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	<title>Kamala Harris |</title>
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	<title>Kamala Harris |</title>
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		<title>O passado brasileiro do pai de Kamala Harris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 19:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald J. Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala Harris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;economista&#160;Donald Jasper Harris já tinha uma carreira internacional respeitada quando chegou ao Brasil em 1990. Nascido na Jamaica e naturalizado americano, Harris era professor da renomada Universidade Stanford, na Califórnia, e tinha entre suas publicações o livro&#160;Capital Accumulation and Income Distribution&#160;(“Acumulação de Capital e Distribuição de Renda”, em tradução livre), de 1978. A viagem ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alessandra Corrêa</strong></li>



<li>Role,<strong>De Washington para a BBC News Brasil</strong></li>



<li>Há 8 horas</li>
</ul>



<p>O&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cvjp2jr0k9rt">economista</a>&nbsp;Donald Jasper Harris já tinha uma carreira internacional respeitada quando chegou ao Brasil em 1990.</p>



<p>Nascido na Jamaica e naturalizado americano, Harris era professor da renomada Universidade Stanford, na Califórnia, e tinha entre suas publicações o livro&nbsp;<em>Capital Accumulation and Income Distribution</em>&nbsp;(“Acumulação de Capital e Distribuição de Renda”, em tradução livre), de 1978.</p>



<p>A viagem ao Brasil fazia parte de uma bolsa do programa Fulbright e incluía a participação em seminários e conferências em universidades brasileiras. Ao longo daquela década, ele passaria várias temporadas no país, e ainda é lembrado por alunos e colegas com quem conviveu.</p>



<p>“Ele sempre passou a impressão de ser pessoa muito receptiva com os alunos”, diz à BBC News Brasil um dos ex-estudantes, Jorge Thompson Araujo, que era mestrando em Economia quando fez um curso ministrado por Harris em 1990, na Universidade de Brasília (UnB).</p>



<p>O então estudante conviveu com Harris na sala de aula e em alguns eventos sociais em Brasília, dos quais contemporâneos lembram que ele frequentava bares e restaurantes perto do campus, na Asa Norte, e participava de churrascos com os colegas.</p>



<p>“Ele era introvertido, mas simpático”, diz Araujo, que hoje é consultor do Banco Mundial, em Washington, e pesquisador colaborador sênior da UnB.</p>



<p>Neste mês, a trajetória profissional do economista ganhou atenção nos Estados Unidos, depois que seu nome foi mencionado no debate presidencial.&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yklzk5l9eo">Ele é pai</a>&nbsp;da vice-presidente americana,<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cqy4l7jw20rt">&nbsp;Kamala Harris</a>, candidata democrata à Casa Branca.</p>



<p>Ao responder uma pergunta no debate de 10 de setembro, o ex-presidente Donald Trump, candidato republicano, citou o economista.</p>



<p>&#8220;Todo mundo sabe que ela é marxista. Seu pai é um professor marxista de economia. E ele a ensinou bem”, disse o republicano.</p>



<p>Kamala Harris, que sempre deixou claro que apoia o capitalismo, não respondeu à provocação, nem citou o pai durante o debate. Mas o episódio renovou a curiosidade sobre o trabalho de Donald Harris.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Interesse-pelo-Brasil">Interesse pelo Brasil</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/9458/live/9f95fff0-77ad-11ef-b02d-c5f3b724a1ea.jpg.webp" alt="Fotografia de homem negro e grisalho, parcialmente calvo, de óculos e terno, em frente a livros de economia"/><figcaption class="wp-element-caption">Donald J. Harris<br></figcaption></figure>



<p>O interesse do economista pelo Brasil vem de desde, pelo menos, a década de 1960.</p>



<p>Em 1966, ele assinou uma resenha sobre o livro&nbsp;<em>Diagnosis of the Brazilian Crisis</em>, título da edição em inglês de&nbsp;<em>Dialética do Desenvolvimento</em>, do economista brasileiro Celso Furtado.</p>



<p>“É uma contribuição refrescante à literatura sobre subdesenvolvimento”, avaliou Harris, afirmando que representava “uma tentativa séria de um economista latino-americano de lidar com os problemas da região por meio do desenvolvimento crítico e aplicação de estruturas analíticas existentes.”</p>



<p>Em 1974, ele publicou o artigo&nbsp;<em>Um Post Mortem à Parábola Neoclássica</em>&nbsp;na revista Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).</p>



<p>Araujo lembra que seu orientador de mestrado, Joanílio Teixeira, foi quem organizou a ida de Harris a Brasília.</p>



<p>Em 2021, em entrevista ao site da UnB, Teixeira, que atualmente é professor emérito da universidade, contou que chegou a hospedar Harris em sua casa por alguns meses.</p>



<p>A rotina acadêmica de Harris no Distrito Federal incluía pesquisas, trabalho com professores da UnB e um curso baseado em seu livro&nbsp;<em>Capital Accumulation and Income Distribution</em>, do qual Araujo participou em 1990.</p>



<p>“Ele condensou o material [do livro e de suas pesquisas] e fez uma série de seminários”, recorda o ex-aluno.</p>



<p>“O trabalho dele é extremamente sério, rigoroso. As aulas eram muito bem dadas, muito claras, mas difíceis. Dava trabalho entender e absorver aquele material, não era nada fácil.”</p>



<p>As aulas eram ministradas em inglês.</p>



<p>“Havia um pouco de barreira linguística. Na época, não era tão comum [os alunos] serem fluentes em inglês”, lembra Araujo. “Acho que às vezes afetava um pouco a interação dos alunos com ele.”</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/eb2c/live/eb552200-77ac-11ef-b02d-c5f3b724a1ea.jpg.webp" alt="Fotografia de homem de pele clara em terno em frente a bandeira do Brasil " style="width:840px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Arquivo Pessoal<br></figcaption></figure>



