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	<title>Festival de Cinema |</title>
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	<title>Festival de Cinema |</title>
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		<title>Festival de Cinema de Berlim começa nesta quinta (15); Brasil marca presença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 14:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>74ª edição do evento vai até 25 de fevereiro; confira os filmes que concorrem ao Urso de Ouro O 74º Festival Internacional de Cinema de Berlim, também conhecido como Berlinale, acontece nesta quinta-feira (15), na capital alemã, e vai até o dia 25 de fevereiro. O drama histórico&#160;“Small Things Like These”, estrelado por Cillian Murphy [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">74ª edição do evento vai até 25 de fevereiro; confira os filmes que concorrem ao Urso de Ouro</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 74º Festival Internacional de Cinema de Berlim, também conhecido como Berlinale, acontece nesta quinta-feira (15), na capital alemã, e vai até o dia 25 de fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O drama histórico&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/com-cillian-murphy-small-things-like-these-abrira-o-festival-de-berlim/">“Small Things Like These”</a>, estrelado por Cillian Murphy e dirigido por Tim Mielants, foi escolhido para abrir o evento, marcando sua estreia mundial durante o evento. O filme concorre ao troféu Urso de Ouro, na principal seção do festival.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Berlinale possui oito seções, cada qual com uma seleção de filmes diferente: Competition (a seção principal, na qual os filmes selecionados concorrem ao Urso de Ouro); Berlinale Special; Encounters; Berlinale Shorts; Panorama; Forum &amp; Forum Expanded; Generation; e Retrospective, Berlinale Classics &amp; Homage.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos filmes que será exibido na mostra Encounters (a segunda principal) é brasileiro. “Cidade; Campo” é dirigido por Juliana Rojas e estrelado por Fernanda Vianna, Mirella Façanha e Bruna Linzmeyer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na categoria principal, Competition, 20 filmes concorrerão aos Ursos de Ouro e de Prata, entre eles dois primeiros longas e dois documentários. Estão representadas produções de 30 países, e 19 filmes terão suas estreias mundiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente do júri deste ano é a atriz Lupita Nyong’o.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento também conta com uma homenagem a Martin Scorsese, que será premiado com um Urso de Ouro Honorário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confira os filmes que competem pelo Urso de Ouro no Festival de Berlim:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>“Small Things Like These”, de&nbsp;Tim Mielants</li>



<li>“Another End”, de&nbsp;Piero Messina</li>



<li>“Architecton”, de&nbsp;Victor Kossakovsky</li>



<li>“Black Tea”, de&nbsp;Abderrahmane Sissako</li>



<li>“La Cocina”, de&nbsp;Alonso Ruizpalacios</li>



<li>“Dahomey”, de&nbsp;Mati Diop</li>



<li>“A Different Man”, de&nbsp;Aaron Schimberg</li>



<li>“L’Empire”, de&nbsp;Bruno Dumont</li>



<li>“Gloria!”, de&nbsp;Margherita Vicario</li>



<li>“Hors du Temps”, de&nbsp;Olivier Assayas</li>



<li>“In Liebe”, Eure Hilde, by&nbsp;Andreas Dresen</li>



<li>“Keyke Mahboobe Man”, de&nbsp;Behtash Sanaeeha&nbsp;e&nbsp;Maryam Moghaddam</li>



