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	<title>K9 e K2 |</title>
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		<title>K9 e K2: &#8216;Dei dois tragos e pensei que fosse morrer&#8217;, diz jovem internado pela 2ª vez em clínica de reabilitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 13:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[K9 e K2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Felipe Souza Uma hora por dia de musculação, cinco aulas de arte por semana e muito ócio. Esta é rotina de Jonathan* (nome fictício) neste fim de ano na clínica onde está internado para tratar o&#160;vício nas drogas sintéticas K2 e K9. Por causa do tratamento, ele vai passar o Natal e o Ano [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Felipe Souza</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma hora por dia de musculação, cinco aulas de arte por semana e muito ócio. Esta é rotina de Jonathan* (nome fictício) neste fim de ano na clínica onde está internado para tratar o&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgmznzdnmmo">vício nas drogas sintéticas K2 e K9.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por causa do tratamento, ele vai passar o Natal e o Ano Novo longe da família e dos amigos e só deve voltar para casa em fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à BBC News Brasil, Jonathan, que tem em torno de 20 anos*, conta como experimentou, se viciou e foi parar pela segunda vez no&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0pg9wxx2go">centro de reabilitação</a>&nbsp;onde agora convive com outros 65 homens que tentam se livrar da dependência química.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan lembra em detalhes do dia em que estava em uma roda de amigos e o conhecido de um primo dele ofereceu o que parecia ser um baseado (cigarro de maconha).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, ele já tinha experimentado maconha e bebia com certa frequência. Decidiu aceitar a oferta. Ele não sabia, mas estava experimentando K2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Achei que fosse maconha, mas, quando eu dei dois tragos, pensei que fosse morrer&#8221;, diz Jonathan, que conversou com a reportagem em uma das salas da clínica onde está internado, no Estado de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Senti um tremor nos músculos, falta de ar e tive uma confusão mental muito grande. Achei que não sairia mais do lugar.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele diz que, em meio a essa &#8220;sensação ruim, eu senti um pouco de prazer&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan diz que, depois disso, continuou a fumar maconha e experimentou cocaína, mas não gostou. Logo, veio a vontade de fumar K2 de novo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6.jpg" alt="" class="wp-image-86857" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ele reconhece que a vontade logo virou um vício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan diz que cada porção de K2, vendida em cápsulas, custa R$ 5. No auge do vício, ele usava cerca de dez por dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem dinheiro para sustentar um consumo tão frequente, chegou a furtar dinheiro dos pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira internação foi há pouco mais de um ano. Depois de uma recaída, precisou voltar para a clínica mais uma vez no mês passado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-são-as-drogas-K">O que são as drogas K?</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/ae0e/live/3be2ef10-9ea3-11ee-ae10-55b2ed3206fc.jpg" alt="Parte de drogas K apreendida pela polícia de SP"/><figcaption class="wp-element-caption">DIVULGAÇÃO/ DENARC Em apenas uma operação, polícia de SP apreendeu 48 kg de drogas K</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">As drogas K surgiram a partir de um experimento para tentar produzir, de maneira sintética, as substâncias terapêuticas da maconha, explicam especialistas à BBC News Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que os cientistas produziram nesse estudo foi, na verdade, uma variação ao menos cem vezes mais potente do que a própria cannabis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As variedades mais comuns são conhecidas como K2 e K9, mas há outras no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São drogas extremamente potentes que provocam efeitos colaterais, como agressividade, paranoia, arritmia cardíaca e até a morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Castiglioni, delegado da Divisão de Investigações Sobre Entorpecentes do departamento de narcóticos da Polícia Civil de São Paulo, explica que a diferença entre as drogas K está, basicamente, na forma de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essa droga é um líquido que, quando borrifado em folhas de plantas e chás em geral, convencionou-se chamar de K2&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mas, quando ela é colocada em papel ou cartolina para ser digerida ou consumida de maneira sublingual, convencionamos chamar K9.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em pouco tempo, essas drogas se tornaram uma importante questão de saúde pública no Brasil por conta de seu alto potencial de dependência. Segundo Castiglioni, que investiga as substâncias K há cerca de um ano e meio, elas são encontradas principalmente nas regiões periféricas da Grande São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os policiais do Rio Grande do Sul disseram que nunca viram por lá. Na Bahia e em outros Estados também não há nenhum relato de apreensão&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan conta que comprava drogas K com facilidade, próximo a uma linha férrea na cidade onde ele mora, e que usou tanto K2 quanto K9.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, a segunda versão é a mais forte delas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A K9 afeta o sistema nervoso mais rápido. O uso exagerado da K9 faz você ter uma confusão mental muito rápida&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na internet, viralizaram vídeos de homens tendo convulsões e paralisias após o uso da droga. São casos de uso de K9, diz Jonathan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aqueles piripaques que a gente acaba vendo na rua são mais comuns quando você usa K9.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele diz o efeito é quem usa muitas vezes nem se lembra do que pensou ou sentiu no auge do efeito causado pela droga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando você está tendo esse piripaque, o seu consciente está totalmente desligado&#8221;, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As pessoas vão falar que você estava tendo uma convulsão, mas você não vai se lembrar. Essa droga te tira da realidade.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele diz que o efeito não costuma durar mais de dez minutos, o que, ao seu ver, estimula o uso contínuo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Furtos-para-manter-o-vício">Furtos para manter o vício</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan conta que sempre estudou em escola pública e teve uma infância &#8220;bem tranquila&#8221; financeiramente. Aos 18 anos, começou a usar drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Queria encontrar na droga uma coragem, uma vontade de enfrentar os desafios e, logicamente, não encontrei&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ela era só uma ilusão e acabei me afundando cada vez mais.