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	<title>indio |</title>
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	<title>indio |</title>
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		<title>Quantas são as línguas indígenas do Brasil, onde são faladas e o que as ameaça?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 13:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[indio]]></category>
		<category><![CDATA[lingua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deslize para continuar O território brasileiro abriga hoje apenas 20% das estimadas 1.175 línguas que tinha em 1500, quando chegaram os europeus. E, ao contrário de outros países da região, como Peru, Colômbia, Bolívia, Paraguai e até Argentina, o Brasil não reconhece como oficiais nenhuma de suas línguas indígenas em âmbito nacional. O Censo 2010 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li>Camilla Costa e equipe de Jornalismo Visual da BBC</li>



<li>17 de novembro 2023</li>



<li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cz74k717pw5t">Brasil</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Deslize para continuar</p>



<p class="wp-block-paragraph">O território brasileiro abriga hoje apenas 20% das estimadas 1.175 línguas que tinha em 1500, quando chegaram os europeus. E, ao contrário de outros países da região, como Peru, Colômbia, Bolívia, Paraguai e até Argentina, o Brasil não reconhece como oficiais nenhuma de suas línguas indígenas em âmbito nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Censo 2010 contabilizou 274 línguas indígenas atualmente no Brasil (os números do Censo 2022 ainda não foram divulgados). Mas linguistas ligados às principais instituições do país, como o Museu Emílio Goeldi, no Pará, e o Museu do Índio, no Rio de Janeiro, falam em 160 a 180. Se considerarmos dialetos — variações de uma mesma língua que podem ser compreendidas mutuamente — chega-se a 218.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://news.files.bbci.co.uk/include/vjamericas/1299-Indigenous-Languages/assets/app-project-assets/img/001-desk.png" alt="Mulher do povo kayapó na aldeia Piaracu em Mato Grosso, em 17 de janeiro de 2020"/><figcaption class="wp-element-caption">Território brasileiro já abrigou mais de mil línguas diferentes | Foto: Getty</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por que ainda não sabemos exatamente o número de línguas faladas pelos povos nativos brasileiros?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é mais simples – e também mais complicada – do que parece. O problema está em como a pergunta é feita, ou melhor, em que critérios são considerados na hora de definir o que é uma língua e nomeá-la.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Muitos grupos indígenas não têm um nome específico para a sua língua. Nem para si mesmos. Eles dizem ‘nós somos nós’. Isso é um problema para um levantamento como o Censo.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Denny Moore</strong>Linguista e antropólogo pesquisador do Museu Emílio Goeldi</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Censo 2010 afirmava, por exemplo, que existiam 251 autodeclarados falantes da língua tupinambara, que é considerada pelos pesquisadores extinta há dois séculos. Ou que a língua aruá, falada em Rondônia, tinha 189 falantes, enquanto levantamentos feitos no local por pesquisadores mostravam que somente cinco pessoas falavam a língua.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://news.files.bbci.co.uk/include/vjamericas/1299-Indigenous-Languages/assets/app-project-assets/img/002-desk.png" alt="Homens do povo tapirapé se preparam para uma dança cerimonial, em 17 de janeiro de 2020 "/><figcaption class="wp-element-caption">Perguntas do Censo 2010 sobre línguas indígenas geraram resultados confusos, segundo especialistas | Foto: Getty</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, as contagens mais altas de línguas consideram alguns dialetos como línguas separadas, mesmo que seus falantes consigam se entender – enquanto a maioria dos linguistas classificaria esses dialetos como uma mesma língua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas contagens também costumam incluir grupos que deixaram de falar sua língua tradicional, mesmo que a declarem como seu idioma.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque a língua é uma construção dentro da ciência, mas também é política. Há cada vez mais pessoas que se declaram falantes de línguas que consideramos extintas porque esses grupos estão lutando pelo seu reconhecimento.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bruna Franchetto</strong>Linguista e antropóloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se declarar falantes da língua, para eles, é uma questão de visibilidade e de sobrevivência. E muitos estão realmente empenhados em recuperar suas línguas, seja junto a vizinhos falantes de uma variedade, fazendo pesquisas documentais ou recriando suas falas com base no que sobrou de conhecimento sobre suas origens&#8221;, afirma a linguista e antropóloga Bruna Franchetto, da UFRJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, para contar as línguas nativas do Brasil é preciso estabelecer um critério principal para definir quais são línguas diferentes e quais são apenas dialetos de uma mesma língua, mas também entender como os próprios grupos indígenas consideram os idiomas “parentes” do seu – algo que pode mudar a depender das relações que eles tenham em cada momento. E ainda é necessário considerar a situação social e política daquele grupo indígena.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Troncos, famílias, subfamílias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">E como surgiram, e se diferenciaram, as línguas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tradicionalmente, os linguistas acreditam que quando comunidades falam a mesma língua, mas têm pouco contato, elas desenvolvem seus próprios sotaques. Com o passar do tempo, esses sotaques podem evoluir para dialetos diferentes, com partes distintas da gramática&#8221;, explica Hein van der Voort, especialista em línguas indígenas sul-americanas do Museu Emílio Goeldi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa falta de contato entre os povos permanece por vários séculos, os dialetos podem se tornar tão diferentes que os falantes de um já não compreendem o outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: bbc. ( Leia a matéria na íntegra)</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Um bate papo com Benedito do Leite" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3-9eUgpPY4Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/quantas-sao-as-linguas-indigenas-do-brasil-onde-sao-faladas-e-o-que-as-ameaca/">Quantas são as línguas indígenas do Brasil, onde são faladas e o que as ameaça?