<li>“Langue Etrangere”, de&nbsp;Claire Burger</li>



<li>“Me el Ain”, de&nbsp;Meryam Joobeur</li>



<li>“Pepe”, de&nbsp;Nelson Carlos De Los Santos Arias</li>



<li>“Shambhala”, de&nbsp;Min Bahadur Bham</li>



<li>“Sterben”, de&nbsp;Matthias Glasner</li>



<li>“Des Teufels Bad”, de Severin Fiala e Veronika Franz</li>



<li>“Vogter”, de&nbsp;Gustav Moller</li>



<li>“Yeohaengjaui Pilyo”, de&nbsp;Hong Sang-soo</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SAMU: Serviço de Urgência e Emergência" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/m0MAlwp-Mks?start=537&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Comédias dramáticas e documentários híbridos dividem prêmios no Festival de Cinema de Gramado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Gramado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kikito de Júri Popular para o documentário &#8216;Sobreviventes do Pampa&#8217; foi celebrado no palco do Palácio dos Festivais Apresentada como uma edição voltada ao feminino, naturalmente este protagonismo e temática se concretizaram no 51º Festival de Cinema de Gramado, encerrado quase na madrugada de domingo (20). Mas, neste ano, o cinema negro, indígena, LGBT, social [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Kikito de Júri Popular para o documentário &#8216;Sobreviventes do Pampa&#8217; foi celebrado no palco do Palácio dos Festivais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentada como uma edição voltada ao feminino, naturalmente este protagonismo e temática se concretizaram no 51º Festival de Cinema de Gramado, encerrado quase na madrugada de domingo (20). Mas, neste ano, o cinema negro, indígena, LGBT, social e político também foram destaque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os nortes das narrativas, a questão da memória e patrimônio cultural foram amplamente abordadas, trazendo perspectivas para uma luta pela preservação da história brasileira e das identidades regionais. A ameaça do capital segue, infelizmente, precisando ser foco do cinema nacional, pois a especulação imobiliária, os grandes empreendimentos e o agronegócio da monocultura ultrapassam os limites dos tombamentos pelos órgãos de cultura, dos planos-diretores urbanos e ainda atropelam os licenciamentos ambientais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/16.jpg" alt="" class="wp-image-86867" width="829" height="104" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/16.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/16-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 829px) 100vw, 829px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Narrando a trajetória de vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, que ficou nacionalmente famoso com Os Trapalhões, o grande vencedor do evento, com seis Kikitos, foi “Mussum, O Filmis”, dirigido por Silvio Guindane, que entra em cartaz nas salas de cinema em 2 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A noite de premiação, no Palácio dos Festivais, ainda consagrou outros dois longas, “Tia Virgínia” (com cinco prêmios) e o cearense “Mais Pesado é o Céu”, que levou quatro distinções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://images03.brasildefato.com.br/00bfef0156afb9c88f28e90f60763582.jpeg"><br>“Anhangabaú”, do porto-alegrense Lufe Bollini, recebeu o kikito de melhor documentário / Foto: Agência Pressphoto</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário paulista “Anhangabaú”, do porto-alegrense Lufe Bollini, e o longa-metragem gaúcho “Hamlet”, do cineasta bajeense Zeca Brito, foram os melhores filmes em suas mostras competitivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Prêmio da Crítica, entregue por Bruna Haas, da Associação de Críticos do Rio Grande do Sul (ACCIRS), foi para o longa de Fábio Meira, estrelado por Vera Holtz: “O longa-metragem que mais cativou o júri da crítica se distinguiu por uma impressionante coerência entre as atuações, a direção de arte e a dinâmica entre as personagens, no mesmo espaço, ao mesmo tempo. Capaz de provocar profunda identificação com o espectador, a partir do retrato atemporal de um núcleo familiar, o filme representa uma potente ciranda de afetos”. A atriz ainda foi agraciada com o livro da ACCIRS, 50 Olhares da Crítica sobre o Cinema Gaúcho (2022).