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	<title>Importações |</title>
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	<title>Importações |</title>
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		<title>Importações de soja dos EUA pela China caem 21% em junho; embarques do Brasil sobem 14%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PEQUIM, 20 Jul (Reuters) &#8211; As importações de soja norte-americana pela China caíram 20,6% em junho em relação ao mesmo mês do ano anterior, refletindo o impacto prolongado das tensões comerciais que levaram os compradores chineses a adiar as compras da safra dos EUA do ano passado até depois de uma cúpula de líderes realizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/0f687b0f35da9d220b6477534ce7c667.gif" alt="Logotipo Reuters"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" alt="" src="https://rmb.reuters.com/rmd/rss/content/tag:reuters.com,2026:newsml_LYNXMPEM6J0QY:1/tag:reuters.com,2026:binary_LYNXMPEM6J0QY-VIEWIMAGE">PEQUIM, 20 Jul (Reuters) &#8211; As importações de soja norte-americana pela China caíram 20,6% em junho em relação ao mesmo mês do ano anterior, refletindo o impacto prolongado das tensões comerciais que levaram os compradores chineses a adiar as compras da safra dos EUA do ano passado até depois de uma cúpula de líderes realizada em outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a cúpula, Pequim comprou cerca de 12 milhões de toneladas de soja dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A China também começou a comprar soja da nova safra dos EUA após uma cúpula realizada entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping nos dias 14 e 15 de maio deste ano, que manteve inalterado o compromisso de Pequim de comprar 25 milhões de toneladas de soja anualmente até 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PRINCIPAIS DETALHES:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">• A China importou 1,27 milhão de toneladas de soja dos Estados Unidos em junho, uma queda em relação às 1,6 milhão de toneladas do ano anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Administração Geral das Alfândegas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• As importações do Brasil aumentaram 13,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de 10,62 milhões de toneladas em junho do ano passado para 12,08 milhões de toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• O total de chegadas de soja atingiu o maior nível já registrado para o mês de junho, alcançando 13,55 milhões de toneladas, impulsionado pelos fortes suprimentos brasileiros e pelo desembaraço de cargas atrasadas nos portos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• No período de janeiro a junho, as importações de soja dos Estados Unidos caíram 42,4% em relação ao ano anterior, para 9,31 milhões de toneladas, enquanto os embarques do Brasil aumentaram 9,1%, para 34,75 milhões de toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Reportagem de Ella Cao e Lewis Jackson)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Reuters / As importações totais de soja caíram 23% no mês passado no comparativo anual, para 8,25 milhões de toneladas (Imagem: China Daily via REUTERS)<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bate Papo com o vereador Nielson Buraem" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pYR-elUo5s8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/importacoes-de-soja-dos-eua-pela-china-caem-21-em-junho-embarques-do-brasil-sobem-14/">Importações de soja dos EUA pela China caem 21% em junho; embarques do Brasil sobem 14%</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil registra superávit de US$ 1,5 bilhão na segunda semana de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Superávit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mês, as exportações somam US$ 16,4 bi e as importações, US$ 11,7 bi, com saldo positivo de US$ 4,7 bi e corrente de comércio de US$ 28,1 bi Na 2ª semana de junho de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 15,4 bilhões, resultado de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No mês, as exportações somam US$ 16,4 bi e as importações, US$ 11,7 bi, com saldo positivo de US$ 4,7 bi e corrente de comércio de US$ 28,1 bi</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 2ª semana de junho de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 15,4 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 8,4 bilhões e importações de US$ 7 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês, as exportações somam US$ 16,4 bilhões e as importações, US$ 11,7 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,7 bilhões e corrente de comércio de US$ 28,1 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano, as exportações totalizam US$ 165 bilhões e as importações, US$ 127,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 37,3 bilhões e corrente de comércio de US$ 292,6 bilhões. Esses e outros resultados foram apresentados nesta segunda-feira (15/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de junho/2026 (US$ 1,819 bi) com a de junho/2025 (US$ 1,451 bi), houve crescimento de 25,3%. Em relação às importações houve crescimento de 12,3% na comparação entre as médias até a 2ª semana de junho/2026 (US$ 1,301 bi) com a do mês de junho/2025 (US$ 1,158 bi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, até a 2ª semana de junho/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 3.120,42 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 518,02 milhões. Comparando-se este período com a média de junho/2025, houve crescimento de 19,5% na corrente de comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exportações e importações por Setor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado até a 2ª semana do mês de