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	<title>jovens |</title>
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	<title>jovens |</title>
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		<title>Jovens do Engenho Velho da Federação estrelam clipe inédito sobre raízes culturais da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:19:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A juventude do bairro&#160;Engenho Velho da Federação assume a linha de frente de um novo projeto audiovisual que exalta a&#160;origem da identidade nacional.&#160;O Centro Cultural Vai Chegar prepara o lançamento da faixa “Filho da Mãe”, o nono videoclipe realizado com a participação de crianças e adolescentes da comunidade em uma iniciativa contínua que atua desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A juventude do bairro&nbsp;<strong>Engenho Velho da Federaçã</strong>o assume a linha de frente de um novo projeto audiovisual que exalta a&nbsp;<strong>origem da identidade nacional.</strong>&nbsp;O Centro Cultural Vai Chegar prepara o lançamento da faixa “Filho da Mãe”, o nono videoclipe realizado com a participação de crianças e adolescentes da comunidade em uma iniciativa contínua que atua desde o ano de 2018.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/Portal-ipira-city.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A música chega ao streaming no&nbsp;<strong>dia 5 de junho,</strong>&nbsp;enquanto o clipe oficial desembarca de forma gratuita no YouTube no dia 12 de junho. A obra propõe um olhar diferente sobre o descobrimento do Brasil e coloca a Bahia no&nbsp;<strong>papel de matriz cultural de maneira sensível.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Gravadas pelas ruas e paisagens do Centro Histórico de Salvador, as cenas mostram os estudantes assumindo os coros e a percussão ao lado de grandes nomes do cenário artístico baiano. A direção leva a assinatura de Tedy Santana e a produção conta com a presença do coautor Raimundo Sodré, do compositor Marcelo Machado, da cantora Makedda, do músico João Mendes e da orquestra de cumbia Sonora Amaralina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as gravações, o elenco infantojuvenil utiliza o&nbsp;<strong>Tambor Vai Chegar,</strong>&nbsp;um equipamento musical acessível criado pelo próprio diretor para facilitar o aprendizado de forma intuitiva nas oficinas rítmicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O visual do projeto ganhou ainda o reforço de peso das coreografias montadas pela professora Lissandra Santos. Para a direção do centro cultural, tirar os jovens do ambiente do bairro e levá-los para outras áreas urbanas da capital transforma o momento da filmagem em uma grande&nbsp;<strong>aventura coletiva capaz de criar memórias afetivas&nbsp;</strong>e validar na prática todo o esforço aplicado nas aulas regulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem da canção carrega a essência da cultura popular. A intenção é apresentar a&nbsp;<strong>Bahia como a grande figura materna</strong>&nbsp;de onde nasceram os pilares do país, enquanto o Brasil seria esse herdeiro gigante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O compositor afirma que o país enorme só tem tamanho e celebra o fato de a estrutura original da música, pensada desde o início para o formato de samba chula e com vozes infantis, ter encontrado a&nbsp;<strong>sintonia perfeita com os tambores e com a energia dos integrantes</strong>&nbsp;da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Alô alô Bahia / Foto: João Meireles</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Pesquisa revela que 55% dos partos são cesariana e maioria das mães baianas são jovens em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 04:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 09/05/2026 Por&#160;Redação Um estudo detalhado sobre os indicadores demográficos e de saúde materna no estado em 2025 feito pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) revela que mais da metade das mulheres baianas que deram à luz no ano passado (55,3%) passaram por partos cesáreos. De acordo com os dados, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 09/05/2026 </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Redação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo detalhado sobre os indicadores demográficos e de saúde materna no estado em 2025 feito pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) revela que mais da metade das mulheres baianas que deram à luz no ano passado (55,3%) passaram por partos cesáreos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados, a Bahia conta com uma população de 4,5 milhões de mulheres em idade fértil (entre 10 e 49 anos), o que representa um terço da população total do estado e 58,7% da população feminina baiana. Desse grupo, 165,4 mil mulheres tornaram-se mães ao longo de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório indica que a maioria das novas mães é jovem: 49,2% possuem entre 20 e 29 anos, enquanto 33,7% estão na faixa dos 30 aos 39 anos. O estudo acende um alerta para a maternidade precoce, revelando que 12,8% das mulheres tornaram-se mães entre os 10 e 19 anos. Em números absolutos, o estado registrou mil casos de crianças e adolescentes com menos de 14 anos que deram à luz no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao sexo dos recém-nascidos, houve uma predominância de meninos. A razão de sexos registrada foi de 104,5, o que significa o nascimento de aproximadamente 104 meninos para cada 100 meninas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O perfil também traz dados sensíveis sobre a saúde pública, registrando 102 óbitos maternos no estado em 2025. O período do puerpério (pós-parto) foi o mais crítico, concentrando 49% das mortes. Outros 16,7% ocorreram durante a gravidez, parto ou aborto, e 11,8% no pós-puerpério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais causas de morte materna identificadas pela SEI estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Complicações de doenças pré-existentes: 30,4%</li>



<li>Hemorragia pós-parto: 12,7%</li>



<li>Eclâmpsia: 11,8%</li>



<li>Hipertensão gestacional: 3,9%</li>
</ul>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pesquisa-revela-que-55-dos-partos-sao-cesariana-e-maioria-das-maes-baianas-sao-jovens-em-2025/">Pesquisa revela que 55% dos partos são cesariana e maioria das mães baianas são jovens em 2025</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Trends literárias estimulam a leitura entre jovens no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 04:06:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Adriana Figueiredo &#124; Evandro Almeida Júnior &#8211; Sábado, 9 de maio de 2026 Número de jovens que compraram livros cresceu no ano passado. Perfis sobre literatura em redes sociais abrem as portas desta arte para o público. Para aqueles que dizem que as tecnologias digitais vão tomar o lugar dos livros, o Brasil tem mostrado que essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Adriana Figueiredo | <a href="https://www.dw.com/pt-br/evandro-almeida-j%C3%BAnior/person-64714465">Evandro Almeida Júnior</a> &#8211; Sábado, 9 de maio de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Número de jovens que compraram livros cresceu no ano