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	<title>hilux |</title>
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		<title>Toyota Hilux com 2,5 milhões de km e motor intacto desbrava Brasil até hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 18:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AutoCity]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Biólogo comprou a Hilux 0km em abril de 1998 e teve que fazer adaptações na suspensão para poder chegar em lugares remotos do Brasil Por&#160;André Schaun O Toyota Bandeirante foi o responsável pela fama de carros resistentes e inquebráveis da fabricante japonesa. Em outubro de 2024, tive o prazer de testar a última das 104.621 unidades do veículo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Biólogo comprou a Hilux 0km em abril de 1998 e teve que fazer adaptações na suspensão para poder chegar em lugares remotos do Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://autoesporte.globo.com/autores/andre-schaun/">André Schaun</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a class="" href="https://autoesporte.globo.com/carros/marcas/toyota/">Toyota</a> Bandeirante foi o responsável pela fama de carros resistentes e inquebráveis da fabricante japonesa. Em outubro de 2024, <a class="" href="https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/noticia/2025/09/teste-toyota-bandeirante-indestrutivel.ghtml"><strong>tive o prazer de testar a última das 104.621 unidades do veículo produzidas em São Bernardo do Campo (SP)</strong></a>, entre 12 de novembro de 1962 e 28 de novembro de 2001. Exatamente um ano depois, estou diante de uma prova viva do legado que o Bandeirante deixou: uma <a class="" href="https://autoesporte.globo.com/carros/modelos/toyota-hilux/"><strong>Hilux</strong></a><strong> 1998 com 2,5 milhões de quilômetros rodados e motor original</strong>, intacto, que desafia o tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A manhã calma e ensolarada daquela terça-feira, sob o ar fresco da Serra da Cantareira (SP), está longe de ser o cenário comum dessa imortal Hilux nas últimas décadas. A picape sempre foi pensada e usada para o trabalho.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TOYOTA HILUX com 2,5 MILHÕES DE KM NUNCA teve MOTOR ABERTO e DESBRAVA O BRASIL até HOJE!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/GDF1PBD_pVI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Longas viagens entre São Paulo e Bahia, Piauí, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Santa Catarina ou qualquer outro lugar remoto do Brasil foram a&nbsp;<strong>fórmula para acumular uma quilometragem que equivale a 62 voltas no globo terrestre</strong>. O autor desse feito impressionante é o biólogo paulista Paulo Martuscelli — Paulão ou Falcon, para os mais chegados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falcon comprou essa&nbsp;<strong>Hilux SR5 4&#215;4 Cabine Dupla em abril de 1998</strong>, em uma concessionária chamada Toyota Tsusho, na zona sul de São Paulo. O motor 2.8 diesel aspirado de quatro cilindros tem&nbsp;78 cv de potência e 17,7 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas e tração 4&#215;4. O desempenho está longe de ser uma das virtudes: o zero a 100 km/h é feito em longos 25,5 segundos e a velocidade máxima é de 133 km/h.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qnOfqWa_UnCLgN4bQ7l_XOmk4nE=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/9/w/VuwnVDQ8CA17aGn3MCCg/toyota-hilux-1998-2-frente-diagonal.jpg" alt="Toyota Hilux 1998 desafia o tempo: tem 2,5 milhões de km rodados — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Toyota Hilux 1998 desafia o tempo: tem 2,5 milhões de km rodados — Foto: Renato Durães/Autoesporte</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O ruído a bordo é grande e os engates do câmbio são duros. Sabe o quanto isso importa? Nada! Não foi a pressa que fez essa picape rodar tanto até o odômetro travar: foi a eficiência para chegar até onde chegou.&nbsp;<strong>A Hilux foi lançada no Brasil em 1992, importada de Hamura (Japão)</strong>. A partir de 1997, passou a vir de Zárate (Argentina).