junho/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos&nbsp;<strong>setores exportadores</strong>&nbsp;pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 93,62 milhões (27,1%) em Agropecuária; de US$ 133,88 milhões (42,7%) em Indústria Extrativa e de US$ 137,09 milhões (17,4%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado até a 2ª semana do mês de junho/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos&nbsp;<strong>setores importadores</strong>&nbsp;pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 0,81 milhões (3,6%) em Agropecuária; de US$ 6,29 milhões (13,4%) em Indústria Extrativa e de US$ 134,1 milhões (12,4%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: MDICS</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="“Mudanças na NR1 e as obrigações das empresas gerenciarem os riscos psicossociais “" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/osWsh8e3BJQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-registra-superavit-de-us-15-bilhao-na-segunda-semana-de-junho/">Brasil registra superávit de US$ 1,5 bilhão na segunda semana de junho</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Combustível mais caro pressiona importações e exige cinco decisões para proteger margens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alta do diesel e da gasolina encarece frete, armazenagem e distribuição, reduz previsibilidade financeira e obriga empresas a rever contratos, câmbio e logística A alta dos combustíveis voltou a pressionar a cadeia de importação brasileira e já impacta custos de frete, armazenagem e entrega ao consumidor. Em abril, a Petrobras anunciou reajuste médio de 6,3% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Alta do diesel e da gasolina encarece frete, armazenagem e distribuição, reduz previsibilidade financeira e obriga empresas a rever contratos, câmbio e logística<br><br>A alta dos combustíveis voltou a pressionar a cadeia de importação brasileira e já impacta custos de frete, armazenagem e entrega ao consumidor. Em abril, a Petrobras anunciou reajuste médio de 6,3% no diesel para distribuidoras, movimento que afeta diretamente o transporte rodoviário, principal modal logístico do país.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como cerca de 65% da carga brasileira circula por rodovias, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), qualquer avanço no preço do diesel tende a se espalhar rapidamente pelos custos operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Murillo Oliveira, especialista em investimentos e estruturação financeira internacional e Head of Treasury da&nbsp;Saygo, afirma que o efeito vai além da bomba. “Quando o combustível sobe, a empresa não paga apenas mais caro pelo transporte. Ela absorve aumento em armazenagem, distribuição, prazo de entrega e capital de giro. Muitas vezes a margem desaparece sem que o empresário perceba imediatamente”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para importadores, o impacto é ainda maior porque os custos se acumulam em diferentes etapas. Depois da chegada da mercadoria ao porto, o produto segue por caminhão até centros de distribuição, lojas ou fábricas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o frete interno encarece, o custo total da operação sobe e pressiona preços finais. “Há empresas olhando apenas dólar e imposto, quando parte relevante da perda está na logística doméstica”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do IBGE mostram que o grupo Transportes seguiu entre os principais vetores de inflação recente, reforçando o peso estrutural do setor sobre toda a economia. Para companhias dependentes de insumos importados, isso significa risco duplo: pressão no câmbio e aumento no custo de movimentação interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, o momento exige revisão imediata de rotas, contratos e planejamento financeiro. “Quem importa de forma recorrente precisa tratar combustível como variável estratégica. Esperar o fechamento do mês para descobrir o impacto já é tarde.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O executivo afirma que há caminhos para reduzir danos e até ganhar competitividade frente a concorrentes menos preparados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O especialista aponta cinco decisões para proteger margens</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>&#8211; Revisar contratos logísticos</strong></li>



<li>Empresas com contratos antigos podem renegociar tabelas de frete, gatilhos de reajuste e volumes mínimos. “Muitos acordos foram fechados em outra realidade de custos.”</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>&#8211; Redesenhar rotas e centros de distribuição</strong></li>



<li>A simples mudança de origem de entrega ou consolidação de cargas pode reduzir quilômetros rodados e gasto com diesel.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>&#8211; Integrar compras e tesouraria</strong></li>



<li>Planejar importação sem olhar caixa, câmbio e logística aumenta desperdício. “Operação internacional precisa funcionar de forma conectada.”</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>&#8211; Antecipar repasses de preço</strong></li>



<li>Negociar previamente com clientes e distribuidores reduz choque comercial quando o custo explode de forma repentina.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>&#8211; Usar inteligência de dados</strong></li>



