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	<title>Hip-Hop |</title>
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	<title>Hip-Hop |</title>
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		<title>Hip-Hop vira política educacional para combater desigualdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Hip-Hop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escola Nacional de Hip-Hop é um programa do MEC que busca reduzir desigualdades raciais na aprendizagem ao integrar saberes urbanos, periféricos e negros ao currículo das redes de ensino OMinistério da Educação (MEC) promoveu, na última quinta-feira, 11 de junho, uma transmissão ao vivo para apresentar e debater sobre o Programa Escola Nacional de Hip-Hop (H2E). Realizado em parceria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escola Nacional de Hip-Hop é um programa do MEC que busca reduzir desigualdades raciais na aprendizagem ao integrar saberes urbanos, periféricos e negros ao currículo das redes de ensino<br><br>OMinistério da Educação (MEC) promoveu, na última quinta-feira, 11 de junho, uma transmissão ao vivo para apresentar e debater sobre o <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-do-hip-hop" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Escola Nacional de <em>Hip-Hop</em> (H2E)</a>. Realizado em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o encontro orientou gestores estaduais, municipais e distritais sobre a adesão e a implementação do programa nas redes de ensino. O webinário também contou com um momento dedicado à navegação do sistema de adesão e um espaço para responder dúvidas. </p>



<p>A Escola Nacional de<em>&nbsp;Hip-Hop</em>&nbsp;integra a&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/pneerq" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq)</a>&nbsp;e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027.&nbsp;O período de adesão ao&nbsp;programa está aberto e vai até o dia 30 de junho, exclusivamente por meio do&nbsp;<a href="https://simec.mec.gov.br/login.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sistema de Monitoramento, Execução e Controle (Simec)</a>.&nbsp;</p>



<p>Segundo a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Zara Figueiredo, a iniciativa representa uma estratégia para enfrentar desigualdades raciais na aprendizagem por meio da valorização da cultura negra e periférica dentro das escolas.&nbsp;“Um dos&nbsp;nossos&nbsp;grandes desafios na educação é exatamente reduzir as desigualdades de aprendizagem, e uma das maiores que&nbsp;o Brasil&nbsp;apresenta&nbsp;é&nbsp;justamente&nbsp;essa desigualdade racial de aprendizagem”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>A secretária&nbsp;destacou,&nbsp;ainda,&nbsp;que pesquisas nacionais e internacionais apontam que o&nbsp;<em>hip-hop</em>&nbsp;pode contribuir para a melhoria da aprendizagem.&nbsp;“O&nbsp;<em>hip-hop</em>&nbsp;tem atuado sobre&nbsp;a&nbsp;redução de desigualdades de aprendizagem, seja em leitura&nbsp;ou em&nbsp;matemática e ciências”, explicou.&nbsp;</p>



<p><strong>Currículo, identidade e pertencimento&nbsp;–&nbsp;</strong>A proposta da Escola Nacional de&nbsp;<em>Hip-Hop</em>&nbsp;H2E é incorporar saberes urbanos, periféricos e negros ao ambiente escolar, por meio de atividades ligadas à música,&nbsp;à&nbsp;dança,&nbsp;ao&nbsp;grafite,&nbsp;às&nbsp;batalhas de rima e&nbsp;à&nbsp;formação cultural.&nbsp;</p>



<p>“Quando nós construímos a Escola Nacional de&nbsp;<em>Hip-Hop</em>&nbsp;H2E, foi exatamente para trazer esses saberes urbanos,&nbsp;periféricos e negros para dentro dos currículos e das escolas”, disse a secretária.&nbsp;</p>



<p>Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs,&nbsp;<em>breaking</em>&nbsp;olímpico,&nbsp;<em>slams&nbsp;</em>estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao<em>&nbsp;hip-hop</em>&nbsp;na educação infantil.&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;programa atua em três grandes frentes na educação básica: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.&nbsp;</p>



<p>Para Zara Figueiredo, reconhecer essas manifestações culturais dentro da escola fortalece o sentimento de pertencimento dos estudantes.&nbsp;“Quando você tem um estudante negro no corredor da escola fazendo uma batalha de rimas,&nbsp;isso mostra&nbsp;as nossas heroínas e os nossos heróis. Isso gera empoderamento, autoestima e, portanto, aprendizagem”, ressaltou.&nbsp;</p>



<p>A iniciativa amplia experiências que antes aconteciam de forma pontual em escolas e projetos culturais.&nbsp;“O que era pontual passa a ser uma política educacional,&nbsp;com apoio das redes municipais e estaduais”, afirmou a secretária.&nbsp;</p>



