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	<title>inadimplência |</title>
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	<title>inadimplência |</title>
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		<title>Apostar em bets aumenta inadimplência e piora acesso ao crédito, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proporção de pessoas com pagamentos em atraso é, em média, 20% maior entre apostadores. Bancos restringem crédito para quem aposta, em efeito parecido com o da perda de emprego Um estudo inédito, que acompanhou a vida financeira de pessoas que começaram a fazer apostas online nos últimos anos, conseguiu medir o tamanho do prejuízo causado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Proporção de pessoas com pagamentos em atraso é, em média, 20% maior entre apostadores. Bancos restringem crédito para quem aposta, em efeito parecido com o da perda de emprego<br><br>Um estudo inédito, que acompanhou a vida financeira de pessoas que começaram a fazer apostas online nos últimos anos, conseguiu medir o tamanho do prejuízo causado aos apostadores pelos jogos virtuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao comparar quem fez a primeira aposta após janeiro de 2025, quando o jogo foi regulamentado no Brasil, com quem ainda não tinha gastado dinheiro no &#8220;tigrinho&#8221; ou em palpites esportivos, economistas descobriram que, entre os apostadores, a proporção de pessoas em inadimplência se tornou em média 20% maior, nos 12 meses seguintes à primeira aposta, em comparação com o aumento das taxas de inadimplência entre quem não joga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os novos apostadores também passaram a atrasar o pagamento do cartão de crédito: a fração da conta do cartão em atraso cresceu em média 38,7% no primeiro ano depois do início das apostas, já descontada a evolução do mesmo indicador entre quem não faz apostas online.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi conduzido por Sérgio Firpo, professor do Insper, e por pesquisadores da empresa Stone, que oferece serviços bancários e de pagamento a empreendedores e trabalhadores autônomos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo com os resultados da pesquisa, &#8220;Online Betting and Financial Distress: Evidence from Brazil&#8221; (&#8220;Apostas Online e Dificuldades Financeiras: Evidências do Brasil&#8221;, em português), ainda não foi publicado em revista científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comprar Atlas Geográficos</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações de recebimento de recursos e de pagamentos feitos por milhões de clientes permitiram aos economistas identificar quem tirou recursos da conta bancária, via Pix, para pagar por jogos online, assim como identificar a primeira aposta e comparar as movimentações de apostadores com as de quem não joga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Baseando-se em padrões de pagamentos (pequenos montantes recorrentes para os mesmos CNPJs, por exemplo) e em outros cruzamentos de dados, o estudo consegue observar as transferências para sites legalizados de apostas e também para os ilegais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A inadimplência sobe por um motivo simples&#8221;, explicou Firpo. &#8220;O dinheiro que a pessoa manda para a bet é dinheiro que não está mais lá para pagar a fatura. E, para uma parcela dos apostadores, não é pouco. Um em cada dez apostadores manda para a bet mais de 20% de tudo o que sai da conta no mês. Quando um quinto do orçamento vai embora assim, uma conta que seria paga deixa de ser.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as descobertas, feitas com o cruzamento de dados do Banco Central, está a de que quem começa a jogar sofre um corte no acesso ao crédito -no limite de empréstimos que os bancos colocam ao seu dispor- da ordem de 16% do valor a que tinha acesso antes de começar a jogar, descontada a evolução do limite de crédito geral da economia, medida pela oferta de recursos para quem nunca apostou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, os bancos parecem ser capazes de saber que seus potenciais tomadores de empréstimo começaram a jogar e buscam diminuir o risco de calote e de prejuízo no futuro, limitando o acesso do apostador ao crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução de 16% no limite máximo de dinheiro que se pode pegar emprestado tem ordem de grandeza parecida com a dos efeitos sobre o acesso ao crédito provocados pela perda de emprego, disse Rômullo Carvalho, economista da Stone e um dos autores do artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma dissertação de mestrado defendida em 2023 na PUC-Rio, orientada por Carlos Viana de Carvalho e Gustavo Gonzaga, a economista Natália Corado mostrou que ser demitido (como parte de um processo de demissão em massa) provoca uma queda de aproximadamente 20% no limite do cartão de crédito oferecido ao trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo feito por Firpo, Carvalho e coautores procurou identificar o efeito das bets comparando a trajetória financeira