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	<title>Hungria |</title>
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	<title>Hungria |</title>
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		<title>Um dos nomes pricipais da extrema direita,Viktor Orbán admite derrota na Hungria: &#8216;Resultado da eleição é claro e doloroso&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 21:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 12/04/2026 &#8211; 16h41 Por&#160;Redação O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais nomes da extrema direita global, admitiu publicamente sua derrota nas eleições parlamentares realizadas neste domingo (12). O anúncio marca o encerramento de um governo que se estendia ininterruptamente desde 2010. &#8220;O resultado é claro e doloroso&#8221;, declarou Orbán durante um breve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 12/04/2026 &#8211; 16h41</p>



<p>Por&nbsp;Redação</p>



<p>O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais nomes da extrema direita global, admitiu publicamente sua derrota nas eleições parlamentares realizadas neste domingo (12). O anúncio marca o encerramento de um governo que se estendia ininterruptamente desde 2010.</p>



<p>&#8220;O resultado é claro e doloroso&#8221;, declarou Orbán durante um breve discurso a apoiadores em Budapeste. Com pouco mais de 60% das urnas apuradas, as projeções indicam uma vitória contundente do partido de oposição Tisza (Respeito e Liberdade), liderado por Péter Magyar.</p>



<p>De acordo com o Órgão Eleitoral Nacional (NVI), o partido Tisza deve conquistar 136 das 199 cadeiras do Parlamento. Já o Fidesz, partido de Orbán, projeta-se com apenas 56 assentos, seguido pelo Mi Hazánk, que teria sete cadeiras.</p>



<p>O pleito registrou uma participação recorde dos eleitores, evidenciando o alto engajamento da população no que foi considerado o pleito mais importante da Europa neste ano.</p>



<p>Fonte: Bahia Noticias / Foto: Zawrzel / NurPhoto via Getty Images<br><br></p>



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<iframe title="OS EFEITOS DA MUDANÇA CLIMÁTICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/b_CiIReHsQk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Orbán da Hungria vai à Ucrânia e pede a Zelensky &#8216;cessar-fogo para acelerar negociações de paz&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 15:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Cessar fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 2 de julho de 2024 O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, chegou à Ucrânia na manhã desta terça-feira (2) para sua primeira visita ao país desde o começo da operação russa, e pediu a Kiev que capitule às exigências da Rússia para acabar com o conflito. Orbán pediu a Kiev que trabalhe em prol [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Terça, 2 de julho de 2024</p>



<p>O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, chegou à Ucrânia na manhã desta terça-feira (2) para sua primeira visita ao país desde o começo da operação russa, e pediu a Kiev que capitule às exigências da Rússia para acabar com o conflito.</p>



<p>Orbán pediu a Kiev que trabalhe em prol de um &#8220;rápido cessar-fogo&#8221;, o que&nbsp;<strong>poderia abrir caminho para negociações com a Rússia</strong>&nbsp;para pôr fim a mais de dois anos de conflito.</p>



<p>O premiê fez o apelo ao lado de&nbsp;<strong>Vladimir Zelensky</strong>&nbsp;durante uma visita surpresa ao país.</p>



<p>&#8220;Pedi ao presidente que considerasse que [&#8230;] um cessar-fogo rápido poderia acelerar as negociações de paz&#8221;, disse o líder húngaro a repórteres, acrescentando que o cessar-fogo que ele prevê seria &#8220;por tempo limitado&#8221;.<a href="https://noticiabrasil.net.br/20240702/orban-da-hungria-vai-a-ucrania-e-pede-a-zelensky-cessar-fogo-para-acelerar-negociacoes-de-paz-35393585.html#"></a></p>



<p>Orbán também afirmou à imprensa que <a href="https://noticiabrasil.net.br/20240530/midia-hungria-perdera-cargos-importantes-na-ue-como-punicao-por-se-opor-ao-financiamento-da-ucrania-34864583.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">havia aceitado um convite de Zelensky</a> para visitar a Ucrânia, mas questionou o porquê da visita.</p>



<p>&#8220;Eu disse a ele que estaria à disposição dele. Só precisamos esclarecer uma questão: Sobre o quê?&#8221;, indagou o premiê, <a href="https://www.nytimes.com/2024/07/02/world/europe/orban-hungary-ukraine-zelensky.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segundo</a> o The New York Times.<a href="https://noticiabrasil.net.br/20240702/orban-da-hungria-vai-a-ucrania-e-pede-a-zelensky-cessar-fogo-para-acelerar-negociacoes-de-paz-35393585.html#"></a></p>



