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	<title>Gastronomia |</title>
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	<title>Gastronomia |</title>
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	<item>
		<title>Coxinha da asa apimentada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2025 18:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 18 de janeiro de 2025 No É de Casa, Thiago Oliveira traz uma receita irresistível de que é perfeita para quem gosta de sabores marcantes. Com uma marinada especial e temperos na medida certa, ele mostrou como transformar esse corte simples em um petisco cheio de personalidade. A combinação da crocância com o toque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, 18 de janeiro de 2025</p>



<p>No <a class="" href="https://gshow.globo.com/programas/e-de-casa/"><strong>É de Casa</strong></a>, <strong>Thiago Oliveira</strong> traz uma receita irresistível de que é perfeita para quem gosta de sabores marcantes. Com uma marinada especial e temperos na medida certa, ele mostrou como transformar esse corte simples em um petisco cheio de personalidade.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" data-id="141760" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt="" class="wp-image-141760"/></figure>
</figure>



<p>A combinação da crocância com o toque picante promete agradar aos paladares mais exigentes e é uma ótima pedida para reuniões entre amigos ou para curtir em casa. Confira o passo a passo:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ingredientes</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Coxinha da asa apimentada</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>750 gramas de tulipa de frango</li>



<li>750 gramas de drumete</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Ingredientes</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Pasta de pimenta</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>6 colheres de sopa de farinha de arroz</li>



<li>2 colheres de sopa de mel puro</li>



<li>Meia colher de chá de sal</li>



<li>1 colher de sopa de shoyu</li>



<li>2 colheres de sopa de páprica picante</li>



<li>Meia colher de sopa de pimenta caiena</li>



<li>1 colher de chá de alho picado</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-receitas.glbimg.com/u8GVaK8yk0Ioecz_ObM4i5nAGTk=/0x0:1000x750/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f540e0b94d8437dbbc39d567a1dee68/internal_photos/bs/2025/T/A/2kj5c3TTesBAlBelg3Uw/coxinha-da-asa-apimentada-receita.jpg" alt="Coxinha da asa apimentada — Foto: Carol Cypriano/Globo"/></figure>



<p>Coxinha da asa apimentada — Foto: Carol Cypriano/Globo</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ingredientes</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Marinada</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Meia xícara de pasta de pimenta</li>



<li>Um quarto de xícara de shoyu</li>



<li>Um quarto de xícara de açúcar mascavo</li>



<li>2 colheres de sopa de vinagre de arroz</li>



<li>1 colher de sopa de mel puro</li>



<li>1 colher de sopa de alho picado</li>



<li>1 colher de sopa de gengibre picado</li>



<li>1 colher de sopa de óleo de gergelim</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Ingredientes</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Molho de queijo gorgonzola</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>1 lata de creme de leite sem soro gelado</li>



<li>3 colheres de sopa de vinagre de arroz</li>



<li>140 gramas de queijo gorgonzola gelado e amassado no garfo</li>



<li>sal a gosto</li>



<li>cebolinha picada a gosto</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Modo de Preparo</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Coxinha da asa apimentada</h3>



<ol class="wp-block-list">
<li>1 Misture páprica picante, pimenta caiena, shoyu, alho, mel e sal a gosto para fazer a pasta de pimenta. Mexa e adicione um pouco de água quente.</li>



<li>2 Para preparar a marinada, misture a pasta de pimenta com shoyu, açúcar mascavo, alho, gengibre, vinagre de arroz e mel.</li>



<li>3 Adicione óleo de gergelim e mexa um pouco. Depois de alguns segundos, a marinada está pronta.</li>



<li>4 Jogue metade da marinada nos frangos, misture e reserve 30 minutos na geladeira para incorporar bem o sabor.</li>



<li>5 Comece a grelhar os frangos por cerca de 40 minutos, virando e pincelando mais marinada.</li>



<li>6 Para o molho de queijo, amassa o queijo com garfo e misture os outros ingredientes</li>
</ol>



<p>Fonte: Receitas Globo.com / Coxinha da asa apimentada — Foto: Carol Cypriano/Globo</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DO PROJETO SAMBA DA PRAÇA NASCE A RODA DA PRAÇA É NOSSA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/hCYEGfB7ZLk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/coxinha-da-asa-apimentada/">Coxinha da asa apimentada</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Espeto de pirarucu com legumes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2025 18:42:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[legumes]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 18 de janeiro de 2025 Se você está procurando sair do óbvio e explorar sabores incríveis, essa receita de pirarucu é perfeita. Nem sempre o churrasco precisa ser só carne&#8230; O pirarucu, conhecido como o maior peixe de água doce do mundo, impressiona não só pelo tamanho, mas também pela maciez e sabor suave [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, 18 de janeiro de 2025</p>



<p>Se você está procurando sair do óbvio e explorar sabores incríveis, essa receita de pirarucu é perfeita. Nem sempre o churrasco precisa ser só carne&#8230; O pirarucu, conhecido como o maior peixe de água doce do mundo, impressiona não só pelo tamanho, mas também pela maciez e sabor suave de sua carne, ainda mais no braseiro. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vamos preparar espetinhos irresistíveis, com temperos simples e um toque especial de manteiga temperada. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a3.png" alt="🎣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<h2 class="wp-block-heading">Ingredientes</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Espeto de pirarucu com legumes</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>1 colheres de sopa de lombo de pirarucu (aproximadamente 1 quilo)</li>