dos novos apostadores à trajetória de pessoas semelhantes que ainda não haviam começado a apostar. Os dados de apostas e movimentação bancária vieram da Stone, e os efeitos financeiros (inadimplência, acesso a crédito), do Banco Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos encontrados para os clientes da Stone são indicativos do que esperar para os demais apostadores brasileiros, se for considerado que o mecanismo que gera o efeito -o gasto em bets que reduz a disponibilidade de recursos para pagar dívidas- independe da instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É razoável supor que será parecido o efeito de começar a apostar sobre as finanças de um cliente da Stone de determinada idade, renda e histórico de crédito ao efeito de usar essas plataformas de jogos para um apostador com as mesmas características, mas que não tenha conta na Stone. O que importa são as características do indivíduo relacionadas aos efeitos das apostas sobre a inadimplência e o crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando mudam as características dos indivíduos -idade ou situação de crédito, por exemplo-, podem mudar também os efeitos. Mas a riqueza de dados à disposição dos pesquisadores permite saber de que maneira, precisamente, ocorre essa variação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós temos dados de milhões de pessoas, com grande variação sociodemográfica&#8221;, observou Carvalho. &#8220;Há gente de todas as regiões, de diferentes históricos de crédito, de várias idades.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença mais importante entre os clientes da Stone e os demais apostadores do país é de idade. Em média, os clientes do serviço bancário da Stone são um pouco mais velhos do que o perfil típico dos apostadores brasileiros, divulgado em relatório da Secretaria de Prêmios e Apostas, do Ministério da Fazenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Firpo, Carvalho e coautores encontram, na pesquisa, que os indivíduos mais jovens comprometem uma fatia maior do orçamento com apostas e que os efeitos sobre a inadimplência são maiores nesse grupo. Como os jovens estão sub-representados entre os clientes da Stone, é possível concluir que os efeitos sobre a inadimplência são provavelmente ainda maiores, na população em geral, do que os resultados do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora tenha medido os efeitos individuais da decisão de começar a jogar online, Carvalho afirmou que faz sentido esperar efeitos agregados, macroeconômicos, das bets, como resultado da parcela cada vez maior da população que aposta nos sites de cassino e de palpite esportivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente não mediu, mas sabemos que há 25 milhões de brasileiros que apostam, segundo o Ministério da Fazenda. Como a gente encontra efeito de contração de crédito no nosso estudo, provavelmente você tem efeitos de contração de crédito sobre o universo de apostadores. Então, sim, provavelmente tem efeitos macroeconômicos.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço das bets, ele disse, pode agravar problemas de inadimplência e de comprometimento da renda das famílias, que já são altos nesse momento também por outras razões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O efeito principal, medido no estudo, é o de começar a apostar sobre a vida financeira do apostador. Mas os autores também conseguem identificar, na direção contrária, uma relação entre estar inadimplente e começar a fazer apostas online. Uma parcela das apostas, mostra o estudo, pode estar sendo motivada por dificuldades financeiras prévias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento em conta observado pelo estudo revela que, nos primeiros seis meses de apostas, 82,5% dos apostadores não recebem qualquer recurso das bets. Nesse mesmo período, 90,8% transferiram para as plataformas mais dinheiro do que receberam de volta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto Carvalho quanto Sérgio Firpo avaliam que seria necessário aumentar as restrições impostas às bets.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O cassino online&#8221;, disse Firpo, referindo-se a jogos do tipo do tigrinho, &#8220;me parece o problema maior, porque é jogo contínuo, resolve em segundos e a pessoa repete muitas vezes seguidas.&#8221; O economista afirmou que é preciso &#8220;impor limites duros ali, colocar custos claros&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O imposto atual de 13%, calculado sobre o total apostado menos os prêmios pagos pelas bets, não parece suficiente para conter a expansão do jogo e o prejuízo de quem aposta, observou Carvalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse negócio só cresce&#8221;, ele disse. &#8220;Se o objetivo da taxação é, assim como no caso do cigarro, reduzir o consumo, não parece que o nível atual seja efetivo. Essa taxação não é efetiva [para conter o volume de apostas].&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícia ao Minuto / Foto: © Agência Brasil &#8211; Bruno Peres</p>



