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	<title>Guerra comercial |</title>
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	<title>Guerra comercial |</title>
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		<title>Alckmin: Guerra comercial não é boa para ninguém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 10:44:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin expressou preocupações sobre os efeitos do protecionismo nas relações comerciais globais e ressaltou a necessidade de promover o multilateralismo no comércio. Por outro lado, avaliou que o Brasil pode se favorecer do cenário atual. “A guerra comercial, o protecionismo não são bons para ninguém. O ideal é sempre promover o multilateralismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin expressou preocupações sobre os efeitos do protecionismo nas relações comerciais globais e ressaltou a necessidade de promover o multilateralismo no comércio. Por outro lado, avaliou que o Brasil pode se favorecer do cenário atual. “A guerra comercial, o protecionismo não são bons para ninguém. O ideal é sempre promover o multilateralismo e o livre comércio com regras claras”, disse neste domingo, 27, na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), .</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Alckmin apontou que, no caso do Brasil, o acordo com a União Europeia é um passo importante nesse sentido. “Esse acordo vai abrir mais oportunidades para o agronegócio brasileiro. O agro pode se beneficiar ainda mais com as exportações”, afirmou, reforçando que a redução de barreiras comerciais proporcionará um ambiente mais favorável para o crescimento do setor agrícola</p>



<p>Com o fortalecimento do mercado externo, Alckmin também falou sobre as condições financeiras para que o Brasil possa aproveitar essas oportunidades, mencionando o papel fundamental do BNDES. “Foi criada uma linha muito boa para exportação, com financiamento em dólar – o que é muito mais barato. Mas, para isso, quem exporta precisa estar ‘hedgeado’, ou seja, protegido contra riscos de desvalorização cambial”, concluiu.</p>



<p><em>Leandro Silveira/Estadão Conteúdo</em> / Foto: rédito: Bruno Peres/Agência Brasil</p>



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<iframe title="BATE PAPO SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/1QJ1kh5SXAo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Brasil prevê ganhos com guerra comercial China-EUA, mas risco para inflação preocupa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prevê possíveis ganhos para as exportações do agronegócio brasileiro com o novo capítulo da guerra comercial entre China e Estados Unidos —na terça-feira (4), Pequim impôs tarifas retaliatórias a produtos agrícolas e alimentos americanos, inclusive milho, soja e proteínas animais. De acordo com membros do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prevê possíveis ganhos para as exportações do agronegócio brasileiro com o novo capítulo da guerra comercial entre China e Estados Unidos —na terça-feira (4), Pequim impôs tarifas retaliatórias a produtos agrícolas e alimentos americanos, inclusive milho, soja e proteínas animais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>De acordo com membros do governo ouvidos pela Folha, que falaram sob condição de anonimato, o Brasil é o substituto natural para muitos dos produtos dos EUA agora sobretaxados pela China.</p>



<p>A expectativa é de um cenário parecido ao primeiro mandato de Donald Trump (2017-2020), quando o país se beneficiou, principalmente em um primeiro momento, de retaliações tarifárias contra os EUA aplicadas por China e outros sócios comerciais dos americanos.</p>



<p>Os ganhos do Brasil na época não foram maiores por causa de uma trégua assinada por EUA e China em 2020. Um dos pontos daquele entendimento era o aumento das compras chinesas de produtos agrícolas americanos. Apesar disso, a avaliação no governo é que o Brasil se consolidou como fornecedor prioritário dos chineses e confiável para casos de disrupções causadas por fatores geopolíticos.</p>



<p>A perda de espaço dos americanos para o Brasil foi reconhecida em um relatório de 2022 do Departamento de Agricultura dos EUA. O estudo destacou que, em 2018, os chineses deixaram de comprar cerca de US$ 8 bilhões em itens agrícolas dos americanos, ao passo que as vendas brasileiras desses produtos tiveram um salto de cerca de US$ 4 bilhões, em relação ao ano anterior.</p>



