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	<title>Jornalismo |</title>
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	<title>Jornalismo |</title>
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		<title>Morre jornalista Caio César Brito, em Feira de Santana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 01:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda-feira, 20/04/2026 &#8211; 15h01 Por&#160;Redação O jornalista Caio César Britto, faleceu na noite deste&#160;domingo (19), em Feira de Santana. Aos 33 anos, ele foi vítima de um infarto fulminante.&#160;A informação foi divulgada pelo Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias. Com passagem marcante pela TV Caldeirão, ele conquistou o público feirense com sua simpatia, profissionalismo e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda-feira, 20/04/2026 &#8211; 15h01</p>



<p>Por&nbsp;Redação</p>



<p>O jornalista Caio César Britto, faleceu na noite deste&nbsp;domingo (19), em Feira de Santana. Aos 33 anos, ele foi vítima de um infarto fulminante.&nbsp;<strong><a href="https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/jornalista-caio-cesar-britto-morre-aos-33-anos-em-feira-de-santana/">A informação foi divulgada pelo Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias.</a></strong></p>



<p>Com passagem marcante pela TV Caldeirão, ele conquistou o público feirense com sua simpatia, profissionalismo e dedicação ao jornalismo. Após deixar o sistema Caldeirão de Comunicação, seguiu carreira na assessoria de imprensa do Hospital da Criança.</p>



<p>Além da atuação profissional, Caio também compartilhava, de forma leve e bem-humorada, aspectos da sua vida pessoal. Em sua biografia no Instagram, se definia como: “jornalista, assessor, trintão, geminiano, pai de duas, casado”, além de destacar paixões como cozinhar, ler, jogar videogame, acompanhar séries e apreciar boas histórias.</p>



<p><br>Ele deixa esposa e duas filhas. O velório de Caio César acontece nesta segunda-feira (20), no SAF Centro de Velório, localizado na Avenida Eduardo Fróes da Mota, nº 2070, no bairro SIM, em Feira de Santana.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A HISTÓRIA DA TECHNET FIBRA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/iALoRhgfty4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Breve história do jornalismo “antiSUS”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 15:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[“antiSUS”]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Da fundação do SUS à atualidade, o jornalismo pautado por e para a burguesia disputa o projeto de saúde nacional Por Gabriel Brito No seminário que divulgou o projeto Trajetória da Saúde em SP, realizado na Faculdade de Saúde Pública da USP, o jornalista e cientista social Claudio Bertolli Filho apresentou o trabalho “Quando a saúde pública virou sinônimo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Da fundação do SUS à atualidade, o jornalismo pautado por e para a burguesia disputa o projeto de saúde nacional</p>



<p>Por Gabriel Brito</p>



<p>No <a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/um-olhar-da-reforma-sanitaria-a-partir-de-sao-paulo/">seminário que divulgou o projeto <em>Trajetória da Saúde em SP</em></a>, realizado na Faculdade de Saúde Pública da USP, o jornalista e cientista social <strong>Claudio Bertolli Filho</strong> apresentou o trabalho “<a href="https://historiaesaude.com.br/quando-a-saude-publica-virou-sinonimo-de-crise-o-sus-nas-paginas-da-folha-1983-1994/">Quando a saúde pública virou sinônimo de crise: o SUS nas páginas da Folha (1983-1994)</a>”.</p>



<p>Seu levantamento historiográfico confirmou, por meio de um objeto de estudo específico, aquilo que se observa cotidianamente nos meios de comunicação de massa: um discurso inflexível de ataque ao público em favor da promoção do setor privado comercial.</p>



<p>O trabalho de Bertolli analisou 7.756 textos publicados no período – seja editorial, coluna de opinião ou reportagem – e não deixam margem para dúvidas: absolutamente todos eles abordam o SUS negativamente.</p>



<p>Ao apresentar o trabalho, na mesa dedicada à mídia, Bertolli, que foi repórter da&nbsp;<em>Folha</em>, contextualizou: “o jornal sempre foi dedicado às classes A e B. E sempre teve o setor privado de saúde como importante anunciante. A mensagem do jornal era dedicada a um público que raramente usaria a estrutura de atendimento do SUS”.</p>



<p>O recorte temporal inclui o período anterior à instituição do SUS, quando o INAMPS organizava o sistema público e seu atendimento não era universal. No entanto, a linha editorial dialogou com os objetivos da reforma neoliberal do Estado, iniciada nos anos 1980 nos países centrais do capitalismo e importada pelo Brasil, em seu processo de redemocratização.</p>