<p>A visita à Ucrânia acontece um dia após a&nbsp;<strong>Hungria assumir a presidência rotativa</strong>&nbsp;da União Europeia pelos próximos seis meses, uma&nbsp;<a href="https://noticiabrasil.net.br/20240525/hungria-bloqueia-entrega-de-lucros-de-ativos-da-russia-a-ucrania-diz-midia-34788043.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">posição que dá ao Estado da Europa Central</a>&nbsp;influência sobre a agenda e as prioridades do bloco para o resto do ano.</p>



<p>O premiê disse que relataria suas conversas com Zelensky aos primeiros-ministros do bloco &#8220;para que as decisões europeias necessárias possam ser tomadas&#8221;, acrescentando que &#8220;<strong>a paz na Ucrânia será a principal questão </strong>durante os próximos seis meses da presidência húngara da UE&#8221;.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Hungria se opõe abertamente às sanções à Rússia</strong>&nbsp;e em diversos momentos deixou clara sua oposição à entrada de Kiev no bloco europeu ou na OTAN, por achar que o país &#8220;não está preparado&#8221; para dar esses passos.</p>



<p>As tensões entre Kiev e Budapeste são anteriores à operação russa, com a Hungria irritada com as políticas linguísticas da Ucrânia. Mais de <strong>100 mil húngaros étnicos</strong> vivem na Ucrânia, a maioria <a href="https://noticiabrasil.net.br/20230306/chanceler-hungaro-pede-acordo-de-cessar-fogo-e-nada-mais-na-ucrania-27940975.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na região ocidental da Transcarpátia</a>, parte da Hungria até o fim da Primeira Guerra Mundial.</p>



<p>Fonte: Sputniknews / © AFP 2023 / Genya Savilov</p>



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<iframe title="Microfisioterapia uma nova forma de cuidar da saúde" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QwfNxJJzIBI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/orban-da-hungria-vai-a-ucrania-e-pede-a-zelensky-cessar-fogo-para-acelerar-negociacoes-de-paz/">Orbán da Hungria vai à Ucrânia e pede a Zelensky ‘cessar-fogo para acelerar negociações de paz’</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Todos os países da UE (menos a Hungria) apelam a um cessar-fogo em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 04:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os países da União Europeia, com exceção da Hungria, apelaram conjuntamente a um cessar-fogo em Gaza e instam Israel a não lançar o planeado ataque a Rafah. Artigo publicado originalmente em inglês De  Mared Gwyn Jones &#8211; Terça, 20 de fevereiro de 2024 Budapeste&#160;recusou-se a subscrever o apelo, apesar da pressão de outras capitais, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os países da União Europeia, com exceção da Hungria, apelaram conjuntamente a um cessar-fogo em Gaza e instam Israel a não lançar o planeado ataque a Rafah.</p>



<p>Artigo publicado originalmente em <a href="https://www.euronews.com/my-europe/2024/02/19/all-eu-countries-bar-hungary-call-for-eventual-gaza-ceasefire">inglês</a></p>



<p>De  <a href="https://twitter.com/euronews" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mared Gwyn Jones</a> &#8211; Terça, 20 de fevereiro de 2024</p>



<p><strong>Budapeste</strong>&nbsp;recusou-se a subscrever o apelo, apesar da pressão de outras capitais, e também fez descarrilar sozinho o plano da&nbsp;<strong>UE</strong>&nbsp;de aplicar sanções coletivas aos colonos israelitas considerados violentos, apresentado pela primeira vez em dezembro, na sequência de uma nova vaga de ataques a palestinianos na&nbsp;<strong>Cisjordânia</strong>.</p>



<p>A decisão foi tomada depois de dez horas de intensas conversações entre os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, na segunda-feira, durante as quais o húngaro&nbsp;<strong>Péter Szijjártó</strong>&nbsp;se manteve firme e bloqueou o consenso sobre as duas questões.</p>



<p>Numa situação rara para o bloco, 26 dos 27 Estados-Membros isolaram a <strong>Hungria</strong> e emitiram a sua própria declaração, apelando a &#8220;uma pausa humanitária imediata que possa conduzir a um cessar-fogo sustentável&#8221; na sitiada <strong>Faixa de Gaza</strong>, onde cerca de 29 mil palestinianos perderam a vida desde o início da guerra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">UE pede a Israel para não fazer ofensiva em Rafah</h2>



