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	<title>Jon Fosse |</title>
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	<title>Jon Fosse |</title>
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		<title>Nobel de Literatura de 2023 premia norueguês Jon Fosse, autor de obras existenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 15:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Jon Fosse]]></category>
		<category><![CDATA[Nobel de Literatura2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor é conhecido principalmente por suas mais de 40 peças O norueguês Jon Fosse, de 64 anos, venceu o prêmio Nobel de Literatura de 2023, segundo anunciou a Academia Sueca na manhã desta quinta-feira (5). O escritor é conhecido principalmente por suas mais de 40 peças, mas também por sua produção de obras infantojuvenis, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O escritor é conhecido principalmente por suas mais de 40 peças</p>



<p class="wp-block-paragraph">O norueguês Jon Fosse, de 64 anos, venceu o prêmio Nobel de Literatura de 2023, segundo anunciou a Academia Sueca na manhã desta quinta-feira (5).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritor é conhecido principalmente por suas mais de 40 peças, mas também por sua produção de obras infantojuvenis, poemas e romances, um leque que está sendo ampliado no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um de seus livros, &#8220;É a Ales&#8221;, finalista do prêmio Booker Internacional, acaba de sair no Brasil pela Companhia das Letras, somando-se a &#8220;Melancolia&#8221;, já publicado pela Tordesilhas. A Fósforo está prestes a lançar outro, &#8220;Brancura&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra de Fosse é marcada por personagens imersos em investigações existenciais líricas que perpassam tempo e espaço -o porta-voz da Academia Sueca citou o também nobelizado irlandês Samuel Beckett como um escritor de estilo próximo a ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 1901, a centenária Academia escandinava distribui aquela que é considerada a maior distinção literária do mundo, já tendo laureado 120 pessoas, entre interrupções por guerras ou escândalos sexuais. A pessoa escolhida leva 10 milhões de coroas suecas, o que hoje equivale a cerca de R$ 4,7 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre todos esses vencedores, o Nobel já destacou 17 mulheres contra 103 homens, a mais recente sendo a francesa Annie Ernaux, no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi o raro caso de uma escritora que já vinha angariando bom leitorado no país antes do prêmio com obras como &#8220;O Lugar&#8221; e &#8220;O Acontecimento&#8221; -e ainda mais depois do troféu e da vinda da escritora à Flip, logo depois, numa feliz coincidência para a festa literária paratiense.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/3-1.jpg" alt="" class="wp-image-86854"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A popularidade não era o caso dos autores que foram premiados logo antes, a poeta americana Louise Glück, que só veio ter sua obra bem editada no Brasil depois do Nobel, e o romancista tanzaniano Abdulrazak Gurnah, nunca publicado no país antes do troféu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É rara a coincidência de um autor estar avançando sua publicação brasileira enquanto é premiado pelo Nobel, ainda que Fosse estivesse entre os principais cotados pelas casas de apostas há pelo menos dez anos. Mas isso normalmente não quer dizer muita coisa -o japonês Haruki Murakami que o diga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o Nobel é capaz de catapultar a leitura de diversos escritores no Brasil, como foi o caso de Svetlana Aleksiévitch e Olga Tokarczuk, às vezes ele calha de premiar autores já bem conhecidos como Kazuo Ishiguro, vencedor de 2017, e -ainda mais- o compositor Bob Dylan, que ganhou um ano antes dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">VEJA TODOS OS VENCEDORES DO NOBEL DE LITERATURA ATÉ HOJE</p>



