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		<title>Os desigrejados: fenômeno que mais cresce no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 11:15:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seta, 7 de fevereiro de 2025 Os desigrejados é um fenômeno que acontece no Brasil onde aquela pessoas que frequentavam uma igreja resolveram se desvincular e fazer o seu culto em casa, Em 2022 eram mais de 16 milhoes de desigrejados. Para falar sobre esse tema no BATE PAPO NA CITY, convidamos o jornalista e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Seta, 7 de fevereiro de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desigrejados é um fenômeno que acontece no Brasil onde aquela pessoas que frequentavam uma igreja resolveram se desvincular e fazer o seu culto em casa, Em 2022 eram mais de 16 milhoes de desigrejados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para falar sobre esse tema no BATE PAPO NA CITY, convidamos o jornalista e cientista político Waldeck Alves, lembrando a você que começaremos às 19:00h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LINK DO FACEBOOK: <a href="https://www.facebook.com/share/15aLiAoUdE/" target="_blank" rel="noopener" title="">https://www.facebook.com/share/15aLiAoUdE/</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>O estranho &#8216;Efeito Mandela&#8217; que a ciência tenta explicar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2022 21:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[fenomeno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deepasri Prasad e Wilma Bainbridge The Conversation* Sexta, 14 de outubro de 2022 Pense naquele senhor de cartola que é o mascote do jogo Monopoly. Ele usa monóculo, certo? Ou não? Se você imaginou o personagem do popular jogo de tabuleiro usando um monóculo, você errou. Na verdade, ele nunca usou esse acessório. Isso pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list"><li>Deepasri Prasad e Wilma Bainbridge</li><li>The Conversation*</li><li>Sexta, 14 de outubro de 2022</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pense naquele senhor de cartola que é o mascote do jogo Monopoly. Ele usa monóculo, certo? Ou não?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você imaginou o personagem do popular jogo de tabuleiro usando um monóculo, você errou. Na verdade, ele nunca usou esse acessório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode ter te surpreendido, mas você não está sozinho. Muitas pessoas têm essa mesma memória falsa do personagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E este fenômeno também ocorre com outros personagens, logotipos e citações. O Pikachu, do desenho <em>Pokémon</em>, por exemplo. Muitas pessoas acham que a cauda do personagem tem uma ponta preta, o que não é verdade. E o logotipo da marca de roupas americana Fruit of the Loom não tem uma cornucópia &#8211; um vaso em forma de chifre que na mitologia greco-romana é representado cheio de frutos e flores, simbolizando fertilidade e abundância -, ao contrário do que muitas pessoas acreditam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chamamos este fenômeno &#8211; de falsas memórias compartilhadas para certos ícones culturais &#8211; de &#8220;Efeito Mandela visual&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas costumam ficar surpresas quando percebem que têm as mesmas memórias falsas que outras pessoas. Isso ocorre, em parte, porque elas acreditam que aquilo que elas lembram e esquecem é subjetivo e baseado nas experiências pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nossas pesquisas indicam que as pessoas tendem a esquecer e lembrar das mesmas imagens, independentemente da diversidade das suas experiências individuais. E demonstramos recentemente que essas similaridades de memória estendem-se até mesmo para as nossas recordações falsas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-é-o-Efeito-Mandela">O que é o Efeito Mandela?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A expressão &#8220;Efeito Mandela&#8221; foi criada por Fiona Broome, que se autodefine como pesquisadora paranormal. Broome descreve sua falsa memória de que o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela (1918-2013) teria morrido na prisão nos anos 1980.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela percebeu que muitas outras pessoas também tinham essa mesma recordação falsa e escreveu um artigo sobre a experiência no seu site. Dali, o conceito de memórias falsas comuns espalhou-se para outros fóruns e sites, incluindo as redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, exemplos do Efeito Mandela vêm sendo amplamente compartilhados na internet. Um deles é a série canadense de livros infantis e desenhos animados&nbsp;<em>Os Ursos Berenstain</em>, que as pessoas recordam como &#8220;Berenstein&#8221; em vez do final correto &#8220;ain&#8221;. Outro caso é o do personagem C-3PO, da série&nbsp;<em>Star Wars</em>, que as pessoas relembram erroneamente com duas pernas douradas, em vez de uma perna dourada e outra prateada.