<p>As 26 nações também aprovaram uma declaração em que pedem ao governo israelita que não prossiga com a sua&nbsp;<strong><a href="https://pt.euronews.com/2024/02/18/netanyahu-rejeita-pressoes-para-parar-ofensiva-terrestre-em-rafah-ultimos-ataques-matam-ma">ação militar planeada</a></strong>&nbsp;na cidade de&nbsp;<strong>Rafah</strong>, no sul de Gaza, para onde mais de um milhão de palestinianos fugiram da guerra.</p>



<p>Um ataque a Rafah &#8220;agravaria uma situação humanitária já catastrófica e impediria a prestação urgente de serviços básicos e de assistência humanitária&#8221;, lê-se na declaração.</p>



<p>O comunicado acrescenta uma pressão internacional significativa sobre o gabinete de guerra israelita para que se abstenha da sua planeada ofensiva terrestre em Rafah, que o primeiro-ministro<strong>Benjamin Netanyahu</strong>&nbsp;afirma albergar os últimos militantes do&nbsp;<strong>Hamas</strong>&nbsp;em Gaza.</p>



<p>Um membro do gabinete de guerra ameaçou na segunda-feira lançar a ofensiva se os restantes reféns detidos pelo Hamas em Gaza não forem libertados até ao Ramadão.</p>



<p>Mas a falta de apoio unânime às declarações sublinha ainda mais a&nbsp;<strong><a href="https://pt.euronews.com/2024/02/18/chefe-da-diplomacia-europeia-avisa-temos-de-trabalhar-juntos-mais-rapido-e-melhor">luta contínua</a></strong>&nbsp;da UE para chegar a uma linha comum sobre o conflito no Médio Oriente.</p>



<p>&#8220;Sei muito bem que, se não houver unanimidade, não há uma posição comum da UE, mas pode haver uma posição apoiada por uma maioria suficiente&#8221;, explicou o Alto Representante da UE para os Negócios Estrangeiros,&nbsp;<strong>Josep Borrell</strong>.</p>



<p>&#8220;Naturalmente, isso não reforça a nossa posição. A Europa só pode desempenhar um papel quando está unida&#8221;, acrescentou.</p>



<p>Nos últimos meses, Budapeste tem ameaçado usar o seu poder de veto para atrasar ou fazer descarrilar completamente as decisões de política externa da UE.</p>



<p>Isto obrigou o Conselho Europeu a explorar&nbsp;<strong><a href="https://pt.euronews.com/my-europe/2023/12/19/sera-que-os-lideres-da-ue-vao-continuar-a-evitar-orban-pedindo-lhe-que-saia-da-sala">formas criativas</a></strong>&nbsp;de contornar a Hungria. Em dezembro, o primeiro-ministro Viktor Orbán foi convidado a abandonar a sala de negociações do Conselho Europeu para permitir que os restantes chefes de Estado e de Governo aprovassem a abertura de negociações de adesão com a Ucrânia e a Moldávia sem a sua presença.</p>



<p>O bloco também foi forçado a adiar a aprovação do seu pacote de ajuda de 50 mil milhões de euros para a Ucrânia por cerca de sete semanas, depois de não ter conseguido obter concessões de Orbán em dezembro passado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sanções contra colonos atrasadas</h2>



<p>Embora o&nbsp;<strong>Reino Unido</strong>&nbsp;e os&nbsp;<strong>Estados Unidos</strong>&nbsp;tenham sancionado os colonos israelitas extremistas por ataques a comunidades palestinianas já em dezembro, o&nbsp;<strong><a href="https://www.euronews.com/my-europe/2023/12/09/eu-mulls-sanctioning-violent-israeli-settlers-tougher-restrictions-on-hamas">plano</a></strong>&nbsp;do bloco foi adiado durante meses.</p>



<p>Alguns Estados-membros &#8211; nomeadamente a&nbsp;<strong>Chéquia</strong>&nbsp;e a Hungria &#8211; rejeitaram que os colonos fossem abrangidos pelo mesmo quadro de sanções que se aplica ao Hamas, designado como organização terrorista pela UE, receando que isso enviasse uma mensagem política enganadora.</p>



<p>&#8220;Não é um bom sinal político para os terroristas (&#8230;) estarem mais ou menos no mesmo pacote que as pessoas que cometem atos extremos com motivações políticas, mas que não podem, de forma alguma, ser comparados ao terrorismo&#8221;, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros checo,&nbsp;<strong>Jan Lipavský</strong>, antes da reunião de segunda-feira, sublinhando que o seu país não tinha bloqueado totalmente o pacote de sanções.</p>