<li>2 colheres de sopa de pimentões (de sua preferência)</li>



<li>500 gramas de Azeite a gosto</li>



<li>300 gramas de Sal a gosto</li>



<li>2 Pimenta-do-reino a gosto</li>



<li>4 colheres de sopa de manteiga de garrafa</li>



<li>2 dentes de alho</li>



<li>1 talo de pimenta dedo-de-moça</li>



<li>2 colheres de sopa de salsinha picada</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="562" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/image-9.png" alt="" class="wp-image-142013" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/image-9.png 1000w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/image-9-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/image-9-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Molho de manteiga de garrafa para molhar o peixe — Foto: Reprodução/Churrasqueadas TV Rio Sul</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Modo de Preparo</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Espeto de pirarucu com legumes</h3>



<ol class="wp-block-list">
<li>1 Corte o pirarucu: divida o lombo em pedaços grandes e uniformes</li>



<li>2 Coloque os pedaços em uma tigela e tempere com bastante azeite, sal e pimenta-do-reino a gosto</li>



<li>3 Misture bem para que o tempero envolva toda a carne</li>



<li>4 Deixe descansar por 15 minutos</li>



<li>5 Retire o miolo e as sementes dos pimentões, corte em pedaços grandes e reserve</li>



<li>6 Monte os espetos: alterne pedaços de pirarucu com pedaços de pimentão e, se desejar, outros legumes</li>



<li>7 Grelhe os espetos, leve ao braseiro médio, a cerca de 40 cm da brasa</li>



<li>8 Gire os espetos de tempos em tempos, até que o peixe esteja dourado e cozido por igual</li>



<li>9 Em uma tigela, misture a manteiga de garrafa com o alho, a pimenta dedo-de-moça e a salsinha</li>



<li>10 Assim que os espetinhos estiverem prontos, retire do fogo e regue-os generosamente com a manteiga temperada ainda quente</li>



<li>11 Certifique-se de cobrir todos os pedaços para realçar o sabor</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="562" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/image-10.png" alt="" class="wp-image-142014" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/image-10.png 1000w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/image-10-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/image-10-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Espeto de pirarucu com legumes — Foto: Reprodução/Churrasqueadas TV Rio Sul</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Dica do Zé</h2>



<p>Se você não encontrar manteiga de garrafa, use manteiga comum derretida com um toque de azeite para trazer mais fluidez. Sirva com arroz branco, farofa ou até mesmo uma salada tropical para complementar os sabores.</p>



<p>Fonte: Receitas Globo.com / Reprodução/Churrasqueadas TV Rio Su</p>



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		<title>Músculo, tendão e toucinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jan 2025 20:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 12 de janeiro de 2025 Ingredientes:BanhaAlhoSalColorauCebola roxaCebola brancaPimentões coloridosTomatePimenta dedo de moçaCebolinhaCoentroPimentaaaaa Fonte: Instagram Walter Siepierski</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 12 de janeiro de 2025<br><br>Ingredientes:<br>Banha<br>Alho<br>Sal<br>Colorau<br>Cebola roxa<br>Cebola branca<br>Pimentões coloridos<br>Tomate<br>Pimenta dedo de moça<br>Cebolinha<br>Coentro<br>Pimentaaaaa </p>



<p>Fonte:<a href="https://www.instagram.com/waltersiepierski/" target="_blank" rel="noopener" title=""> Instagram Walter Siepierski</a></p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1280" style="aspect-ratio: 720 / 1280;" width="720" controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/1736707880819.mp4"></video></figure>



<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/musculo-tendao-e-toucinho/">Músculo, tendão e toucinho</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Festival Internacional de Gastronomia esquenta o vale chapadeiro entre 24 de novembro e 10 de dezembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 18:47:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Vale do Capão tem uma história gastronômica e uma oferta culinária peculiar na região da Chapada Diamantina. Quarta, 9 de agosto de 2023 Prepare-se para uma experiência gastronômica única no coração do Vale do Capão, na Chapada Diamantina, entre os dias 24 de novembro e 10 de dezembro. É o Festival Internacional de Gastronomia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Vale do Capão tem uma história gastronômica e uma oferta culinária peculiar na região da Chapada Diamantina.</p>



<p>Quarta, 9 de agosto de 2023</p>



<p>Prepare-se para uma experiência gastronômica única no coração do Vale do Capão, na Chapada Diamantina, entre os dias 24 de novembro e 10 de dezembro. É o Festival Internacional de Gastronomia (Figa) do Vale do Capão, que chega à região chapadeira para encantar em todos os sentidos com sabores autênticos, ingredientes frescos e pratos que celebram a essência da natureza local.</p>



<p>“Nosso Festival Gastronômico está chegando para encantar todos os sentidos com sabores autênticos, ingredientes frescos e pratos que celebram a essência da região. Venha saborear momentos inesquecíveis conosco enquanto exploramos o melhor da culinária local e a beleza deslumbrante que nos cerca. Junte-se a nós nessa jornada de sabores e descobertas”, pontam os organizadores em publicação oficial no Instagram da Figa Capão.</p>