passado. Perfis sobre literatura em redes sociais abrem as portas desta arte para o público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aqueles que dizem que as tecnologias digitais vão tomar o lugar dos livros, o Brasil tem mostrado que essa história pode ser diferente. De 2024 para 2025, o país ganhou 3 milhões de&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/leitura-tem-queda-dram%C3%A1tica-e-preocupante-pelo-mundo/a-75817527">novos consumidores de livros</a>, segundo a pesquisa Panorama do Consumo de Livros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizada pela Câmara Brasileira do Livro em parceria com a Nielsen BookData, a pesquisa indica que, na prática, 18% da população comprou ao menos um livro em 2025, um aumento de dois pontos percentuais em relação ao ano anterior. O maior crescimento foi registrado entre os jovens adultos, de 18 a 34 anos, que avançaram 3,4 pontos porcentuais em comparação ao registrado 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses dados indicam que a internet pode estar influenciando esse cenário. Fenômenos como &#8220;BookTok&#8221;, uma subcomunidade do TikTok voltada para a leitura, e perfis literários têm popularizado obras nacionais e internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você encontra pessoas que leem um livro que, aparentemente, se você estivesse, sei lá, andando na livraria, não te chamaria atenção. Mas alguém que parece que poderia ser seu amigo fala: ‘Nossa, que legal esse livro. Ele mexeu comigo por causa disso, disso, disso. E é um livro muito bom’&#8221;, explica a criadora de conteúdo literário Beatriz Paludetto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paludetto acredita que esse movimento traz a sensação de proximidade entre influenciador e público, ajudando as novas gerações a se identificarem com as experiências alheias e a encontrarem conforto na literatura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Redes sociais, juventude e literatura</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa também é a opinião da presidente da Câmara Brasileira do Livro, Sevani Matos. &#8220;As redes sociais se tornaram uma porta de entrada importante para novos leitores. Criadores de conteúdo, recomendações online e comunidades virtuais são os três principais motivos que possibilitam a ampliação do alcance da literatura, especialmente entre os mais jovens&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa Panorama do Consumo, 57% dos consumidores de livros dizem acompanhar algum conteúdo relacionado à literatura nas redes sociais, enquanto 56% afirmam comprar livros por lá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa relação com as redes, no entanto, não significa que o produto adquirido também é&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/livros-digitais-democratizaram-o-acesso-%C3%A0-leitura/a-66556658">digital</a>. Ao serem questionados, quatro em cada cinco entrevistados afirmaram que o último livro comprado por eles havia sido um exemplar impresso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Luz no fim do túnel para as livrarias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da presença digital de conteúdos literários não significa uma ameaça para as livrarias. Apesar de 49% dos consumidores preferirem comprar online, outros 44% ainda priorizam adquirir livros presencialmente. Dentre os motivos citados, estão o desejo de ver e sentir a obra impressa antes de realizar a compra e a preferência por ter o livro em mãos logo após o pagamento, sem necessidade de aguardar pela entrega.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/image-38-1024x576.png" alt="" class="wp-image-175846" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/image-38-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/image-38-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/image-38-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/image-38.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Livrarias se consolidam como espaços de bem-estar para os leitore.<small>Foto: Dreamstime/IMAGO</small></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por essas e outras razões, é possível dizer que as livrarias ainda ocupam um lugar especial no coração dos leitores. Ainda de acordo com a pesquisa Panorama do Consumo, esses locais são compreendidos como espaços para &#8220;relaxar e explorar sem pressa&#8221; e são oportunidades para os consumidores se conectarem com cultura e novos conhecimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próprios donos de livrarias já entenderam o recado. Atualmente, o negócio não pode ser, somente, sobre a venda de livros. &#8220;Aqui, no nosso caso, planejamos pensando numa experiência sensorial completa. Então, desde essa luz gostosa em que estamos, uma música baixinha, um cheiro de café, uma poltrona, um tapete… tudo isso forma mais do que um espaço: é um lugar&#8221;, relata Luciana Gil, que é livreira e sócia da livraria Bibla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando todo o carinho e dedicação envolvidos e os benefícios da compra presencial, não é à toa que 43% dos brasileiros afirmam que ainda frequentam livrarias ao menos uma vez por mês.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leitura e compra de livros</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com uma tendência positiva no consumo de livros, o Brasil possui ainda uma grande parcela da população que não lê livros. A mais recente edição da pesquisa&nbsp;<em>Retratos da Leitura no Brasil</em>, do Instituto Pró-Livro, mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram &#8220;não-leitores&#8221;, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi a primeira vez na pesquisa realizada desde 2007 que a parcela dos que não leem livros superou a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. O único segmento da população brasileira que não teve queda no&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/como-incentivar-a-leitura-em-crian%C3%A7as/a-68278186">número de leitores</a>&nbsp;foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: DW / Influenciadores literários impulsionam o interesse dos mais novos pela leitura.<small>Foto: Paulo Pinto/Agência Brasi</small>l</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



