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	<title>infecções hospitalares |</title>
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		<title>Infecções hospitalares elevam em até 55% o custo das internações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), popularmente conhecidas como infecções hospitalares, são um dos maiores desafios da saúde pública no Brasil. Estima-se que de 5% a 14% dos pacientes internados em hospitais brasileiros adquiram algum tipo de infecção durante o período de hospitalização, conforme&#160;dados&#160;do Ministério da Saúde. Além do impacto direto na qualidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), popularmente conhecidas como infecções hospitalares, são um dos maiores desafios da saúde pública no Brasil. Estima-se que de 5% a 14% dos pacientes internados em hospitais brasileiros adquiram algum tipo de infecção durante o período de hospitalização, conforme&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/15-5-dia-nacional-do-controle-das-infeccoes-hospitalares-5/#:~:text=Infec%C3%A7%C3%B5es%20hospitalares%20representam%20um%20grave,14%25%20do%20total%20de%20interna%C3%A7%C3%B5es." target="_blank" rel="noreferrer noopener">dados</a>&nbsp;do Ministério da Saúde. Além do impacto direto na qualidade da assistência, essas infecções elevam em 55% o custo diário da internação, de acordo com&nbsp;<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/publicacoes/pnpciras_2021_2025.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório</a>&nbsp;da Anvisa. O cenário também se reflete em números alarmantes: são mais de 45 mil mortes por ano, segundo a Associação Médica Brasileira (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/amb/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AMB</a></strong>), número que pode chegar a 100 mil, conforme estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o infectologista Marcos Cyrillo, ex-diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBI</a></strong>) e membro da Câmara Técnica da Anvisa de Saneantes e Infecção Hospitalar, as IRAS são definidas pela Anvisa como infecções que acontecem durante a internação ou mesmo depois da internação em serviços de saúde. “Normalmente consideramos após 72 horas de internação, ou se o paciente sofreu um procedimento cirúrgico, até um mês depois, ou até três meses no caso de cirurgias com colocação de prótese”, explica o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre os tipos mais frequentes de IRAS identificados nos hospitais brasileiros, estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Infecções relacionadas à corrente sanguínea em pacientes com cateter venoso central;</li>



