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		<title>Aterosclerose pode ocorrer antes da menopausa em camundongos, mas exercícios previnem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 15:17:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Envelhecimento e estilo de vida tendem a potencializar o desenvolvimento da aterosclerose, mas estudo com camundongos mostrou o papel do sistema nervoso na doença, bem como o efeito protetivo do treinamento físico Texto: Gabriele Mello Arte: Simone Gomes &#8211; Segunda, 10 de junho de 2024 Em mulheres, existe um consenso de que o risco maior para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Envelhecimento e estilo de vida tendem a potencializar o desenvolvimento da aterosclerose, mas estudo com camundongos mostrou o papel do sistema nervoso na doença, bem como o efeito protetivo do treinamento físico</p>



<h2 class="wp-block-heading">Texto: Gabriele Mello</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Arte: Simone Gomes &#8211; Segunda, 10 de junho de 2024</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em mulheres, existe um consenso de que o risco maior para doenças do coração começa após a menopausa, quando o corpo para de produzir os hormônios sexuais, que tem função cardioprotetora. Mas, de acordo com pesquisa do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), o risco já existe antes desse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores analisaram fêmeas de camundongos com aterosclerose – uma disfunção gerada pelo acúmulo de colesterol nas artérias e veias, formando placas de gordura que atrapalham a passagem do sangue – e descobriram que os efeitos da doença surgem antes da senescência reprodutiva, que compreende o período em que a produção dos hormônios sexuais em mulheres começa a cair.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ao exporem um dos grupos com a doença à prática de atividade física, foi observada melhora nos efeitos que o envelhecimento provocava na aterosclerose, com aumento de quantidade de antioxidantes e anti-inflamatórios. “Demonstramos o importante papel do sistema nervoso na aterosclerose, bem como o efeito protetivo do treinamento físico na doença”, descreve Nascimento.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/06/20240603_bruno-300x300.jpg" alt="" class="wp-image-763152" style="width:145px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Bruno Nanascimento Carvalho- Foto: ResearchGate</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Os animais e o protocolo de atividade física</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As fêmeas de camundongo usadas no estudo têm uma alteração genética que inativa a apoliproteína E, que tem grande importância na captação do colesterol na corrente sanguínea. Sem a ação da apoliproteína E, acontece o acúmulo do colesterol na parede das artérias e veias das camundongos fêmeas, mimetizando a aterosclerose nos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para observar os efeitos da atividade física no envelhecimento e na aterosclerose, os camundongos foram divididos em grupos de meia-idade que praticavam ou não atividade física. Um terceiro grupo, usado para comparar os resultados, era composto por animais jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os três grupos foram adaptados para um teste de esforço máximo, que consiste em treinamento físico em esteira. Os treinamentos do grupo ativo fisicamente eram de intensidade moderada, uma hora por dia, cinco dias na semana, por seis semanas. Todos os grupos eram submetidos a um teste de esforço, que avalia a capacidade cardíaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O grupo meia-idade que permaneceu sedentário durante todo o protocolo apresentou efeitos negativos decorrentes do envelhecimento na aterosclerose, como piores desfechos cardiovasculares e menor atuação de mecanismos de controle. Em contraponto ao grupo meia-idade treinado”, conta Nascimento, que completa dizendo que os parâmetros vistos nas fêmeas de camundongo que praticavam o treinamento eram mais semelhantes aos dos animais jovens.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aterosclerose e envelhecimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A prática de atividade física entre as fêmeas de camundongo manteve a atividade de proteínas antioxidantes e levou à produção de substâncias anti-inflamatórias.- Foto: brgfx/ no&nbsp;<a href="https://www.freepik.com/free-vector/cholesteral-human-heart_5361144.htm">Freepik</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na aterosclerose, “o envelhecimento e o estilo de vida tendem a potencializar o desenvolvimento da disfunção”, diz Nascimento, completando que “é consenso que essa população [fêmeas após a menopausa] tende a apresentar maior adiposidade corporal e disfunções metabólicas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, “no início da senescência reprodutiva há um declínio de proteção de agentes antioxidantes na doença, o que pode ser um dos mecanismos envolvidos com os prejuízos de função cardíaca nessa população”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de envelhecimento também piora a atuação dos barorreceptores, sensores que regulam a pressão arterial. Localizados na principal artéria do corpo, a aorta, ao identificarem uma alteração, esses receptores geram uma resposta de controle para que a pressão aumente ou diminua. No entanto, “a aterosclerose gera aumento da espessura da aorta, e esta modificação pode estar associada a uma menor capacidade deste receptor se adaptar”, expõe o pesquisador, uma vez que o mecanismo dos barorreceptores se baseia em seu estiramento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atividade física como agente atenuante</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/06/20240603_info-1024x538.jpg" alt="" class="wp-image-763154"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Diagrama do Protocolo: O protocolo utilizou o kit ELISA para determinar a presença de&nbsp;TNFα, Interleucina-6 e Interleucina-10. O teste tem como base o princípio da ligação antígeno-anticorpo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa evidencia que “o treinamento físico conseguiu atenuar as disfunções cardiovasculares e a redução de atuação dos mecanismos de controle”. A prática de atividade física entre as fêmeas de camundongo levou uma proteína antioxidante, a superóxido desmutase, a manter sua atividade, e também à produção da interleucina 10, substância produzida pelo sistema imunológico e que tem ação anti-inflamatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a produção e a liberação desses componentes, a ação dos barorreceptores e a ação de outros componentes do sistema nervoso autônomo – aquele que funciona de forma independente à nossa vontade – que respondem à atividade física gerando respostas anti-inflamatórias, a resposta do organismo à aterosclerose pode melhorar. “O treinamento físico melhora a atuação de mecanismos de controle. Desta forma, acreditamos que as melhorias podem ter sido geradas por um aumento na capacidade de atuação destes sistemas em conjunto”, descreve.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Mais informações: Bruno Nascimento, e-mail brunonascimentoc@gmail.com</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Foto:Canva</p>