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		<title>Jovens de 18 a 29 anos têm menor conscientização sobre impacto de hábitos no envelhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mais recente edição do Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), pesquisa realizada no final de 2025 pelo Grupo Bradesco Seguros, revela que os brasileiros mais jovens, entre 18 e 29 anos, demonstram menor conscientização sobre o impacto de suas atitudes no próprio envelhecimento e na construção de uma vida longa e saudável. O levantamento, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A mais recente edição do Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), pesquisa realizada no final de 2025 pelo Grupo Bradesco Seguros, revela que os brasileiros mais jovens, entre 18 e 29 anos, demonstram menor conscientização sobre o impacto de suas atitudes no próprio envelhecimento e na construção de uma vida longa e saudável. O levantamento, que ouviu 4.400 pessoas em todo o país, mostra que, embora o envelhecer seja visto com leveza pela maioria da população — apenas 17% o encaram como algo negativo —, entre os mais jovens esse índice sobe para 21%, o que reforça a importância de promover o debate sobre longevidade desde cedo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização do ILP 2025 dá continuidade à pesquisa iniciada em 2024, permitindo acompanhar tendências e percepções sobre hábitos e comportamentos relacionados ao envelhecimento saudável. Com base em uma metodologia multidimensional, o indicador avalia aspectos físicos, emocionais, sociais e financeiros que influenciam a longevidade, assegurando representatividade nacional ao incluir respondentes de todas as regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">https://medicinasa.com.br/<br>https://medicinasa.com.br/<br>Os resultados apontam que os jovens adultos são os que menos associam suas atitudes cotidianas à construção de uma vida mais longa. Entre os respondentes de 18 a 29 anos, 28% afirmam considerar apenas às vezes — ou nunca — o impacto de suas decisões em sua longevidade, e 52% acreditam que suas ações ligadas à saúde física contribuem pouco ou nada para o envelhecer bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O distanciamento em relação ao tema da longevidade se reflete ainda na falta de informação: 26% dos entrevistados de 18 a 29 anos não sabem o que significa o conceito de longevidade, e 8% afirmam não ter nenhum interesse em aprender mais sobre o assunto, o percentual mais alto entre todas as faixas etárias. No campo dos hábitos saudáveis, o cenário também é desafiador: 55% dizem buscar uma alimentação equilibrada apenas “às vezes”, e 13% avaliam sua saúde e qualidade de sono como abaixo da média.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Brasil apresente avanços na consciência preventiva — 77% dos entrevistados afirmam se informar sobre exames e cuidados de saúde —, os jovens ainda aparecem em desvantagem: apenas 32% buscam atendimento médico de forma preventiva, em comparação a 41% da média nacional e 56% entre os maiores de 50 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No aspecto social, os dados revelam que a conexão e o senso de pertencimento ainda são frágeis nessa fase da vida. A satisfação com as relações pessoais e o apoio de amigos é a menor entre todas as idades, e 60% acreditam que suas ações ligadas à saúde social contribuem pouco ou nada para sua longevidade. Essa percepção se estende à dimensão ambiental: 58% dos jovens consideram que suas atitudes em relação ao meio ambiente têm baixo impacto em uma vida mais longa e equilibrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados mostram que o desafio da longevidade não começa na maturidade, mas sim na juventude. A construção de uma vida longa e com qualidade depende de escolhas conscientes desde cedo — físicas, emocionais, sociais e ambientais. Fomentar essa mentalidade entre os jovens é essencial para que o país avance rumo a uma sociedade mais preparada, saudável e equilibrada em todas as idades”, reforça Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações do Site <a href="https://medicinasa.com.br/">https://medicinasa.com.br/</a></p>



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<iframe title="ANÁLISE DO CENÁRIO PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KuqKcQ5no3M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Estudos mostram que estilo de vida leva jovens de até 30 anos apresentarem risco cardíaco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Homens jovens entre 20 e 30 anos já estão apresentando fatores de risco cardiovascular que eram comuns apenas em homens mais velhos, a partir de 40 anos. Estudos do National Health and Nutrition Examination Survey mostram que, entre adultos de 18 a 39 anos, 7,3% já apresentam hipertensão e 8,8% têm colesterol alto. Os dados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Homens jovens entre 20 e 30 anos já estão apresentando fatores de risco cardiovascular que eram comuns apenas em homens mais velhos, a partir de 40 anos. Estudos do National Health and Nutrition Examination Survey mostram que, entre adultos de 18 a 39 anos, 7,3% já apresentam hipertensão e 8,8% têm colesterol alto. Os dados revelam ainda que 26,9% possuem pressão arterial em níveis elevados e 21,6% têm colesterol considerado limítrofe, muitas vezes sem diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cardiologista Aloisio Barbosa da Silva confirmou que quase um em quatro jovens já apresenta algum sinal de alteração de pressão ou colesterol antes dos 40 anos. Alertou que tudo isso está relacionado aos maus hábitos que levam à disfunção metabólica do organismo. A professora de cardiologia na Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/puc-pr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PUCPR</a></strong>), Sarah Fagundes Grobe, membro do Comitê de Comunicação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBC</a></strong>), confirmou que há um avanço de risco cardiovascular entre jovens de 20 a 30 anos e de ambos os sexos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente sempre ouviu falar que infarto, hipertensão, arritmia eram considerados problemas de gente mais velha. Mas isso não é mais a nossa realidade, tanto no Brasil, como no resto do mundo,” explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cardiologista explicou que as mulheres têm alguns fatores de risco clássicos do gênero, que impõem risco cardiovascular maior e mais precoce, como doenças da gestão, entre as quais eclâmpsia, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional. Isso aumenta o risco cardiovascular da mulher, além de menopausa precoce e doenças autoimunes. “Isso, de fato, muda a idade do aparecimento dos primeiros problemas cardíacos”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estilo de vida</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos homens, Sarah disse que, de forma geral, tem pacientes mais sedentários, indivíduos que estão expostos a uma alimentação mais ultraprocessada, jornada extensa de trabalho, uso de estimulantes para treinar ou para se manter acordado, abuso de álcool, privação do sono e abuso de esteroides.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estudo recente mostra a incidência de doenças cardiovasculares em pacientes que usam anabolizantes, principalmente. É uma relação bastante robusta e consistente e um risco meio silencioso que, às vezes, dá uma falsa impressão de segurança que tem um médico acompanhando. Mas, na verdade, esse paciente está sozinho”. Todos esses elementos criam um cenário para um coração que envelhece mais rápido do que a idade cronológica. “É como se nós antecipássemos o aparecimento da doença cardiovascular”, indicou a médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A base de tudo é o estilo de vida, agregou o cardiologista Aloisio Barbosa da Silva. Segundo ele, os jovens estão se tornando cada vez mais sedentários, com uma alimentação desbalanceada, Estão tendo vícios cada vez mais precoces e com horários desregrados. “Você vê hoje, cada vez mais, uma dependência de tela e menos atividade real”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente sabe que o mundo todo hoje está com sobrecarga de trabalho, ansiedade, estímulos o tempo todo e os homens mais jovens buscam, de forma