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Em Roraima, Lula visita hospital e casa de apoio à saúde indígena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2023 14:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[indio]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo institui comitê para enfrentar desassistência sanitária Sábado, 21 de janeiro de 2023 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega, na manhã deste&#160;sábado&#160;(21) a Boa Vista, capital de Roraima, para visitar o hospital indígena e a Casa de Apoio à Saúde Indígena. Com a viagem, Lula quer ver de perto a situação dos Yanomami, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Governo institui comitê para enfrentar desassistência sanitária</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 21 de janeiro de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega, na manhã deste&nbsp;sábado&nbsp;(21) a Boa Vista, capital de Roraima, para visitar o hospital indígena e a Casa de Apoio à Saúde Indígena. Com a viagem, Lula quer ver de perto a situação dos Yanomami, povo que vive uma crise sanitária que já resultou na morte de 570 crianças por desnutrição e causas evitáveis, nos últimos anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1505417&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1505417&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro com profissionais de saúde e o povo Yanomami está previsto para as 10h (horário local; 11h de Brasília). “Somaremos esforços na garantia da vida e superação dessa crise”, escreveu Lula em suas redes sociais, antes de embarcar para Roraima.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Bom dia. Chego agora pela manhã a Boa Vista e visitarei o hospital indígena e a Casa de Apoio à Saúde Indígena, onde conversarei com profissionais de saúde e povo Yanomami. Somaremos esforços na garantia da vida e superação dessa crise.</p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1616749787872731136?ref_src=twsrc%5Etfw">January 21, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite de&nbsp;ontem&nbsp;(20), Lula institui o Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento à Desassistência Sanitária das Populações em Território Yanomami. O objetivo do grupo é discutir as medidas a serem adotadas e auxiliar na articulação interpoderes e interfederativa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fazem parte a Casa Civil da Presidência da República, que coordenará o comitê, e os ministério dos Povos Indígenas; da Saúde; da Defesa; da Justiça e Segurança Pública; do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; e da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto foi publicado em&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-11.384-de-20-de-janeiro-de-2023-459232758" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edição extra do Diário Oficial da União</a>. Os trabalhos têm prazo de 90 dias, podendo ser prorrogados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O povo Yanomami não mais será desamparado pelo Estado brasileiro”, escreveu, nas redes sociais, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, ao anunciar a instituição do comitê. Ela e outros ministros integram a comitiva do presidente Lula,&nbsp;hoje, a Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terra indígena Yanomami é a maior do país, em extensão territorial, e sofre com a invasão de garimpeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Edição: Claudia Felczak</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agencia Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Janeiro Branco:construção de uma cultura da saúde mental na humanidade&#039;&#039;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/B9Da9ICD9Rw?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Alexandre ordena prisão de indígena que participou de atos golpistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 17:26:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[indio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 13 de dezembro de 2022 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão do indígena José Acácio Serere Xavante, cacique do Povo Xavante, acusado da prática de atos antidemocráticos em Brasília. A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República. Serere é acusado dos crimes de ameaça, perseguição e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Terça, 13 de dezembro de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão do indígena José Acácio Serere Xavante, cacique do Povo Xavante, acusado da prática de atos antidemocráticos em Brasília.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.conjur.com.br/img/b/jose-acacio-serere-xavante.jpeg" alt=""/><figcaption>Indígena é acusado de&nbsp;ameaça, perseguição e abolição violenta do Estado de Direito<br><sup>Reprodução</sup></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República. Serere é acusado dos crimes de ameaça, perseguição e abolição violenta do Estado democrático de Direito. Segundo a Polícia Federal, ele participou de atos golpistas em frente ao Congresso, no Aeroporto de Brasília, no centro de compras Park Shopping, na Esplanada dos Ministérios e em frente ao hotel onde estão hospedados o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e seu vice, Geraldo Alckmin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A restrição da liberdade do investigado, com a decretação da prisão temporária, é a única medida capaz de garantir a higidez da investigação&#8221;, afirmou Alexandre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio de nota, a PF informou que o indígena preso tem sido acompanhado por advogados. &#8220;Todas as formalidades relativas à prisão estão sendo adotadas nos termos da legislação, resguardando-se a integridade física e moral do detido&#8221;, afirmou a corporação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão do extremista bolsonarista desencadeou uma onda de violência e vandalismo em Brasília. Golpistas atearam&nbsp;fogo a ônibus e&nbsp;carros e tentaram invadir a sede da PF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Justiça, Anderson Torres, afirmou que a PF tem atuado em parceria com a Secretaria de Segurança do DF para restabelecer a ordem. Futuro ocupante da pasta no governo de Lula, o senador Flávio Dino classificou os atos de vandalismo e a tentativa de invasão da sede da PF como &#8220;inaceitáveis&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Conjur</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Mobilização dos homens no combate à violência feminina" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/HrNN0EJzYog?