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/65AB/production/_127072062_gettyimages-538291404.jpg" alt="Jamie Bestwick sorrindo e mostrando em direção à câmera caixa com logotipo"/><figcaption>Legenda da foto,O piloto de BMX Jamie Bestwick mostra logotipo da marca americana de roupas The Fruit of the Loom — que nunca incluiu uma cornucópia</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O Efeito Mandela já alimentou teorias da conspiração. As memórias falsas são tão fortes e específicas que algumas pessoas acreditam que elas provam a existência de uma dimensão alternativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, as pesquisas científicas somente estudaram o Efeito Mandela como um exemplo de como teorias da conspiração se espalham pela internet. Poucas pesquisas foram feitas para estudar o Efeito Mandela como um fenômeno da memória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas compreender por que esses ícones acionam tantas memórias falsas específicas pode oferecer mais indicações sobre como se formam essas falsas recordações. O Efeito Mandela visual, que afeta especificamente ícones, foi uma forma perfeita de realizar este estudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Fenômeno-consistente-de-memória-falsa">Fenômeno consistente de memória falsa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para verificar se o Efeito Mandela visual realmente existe, conduzimos um experimento apresentando às pessoas três versões do mesmo ícone. Uma dessas versões era correta e duas foram manipuladas. Nós pedimos a elas que selecionassem o ícone correto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havia 40 conjuntos de ícones, que incluíram o personagem C-3PO da franquia Star Wars, o logotipo da marca americana de roupas Fruit of the Loom e o mascote do jogo de tabuleiro Monopoly.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados foram aceitos para publicação no Psychological Sciences e demonstraram que as pessoas se saíram muito mal em sete deles, escolhendo a imagem correta apenas a cada 33% das vezes ou menos. Para essas sete imagens, as pessoas frequentemente indicaram a mesma versão incorreta, não apenas selecionando qualquer uma das duas versões incorretas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os participantes relataram estar muito confiantes nas suas escolhas e afirmaram ter grande familiaridade com aqueles ícones, mesmo estando errados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas conclusões reunidas comprovam claramente aquilo que as pessoas vinham falando na internet há anos: o Efeito Mandela visual é um erro de memória real e consistente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/B3CB/production/_127072064_gettyimages-1043750272.jpg" alt="Um boneco do Pikachu"/><figcaption>Legenda da foto,Esse é o Pikachu; a maioria dos participantes de uma pesquisa escolheu a mesma versão errada do desenho &#8211; o personagem com uma ponta preta na cauda</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Concluímos que esse efeito de recordações falsas é incrivelmente forte em diversas formas diferentes de testes de memória. Mesmo quando as pessoas viam a versão correta do ícone, elas ainda escolhiam a versão incorreta poucos minutos depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, quando se solicitava que elas desenhassem livremente os ícones de memória, as pessoas também incluíam as mesmas características incorretas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Não-existe-causa-universal">Não existe causa universal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que causa essa falsa memória compartilhada por ícones específicos? Nossa conclusão foi que características visuais, como cor e brilho, não podiam explicar o efeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também rastreamos os movimentos de mouse dos participantes enquanto eles observavam as imagens em uma tela de computador para ver se eles não percorriam partes específicas, como a cauda do Pikachu. Mas, mesmo quando as pessoas observavam diretamente a parte correta da imagem, elas ainda escolhiam a versão falsa imediatamente em seguida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também concluímos que, para a maior parte dos ícones, era improvável que as pessoas tivessem observado a versão falsa anteriormente e apenas se lembrassem daquela versão e não da versão correta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez não haja uma causa universal. Diferentes imagens podem gerar o Efeito Mandela visual por diferentes razões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas dessas razões podem ser relacionadas a expectativas anteriores para uma imagem, outras a uma experiência visual anterior com uma imagem. Ainda outras podem ter a ver com algo totalmente diferente das imagens em si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós concluímos, por exemplo, que a maior parte das pessoas só vê a parte superior do corpo de C-3PO nos meios de comunicação. A perna dourada da recordação falsa pode ser resultado do uso do seu conhecimento anterior &#8211; os corpos normalmente têm uma cor só &#8211; para preencher essa lacuna informativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o fato de que pudemos demonstrar consistências nas memórias falsas de certos ícones indica que parte daquilo que dirige as recordações falsas depende do nosso ambiente &#8211; independentemente das nossas experiências subjetivas com o mundo exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Deepasri Prasad é estudante de PhD em neurociência cognitiva do Dartmouth College, nos Estados Unidos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Wilma Bainbridge é professora assistente de psicologia da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas </em><a href="https://theconversation.com/">The Conversation</a><em> e republicado sob licença Creative Commons. Leia </em><a href="https://theconversation.com/new-study-seeks-to-explain-the-mandela-effect-the-bizarre-phenomenon-of-shared-false-memories-188269">aqui a versão original em inglês</a><em>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil</p>