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Premiados como melhor atriz e melhor ator, Vera Holtz, por “Tia Virgínia”, e Ailton Graça, por “Mussum, O Filmis”, trocaram elogios no palco. Vera agradeceu aos diretores e produtores, Fábio Meira e Janaína Diniz. “Obrigada às minhas irmãs da ficção, Arlete Salles e Louise Cardoso, e às minhas irmãs, Regina, Rosa e Teresa, que já nos deixou”, para em seguir fazer o público recitar versos de Mario Quintana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://images01.brasildefato.com.br/4519844a78ee00e44fd125ff36113dcd.jpeg"><br>O filme &#8220;Tia Virgínia&#8221;, de Fábio Meira, com Vera Holtz, recebeu o prêmio da Crítica / Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ailton relembrou sua infância humilde, onde só uma vizinha tinha televisão e ele ficava escutando as vozes e imaginando que todas as pessoas eram pretas. “Essa é a primeira vez que estou recebendo um prêmio, e isso começou quando eu era criança e minha mãe perguntou para mim e meu irmão o que queríamos ser. Eu disse carroceiro, advogado, engenheiro agrônomo, cientista, professor… e sendo ator eu posso ser tudo isso”, celebrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também presente na cerimônia, por integrar o elenco, Mussunzinho, filho de Mussum, ressaltou a importância desta cinebiografia ter sido produzida, por poder usar o filme para, daqui a alguns anos, mostrar ao seu filho a trajetória do avô.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os longas-metragens gaúchos, o destaque foi o filme “Hamlet”, que levou cinco Kikitos: melhor filme, melhor direção, melhor ator para Fredericco Restori, melhor fotografia e melhor montagem.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sobreviventes do Pampa”, de Rogério Rodrigues, venceu o Kikito de Júri Popular. O momento foi de celebração no Palácio dos Festivais, com a possibilidade de fala no palco de Mariglei Dias e Fernando Aristimunho, do Comitê dos Povos e Comunidades Tradicionais do Pampa, na cerimônia transmitida para todo o país pelo Canal Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://images02.brasildefato.com.br/64e10afe6330eede1eb7aea28b379ef0.jpeg"><br>“Sobreviventes do Pampa”, de Rogério Rodrigues, venceu o Kikito de Júri Popular / Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário road movie percorreu três mil quilômetros, tendo depoimentos gravados em 12 municípios do estado, para praticar a escuta ativa ressaltada por Aristimunho, para explorar as identidades sociais e ambientais do território do bioma Pampa. A produção foi financiada pelo edital Pró-Cultura RS de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acho que este festival foi um festival de muita reflexão, de pensar sobre o que é essencial. Léa Garcia, que passou por aqui para nos mostrar que uma filmografia pode servir para abrir portas para muita gente”, avaliou o cineasta Zeca Brito, ao receber um de seus troféus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://images01.brasildefato.com.br/27971fe7284d73974e608114eef59c8a.jpeg"><br>Mariglei Dias e Fernando Aristimunho, do Comitê dos Povos e Comunidades Tradicionais do Pampa, falaram na cerimônia transmitida para todo o país pelo Canal Brasil / Foto: Edison Vara/Agência Pressphoto</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esta semana, o&nbsp;<strong>Brasil de Fato</strong>&nbsp;vai publicar uma reportagem sobre “Anhangabaú”, rico documentário realizado com a maioria da equipe gaúcha, e uma entrevista exclusiva com Zeca Brito, realizada durante o evento na Serra gaúcha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tempo e espaço para discutir as políticas culturais para o audiovisual brasileiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra questão bastante atravessada pelas falas durante o 51º Festival de Cinema de Gramado, desde sua abertura oficial com a presença da ministra Margareth Menezes e a titular da Secretaria Nacional do Audiovisual, Joelma Oliveira Gonzaga, foi a comemoração da recriação do Ministério da Cultura neste governo. Inclusive, o aporte nacional de verbas via Lei de Incentivo Nacional (patrocínio do Banco do Brasil) foi determinante para assegurar a realização do evento cinematográfico na Serra gaúcha neste ano – uma vez que o festival não pode contar com o apoio da LIC/RS em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, outro tema recorrente durante a semana foi o apelo da classe para que a Lei da Cota de Tela seja sancionada pela presidência. Além da própria ministra ter trazido isso no seu discurso de abertura do evento, o ator Silvio Guindane, diretor de “Mussum, O Filmis”, na noite de premiação (19), reforçou a importância do PL 3696/2023. Antes dele, na quinta-feira (17), Ingrid Guimarães, reconhecida pelo seu cinema popular e homenageada com o Troféu Cinema de Gramado, também explicou a necessidade da renovação até 2043 da obrigação de as salas de cinema exibirem filmes nacionais de longa-metragem, respeitando o número mínimo de sessões, dias e horários. O projeto tramita no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anualmente, é elaborada uma Carta de Gramado, assinada pelas entidades cinematográficas envolvidas com o evento. Ela foi lida no palco do Palácio dos Festivais por Marise Farias, antes da exibição do documentário sobre seu pai, “Roberto Farias – Memórias de um Cineasta”, na noite de quarta-feira (16). Além das Cotas de Conteúdo Brasileiro nos cinemas e na TV por assinatura, o documento ainda define outros dois marcos legais: justa remuneração de Direitos Autorais e Regulamentação do VOD (Video On Demand), para garantir a presença e destaque de títulos brasileiros