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquela época, já tinha opções mais potentes e turbinadas, como o 2.8 turbodiesel de 91 cv e o 3.0 turbodiesel de 116 cv. Entretanto, o que o biólogo precisava era de um motor que demandasse a menor manutenção possível, por isso optou pela versão aspirada.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tIg2iNJpgcwdi-uRwAwddOH_j48=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/B/l/atu6SKSwirBacg5Kdgkg/toyota-hilux-1998-3-lateral-reta.jpg" alt="Toyota Hilux SR5 4x4 Cabine Dupla foi comprada pelo atual e único proprietário em abril de 1998  — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Toyota Hilux SR5 4&#215;4 Cabine</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Escolhi a Hilux porque era a única que entregava o que eu precisava. Em 1996, trabalhei na Ferrovia Norte-Sul, no Maranhão, e lá só tinha Mitsubishi L200 ou Hilux. Em campo, foi o verdadeiro teste que eu precisava para escolher qual comprar. Depois, fiz trabalhos no Acre — só tinha Land Rover Defender. Avaliando as qualidades, a durabilidade e o custo/benefício de todas, a Hilux era a única que aguentava o tranco, ainda que a L200 fosse mais ágil. Minha necessidade era um veículo para trabalho pesado e que ficasse parado o menor tempo possível”, relembra Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de tirar a Hilux da concessionária, começou a saga para adaptar a suspensão. A única modificação que ele tinha de fazer era aumentar o aro das rodas, passando de 16 para 33 polegadas, além de deixar a suspensão apta a encarar condições extremas desbravando o Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que, na época, a Toyota não tinha nenhum kit pronto para atender sua principal necessidade. Logo, deixar o carro em uma oficina particular para realizar as modificações no melhor estilo “tentativa e erro” foi rotina comum nos primeiros anos, entre uma viagem e outra. Mesmo com as dificuldades, em dois meses já tinha rodado 40 mil km.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7soZrHpvU32_vaU6mIskuZURxps=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/b/4/KZyodlQiWJgkLJ77vjGw/toyota-hilux-1998-4-traseira-diagonal.jpg" alt="Toyota Hilux vem com motor 2.8 diesel aspirado de quatro cilindros — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Toyota Hilux vem com motor 2.8 diesel aspirado de quatro cilindros — Foto: Renato Durães/Autoesporte</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os mecânicos colocavam alargador no eixo dianteiro, direto na barra de torção, para conseguir adaptar a Hilux para pneus maiores, o que é péssimo para a segurança. A barra de torção é o componente da suspensão responsável por absorver impactos e manter a altura do carro. Os pneus maiores aumentam o peso e o torque nos cubos, rolamentos e braços de suspensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com alargadores, esse esforço é ainda maior.&nbsp;Essa modificação muda a geometria e o centro de gravidade do veículo&nbsp;porque, em vez de o peso ficar distribuído no centro do carro, por causa do motor, fica mais para as laterais, o que força a ponta dos eixos até a quebra. Essa alteração também compromete a resposta da coluna de direção e muda o ângulo de esterço das rodas, o que pode deixar a condução bem perigosa.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/yhiD5sDKtPFeEEDNwpe9UXJ7cQI=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/r/O/rCVlgQTtSbgIybf76RMg/toyota-hilux-1998-6-painel.jpg" alt="Toyota Hilux 1998 tem pedais originais e console conta com manopla extra para a reduzida — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Toyota Hilux 1998 tem pedais originais e console conta com manopla extra para a reduzida — Foto: Renato Durães/Autoesporte</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na traseira, as oficinas removiam os feixes de mola originais e arqueavam o ferro para aumentar o ângulo e levantar a suspensão. Só que a peça original não é feita para sofrer essa alteração. Por isso, com o passar do tempo e os fortes impactos, esses feixes entortados voltavam para a forma original até quebrarem.