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	<title>ilusão da plenitude |</title>
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	<title>ilusão da plenitude |</title>
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		<title>Mães e a ilusão da plenitude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parafraseando Samuel Johnson (1709-1784), a maternidade é o último refúgio de uma canalha. Por óbvio, o aforismo também cabe aos homens, mas para as mulheres a natureza ambígua da mãe, ora um deleite, ora um flagelo, sempre há de ter um peso irreal, lembrança constante de que a sociedade — e sua própria anatomia — devotam-lhes a esperança de um futuro melhor. Quase nenhuma torna concreta tal proeza.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="192" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/Ipiracity.gif" alt="" class="wp-image-176821"/></figure>



<p>Filhos têm o condão de redimir ou, ao menos, desculpar psicopatas, mulheres irresponsáveis, levianas, egocêntricas, promíscuas, mormente quando dão certo e chegam a ser indivíduos admiráveis, justos, magnânimos, capazes do gesto nobilíssimo de oferecer acolhimento e alguma doçura às mães perversas de antanho, quiçá sinceramente contritas, mas não a ponto de fazer o tempo voltar e tudo ser maravilhoso. Sem pressa, o mais cínico dos verdugos deixa que locupletemo-nos com esse confortável sofisma, no qual se esconde uma promessa qualquer de felicidade, uma vez que o gênero humano está condenado a encarniçar-se da quimera de ser feliz. O mundo é, como na caverna de Platão (428 a.C – 348 a.C), só um simulacro das projeções muito íntimas de cada um, de conceitos maculados de nossas várias idiossincrasias. Estas, por seu turno, mantêm-nos mais e mais encafuados em nossa loucura. Ser mãe é o símbolo-mor da ilusão da plenitude.</p>



<p>A maternidade não é para todas as mulheres e aquelas que, muito ocupadas de si mesmas, envelhecem sós merecem mais respeito do que senhoras falsamente inermes que dão as costas a filhos que não tocavam a seus sonhos. A felicidade está no pouco. Os filhos são excessos.</p>



<figure class="wp-block-image is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://www.revistabula.com/wp/wp-content/uploads/2023/08/Giancarlo-Galdino.webp" alt="Giancarlo Galdino"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Giancarlo Galdino</h3>



<p>Fonte: Bula Conteúdo</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



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