<p>“Houve só uma matéria, publicada em caderno específico que circulou em São José dos Campos e Ribeirão Preto, em algum momento da década de 1990, em que se entrevistou um gestor do SUS que explicou como o sistema era fundamental na assistência médica. Mas, no geral, vendeu-se a noção de que se você fosse a um hospital público era mais fácil sair morto do que bem atendido”, explicou Bertolli, autor de livro sobre a epidemia de gripe espanhola em São Paulo, em 1918.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Gabriel Brito</strong>, repórter deste boletim, também esteve presente na mesa dedicada à mídia, e fez uma breve exposição sobre os olhares atuais do jornalismo em relação ao SUS. Em linhas gerais, a abordagem “antiSUS” foi substituída, em tempos recentes, por um discurso mais fraterno, em que o setor privado é apresentado como um “parceiro”.</p>



<p>Trata-se da ideia de que a saúde suplementar representaria um desafogo ao sistema público, desmentida por pesquisadores e sanitaristas em geral. A mudança editorial se afirmou após a pandemia, quando o SUS se evidenciou como fundamental para a maioria da população. Por trás de tudo, o objetivo é disputar o orçamento da saúde “por dentro”, através de mecanismos de privatização dos equipamentos e serviços públicos.</p>



<p>Por fim,<strong>&nbsp;Sérgio Gomes da Silva</strong>, veterano jornalista com longa trajetória no campo da saúde, defendeu a criação de mecanismos de comunicação dentro dos próprios estabelecimentos de saúde, como unidades básicas.</p>



<p>Tal ideia não só atualiza a noção de transparência e participação social no SUS como também serviria para amplificar o contato entre o sistema e a população, num contexto em que praticamente qualquer pessoa dispõe de condições técnicas de fazer mídia e influenciar a sociedade.</p>



<p>Fonte: Outra Saúde / Imagem: CES.RJ</p>



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<iframe title="FINALIZAÇÃO DOS TRABALHOS LEGISLATIVO 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5_qtKUBYNng?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/breve-historia-do-jornalismo-antisus/">Breve história do jornalismo “antiSUS”</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>&#8220;A importância do trabalho de comunicação no Sistema de Justiça”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 14:40:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 28 de maio de 2024 No Bate-Papo na City desta Terça –feira (28 ) os nossos convidados é Lucas da Silva Fernandes &#8211; Jornalista da Defensoria Pública, o nosso tema será: &#8220;A importância do trabalho de comunicação no Sistema de Justiça” O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo Facebook, Instagram e YouTube do Ipirá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Terça, 28 de maio de 2024</p>



<p>No Bate-Papo na City desta Terça –feira (28 ) os nossos convidados é <strong><em>Lucas da Silva Fernandes &#8211; Jornalista da Defensoria Pública,</em></strong> o nosso tema será: <strong><em><em>&#8220;A importância do trabalho de comunicação no Sistema de Justiça”</em></em></strong></p>



<p>O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo <strong><em><a href="https://www.facebook.com/events/851962776952952/" target="_blank" rel="noopener" title="">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/oficialipiracity/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wjhJIeSwAgU" target="_blank" rel="noopener" title="">YouTube</a></em> </strong>do Ipirá City, e pela rádio @ipirafm</p>



<p>Link do facebook:<em><strong> <a href="https://www.facebook.com/events/7649497355096963/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.facebook.com/events/1364717134177294/</a></strong></em></p>



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		<title>Decisão do STF faz do jornalismo uma atividade de risco, diz advogado constitucionalista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 23:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quinta, 30 de novembro de 2023 A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autoriza a responsabilização de veículos jornalísticos pelas declarações de entrevistados pode levar as redações à autocensura. A avaliação é do advogado constitucionalista André Marsiglia, especialista em liberdade de expressão. &#8220;O que o STF fez foi praticamente tornar a atividade jornalística uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta, 30 de novembro de 2023</p>



<p>A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autoriza a responsabilização de veículos jornalísticos pelas declarações de entrevistados pode levar as redações à autocensura. A avaliação é do advogado constitucionalista André Marsiglia, especialista em liberdade de expressão.</p>



<p>&#8220;O que o STF fez foi praticamente tornar a atividade jornalística uma atividade de risco. Ocorre que o exercício da liberdade de imprensa é um direito e transformar o exercício do direito em um risco é absolutamente contraditório&#8221;, afirma. &#8220;É um entendimento totalmente equivocado do papel da imprensa.&#8221;</p>



<p>O STF decidiu que jornais, revistas e portais jornalísticos podem ser punidos na esfera cível por declarações de seus entrevistados contra terceiros se houver &#8220;indícios concretos&#8221; de que a informação é falsa. Para o advogado, a decisão é inconstitucional.</p>



<p>&#8220;O STF engessa a possibilidade do jornalístico político, o jornalístico investigativo, ter fôlego para que o tempo possa comprovar que a versão divulgada é correta&#8221;, defende. &#8220;A entrevista ao vivo também passa a ser um risco jurídico.&#8221;</p>



<p>Marsiglia avalia que os parâmetros usados pelo STF são genéricos e podem abrir caminho para o assédio judicial a jornalistas.</p>



<p>&#8220;O problema é saber o que são indícios concretos. Uma decisão liminar determinando a remoção de um conteúdo, totalmente reversível, pode ser entendida como um indício concreto. Mas pode também ser uma agência de checagem, um fato consensual, esse é o perigo&#8221;, alerta.</p>