independentes nos catálogos das plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vamos viver uma verdadeira primavera da Cultura e do Audiovisual brasileiro&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mari Martinez, do Escritório do MinC/RS, esteve nos primeiros dias do evento na Serra e contextualizou esse momento de grande retomada das políticas culturais. “É o olhar estratégico para o Audiovisual como um setor para o desenvolvimento econômico e social e também pra trazer qualidade de vida para as pessoas que têm acesso à Cultura”, avaliou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela destacou o aporte de R$ 95 milhões da Lei Paulo Gustavo somente para o estado: “Grande parte desses recursos, que vão para todos os municípios, é para abertura de salas de cinema e para produções. Então, vamos viver uma verdadeira primavera da Cultura e do Audiovisual brasileiro. Haverá descentralização desses recursos para pessoas negras, LGBTQIA+ e para as mulheres, que são fortes potências para a cultura e o audiovisual, mas precisam ter esse olhar estratégico de serem priorizadas nesta reparação que as políticas culturais têm o compromisso de fazer. Todos os editais agora têm ações afirmativas. O Ministério da Cultura tem o compromisso de apoiar esse potencial criativo da diversidade do Brasil”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao receber 5 Kikitos na premiação da Mostra dos Longas Gaúchos, o cineasta bajeense Zeca Brito, ex-diretor do Instituto Estadual do Cinema (Iecine), comemorou, indagando seu ator, Fred Restori, com uma frase de “Hamlet” (Shakespeare): “O resto é silêncio? Não, o resto é Carnaval. Vamos fazer Carnaval e festa, e a Antropofagia nos une, e a alegria é a prova dos nove. E a gente vive no Brasil do Lula! Viva o presidente Luiz Inácio Lula da Silva! Viva o Audiovisual brasileiro, que será descontingenciado! Com o Fundo Setorial, todo município brasileiro vai fazer cinema, graças à capilarização dos recursos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://images02.brasildefato.com.br/310889875856b978019ebf3c9a02ae8a.jpeg"><br>O diretor Zeca Brito celebrou os novos tempos no cinema brasileiro: &#8220;Viva o Audiovisual brasileiro, que será descontingenciado!&#8221; / Foto: Agência Pressphoto</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vaias para a Havan, patrocinadora do festival</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da comoção generalizada e do baque geral que foi a perda da atriz Léa Garcia durante o evento, lembrada e homenageada ainda na seção “In Memoriam” da cerimônia de encerramento, outro fato a ser pontuado nesta avaliação final de cobertura é a força coletiva da manifestação. A Havan era uma das patrocinadoras desta edição, informação que começou a gerar desconfortos da classe artística ainda antes do início do festival, inclusive com discussões sobre boicotes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda vez que a marca era mencionada pelos apresentadores ou a vinheta passava na tela antes das sessões, o público presente emitia fortes vaias. Após a exibição de “Uma família feliz”, filme de José Eduardo Belmonte com atuação de Grazi Massafera e Reynaldo Gianecchini e roteiro de Raphael Montes (e, por isso, a noite mais disputada de todo o evento, quarta-feira, 16), a menção à Havan simplesmente saiu do cerimonial do evento. O que se falou nos bastidores na Serra é que o pedido de retirada partiu da direção da própria empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://images01.brasildefato.com.br/d28e051e508af6e376c08be9e222df9b.jpeg"><br>Carta de Gramado ressalta a importância das Cotas de Conteúdo Brasileiro nos cinemas e na TV por assinatura / Foto: Agência Pressphoto</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira a lista completa com os vencedores entre os longas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Longas-metragens Brasileiros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Melhor Filme: “Mussum, O Filmis”, de Silvio Guindane<br>Melhor direção: Petrus Cariry, por “Mais Pesado é o Céu”<br>Melhor ator: Aílton Graça, por&nbsp; “Mussum, O Filmis”<br>Melhor atriz: Vera Holtz, por “Tia Virgínia”<br>Melhor Roteiro: Fábio Meira, por “Tia Virgínia”<br>Melhor Fotografia: Petrus Cariry, por “Mais Pesado é o Céu”<br>Melhor Montagem: Firmino Holanda e Petrus Cariry, por “Mais Pesado é o Céu”<br>Melhor Trilha Musical: Max de Castro, por “Mussum, O Filmis”<br>Melhor Direção de Arte: Ana Mara Abreu, por “Tia Virgínia”<br>Melhor Atriz Coadjuvante:&nbsp;Neusa Borges, por “Mussum, O Filmis”<br>Melhor Ator Coadjuvante: Yuri Marçal, “Mussum, O Filmis”<br>Melhor Desenho de Som: Rubem Valdés, por “Tia Virgínia”<br>Prêmio especial do júri: Ana Luiza Rios de “Mais Pesado é o Céu”<br>Menção Honrosa: Vera Valdez, por “Tia Virgínia”<br>Menção Honrosa: Martin Macias Trujillo, por “Mussum, O Filmis”<br>Júri da Crítica: “Tia Virgínia”, de Fábio Meira<br>Júri Popular: “Mussum, O Filmis”, de Silvio Guindane</p>



