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		<title>Risco de morte é maior após tratamento de arritmia grave em pacientes com doença de Chagas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 17:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa reforça importância do acompanhamento rigoroso da insuficiência cardíaca e de outros problemas relacionados em portadores da doença Texto: Redação* &#8211; Arte: Livia Bortoletto** Sábado, 6 de junho de 2026 Um estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) faz um alerta sobre o tratamento de pacientes com doença de Chagas que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa reforça importância do acompanhamento rigoroso da insuficiência cardíaca e de outros problemas relacionados em portadores da doença</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Texto: Redação* &#8211; Arte: Livia Bortoletto**</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 6 de junho de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) faz um alerta sobre o tratamento de pacientes com doença de Chagas que sofrem de arritmias graves. A pesquisa, publicada em&nbsp;<a href="https://doi.org/10.1016/j.lana.2026.101394" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo</a>&nbsp;na revista&nbsp;<em>The Lancet</em>&nbsp;<em>Regional Health</em>&nbsp;–&nbsp;<em>Americas</em>, demonstra que essas pessoas apresentam um risco mais elevado de mortalidade por causas diversas após a ablação por cateter quando comparado a pacientes com outras doenças cardíacas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o estudo, a mortalidade por fatores não cardíacos de pacientes chagásicos submetidos à ablação por cateter foi 2,41 vezes maior do que entre pacientes com cardiomiopatia isquêmica e cardiomiopatia dilatada idiopática, doenças que também podem ocasionar taquicardia ventricular. A ablação por cateter consiste em “cauterizar” os pontos do coração que geram o “curto-circuito”. Por meio de um procedimento minimamente invasivo, os cateteres são inseridos na virilha e guiados até o coração, eliminando focos elétricos anormais que causam arritmias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O estudo reflete que é necessário melhorar o cuidado em saúde do paciente com doença de Chagas de uma forma geral, considerando que a grande maioria dessa população é atendida no Sistema Único de Saúde (SUS)”, destaca Rodrigo Melo Kulchetscki, um dos autores do estudo e doutorando em Cardiologia pela FMUSP.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estratégia meticulosa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo revela que, na doença de Chagas, o procedimento é tecnicamente mais complexo. Uma das principais diferenças encontradas foi a necessidade de acesso ao epicárdio, a camada externa do coração, observada em 78% dos casos de pacientes chagásicos, índice significativamente superior aos 15% registrados em pacientes com cardiopatia isquêmica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores do estudo, a cardiomiopatia chagásica apresenta cicatriz predominante na região externa do coração, o que exige uma estratégia mais meticulosa. A pesquisa aponta que as complicações durante o procedimento e a instabilidade clínica são os principais fatores de risco para os pacientes com a doença de Chagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o estudo trouxe um dado alentador. A taxa de recorrência da arritmia não apresentou diferença estatística significativa entre as diferentes doenças cardíacas, o que demonstra que a técnica de ablação é eficaz em controlar o “curto-circuito” elétrico do coração, embora o prognóstico geral de sobrevivência do paciente com Chagas demande cuidados adicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo utilizou dados de 378 procedimentos realizados em 288 pacientes em tratamento no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP entre 2011 e 2020. Para os pesquisadores, os achados reforçam que o tratamento da arritmia na doença de Chagas não termina na sala de cirurgia. É fundamental um acompanhamento rigoroso da insuficiência cardíaca e de outras comorbidades após a alta hospitalar. O artigo completo está disponível na&nbsp;<em>The Lancet Regional Health – Americas</em>, neste&nbsp;<a href="https://doi.org/10.1016/j.lana.2026.101394" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Da Assessoria de Imprensa da FMUSP, adaptado para o&nbsp;</em><strong>Jornal da USP</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>**Estagiária sob orientação de Simone Gomes</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / O tratamento da arritmia na doença de Chagas não termina na sala de cirurgia, apontam pesquisadores, sendo necessário um acompanhamento rigoroso da insuficiência cardíaca e distúrbios relacionados após a alta hospitalar – Foto: <a href="https://www.magnific.com/br/fotos-gratis/monitor-na-enfermaria-do-hospital-mostrando-bmp-do-paciente_16974844.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=3&amp;uuid=99ee08b7-a2ec-4bd7-b72e-059f250c1fcd&amp;query=Abla%C3%A7%C3%A3o">DC Studio/Magnific</a></p>



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		<title>A APLB Sindicato esclarece a comunidade sobre a responsabilidade da greve.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 01:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[APLB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Loiane Fernandes &#8211; Diretora da APLB manifestou-se agora a pouco sobre a responsabilidade da greve confira:</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Loiane Fernandes &#8211; Diretora da APLB manifestou-se agora a pouco sobre a responsabilidade da  greve confira:</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="396" style="aspect-ratio: 720 / 396;" width="720" controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/05/A-APLB-Sindicato-esclarece-a-comunidade-sobre-a-responsabilidade-da-greve.___aplb-_aplbsindicato-_soconquistaquemlutavideo0.mp4"></video></figure>



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