<p>Depois da reunião, Lipavský disse que&nbsp;<strong>Praga</strong>&nbsp;não tinha &#8220;nenhum problema com o pacote em princípio&#8221;, mas que um outro Estado-membro avançou e &#8220;simplesmente bloqueou todo o pacote de sanções contra os colonos&#8221;.</p>



<p>Josep Borrell disse estar a pressionar os Estados-membros para que tomassem medidas contra aquilo a que chamou &#8220;ações terroristas&#8221; contra os palestinianos na Cisjordânia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Países tomam iniciativas individuais</h2>



<p>&#8220;A Cisjordânia está a ferver e se não deixarem as pessoas ir às mesquitas durante as festividades, durante o Ramadão, a situação pode piorar ainda mais&#8221;, afirmou Borrell.</p>



<p>Num sinal de esgotamento da paciência dos Estados-membros da UE,&nbsp;<strong>França</strong>&nbsp;impôs unilateralmente sanções aos colonos israelitas na passada terça-feira, impedindo a entrada em França de 28 indivíduos.</p>



<p><strong>Bélgica</strong>,&nbsp;<strong>Irlanda</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Espanha</strong>&nbsp;indicaram que também estariam preparados para introduzir as suas próprias sanções se o impasse na UE persistisse.</p>



<p>&#8220;Se não houver acordo, Espanha irá certamente avançar sozinha com estas sanções contra os colonos violentos&#8221;, disse o ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros,&nbsp;<strong>José Manuel Albares</strong>, na segunda-feira.</p>



<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros irlandês,&nbsp;<strong>Micheál Martin</strong>, afirmou: &#8220;Se não conseguirmos unanimidade, estamos preparados para o fazer nós próprios, enquanto país. A Irlanda está e sei que outros também estão a pensar nisso&#8221;.</p>



<p>A&nbsp;<strong>ONU</strong>&nbsp;estima que a violência dos colonos israelitas tenha aumentado significativamente desde o início da guerra em Gaza, atingindo uma média de sete incidentes por dia, em comparação com três por dia antes dos ataques do Hamas a Israel, em 7 de outubro.</p>



<p>Durante o fim de semana, Borrell afirmou na Conferência de Segurança de Munique que a violência na Cisjordânia, devido à invasão do território palestiniano por israelitas extremistas, é o &#8220;verdadeiro obstáculo à solução dos dois Estados&#8221;, a solução preferida pelo Ocidente para garantir uma paz duradoura e a segurança na região.</p>



<p>O bloco espera desempenhar um papel nas negociações para uma resolução pacífica do conflito, mas a sua credibilidade está a ser dificultada por divisões internas enraizadas entre os Estados-membros.</p>



<p>Borrell confirmou que o bloco vai continuar a &#8220;estudar como proceder&#8221; em relação às sanções contra os colonos israelitas, bem como contra os militantes do Hamas por &#8220;violações dos direitos humanos e violência sexual&#8221;.</p>



<p>&#8220;A decisão é continuar a discutir sobre como proceder em ambos os casos&#8221;, disse.</p>



<p>Fonte: Euronews</p>



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<iframe title="Eleição 2024: uma responsabilidade de todos" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/LD-vw97UFK0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Por que alguns países da UE vêm barrando grãos ucranianos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Sep 2023 20:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[eslovaquia]]></category>
		<category><![CDATA[geopolitica internacional]]></category>
		<category><![CDATA[graos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bernd Riegert &#124; Jacek Lepiarz &#124; Robert Schwartz Polônia, Eslováquia e Hungria impuseram restrições unilaterais contra a importação de cereais ucranianos – indo na contramão de uma decisão de Bruxelas. Política interna desses países desempenha papel-chave no banimento. Os Estados-membros do leste da União Europeia (UE)&#160;– com exceção da Hungria – têm sido até agora os apoiadores mais firmes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.dw.com/pt-br/bernd-riegert/person-18545359"><strong>Bernd Riegert</strong></a> | Jacek Lepiarz | Robert Schwartz</p>



<p><strong>Polônia, Eslováquia e Hungria impuseram restrições unilaterais contra a importação de cereais ucranianos – indo na contramão de uma decisão de Bruxelas. Política interna desses países desempenha papel-chave no banimento.</strong></p>



<p>Os Estados-membros do leste da União Europeia (UE)&nbsp;– com exceção da Hungria – têm sido até agora os apoiadores mais firmes da Ucrânia desde que o país foi&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/guerra-na-ucr%C3%A2nia/t-60942474">invadido pela Rússia</a>&nbsp;em fevereiro de 2022. Porém, começam surgir fissuras nessa relação de solidariedade, que vem dando lugar a um considerável mal-estar entre a Ucrânia e vários dos seus vizinhos da Europa Central e Oriental.</p>