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		<title>Aumento da temperatura do oceano Índico está ligado a novos surtos de dengue no mundo, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2024 16:54:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 12/05/2024 &#8211; 10h00 Por Samuel Fernandes &#124; Folhapress O aquecimento do oceano Índico pode estar relacionado ao aparecimento de novas epidemias de dengue. A alta temperatura das águas impacta diferentes regiões do mundo, proporcionando o clima ideal para o espraiamento da infecção.&#160; Essas são as conclusões de um estudo, divulgado na última quinta-feira (9) na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 12/05/2024 &#8211; 10h00</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Samuel Fernandes | Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aquecimento do oceano Índico pode estar relacionado ao aparecimento de novas epidemias de dengue. A alta temperatura das águas impacta diferentes regiões do mundo, proporcionando o clima ideal para o espraiamento da infecção.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas são as conclusões de um estudo, divulgado na última quinta-feira (9) na revista Science.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dengue já era um tema de interesse dos pesquisadores que assinam o estudo, afirma Huaiyu Tian, do Centro para Mudança Global e Saúde Pública da Universidade Normal de Pequim e um dos autores do artigo. &#8220;Dada a falta de vacinas amplamente eficazes e tratamentos para a dengue, enfatizamos particularmente a modelagem e pesquisas de previsão&#8221;, afirma o pesquisador à Folha.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo compreendeu os números de casos anuais de dengue de 1990 a 2019 dos 46 países do Sudeste Asiático e do continente americano. Outro banco de dados foi um que contou com informações de 24 países, incluindo o Brasil, acerca do número mensal de casos de dengue entre 2014 a 2019.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas informações foram comparadas com índices que compilam as temperaturas nos mares. Com isso, o esperado era observar se haveria alguma relação entre o aumento dessas temperaturas e o aparecimento de mais casos de dengue -e foi isso que aconteceu, especificamente com o IOBW, sigla para índice do aumento da temperatura do oceano Índico.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, na medida em que as águas do oceano ficavam mais quentes, os casos de dengue também subiam: a incidência da doença saltava de 0 para 0,22 a cada 100 mil habitantes no hemisfério norte, enquanto passava de 0 para 0,27 no hemisfério sul.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras pesquisas já investigaram a associação entre a dengue e temperaturas mais altas. No entanto, Tian explica que, normalmente, esses estudos focaram em modelos que medissem somente o impacto das temperaturas locais em relação à doença. No estudo em questão, os pesquisadores analisaram modelos mais abrangentes, mensurando alterações globais com potencial de impactar a temperatura local de diferentes regiões do planeta.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, o oceano Índico é uma escolha adequada, já que as alterações climáticas nas águas influenciam a atmosfera, que, em razão do padrão de circulação do ar, faz com que as mudanças de temperatura do oceano cheguem a outras regiões.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temperaturas mais altas no oceano Índico podem ter impactos globais e duradouros nas dinâmicas climáticas locais, promovendo condições ideais para a reprodução e propagação de mosquitos da dengue&#8221;, explica Tian.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem duas razões para a preferência a um modelo global. Primeiro, é mais fácil e eficaz desenvolver um sistema de alerta a nível mundial contra a dengue. Segundo, a utilização de dados somente regionais diminui a capacidade preditiva de novas epidemias de dengue, o que dificulta ações que antecipam, de forma eficaz, o aumento de casos de dengue no momento em que as temperaturas das águas sobem.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do IOBW, por exemplo, foi possível desenvolver modelos de previsão com até nove meses de antecedência -modelos com dados locais diminuem esse período para até três meses.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Regiões tropicais em alerta<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise observou que a relação entre a temperatura do oceano Índico com o aparecimento de mais casos de dengue é mais evidente nas regiões tropicais do globo, como é o caso do Brasil. O ponto acende um sinal de alerta maior para essas áreas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro problema é o aquecimento global. Quanto mais as temperaturas sobem ao redor do mundo, mais fácil se torna a propagação do vírus, proporcionando um cenário ideal e fácil para o surgimento de novas epidemias.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, os achados da pesquisa podem ser ainda mais interessantes considerando estratégias de combate à dengue. &#8220;Ao aproveitar as conclusões do estudo a nível local, as autoridades de saúde podem antecipar e responder melhor a potenciais surtos, implementando intervenções como medidas de controle de vetores, campanhas de saúde pública e alocação de recursos para mitigar o impacto da doença nas comunidades&#8221;, resume Tian.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, também é preciso aprofundar as descobertas do estudo. No artigo, os autores apontam que ainda é necessário validar as conclusões da pesquisa para, só então, ter uma maior certeza da sua capacidade preditiva. A adição de outros fatores que influenciam surtos de dengue, como vacinação e medidas de controle dos vetores da doença, precisam entrar nos cálculos do modelo, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação/ Fiocruz</p>