<p><strong>Encontro em Palmares&nbsp;–&nbsp;</strong>A secretária também anunciou um encontro em União dos Palmares, em Alagoas,&nbsp;que ocorre na sexta-feira, 12 de junho,&nbsp;considerado um espaço simbólico para a valorização da cultura negra no país.&nbsp;O evento contará com&nbsp;a&nbsp;adesão coletiva de prefeitos e secretários municipais de educação à Escola Nacional de&nbsp;<em>Hip-Hop</em>&nbsp;H2E.&nbsp;“Vai ser um momento lindo, num lugar muito simbólico para nós, dificilmente a gente encontra um lugar simbólico tão grande como a Serra da Barriga”,&nbsp;revelou.&nbsp;</p>



<p>Além de Zara Figueiredo e do coordenador-geral da Equidade Educacional do MEC, Caio Callegari, o webinário contou&nbsp;com&nbsp;a participação da secretária de Estado&nbsp;de Educação do Rio Grande do Norte&nbsp;e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Socorro Batista; da chefe de gabinete da Secretaria de Educação de Porto Alegre&nbsp;(RS)&nbsp;e representante do&nbsp;Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec), Cristiane Franco; do&nbsp;dirigente Municipal de Educação de Nova Odessa (SP)&nbsp;e presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação&nbsp;(Undime), Luiz Miguel Martins Garcia; e do consultor da Unesco para a implementação da&nbsp;Escola Nacional de&nbsp;<em>Hip-Hop</em>, Leandro Bassini.&nbsp;</p>



<p><em>Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)  </em> / Foto: Divulgação/MEC</p>



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<iframe title="DENI SANTANA O CABOCLO CATINGUEIRO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vn-Q0Re9eYg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Fábrica de Rimas – Uma Década de Hip-Hop: documentário estreia nesta quarta, (01)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fábrica de Rimas]]></category>
		<category><![CDATA[Hip-Hop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>42ª Batalha do EVA integra a cerimônia de lançamento do documentário em celebração aos dez anos do coletivo. A cerimônia de lançamento do documentário Fábrica de Rimas – Uma Década de Hip-Hop, acontece na quarta-feira, 1º de outubro, às 18h30, com acesso gratuito na praça do Loteamento Vila Mar, bairro de Nova Brasília, em Salvador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>42ª Batalha do EVA integra a cerimônia de lançamento do documentário em celebração aos dez anos do coletivo.</em></p>



<p>A cerimônia de lançamento do documentário Fábrica de Rimas – Uma Década de Hip-Hop, acontece na quarta-feira, 1º de outubro, às 18h30, com acesso gratuito na praça do Loteamento Vila Mar, bairro de Nova Brasília, em Salvador e simultaneamente no canal do YouTube. O objetivo é resgatar a memória da organização, valorizar o papel transformador da cultura periférica, ampliar o alcance das ações realizadas e para integrar o lançamento em celebração aos dez anos de atividade do Coletivo Sociocultural Fábrica de Rimas, acontece a 42ª Batalha do EVA.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A película evidencia um acervo de personagens como as crianças, adolescentes, jovens beneficiados, moradores, artistas, a facilitadora cultural Melissa Oliveira, o coreógrafo Ananias Break, o historiador Henrique Oliveira, o mestre em Educação e Contemporaneidade pela UNEB e autor de livros como ‘Bahia com H de Hip-Hop’ e ‘Branquitude, Música Rap e Educação’ Jorge Hilton, além das contribuições de outros parceiros. Nos últimos dez anos de trajetória a Fábrica de Rimas utilizou a inspiração na cultura Hip-Hop para promover arte, educação, cultura e lazer como ferramenta de mobilização e transformação social. Reconhecido pelo Ministério da Cultura como Ponto de Cultura, o coletivo sociocultural é pautado pela inclusão social, igualdade de gênero, cidadania, desenvolvimento de jovens e adolescentes, princípios que dialogam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p>Em seu longo período de existência, o coletivo já impulsionou e promoveu a descoberta de novos talentos no cenário artístico baiano através da criação de eventos como o Sarau Fábrica de Rimas e programas de formação como o Acelera RAP, jovens assistidos foram encaminhados ao mercado de trabalho e alguns atuam na área cultural. Como o projeto não se restringe ao fazer artístico, a Geladeira Solidária na praça do Loteamento Vila Mar foi mais uma iniciativa e ocorreu entre os anos de 2021 e 2022, época da pandemia, uma mensagem escrita em&nbsp;<em>graffiti</em>&nbsp;na porta da geladeira dizia: “Pegue só o necessário. Quem tem, bota. Quem não tem, tira.”, transformou a realidade de 600 famílias em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>A Fábrica de Rimas nasceu a partir da percepção dos agentes culturais oriundos de Nova Brasília, o arte educador e jornalista, Well Santiago e o artista plástico e grafiteiro, Josemar Oliveira (Sagaz), de descentralizar da região central da capital baiana e promover atividades culturais, de lazer e entretenimento na comunidade onde residem. A formação atual do coletivo conta com o fundador Well Santiago, mas também com o agente cultural Eric Lima (MC L4tro), porém 60% da representatividade é feminina sendo elas: a advogada Deisilene Silva, a assistente social Lais Laranjeiras e a pedagoga Lisandra Boaventura.</p>