<p><strong>Turismo</strong><br><a href="https://jornaldachapada.com.br/2015/08/20/especial-vale-do-capao-tem-trilhas-para-cachoeiras-e-historias-da-chapada-diamantina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Localizado no limite do Parque Nacional da Chapada Diamantina, o Vale do Capão é mais do que um santuário ecológico, é um lugar fascinante.</a>&nbsp;O clima de esoterismo e paz está presente no dia a dia da comunidade e foi trazido por jovens ainda embalados pelos sonhos dos anos 70. Além de curtir a tradicional festa junina é possível contemplar os rios e cachoeiras (<a href="https://jornaldachapada.com.br/2017/08/16/chapada-cachoeira-da-fumaca-mostra-a-beleza-de-suas-aguas-correndo-ao-contrario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como a Fumaça</a>) que compõem sua formação geológica através do ecoturismo e ainda provar delícias locais, como o pastel de palmito de jaca e a pizza integral, além de boas opções para vegetarianos.</p>



<p><strong>Jornal da Chapada</strong></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/p/CvfNhzWr4OX/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igshid=MzRlODBiNWFlZA=="><img loading="lazy" decoding="async" width="940" height="1024" data-id="95223" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/Screenshot-2023-08-09-at-2.27.06-PM-940x1024.png" alt="" class="wp-image-95223" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/Screenshot-2023-08-09-at-2.27.06-PM-940x1024.png 940w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/Screenshot-2023-08-09-at-2.27.06-PM-275x300.png 275w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/Screenshot-2023-08-09-at-2.27.06-PM-768x836.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/Screenshot-2023-08-09-at-2.27.06-PM-1410x1536.png 1410w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/Screenshot-2023-08-09-at-2.27.06-PM.png 1504w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></a></figure>
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		<item>
		<title>Campanha traz reflexão e incentiva mudança de nomes de receitas que ofendem a imagem da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 11:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Teta de Nega”, “Espera Marido”, “Maria Mole”, “Nega Maluca”: como é que doces tão gostosos podem ter nomes tão indigestos? Todos ofendem a imagem da mulher. Vamos mudar essa realidade? Pode até parecer algo pequeno, mas riscar esses termos do nosso vocabulário também é uma maneira de refletirmos sobre a valorização, respeito e representatividade da mulher na sociedade. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Teta de Nega”</strong>, <strong>“Espera Marido”</strong>, <strong>“Maria Mole”</strong>, <strong>“Nega Maluca”</strong>: como é que doces tão gostosos podem ter nomes tão indigestos? Todos ofendem a imagem da mulher. Vamos mudar essa realidade?</p>



<p>Pode até parecer algo pequeno, mas riscar esses termos do nosso vocabulário também é uma maneira de refletirmos sobre a valorização, respeito e representatividade da mulher na sociedade.</p>



<p>É o que nos convida a fazer a campanha&nbsp;<strong>“Respeito Na Medida”</strong>, do Açúcar Guarani, marca de varejo da Tereos – uma das empresas líderes no país na produção de açúcar, etanol e energia.</p>



<p>Além de iniciar uma conversa a respeito do tema, a intenção é incentivar a <strong>escolha de nomes novos para os doces</strong> citados no início do texto – sugeridos por crianças – por meio de votação online (link abaixo).</p>



<p>E olha que legal! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f60d.png" alt="😍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p><strong>A cada voto, o</strong>&nbsp;<strong>Açúcar Guarani vai doar R$ 1 para a instituição Mãos de Maria, projeto que promove o empoderamento feminino e a geração de renda para mulheres da comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, por meio da gastronomia</strong>.</p>



<p>“Com a campanha, nossa ideia é fazer as pessoas refletirem sobre esses nomes de receitas que parecem tradicionais e inofensivos, mas que acabam ofendendo as mulheres, como no caso do doce teta de nega. Aliar esse debate à parceria com a Mãos de Maria reforça nossa busca por uma atuação cada vez mais sustentável e socialmente responsável”, diz Gustavo Segantini, diretor comercial da Tereos.</p>



<p>Juliana Gomes e Elizandra Cerqueira, fundadoras da Mãos de Maria, comentaram sobre a parceria com o Açúcar Guarani.</p>



<p>“As parcerias são de extrema importância. Ter o Açúcar Guarani conosco para realizar toda uma discussão profunda sobre os preconceitos que estão enraizados em nossa cultura e, consequentemente, no nosso dia a dia, é sem sombra de dúvidas muito enriquecedor, principalmente, para as mulheres que estarão se capacitando”, disse Juliana.</p>



<p>“Vamos ter a oportunidade de impactar mais mulheres e fazer discussões relevantes usando a confeitaria neste processo de conhecimento e transformação. A parceria fortalece ainda mais o nosso projeto ajudando a fomentar o empreendedorismo e a transformar receitas e a vida de nossas mulheres”, completou Elizandra.</p>



<p>Vamos juntos construir o futuro da culinária brasileira e contribuir com um projeto incrível?</p>



<p><em>Escolha o seu nome favorito e vote <a href="https://guaranimaisqueacucar.com.br/respeitonamedida" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a>.</em></p>



<p>Fonte: <strong>Razões Para Acreditar </strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Destaques do dia!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/CNhQzL7gRuA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Stella Artois investe R$ 10 milhões para impulsionar o protagonismo feminino na gastronomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Stella Artois]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crédito, formação e visibilidade: essas são as principais dificuldades enfrentadas pelas mulheres brasileiras no mercado da gastronomia. A constatação é de uma pesquisa nacional realizada por Stella Artois e Ipsos, que pela primeira vez analisou o mercado em profundidade para entender os desafios e as ambições dessas profissionais no setor. A cerveja da Ambev acaba [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Crédito, formação e visibilidade: essas são as principais dificuldades enfrentadas pelas mulheres brasileiras no mercado da gastronomia.</p>



