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	<title>Fundo Partidário |</title>
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	<title>Fundo Partidário |</title>
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		<title>Parlamentares derrubam veto do presidente e ampliam verba para fundo partidário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 11:34:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Partidário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou na terça-feira (17) um veto do presidente Lula (PT) na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2025 e retomou a previsão de correção pela inflação do fundo partidário, estimado em R$ 1,3 bilhão neste ano. O veto assinado por Lula acatava sugestões dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e dizia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou na terça-feira (17) um veto do presidente Lula (PT) na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2025 e retomou a previsão de correção pela inflação do fundo partidário, estimado em R$ 1,3 bilhão neste ano.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O veto assinado por Lula acatava sugestões dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e dizia que o cálculo proposto pelo Congresso não era “condizente com o regime fiscal sustentável”, porque aumentava o fundo e comprimia o valor das demais despesas da Justiça Eleitoral.</p>



<p>No fim do ano passado, o governo chegou a enviar um projeto para que o valor fosse corrigido pelas regras do arcabouço fiscal, o que implicaria em aumento real entre 0,6% e 2,5%. O Congresso rejeitou a proposta e manteve a correção pela inflação. Antes do novo arcabouço, o fundo vinha sendo corrigido pela regra do teto de gastos, que previa o aumento pela inflação acumulada.</p>



<p>Com a derrubada do veto, o fundo que abastece o caixa dos partidos distribuirá neste ano valor superior ao de 2024, de R$ 1,2 bilhão. Para receber o dinheiro, os partidos precisam atingir a cláusula de desempenho, um percentual mínimo de votos válidos nacionais. Além do fundo partidário, existe ainda o fundo eleitoral, para o financiamento das campanhas.</p>



<p>Na sessão desta terça, o Congresso também aprovou um projeto que adiciona novas regras ao pagamento de emendas parlamentares.</p>



<p>Entre outros pontos, a proposta libera as prefeituras a pagarem profissionais de saúde da ativa por meio de emendas de comissão e de bancada, indicadas em tese conjuntamente pelos deputados federais e senadores de cada estado e do Distrito Federal.</p>



<p>O projeto foi apresentado pela cúpula da Câmara dos Deputados e do Senado, contrariando orientação de 2024 do TCU (Tribunal de Contas da União).</p>



<p>O tribunal apontou que a permissão pode sequestrar o dinheiro da saúde e implicar em um “socorro financeiro temporário” aos estados e municípios. A corte acrescentou que o dinheiro não é fixo (uma vez que depende da boa vontade do parlamentar) e que a Constituição proíbe o uso de emendas de qualquer natureza para o pagamento de pessoal, sejam ativos ou aposentados.</p>



<p><em>Fernanda Brigatti/Thaísa Oliveira/Folhapress</em> /Foto: Andressa Anholete/Agência Senado</p>



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		<title>A 12 dias das eleições, 33% dos candidatos não receberam nenhum dinheiro público dos partidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 10:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Partidário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pouco menos de duas semanas da eleição, 33% dos candidatos aptos não receberam nenhum dinheiro do partido para a campanha deste ano, apontam dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número vale para todos os cinco cargos em disputa (deputado estadual ou distrital, deputado federal, senador, governador e presidente) e é maior entre quem concorre a deputado distrital (43% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pouco menos de duas semanas da eleição, <strong>33%</strong> dos candidatos aptos não receberam nenhum dinheiro do partido para a campanha deste ano, apontam dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número vale para todos os cinco cargos em disputa (deputado estadual ou distrital, deputado federal, senador, governador e presidente) e é maior entre quem concorre a deputado distrital (43% não receberam) e a deputado estadual (38%) e menor entre os que tentam se eleger presidente (18%) ou governador (21%).</p>



<p>A divisão das verbas partidárias, também varia dentro das siglas, que recebem montantes conforme a votação obtida em 2018. Os dados considerados abaixo são os do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário.</p>



<p>A legislação eleitoral determina que os partidos devem destinar os recursos do Fundo Eleitoral proporcionalmente ao total de candidatas e negros. O percentual para as mulheres, contudo, não pode ser menor que 30%. No caso dos negros, se um partido lançou 50% de candidatos que se identificam como negros, eles devem receber 50% dos recursos do Fundo.</p>



<p>O Fundo Partidário também precisa ser dividido de forma proporcional ao número de candidatas e de negros. Até o momento, R$ 280 milhões foram destinados com essa rubrica, enquanto o Fundo Eleitoral foi responsável por R$ 4,2 bilhões das receitas.</p>



<p>O Pros, por exemplo, destinou recursos para 27% dos seus candidatos e está entre os que menos distribuíram recursos. Por outro lado, o PC do B enviou para 97% dos filiados à legenda que tentam alguma vaga na eleição de 2022 – é a legenda com divisão mais igualitária.</p>



<p>Partido do presidente Jair Bolsonaro, o PL destinou parcela dos R$ 288,5 milhões aos quais têm direito para 68% dos seus candidatos. Os demais 32% não receberam nada.</p>