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		<title>Inadimplência do crédito rural atinge 7,4%, segundo maior nível desde 2011</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Percentual reforça a pressão sobre o governo para aprovar a renegociação das dívidas agropecuárias. O aumento da inadimplência entre produtores rurais tem reforçado a pressão sobre o Congresso Nacional para aprovar mecanismos de renegociação de dívidas agrícolas. Dados da Serasa Experian mostram que a taxa de inadimplência da população rural encerrou 2025 em 8,2%, acima [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Percentual reforça a pressão sobre o governo para aprovar a renegociação das dívidas agropecuárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da inadimplência entre produtores rurais tem reforçado a pressão sobre o Congresso Nacional para aprovar mecanismos de renegociação de dívidas agrícolas. Dados da Serasa Experian mostram que a taxa de inadimplência da população rural encerrou 2025 em 8,2%, acima dos 7,2% registrados um ano antes, sinalizando o agravamento das dificuldades financeiras enfrentadas por parte do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="179" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=1000%2C600&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=590%2C354&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=600%2C359&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/economia-dinheiro-contas-foto-Marcelo-Casal-Jr-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-153979">Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário ocorre em meio à tramitação do&nbsp;<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169796" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Lei 5.122/2023</a>, que cria instrumentos para renegociar passivos rurais. A proposta avançou recentemente na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, mas enfrenta resistência do governo federal, que defende critérios mais rígidos para acesso às linhas de refinanciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal ponto de divergência envolve a utilização de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a operação. Nas negociações conduzidas entre o governo e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), não houve consenso sobre as exigências para adesão ao programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Executivo defendia que os produtores apresentassem uma entrada entre 10% e 20% do valor renegociado, além de taxas de juros variando de 6% a 12% ao ano. A bancada ruralista rejeitou as duas condições. O texto aprovado pela CAE eliminou a exigência de pagamento inicial e estabeleceu juros entre 3,5% e 7,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a votação, integrantes da FPA passaram a demonstrar preocupação com uma possível reação do governo. Entre</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Pedro-Lupion-FOTO-DIVULGACAO-FPA.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Pedro-Lupion-FOTO-DIVULGACAO-FPA.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Pedro-Lupion-FOTO-DIVULGACAO-FPA.jpg?resize=600%2C338&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Pedro-Lupion-FOTO-DIVULGACAO-FPA.jpg?w=665&amp;ssl=1 665w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-211147">Presidente da FPA, deputado federal&nbsp;Pedro Lupion: “Vamos trabalhar pela votação no Senado e, depois, pela aprovação na Câmara do texto aprovado aqui, para que possamos dar um alento e uma solução ao endividamento dos nossos produtores” – Foto: Divulgação/FPA</p>



<p class="wp-block-paragraph">as alternativas discutidas nos bastidores estão a edição de uma medida provisória com regras próprias para renegociação ou até mesmo o veto presidencial ao projeto caso ele seja aprovado pelo Congresso.&nbsp;“Estamos alertando aqui hoje que não aceitaremos, de maneira alguma, que isso seja desqualificado ou desmontado. Vamos trabalhar pela votação no Senado e, depois, pela aprovação na Câmara do texto aprovado aqui, para que possamos dar um alento e uma solução ao endividamento dos nossos produtores”, afirmou o presidente da FPA, deputado federal&nbsp;Pedro Lupion, após a aprovação da matéria na comissão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Arrendatários lideram índices de inadimplência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento da Serasa Experian considera débitos vencidos há mais de 180 dias junto a empresas ligadas à cadeia do agronegócio, como instituições financeiras, seguradoras, transportadoras e fornecedores de serviços. A maior parte das dívidas em atraso continua concentrada no sistema financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whatsapp_image_2025-07-23_at_16.31.37_2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whatsapp_image_2025-07-23_at_16.31.37_2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whatsapp_image_2025-07-23_at_16.31.37_2.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whatsapp_image_2025-07-23_at_16.31.37_2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whatsapp_image_2025-07-23_at_16.31.37_2.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/whatsapp_image_2025-07-23_at_16.31.37_2.