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Colocar alargador de eixo é um crime com a engenharia do carro, assim como arquear os feixes de mola. A gente erra por não conhecer. Demorei dez anos para achar um mecânico que conseguiu acertar a geometria correta da Hilux. Ele levantou a carroceria pelo chassi usando bucha de poliuretano e não direto pela barra de torção. Na traseira, coloquei feixes de molas forjados com o ângulo correto, aí a resistência ficou bem maior”, explica o biólogo.&nbsp;</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Até o limite</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/TrjidYYJJ8aA0gPGvTgqwtG1MME=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/b/o/y4feURSZ6UwciPKK574A/toyota-hilux-1998-5-frente-reta.jpg" alt="Toyota Hilux 1998 passou por modificações na suspensão — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Toyota Hilux 1998 passou por modificações na suspensão — Foto: Renato Durães/Autoesporte&nbsp;</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Seja com a caçamba lotada de plantas no sul da Bahia, seja isolado no meio do mato, em parques ou em áreas de conservação ambiental, Falcon fez sua Hilux 1998 girar o odômetro até o limite. Com quase 1,2 milhão de km rodados, no final dos anos 2000, os cabos de aço da engrenagem que giram o odômetro arrebentaram e pararam de movimentar a peça.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/lxz886JrosuMNkwdoe4v4sY43ik=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/A/C/be1UAFRBW0AaBDkBwVhQ/toyota-hilux-1998-11-velocimetro.jpg" alt="Cabos de aço que giram odômetro da Hilux arrebentaram no fim dos anos 2000 — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Cabos de aço que giram odômetro da Hilux arrebentaram no fim dos anos 2000 — Foto: Renato Durães/Autoesporte&nbsp;</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, então, como ele tem controle da quilometragem? Os pneus Geolandar Yokohama ATS 33 são trocados, em média, após 80 mil ou até 100 mil km rodados. Assim, desde que o odômetro travou, Paulo se organiza pelos registros das trocas dos pneus para calcular a quilometragem aproximada e programar as revisões da Hilux.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a pilha de papéis é grande. O biólogo brinca que a Hilux só foi lavada em lava-rápido uma vez na vida e conta que o segredo da longevidade está no cuidado mecânico. Trocas de óleo, velas, correia dentada, bomba d&#8217;água e componentes essenciais do motor são seguidas à risca. A embreagem foi trocada duas vezes, por desgaste natural, sendo a primeira após 1,3 milhão de km percorridos.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UG7NM8oVPsOnjOH5o9DIKP8VJb0=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/a/8/sKF4aOTrC4Z3u1IVUlaQ/toyota-hilux-1998-7-bancos-frontais.jpg" alt="Estofamento foi um dos poucos itens trocados na Hilux — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Estofamento foi um dos poucos itens trocados na Hilux — Foto: Renato Durães/Autoesporte</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os amortecedores especiais são substituídos a cada 100 mil km. O estofamento no interior já foi trocado por inteiro, mas acreditem: o estepe ainda está no mesmo lugar desde 1998 e o escapamento é original. Em razão das condições climáticas enfrentadas nas viagens, a bateria do carro foi alterada de 75 Ah para 90 Ah. A carroceria é cheia de marcas e riscos que só um carro com 2,5 milhões de histórias pode ter.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2010, quando a picape já havia rodado 1,6 milhão de km, o filho de Falcon, Daniel Martuscelli,&nbsp;<strong>convenceu o pai a comprar um&nbsp;</strong><a class="" href="https://autoesporte.globo.com/carros/modelos/toyota-sw4/"><strong>SW4&nbsp;</strong></a><strong>1996 com motor V6 3.0 turbodiesel de 152 cv</strong>. Desde então, para trabalhos que demandam mais velocidade, o biólogo usa o SUV. Mas quando a missão exige transporte de carga e não há tanta pressa — afinal, a picape não ultrapassa 80 km/h —, a imortal Hilux é convocada até hoje para colocar seus mil quilos de capacidade à prova.