<li>Monitorar frete por região, prazo médio e custo por entrega permite correção rápida antes que o problema afete a rentabilidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Murillo Oliveira afirma que outro erro comum é escolher fornecedores apenas pelo menor preço FOB, sem considerar o custo final até o destino. “Às vezes a mercadoria parece barata na origem, mas chega cara ao estoque. O empresário precisa olhar o custo posto, não só o preço inicial.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com pressão de custos, o cenário também abre espaço para empresas organizadas ganharem mercado. Companhias que controlam indicadores, negociam melhor frete e revisam rotas tendem a preservar margem e responder mais rápido ao consumidor. “Em momentos de alta, eficiência operacional vira vantagem competitiva real”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saygo / Foto: Adobe Stock</p>



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<iframe title="“ MATERNIDADE SEM PAUSA: A SOBRECARGA EMOCIONAL DAS MÃES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Sv-iHdcVcdM?start=633&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>Corrente de comércio chega a US$ 12,8 bi na primeira semana de março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[corrente de comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano, as exportações totalizam US$ 58,2 bi e as importações, US$ 48,4 bi, com saldo positivo de US$ 9,8 bi e corrente de comércio de US$ 106,6 bi Na 1ª semana de março de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,8 bilhões e corrente de comércio de US$ 12,8 bilhões, resultado de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No ano, as exportações totalizam US$ 58,2 bi e as importações, US$ 48,4 bi, com saldo positivo de US$ 9,8 bi e corrente de comércio de US$ 106,6 bi</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 1ª semana de março de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,8 bilhões e corrente de comércio de US$ 12,8 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,3 bilhões e importações de US$ 5,5 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano, as exportações totalizam US$ 58,2 bilhões e as importações, US$ 48,4 bilhões, com saldo positivo de US$ 9,8 bilhões e corrente de comércio de US$ 106,6 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas exportações, comparadas as médias até a 1ª semana de março/2026 (US$ 1,461 bi) com a de março/2025 (US$ 1,511 bi), houve queda de 3,3%. Em relação às importações houve queda de 0,4% na comparação entre as médias até a 1ª semana de março/2026 (US$ 1,100 bi) com a do mês de março/2025 (US$ 1,104 bi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, até a 1ª semana de março/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.561,57 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 360,92 milhões. Comparando-se este período com a média de março/2025, houve queda de 2,1% na corrente de comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exportações e Importação por Setor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado até a 1ª semana do mês de março/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos&nbsp;<strong>setores exportadores</strong>&nbsp;pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 13,85 milhões (4,9%) em Indústria Extrativa; queda de US$ 36,58 milhões (8,5%) em Agropecuária e de US$ 28,21 milhões (3,6%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado até a 1ª semana do mês de março/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos&nbsp;<strong>setores importadores</strong>&nbsp;pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 9,89 milhões (19,9%) em Indústria Extrativa; queda de US$ 7,06 milhões (23,3%) em Agropecuária e de US$ 3,59 milhões (0,4%) em produtos da Indústria de Transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: MDIC.</em></p>



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<iframe title="EXPECTATIVAS PARA 2026 NO CENÁRIO POLÍTICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/TsZyXzy3u5w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/corrente-de-comercio-chega-a-us-128-bi-na-primeira-semana-de-marco/">Corrente de comércio chega a US$ 12,8 bi na primeira semana de março</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Alta das importações reduz saldo comercial da Europa no fim de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A zona do euro encerrou dezembro de 2025 com superávit de €12,6 bilhões no comércio de bens com o resto do mundo, ligeiramente abaixo dos €13,9 bilhões registrados no mesmo mês de 2024, segundo dados preliminares do Eurostat. O resultado reflete crescimento das exportações, mas também aumento mais forte das importações. As exportações do bloco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A zona do euro encerrou dezembro de 2025 com superávit de €12,6 bilhões no comércio de bens com o resto do mundo, ligeiramente abaixo dos €13,9 bilhões registrados no mesmo mês de 2024, segundo dados preliminares do Eurostat. O resultado reflete crescimento das exportações, mas também aumento mais forte das importações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações do bloco somaram €234,0 bilhões em dezembro, alta de 3,4% em relação ao ano anterior. Já as importações atingiram €221,3 bilhões, com expansão de 4,2%. Na comparação com novembro de 2025, o saldo comercial melhorou, mas, frente a dezembro de 2024, houve redução de €1,3 bilhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda do superávit foi influenciada principalmente pelo recuo no saldo positivo de produtos químicos, máquinas e veículos, além de outros bens manufaturados e matérias-primas. Em contrapartida, o déficit energético diminuiu significativamente, passando de €-24,5 bilhões para €-19,1 bilhões, ajudando a conter perdas maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de 2025, a zona do euro registrou superávit comercial de €164,6 bilhões, abaixo dos €168,9 bilhões de 2024. As exportações totais cresceram 2,4%, chegando a €2,94 trilhões, enquanto as importações subiram 2,7%, para €2,77 trilhões. O comércio interno entre países do bloco também avançou 2%, alcançando €2,63 trilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>União