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		<title>Samu completou 20 anos como símbolo de êxito do SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2024 13:09:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Gustavo Basso &#8211; Quarta, 1 de maio de 2024 Serviço alcança 93% da população do país graças à adaptação de modelo francês para realidade brasileira. Aliviado, apesar da situação, o aposentado José Roberto Dias, de 65 anos, assiste à&#160;sobrinha embarcar quase inconsciente a bordo de uma Unidade de Suporte Avançado (USA) do Samu, enquanto é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.dw.com/pt-br/gustavo-basso/person-53047911">Gustavo Basso</a> &#8211; Quarta, 1 de maio de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serviço alcança 93% da população do país graças à adaptação de modelo francês para realidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliviado, apesar da situação, o aposentado José Roberto Dias, de 65 anos, assiste à&nbsp;sobrinha embarcar quase inconsciente a bordo de uma Unidade de Suporte Avançado (USA) do Samu, enquanto é cuidada por uma equipe com médica, enfermeiro e técnico-condutor. Foram eles que a retiraram com sinais vitais fracos do segundo andar da casa onde mora com os tios, na região central de Santo André.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Toda profissão é honrada, mas o trabalho dos socorristas de emergência é muito nobre, conseguem dar um suporte a pacientes e familiares muitas vezes nos momentos mais vulneráveis&#8221;, afirma Dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comentário do aposentado é emblemático da percepção que a população tem do Samu, como é conhecido comumente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Uma pesquisa feita pelo Samu de São Paulo revelou que 90% dos moradores percebem positivamente o serviço que completa 20 anos neste sábado (27/04).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Acho que a melhor parte do trabalho é poder confortar; salvar uma vida às vezes é difícil, o êxito nem sempre acontece, mas confortar um parente, uma família, é o principal&#8221;, avalia Francis Fuji, de 45 anos, 16 deles dedicados ao cuidado pré-hospitalar.&nbsp;&#8220;Por pior que seja o desfecho, a família agradece porque a gente confortou, acolheu, e teve amor naquilo que fez.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nascimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Samu nasceu oficialmente em 27 de abril de 2004, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto 5.055 que institui o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência em municípios e regiões do território nacional. O número 192 foi estabelecido para acionar o serviço em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto universalizou o atendimento que já vinha sendo testado desde 2003, após a publicação, no ano anterior, da portaria ministerial 2.048, que determina&nbsp;regras de atuação, tais como equipamentos e&nbsp;protocolos a serem seguidos&nbsp;– decisões que, para&nbsp;os &#8220;pais&#8221; do Samu, não eram nada triviais à época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quais equipamentos íamos colocar na ambulância? As mochilas vão ter quais medicações? O que vamos levar dentro de uma mochila do enfermeiro, dentro da mochila do médico?&#8221;, exemplifica o coordenador do Samu de São Paulo, Laelcio Ramos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passadas duas décadas, o Samu alcança 187,2 milhões de pessoas em 3,9 mil municípios, segundo o Ministério da Saúde, o que equivale a&nbsp;cerca de 92% da população&nbsp;– graças a&nbsp;algumas mudanças feitas no modelo francês que serviu de referência na implementação do serviço, como, por exemplo, o uso de motocicletas no atendimento a partir de 2008.