incansável, a felicidade e o bom rendimento. Para isso, usam remédios para acordar, para dormir, para manter foco, enquanto deveriam prezar por um estilo de vida saudável, dormindo de forma adequada, praticando exercícios físicos pelo menos 150 minutos por semana de uma atividade moderada a alta, cuidando da espiritualidade, da alimentação mais balanceada, manutenção do peso. Assim, nós conseguiríamos evitar ou postergar muito o aparecimento dessas doenças”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aloisio Barbosa da Silva indicou que a ida ao médico, seja um clínico geral ou cardiologista, é fundamental para já iniciar um checkup pelo menos a partir dos 20 anos de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Porque cada vez mais a gente está vendo obesos iniciando já na fase de adolescência quando era mais na fase adulta”. Destacou que, no passado, só se considerava o risco de morte por infarto acima dos 35 anos quando o homem era mais sugestivo para doenças coronarianas; hoje se tem visto isso acontecer abaixo dos 30 e 25 anos. “É cada vez mais precoce o desenvolvimento de doença aterosclerótica coronariana”. Para o doutor, a prevenção é a principal estratégia. “É você pegar mais comida natural, mais verduras, folhas; praticar atividade física regularmente; não fumar; evitar bebidas alcoólicas em excesso; ter uma boa noite de sono; e controlar o peso”. Dessa forma, diminui a possibilidade de se ter riscos cardiovasculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sarah Grobe afirmou que o homem, de modo geral, não está acostumado a ir ao médico para fazer prevenção, ao contrário do que ocorre com as mulheres. A avaliação clínica é fundamental para prevenir e detectar precocemente as doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma boa avaliação da pressão arterial, dos exames laboratoriais do colesterol”. Há ainda a LPA, ou Lipoproteína, que é um marcador genético de risco para doenças cardíacas, que exige um exame de sangue específico para ser medido. Esse exame de sangue avalia o colesterol de origem genética. “Todas essas são maneiras de a gente tentar se antecipar, prever um risco cardíaco ao longo da vida e instituir de forma mais efetiva um show de vida que vai proteger o paciente. Eu acho também que fazer acompanhamento para diagnóstico precoce das doenças, com certeza, muda o desfecho cardiovascular”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sarah concordou que a mulher está muito acostumada a ir ao médico porque, desde cedo, aprendeu a ir ao ginecologista para prevenir câncer de mama, enquanto o homem não costuma ir ao médico para fazer prevenção. Ele vai ao médico depois de uma certa idade, para ver a próstata, aos 60, 70 anos. Mas antes disso, se ele não tem sintoma, não procura o médico, porque talvez veja isso como um sinal de fraqueza, de vulnerabilidade, de medo até. Na verdade, a médica garantiu que a melhor coisa “é você ir ao seu médico, fazer sua rotina e saber que está tudo bem”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo realizado na Espanha registrou que cerca de 18% dos jovens adultos apresentaram pré-diabetes, hipertensão ou dislipidemia, enquanto quase metade estava acima do peso ou era fisicamente inativa. O cardiologista Aloisio Barbosa da Silva reforçou que energéticos, pré-treinos, drogas estimulantes e cigarros eletrônicos contribuem para inflamação vascular, aumento da pressão e risco de arritmias. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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<iframe title="PRECONCEITO E EXCLUSÃO SOCIAL: &quot;OS DESAFIOS ENFRENTADOS POR PESSOAS COM PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/t8U8veBAQh8?start=3771&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>“Os jovens querem diagnósticos psiquiátricos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diagnósticos psiquiátricos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Mad in Brasil e Outra Saúde Indústria farmacêutica, psiquiatria tradicional e redes sociais influenciam a juventude a definir sua identidade pelo uso de remédios – assumindo-se “ansiosos” ou “depressivos”. Para Robert Whitaker, Fiocruz pode construir novo paradigma que enfrente essa visão O rápido crescimento dos diagnósticos psiquiátricos e do uso de medicamentos antidepressivos no Brasil, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Mad in Brasil e Outra Saúde</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indústria farmacêutica, psiquiatria tradicional e redes sociais influenciam a juventude a definir sua identidade pelo uso de remédios – assumindo-se “ansiosos” ou “depressivos”. Para Robert Whitaker, Fiocruz pode construir novo paradigma que enfrente essa visão</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rápido crescimento dos diagnósticos psiquiátricos e do uso de medicamentos antidepressivos no Brasil, apresentado como uma resposta à crise de sofrimento psíquico, não pode ser chamado de um consenso na sociedade. Se, por um lado, a indústria farmacêutica e a psiquiatria tradicional defendem essa proposta, o movimento antimanicomial e a reforma psiquiátrica propõem que é possível desmedicalizar a saúde mental – oferecendo alternativas a partir da arte, cultura, trabalho, renda, esporte e outras práticas de cuidado em liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autor de livros como&nbsp;<em><a href="https://www.livrariaeditorafiocruz.com.br/temas/saude-mental/anatomia-de-uma-epidemia-pilulas-magicas-drogas-psiquiatricas-e-o-aumento-assombroso-da-doenca-mental">Anatomia de uma Epidemia</a></em>&nbsp;(Editora Fiocruz, 2017),&nbsp;<em><a href="https://zagodoni.com.br/produto/desmedicar-a-luta-global-contra-a-medicalizacao-da-vida/">Desmedicar — A Luta Global Contra a Medicalização da Vida</a></em>&nbsp;(Zagodoni, 2024) e&nbsp;<em>Psychiatry Under the Influence</em>&nbsp;(ainda sem tradução para o português), o jornalista&nbsp;<strong>Robert Whitaker</strong>&nbsp;acredita que há um novo desafio para o debate crítico sobre o tema: “As redes sociais transmitem e difundem essa ideia de que os jovens devem se ver através das lentes dos diagnósticos. Isso é realmente desencorajador. Quando você começa a se entender a partir desse ângulo, o diagnóstico lentamente passa a ser sua identidade. Passa a definir como será o seu futuro, como será sua resposta a momentos difíceis. É uma coisa triste ver até mesmo crianças se entendendo através dessa lente patologizante”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Whitaker cobre os temas da psiquiatria em profundidade há três décadas, e esteve no Brasil para participar do 9º Seminário Internacional A Epidemia das Drogas Psiquiátricas, realizado nos dias 30 e 31 de outubro na Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz). No espaço, apresentou estudos sobre as&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=tRKusgdSE-s">evidências da eficácia das drogas psiquiátricas</a>&nbsp;e o&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=sKpJ0Vqrxbk">panorama global das iniciativas desmedicalizantes</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entrevistado por&nbsp;<strong><em>Outra Saúde</em></strong>&nbsp;e pelo portal&nbsp;<em><a href="https://madinbrasil.org/">Mad in Brasil</a></em>, Whitaker refletiu sobre o papel que o Brasil pode cumprir em uma mudança no atual cenário: “Se o governo brasileiro ou a Fiocruz desenvolvessem novos protocolos sobre o uso de drogas psiquiátricas, isso seria algo grande. Uma mudança no Brasil impactaria a América Latina e, possivelmente, o mundo. É como a desinstitucionalização, um processo que, a partir do êxito da experiência na Itália, se espalhou pelo globo, chegando inclusive no Brasil. Este Seminário pode ser a semente de uma revolução – extremamente necessária, tendo em vista a piora global nos problemas de saúde pública – no modo de pensar as drogas psiquiátricas.