<p>E a razão é clara: as exportações de grãos da Ucrânia.</p>



<p>Na última sexta-feira, a UE extinguiu as suas restrições comerciais temporárias aos cereais ucranianos. Mas a Polônia, a Eslováquia e a Hungria querem manter as restrições em vigor, e tomaram unilateralmente medidas nesse sentido, mesmo que isso signifique uma violação à legislação da UE. A Ucrânia respondeu apresentando uma queixa junto à Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Rotas terrestres são vitais para a Ucrânia</h2>



<p>A Ucrânia é um dos maiores produtores mundiais de grãos e sementes oleaginosas do mundo. Até recentemente, a maior parte das exportações tinha como destino regiões fora da UE.</p>



<p>No entanto, o&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/at%C3%A9-que-ponto-funcionou-o-acordo-de-gr%C3%A3os-ucr%C3%A2nia-r%C3%BAssia/a-65025608">bloqueio dos portos do Mar Negro pela Rússia</a>&nbsp;a partir do ano passado isolou a Ucrânia das suas rotas de exportação tradicionais, forçando o país invadido a recorrer a vias trânsito terrestre através da Polônia, Eslováquia, Hungria e Romênia.</p>



<p>Os problemas surgiram repetidamente, especialmente na Polônia, onde, em vez de transitarem através do país para outros mercados, alguns dos cereais foram comercializados no mercado polonês – provocando uma queda nos preços e ocupando a capacidade de armazenamento.</p>



<p>Após vários protestos de agricultores poloneses e húngaros, tanto Varsóvia quanto Budapeste impuseram restrições à importação de cereais ucranianos em meados de abril e forçaram a UE a impor um banimento temporário da venda desses cereais em todo o bloco.</p>



<p>Esta proibição expirou em 15 de setembro. A UE considerou a decisão de não renovar o embargo como um gesto de solidariedade para com a Ucrânia. No entanto, nos Estados-membros orientais da UE, a questão vai além da proteção dos preços praticados pelos agricultores locais: é também uma questão de política interna e uma ferramenta para aplacar ou agitar o eleitorado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-16-1024x576.png" alt="" class="wp-image-99959" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-16-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-16-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-16-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-16.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Com bloqueio dos portos do Mar Negro pela Rússia, exportações ucranianas estão tendo que seguir rotas terrestres<small>Foto: DW</small></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Polônia: partido governista tenta se manter no poder</h2>



<p>Em nenhum outro país isso é tão explícito&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/premi%C3%AA-da-pol%C3%B4nia-diz-que-n%C3%A3o-fornecer%C3%A1-mais-armas-%C3%A0-ucr%C3%A2nia/a-66881575">quanto na Polônia</a>, onde o ultranacionalista Partido Lei e Justiça (PiS) tenta se manter no poder. Em 15 de outubro, os poloneses vão escolher os novos membros do Parlamento, num pleito que muitos observadores consideram decisivo para o país.</p>



<p>Os agricultores desempenharam um papel importante nas duas vitórias eleitorais anteriores do PiS, em 2015 e 2019.</p>



<p>Mas o partido liderado pelo <a href="https://www.dw.com/pt-br/centenas-de-milhares-protestam-contra-governo-polon%C3%AAs/a-65821699">ultraconservador Jaroslaw Kaczynski</a> também enfrentou protestos na última primavera, quando agricultores de todo o país saíram às ruas em seus trataores para protestar contra a política agrícola do governo e para se opor ao trânsito de cereais ucranianos através do território polonês. O primeiro-ministro Mateusz Morawiecki, do PiS, tentou aplacar o setor demitindo o seu ministro da Agricultura e persuadindo a Comissão Europeia a impor o embargo que expirou na sexta-feira passada.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-17-1024x576.png" alt="" class="wp-image-99960" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-17-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-17-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-17-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-17.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Protesto de agricultores poloneses contra a importação de grãos ucranianos<small>Foto: Marcin Bielecki/PAP/picture allianc</small>e</figcaption></figure>



<p>Com as eleições cada vez mais próximas, Morawiecki não quer arriscar a eclosão de mais protestos que possam prejudicar as perspectivas eleitorais do seu partido. Por isso a Polônia implementou rapidamente uma proibição unilateral de importações.</p>