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/q7RvPy_niylSCrPVICuh-vx5PJA=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/g/d/Kap4I9TpmoI32JmqGTJw/toyota-hilux-1998-8-bancos-traseiros.jpg" alt="Toyota Hilux é cabine dupla e tem espaço adequado para ocupantes do banco traseiro — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Toyota Hilux é cabine dupla e tem espaço adequado para ocupantes do banco traseiro — Foto: Renato Durães/Autoesporte&nbsp;</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em tempos em que quase tudo é feito para durar pouco, essa Toyota Hilux 1998 é quase uma afronta. Não é conforto, velocidade ou tecnologia que ela oferece. É confiança — uma das coisas mais difíceis de consquistar na vida. É saber que, se depender dela, o destino será alcançado. Que venham os 3 milhões de km.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tempos em que quase tudo é feito para durar pouco, essa Toyota Hilux 1998 é quase uma afronta. Não é conforto, velocidade ou tecnologia que ela oferece. <strong>É confiança — uma das coisas mais difíceis de conquistar na vida</strong>. É saber que, se depender dela, o destino será alcançado. Que venham os 3 milhões de km.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6FAEyRES8WfDchIFG_HGqfZSNbA=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/C/O/WkLUzAQ5ORCPGT9ovTzA/toyota-hilux-1998-12-motor.jpg" alt="Falcon optou pela Hilux com motor aspirado devido à baixa manutenção em relação às versões turbinadas  — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Falcon optou pela Hilux com motor aspirado devido à baixa manutenção em relação às versões turbinadas — Foto: Renato Durães/Autoesporte&nbsp;</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Foi o lugar mais longe”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>maior distância que Paulo percorreu com a Toyota Hilux</strong>&nbsp;foi entre a Serra da Cantareira, na região da Grande São Paulo (SP), até uma cidade chamada São Gonçalo do Gurgueia, no sul do Piauí, a cerca de 2 mil km de distância. Ná época, o biólogo era pesquisador de campo e fazia a coleta de materiais genéticos de araras-azuis.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram três dias para ir até o local, duas semanas rodando por lá e três dias para voltar. Ao todo, entre ida e volta,&nbsp;ele dirigiu mais ou menos 6 mil km apenas nessa viagem. Já Santa Catarina é “logo ali”, e Falcon&nbsp;<strong>faz o chamado “bate e volta” entre São Paulo e Florianópolis com frequência</strong>, rodando cerca de 1,5 mil km entre ida e volta em um só dia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8EX0n6eROiD6OSDCdkXZ5r_SdrY=/0x0:1920x1280/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/u/k/uqBNl4RSGixRIpIIzU8A/toyota-hilux-1998-13-estepe.jpg" alt="Com o odômetro travado, é a troca de pneus que garante a contagem da quilometragem — Foto: Renato Durães/Autoesporte"/><figcaption class="wp-element-caption">Com o odômetro travado, é a troca de pneus que garante a contagem da quilometragem — Foto: Renato Durães/Autoesporte&nbsp;</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Toyota Hilux 1998&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Ficha técnica</td></tr><tr><td>Motor: Dianteiro, longitudinal, 4 cil. em linha, 2.8, aspirado, diesel</td></tr><tr><td>Potência: 78 cv a 3.800 rpm</td></tr><tr><td>Torque: 17,7 kgfm a 2.000 rpm</td></tr><tr><td>Câmbio: Manual, 4 marchas, tração 4&#215;4&nbsp;</td></tr><tr><td>Direção: Hidráulica</td></tr><tr><td>Suspensão: Indep., braços sobrepostos (diant.) e eixo rígido (tras.)</td></tr><tr><td>Freios: Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.)</td></tr><tr><td>Pneus: 215/80 R18</td></tr><tr><td>Tanque: 65 litros</td></tr><tr><td>Caçamba: 776 litros</td></tr><tr><td>Peso: 1.725 kg</td></tr><tr><td></td></tr><tr><td>DIMENSÕES</td></tr><tr><td>Comprimento: 4,85 m</td></tr><tr><td>Largura: 1,69 m</td></tr><tr><td>Altura: 1,80 m</td></tr><tr><td>Entre-eixos: 2,86 m</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Toyota Hilux 1998 — Foto: Renato Durães/Autoesporte</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BPC EM REVISÃO: COMO NÃO PERDER O SEU BENEFÍCIO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/380ng8QFky8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/toyota-hilux-com-25-milhoes-de-km-e-motor-intacto-desbrava-brasil-ate-hoje/">Toyota Hilux com 2,5 milhões de km e motor intacto desbrava Brasil até hoje</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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