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://outraspalavras.net/wp-content/uploads/2025/11/robert-whitaker.jpeg" alt="Jornalista Robert Whitaker fala sobre o aumento de diagnósticos de ansiedade e depressão entre jovens" class="wp-image-3116419"/><figcaption class="wp-element-caption">O jornalista Robert Whitaker</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fique, a seguir, com a íntegra da entrevista com&nbsp;<strong>Robert Whitaker</strong>, jornalista e editor. Não deixe de conferir os vídeos de suas apresentações no Seminário Internacional A Epidemia das Drogas Psiquiátricas, disponíveis nesta página.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Você acha que os questionamentos que você levanta, assim como fizeram outros jornalistas e cientistas, estão ajudando a mudar a forma como as drogas psiquiátricas são vistas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa está mudando, não há dúvidas quanto a isso, particularmente nos Estados Unidos. Escrevi três livros sobre o assunto, mas acredito que o motivo pelo qual esses livros tiveram algum impacto é porque contam sobre as pesquisas&nbsp;<em>deles</em>, das pessoas mais prestigiadas da psiquiatria ou do Instituto Nacional de Saúde Mental [NIMH, na sigla em inglês]. Muitas vezes, quando eles encontram resultados que não gostam, tendem a não promovê-los para o público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vou dar um exemplo sobre essa mudança de narrativa. Antes, a linha que se difundia era que os antipsicóticos melhoram a qualidade de vida dos pacientes, e de que haveria muitas provas disso. Eles seriam essenciais para viver bem a longo prazo, dizia-se. Atualmente, o que se lê nos periódicos de psiquiatria dos Estados Unidos é que não há prova de que esses medicamentos melhoram a qualidade de vida. Hoje, se ouve cada vez mais que os antidepressivos até mesmo&nbsp;<em>pioram</em>&nbsp;a qualidade de vida, com o passar do tempo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se pudermos fazer essas evidências científicas mais recentes serem conhecidas, isso começará a ter um impacto nas narrativas mais amplas sobre as drogas psiquiátricas. Os Estados Unidos são uma potência que exporta suas ideias ao redor do mundo. Com sorte, essa “contra-narrativa” também pode acabar sendo exportada também.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que a Fiocruz faz, ao organizar o Seminário Internacional A Epidemia das Drogas Psiquiátricas, é muito importante. É um evento recorrente, que anualmente ajuda a fortalecer essa contra-narrativa. Isso tem um peso no grande esquema das coisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que papel o Brasil pode cumprir na mudança de narrativa sobre as drogas psiquiátricas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fiocruz é uma das instituições de saúde mais respeitadas de todo o mundo, além de ser a mais conhecida da América Latina. A Organização Mundial da Saúde (OMS) vem publicando relatórios em que diz que é preciso uma “mudança de paradigma” [sobre os medicamentos psiquiátricos], mas o único país a realizar um seminário anual sobre os problemas dessa medicalização é o Brasil, em uma instituição com o prestígio e o impacto da Fiocruz. Não existe algo parecido nos Estados Unidos ou nos países da Europa, enquanto aqui isso já está acontecendo há nove anos seguidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o governo brasileiro ou a Fiocruz desenvolvessem novos protocolos sobre o uso de drogas psiquiátricas, isso seria algo grande. Uma mudança no Brasil impactaria a América Latina e, possivelmente, o mundo. É como a desinstitucionalização, um processo que, a partir do êxito da experiência na Itália, se espalhou pela Europa e pela América Latina, chegou inclusive no Brasil. Este Seminário pode ser a semente de uma revolução no modo de pensar as drogas psiquiátricas. Uma revolução extremamente necessária, tendo em vista a piora nos problemas globais de saúde pública dos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais você acredita que são os principais desafios para mudar a narrativa sobre as drogas psiquiátricas e “fazer uma revolução” no modo como pensamos, como você disse mais cedo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O único momento em que me senti um pouco pessimista durante o Seminário foi quando ouvi que a juventude do Rio de Janeiro está querendo ser diagnosticada e aumentando seu uso de drogas psiquiátricas. Nos Estados Unidos, essa narrativa também chegou, principalmente através das redes sociais. Os jovens dizem que querem um diagnóstico de ansiedade, depressão, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), autismo… Nas redes sociais, ser patologizado é visto como algo bom!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acho que há três principais desafios: a indústria farmacêutica, a psiquiatria enquanto uma guilda e as redes sociais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria farmacêutica, é claro, quer vender seus produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que se refere aos psiquiatras, é preciso entender porque eles resistem a essa mudança de perspectiva sobre as drogas psiquiátricas. Nos Estados Unidos, o que esses profissionais fazem é basicamente prescrever medicamentos. Você procura um psicólogo ou outro profissional para receber aconselhamento ou fazer terapia, mas não um psiquiatra. Assim, eles não querem dizer que esses fármacos podem fazer mal, afinal, se fizerem isso, sua profissão não faz sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já quanto às redes sociais, são elas que transmitem e difundem essa ideia de que os jovens devem se ver através das lentes dos diagnósticos. Isso é realmente desencorajador. Quando você começa a se entender a partir desse ângulo, o diagnóstico lentamente passa a ser sua identidade. Passa a definir como será o seu futuro, como será sua resposta a momentos difíceis. É uma coisa triste ver até mesmo crianças se entendendo através dessa lente patologizante. Penso que as redes sociais cumprem um papel muito negativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações do Site Outra Saúde</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TRABALHO LEGISLATIVO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/d4GH522nyiU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/os-jovens-querem-diagnosticos-psiquiatricos/">“Os jovens querem diagnósticos psiquiátricos”</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Jovens criam biofilme de romã e jatobá que combate apodrecimento de frutas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 17:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O apodrecimento de frutas é uma preocupação na cadeia de supermercados e entre