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-200005">Foto: Jonathan Campos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os diferentes perfis de produtores, os arrendatários apresentam a situação mais delicada. A taxa de inadimplência desse grupo alcançou 9,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência aparecem os grandes produtores, com índice de 9,8%, seguidos pelos médios produtores, com 8,3%, e pelos pequenos produtores, com 7,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números indicam que o aumento das dificuldades financeiras não está restrito a uma única faixa de produtores, atingindo propriedades de diferentes portes e modelos de produção.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito rural direcionado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os sinais de deterioração também aparecem nos dados do crédito rural monitorados pelo Banco Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril deste ano, a inadimplência das operações financiadas com recursos direcionados atingiu 7,4%, o segundo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/dinheiro-valor-foto-sistema-faep-e1748279809453-300x164.jpg?resize=300%2C164&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="164" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/dinheiro-valor-foto-sistema-faep-e1748279809453.jpg?resize=300%2C164&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/dinheiro-valor-foto-sistema-faep-e1748279809453.jpg?resize=768%2C419&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/dinheiro-valor-foto-sistema-faep-e1748279809453.jpg?resize=600%2C327&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/dinheiro-valor-foto-sistema-faep-e1748279809453.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-182832">Foto: Divulgação/Arquivo OPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">maior percentual desde o início da série histórica, em 2011. O indicador fica atrás apenas dos níveis observados durante períodos anteriores de maior estresse financeiro no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas operações contratadas com taxas de mercado, modalidade que segue regras do Conselho Monetário Nacional, mas permite juros livres, a inadimplência chegou a 13,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já nas linhas com taxas reguladas, tradicionalmente associadas aos programas oficiais de crédito rural, o índice permaneceu significativamente menor, em 3,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço simultâneo da inadimplência entre produtores e nas diferentes modalidades de crédito reforça o ambiente de pressão sobre o governo e o Congresso. O debate sobre a renegociação das dívidas rurais ocorre justamente em um momento em que parte dos produtores ainda enfrenta os efeitos acumulados de eventos climáticos extremos, oscilações de preços e aumento dos custos financeiros nos últimos ciclos agrícolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: O Presente Rural</em> / Foto: Geraldo Bubniak</p>



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		<title>Inadimplência de aluguel recua e atinge menor nível em 5meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Índice da Superlógica mostra taxa de 3,69% em novembro; apesar da queda mensal, indicador segue acima do registrado em 2024 A inadimplência de aluguel no Brasil caiu em novembro e alcançou o menor patamar dos últimos cinco meses, com taxa média de 3,69%, segundo o Índice de Inadimplência Locatícia da&#160;Superlógica. Em outubro, o índice havia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="wp-block-heading"><em><strong>Índice da Superlógica mostra taxa de 3,69% em novembro; apesar da queda mensal, indicador segue acima do registrado em 2024</strong></em></h5>



<p class="wp-block-paragraph">A inadimplência de aluguel no Brasil caiu em novembro e alcançou o menor patamar dos últimos cinco meses, com taxa média de 3,69%, segundo o Índice de Inadimplência Locatícia da&nbsp;<strong>Superlógica</strong>. Em outubro, o índice havia sido de 3,76%. Na comparação anual, porém, o indicador permanece em alta: em novembro de 2024, a taxa era de 3,20%, avanço de 0,49 ponto percentual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com&nbsp;<strong>Manoel Gonçalves</strong>, diretor de Negócios para Imobiliárias do grupo, o recuo observado em novembro traz um sinal positivo para o início de 2026, após meses de pressão sobre os orçamentos familiares. Ele ressalta, no entanto, que inflação e juros seguem como fatores decisivos para a capacidade de pagamento dos inquilinos nos próximos meses.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.moneyreport.