<p>O governo está seguindo a linha traçada pelo líder do partido, Kaczynski, que na semana passada disse: &#8220;Estamos prontos para apoiar a Ucrânia durante a guerra e durante a sua reconstrução e queremos participar na reconstrução, mas, ao mesmo tempo, devemos pensar nos nossos cidadãos, na nossa agricultura e no nosso campo. Os nossos amigos ucranianos devem compreender isso.&#8221;</p>



<p>No entanto, ainda há esperança de um meio-termo: inicialmente, o embargo polonês diz respeito apenas às importações, mas não ao trânsito de cereais ucranianos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Eslováquia: nacionalistas de direita rondam o governo</h2>



<p>Também na Eslováquia, as próximas eleições parlamentares, marcadas para 30 de setembro, desempenham um papel importante no bloqueio dos cereais ucranianos. Tal como na vizinha Polônia, estas eleições são vistas como cruciais.</p>



<p>Depois de três anos e meio de governo formado por uma coalizão reformista pró-Ocidente, a Eslováquia arrisca ver o regresso do antigo primeiro-ministro Robert Fico. Nominalmente um social-democrata, Fico é na prática um nacionalista de direita com ligações estreitas com o primeiro-ministro da Hungria, o ultranacionalista&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/viktor-orb%C3%A1n/t-47806123">Viktor Orbán</a>. Fico já fez repetidas declarações antiucranianas e pró-Rússia e prometeu suspender o apoio militar da Eslováquia à Ucrânia.</p>



<p>É provável que isso tenha desempenhado um papel na decisão do atual governo de manter as restrições à importação de cereais. Embora o governo interino pró-Ocidente do premiê Ludovit Odor tenha poucos poderes reais no momento, ele também quer evitar que Fico explore politicamente uma potencial importação irrestrita de cereais ucranianos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-18-1024x576.png" alt="" class="wp-image-99961" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-18-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-18-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-18-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-18.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Governo eslovaco também baniu grãos ucranianos, em parte para não dar munição para o político pró-Putin Robert Fico, que tenta voltar ao poder<small>Foto: Mateusz Wlodarczyk/NurPhoto/picture alliance</small><br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Hungria: Orbán ansioso&nbsp;para sair do isolamento</h2>



<p>Conhecido pelos suas posições pró-Rússia, Orbán&nbsp;previu uma &#8220;disputa séria&#8221; entre os Estados-membros orientais da UE e Bruxelas antes mesmo de o bloco ter decidido&nbsp;suspender as restrições à importação de grãos ucranianos.</p>



<p>Orbán acusou a UE de representar os interesses americanos, e não os europeus, dizendo que o grão ucraniano é na verdade &#8220;um produto comercial originário de um território que, possivelmente, está há muito tempo nas mãos dos EUA&#8221;.</p>



<p>As declarações grosseiras de Orbán contra a Ucrânia&nbsp;têm principalmente o objetivo de agitar sua base eleitoral. Mas há também outros motivos. Figura proeminente da ultradireita mundial, Orbán trava há anos disputas com Bruxelas em temas como independência do Judiciário, liberdade de imprensa e direitos LGBT. Seus ataques à importação de grãos também parece uma tentativa de arregimentar velhos parceiro na UE para a formação de uma nova aliança contra a atual chefia da UE.</p>



<p>Com a sua <a href="https://www.dw.com/pt-br/qual-%C3%A9-o-problema-do-presidente-da-hungria-com-a-ucr%C3%A2nia/a-64071906">posição pró-Putin e anti-Ucrânia</a>, Orbán acabou se afastando no último ano da República Tcheca e da Eslováquia, mas especialmente da Polônia, cujo atual governo ultraconservador costumava ser um parceiro ideológico de Orbán nas críticas a Bruxelas. Hoje, Orbán está profundamente isolado na região.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-19-1024x576.png" alt="" class="wp-image-99962" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-19-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-19-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-19-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/09/image-19.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Viktor Orbán: o eterno adversário de Bruxelas tenta explorar questão dos grãos para se reaproximar de velhos parceiros da ultradireita europeia<small>Foto: Szilard Koszticsak/ASSOCIATED PRESS/picture alliance</small></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Romênia: em cima do muro</h2>



<p>Ao contrário dos três países acima mencionados, a Romênia vem evitando adotar uma posição clara na disputa sobre as importações de cereais ucranianos. O país anunciou que pretende prorrogar a proibição de importação, mas inicialmente apenas por 30 dias.</p>



<p>O primeiro-ministro romeno, Marcel Ciolacu, disse na segunda-feira que o seu país estabeleceu um prazo para que a Ucrânia apresente um plano com o objetivo de proteger os agricultores romenos contra a importação descontrolada. Além do plano de ação ucraniano, o governo romeno ainda avalia quais medidas pretende adotar para proteger os seus agricultores.</p>