consumidores brasileiros. Quem nunca se deparou com a desagradável surpresa de encontrar uma fruta estragada em casa? Buscando alternativas para esse problema, estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral Norberto Fernandes, no município de Caculé, desenvolveram um biofilme, à base de romã [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O apodrecimento de frutas é uma preocupação na cadeia de supermercados e entre consumidores brasileiros. Quem nunca se deparou com a desagradável surpresa de encontrar uma fruta estragada em casa? Buscando alternativas para esse problema, estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral Norberto Fernandes, no município de Caculé, desenvolveram um biofilme, à base de romã e jatobá, que tem potencial de combater o apodrecimento de frutas como manga, banana e maçã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os jovens cientistas Álvaro Costa, Arthur Mota, Artur Trindade, João Brito, Lavínia Neres e Ludmila Novaes pensaram em buscar matérias-primas abundantes na região. “A ideia, que surgiu em sala de aula, foi usar frutas e plantas que a gente já conhece do dia a dia, mas que nem sempre têm seu potencial valorizado. A romã e o jatobá chamaram atenção por terem propriedades antimicrobianas e antioxidantes naturais, por isso pensamos em juntar essas características para criar algo que ajudasse na conservação de alimentos”, afirmam Artur Trindade e João Brito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da pesquisa teórica sobre as propriedades químicas dos ingredientes, os estudantes prepararam os extratos das plantas e fizeram os testes de formulação até chegar na textura e espessura que consideravam ideais para o biofilme. “Aplicamos nas mangas e acompanhamos o tempo de conservação comparando com frutas sem o revestimento. Tivemos ótimos resultados também com a aplicação na maçã e na banana”, destaca Ludmila Sousa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entusiasmada com a possibilidade de patentear a ideia, a professora orientadora, Edjane Costa, valoriza a participação dos estudantes em projetos científicos. “A inserção dos jovens na ciência e no empreendedorismo é fundamental. Quando o aluno tem a chance de pesquisar, testar ideias e ver resultados concretos, ele começa a enxergar o conhecimento de outra forma. É uma forma de despertar a criatividade, o senso crítico e até novas perspectivas de futuro profissional”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destaque no Bahia Tech Experience (BTX), principal evento de inovação do estado, promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Sebrae, o biofilme conta com apoio da Secretaria da Educação (SEC) e da comunidade escolar. As próximas etapas, segundo Edjane Costa, envolvem o aprimoramento da fórmula para testagem em outras frutas e alimentos. “Também queremos fazer análises mais detalhadas sobre o tempo de conservação e buscar parcerias com universidades ou empresas pra dar continuidade ao desenvolvimento”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bahia Faz Ciência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) estreou no Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, 8 de julho de 2019, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias são divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estão disponíveis no site e redes sociais da Secretaria. Se você conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomendações podem ser feitas através do e-mail ascom@secti.ba.gov.br.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Gov.ba / Foto: Gabriel Pinheiro<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Confira como o Enem transforma o futuro de jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 19:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Enem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exame já mudou a vida de milhões de jovens pelo Brasil e a edição de 2025 promete escrever novas histórias O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é mais do que a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil. É também uma oportunidade de mudança de vida. É assim desde 1998, quando o exame [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Exame já mudou a vida de milhões de jovens pelo Brasil e a edição de 2025 promete escrever novas histórias</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é mais do que a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil. É também uma oportunidade de mudança de vida. É assim desde 1998, quando o exame foi criado pelo Ministério da Educação (MEC). De lá para cá, diversos jovens, famílias e comunidades foram impactados pelo poder da educação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Foi com o Enem que Sabrina da Silva venceu a luta pela inclusão na educação superior. Caçula de sete irmãos, filha de uma empregada doméstica e um lavrador do interior do Maranhão, sempre estudou em escola pública e sequer conhecia o exame. Mas foi com a nota do Enem que ela conseguiu entrar para o curso de medicina na Universidade Federal do Maranhão (UFMA).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“No interior, a gente nem ouvia falar sobre o Enem, parecia até que isso não me pertencia. Mas sempre gostei de estudar e tinha grandes sonhos. Em São Luís, fiz três anos de cursinho, nunca desisti. Quando ouvi meu nome no rádio, foi o momento em que minha vida mudou. Sou a primeira da minha família a cursar ensino superior em uma universidade pública”, celebra.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo do momento em que recebeu a notícia da aprovação viralizou nas redes sociais em 2023. Neste ano, a estudante estrelou a campanha do Enem, ao lado do influenciador Gil do Vigor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participante da primeira edição, o hoje professor Paulo Almeida lembra com carinho da época de estudante: “Ao se sair bem no Enem, tínhamos a certeza de que estávamos indo para o caminho certo”. Ele reforça que é fundamental manter a rotina de estudos, mas também cuidar do psicológico para poder fazer uma boa prova. “Hoje, como professor, percebo que temos uma inclusão muito grande na sala de aula de alunos que têm acesso ao ensino superior por conta dessa avaliação tão importante”, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pelo MEC, através do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o exame avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e fornece notas que podem ser usadas no&nbsp;<a href="https://acessounico.mec.gov.br/sisu" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Sistema de Seleção Unificada (Sisu)&nbsp;</a>, no&nbsp;<a href="https://acessounico.mec.gov.br/prouni" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Programa Universidade para Todos (Prouni)&nbsp;</a>e no&nbsp;<a href="https://acessounico.mec.gov.br/fies" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Fundo de Financiamento Estudantil (Fies)&nbsp;</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar aos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição, foram contabilizados 4.811.338 inscritos confirmados em todo o Brasil. Em comparação com 2022, o aumento no número das inscrições foi de 38% e, em relação a 2024, 11,22%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Provas&nbsp;</strong>– A aplicação das provas do Enem será nos dias 9 e 16 de novembro nas 27 unidades da Federação. De forma excepcional, o exame será aplicado em 30 de novembro e 7 de dezembro nas seguintes cidades do Pará: Belém, Ananindeua e Marituba. A medida visa atender os públicos desses municípios, em virtude da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá na capital paraense no período da aplicação regular do exame.