Europeia segue a mesma tendência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando toda a União Europeia, o superávit comercial em dezembro foi de €12,9 bilhões, também €1,3 bilhão inferior ao registrado um ano antes. As exportações extra-UE cresceram 2,2%, totalizando €214,8 bilhões, e as importações avançaram 3%, para €201,9 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho anual da UE repetiu o movimento observado na zona do euro: o superávit caiu de €140,6 bilhões em 2024 para €133,5 bilhões em 2025, com aumento moderado do comércio externo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os parceiros comerciais, destacaram-se a queda das exportações para os Estados Unidos (-12,6%) e o aumento das vendas para a China (+11,5%) e o Reino Unido (+8,4%). O déficit com a China permaneceu elevado, em €26,8 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados ajustados sazonalmente mostram que, em dezembro, exportações e importações continuaram crescendo de forma moderada em relação a novembro, indicando recuperação gradual do comércio europeu no fim de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>*Com informações da União Europeia.</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title=": EXPECTATIVAS DAS ELEIÇÕES 2026 NO BRASIL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qTCr13eGFlI?start=2965&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Nova lei elimina multa aplicada há seis décadas na classificação fiscal de importações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fim da penalidade não reduz complexidade das regras nem o rigor da fiscalização da Receita Federal A Lei Complementar nº 227/2026, que regulamenta a reforma tributária, acaba de entrar em vigor e trouxe uma mudança estrutural para o comércio exterior brasileiro: a extinção da multa aduaneira de 1% aplicada em casos de erro na classificação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Fim da penalidade não reduz complexidade das regras nem o rigor da fiscalização da Receita Federal</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Complementar nº 227/2026, que regulamenta a reforma tributária, acaba de entrar em vigor e trouxe uma mudança estrutural para o comércio exterior brasileiro: a extinção da multa aduaneira de 1% aplicada em casos de erro na classificação fiscal de mercadorias importadas. A penalidade existia desde 1966 e, apesar do percentual reduzido, tinha impacto financeiro relevante por incidir diretamente sobre o valor aduaneiro da carga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação fiscal é considerada uma das etapas mais complexas da importação. A Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) reúne</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao1.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="180" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao1.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao1.jpg?resize=768%2C461&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao1.jpg?resize=590%2C354&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao1.jpg?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao1.jpg?resize=600%2C360&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao1.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-202091">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">mais de 10 mil códigos, com distinções altamente técnicas, muitas vezes sujeitas a interpretações divergentes entre Receita Federal e instâncias administrativas. Até então, erros formais, mesmo sem fraude ou prejuízo tributário, eram suficientes para a aplicação automática da multa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a mudança, a penalidade automática deixa de existir nas novas autuações a partir de 2026, mas o sistema aduaneiro brasileiro permanece altamente complexo e prevê penalidades severas para falhas formais que vão muito além da classificação fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Quadro Resumo de Infrações e Penalidades da Receita Federal, ausência de Licença de Importação obrigatória pode gerar multa de 30% do valor aduaneiro; divergências no valor declarado podem resultar em penalidades de até 100% da diferença apurada; erros na fatura comercial acarretam multa fixa; e o extravio de mercadorias sob controle aduaneiro pode levar à cobrança de 50% do Imposto de Importação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Porto-TCP.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Porto-TCP.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Porto-TCP.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Porto-TCP.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Porto-TCP.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-202093">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a nova legislação introduz penalidades específicas para informações omitidas, incompletas ou inexatas que afetem o controle fiscal e aduaneiro, ainda que não haja diferença de imposto a recolher. Essas multas podem chegar a 100 Unidades Padrão Fiscal (UPF) por informação, com possibilidade de múltiplas penalidades em uma única operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gestão de riscos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo análise da Logcomex, esse novo ambiente regulatório exige que importadores adotem uma visão mais ampla de conformidade, que vai além do tributo e passa a considerar a saúde da cadeia de suprimentos como um todo. O paradoxo é que, embora uma multa automática tenha sido extinta, a pressão por previsibilidade e qualidade de informação aumentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo recente da Logcomex sobre demurrage e detention mostra que gargalos portuários, atrasos documentais e falhas de coordenação operacional podem fazer um contêiner com 30 dias de atraso acumular entre US$ 