<li>Infecções urinárias em pacientes com sonda vesical de demora;</li>



<li>Pneumonias associadas à ventilação mecânica;</li>



<li>Infecções pós-cirúrgicas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção passa por um conjunto robusto de medidas. Cyrillo explica que o controle das IRAS envolve desde protocolos rigorosos de inserção e manutenção de dispositivos invasivos, até a adesão a práticas fundamentais como a higiene das mãos, o isolamento de pacientes infectados, a limpeza técnica e ambiental qualificada e o uso racional de antimicrobianos, conhecido como programa de stewardship. A higienização profissional dos ambientes de saúde desponta como uma das estratégias mais eficazes na contenção dessas infecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ambientes limpos&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 9.431 impõe que todas as instituições de saúde devem&nbsp;<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/publicacoes/2020_1_ebook_m1_iras.pdf?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manter</a>&nbsp;um Programa de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH), com atuação obrigatória da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH). Esses órgãos são responsáveis por monitorar os casos, atualizar os protocolos e treinar continuamente os profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ABRALIMP (Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional), a atuação de equipes de limpeza treinadas, com métodos padronizados e produtos adequados, é fundamental para interromper a cadeia de contaminação em ambientes como hospitais, clínicas e unidades de pronto atendimento. A entidade reforça que a limpeza técnica deve ser reconhecida como parte integrante dos protocolos de biossegurança, para promover a integração entre os profissionais da limpeza profissional e as equipes de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre a gravidade das IRAS, seus impactos e meios de prevenção será aprofundada no Higicon Experience,&nbsp;<a href="https://higiconexperience.com.br/#home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">evento</a>&nbsp;promovido pela entidade, que acontecerá no dia 11 de setembro, em Goiás. A edição contará com especialistas da saúde e da limpeza profissional, como Marcos Cyrillo, com foco no enfrentamento das infecções relacionadas à assistência à saúde por meio da higiene profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO COM JORNALISTA FRANK DE CASTRO - BAND BA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/b51NFSdIYT0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Pesquisa da ONA revela redução de 30% nas infecções hospitalares com os procedimentos de acreditação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 15:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[infecções hospitalares]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[ONA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ezequiel Oliveira Recentemente, a ONA (Organização Nacional de Acreditação) conduziu uma pesquisa com 74 instituições de saúde em todo o Brasil, com o objetivo de avaliar a eficácia da acreditação na prática e os benefícios proporcionados para a segurança do paciente. Os resultados mostraram que, em 41,86% das instituições participantes, os processos implementados por meio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ezequiel Oliveira</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, a ONA (Organização Nacional de Acreditação) conduziu uma pesquisa com 74 instituições de saúde em todo o Brasil, com o objetivo de avaliar a eficácia da acreditação na prática e os benefícios proporcionados para a segurança do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostraram que, em 41,86% das instituições participantes, os processos implementados por meio da acreditação geraram melhorias superiores a 31%. Quase 12% dos respondentes relataram que as taxas de infecção diminuíram entre 26% e 30%, enquanto 2,33% mencionaram uma redução inferior a 5% nos índices de infecção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 14% dos pacientes internados no país adquirem algum tipo de infecção durante a hospitalização. A gravidade desse cenário é reforçada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) ao estimar que aproximadamente 100 mil brasileiros morrem a cada ano em decorrência dessas&nbsp;infecções. Além disso, um em cada dez pacientes afetados por&nbsp;infecções&nbsp;hospitalares&nbsp;acaba falecendo. Na maioria dos estabelecimentos de saúde, faltam procedimentos e protocolos claros para prevenir esses problemas graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segurança do paciente – Desde 2013, o Ministério da Saúde estabeleceu o Programa Nacional de Segurança do Paciente, que inclui protocolos essenciais para garantir a segurança dos cuidados, como: identificação correta do paciente, cirurgia segura, prevenção de úlceras por pressão, higiene das mãos em serviços de saúde, prevenção de quedas e segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Gilvane Lolato, gerente geral de Operações da ONA, o registro de eventos adversos é essencial para fortalecer a cultura de segurança nas organizações de saúde. Ao documentar e analisar cada ocorrência, as instituições conseguem identificar falhas, aprender com os erros e implementar medidas preventivas para evitar que se repitam. “Esse processo fomenta um ambiente de transparência e aprendizado contínuo, onde a segurança do paciente é prioridade, estimulando uma abordagem proativa para a melhoria da qualidade e o engajamento de toda a equipe em prol de um cuidado mais seguro e eficaz”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Lolato, quando o prontuário não é adequadamente preenchido, o paciente corre riscos significativos, como erros na administração de medicamentos e a falta de continuidade no tratamento. “Nossa pesquisa revelou que, 38,1% dos entrevistados relataram uma melhoria superior a 31% nesse aspecto, após a implementação da acreditação”, ressalta Gilvane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Erros de medicação – Estima-se que o gasto global causado por erros de medicação seja de US$ 42 Bilhões por ano segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Considerada a terceira prioridade dentro dos desafios globais de segurança do paciente. Os estudos evidenciam que danos relacionados ao uso de medicamentos correspondem a 50% de todos os danos evitáveis, além do ônus econômico e psicológico decorrentes. Conhecer os medicamentos, verificar sistematicamente os itens de segurança de administração e perguntar ao paciente se ele compreendeu o que está sendo realizado torna-se fundamental para a garantia de um cuidado mais seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa da ONA revelou que 47,62% dos entrevistados observaram uma diminuição superior a 31% nas falhas relacionadas à cadeia medicamentosa, enquanto apenas 4,76% relataram uma queda inferior a 5%. Em relação às falhas na cadeia de suprimentos, 47,62% dos participantes indicaram uma melhoria superior a 31%, e 14,29% informaram uma redução entre 21% e 25%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falhas de higienização – Outro desafio enfrentado pelas instituições são as falhas de higienização, que frequentemente resultam em reclamações nas Ouvidorias ou no Serviço de Atendimento ao Cliente. Com a implementação da acreditação, 38,1% das instituições relataram uma melhoria superior a 31% nos serviços de higienização, enquanto cerca de 15% dos respondentes indicaram uma melhoria entre 16% e 20%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cenário de acreditação no Brasil – Das mais de 380 mil organizações de saúde instaladas no País, segundo CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), 1932 são acreditadas. Deste total, a ONA é responsável por 72,1% no mercado de acreditação, o que corresponde amais de 1.400 organizações de saúde acreditadas, dos quais 422 são hospitais. Deste montante, 0,45% das instituições de saúde estão certificadas no Brasil. Considerando que 68,4% (917) são de gestão privada; 22,2% (298) são de gestão pública; 8,3% (111) de gestão filantrópica e 0,1% (gestão militar).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, 61% das instituições acreditadas pela ONA estão concentradas na região Sudeste. O Sul é responsável por 12,7%; Nordeste 12,1%; Centro-Oeste, 11,4% e Norte por 2,8%.&nbsp;<a href="http://www.ona.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.ona.org.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Portal Saúde no Ar / Foto: Reprodução / Medicina SA</p>



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<iframe title="EXPECTATIVAS PARA OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/cPE9S0YC5xw?start=1683&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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