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	<title>hipertensão gestacional |</title>
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		<title>Pré-eclâmpsia: veja as causas da hipertensão gestacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 14:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão gestacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médica obstetra explica que o sistema imunológico tem relação direta com o surgimento da pré-eclâmpsia, além de outras condições A pré-eclâmpsia, ou hipertensão gestacional, pode acontecer em qualquer gestante durante a segunda metade da gravidez ou até seis meses após o parto. A condição é grave, e é responsável por 10% a 15% das mortes maternas diretas em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Médica obstetra explica que o sistema imunológico tem relação direta com o surgimento da pré-eclâmpsia, além de outras condições</p>



<p>A <strong>pré-eclâmpsia</strong>, ou hipertensão gestacional, pode acontecer em qualquer gestante durante a segunda metade da gravidez ou até seis meses após o parto. A condição é grave, e é responsável por 10% a 15% das mortes maternas diretas em todo o mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Rede Brasileira de Estudos sobre Hipertensão na Gravidez (RBEHG) estimam que a doença cause 80 mil mortes maternas e 500 mil mortes fetais anualmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Para a médica obstetra Dra. Bruna Pitaluga, a pré-eclâmpsia é a doença mais cruel da gestação. “Resultado de informações metabólicas equivocadas, com alterações de todos os sistemas do corpo humano envolvidos, a pré-eclâmpsia pode ser considerada o oposto da gestação. Se esta é o equilíbrio, aquela é o desequilíbrio completo”, afirma.</p>



<p>Conforme a especialista, o sistema imunológico exerce papel fundamental na gestação. Isso porque, em conjunto com o sistema endócrino, ele fornece informações para que, após o encontro entre o óvulo e o espermatozóide, o embrião se implante no útero e o corpo da mãe receba o bebê de forma controlada e programada. “Quando o sistema imunológico está desequilibrado, essa resposta acontece de forma errada e a placenta não se implanta adequadamente”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que pode causar a pré-eclâmpsia?</strong></h2>



<p>Por isso, condições que atrapalham o perfeito funcionamento do sistema imunológico são fatores de risco para a pré-eclâmpsia e, portanto, precisam de acompanhamento e tratamento durante o pré-natal. Segundo a médica, a&nbsp;<strong>idade gestacional e materna avançada</strong>, por exemplo, é um fator de risco. “Já é sabido que acima de 40 anos de idade existem alterações relacionadas à produção de hormônios esteroides, à microbiota e ao sistema imunológico”, comenta.</p>



<p>A&nbsp;<strong>obesidade e o sobrepeso</strong>&nbsp;também podem acarretar a doença, por serem pró-inflamatórios e desequilibrarem o sistema imunológico. Assim como diabetes gestacional ou pré-gestacional e hipertensão crônica, que costumam estar relacionadas a inflamações do corpo. “Na prática clínica, inclusive, é muito comum detectarmos a existência de uma hipertensão sobreposta em casos de pré-eclâmpsia”, relata a médica obstetra.</p>



<p>Do mesmo modo, segundo a Dra. Bruna,<strong>&nbsp;doenças autoimunes</strong>&nbsp;são fatores de risco para pré-eclâmpsia, porque desencadeiam alterações de sinalizações do sistema imunológico. “A correlação entre doenças autoimunes e a pré-eclâmpsia já foram demonstradas por trabalhos multicêntricos, revisões sistemáticas e meta-análises e pela prática clínica, principalmente entre profissionais que estão acostumados a realizarem acompanhamento pré-natal de alto risco”, afirma.&nbsp;</p>



<p>Outro fator desencadeante de pré-eclâmpsia, de acordo com a médica obstetra, é a&nbsp;<strong>fertilização in vitro (FIV)</strong>. “Uma mulher que engravida após uma fertilização assistida não apresenta uma sinalização metabólica igual a quem tem uma gestação ‘normal”, fisiológica”, diz.&nbsp;</p>



<p>A médica obstetra explica que não é apenas a técnica que contribui para a pré-eclâmpsia, mas também o perfil de quem se submete a ela. “Normalmente, são pacientes acima dos 40 anos, que, em razão da idade, apresentam doenças metabólicas crônicas, como diabetes gestacional e hipertensão”, esclarece.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outros fatores que aumentam o risco da doença</strong></h2>



<p>A médica obstetra lista ainda outros fatores que também podem aumentar o risco de pré-eclâmpsia. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Primiparidade (primeira gestação);</li>



<li>Doenças renais;</li>



<li>Intervalos de gestação muito curtos ou muito longos;</li>



<li>Casos de pré-eclâmpsia entre parentes de primeiro grau</li>



<li>Pré-eclâmpsia em gestações anteriores;</li>



<li>Placentas muito grandes;</li>



<li>Restrição de crescimento intrauterino;</li>



<li>Alteração no exame de ultrassom com Doppler;</li>



<li>Alterações de fatores angiogênicos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tratamento"><strong>Tratamento</strong></h2>



<p>Como a doença está atrelada à inflamação do corpo, seu tratamento consiste em medidas anti-inflamatórias, aponta Bruna. Um exemplo é a utilização do fármaco AAS (ácido acetilsalicílico), que atua controlando alguns fatores com ciclo-oxigenase A2 (uma enzima inflamatória). “Para que melhores resultados com essa terapia sejam alcançados deve ser feita sua prescrição antes de 16 semanas de gestação e na dose de pelo menos 100mg (150mg tem sido avaliado em estudos mais recentes)”, indica.</p>



<p>Contudo, o melhor tratamento continua sendo a prevenção, destaca a obstetra. Por isso, Bruna sugere às mulheres que, antes de engravidarem, percam peso, controlem doenças autoimunes, o ciclo circadiano e, principalmente, as deficiências de vitaminas e minerais, como vitamina D e magnésio. “A saúde da mulher e de seu bebê dependem dessas atitudes”, diz. Por fim, a médica ressalta que as gestantes devem buscar sempre o aconselhamento médico antes de adotarem qualquer medida.</p>



<p>Fonte: Saúde em dia / Pré-eclâmpsia: saiba as causas da hipertensão gestacional &#8211; Foto: Shutterstock</p>



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