<p>A nova medida chinesa entra em vigor no próximo dia 10. Será imposta uma tarifa adicional de 15% sobre frango, trigo, milho e algodão e de 10% sobre sorgo, soja, carne suína, bovina, produtos aquáticos, frutas, vegetais e laticínios.</p>



<p>Trata-se de uma resposta à decisão dos EUA de dobrar para 20% as tarifas sobre todos os produtos chineses.</p>



<p>Interlocutores no governo Lula veem forte potencial para a soja brasileira, uma vez que, atualmente, os EUA são os principais competidores para o fornecimento da oleaginosa no mercado chinês. De acordo com dados da Administração-Geral de Alfândega da China, em 2024 o Brasil exportou 74,6 milhões de toneladas de soja para o país asiático, ao valor de US$ 36 bilhões.</p>



<p>Os EUA venderam 22,13 milhões de toneladas, totalizando pouco mais de US$ 12 bilhões.</p>



<p>Há menor potencial de avanço para o milho, mas ainda assim pode haver ganhos nas vendas para a China, segundo disseram à Folha integrantes do governo.</p>



<p>No caso da soja e do milho, a previsão de safras maiores do que as do ano passado —no caso da soja, podendo chegar a 20 milhões de toneladas a mais— tende a gerar um excedente que pode ser absorvido por uma maior demanda chinesas a partir da retaliação comercial, ainda segundo auxiliares de Lula.</p>



<p>Os setores de frango e de carne suína também geram expectativas. Nas aves, os americanos são o segundo fornecedor das importações chinesas, atrás do Brasil. No caso dos porcos, estão entre os principais vendedores, com uma fatia relevante do mercado, embora bastante atrás da brasileira.</p>



<p>Mesmo a sobretaxa chinesa sobre o sorgo americano é visto como uma oportunidade pelo Brasil para ganhar terreno em um mercado do qual está praticamente ausente. Os americanos são os principais fornecedores do produto para a China, cujas importações somaram US$ 1,83 bilhão em 2023.</p>



<p>No final do ano passado, o Brasil, que detém apenas 0,29% do mercado global de sorgo, obteve autorização para vendê-lo no mercado chinês.</p>



<p><strong>Inflação</strong><br>Se para o agronegócio brasileiro a retaliação da China contra os EUA pode gerar ganhos, economistas alertam para o risco de a nova guerra comercial desencadeada por Trump colocar mais gás na inflação doméstica —hoje, a principal preocupação de Lula e uma das razões apontadas para a queda da sua popularidade.</p>



<p>Além da China, México e Canadá prometeram retaliar a tarifas estabelecidas pelos EUA contra seus produtos.</p>



<p>“Era um risco inflacionário que se concretizou”, disse à Folha Carlos Thadeu Freitas Filho, especialista em inflação da BGC Liquidez. Ele lembra que o mercado fez uma antecipação de um cenário muito grotesco de aumento das tarifas durante o período eleitoral nos EUA e após a vitória de Trump, o que contribuiu para a alta do dólar.</p>



<p>Esse cenário ajudou o mercado financeiro a não prestar atenção na deterioração doméstica puxada pelo risco fiscal.</p>



<p>“Logo que o Trump foi eleito, ele não adotou essa primeira abordagem tão agressiva. Os mercados reduziram esse pessimismo. O real apreciou. Só que de duas semanas para cá, as coisas aconteceram”, ressalta.</p>



<p>Agora Trump começou a acelerar as medidas e o Brasil vai acabar atendendo ainda mais a demanda externa da China pelos produtos taxados pelos EUA. Com o aumento da demanda para as exportações, o preço no mercado interno tende a subir, afirma o economista.</p>



<p>Para piorar, a guerra comercial acontece num momento em que o cenário já está complicado para a inflação no Brasil. “O clima não ajuda. O Centro-Oeste já está com clima quente. E tudo deve acreditar que o resto do ano vai ser com esse padrão que está aí: quente e déficit hídrico”, diz o especialista da BGC.</p>



<p><em>Ricardo Della Coletta e Adriana Fernandes/Folhapress</em> / Foto: Ricardo Stuckert/PR</p>