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Sergipe, 85% dos atendimentos são feitos com as chamadas &#8220;motolâncias&#8221;, com tempo de resposta de até dez minutos a partir de uma das 40 bases, segundo o superintendente do Samu no estado, Denison Pereira. &#8220;Em 1998, havia duas ambulâncias do Corpo de Bombeiros em todo o estado; hoje eles contam com cinco, enquanto o Samu utiliza 43 Unidades de Suporte Básico (USB) e 16 USA, além de quatro motos por base&#8221;, acrescenta o enfermeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já &#8220;ambulanchas&#8221; são utilizadas em regiões como a Amazônia e partes do litoral fluminense para atender comunidades ribeirinhas e costeiras. Na capital amazonense, quatro lanchas dão suporte a comunidades rurais localizadas a até 100 quilômetros da cidade pelo rio Negro e rio Amazonas. &#8220;Nesta última&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/seca-na-amaz%C3%B4nia/t-67230328">estiagem</a>&nbsp;tivemos de lidar com dezenas de comunidades isoladas, sendo impossível chegar até elas pela água&#8221;, conta Ellen Assunção, enfermeira coordenadora do Samu de Manaus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Neste período, pegamos por exemplo um senhor vítima de infarto, que só foi salvo porque conseguimos um helicóptero emprestado para chegar até ele. Mesmo de lancha o deslocamento pode levar quatro horas, dificultando o socorro&#8221;, conta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pandemia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nenhum deslocamento foi mais desafiador, diz Assunção, do que as remoções de pacientes de&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/covid-19/t-53216982">covid-19</a>&nbsp;dos hospitais superlotados e com falta de oxigênio de Manaus para todo o Brasil. Com o colapso do sistema de saúde da capital amazonense, as autoridades fizeram a remoção de 248 pacientes para cidades como Recife, Goiânia e até Uberaba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi muito tenso porque usávamos todo aquele equipamento de proteção individual, com macacão, máscara, óculos, faceshield. A movimentação dentro da aeronave era ruim, chegar próximo do paciente e fazer os procedimentos com aquela roupa, naquele espaço pequeno, era um desafio&#8221;, relembra Assunção.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1024x576.png" alt="" class="wp-image-120670" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Socorristas atuando durante a pandemia<small>Foto: Eraldo Peres/AP Photo/picture alliance</small></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Naquela ocasião, o governo federal custeou o deslocamento dos pacientes&nbsp;–&nbsp;um aporte financeiro comum ao Samu, que conta com cerca de R$ 1,94 bilhão anuais em verba federal para a distribuição por todo o país das viaturas (sendo 3.847 carros, 256&nbsp;motos e 13 lanchas, além de 21 equipes de resgate aeromédico).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O custeio das operações é dividido entre município, estado e União. Uma operação cara, mas que posiciona o serviço como ponta de lança e excelência dentro do&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/sa%C3%BAde/t-17438001">Sistema Único de Saúde</a>&nbsp;(SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ramos, que é coordenador médico do Samu de São Paulo, trata-se de um mérito enorme para o SUS, que revela a eficiência de um serviço público que a iniciativa privada, na sua avaliação, não tem como substituir. &#8220;Os serviços privados equivalentes não dão conta, não têm tempo resposta, não têm prontidão, não têm a agilidade do Samu. Tudo isso é muito caro, não é rentável para o privado&#8221;, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ameaças</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro médico a bordo de uma ambulância de suporte avançado em todo o país, ainda em 1996, antes mesmo da criação oficial do Samu, Ramos acompanhou com vista privilegiada os avanços e conquistas do serviço, além de ameaças que ele enfrenta e enfrentou na cidade mais rica do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido à existência de um serviço de resgate ligado ao Corpo de Bombeiros, o Grupo de Resgate e Atenção às Urgências e Emergências (Grau), o governo paulista nunca bancou a parte que lhe caberia para o custeio