<p>A constatação é de uma pesquisa nacional realizada por Stella Artois e Ipsos, que pela primeira vez analisou o mercado em profundidade para entender os desafios e as ambições dessas profissionais no setor.</p>



<p>A cerveja da Ambev acaba de anunciar o projeto “Juntas Na Mesa”, que vai investir&nbsp;<strong>R$ 10 milhões</strong>&nbsp;nos três pilares mapeados na pesquisa para&nbsp;<strong>promover a equidade de gênero na gastronomia</strong>,<strong>&nbsp;aumentando o protagonismo das mulheres</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>fomentando o empreendedorismo feminino</strong>.</p>



<p>“Com Juntas Na Mesa, queremos mobilizar a sociedade em uma jornada com Stella Artois para brindarmos uma gastronomia com mais protagonismo feminino. Fizemos a pesquisa para conhecer a fundo as dores e desafios dessas mulheres no mercado da gastronomia e vamos atuar para propor uma mudança a essa realidade por meio de investimentos em visibilidade, formação e crédito para as mulheres que atuam nesse segmento. Nossa iniciativa é uma plataforma de transformação social de longo prazo, visando deixar um legado positivo na vida de milhares de mulheres, por muitas gerações”, destaca a diretora de marketing de Stella Artois, Mariana Porto.</p>



<p>A pesquisa mostrou que muitas profissionais que trabalham na gastronomia no Brasil sonham em ter o próprio negócio, mas encontram dificuldade na obtenção de crédito: <strong>cerca de uma em cada três mulheres afirma que empreender no setor custa mais caro em comparação aos homens</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crédito</h2>



<p>É por isso que, em parceria com o BEES Bank, fintech da Ambev que oferece soluções digitais para facilitar a vida financeira e potencializar a gestão de PMEs, Stella Artois vai trazer uma oferta de crédito para&nbsp;<strong>apoiar até 1.000 mulheres empreendedoras no setor da gastronomia no Brasil</strong>.</p>



<p>Serão disponibilizados empréstimos de até&nbsp;<strong>R＄ 60 mil reais por empreendedora</strong>, sujeitos à análise individual de crédito, com taxas e condições de parcelamento competitivas, atendendo a necessidades como expansão do negócio, fluxo de caixa e até estoque, que são algumas das questões que mais influenciam a busca por crédito. Além de ser exclusivo para mulheres, a vantagem do cadastro via Juntas na Mesa é que os pedidos terão prioridade na análise, com uma equipe da fintech dedicada exclusivamente a acelerar o processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formação</h2>



<p>Quando o assunto é formação, quase metade das mulheres (45%) busca por algum tipo de profissionalização. Elas desejam adquirir mais conhecimento, mas esbarram na falta de tempo e dinheiro.</p>



<p>Para apoiá-las nessa frente, Stella Artois se uniu à ONG Gastromotiva, organização que trabalha o alimento como uma ferramenta de transformação social, para criar um&nbsp;<strong>programa para atender até mil mulheres desenvolvendo suas habilidades socioemocionais</strong>&nbsp;que irão prepará-las para sua inclusão no mercado da gastronomia.</p>



<p>Com aulas online permitindo a adesão a partir de qualquer lugar, os cursos vão abranger o aprimoramento de conhecimentos diversos, com disciplinas como Economia Doméstica, Reaproveitamento de Alimentos e Educação Financeira, entre outras competências necessárias para sua atuação nesse mercado de trabalho. <strong>As inscrições serão abertas ainda neste ano e as aulas deverão acontecer em 2023</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Visibilidade</h2>



<p>Já no campo da visibilidade e reconhecimento, o estudo aponta que um terço das participantes acredita que as mulheres não conseguem crescer na gastronomia porque não são ouvidas pelos chefes homens. Cerca de três em cada dez profissionais mulheres na gastronomia também já sofreram discriminação de gênero ou pensaram em mudar de profissão por falta de oportunidade.</p>



<p>O levantamento está em linha com outros dados: elas lideram 96% das cozinhas domésticas no Brasil (PNAD, 2019), mas apenas 7% das cozinhas profissionais nos restaurantes mais renomados do país (Chefs Pencil, 2022). Para dar mais visibilidade às mulheres na gastronomia, a cerveja da Ambev vai direcionar toda sua estrutura e os seus investimentos, como&nbsp;<strong>espaços de publicidade e conteúdos proprietários</strong>, para falar sobre as chefs e sobre o tema. Em todas as oportunidades de comunicação e de divulgação, tudo que seria de Stella agora passa a ser da causa.</p>



<p>Stella ainda criou uma experiência gastronômica chamada&nbsp;<em>Uncomfortable Food</em>, na qual os desconfortos vividos pelas mulheres na profissão são traduzidos em um&nbsp;<strong>menu autoral assinado 100% por chefs mulheres</strong>. Cada prato é uma reflexão sobre o cenário atual e um convite à mudança. A experiência foi criada com o apoio de profissionais referência no segmento, como&nbsp;<strong>Bela Gil</strong>,&nbsp;<strong>Kátia Barbosa</strong>,&nbsp;<strong>Andressa Cabral</strong>,&nbsp;<strong>Bel Coelho</strong>,&nbsp;<strong>Cafira Foz</strong>,&nbsp;<strong>Bruna Martins</strong>,&nbsp;<strong>Kalymaracaya Nogueira</strong>,&nbsp;<strong>Amanda Vasconcelos</strong>,&nbsp;<strong>Michele Crispim</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Nara Amaral</strong>.</p>