3 mil e US$ 5 mil em cobranças adicionais. Em cargas refrigeradas, esses valores podem ultrapassar US$ 400 por dia. Erros de classificação, dados inconsistentes ou documentos incompletos deixam de ser apenas um risco de multa e passam a comprometer diretamente o fluxo operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, ganha força o uso de agentes de inteligência artificial aplicados à rotina de importação. Esses sistemas atuam como um</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao.jpg?resize=600%2C401&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/controle-aduaneiro-Foto-Divulgacao.jpg?w=1002&amp;ssl=1 1002w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-202094">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">copiloto de conformidade, analisando documentos, classificações fiscais e eventos da operação para sinalizar riscos antes mesmo do registro aduaneiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gestão do processos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente de soluções focadas apenas na automação, essas tecnologias funcionam como uma camada contínua de verificação e orientação ao centralizar a gestão do processo de importação em plataformas integradas: com uso de OCR, agentes de IA, conexão com ERPs, sistemas governamentais como o Portal Único, SEFAZ e demais anuentes, além de alertas automáticos de tracking.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, esse modelo permite reduzir em até 70% o tempo operacional, além de diminuir em até 90% os erros recorrentes de dados e ampliar em até três vezes a capacidade analítica das equipes, que passam a se dedicar mais a atividades consultivas e estratégicas. “Plataformas operacionais baseadas em inteligência artificial, como o LogOS, vêm incorporando agentes especializados em pontos críticos da importação: sistemas de classificação fiscal assistida por IA, capazes de interpretar descrições de produtos e contexto operacional, e construir checklists inteligentes da DUIMP que validam documentos, cruzam exigências regulatórias e preenchem automaticamente informações”, explica o CEO da Logcomex, Helmuth Hofstatter.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/porto-Claudio-Neves-Portos-do-PR.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/porto-Claudio-Neves-Portos-do-PR.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/porto-Claudio-Neves-Portos-do-PR.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/porto-Claudio-Neves-Portos-do-PR.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/porto-Claudio-Neves-Portos-do-PR.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/porto-Claudio-Neves-Portos-do-PR.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-201455">Foto: Claudio Neves</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, modelos de gestão descentralizados, comuns em empresas que utilizam entre cinco e sete ferramentas distintas para controlar a cadeia de suprimentos, tendem a se tornar insustentáveis à medida que o volume de operações cresce e a complexidade regulatória aumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Hofstatter, a mudança regulatória reforça a necessidade de elevar o nível de exigência sobre a qualidade da informação prestada ao longo do processo de importação. “O fim da multa não representa, necessariamente, um alívio para o importador, mas uma reconfiguração do controle aduaneiro. Há menos punição automática por erros pontuais e mais exigência por governança informacional consistente. Nesse contexto, o desafio passa a ser a construção de cadeias de suprimentos mais saudáveis, com decisões baseadas em previsibilidade, integração de dados e gestão ativa de riscos”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Assessoria Logcomex</em> / Foto: Claudio Neves</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO NO BRASIL: O SUS COMO REFERÊNCIA MUNDIAL NA PROTEÇÃO COLETIVA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-cdJU2tXx4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>China bate recorde e já soma 26% das importações do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio aos impactos da guerra comercial impulsionada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a China ampliou as vendas de bens de consumo para o Brasil no primeiro semestre deste ano e bateu recorde na participação das importações brasileiras neste período. O movimento segue uma curva já existente desde o início desta década e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em meio aos impactos da guerra comercial impulsionada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a China ampliou as vendas de bens de consumo para o Brasil no primeiro semestre deste ano e bateu recorde na participação das importações brasileiras neste período.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento segue uma curva já existente desde o início desta década e consolida o país asiático como o principal fornecedor de produtos ao mercado brasileiro —hoje, 26% das importações brasileiras têm origem na China—, seguido pelos Estados Unidos, com 16%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Icomex (Indicador de Comércio Exterior) divulgado pelo FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) aponta um aumento de quase 12% na quantidade de compras brasileiras de bens de consumo duráveis da China neste primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado. A maior alta foi em maio, quando desembarcaram no país 110% a mais de produtos chineses em relação ao mesmo mês de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A explicação passa pelo aumento das vendas de automóveis chineses no mercado brasileiro. Só em maio, por exemplo, o porto de Itajaí, em Santa Catarina, recebeu 7.000 carros da BYD vindos da China —até então, o quarto desembarque da empresa no ano em portos