do Samu. O resultado é uma prestação de serviço que fica abaixo do recomendado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, os cerca de 11,5 milhões de habitantes contam com 122 ambulâncias –&nbsp;15 delas UTI móveis –, o que garante uma média de uma a cada 94 mil habitantes. A média está dentro do coeficiente de um para cada 100 mil pessoas proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas é metade do defendido pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos para países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. Este contingente atende aproximadamente 390 mil ocorrências por ano – mais de 900 por dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Manaus, com 2 milhões de habitantes, as 45 ambulâncias, 16 motolâncias e duas ambulanchas, além de duas de suporte, realizaram, em 2023, 55,5 mil atendimentos. Com uma ambulância para cada 44 mil habitantes, os desafios na capital amazonense são as distâncias a serem vencidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um problema que em São Paulo parecia superado, até que em 2019, a prefeitura, sob a gestão de Bruno Covas, decidiu fechar 31 bases do serviço pela cidade, centralizando as viaturas em hospitais – uma decisão que acabou afetando o socorro de pacientes ao longo da pandemia. Para piorar, há seis anos&nbsp;o Governo Federal não faz nenhuma doação de ambulâncias ao programa paulista do serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os problemas enfrentados pelas trocas constantes de gestões e lentidão na adoção de novos procedimentos e tecnologias, profissionais consideram a adesão de contratos com organizações de saúde (OS) o ponto mais crítico. Regimes de contratação mais precários e uso de materiais de menor qualidade são alguns dos reflexos destas gestoras da saúde, afirmam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação aos atendimentos, os socorristas citam como principal problema as informações falsas prestadas por pacientes para furar a fila de espera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: DW / <a href="https://www.dw.com/pt-br/gustavo-basso/person-53047911">Gustavo Basso</a> Repórter e fotógrafo/O médico socorrista Matheus Miachon em serviço: primeiro atendimento começa pelo telefone<small>Foto: Gustavo Basso/D</small></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Soteroipiraense: Salvador e Ipirá com orgulho" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/eqnaM67YoGE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/samu-completou-20-anos-como-simbolo-de-exito-do-sus/">Samu completou 20 anos como símbolo de êxito do SUS</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Gestão de Qualidade nas Instituições de Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 04:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá]]></category>
		<category><![CDATA[Bioquinica]]></category>
		<category><![CDATA[Gestao]]></category>
		<category><![CDATA[health]]></category>
		<category><![CDATA[iso9000]]></category>
		<category><![CDATA[laboratorio]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quarta, 24 de abril de 2024 No Bate-Papo na City desta Quarta – feira (24 ) o nosso convidado é:  Renê Saint Clair &#8211; Empresário /Bioquimico , pós graduado em microbiologia e citologia e o nosso tema será:  Gestão de Qualidade nas Instituições de Saúde O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quarta, 24 de abril de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Bate-Papo na City desta Quarta – feira (24 ) o nosso convidado é:  Renê Saint Clair &#8211; Empresário /Bioquimico , pós graduado em microbiologia e citologia e o nosso tema será: <strong><em> Gestão de Qualidade nas Instituições de Saúde</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo <a href="https://fb.me/e/5ot2fIxPu" target="_blank" rel="noopener" title="">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/oficialipiracity/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=vUD5NH94Q4I" target="_blank" rel="noopener" title="">YouTube</a> do Ipirá City, e pela rádio @ipirafm</p>