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele afirma que, depois de cada uso, vinha uma sensação de depressão e impotência que eram inversamente proporcionais ao bem-estar causado pela droga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan lembra que a K2 passou a causar um grande bem-estar a cada trago. Vinha um pico de felicidade, depois caía em sono profundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando acordava, sentia uma vontade muito grande de usar de novo. Você acorda querendo. E vai correr atrás para saciar esse desejo&#8221;, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem ganhar dinheiro suficiente para bancar o vício, Jonathan admite que chegou a fazer pequenos furtos dentro de casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nunca cheguei a roubar, mas, depois que comecei a usar K2, meus pais passaram a esconder suas carteiras&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Porque, se deixasse moscando na mesa, eu pegava. Já cheguei até a pensar em vender (coisas da casa), mas não vendi.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan diz que também passou a pedir dinheiro emprestado para pessoas próximas, mas não conseguia pagá-las de volta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Longe-da-sociedade">Longe da sociedade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan diz que não percebeu que já estava viciado e precisava de ajuda. Foram seus pais que decidiram que ele deveria ser internado compulsoriamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estava em casa, deitado, quando chegaram duas pessoas vestidas de branco. Meu pai falou que era para fazer alguns exames que a empresa estava pedindo&#8221;, lembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Na época, acreditei porque eu não estava conseguindo trabalhar. Quando entrei na ambulância, minha ficha caiu.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele passou cinco meses internado e saiu da clínica em maio. Pouco tempo depois, teve uma recaída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Fiquei limpo duas semanas. Mas já estava na minha cabeça que eu queria usar só mais uma vez&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mas é a mesma coisa do cigarro. Não dá para usar só mais uma vez.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de alguns meses, foi obrigado a voltar para a clínica. “Na segunda internação, tentei fugir duas vezes&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A primeira foi quando eu estava sendo levado de casa, mas o cara (enfermeiro) me segurou&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando chegou aqui na clínica, tentei fugir de novo. Mas a ambulância foi atrás de mim e fui trazido de volta para cá.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ele diz que a internação à força foi a melhor estratégia para sua recuperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não conseguia me suportar. Como o cara que não se suporta vai amar alguém?&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se eu não estivesse aqui, provavelmente estaria na rua usando. Eu quero me sentir bem comigo mesmo e sair sozinho. Colocar minha melhor roupa, passar meu melhor perfume, sair sozinho e curtir minha própria companhia.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Desintoxicação-e-ressocialização-em-três-fases">Desintoxicação e ressocialização em três fases</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Myriam Albers, psicóloga e coordenadora terapêutica na Clínica Maia, que tem seis unidades em São Paulo para tratar pessoas com dependência química, explica que o tratamento para o vício em drogas sintéticas é divido em três fases.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira é a adaptação e desintoxicação do usuário. Nesse período, um psicólogo o avalia e inicia um tratamento com medicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é estimulada a prática de atividades físicas e a participação em aulas de arte e em sessões de terapia que duram por todo o período de internação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início do tratamento, explica Albers, pode ser necessária uma quantidade de medicação maior para ajudar o paciente com alterações mentais e de comportamento, além de ajudar com a qualidade do sono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As doses vão sendo ajustadas ao longo da internação, e a tendência é que sejam diminuídas gradativamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após os sintomas mais importantes da abstinência, como tremores e ansiedade, serem controlados, a segunda fase é dedicada a conscientizar o paciente de seu problema e prevenir recaídas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não é simplesmente internar para tirá-lo da vida social familiar. É colocá-lo em um ambiente protegido e devolvê-lo para a sociedade&#8221;, diz a psicóloga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se a gente não consegue fazer com que ele ressignifique esse período da vida dele usando a substância, quando ele volta ao habitual, no primeiro desequilíbrio emocional, ele vai retornar à zona de conforto, que é o uso da substância.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A clínica visitada pela reportagem tem mesa de bilhar, ping-pong, pebolim e biblioteca para que os pacientes tenham momentos de lazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda uma área externa com piscina e espaço de convívio com churrasqueira. Tudo para que o paciente consiga lidar com os momentos de ócio durante a desintoxicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não são todos os dependentes químicos que têm condições de fazer esse tratamento. A mensalidade em uma clínica como essa custa entre R$ 12 mil a R$ 15 mil por mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte dos pacientes internados na clínica visitada pela reportagem é, no entanto, atendida por convênio médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta forma, pagam parcialmente o valor da mensalidade, ou o tratamento é coberto integralmente pelo plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As visitas de familiares são permitidas após a segunda semana de internação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A substância que a pessoa usa age diretamente no seu centro de recompensa cerebral&#8221;, explica a psicóloga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não tem como eliminá-la da sua vida, mas você vai tomar consciência do prejuízo dela para retomar a vida normalmente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pouco antes de receber alta, o paciente inicia um processo gradativo de ressocialização. Nesse momento, ele é autorizado a sair e passar quatro horas com a família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando o paciente volta, avaliamos os prós e os contras. A gente trabalha todas as situações que envolveram esse momento&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aos poucos, eles ficam um tempo maior até chegar o momento em que ele passa um dia fora e, depois, volta para casa.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan ainda tem quase dois meses de tratamento pela frente. Ele diz o que mais quer é ter sua liberdade e sua vida social de volta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quero aproveitar minha companhia e minha família&#8221;, diz com um olhar perdido para o lado de fora da sala onde fala com a reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu tenho um projeto de virar cabeleireiro. Tem uma garagem na minha casa e meu pai falou que posso usá-la para abrir meu salão. Só quero me tornar uma pessoa feliz sem drogas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*O nome verdadeiro e a idade de Jonathan foram omitidos para preservar a identidade dele</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil</p>



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