brasileiros. Isso sem contar os desembarques de veículos de outras montadoras chinesas, incluídos de carros elétricos e à combustão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enxurrada preocupa as fabricantes locais de carros, que veem a participação de carros importados crescer no mercado brasileiro. No primeiro semestre deste ano, os emplacamentos de veículos nacionais subiram 2,6%, enquanto os de importados cresceram 15,6%. Hoje, de acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), os carros chineses representam 6% do mercado brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa curva no setor de automóveis acontece mesmo com o aumento dos impostos de importação para veículos elétricos e híbridos, que há um ano eram taxados em 18% e 25% respectivamente e, desde o último dia 1º, em 25% e 30%. Ainda assim, segundo fontes do mercado, ainda é mais barato para algumas montadoras chinesas com produção no Brasil importar seus veículos do que fabricá-los localmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das tarifas de Trump contra o país asiático, o aumento é motivado pela competição entre as próprias marcas chinesas, que procuram outros mercados externos para venderem suas mercadorias e ampliar seus faturamentos. Esse movimento acontece inclusive em outros setores, como no de eletrodomésticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Houve mudança estrutural no comércio com a China, e o Brasil vai importar cada vez mais bens de consumo”, diz Lia Valls, pesquisadora associada do FGV Ibre e professora da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). “Como o mercado chinês vai ficando saturado, as empresas desovam no mercado externo e a competição que tem lá se reproduz em outros mercados, principalmente no de países de renda média alta, como o Brasil”, complementa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação dos EUA na balança comercial brasileira, aliás, tem caído nos últimos anos. O Icomex aponta que em 2001 os americanos eram responsáveis por 23% das importações brasileiras. A queda de lá para cá, analisa o estudo da FGV, está relacionada aos avanços da China. “Esse resultado se explica por mudanças nas vantagens comparativas dinâmicas e não por uma deliberação de políticas brasileiras”, diz o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo quem acompanha os negócios entre chineses e brasileiros, houve também aumento na importação de celulares e eletrodomésticos, como ar-condicionado e geladeira. Neste último setor, a China vem ampliando suas vendas para o Brasil desde 2021, quando se tornou a maior fornecedora de refrigeradores domésticos para o mercado brasileiro, passando Coreia do Sul, México e Tailândia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve ainda crescimento nas importações de bens de consumo não-duráveis da China, como produtos têxteis. De acordo com o Icomex, houve aumento de 40% na compra desses bens chineses no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período do ano anterior, em relação à quantidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, houve diminuição no valor das importações em todas as categorias de bens de consumo neste primeiro semestre. Os bens de consumo duráveis, apesar de terem sido mais vendidos, renderam aos chineses 18,4% a menos do que nos seis primeiros meses de 2024. Já os bens de consumo não-duráveis renderam 2,1% a menos. Esse movimento indica que as mercadorias chinesas têm chegado com menor preço ao Brasil, o que dificulta ainda mais a concorrência com as indústrias brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A China também é preponderante nas importações brasileiras de outros bens, inclusive nos intermediários, como o aço —outra matéria-prima alvo de queixas de indústrias com fabricação no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Pedro Lovisi/Folhapress</em> / Foto: © Divulgação/Porto de Santos</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="QUAIS SÃO OS DESDOBRAMENTOS DEPOIS DA MORTE DO PAPA FRANCISCO?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/I-SHIH7Wm0s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/china-bate-recorde-e-ja-soma-26-das-importacoes-do-brasil/">China bate recorde e já soma 26% das importações do Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Importações de calçados aumentam quase 50% em março, mesmo antes do tarifaço de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[calçados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principal origem dos embarques é a China, que enviou ao Brasil mais da metade dos pares importados no trimestre O tarifaço recentemente anunciado pelos Estados Unidos, especificamente, para a China, vem causando sentimentos distintos na indústria calçadista nacional. São três primas. Conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a alta tarifa imposta deve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Principal origem dos embarques é a China, que enviou ao Brasil mais da metade dos pares importados no trimestre</p>