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		<title>Domingo terá fenômeno astronômico antes do amanhecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2020 16:07:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os vidrados em astronomia têm um motivo especial para acordar um pouco antes do Sol neste&#160;domingo&#160;(26). Graças a uma coincidência de órbitas, todos os cinco planetas visíveis a olho nu – Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno – estarão lá, compondo uma paisagem que só poderá ser vista novamente em junho de 2022. Segundo o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os vidrados em astronomia têm um motivo especial para acordar um pouco antes do Sol neste&nbsp;domingo&nbsp;(26). Graças a uma coincidência de órbitas, todos os cinco planetas visíveis a olho nu – Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno – estarão lá, compondo uma paisagem que só poderá ser vista novamente em junho de 2022.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1312258&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1312258&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o professor do Instituto&nbsp;Federal de Santa Catarina (IFSC) e coordenador do projeto Astro&amp;Física, Marcelo Schappo, o evento está em seus últimos dias, e a coincidência das cinco órbitas visíveis acabará&nbsp;já no início da semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso começou em meados&nbsp;de julho. Só que, na medida em que o mês termina, vai ficando cada vez mais complicado de ver todos na mesma noite”, disse ele à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o físico, a observação dos planetas só é possível cerca de hora e meia antes de o Sol nascer. “O horário exato varia de acordo com a localidade. A melhor referência é antes do nascer do Sol, porque a luminosidade acaba ocultando a luz refletida pelos planetas”, disse.</p>



<span id="more-1366"></span>



<h2 class="wp-block-heading">Júpiter a Oeste</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para localizar os planetas no céu,&nbsp;Schappo sugere que,&nbsp;primeiro, se busque identificar&nbsp;Júpiter, por ser o maior. “Ele estará&nbsp;a Oeste,&nbsp;próximo ao horizonte. Logo ao lado estará Saturno. Seguindo uma linha imaginária será possível ver,&nbsp;a&nbsp;meia altura do céu, Marte, que é um pontinho brilhante levemente avermelhado. Mais adiante, um pouco abaixo das Três Marias, que é uma constelação bastante conhecida dos brasileiros, estará Vênus; e mais a Leste, Mercúrio [conforme mostra a ilustração da matéria]”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não ocorre com muita frequência porque os movimentos orbitais dos planetas em torno do Sol não são sincronizados uns com os outros. “Assim, para termos a oportunidade de avistar todos eles a partir daqui do nosso planeta, é preciso que eles estejam em posições adequadas de seu movimento orbital”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja, no infográfico, como assistir a esse fenômeno:</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/info_planetas_24jul-339x1024.png" alt="" class="wp-image-1367" width="451" height="1362" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/info_planetas_24jul-339x1024.png 339w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/info_planetas_24jul-99x300.png 99w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/info_planetas_24jul-509x1536.png 509w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/info_planetas_24jul.png 754w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Para&nbsp;ter&nbsp;uma ideia prática, pode-se pensar numa analogia de várias crianças brincando de correr em círculos ao redor de uma casa. Cada uma faz um círculo de tamanho diferente e com uma velocidade diferente. O que ia acontecer é que ia demorar um tempo até que todas estejam em posições adequadas para verem umas das outras”, explica o professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As últimas vezes em que a visualização desse conjunto de planetas ao mesmo tempo foi possível foram nos anos de 2005, 2016 e 2018. A próxima ocorrência será em junho de 2022.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar a observação, Schappo sugere “locais escuros e com horizontes livres, já que alguns planetas estarão bem no Oeste e outros bem no Leste”. “Não pode&nbsp;ter&nbsp;morro nem prédios. Vale também torcer para que o dia não esteja nublado”, acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele sugere alguns aplicativos que podem facilitar a localização do planeta tanto via computador (neste caso o programa Stellarium, que simula o céu do dia selecionado), ou o Google Skymap, que pode ser baixado nos celulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses aplicativos servirão também para a observação de planetas individualmente, independentemente de alinhamentos, de forma a estender essa experiência a outras oportunidades. Afinal há quase sempre planetas aparecendo em nosso céu noturno”, complementa o especialista que, além de cientista, é um apaixonado por astronomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não perco eclipses nem chuvas de meteoros, quando mais intensas. Inclusive terá uma muito interessante na madrugada entre os dias 13 e&nbsp;14 de dezembro. Também no final do ano&nbsp;terá uma conjunção de Júpiter e Saturno, que ficarão aparentemente muito próximos, para quem observa da Terra”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Schappo lamenta que, em 1994, ainda não tinha “olhos de físico”, quando foi possível observar um eclipse total no Brasil. “Eu era muito novo quando isso ocorreu. Por isso minhas lembranças são muito poucas, ainda que tenha sido marcante, para mim. Infelizmente o próximo eclipse total [visível no Brasil] será depois do ano de 2100. Para poder vê-lo, antes disso, terei de viajar a outro país, além de rezar para que, no dia, o céu esteja limpo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Edição: Pedro Ivo de Oliveira    </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência  Brasil</p>



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