<p>O advogado explica que a tese fixada pelo Supremo foi uma adaptação, para os veículos da imprensa, das exigências previstas no PL das Fake News para as plataformas digitais.</p>



<p>&#8220;O que está sendo estabelecido agora para a imprensa é mais ou menos o que se pleitou para as big techs. Da mesma forma que as plataformas são responsáveis pelo conteúdos publicado pelos usuários, a imprensa se torna responsável pelo conteúdo do seu entrevistado&#8221;, lembra. &#8220;Mas a imprensa cria e pauta o debate público. Podá-la da mesma forma que se pretende poder um usuário de rede social é absolutamente inconstitucional. &#8220;</p>



<p>Não há, no entanto, espaço para revisão do julgamento. Os recursos no STF estão esgotados. A decisão poderia ser contestada em uma ação de constitucionalidade, mas o próprio Supremo Tribunal Federal ficaria encarregado de analisar o processo. Uma alternativa poderia ser a via legislativa, com a edição de legislação para regulamentar o tema, ou a modulação dos efeitos do julgamento pelo próprio STF, a partir da análise de casos concretos que chegarem ao tribunal.</p>



<p>&#8220;Na prática, o que pode acontecer de melhor é o STF perceber que a decisão é inconstitucional e rever o seu entendimento&#8221;, avalia Marsiglia.</p>



<p>Fonte: UOL</p>



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<iframe title="LPG e a importância da participação da sociedade civil no processo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/BvF3Q93ptfo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/decisao-do-stf-faz-do-jornalismo-uma-atividade-de-risco-diz-advogado-constitucionalista/">Decisão do STF faz do jornalismo uma atividade de risco, diz advogado constitucionalista</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>ALB e ABI promovem I Simpósio Baiano de Jornalismo e Literatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 18:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>
		<category><![CDATA[ABI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As relações entre literatura e jornalismo serão debatidas durante o I Simpósio Baiano de Jornalismo e Literatura, evento promovido por meio de uma parceria entre a Academia de Letras da Bahia (ALB) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI). A abertura do Simpósio acontece no mesmo dia em que é celebrado o Dia do Jornalista, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As relações entre literatura e jornalismo serão debatidas durante o I Simpósio Baiano de Jornalismo e Literatura, evento promovido por meio de uma parceria entre a Academia de Letras da Bahia (ALB) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI). A abertura do Simpósio acontece no mesmo dia em que é celebrado o Dia do Jornalista, data instituída em homenagem ao médico, político e jornalista italiano radicado no Brasil, Libero Badaró. O evento será online e transmitido pelo canal do YouTube da ALB, nos dias 7, 8 e 9 de abril, das 18h às 20h.</p>



<p>No dia 7, o jornalista Ernesto Marques, presidente da ABI, estará ao lado do professor, antropólogo e atual presidente da Academia de Letras da Bahia, Ordep Serra, para realizar a abertura do evento. Na sequência, terá início a mesa “Limites da liberdade de expressão e direitos hoje, no Brasil”.</p>



<p>A Mesa I terá participação do jornalista, escritor, e ex-professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/UFBA), Emiliano José, do professor-titular de jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Muniz Sodré, e do professor-titular de teoria da comunicação da Facom/UFBA, Wilson Gomes. A mediação ficará com Jussara Maia, pesquisadora e professora do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).</p>



<p>A segunda mesa, programada para o dia 8 de abril, conta com a presença do jornalista e vice-presidente da Assembleia Geral da ABI, Sérgio Mattos, da jornalista e professora da Faculdade de Comunicação da UFBA, Malu Fontes, e da escritora Kátia Borges. O tema será “O espaço e conteúdos de cultura nos jornais, televisão, rádio e plataformas digitais”, com mediação da diretora do departamento de divulgação da ABI, a jornalista Simone Ribeiro.</p>



<p>A mesa III, “Jornalismo e Literatura: interfaces”, terá participações do escritor Antônio Torres, escritor, jornalista, membro da ALB e da Academia Brasileira de Letras (ABL), da jornalista e escritora Aline D´Eça e do doutor em ciências da comunicação Edvaldo Pereira Lima. A jornalista e escritora Suzana Varjão assumirá a mediação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Serviço</h3>



<p>I Simpósio Baiano de Jornalismo e Literatura<br>Quando: 7, 8 e 9 de abril de 2021 das 18 às 20h<br>Onde: Online, via <a href="https://www.youtube.com/channel/UC89NyFbowIZpNGUDisg8ZOw">YouTube da Academia de Letras da Bahia (ALB)</a></p>



<p>Fonte: Metro 1 </p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/alb-e-abi-promovem-i-simposio-baiano-de-jornalismo-e-literatura/">ALB e ABI promovem I Simpósio Baiano de Jornalismo e Literatura</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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