<p>As próximas eleições parlamentares e presidenciais na Romênia estão marcadas para 2024. Desta forma, os grãos ucranianos não desempenham um papel político tão imediato como na Polônia e na Eslováquia.</p>



<p>No entanto, o partido nacionalista de extrema-direita Aliança para a União dos Romenos (AUR) está ganhando terreno nas pesquisas. A AUR tem uma posição pró-Rússia e uma das suas bandeiras é o agrupamento de todos os membros da etnia romena num único país, incluindo os que vivem na região norte da Bucovina, que faz parte do território da Ucrânia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bulgária: sem restrições, mas com riscos</h2>



<p>Na Bulgária, a questão dos cereais ucranianos tem potencial de causar grandes divisões internas.</p>



<p>A Bulgária foi o único Estado-membro oriental da UE a suspender as restrições à importação de grãos ucranianos na semana passada, seguindo o exemplo de Bruxelas. Os agricultores búlgaros vêm protestando contra a decisão do governo pró-Ocidente.</p>



<p>Os protestos também vêm sendo alimentados por uma campanha de desinformação pró-Rússia e por boatos espalhados nas redes sociais de que os alimentos ucranianos estão contaminados e representam uma ameaça para a saúde das pessoas.</p>



<p>A Bulgária acabou de realizar a sua quinta eleição parlamentar nos últimos 24 meses e conta atualmente com um governo de maioria estável pela primeira vez em vários anos. Resta saber se os protestos representarão uma ameaça ao atual governo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comissão Europeia: esperando fim de eleições para agir</h2>



<p>Já a Comissão Europeia, o braço executivo da UE, decidiu observar e esperar como a disputa vai se desenrolar.</p>



<p>Embora a comissão seja efetivamente responsável pela política comercial e por decisões de importação dentro da UE, Bruxelas declarou que por enquanto quer se concentrar em analisar as medidas tomadas pela Polônia, Hungria, Eslováquia e Romênia.</p>



<p>A porta-voz da comissão, Miriam Garcia Ferrer, disse que Bruxelas não enxergar a necessidade de proibições porque atualmente não há qualquer distorção nos mercados. A comissão anunciou que pretende reavaliar a situação dentro de um mês.</p>



<p>Depois disso, há possibilidade de ações judiciais contra a Polônia, a Eslováquia, a Hungria e possivelmente também a Romênia</p>



<p>Se isso efetivamente ocorrer, tais ações só devem ser iniciadas depois que as eleições na Polônia e na Eslováquia estiverem concluídas. Dessa forma, a Comissão Europeia pretende evitar dar munição eleitoral para os populistas de direita desses países que vêm explorando a questão das importações de grãos.</p>



<p>Fonte: DW</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eleição Conselho Tutela 2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/7-MerjwjY2c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Verstappen vence na Hungria e Red Bull supera recorde de vitórias seguidas da McLaren de Senna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jul 2023 17:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Formula 1]]></category>
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		<category><![CDATA[McLaren]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escuderia austríaca, inclusive, bateu o recorde de vitórias consecutivas. POR ESTADAO CONTEUDO &#8211; Domingo, 23 de Julho de 2023 Após uma classificação maluca no sábado, o Grande Prêmio da Hungria teve mais do mesmo: Max Verstappen ultrapassou Lewis Hamilton na largada e confirmou com extrema facilidade a sua sétima vitória consecutiva, a oitava na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A escuderia austríaca, inclusive, bateu o recorde de vitórias consecutivas.</p>



<p>POR ESTADAO CONTEUDO &#8211; Domingo, 23 de Julho de 2023</p>



<p><strong>A</strong>pós uma classificação maluca no sábado, o Grande Prêmio da Hungria teve mais do mesmo: Max Verstappen ultrapassou Lewis Hamilton na largada e confirmou com extrema facilidade a sua sétima vitória consecutiva, a oitava na atual temporada da Fórmula 1. O circuito urbano de Népliget ainda teve Lando Norris, da McLaren, em segundo, e Sérgio Pérez, da Red Bull, em terceiro. A escuderia austríaca, inclusive, bateu o recorde de vitórias consecutivas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="70022" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>
</figure>