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-41-1024x578.png" alt="" class="wp-image-374908"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Entre os imóveis residenciais, a inadimplência em contratos de alto valor — com aluguel acima de R$ 13 mil — apresentou queda de 0,26 ponto percentual, passando de 6,63% em outubro para 6,37% em novembro. Já os imóveis residenciais com aluguel de até R$ 1.000 registraram alta, saindo de 6,03% para 6,26%, a segunda maior taxa entre as faixas analisadas. As menores taxas foram observadas nos contratos entre R$ 2.000 e R$ 3.000 (1,95%) e entre R$ 3.000 e R$ 5.000 (1,97%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No segmento de imóveis comerciais, a faixa de aluguel de até R$ 1.000 continua concentrando o maior nível de inadimplência, embora tenha permanecido estável, com 9,56% em outubro e 9,57% em novembro. A segunda maior taxa foi registrada em contratos acima de R$ 13 mil (5,91%), enquanto a menor ocorreu na faixa entre R$ 5.000 e R$ 8.000, com 4,25%.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.moneyreport.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-39-1024x576.png" alt="" class="wp-image-374906"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Quando analisado por tipo de imóvel, a inadimplência em apartamentos caiu de 2,49% para 2,39% entre outubro e novembro. Já as casas apresentaram aumento, passando de 3,74% para 3,93%. Nos imóveis comerciais, o índice recuou de 5,45% para 5,22% no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Regionalmente, o Nordeste manteve a maior taxa de inadimplência do país em novembro, com 5,23%, mas apresentou forte queda em relação a outubro, quando o índice era de 6,84%. A região Norte aparece em seguida, com 4,45%, após leve alta mensal. O Centro-Oeste registrou redução para 3,38%, enquanto o Sudeste permaneceu estável em 3,40%. O Sul segue com a menor taxa do país, de 2,96%, apesar de um leve aumento em relação ao mês anterior.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.moneyreport.com.br/wp-content/uploads/2025/12/image-38-1024x574.png" alt="" class="wp-image-374905"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Money Report</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="RETROSPECTIVA DO MANDATO EM 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2SHkRjXgQeM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/inadimplencia-de-aluguel-recua-e-atinge-menor-nivel-em-5meses/">Inadimplência de aluguel recua e atinge menor nível em 5meses</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Lucro do Banco do Brasil cai 60% e vai a R$ 3,8 bi com alta na inadimplência do agro e PFs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco do Brasil teve um lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no segundo trimestre deste ano. O resultado é 60% menor que o registrado no mesmo período do ano passado e está abaixo do esperado por analistas consultados pela Bloomberg (R$ 5 bilhões). O RSPL (Retorno sobre o Patrimônio Líquido), que mede a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Banco do Brasil teve um lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no segundo trimestre deste ano. O resultado é 60% menor que o registrado no mesmo período do ano passado e está abaixo do esperado por analistas consultados pela Bloomberg (R$ 5 bilhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O RSPL (Retorno sobre o Patrimônio Líquido), que mede a rentabilidade do banco, despencou para 8,4%, ante 21,6% registrados há um ano e 16,7% dos três primeiros meses de 2025.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A margem financeira bruta totalizou R$ 25,1 bilhões, um crescimento trimestral de 4,9% e redução de 1,9% no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira de crédito terminou junho em R$ 1,3 trilhão, um crescimento de 11,2% em um ano e 1,3% na comparação com março de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda no lucro se deve a um aumento na provisão de perdas esperadas (PDD), que foi a R$ 15,9 bilhões, 104% maior que há 12 meses. Isso aconteceu por causa da alta na inadimplência e por uma nova resolução do Banco Central, que obriga os bancos a reservarem os valores que eles esperam não receber de volta, e não apenas o que já não receberam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta conta, o BB considerou um fluxo de perda esperada de R$ 7,9 bilhões do agronegócio, de R$ 4,8 bilhões de pessoas físicas e de R$ 4,3 bilhões de pessoas jurídicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inadimplência total do banco subiu de 3% da carteira em junho de 2024 para 4,21%. Um dos impulsionadores foi o crédito ao agronegócio (equivalente a 33,8% da carteira total de crédito expandida).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O agro passa por uma onda de recuperações judiciais após revés na safra de grãos passada. Neste segmento, os atrasos acima de 90 dias representam 3,49% do total, um avanço de 0,45 ponto percentual no trimestre e de 2,17 pontos percentuais no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O BB, inclusive, não expandiu a concessão de crédito ao setor entre abril e junho. Em relação a 2024, porém, o saldo de R$ 405 bilhões é 8% maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar do cenário positivo para a safra no Brasil em 2025, com uma colheita recorde, e do elevado percentual de garantias nessa carteira, há um estoque de operações que não foram pagos na safra 2024/2025, inclusive, por conta das recuperações judiciais no