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<p class="wp-block-paragraph">O tarifaço recentemente anunciado pelos Estados Unidos, especificamente, para a China, vem causando sentimentos distintos na indústria calçadista nacional. São três primas. Conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a alta tarifa imposta deve fazer com que os compradores norte-americanos busquem alternativas de fornecimento fora da China, abrindo uma janela de oportunidade para o calçado verde-amarelo – e também para os concorrentes asiáticos que ficaram fora da escalada de tarifas proposta, como Vietnã e Indonésia. Por outro lado, o maior mercado do planeta deve frear seu crescimento devido à alta da inflação e à desaceleração econômica. O terceiro prisma é o que mais preocupa: a desova da produção chinesa no mercado doméstico brasileiro, gerando concorrência desleal com as produtoras brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme dados elaborados pela Abicalçados, somente no mês de março, as importações de calçados aumentaram 47,7%, em relação ao período correspondente de 2024, o que significa a entrada de mais de 5 milhões de produtos no Brasil. A principal origem foi, justamente, a China (sobretaxada em 125% por Trump), de onde foram importados 2,55 milhões de pares, 51,7% mais do que em março de 2024. “Essa invasão ocorre antes mesmo da entrada em voga da nova tarifa. A previsão é de que aumente ainda mais nos próximos meses”, alerta o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira. Produzindo cerca de 60% do calçado consumido no mundo, a China é, de longe, a maior fabricante de calçados do mundo. “O certo é que a China não ficará sem escoar essa produção e precisará direcioná-la para outros mercados, entre eles países importadores do nosso calçado e no nosso próprio mercado doméstico”, conclui Ferreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trimestre</strong><br>No trimestre, as importações também cresceram. No período, entraram no Brasil 12,9 milhões de pares por US$ 142,33 milhões, incrementos tanto em volume (+25,1%) quanto em receita (+13,4%) em relação ao mesmo intervalo de 2024. Nesse mesmo período, as importações de calçados da China somaram 5,2 milhões de pares, 18% mais do que no intervalo correspondente de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Abicalçado</em>s / Foto: Abicalçados</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wa.me/?text=Importa%C3%A7%C3%B5es%20de%20cal%C3%A7ados%20aumentam%20quase%2050%25%20em%20mar%C3%A7o%2C%20mesmo%20antes%20do%20tarifa%C3%A7o%20de%20Trump%20https%3A%2F%2Fwww.diplomaciabusiness.com%2Fimportacoes-de-calcados-aumentam-quase-50-em-marco-mesmo-antes-do-tarifaco-de-trump%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/importacoes-de-calcados-aumentam-quase-50-em-marco-mesmo-antes-do-tarifaco-de-trump/">Importações de calçados aumentam quase 50% em março, mesmo antes do tarifaço de Trump</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Tarifa do Brasil às importações norte-americanas é 4 vezes menor do que a prevista oficialmente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 12:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo levantamento da CNI, os EUA pagaram uma tarifa de 2,7% para a entrada de seus produtos no Brasil em 2023, 8,5 p.p. a menos do que o compromisso feito pelo país na Organização Mundial do Comércio (OMC) Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a entrada de produtos norte-americanos no Brasil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segundo levantamento da CNI, os EUA pagaram uma tarifa de 2,7% para a entrada de seus produtos no Brasil em 2023, 8,5 p.p. a menos do que o compromisso feito pelo país na Organização Mundial do Comércio (OMC)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a entrada de produtos norte-americanos no Brasil estava sujeita a uma tarifa de importação real de 2,7% em 2023. Esse resultado indica que o valor efetivamente pago nas importações vindas dos Estados Unidos foi quatro vezes menor do que a tarifa nominal de 11,2% que o Brasil assumiu como compromisso na Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença entre a tarifa efetiva aplicada pelo Brasil às importações dos EUA e a tarifa nominal ocorre devido ao uso de regimes aduaneiros especiais, como drawback e ex-tarifário. O levantamento indica que produtos como motores e máquinas não elétricas, adubos e fertilizantes químicos, óleos combustíveis de petróleo e gás natural não têm a incidência de tarifas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi produzido em um momento em que a indústria brasileira monitora, com atenção, as atualizações na política comercial dos Estados Unidos diante dos anúncios sobre tarifas e comércio recíproco feitos pela Casa Branca. Os EUA são o principal parceiro da indústria de transformação brasileira. Entre 2019 e 2024, as vendas do setor para o mercado norte-americano somaram US$ 159,5 bilhões. Além disso, os EUA ocupam o primeiro lugar no ranking de comércio de serviços e investimentos diretos no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relacionamento bilateral também é positivo para os Estudos Unidos, que mantêm um superávit expressivo nas transações com o Brasil. Nos últimos cinco anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 58,3 bilhões no comércio bilateral de bens e de serviços entre 2019 e 2024. O Brasil se destaca pelo saldo positivo para os EUA, ao contrário de países como China, Canadá, México e União Europeia, com os quais os norte-americanos enfrentam déficits.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A CNI continuará trabalhando para manter a melhor relação comercial com os EUA, que são o principal destino dos produtos manufaturados do Brasil”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban. “Empenharemos esforços para dialogar com o governo brasileiro e o governo americano, conciliar os interesses dos setores produtivos e demonstrar que o relacionamento bilateral é altamente positivo para ambos os países”, acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relações Econômicas Brasil-Estados Unidos</strong><br>Tarifa de importação aplicada pelo Brasil ao mundo: o Brasil consolidou na OMC uma tarifa média de importação de 11,2%.<br>Tarifa de importação aplicada aos EUA: no caso dos produtos importados dos Estados Unidos, a tarifa real aplicada pelo Brasil é ainda menor, ficando em 2,7%. Esse percentual representa uma redução de 8,5 ponto percentual em relação à tarifa nominal consolidada na OMC;<br>Superávit comercial dos EUA: os Estados Unidos acumularam um superávit de US$ 58,3 bilhões no comércio de bens e serviços com o Brasil entre 2019 e 2024;<br>Importância dos EUA para o Brasil: os Estados Unidos são o principal destino das exportações da indústria de transformação brasileira. Entre 2019 e 2024, as vendas desse setor para o mercado americano somaram US$ 159,5 bilhões. Além disso, os EUA ocupam a primeira posição tanto no comércio de serviços quanto nos investimentos diretos no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência de Notícias da Indústria (Fernanda Louise)</em> / Foto: Reprodução</p>