<p>A 42ª Batalha do EVA carrega o nome abreviado tendo como referência a Estrada Velha do Aeroporto, atualmente é o único torneio ativo no bairro de Nova Brasília e comunidades circunvizinhas, e integrará a cerimônia de celebração do evento, com inscrições por ordem de chegada, vale premiações em dinheiro e oportuniza oito vagas para o duelo de MC’s (Mestres de Cerimônia). Segundo Deisilene Silva, esse momento “é a celebração de uma década de fazer social e cultural, que respeita e honra nossa história e, ao mesmo tempo, anuncia uma nova fase. O documentário não é apenas sobre o que passou, mas sobre a força que nos move para seguir transformando vidas e reafirmando que o Hip-Hop é também ferramenta de construção coletiva, identidade e futuro.”, afirma a assessora jurídica do coletivo.</p>



<p>Com classificação indicativa livre para todos os públicos, o acesso ao local e participação das atividades do evento é gratuita. Após o lançamento, o filme documentário Fábrica de Rimas – Uma Década de Hip-Hop estará disponível no&nbsp;<a href="http://www.youtube.com/@fabricaderimas5621" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do Youtube</a>. O projeto Minidocumentário “Fábrica de Rimas – Uma Década de Hip-Hop” foi contemplado pelo edital Territórios Criativos – Ano II com recursos financeiros da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura de Salvador e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), Ministério da Cultura, Governo Federal.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>O quê?</strong>&nbsp;Lançamento do documentário: Fábrica de Rimas – Uma década de Hip-Hop e 42ª Batalha do EVA</p>



<p><strong>Onde?</strong>&nbsp;Praça do Loteamento Vila Mar, em Nova Brasília</p>



<p><strong>Quando?</strong>&nbsp;1º de outubro, quarta-feira</p>



<p><strong>Que horas?</strong>&nbsp;14h30<strong>Quanto custa?</strong>&nbsp;Gratuito</p>



<p><strong>Informações:&nbsp;</strong>@fabricaderimas</p>



<p><strong>Texto – Scila Brito</strong></p>



<p><strong>PRYSMEDIA Assessoria de Imprensa</strong> </p>



<p>Fonte: Aldeia Nagô / Foto: Divulgação</p>



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<iframe title="VEM AI A PRIMEIRA FLIPIRA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/UDDz9jxb6mw?start=259&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/fabrica-de-rimas-uma-decada-de-hip-hop-documentario-estreia-nesta-quarta-01/">Fábrica de Rimas – Uma Década de Hip-Hop: documentário estreia nesta quarta, (01)</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Marcha pede reconhecimento do Hip-Hop como patrimônio cultural nesta segunda (17) em Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 14:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Hip-Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mobilização parte da Praça Zumbi dos Palmares 13h em direção ao Iphan, onde entregará o dossiê para registro do pedido A marcha pelo reconhecimento, preservação e valorização da Cultura Hip-Hop, que acontecerá nesta segunda (17) com concentração, a partir das 13h, na Praça Zumbi dos Palmares e saída em direção ao Instituto do Patrimônio Histórico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mobilização parte da Praça Zumbi dos Palmares 13h em direção ao Iphan, onde entregará o dossiê para registro do pedido</p>



<p>A marcha pelo reconhecimento, preservação e valorização da Cultura Hip-Hop, que acontecerá nesta segunda (17) com concentração, a partir das 13h, na Praça Zumbi dos Palmares e saída em direção ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tem como objetivo a entrega do dossiê que pleiteia o registro do Hip-Hop como patrimônio cultural e imaterial pelo órgão. O texto será entregue ao presidente Leandro Grass. </p>