<p>Além delas, outras chefs de todo o país vão levar as releituras da pesquisa em formato de pratos para seus restaurantes, por meio de um circuito gastronômico. Com duração de um mês, cada estabelecimento terá uma data de início do novo prato no menu – para mais informações, basta consultar o site do projeto.</p>



<p>O nome&nbsp;<em>Uncomfortable Food</em>&nbsp;foi criado em&nbsp;<strong>oposição à expressão “comfort food”</strong>, que é reconhecida na gastronomia para falar de comida aconchegante e de afeto. Esse tipo de comida normalmente é relacionado às mulheres, mas nas cozinhas profissionais, onde estão o lucro e a projeção de carreira, a figura do homem ainda prevalece.</p>



<p>O projeto está em linha com o compromisso de Stella e Ambev, que trabalham pela equidade de gênero e no combate a questões como machismo, objetificação da mulher no universo cervejeiro, homofobia e racismo. Mais dados sobre o estudo, o movimento Juntas Na Mesa e as iniciativas de crédito, formação e a experiência gastronômica <em>Uncomfortable Food</em> estão <a href="https://urldefense.com/v3/__https:/www.stellaartois.com.br/menu__;!!BupLon6U!oPjh-DCR2dXSf-OdvsasnxNAjZun9FDrB9MhWLiR73JSF8doRp0S6LjQJZb0ZPgDnx3ZihVVRyrQS8PbgTUrsA$" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>Fonte: <strong>Razões para acreditar </strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Terapia Manual e Saúde Mental" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/jP8nPi59qcc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Rabanada de arroz-doce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2022 11:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Rabanada de arroz-doce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunimos o melhor de alguns mundos para criar essa sobremesa incrível. A inspiração veio da rabanada, passou pelo arroz doce brasileiro, emprestou a crostinha tostada do socarrat espanhol (tipo de arroz que forma uma camada queimadinha) e a combinação de sabores do Natal. Servido com creme inglês, polvilhado com açúcar e canela e framboesas frescas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reunimos o melhor de alguns mundos para criar essa sobremesa incrível. A inspiração veio da rabanada, passou pelo arroz doce brasileiro, emprestou a crostinha tostada do socarrat espanhol (tipo de arroz que forma uma camada queimadinha) e a combinação de sabores do Natal. Servido com creme inglês, polvilhado com açúcar e canela e framboesas frescas, esse preparo tem tudo para virar hit.</p>



<h4 class="wp-block-heading">INGREDIENTES</h4>



<ul class="wp-block-list"><li>⅓ de xícara (chá) de mini arroz</li><li>½ xícara (chá) de água</li><li>1 xícara (chá) de leite</li><li>¼ de xícara (chá) de açúcar</li><li>1 pitada de sal</li><li>2 colheres (sopa) de manteiga</li><li>raspas de 1 laranja</li><li>canela em pó a gosto</li><li>açúcar de confeiteiro a gosto para servir</li></ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dicas para voltar a alimentação saudável após os exageros de final de ano" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EscqQ-1ZSEA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">MODO DE PREPARO</h4>



<ol class="wp-block-list"><li>Numa tigela pequena, coloque o arroz e cubra com a água. Com uma espátula, misture os grãos para que todos fiquem imersos. Deixe de molho por 30 minutos.&nbsp;</li><li>Após os 30 minutos, na jarra medidora, misture o leite com o açúcar, as raspas de laranja, uma pitada de sal e reserve.&nbsp;</li><li>Derreta a manteiga numa frigideira antiaderente de 20 cm em fogo baixo. Adicione o arroz com a água do demolho, junte o leite e misture delicadamente com uma espátula. Para esta receita, o ideal é usar uma espátula de silicone –&nbsp;como ela tem a lateral bem fininha, ajuda a soltar o arroz da panela.&nbsp;</li><li>Tampe a frigideira e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 25 minutos, até que o arroz esteja cozido e o líquido atinja o mesmo nível dos grãos. Fique de olho na frigideira: é importante que o vapor saia pelo espaço entre a frigideira e a tampa para que o leite não espume e derrame – utilize uma tampa que seja do mesmo diâmetro da abertura da frigideira, caso ela seja maior, é mais provável que cause esse acidente.&nbsp;</li><li>Assim que o arroz estiver cozido, retire a tampa e aumente o fogo para médio. Deixe o arroz cozinhar por cerca de 7 minutos, os grãos de arroz vão se unir, formando uma camada única e plana, como se fosse uma panqueca, úmida na superfície, mas com a base tostadinha – é isso que dá ao arroz doce o sabor de rabanada. Com a espátula, vá ajeitando as laterais para que fique uniforme. Para verificar, com a ponta da espátula de silicone, verifique se a borda do arroz está se soltando na lateral da frigideira.&nbsp;</li><li>Desligue o fogo. Com cuidado, incline levemente a frigideira e, com a espátula, vá soltando o arroz e enrolando, como se fosse uma omelete, e vire a frigideira no prato de servir deixando a base tostadinha para cima.</li><li>Polvilhe com canela e o açúcar confeiteiro. Sirva com&nbsp;<a href="https://www.panelinha.com.br/receita/Creme-ingles">creme inglês</a>&nbsp;e framboesas frescas.</li></ol>