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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



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		<title>Simplificação de importações resultará em economia de R$ 40 bi por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 11:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Importações]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ganho de competitividade deve acrescentar US$ 130 bi ao PIB até 2040 Prevista para começar em 1º de outubro, a simplificação de importações proporcionada pela migração das operações ao&#160;Portal Único de Comércio Exterior&#160;proporcionará economia de R$ 40 bilhões por ano às empresas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (30) pela secretária de Comércio Exterior do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ganho de competitividade deve acrescentar US$ 130 bi ao PIB até 2040</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prevista para começar em 1º de outubro, a simplificação de importações proporcionada pela migração das operações ao&nbsp;<a href="https://portalunico.siscomex.gov.br/portal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal Único de Comércio Exterior</a>&nbsp;proporcionará economia de R$ 40 bilhões por ano às empresas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (30) pela secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Tatiana Prazeres.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1614034&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1614034&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pasta calcula que o ganho de competitividade e a redução da burocracia deverá acrescentar US$ 130 bilhões à economia brasileira até 2040. O Portal Único substitui o Siscomex, sistema de registro de comércio exterior brasileiro em funcionamento desde 1993.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inaugurada em 2014, a plataforma reduz a exigência de documentos, executa simultaneamente processos que eram executados em sequência e permite a emissão de licenças flex (em que várias operações comerciais são autorizadas por volume de cargas ou por períodos fixos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o portal, em vez de preencher vários documentos, a empresa preencherá a Declaração Única de Importação (Duimp).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das exportações, a migração para o portal com declaração unificada começou em 2017 e terminou em 2018, reduzindo o tempo médio da liberação de mercadorias de 13 para 4,8 dias. Já para as importações, o projeto piloto da Duimp começou em 2018. De lá para cá, o tempo médio da liberação das mercadorias que chegam ao país caiu de 17 para nove dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora exista há seis anos, a Duimp era aplicada em fase de testes, até agora. Para a secretária do Mdic, a migração total das importações do Siscomex para o Portal Único de Comércio Exterior gerará uma redução adicional de tempo, de nove para cinco dias no prazo médio da compra de bens do exterior. O novo sistema beneficiará cerca de 50 mil importadoras existentes no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O custo da carga parada por dia equivale a 0,8% do valor dela. Com base na importação de US$ 242 bilhões no ano passado e na redução das operações em quatro dias [de nove para cinco dias], calculamos um ganho em torno de R$ 40 bilhões para as empresas de comércio exterior [em torno de US$ 8 bilhões]”, explicou Tatiana Prazeres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para chegar ao cálculo de US$ 130 bilhões de ganho para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos), a secretária de Comércio Exterior explicou que o Mdic calculou o ganho para outros setores da economia, com a desburocratização e a redução do custo Brasil (custos de produção).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fases</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A migração das importações para o Portal Único começa nesta terça-feira (1º) e vai até o fim de 2025. De outubro a dezembro deste ano, a Duimp será obrigatória para as importações marítimas. De janeiro a julho de 2025, para as cargas que chegam por avião. De julho a dezembro do próximo ano, para as importações por fronteiras terrestres e via Zona Franca de Manaus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Mdic, o Portal Único de Comércio Exterior reduziu a quantidade de documentos emitida por ano de 871 mil para 135 mil. A declaração única exige o preenchimento de 38 campos, contra 98 campos na declaração anterior via Siscomex.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Siscomex teve sua importância nos anos 1990, quando substituiu os papéis por documentos digitais. O Portal Único é uma evolução, que diminui o número de documentos, digitaliza o serviço e permite a fiscalização conjunta [da carga] da Receita com outros órgãos”, disse o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agênccia Brasil / Foto: © Divulgação/Porto de Santos</p>



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<iframe title="Eleição 2024: um bate papo com a sociedade" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qgzNbAYDk_s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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