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira o cronograma completo do Enem 2025:</strong><img decoding="async" alt="." height="276" src="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/agosto/WhatsAppImage20250804at09.27.06.jpeg/@@images/aaf7609b-e90f-47c0-a629-c161b7d6148e.jpeg" width="536">.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Certificação –&nbsp;</strong>Na edição de 2025, o Enem voltará a certificar a conclusão do ensino médio ou a proficiência parcial de estudantes maiores de 18 anos. Os participantes que desejem utilizar o exame para esses fins devem indicar a opção no ato da inscrição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário atingir o mínimo de 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento e de 500 pontos na redação para adquirir o direito ao certificado ou à declaração parcial de proficiência, por meio do Enem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pé-de-Meia –&nbsp;</strong>O programa&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/pe-de-meia" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Pé-de-Meia&nbsp;</a>prevê uma parcela bônus de R$ 200 para os estudantes do último ano do ensino médio que realizarem os dois dias de provas do Enem 2025. O pagamento será feito após a conclusão dessa etapa educacional. Todos os participantes do Pé-de-Meia têm direito à isenção da taxa de inscrição do Enem 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://download.inep.gov.br/enem/edital_52_de_23_de_maio_de_2025.pdf" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Acesse o edital do Enem 2025</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JOD6xa6VsM4&amp;list=PLjz5Kd6rxbE5LRBaZKtU0z6cngH4bzHl4" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Acesse o edital do Enem 2025 em Libras</a><a target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/agosto/saiba-como-o-enem-pode-transformar-seu-futuro" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/agosto/saiba-como-o-enem-pode-transformar-seu-futuro</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="40 ANOS DO AXÉ MUSIC" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/bSJOhY1ivxI?start=1913&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Gastos com bets adiam graduação para 34% dos jovens em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O levantamento mostra que 34,4% dos apostadores precisarão interromper seus gastos em apostas esportivas para entrar em um curso de nível superior no início de 2026 Os gastos com as apostas online esportivas estão interferindo no início da graduação em uma faculdade particular de 33,8% dos apostadores entrevistados na pesquisa O Impacto das Bets 2, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O levantamento mostra que 34,4% dos apostadores precisarão interromper seus gastos em apostas esportivas para entrar em um curso de nível superior no início de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O</strong>s gastos com as apostas online esportivas estão interferindo no início da graduação em uma faculdade particular de 33,8% dos apostadores entrevistados na pesquisa O Impacto das Bets 2, de abril de 2025. O estudo – que avalia como as apostas online, conhecidas como bets, estão interferindo no acesso dos brasileiros à graduação – é da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (Abmes), realizado em parceria com o instituto de pesquisas Educa Insights. &nbsp;</p>



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<p class="wp-block-paragraph">O levantamento mostra que 34,4% dos apostadores entrevistados precisarão interromper seus gastos em apostas esportivas para entrar em um curso de nível superior no início de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-geral da Abmes, Paulo Chanan, explicou que o resultado reforça uma tendência de agravamento preocupante dos números, se comparados aos da primeira edição do estudo, publicada em setembro de 2024.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso indica que o fenômeno está se aprofundando e afetando, principalmente, os jovens das classes C e D. Trata-se de uma realidade relativamente nova no Brasil, que ainda carece de amadurecimento por parte da sociedade e de uma regulação mais eficaz por parte do poder público”, declarou à Agência Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Características individuais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, para esta segunda edição da pesquisa, foram realizadas 11.762 entrevistas entre 20 e 24 de março, para chegar em um volume de 2.317 respostas do questionário completo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os jovens entrevistados estão na faixa etária entre 18 e 35 anos e são das cinco regiões do país e de todas as classes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O perfil do apostador se repete, se comparado ao da primeira edição da pesquisa da Educa Insights, de setembro de 2024:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>85% são homens;</li>



<li>85% trabalham;</li>



<li>72% têm filhos;</li>



<li>38% são da classe B; e 37%, da classe C;</li>



<li>79% têm como fonte de renda o salário do trabalho;</li>



<li>40% têm entre 26 e 30 anos; 30%, de 31 a 35 anos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para quem já está na graduação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa O Impacto das Bets 2 revela que, entre os apostadores entrevistados que já estão no ensino superior, 14% deles atrasaram a mensalidade ou trancaram o curso devido aos gastos em casas de apostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os que ingressaram na graduação em instituições de ensino superior privadas, 35% dizem que precisarão interromper gastos com apostas online.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base no Censo da Educação Superior 2023, a entidade que representa a educação superior particular no Brasil calcula que 986.779 estudantes podem ter impacto direto na graduação, em 2026, como consequência das apostas virtuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No longo prazo, o dado mais preocupante é a projeção para 2026: quase 1 milhão de potenciais ingressantes na educação superior privada podem não efetivar a matrícula devido ao comprometimento financeiro com apostas e jogos online”, estima Paulo Chanan.