setor – que exigem maior provisionamento sob a nova regulação”, diz o balanço do BB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período do Plano da Safra 24/25 (julho/24 a junho/25), a estatal desembolsou R$ 225,8 bilhões, sendo o principal financiador do agro. Para o Plano Safra 2025/2026 serão até R$ 230 bilhões, dos quais R$ 54 bilhões serão voltados a pequenos e médios produtores, enquanto R$ 106 bilhões atenderão a agricultura empresarial, incluindo grandes produtores, cooperativas e agroindústrias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação a pessoas físicas, o atraso é maior, indo de 4,81% a 5,59% em um ano. Este segmento corresponde a 26,3% da carteira de crédito total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das linhas de destaque desta carteira é o crédito consignado CLT, uma das bandeiras do governo federal. Desde o início do Programa, em março deste ano, o BB já desembolsou mais de R$ 7 bilhões, com um market share de cerca de 24% de todo o consignado do trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O provisionamento contra perdas de empréstimos de pessoas jurídicas, por sua vez, mais que dobrou entre o primeiro e segundo trimestre deste ano, indo de R$ 1,7 bilhões para R$ 4,26 bilhões. No entanto, a concessão de empréstimos avançou apenas 1,8% no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inadimplência deste segmento foi de 4,06% para 4,18% no mesmo intervalo. Há um ano, era 3,38%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ano de 2025 é de ajuste para aceleração do crescimento. Projetamos lucro entre R$ 21 e 25 bilhões e seguimos com investimentos estruturantes para geração de riqueza aos nossos acionistas, oferecendo a melhor experiência e soluções mais adequadas aos nossos clientes”, diz Tarciana Medeiros, presidente do BB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a piora nos números, a diretoria do banco reduziu a estimativa de distribuição de lucro aos acionistas. No início do ano, ela era de 40% a 45% do lucro. Agora, é de 30%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando a estimativa citada pela CEO, a distribuição ficará entre R$ 6,3 bilhões e R$ 7,5 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Júlia Moura/Folhapress</em> / Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EXPOIPIRÁ 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/0xD0dQt-NCU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/lucro-do-banco-do-brasil-cai-60-e-vai-a-r-38-bi-com-alta-na-inadimplencia-do-agro-e-pfs/">Lucro do Banco do Brasil cai 60% e vai a R$ 3,8 bi com alta na inadimplência do agro e PFs</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Inadimplência atinge em novembro maior índice desde outubro de 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 10:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Compras de fim de ano devem manter endividamento em dezembro, diz CNC A inadimplência dos consumidores permaneceu elevada em novembro. Entre as famílias, 29,4% disseram que têm dívidas em atraso. O percentual é o maior desde outubro do ano passado. O total de consumidores que revelaram estar sem condições de quitar as dívidas subiu para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Compras de fim de ano devem manter endividamento em dezembro, diz CNC</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inadimplência dos consumidores permaneceu elevada em novembro. Entre as famílias, 29,4% disseram que têm dívidas em atraso. O percentual é o maior desde outubro do ano passado. O total de consumidores que revelaram estar sem condições de quitar as dívidas subiu para 12,9%. Em outubro, era de 12,6% e, em novembro de 2023, de 12,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de novembro, elaborada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Peic divulgada, nesta quinta-feira (5), indicou alterações nos tipos de crédito e no comportamento financeiro das famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a pesquisa, o endividamento do consumidor avançou em novembro, chegando a 77% do total, na comparação com os 76,6% registrados no mesmo mês de 2023. O aumento é resultado do maior uso do crédito para compras de fim de ano, além de indicar uma gestão mais cautelosa do orçamento, afirmam os pesquisadores. O percentual de consumidores que se consideram muito endividados recuou para 15,2%, menor patamar desde novembro de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, destacou a importância de prazos mais longos no planejamento financeiro familiar. Para Tadros, o consumidor está buscando equilíbrio nas dívidas. “O aumento sazonal do crédito é esperado nesta época do ano, mas o perfil mais equilibrado das dívidas indica uso mais consciente, com menor impacto na renda mensal”, disse, em texto divulgado pela CNC.