<p class="wp-block-paragraph">Link do Facebook: <a href="https://fb.me/e/5ot2fIxPu" target="_blank" rel="noopener" title="">https://fb.me/e/5ot2fIxPu</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gestão de Qualidade nas Instituições de Saúde" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vUD5NH94Q4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/gestao-de-qualidade-nas-instituicoes-de-saude/">Gestão de Qualidade nas Instituições de Saúde</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Câncer de Rim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2024 20:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de rim]]></category>
		<category><![CDATA[ciencias]]></category>
		<category><![CDATA[health]]></category>
		<category><![CDATA[Medicos]]></category>
		<category><![CDATA[Pfizer]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[supra renais]]></category>
		<category><![CDATA[Urologista]]></category>
		<category><![CDATA[urology]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda, 1 de abril de 2024 Os rins são responsáveis por eliminar substâncias metabolizadas pelo organismo, manter o equilíbrio de água e sais do corpo, fabricar hormônios que estimulam a produção de glóbulos vermelhos, além de ajudar na regulagem da pressão arterial. O câncer de rim é mais frequente em pessoas de 50 a 70 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segunda, 1 de abril de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os rins são responsáveis por eliminar substâncias metabolizadas pelo organismo, manter o equilíbrio de água e sais do corpo, fabricar hormônios que estimulam a produção de glóbulos vermelhos, além de ajudar na regulagem da pressão arterial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de rim é mais frequente em pessoas de 50 a 70 anos e, no Brasil, ele já está entre os 13 tipos mais frequentes de câncer, registrando em 2020 cerca de 12 mil casos e mais de 4 mil mortes. Saiba quais as possíveis causas da doença e quais os tratamentos necessários.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Há cinco principais tipos de câncer de rim</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carcinoma de Células Renais Claras</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;é o mais comum, presente em cerca de 70% a 90% dos casos. Ele é originado no tubo responsável por filtrar as impurezas do sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carcinoma Papilar de Células Renais</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;representa entre 10% a 15% dos casos. Ele é pequeno, pouco palpável, mas pode bloquear a urina e vias urinárias, além de causar dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carcinoma Cromófobo de Células Renais</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;responsável por 4% a 5% dos casos, esse câncer não pode ser visto em exames sem cor e reage apenas a corantes azul escuro ou roxo. Ele tende a ser menos agressivo que os outros tipos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ductos Coletores</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;é um tipo raro, porém agressivo, e representa apenas 1% dos casos. Ele se origina em uma das estruturas do rim, chamado tubo de Bellini.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sarcomatoides</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;também é raro e agressivo, representando 1% dos casos. As características são parecidas com as do carcinoma renal de células claras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Causas do câncer de rim</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As causas do câncer de rim ainda não são totalmente conhecidas, mas estudos apontam que o hábito de fumar é um importante fator de risco. Outros fatores que podem desencadear seu início são:</p>