<p>Juntos, Verstappen e Pérez venceram as últimas 12 provas, incluindo a Abu Dabi, no ano passado, superando a marca da McLaren, que venceu 11 corridas consecutivas em 1988, com o brasileiro Ayrton Senna, campeão mundial daquele ano, e o francês Alain Prost. Eles só não venceram o GP da Itália, que teve o austríaco Gerhard Berger, da Ferrari, no lugar mais alto do pódio.</p>



<p>A corrida deste domingo teve como um dos destaques o britânico George Russell. Após ser eliminado no Q1 no sábado, conseguiu terminar o GP da Hungria em quinto. O destaque negativo, mais um vez, ficou com a Aston Martin, que já não rende mais como outrora e só conseguiu um nono lugar com Fernando Alonso, e um décimo com Lance Stroll.</p>



<p>De volta à Fórmula 1, Daniel Ricciardo esteve envolvido no acidente que tirou os dois carros da Alpine logo na primeira volta, mas conseguiu ganhar o duelo particular com seu companheiro de equipe, Yuki Tsunoda. O australiano terminou em 13º lugar, contra um 15º do japonês.</p>



<p>A CORRIDA</p>



<p>A largada foi como todos esperavam: com muita emoção. Hamilton e Verstappen ficaram lado a lado, mas o holandês mostrou para o rival todo o poder de uma Red Bull e assumiu a primeira posição. A dupla da McLaren também iniciou bem. Piastri pulou de quarto para segundo, enquanto Norris também ultrapassou o piloto da Mercedes e assumiu o terceiro lugar.</p>



<p>Destaque na classificatória, Guanyu Zhou teve largada melancólica. O piloto da Alfa Romeo demorou a acelerar e fez um &#8220;strike&#8221; com os outros carros. A Alpine foi quem levou a pior, perdendo os seus dois pilotos logo na primeira volta. Esteban Ocon e Pierre Gasly foram obrigados a desistir da corrida pela segunda vez seguida.</p>



<p>As voltas posteriores foram de poucas movimentações, até que a Ferrari chamou Charles Leclerc para o boxe. O monegasco sofreu na parada e despencou na classificação. Houve também um duelo interessante entre os pilotos da McLaren. Norris aproveitou o pit stop para fazer um &#8220;undercut&#8221; e ultrapassar Piastri.</p>



<p>Fazendo uma corrida de recuperação após largar no nono lugar, Sérgio Pérez chegou a travar uma batalha com Lewis Hamilton, mas mudou a estratégia, foi para o box e, na volta, fez uma linda ultrapassagem em Piastri, que, mais tarde, perdeu posição também para o piloto da Mercedes.</p>



<p>No final, teve um breve bandeira amarela por erro de Sargeant, mas nada que atrapalhasse a corrida histórica da Red Bull, com Max Verstappen confirmando a 44ª vitória na carreira, e chegando a 281 pontos, na liderança isolada do mundial de pilotos.</p>



<p><strong>Confira o resultado do GP da Hungria</strong></p>



<p>1. Max Verstappen (HOL/Red Bull)</p>



<p>2. Lando Norris (ING/McLaren), a 33s731</p>



<p>3. Sergio Pérez (MEX/Red Bull), a 37s603</p>



<p>4. Lewis Hamilton (ING/Mercedes), a 39s134</p>



<p>5. Oscar Piastri (AUS/McLaren), a 62s572</p>



<p>6. George Russell (ING/Mercedes), a 65s825</p>



<p>7. Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 70s317</p>



<p>8. Carlos Sainz Jr. (ESP/Ferrari), a 71s073</p>



<p>9. Fernando Alonso (ESP/Aston Martin), a 75s709</p>



<p>10. Lance Stroll (CAN/Aston Martin), a uma volta</p>



<p>11. Alexander Albon (TAI/Williams), a uma volta</p>



<p>12. Valtteri Bottas (FIN/Alfa Romeo), a uma volta</p>



<p>13. Daniel Ricciardo (AUS/Alpha Tauri), a uma volta</p>



<p>14. Nico Hülkenberg (ALE/Haas), a 26s663, a uma volta</p>



<p>15. Yuki Tsunoda (JAP/AlphaTauri), a 31s225, a uma volta</p>



<p>16. Guanyu Zhou (CHN/Alfa Romeo), a 29s820, a uma volta</p>



<p>17. Kevin Magnussen (DIN/Haas), a uma volta</p>



<p>Não terminaram a corrida &#8211; Esteban Ocon (FRA/Alpine), Pierre Gasly (FRA/Alpine) e Logan Sargeant (EUA/Williams)</p>



<p>Fonte: Noticias ao Minuto</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Política ipiraense: eleição 2024 já chegou?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/veEvwBiEN68?start=2264&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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