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Frequência e valor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na conclusão, o estudo mostra que as apostas fazem parte da rotina de metade das pessoas que responderam à pesquisa. Entre eles, a frequência é considerada alta: 1 a 3 vezes por semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os que apostam nesta frequência, 41%, são da região Sudeste e 40% são do Nordeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro de 2024, 30,8% dos entrevistados responderam ter gasto mais de R$350 nas bets. Na edição deste ano, este percentual cresceu para 45,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perguntados sobre a recuperação de uma parte ou do valor total já destinado às apostas esportivas, 30,3% dos apostadores, em 2024, não conseguiram reaver os recursos. Enquanto que, em abril de 2024, este índice caiu para 22,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do instituto Educa Insights, Daniel Infante, comparou os resultados da pesquisa recente aos da primeira pesquisa sobre o tema, realizada em setembro de 2024. “O estudo mostra que o mercado educacional ganha um novo concorrente pelo bolso do aluno potencial. Isto, aliado às mudanças regulatórias em curso, pode afetar significativamente o mercado potencial para o ensino superior privado no país”, observou o diretor da empresa do mercado de educação em entrevista à Agência Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outros impactos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do acesso e da permanência no ensino superior serem afetados pelo comprometimento da renda dos apostadores online, o estudo mostra que, em abril de 2025, entre os entrevistados impactados pelos prejuízos causados pelas perdas em apostas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>28,5% já deixaram de frequentar restaurantes, bares ou sair com amigos;</li>



<li>23,6% já deixaram de investir em academia ou atividades físicas/esportes;</li>



<li>20,9% já deixaram de investir em algum curso, idiomas ou outro aprendizado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Soluções</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não se posicione diretamente contra a regulamentação do setor de apostas no Brasil, a Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior defende que é preciso haver limites, controle e políticas públicas de conscientização sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Abmes acredita que a solução para o problema precisa ser multissetorial. O enfrentamento ao impacto das bets deve se dar com responsabilidade e dados, promovendo discussões em fóruns educacionais e políticos”, disse o diretor Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra solução apontada pela instituição é a realização de campanhas educativas voltadas à conscientização sobre os riscos do uso excessivo de plataformas de apostas, em diversos setores sociais, inclusive em instituições particulares de ensino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: © Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O PAPEL DOS CONSELHOS MUNICIPAIS COM ÊNFASE EM POLÍTICAS PÚBLICAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/XPzUUnrZzks?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/gastos-com-bets-adiam-graduacao-para-34-dos-jovens-em-2025/">Gastos com bets adiam graduação para 34% dos jovens em 2025</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo associa toxina de bactéria a câncer colorretal em jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Incidência da doença em jovens cresceu nas últimas duas décadas; esse tipo de câncer colorretal ocupa a segunda causa de mortes relacionadas a doença, segundo a OMS Um novo estudo publicado na revista Nature levanta uma hipótese preocupante sobre a alta de casos de câncer colorretal em jovens: a possível ligação com uma toxina produzida por bactérias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Incidência da doença em jovens cresceu nas últimas duas décadas; esse tipo de câncer colorretal ocupa a segunda causa de mortes relacionadas a doença, segundo a OMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo publicado na revista Nature levanta uma hipótese preocupante sobre a alta de casos de <strong>câncer colorretal</strong> em jovens: a possível ligação com uma toxina produzida por bactérias intestinais, a <strong>colibactina</strong>. Presente em algumas cepas da <em>Escherichia coli</em>, essa toxina é capaz de causar danos no DNA das células, favorecendo mutações associadas ao desenvolvimento de tumores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do estudo, liderado por cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, era investigar se processos de mutação podem contribuir para o desenvolvimento desses tumores. Para isso, examinaram 981 amostras de tecido de pacientes em 11 países, inclusive o Brasil, comparando jovens e idosos. A análise revelou diferenças tanto entre os países como entre as faixas etárias. Genética ou alimentação poderiam explicar essas diferenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos pacientes mais jovens, diagnosticados antes dos 40, foi observado um conjunto de mutações sabidamente causadas pela colibactina. No entanto, os cientistas não detectaram a presença da bactéria. Por isso, uma das hipóteses é que a exposição a esse tipo de&nbsp;<em>E. coli</em>&nbsp;na infância ou juventude poderia predispor ao desenvolvimento do câncer 10 a 15 anos depois, por mais que o paciente elimine a bactéria posteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o oncologista Diogo Bugano, do Hospital Israelita Albert Einstein, tudo ainda é muito especulativo. “Como essas mutações podem estar relacionadas com a bactéria, levantaram esta hipótese. Mas não há como ter certeza, em especial porque não acharam a bactéria nos pacientes.” Ele remarca também que, até hoje, não se identificaram diferenças entre o perfil de mutações de tumores em pacientes jovens e idosos. “Não parece uma doença diferente, que tivesse outra causa ou mecanismo”, diz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doença é mais comum a partir dos 50 anos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer colorretal ocupa a segunda causa de mortes relacionadas ao câncer, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, está na terceira posição entre os tipos de câncer mais frequentes, sem considerar os tumores de pele não melanoma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora tradicionalmente afete mais as pessoas acima dos 50 anos, nas últimas duas décadas a incidência da doença praticamente dobrou em pessoas jovens, abaixo dessa idade, e sem fatores de risco, segundo a International Agency for Research on Cancer (IARC). Ainda não se conhecem bem os motivos por trás desse aumento, mas pesquisas apontam uma associação com alimentação rica em produtos ultraprocessados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da idade e do histórico familiar, outros fatores de risco são o sedentarismo, a obesidade, o tabagismo e o baixo consumo de fibras. Muitos pacientes não apresentam sintomas nos estágios iniciais, mas vale ficar atento se ocorrem mudanças nos hábitos intestinais, como diarreia ou constipação, sangue nas fezes e perda de peso sem motivo aparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exames como sangue oculto nas fezes e colonoscopia ajudam a diagnosticar a doença precocemente e detectar lesões benignas (pólipos) que poderiam evoluir para um tumor com o passar do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / Foto: Reprodução google</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-associa-toxina-de-bacteria-a-cancer-colorretal-em-jovens/">Estudo associa toxina de bactéria a câncer colorretal em jovens</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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