<p>Para o deputado distrital Max Maciel (PSOL), autor da lei que declara o Hip-Hop como<a href="https://www.brasildefatodf.com.br/2023/07/06/hip-hop-agora-e-patrimonio-cultural-imaterial-do-distrito-federal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal</a>, o evento será fundamental para ressaltar a importância dessa cultura para a juventude negra e periférica de todo o país.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18.jpg" alt="" class="wp-image-86869" width="845" height="106" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 845px) 100vw, 845px" /></figure>



<p>“Reconhecer a importância do Hip-Hop a nível nacional é garantir a sua preservação, é fazer com que o Poder Público crie mecanismos para a sua valorização e meios para que artistas do Hip-Hop continuem se expressando e salvando milhares de vidas de jovens pretos e periféricos pela arte”, afirmou Max.</p>



<p>Para o MC e ativista social, Rafa Rafuagi, a marcha também pedirá ao governo federal que assine o decreto de reconhecimento e fomento do hip hop no dia 11 de agosto, data em que se comemora os 50 anos do surgimento da cultura Hip-Hop no mundo.</p>



<p>“Queremos que o governo Lula assuma e fortaleça a participação da cultura Hip-Hop, que incorpore as favelas e periferias e, sobretudo, a população preta e as suas lideranças nos espaços de construção de políticas públicas”, ressalta o artista</p>



<p>Para Cláudia Maciel, jornalista e uma das facilitadoras gerais da Construção Nacional da Cultura Hip Hop, o ato será um momento simbólico de união entre os artistas do hip hop. “Vamos marchar de braços dados pedindo a sensibilidade do Iphan para que o Hip-Hop obtenha esse título e, assim, a gente consiga proteger uma das culturas mais importantes do mundo”, acrescenta.</p>



<p>Construção Nacional do Cinquentenário da Cultura Hip-Hop</p>



<p>A Construção Nacional é uma coalizão de hip-hoppers de todo o país que pretende ajudar na reconstrução e transformação do Brasil. O grupo de trabalho defende e recomenda ideias de projetos que combatam a pobreza e promovam a equidade racial, social e de gênero por meio de políticas públicas de educação, cultura, igualdade racial, segurança cidadã, comunicação, turismo e fortalecimento das relações interinstitucionais entre a sociedade organizada e o Estado brasileiro.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Estamos falando do destino da nossa democracia e da luta contra o fascismo, supremacismo branco mundial, uma das expressões mais macabras e cruéis da emergência da extrema direita, com base popular, lamentavelmente, brasileira. São reclamos emergenciais para voltarmos a ter o devido protagonismo e reconhecimento pelo Estado de Direito das inúmeras e diversas mudanças sociais que já promovemos, como instituições da sociedade civil e agentes da cultura Hip-hop, em nível nacional”, explica Marcelo Rebello, um dos integrantes da Construção.&nbsp;</p>



<p>O grupo trabalha também na perspectiva de cobrança ao governo, para que a democracia brasileira incorpore as favelas e periferias e, sobretudo, a população preta e as suas lideranças nos espaços de construção de políticas públicas, assim como na promoção da reconstrução e da transformação do Brasil.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O movimento esteve em Brasília, de 15 a 19 de maio, dialogando com os poderes Legislativo, Judiciário e Executivo para propor políticas públicas para as periferias e favelas brasileiras e enfatizar o reconhecimento da cultura Hip-Hop.</p>



<p>Em reunião com o Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), os representantes da Construção Nacional do Cinquentenário apresentaram um plano de trabalho para a criação de um Museu Nacional da Cultura Hip-Hop e o reconhecimento de casas do movimento cultural como pontos de memória.</p>



<p>Como forma de celebrar os 50 anos do Hip-Hop no mundo, a articulação organiza uma série de atividades que vai acontecer entre os meses de agosto a dezembro deste ano, em todas as regiões do país, com celebrações, oficinas, workshops, capacitações e seminários nas periferias.</p>



<p><strong>Fonte:&nbsp;</strong><a target="_blank" href="https://www.brasildefatodf.com.br/2023/07/14/marcha-nacional-do-hip-hop-acontece-nesta-segunda-17-em-brasilia" rel="noreferrer noopener">BdF Distrito Federal</a></p>



<p>Edição: Flávia Quirino</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eugênio Gomes: o escritor do Camisão" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/MHl1v20S9QA?start=3956&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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