessivo-de-proteinas-pode-causar-doencas-cardiovasculares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		<enclosure url="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/04/EXCESSO-DE-PROTEINAS-PREJUDICA-A-SAUDE_PROFo_DAN-LINETZKY_EDITADA.mp3" length="0" type="audio/mpeg" />

			</item>
		<item>
		<title>Por que feijão está sumindo do prato dos brasileiros</title>
		<link>https://ipiracity.com/por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros</link>
					<comments>https://ipiracity.com/por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2023 15:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Feijao]]></category>
		<category><![CDATA[pratos]]></category>
		<category><![CDATA[Sumico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=79019</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio a mudanças culturais, avanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto. Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo do Programa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros/">Por que feijão está sumindo do prato dos brasileiros</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Thais Carrança</strong></li>



<li>Role,<strong>Da BBC News Brasil em São Paulo</strong></li>



<li><a href="https://twitter.com/tcarran">Twitter,<strong>@tcarran</strong></a></li>



<li>12março 2023</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio a mudanças culturais, avanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="720" height="90" data-id="77220" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-77220" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento da UFMG, não consumir feijão está associado a uma chance 10% maior de desenvolver excesso de peso e 20% maior de obesidade, em relação à parcela da população que consome o produto com alguma frequência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda nesta reportagem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A importância do feijão na dieta brasileira</li>