<p>Fonte: Panelinha / Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros.jpg" alt="" class="wp-image-35570" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-300x188.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/rabanada-de-arroz-doce/">Rabanada de arroz-doce</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Um roteiro gastronômico pelo universo do ‘black business’ de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 12:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>‘Prato firmeza preto’ faz um mapeamento de empreendimentos gastronômicos de pessoas negras da capital paulista e região e tira a cozinha do lugar de servidão MARINA ROSSI &#8211; São Paulo &#8211; 24 JUN 2021 No final de 2017, Gisele de Oliveira, 41, era motorista de aplicativo e só tinha 200 reais no bolso. Preocupada com a prestação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>‘Prato firmeza preto’ faz um mapeamento de empreendimentos gastronômicos de pessoas negras da capital paulista e região e tira a cozinha do lugar de servidão</p>



<p>MARINA ROSSI &#8211; <a href="https://twitter.com/marinarossi" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>São Paulo &#8211; 24 JUN 2021 </p>



<p>No final de 2017, Gisele de Oliveira, 41, era motorista de aplicativo e só tinha 200 reais no bolso. Preocupada com a prestação do carro de mais de 900 reais que venceria dali a uns dias, pegou metade do que tinha na carteira, comprou carne moída, frango, mandioquinha e batata doce, fez 20 escondidinhos e congelou. No dia seguinte, colocou tudo em uma bolsa térmica e passou de loja em loja pelas ruas do bairro onde vive, Campo Grande, na zona sul de São Paulo, vendendo seus potinhos de comida congelada. “Em duas horas eu vendi tudo”, conta ela. “Poderia ter sido mais rápido se eu não ficasse conversando”, brinca. Ali, nascia o&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/levinho.fit/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Levinho Fit</a>, empresa de marmitas saudáveis.</p>



<p>Hoje, Gisa, como é chamada, vende cursos de&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/noticias/iniciativa-empresarial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empreendedorismo</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/noticias/gastronomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gastronomia</a>, é embaixadora de marcas do ramo alimentar e do esporte, também ganha dinheiro fazendo vídeos de receitas saudáveis no Instagram para gigantes da indústria e, claro, vende suas marmitinhas&nbsp;<em>fitness</em>. Além de tudo, ela ainda encontra tempo para correr, já que é&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/noticias/carreras-populares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">corredora de rua</a>. “O dia tem 24 horas, dá tempo de fazer tudo”, diz ela, da cozinha de casa, que passou por uma reforma para que ela gravasse dali mesmo seus vídeos.</p>



<p>A história de Gisa é uma das 34 iniciativas contadas no&nbsp;<a href="https://pratofirmeza.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><strong>Prato firmeza preto</strong></em></a>, um guia voltado para empreendedores negros da Região Metropolitana de São Paulo. Essa é a quarta edição do Prato Firmeza, que se propõe a ser&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/03/02/cultura/1488465713_502709.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um roteiro gastronômico de lugares fora do circuito</a>&nbsp;da região central da capital paulista. “Das quebradas”, como se autointitula, o guia que é produzido pela&nbsp;<a href="https://enoisconteudo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Énois Conteúdo</a>. Mas é a primeira vez que a edição se volta exclusivamente para iniciativas mantidas por pessoas negras. Gabriella Mesquita, produtora e cofundadora da ideologia do&nbsp;<em>Prato firmeza preto</em>, explica que essa edição surgiu de uma demanda identitária de dentro da Énois. “Sempre falamos de territórios, sempre abordamos a periferia a partir de regiões e pela primeira vez quisemos falar de uma territorialidade”, conta.</p>



<p>Em busca de retratar com fidelidade essa territorialidade, o guia novamente é mais voltado para as franjas da cidade do que para o centro, embora essa região não esteja excluída da edição. Pelo contrário,&nbsp;<em>No centro</em>&nbsp;é a seção do guia que abriga as casas na região central de São Paulo.&nbsp;<em>Doces e afetos</em>&nbsp;é a editoria dedicada às sobremesas, onde o açúcar e a memória afetiva são os ingredientes principais. Já o&nbsp;<em>Resgate e ancestralidade</em>&nbsp;apresenta restaurantes cujas raízes estão nas cozinhas africana e indígena. E de tanto encontrar o acarajé como quitute estrela de casas que se propõem a fazer esse resgate, o nome do bolinho feito de feijão no dendê é dado a outra seção.&nbsp;<em>Da quebradinha</em>&nbsp;é a editoria que apresenta as casas da quebrada-raiz, cujos cardápios e os espaços foram pensados para o público dali, do bairro. Mas, como veremos mais adiante, recebe moradores de outras regiões também.</p>



<p>Mas além das editorias mais tradicionais, que trazem restaurantes e afins, o&nbsp;<em>Prato firmeza preto</em>&nbsp;tem outras três seções em que a comida não é necessariamente o coração do negócio.&nbsp;<em>Black business</em>&nbsp;conta histórias de empreendedores como Gisa.&nbsp;<em>Além do Prato</em>&nbsp;apresenta casos de negócios e projetos que ultrapassaram as barreiras das cozinhas. E&nbsp;<em>Quem faz o corre</em>, talvez a primeira vez que um guia se dedica a valorizar as histórias&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/18/economia/1531926980_055340.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dos entregadores</a>.</p>