<p class="wp-block-paragraph">2022: Annie Ernaux (França)<br>2021: Abdulrazak Gurnah (Tanzânia)<br>2020: Louise Glück (EUA)<br>2019: Peter Handke (Áustria)<br>2018: Olga Tokarczuk (Polônia)<br>2017: Kazuo Ishiguro (Reino Unido)<br>2016: Bob Dylan (EUA)<br>2015: Svetlana Aleksiévitch (Bielorrússia)<br>2014: Patrick Modiano (França)<br>2013: Alice Munro (Canadá)<br>2012: Mo Yan (China)<br>2011: Tomas Tranströmer (Suécia)<br>2010: Mario Vargas Llosa (Peru)<br>2009: Herta Müller (Romênia-Alemanha)<br>2008: J.M.G. Le Clézio (França)<br>2007: Doris Lessing (Reino Unido, mas nasceu no Irã e cresceu no Zimbábue)<br>2006: Orhan Pamuk (Turquia)<br>2005: Harold Pinter (Reino Unido)<br>2004: Elfriede Jelinek (Áustria)<br>2003: J.M. Coetzee (África do Sul)<br>2002: Imre Kertész (Hungria)<br>2001: V.S. Naipaul (nasceu em Trinidad e Tobago, mas vive no Reino Unido)<br>2000: Gao Xingjian (China)<br>1999: Günter Grass (Alemanha)<br>1998: José Saramago (Portugal)<br>1997: Dario Fo (Itália)<br>1996: Wislawa Szymborska (Polônia)<br>1995: Seamus Heaney (Irlanda)<br>1994: Kenzaburo Oe (Japão)<br>1993: Toni Morrison (Estados Unidos)<br>1992: Derek Walcott (Santa Lúcia, ilha do Caribe)<br>1991: Nadine Gordimer (África do Sul)<br>1990: Octavio Paz (México)<br>1989: Camilo Jose Cela (Espanha)<br>1988: Naguib Mahfouz (Egito)<br>1987: Joseph Brodsky (EUA, de origem russa)<br>1986: Wole Soyinka (Nigéria)<br>1985: Claude Simon (França)<br>1984: Jaroslav Seifert (Tchecoslováquia)<br>1983: William Golding (Reino Unido)<br>1982: Gabriel García Márquez (Colômbia)<br>1981: Elias Canetti (Reino Unido, de origem búlgara)<br>1980: Czeslaw Milosz (Polônia)<br>1979: Odysseus Elytis (Grécia)<br>1978: Isaac Bashevis Singer (EUA, de origem polonesa)<br>1977: Vicente Aleixandre (Espanha)<br>1976: Saul Bellow (EUA)<br>1975: Eugenio Montale (Itália)<br>1974: Eyvind Johnson (Suécia) e Harry Martinson (Suécia)<br>1973: Patrick White (Austrália)<br>1972: Heinrich Böll (Alemanha)<br>1971: Pablo Neruda (Chile)<br>1970: Alexander Soljenítsin (URSS)<br>1969: Samuel Beckett (Irlanda)<br>1968: Yasunari Kawabata (Japão)<br>1967: Miguel Ángel Asturias (Guatemala)<br>1966: Samuel José Agnon (Israel) e Nelly Sachs (Alemanha)<br>1965: Mikhail Sholokhov (URSS)<br>1964: Jean-Paul Sartre (França; recusou o prêmio)<br>1963: Giórgos Seféris (Grécia)<br>1962: John Steinbeck (EUA)<br>1961: Ivo Andric (Iugoslávia)<br>1960: Saint-John Perse (França)<br>1959: Salvatore Quasimodo (Itália)<br>1958: Boris Pasternak (União Soviética; renunciou ao prêmio)<br>1957: Albert Camus (França)<br>1956: Juan Ramón Jiménez (Espanha)<br>1955: Halldór Kiljan Laxness (Islândia)<br>1954: Ernest Hemingway (Estados Unidos)<br>1953: Winston Churchill (Reino Unido)<br>1952: François Mauriac (França)<br>1951: Par Lagerkvist (Suécia)<br>1950: Bertrand Russell (Reino Unido)<br>1949: William Faulkner (EUA)<br>1948: T.S. Eliot (Reino Unido, nascido nos EUA)<br>1947: André Gide (França)<br>1946: Hermann Hesse (Alemanha)<br>1945: Gabriela Mistral (Chile)<br>1944: Johannes V. Jensen (Dinamarca)<br>1940-1943: não foi concedido<br>1939: Frans Eemil Sillanpää (Finlândia)<br>1938: Pearl S. Buck (EUA)<br>1937: Roger Martin du Gard (França)<br>1936: Eugene O&#8217;Neill (EUA)<br>1935: não foi concedido<br>1934: Luigi Pirandello (Itália)<br>1933: Ivan Bunin (URSS)<br>1932: John Galsworthy (Reino Unido)<br>1931: Erik Axel Karlfeldt (Suécia)<br>1930: Sinclair Lewis (EUA)<br>1929: Thomas Mann (Alemanha)<br>1928: Sigrid Undset (Noruega)<br>1927: Henri Bergson (França)<br>1926: Grazia Deledda (Itália)<br>1925: George Bernard Shaw (Irlanda)<br>1924: Wladyslaw Reymont (Polônia)<br>1923: W.B. Yeats (Irlanda)<br>1922: Jacinto Benavente (Espanha)<br>1921: Anatole France (França)<br>1920: Knut Hamsun (Noruega)<br>1919: Carl Spitteler (Suíça)<br>1918: Não foi concedido<br>1917: Karl Gjellerup e Henrik Pontoppidan (ambos da Dinamarca)<br>1916: Verner von Heidenstam (Suécia)<br>1915: Romain Rolland (França)<br>1914: não foi concedido<br>1913: R. Tagore (Índia)<br>1912: Gerhart Hauptmann (Alemanha)<br>1911: M. Maeterlinck (Bélgica)<br>1910: Paul Heyse (Alemanha)<br>1909: Selma Lagerlöf (Suécia)<br>1908: Rudolf Eucken (Alemanha)<br>1907: Rudyard Kipling (Reino Unido, mas nasceu na Índia)<br>1906: Giosuè Carducci (Itália)<br>1905: Henryk Sienkiewicz (Polônia)<br>1904: Frédéric Mistral (França) e José Echegaray (Espanha)<br>1903: Bjornstjerne Bjornson (Noruega)<br>1902: Theodor Mommsen (Alemanha)<br>1901: Sully Prudhomme (França)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao minuto </p>



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