<li>O que explica a queda de consumo nos últimos anos</li>



<li>Quais as consequências para a saúde de comer menos feijão</li>



<li>E o que o poder público pode fazer para mudar esse quadro</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-importância-histórica-nutricional-e-social-do-feijão-">A importância histórica, nutricional e social do feijão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O feijão surgiu de uma miscigenação das nossas heranças culinárias&#8221;, observa a nutricionista Fernanda Serra Granado, que pesquisou o tema em seu doutorado na UFMG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, a leguminosa já era um alimento nativo na América, conhecido pelos indígenas, que consumiam os grãos sem caldo, mesmo antes da colonização portuguesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solução encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos também consumiam o alimento, adicionando seus saberes ao preparo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a construção do feijão como um símbolo nacional só vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aí ele é expresso em poesia, em músicas e é reconhecido como esse símbolo identitário da nossa tradição culinária&#8221;, diz Granado.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/610a/live/a8207360-bf19-11ed-95f8-0154daa64c44.jpg" alt="Quadro 'Colheita de Feijão' de Cândido Portinari, 1957"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Construção do feijão como símbolo nacional acontece no Modernismo dos anos 1920. Na imagem, o quadro &#8216;Colheita de Feijão&#8217; de Cândido Portinari (1957)</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Em termos nutricionais, o feijão é rico em proteínas e minerais, incluindo o ferro, além das vitaminas C e do complexo B (à exceção da B12, de origem animal) e fibras solúveis e insolúveis, importantes para o bom funcionamento da digestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Além de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manutenção da saúde da população, o feijão é um marcador de qualidade da dieta&#8221;, afirma a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso porque o indivíduo, quando consome feijão, acaba complementando o prato com outros alimentos saudáveis, como arroz, vegetais, salada e uma proteína animal. Então, em geral, o feijão é um dos componentes de uma refeição nutricionalmente equilibrada.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da tradição histórica e do valor nutricional, a pesquisadora destaca a importância social do feijão na dieta brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O feijão é um elemento de segurança alimentar e nutricional, porque a alimentação saudável é um direito da população, previsto na Constituição&#8221;, observa a nutricionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cumprimento desse direito implica no acesso a alimentos saudáveis, de forma permanente, regular, em quantidade suficiente, sem que isso comprometa outras necessidades essenciais da vida, como moradia, vestuário, entre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por ser um alimento saudável e acessível, o feijão é um elemento importante em termos sociais para garantia da segurança alimentar e nutricional&#8221;, conclui Granado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Como-foi-feito-o-estudo-da-UFMG-">Como foi feito o estudo da UFMG</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para analisar a evolução do consumo de feijão nos últimos anos no Brasil, a pesquisadora usou dados do Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), pesquisa feita anualmente por telefone pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A POF [Pesquisa de Orçamentos Familiares] do IBGE de 2017 já mostrava uma redução de 7% na participação dos alimentos&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;no consumo dos brasileiros. Ao mesmo tempo, mostrava um aumento de 46% nos ultraprocessados, em relação a 2002&#8243;, observa Granado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi isso que me instigou a investigar a tendência no consumo do feijão&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analisando dados do Vigitel de mais de 500 mil adultos entre 2007 e 2017, a pesquisadora observou uma tendência de queda do consumo da leguminosa entre 2012 e 2017. A redução aconteceu entre homens e mulheres, de todas as faixas etárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da observação do passado, ela então utilizou métodos estatísticos para projetar o que deve acontecer à frente, até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para nossa surpresa, vimos essa inversão em 2025, quando o consumo regular, de 5 a 7 dias por semana, vai perder prevalência para o consumo não regular, de 1 a 4 dias&#8221;, diz Granado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Entre as mulheres, a estimativa é de que essa mudança já tenha acontecido no ano passado [em 2022], e para os homens, vai acontecer em 2029&#8221;, detalha a especialista.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-explica-a-queda-de-consumo-nos-últimos-anos-">O que explica a queda de consumo nos últimos anos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças culturais e o avanço dos ultraprocessados – alimentos calóricos e de baixo valor nutricional – estão no centro da redução do consumo de feijão, segundo a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Na década de 1980, há a entrada das grandes transnacionais de alimentos no Brasil e o avanço da participação das mulheres no mercado de trabalho, o que causa uma modificação no perfil de consumo da população, com os ultraprocessados sendo percebidos como uma solução prática para o dia a dia&#8221;, observa a nutricionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com o passar do tempo, há também uma perda de práticas culinárias, da habilidade em si de preparar os alimentos, com a tradição de receitas que passavam entre gerações que começa a se perder.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um terceiro fator que pesa na redução de consumo do feijão é o aumento de preços do produto, observa a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 11 anos, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2023, o feijão carioca acumula alta de preços de 122% e o feijão preto, de 186%, comparado a uma inflação geral de 89% no período, segundo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da FGV (Fundação Getulio Vargas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, em pouco mais de uma década, o feijão carioca dobrou de preço e o feijão preto, quase triplicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos fatores que explica esse encarecimento é a perda de espaço da produção agrícola de feijão para commodities como a soja e o milho, explica Granado.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/2423/live/f1acba70-bf19-11ed-95f8-0154daa64c44.jpg" alt="Plantação de feijão"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,A área plantada de feijão no Brasil na safra 2022-2023 será a menor da história, segundo dados da Conab</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a área plantada de feijão no Brasil na safra 2022-2023 deverá ser de apenas 859 mil hectares, a menor da série histórica com início em 1976. O número representa uma redução de 65% em relação ao momento de auge, na safra 1981/1982.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O produtor acaba abandonando a produção de feijão e outros alimentos que possuem valor agregado menor em comparação a commodities como soja e milho, que têm safras muito mais lucrativas, com demanda internacional&#8221;, observa Granado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, com relação à queda maior do consumo entre as mulheres, a especialista avalia que isso pode ser fruto da dupla jornada, que pode estar fazendo com que elas optem com mais frequência pela conveniência dos ultraprocessados.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Quais-as-consequências-para-a-saúde-de-comer-menos-feijão-">Quais as consequências para a saúde de comer menos feijão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo da UFMG investigou ainda a relação entre o consumo ou não de feijão e a obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, os indivíduos que consomem feijão de forma regular, de 5 a 7 vezes por semana, têm chance 14% menor de desenvolver sobrepeso e 15% menor de serem obesos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o não consumo é um fator de risco, com 10% de chance maior de excesso de peso e 20% de possibilidade maior de obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Concluímos com isso a importância das nossas escolhas alimentares sobre o nosso perfil de saúde&#8221;, diz Granado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O indivíduo que não consome feijão, ou consome uma ou duas vezes por semana – o que não é suficiente – tem um fator de risco porque, muito provavelmente, nos dias em que ele tira o feijão de sua alimentação durante a semana, ele está fazendo opções não saudáveis. São essas opções que contribuem para o maior ganho de peso.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-o-poder-público-pode-fazer-para-mudar-esse-quadro-">O que o poder público pode fazer para mudar esse quadro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para Granado, para mudar esse quadro é preciso uma revalorização do feijão como um elemento da nossa cultura, um alimento símbolo e parte da identidade nacional do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, ela sugere que seria desejável uma maior tributação dos alimentos ultraprocessados e pouco saudáveis. Países como França e México já adotam taxação mais alta para bebidas açucaradas, por exemplo, com bons resultados, cita a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro passo importante é a rotulagem nutricional. Granado avalia que o Brasil avançou nesse sentido com o novo padrão de rotulagem, em vigor desde outubro de 2022, que indica a presença de alto teor de sódio, gordura e açúcar nos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso contribui para o consumidor ter uma consciência melhor dos alimentos que ele está adquirindo e para que possa fazer escolhas melhores&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a nutricionista defende que, além da taxação dos alimentos não saudáveis, seria desejável subsidiar os saudáveis, por exemplo, por meio do incentivo à agricultura familiar, para que o produto chegue a um preço mais baixo às prateleiras, estimulando o consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Este texto foi publicado originalmente em </em><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c90935j2k8go">https://www.bbc.com/portuguese/articles/c90935j2k8go</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O avanço da Educação na Bahia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4QmG5vnQ9e4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros/">Por que feijão está sumindo do prato dos brasileiros</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/por-que-feijao-esta-sumindo-do-prato-dos-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