<p class="wp-block-paragraph">Melhor documentário: “Anhangabaú” (SP), de Lufe Bollini<br><br><strong>Prêmio SEDAC/IECINE de Longas-metragens Gaúchos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Melhor filme: “Hamlet”, de Zeca Brito<br>Melhor direção: Zeca Brito, por “Hamlet”<br>Melhor ator: Fredericco Restori, por “Hamlet”<br>Melhor atriz: Carol Martins, por “O Acidente”<br>Melhor roteiro: Marcelo Ilha Bordin e Bruno Carboni, de “O Acidente”<br>Melhor fotografia: Bruno Polidoro, Joba Migliorin, Lívia Pasqual e Zeca Brito, por “Hamlet”<br>Melhor direção de arte: Richard Tavares, de “O Acidente”<br>Melhor montagem: Jardel Machado Hermes, de “Hamlet”<br>Melhor Desenho de Som: Kiko Ferraz, Ricardo Costa e Cristian Vaz, por “Céu Aberto”<br>Melhor trilha Musical: Rita Zart e Bruno Mad, por “Céu Aberto”<br>Júri Popular: “Sobreviventes do Pampa”, de Rogério Rodrigues</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte:&nbsp;</strong><a target="_blank" href="https://www.brasildefators.com.br/2023/08/21/comedias-dramaticas-e-documentarios-hibridos-dividem-premios-em-gramado" rel="noreferrer noopener">BdF Rio Grande do Sul</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Edição: Katia Marko</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A vida de um saltimbanco" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/CcCOvFvxa_U?start=1919&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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