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/alexandre-ordena-prisao-de-indigena-que-participou-de-atos-golpistas/">Alexandre ordena prisão de indígena que participou de atos golpistas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Tereza de Benguela: a escrava que virou rainha e liderou um quilombo de negros e índios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2022 18:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[indio]]></category>
		<category><![CDATA[negrto]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[Rainha]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza de Benguela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 10 de julho de 2022 Tereza de Benguela é, assim como outras heroínas negras, um dos nomes esquecidos pela historiografia nacional, que, nos últimos anos, devido ao engajamento do movimento de mulheres negras e à pesquisa ou ao resgate de documentos até então não devidamente estudados, na busca de recontar a história nacional e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 10 de julho de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tereza de Benguela é, assim como outras heroínas negras, um dos nomes esquecidos pela historiografia nacional, que, nos últimos anos, devido ao engajamento do movimento de mulheres negras e à pesquisa ou ao resgate de documentos até então não devidamente estudados, na busca de recontar a história nacional e multiplicar as narrativas que revelam a formação sociopolítica brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça a história dessa mulher incrível!</p>



<p class="wp-block-paragraph">O local de nascimento de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teresa_de_Benguela">Tereza de Benguela</a>&nbsp;é desconhecido. Ela pode ter nascido em algum país do continente africano ou no Brasil, mas sua vida faz parte da história pouco contada do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tereza viveu no século XVIII e foi casada com José Piolho, que chefiava o Quilombo do Piolho até ser assassinado por soldados do Estado. O Quilombo do Piolho também era conhecido como&nbsp;Quilombo do Quariterê (a atual fronteira entre Mato Grosso e Bolívia). Esse quilombo foi o maior do Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a morte de José Piolho, Tereza se tornou a líder do quilombo, e, sob sua liderança, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Quilombo do Quariterê abrigava mais de 100 pessoas, com destacada presença de negros e indígenas. Tereza navegava com barcos imponentes pelos rios do pantanal. E todos a chamavam de “Rainha Tereza”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Quilombo, território de difícil acesso, foi o ambiente perfeito para Tereza coordenar um forte aparato de defesa e articular um parlamento para decidir em grupo as ações da comunidade, que vivia do cultivo de algodão, milho, feijão, mandioca, banana, e da venda dos excedentes produzidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tereza comandou a estrutura política, econômica e administrativa do quilombo, mantendo um sistema de defesa com armas trocadas com os brancos ou roubadas das vilas próximas. Os objetos de ferro utilizados contra a comunidade negra que lá se refugiava eram transformados em instrumentos de trabalho, visto que dominavam o uso da forja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Governava esse quilombo a modo de parlamento, tendo para o conselho uma casa destinada, para a qual, em dias assinalados de todas as semanas, entrava os deputados, sendo o de maior autoridade, tipo por conselheiro, José Piolho, escravo da herança do defunto Antônio Pacheco de Morais, Isso faziam, tanto que eram chamados pela rainha, que era a que presidia e que naquele negral Senado se assentava, e se executava à risca, sem apelação nem agravo.” &#8211; Anal de Vila Bela do ano de 1770</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se tem registros de como Tereza morreu. Uma versão é que ela se suicidou depois de ser capturada por bandeirantes a mando da capitania do Mato Grosso, por volta de 1770, e outra afirma que Tereza foi assassinada e teve a cabeça exposta no centro do Quilombo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Quilombo resistiu até 1770, quando foi destruído pelas forças de Luís Pinto de Sousa Coutinho. A população na época era de 79 negros e 30 índios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em homenagem a Tereza de Benguela, o dia 25 de julho é oficialmente no Brasil o&nbsp;Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. A data comemorativa foi instituída pela&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12987.htm">Lei n° 12.987/2014</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da data comemorativa, a rainha Tereza foi homenageada nos versos da escola de samba Unidos do Viradouro, com o enredo da agremiação de 1994, cujo título é ‘Tereza de Benguela – Uma Rainha Negra no Pantanal’.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: UFRB.EDU.BR</p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/tereza-de-benguela-a-escrava-que-virou-rainha-e-liderou-um-quilombo-de-negros-e-indios/">Tereza de Benguela: a escrava que virou rainha e liderou um quilombo de negros e índios</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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