<p>É nesta seção que está a história das&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/senoritas_courier/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Señoritas Courier</a>, um coletivo de mulheres LGBTQIA+ entregadoras. A ideia surgiu quando a professora Aline Os, 44, começou a trabalhar também como entregadora para uma empresa. “Eu dava aulas a noite e fazia entregas de dia”, conta ela, que era a única mulher da companhia. “E como entregadora, eu voltei a experimentar algumas invisibilidades que eu não vivia mais”, diz. “Eu dava aula em um prédio e os seguranças toda noite me cumprimentavam, abriam a catraca para mim. Ali eu era a professora. Mas quando fui fazer entrega no mesmo prédio, de dia, fiquei invisível e ninguém me cumprimentou”, conta.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/7t1W5lecoxMQDtycKOMZ_knk9RU=/414x0/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/FBA2RZLRZVEGFNUKBKZOJF23WU.jpg" alt="Aline Os, do Señoritas Courier, empresa de entregas formada por mulheres LGBTQIA+."/><figcaption>Aline Os, do Señoritas Courier, empresa de entregas formada por mulheres LGBTQIA+.RAONI MADDALENA / RAONI MADDALENA / LACARRETERA FILMES</figcaption></figure></div>



<p>Essa invisibilidade somada ao preconceito que via as mulheres sofrendo dentro do grupo de entregadores fizeram com que Aline quisesse ir além. “Mulher nenhuma parava na empresa, porque os caras o tempo todo testam a gente, duvidam da nossa capacidade”, diz. Daí surgiu a ideia de um coletivo só de mulheres e pessoas LGBTQIA+, que, no início da pandemia ganhou fôlego para sair do papel, já que o aumento da demanda por entregas cresceu muito. Hoje, com uma equipe de cerca de 30 pessoas, entre fixos e freelancers, Aline pensa em continuar expandindo. “O trabalho justo está na pauta. Por que hoje temos os aplicativos ganhando tanto e&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/06/politica/1565115205_330204.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">explorando quem faz entrega</a>?”, questiona.</p>



<p>O plano da idealizadora dos Senõritas é desenvolver uma plataforma de cooperativismo no futuro. “A ideia é que funcione em função de quem está realizando o trabalho e não do empresário”, diz Aline. “A única forma de combater a&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/noticias/precariedad-laboral/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">precarização</a>&nbsp;é correndo atrás de se juntar em coletivos, em cooperativas”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Paris para a periferia</h3>



<p>Daniel Neves de Faria, 40, é conhecido no Jardim São Luís, onde vive, como Daniel da Orpas. Seu apelido leva o nome do projeto social fundado por ele há 15 anos:&nbsp;<a href="https://www.orpas.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Obras Recreativas, Profissionais, Artísticas e Sociais (Orpas)</a>, que se propõe a resgatar crianças e jovens em situação de vulnerabilidade por meio de ações socioeducativas. Se fosse o criador somente do Orpas, talvez Daniel estivesse na seção&nbsp;<em>Além do prato</em>&nbsp;deste guia.</p>



<p>Mas para manter seu projeto social, ele conta que precisava de negócios que, além de impacto social, também pudessem reverter parte do lucro para as ações no bairro. “Tive uma experiência em Paris e fiquei encantando com alguns restaurantes com aquele clima romântico, aquelas pontes cheias de cadeados de namorados”, conta. “Quis levar toda a periferia para Paris, o que não seria possível. Trouxe então Paris para a periferia e assim nasceu o&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/sonegobistro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sônego Bistrô</a>, para receber de forma aconchegante”. O nome da casa, que serve lanches, porções e pratos em um terraço com vista panorâmica de todo o bairro, foi uma homenagem ao patriarca da família, já falecido.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/7RpyCflONmkAin4Xii6GlQaVMpk=/414x0/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/LJIHARS3OBFM5JANMZT2NOPIMM.jpg" alt="Daniel Neves de Faria, no Sônego Bistrô, no Jardim São Luís. "/><figcaption>Daniel Neves de Faria, no Sônego Bistrô, no Jardim São Luís.&nbsp;RAONI MADDALENA / RAONI MADDALENA / LACARRETERA FILMES</figcaption></figure></div>



<p>No espaço do Sônego Bistrô, formado ao todo por quatro andares, é onde são realizadas também as oficinas de armazenamento de alimentos e de Plantas Alimentícias não convencionais (PANCs), sob a tutela da Orpas. “Além de restaurante, o espaço passou a fazer parte da formação da comunidade”, conta Daniel. “Trouxemos um menu-degustação em oito etapas para o restaurante, algo que só era possível para além da ponte do Socorro”. Hoje, ele conta que seus clientes não são somente os moradores da região. “Tem gente que sai lá da zona oeste para vir para cá”, conta ele, orgulhoso. “Hoje, o Sônego Bistrô, a Orpas e outros negócios de impacto social da periferia estão conseguindo inverter o norte da bússola quando se fala de cultura”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Além do prato</h3>



<p>Da tese de conclusão de curso do professor de geografia Wagner Ramalho, 41, e do seu desejo ir além da teoria, nasceu a ONG&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/pratoverdesustentavel/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prato Verde Sustentável</a>. Com o intuito de combater a miséria e promover segurança alimentar e ambiental nas periferias, a ONG leva informação e comida de verdade para crianças, jovens e idosos do Jardim Filhos da Terra, na zona norte de São Paulo.</p>