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<iframe title="TRANSIÇÃO DA INFÂNCIA PARA A ADOLESCÊNCIA: O QUE MUDA? COMO OS PAIS ENCARAM ESSA MUDANÇA?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YVfKIHbU444?start=3130&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Guerra comercial traz mais oportunidade do que risco para o Brasil, afirma especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 12:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A política de comércio exterior do governo Donald Trump traz mais oportunidades do que riscos para o Brasil neste momento, e o país deveria se posicionar como um parceiro mais próximo dos Estados Unidos, em vez de buscar retaliação. Mesmo com a taxação de produtos como aço e alumínio, medida que afeta a indústria brasileira. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A política de comércio exterior do governo Donald Trump traz mais oportunidades do que riscos para o Brasil neste momento, e o país deveria se posicionar como um parceiro mais próximo dos Estados Unidos, em vez de buscar retaliação. Mesmo com a taxação de produtos como aço e alumínio, medida que afeta a indústria brasileira.</p>



<p>Essa é a avaliação de Ian Craig, sócio-líder de Global Trade da EY Brasil. Ele afirma que o Brasil está extremamente bem posicionado para ser uma alternativa ao fornecimento de insumos, caso as importações de países como China, México e Canadá se tornem economicamente inviáveis para as empresas americanas por conta da política tarifária do republicano.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>“Nos últimos dias, já tive conversas com clientes considerando a mudança, temporária ou permanente, de produção para o Brasil”, afirma Craig, que disse não poder dar mais detalhes sobre essas sondagens.</p>



<p>Trump decidiu na segunda (10) aumentar as tarifas sobre as importações de aço e alumínio, cancelando isenções e cotas para fornecedores como Brasil, Canadá, México e outros países.</p>



<p>Craig afirma que a situação imprevisível dificulta levar adiante projetos significativos, como a transferência de fábricas. Por isso, os empresários estão focados em mudanças que poderiam ser implementadas no curto prazo. Questionado sobre os setores mais bem posicionados para atender o mercado externo rapidamente, ele cita a indústria automotiva brasileira.</p>



<p>Segundo o especialista, o Brasil se beneficiou de mudanças na cadeia global de suprimentos feitas nos últimos anos, substituindo a China no fornecimento de alguns bens para os EUA, o que pode se repetir agora.</p>



<p>Embora o Brasil seja um dos países atingidos pelo aumento da taxação do aço e alumínio, o país ainda não foi citado por Trump como uma prioridade para receber tratamento com tarifas adicionais e não representa uma ameaça para os Estados Unidos, já que a diferença na balança comercial entre os dois países é relativamente pequena.</p>



<p>“O Brasil segue vulnerável, mas com várias oportunidades”, afirma. “Eu diria que há mais oportunidade do que risco neste momento.”</p>



<p>Para ele, é hora de mostrar para os Estados Unidos a capacidade de produção do país. Ele avalia que o Brasil terá dificuldade em fazer uma retaliação contra os americanos, já que isso poderia prejudicar o próprio país.</p>



<p>“O setor governamental precisa implementar uma política de comércio exterior de engajamento com os Estados Unidos e mostrar que somos uma alternativa com potencial de crescimento. E o setor privado precisa obter investimentos em inovação tecnológica para aumentar a capacidade de produção. É o momento de posicionar o Brasil como um parceiro muito mais forte ainda dos Estados Unidos.”</p>



<p>O presidente Trump tem utilizado as tarifas de importação como um mecanismo voltado não só para o comércio exterior, mas também como uma forma de conseguir concessões de outros tipos, como ocorreu no caso do Canadá e do México, onde a aplicação de taxas de 25% foi paralisadas temporariamente. Em relação à China, no entanto, Craig afirma não ver de forma clara um espaço para a suspensão dessas restrições.</p>



<p><em>Eduardo Cucolo/Folhapress</em> / Foto: Damir Sagolj/Reuters / BBC News Brasil</p>



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<iframe title="O EPISTEMICÍDIO NAS LETRAS DO AXÉ MUSIC" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3UKd-OUE6MA?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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