<p>Líder das pesquisas, o PT de Lula aparece em 4º lugar na distribuição mais igualitária, com 95% dos candidatos contemplados pelo fundo eleitoral que cabe à sigla (R$ 503,4 milhões). Os outros 5% não receberam verbas.</p>



<p>Entre os partidos dos presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas de intenções de voto, o PDT de Ciro Gomes , com R$ 253,4 milhões de fundo, e o União Brasil, de Soraya Thronicke, com R$ 782,5 milhões, aparecem com o mesmo percentual: ambos destinaram verba a 90% dos candidatos.</p>



<p>O MDB da candidata Simone Tebet, com R$ 363,2 milhões disponíveis do fundo eleitoral, injetou recursos em 77% das candidaturas do pleito.</p>



<p>Lideram a lista com maior concentração do fundo eleitoral partidos que receberam a cota mínima do fundão, de R$ 3,1 milhão por sigla. É o caso de PCB, que não enviou recursos para nenhum de seus candidatos. Na sequência aparecem Novo, que não usa dinheiro público em campanhas, PRTB, com 5% dos candidatos recebendo verbas, e PMB, com 12%.</p>



<p>O Pros é o quinto entre os com divisão mais restrita: oito em cada dez candidatos do partido não receberam recursos do fundo eleitoral – 73% estão sem financiamento do partido, enquanto 27% receberam.</p>



<p>O fundo eleitoral deve ser usado somente na campanha. O partido é obrigado a devolver o valor à Justiça eleitoral caso não use os recursos com as candidaturas até o fim da eleição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Candidatos solicitaram financiamento, mas não receberam verba</h2>



<p>Parte dos candidatos tenta obter fundos para as suas campanhas, sem sucesso. Isso acontece, por exemplo, com o Pros, que é o primeiro dos partidos com divisão mais concentrada que recebe um valor acima do mínimo do fundo eleitoral. Enquanto PCB, PCO, PMB e PRTB receberam R$ 3,1 milhões para suas candidaturas, o Pros recebeu R$ 91,4 milhões.</p>



<p>É o caso de Anne Vitória Dias Mota, candidata a deputada estadual pelo Pros de São Paulo. Apenas 15 dias antes da eleição, ela não recebeu nenhuma verba do partido, informação que aparece no DivulgaCand, site em que o TSE divulga dados da campanha, e que ela confirma ao&nbsp;<strong>g1</strong>.</p>



<p>&#8220;Não recebi mesmo, nenhum valor. Fiz a solicitação, conforme solicitado por contador e advogado, documento com reconhecimento de firma. Enviei por e-mail, correio, todos os canais que indicaram. E até agora nada, nenhuma posição&#8221;, diz a candidata, que concorre à Assembleia do Estado de São Paulo a partir da capital paulista.</p>



<p>Segundo Mota, há candidaturas no partido que foram indeferidas e que, mesmo assim, receberam verbas. &#8220;A gente fica em desigualdade [de disputa] em relação aos demais candidatos que possuem recursos. Sei que não é condição só do Pros, mas no Pros é bem comum. É mais comum não receber do que receber&#8221;, afirma.</p>



<p>Adão da Silva passa por situação similar. Ele também concorre como deputado estadual por São Paulo pelo Pros e não recebeu parcela do fundo eleitoral, mesmo tendo pedido formalmente a verba para sua campanha.</p>



<p>&#8220;Eu estou aguardando. Segundo a lei, eu tenho direito do fundo partidário. O que acontece é que pediram os documentos e mandamos, estamos no aguardo. Na verdade, era para ser liberado já. Estão demorando muito e pode ser muito tarde&#8221;, diz ao <strong>g1</strong>.</p>



<p>Morador de Itaquaquecetuba, cidade na Grande São Paulo, Adão diz que não brigará internamente por conta de verba do partido porque, segundo ele, &#8220;não tem muito o que discutir&#8221;. &#8220;A lei tem os seus caminhos e muitas vezes você vai procurar o direito e você acaba perdendo tempo e chega a lugar nenhum. A única solução para mim é aguardar&#8221;, afirma.</p>



<p>Outros candidatos a deputado estadual pelo Pros decidiram por conta própria não terem acesso ao fundo partidário. Edson Moro, natural de Campinas, escolheu não receber verbas públicas em sua campanha. &#8220;Eu não requeri recursos porque não preciso e não concordo com o fundo&#8221;, diz.</p>



<p>O mesmo ocorre com Luiz Augusto Romani de Oliveira, o Delegado Romani. Para ele, foi uma questão ideológica não usar dinheiro público na campanha.</p>



<p>&#8220;O partido não falou em valor, mas disse que quem tivesse interesse [em receber parcela do fundo partidário] teria que assinar um requerimento e ficaria a critério do partido [a divisão]. Só [uso] dinheiro próprio [na campanha], alguns amigos doaram e eu abri mão do fundo. Eu sou contra receber o fundo em um país em que pessoas passam fome&#8221;, diz.</p>



<p>O <strong>g1 </strong>procurou a assessoria de imprensa do Pros sobre o assunto, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. A reportagem também acionou as equipes de comunicação do PCO, PCB e PRTB para questionar a divisão de recursos e aguarda resposta.</p>



<p>Fonte: <strong>G1</strong></p>



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