<p>Tudo começou em 2013, quando Wagner propôs utilizar um espaço ocioso na Associação Mutirão, no bairro onde nasceu e cresceu. “Fiz a proposta de levar hortas pedagógicas para ali, em um lugar que estava praticamente abandonado”, conta. “No início não foi fácil. Havia vandalismo, demorou para que a identidade com a comunidade fosse criada”, diz. Hoje, no entanto, o projeto atende 500 alunos por mês, que aprendem noções de agroecologia, segurança alimentar, direito ambiental, agricultura familiar dentre outras disciplinas. Do terreno que era ocioso saem legumes, frutas e verduras que alimentam os alunos e são vendidas a preços acessíveis. Somente no ano passado, foram oito toneladas de alimentos colhidos da horta. E a renda é revertida para o projeto. “Muitas vezes, os alunos comem um alimento que nutre só aqui na associação”, conta Wagner. “Em casa comem massas, pizzas, que muitas vezes são mais baratas, mas não nutrem. É o chamado nutricídio, que ocorre nas periferias”.</p>



<p>Com o tempo, o projeto chegou a ser multiplicado, ganhando suas versões em outras duas regiões de São Paulo, o jardim São Luís, na zona sul, e o Parque Edu Chaves, na zona leste. Não à toa, o Prato Verde Sustentável está na seção&nbsp;<em>Além do Prato</em>&nbsp;da edição do guia. Aliás, as fronteiras do Prato Firmeza estão cada vez maiores. Se nesta edição as franjas da capital ficaram ainda mais distantes do centro, chegando a cidades da Região Metropolitana da capital, o próximo volume promete mais. “Deve ficar pronto ainda neste ano o Prato Firmeza Rio, só com lugares no Jacarezinho e em Manguinhos”, promete Gabriella.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/vtE1ebTrIKVNdB77_o6jbLlPVwI=/414x0/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/3KFH2H42FZG2LDDJFR3FFWZJLM.jpg" alt=" Wagner Golçaves Ramalho, criador do Prato Verde Sustentável, com crianças e adolescentes atendidos pela ONG na horta do projeto."/><figcaption>Wagner Golçaves Ramalho, criador do Prato Verde Sustentável, com crianças e adolescentes atendidos pela ONG na horta do projeto.RAONI MADDALENA / RAONI MADDALENA / LACARRETERA FILMES</figcaption></figure></div><p>The post <a href="https://ipiracity.com/um-roteiro-gastronomico-pelo-universo-do-black-business-de-sao-paulo/">Um roteiro gastronômico pelo universo do ‘black business’ de São Paulo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Fouet num creme de leite fresco</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 21:34:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Thaís Ferreira &#8211; Sábado,23 de janeiro de 2021 A foto é resultado da ação de um fouet num creme de leite fresco. Na colher grande temos um chantilly perfeito e na segunda um passo para a formação de manteiga ou, dito de outra forma, um &#8220;chantilly&#8221; talhado. ⁣⁣ Porque isso acontece? Vamos lá: ⁣⁣ [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Thaís Ferreira &#8211; Sábado,23 de janeiro de 2021</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>A foto é resultado da ação de um fouet num creme de leite fresco. Na colher grande temos um chantilly perfeito e na segunda um passo para a formação de manteiga ou, dito de outra forma, um &#8220;chantilly&#8221; talhado. ⁣⁣</p>



<p>Porque isso acontece? Vamos lá: ⁣⁣</p>



<p>O creme de leite, de verdade e não o de caixinha, é a parte mais gorda do leite.⁣Os glóbulos de gordura presentes no creme de leite são protegidos por uma membrana, enquanto que as demais moléculas de água, proteína e carboidratos ficam livres, leves e soltas no líquido.⁣Quando batemos o creme de leite, essa membrana se desgasta e liberta as moléculas de gordura.⁣Elas são hidrofóbicas, e fogem da água de duas maneiras: uma é grudar em outra molécula de gordura e a outra é grudar na bolha de ar que está sendo incorporada à medida que batemos o creme de leite.⁣</p>



<p>Com isso, elas formam várias redes de moléculas de gordura que protegem e &#8220;seguram&#8221; as bolhas de ar no lugar, dando estrutura para o líquido e formando o chantilly que conhecemos. ⁣⁣</p>



<p>Quando batemos o creme de leite demais, as cadeias de gorduras são liberadas e elas vão se unindo gradualmente. Quanto mais agitarmos as moléculas mais elas se juntam e expelem a água, proteínas e carboidratos que estão entre elas.⁣Essa transformação passa a ser visível aos nossos olhos quando passamos do ponto de chantilly e vemos a massa de gordura se formando e se separando do líquido (o que tá ilustrado na colherzinha). Lembram que óleo e água não se misturam? Aqui é a mesma coisa.⁣ </p>



<p>Logo, sólido é a manteiga na sua mais pura forma. E o líquido? Bem&#8230; ele é conhecido como buttermilk, ou leitelho em português. Ele é levemente ácido e mais leve que o leite, portanto é um ótimo líquido para deixar seus bolos, panquecas e afins mais levinhos.⁣⁣</p>



<p>Em uma cozinha técnica é assim; tudo tem um porque.</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/fouet-num-creme-de-leite-fresco/">Fouet num creme de leite fresco</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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