<ul class="wp-block-list" id="i5vab">
<li>Contato com materiais utilizados em indústrias, como o cádmio, asbestos, chumbo e hidrocarbonetos aromáticos;</li>



<li>Hemodiálise;</li>



<li>Obesidade;</li>



<li>Histórico familiar;</li>



<li>Hipertensão;</li>



<li>Doença de Von Hippel-Lindau, que é genética e rara, caracterizada pela formação de tumores com muita vascularização em várias partes diferentes do corpo.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Sinais e sintomas mais frequentes do câncer de rim</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na fase inicial, o câncer de rim não costuma apresentar sinais e sintomas, mas em algumas pessoas o tumor pode causar:</p>



<ul class="wp-block-list" id="iv3o2f">
<li>Dor na parte lateral da barriga e nas costas;</li>



<li>Sangue na urina;</li>



<li>Inchaço abdominal;</li>



<li>Perda de peso.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção</strong>:&nbsp;esses sinais e sintomas podem ser provocados por uma série de problemas de saúde, não apenas pelo câncer renal. Mas é importante procurar o médico o quanto antes para ele identificar as causas e indicar o melhor tratamento para o caso.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como o câncer de rim é diagnosticado?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte dos tumores renais é diagnosticada por exames de imagem como ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por não apresentar sinais e sintomas no início, o câncer de rim, geralmente, é detectado por acaso. O paciente é levado a realizar os exames por um outro motivo e, por acaso, acaba descobrindo um tumor. Quando diagnosticado precocemente, o câncer renal tem grandes chances de cura.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tratamentos para o câncer de rim</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A remoção cirúrgica do rim costuma ser o tratamento de escolha para os tumores localizados, restritos à área do rim. Caso o tumor tenha menos de quatro centímetros e as condições clínicas sejam favoráveis, é possível remover apenas a área afetada, preservando o rim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento com quimioterapia não tem apresentado resultados satisfatórios. Entretanto, novas drogas, mais eficazes para combater o tumor renal vêm sendo pesquisadas no mundo todo, como tratamento com imonuterapia, que ajuda no controle e regressão da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A radioterapia tem sido a melhor alternativa para controlar a dor e a extensão da doença em tumores renais avançados e/ou metastáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informação:&nbsp;</strong>Você sabia que a Pfizer possui um programa de suporte para pacientes? Descubra mais informações sobre o programa e seus benefícios e dicas para uma melhor qualidade de vida. Acesse:&nbsp;<a href="https://www.muitobemvindo.com.br/">https://www.muitobemvindo.com.br/</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Referências</h4>



<ul class="wp-block-list" id="inf72j">
<li><a href="http://www.oncoguia.org.br/conteudo/estatistica-para-cancer-de-rim/6844/239/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.oncoguia.org.br/conteudo/estatistica-para-cancer-de-rim/6844/239/</a>&nbsp;&#8211; acesso em 29/04/2019</li>



<li><a href="http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tipos-de-cancer-de-rim/1806/239/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tipos-de-cancer-de-rim/1806/239/</a>&nbsp;&#8211; acesso em 29/04/2019</li>



<li><a href="https://hospitaldeamor.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.hcancerbarretos.com.br/cancer-de-rim</a>&nbsp;&#8211; acesso em 29/04/2019</li>



<li><a href="https://hospitaldeamor.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.hcancerbarretos.com.br/cancer-de-rim/95-paciente/tipos-de-cancer/cancer-de-rim/182-tipos-de-tumores-renais</a>&nbsp;&#8211; acesso em 29/04/2019</li>



<li><a href="https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/blog/urologia/cancer-de-rim-saiba-mais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/hospital/especialidades/nucleo-avancado-urologia/Paginas/cancer-rim.aspx</a>&#8211; acesso em 29/04/2019</li>



<li><a href="https://medlineplus.gov/genetics/condition/von-hippel-lindau-syndrome/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ghr.nlm.nih.gov/condition/von-hippel-lindau-syndrome</a>&nbsp;&#8211; acesso em 29/04/2019</li>



<li><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cancer-renal-esta-entre-os-14-mais-incidentes-do-mundo-conheca-os-sintomas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/06/18/cancer-renal-esta-entre-os-14-mais-incidentes-do-mundo-conheca-os-sintomas&nbsp;</a>&#8211; acesso em 06/07/2021</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Pfizer.com.br / Foto Pfizer</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Câncer de rim" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/aRhQQyV4zWc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/cancer-de-rim-2/">Câncer de Rim</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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