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estabilidade</strong>&nbsp;– As projeções da CNC apontam para a continuidade na evolução do endividamento em dezembro, em consequência das compras de Natal. No entanto, a inadimplência deve continuar estável, por causa do comportamento das famílias diante do cenário de juros altos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão do economista-chefe da CNC em exercício, Fábio Bentes, a recuperação do consumo depende de uma gestão responsável do crédito. “Apesar de um leve aumento do endividamento, o impacto na renda mensal tem diminuído, refletindo o esforço das famílias em manter suas contas equilibradas mesmo diante de adversidades econômicas”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Menor renda –</strong>&nbsp;A pesquisa mostrou ainda que o endividamento das famílias de menor renda (até 3 salários mínimos), aumentou para 81,1%, o maior índice entre todas as faixas. “Essas famílias também registraram o maior percentual de inadimplência, com 37,5% relatando dívidas em atraso e 18,5% afirmando não ter condições de quitar os débitos”, acrescentou a CNC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As famílias com renda acima de 10 salários mínimos diminuíram o endividamento para 66,7%. Entre os entrevistados, 14,6% reportaram dívidas em atraso e apenas 5% relataram não ter condições de fazer o pagamento. “Esse comportamento reflete maior capacidade de planejamento financeiro e menor dependência de crédito”, avaliaram os pesquisadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostra ainda que menor comprometimento da renda e prazos mais longos contribuem para a estabilidade. Em novembro, chegou a 29,8% o comprometimento médio da renda com dívidas, o que representou “uma leve queda em relação a outubro”. Outro recuo observado foi no percentual de consumidores com mais da metade da renda comprometida, que caiu para 20,3%, o menor índice desde agosto de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 35,9% das famílias endividadas conseguiram avançar em prazos mais longos para quitação de dívidas. O percentual é o de maior nível desde dezembro de 2021. “Essa mudança tem ajudado a reduzir o tempo de atraso das contas, com queda do percentual de inadimplentes há mais de 90 dias para 49,6%”, analisou a Peic.<br>Cartão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o cartão permaneça como a principal modalidade de dívida para 83,8% das famílias endividadas, esse tipo de crédito recuou 3,9 pontos percentuais na comparação com novembro de 2023. Em movimento contrário, o crédito pessoal continuou em destaque e registrou elevação de 2,5 pontos percentuais na comparação anual. “Apesar de uma leve redução mensal (de 12% em outubro para 11,7% em novembro), ele é favorecido pelas menores taxas de juros entre as modalidades. Carnês, embora ainda relevantes, perderam participação em relação ao ano anterior”, concluiu a CNC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil / Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</p>



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<iframe title="CONSCIÊNCIA NEGRA:SOCIEDADE ANTIRRACISTA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/jQfo1iWQXAI?start=558&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/inadimplencia-atinge-em-novembro-maior-indice-desde-outubro-de-2023/">Inadimplência atinge em novembro maior índice desde outubro de 2023</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Levantamento aponta inadimplência como desafio entre pequenas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 14:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar dos obstáculos, 65% dos empreendedores dizem estar confiantes ou muito confiantes com a retomada econômica. (FOLHAPRESS) &#8211; Mais da metade dos pequenos e médios empresários afirmam que a redução da inadimplência é um desafio para o bom desenvolvimento dos negócios, segundo estudo da Boa Vista. Apesar dos obstáculos, 65% dos empreendedores dizem estar confiantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos obstáculos, 65% dos empreendedores dizem estar confiantes ou muito confiantes com a retomada econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>(</strong>FOLHAPRESS) &#8211; Mais da metade dos pequenos e médios empresários afirmam que a redução da inadimplência é um desafio para o bom desenvolvimento dos negócios, segundo estudo da Boa Vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos obstáculos, 65% dos empreendedores dizem estar confiantes ou muito confiantes com a retomada econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 40% deles também esperam expandir a atuação no mercado com vendas por ecommerce e redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sentimento de otimismo representa uma melhora de 11 pontos percentuais em relação ao período da Páscoa, segundo a Boa Vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao Minuto</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Loiane Fernandes - Diretora da APLB e Jeane Alencar - Vice-diretora da APLB" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Sv5amhQrsls?start=351&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/levantamento-aponta-inadimplencia-como-desafio-entre-pequenas-empresas/">Levantamento aponta inadimplência como desafio entre pequenas empresas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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