<p>Harris era reconhecido por suas críticas à teoria econômica neoclássica, escola dominante em Stanford e outras universidades renomadas. Em Brasília, encontrou um ambiente com mais diversidade de linhas de pensamento.</p>



<p>“Ele sempre foi bem heterodoxo em economia. Crítico às teorias econômicas&nbsp;<em>mainstream&nbsp;</em>[dominante]”, ressalta Araujo.</p>



<p>“E Stanford era — e ainda é — um departamento bem&nbsp;<em>mainstream</em>, com presença de economistas heterodoxos muito reduzida.”</p>



<p>Segundo Araujo, economistas de diferentes correntes conviviam na UnB.</p>



<p>“Obviamente, sempre tinha algum tipo de discordância, mas aquilo não gerava mal-estar. Acho que esse ambiente deixou Harris mais à vontade, acho que ele se sentia bem lá.”</p>



<p>Nas confraternizações, Araujo diz que Harris “parecia um&nbsp;<em>gentleman</em>”, sempre sorridente e acessível, deixando os interlocutores à vontade. Mesmo assim, sua presença intimidava o então estudante.</p>



<p>“Eu ficava um pouco sem jeito de falar com ele. Primeiro, pela importância que ele tinha na área. E segundo, porque na época eu não dominava o inglês tão bem”, lembra.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Professor-popular">Professor popular</h2>



<p>Aos 86 anos de idade, Donald Harris mantém o título de professor emérito da Universidade Stanford, de onde se aposentou em 1998. Ao longo de sua carreira, ele ganhou projeção internacional e se destacou como crítico da economia ortodoxa.</p>



<p>Doutor em Economia pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, começou a lecionar em Stanford em 1972, após ter sido professor na Universidade de Wisconsin, em Madison, na Universidade de Illinois e na Universidade Northwestern (também em Illinois).</p>



<p>Harris era um professor popular em Stanford. Em reportagem de 1976, o The Stanford Daily, jornal publicado pelos estudantes da universidade, o descreveu como “um estudioso marxista”.</p>



<p>Segundo o jornal, ele teria sofrido resistência inicial a receber &#8220;tenure&#8221; (a estabilidade no emprego concedida a alguns professores universitários nos Estados Unidos) porque era &#8220;carismático demais, um flautista mágico que desviava os estudantes da economia neoclássica”.</p>



<p>Os alunos pressionavam por maior diversidade racial e intelectual no corpo docente. Donald Harris acabou se tornando o primeiro professor negro a receber “tenure” no Departamento de Economia de Stanford.</p>



<p>“Ele foi líder no desenvolvimento do novo programa em ‘Abordagens Alternativas à Análise Econômica’ como campo de estudo de pós-graduação”, diz sua biografia no site da universidade.</p>



<p>“Durante anos, ministrou o popular curso de graduação ‘Teoria do Desenvolvimento Capitalista’.”</p>



<p>Segundo a universidade, Harris explorava “a concepção analítica do processo de acumulação de capital e suas implicações para uma teoria de crescimento da economia” e buscava explicar “o caráter intrínseco do crescimento como um processo de desenvolvimento desigual”.</p>



<p>Enquanto lecionava em Stanford, Harris percorreu dezenas de países, fazendo pesquisas, consultorias, seminários e palestras como convidado.</p>



<p>Ele prestou consultoria a diversas agências e organizações internacionais, como a ONU e o Banco Mundial, a governos e fundações privadas.</p>



<p>Na Jamaica, seu país natal, ele atuou diversas vezes como consultor de política econômica para o governo e teve papel importante na elaboração de uma estratégia de crescimento.</p>



<p>Em 2021, foi agraciado com a Ordem do Mérito por sua contribuição ao desenvolvimento nacional.</p>



<p>Segundo sua página no site da universidade, Harris se aposentou para “se dedicar de forma mais ativa” ao seu “antigo interesse” no desenvolvimento de políticas públicas para promover o crescimento econômico e a equidade social.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Casamento-e-separação">Casamento e separação</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/ba23/live/498b8570-77ae-11ef-b02d-c5f3b724a1ea.jpg.webp" alt="Kamala Harris e Maya Harris, duas mulheres negras de cabelo comprido, de terninho, olham documentos"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p>Quando começou a viajar ao Brasil, o economista já estava separado havia décadas da mãe de Kamala Harris, Shyamala Gopalan, uma cientista nascida na Índia, autora de pesquisas influentes sobre o papel dos hormônios no câncer de mama e que morreu em 2009.</p>



<p>A vice-presidente costuma dizer que foi criada pela mãe, e raramente menciona o pai. Uma exceção foi seu discurso na Convenção Nacional Democrata, em agosto, quando aceitou oficialmente a nomeação para concorrer à Presidência.</p>



<p>“No parque, minha mãe dizia: ‘Fique por perto’. Mas meu pai dizia, sorrindo: ‘Corra, Kamala, corra. Não tenha medo. Não deixe que nada a impeça’”, lembrou.</p>



<p>“Desde muito cedo, ele me ensinou a não ter medo.”</p>



<p>A plateia aplaudiu, mas Donald Harris não estava entre os presentes. A democrata repetiu, como já havia contado anteriormente, que seus pais se conheceram quando participavam do movimento pelos Direitos Civis nos anos 1960.</p>



<p>Donald e Shyamala faziam pós-graduação na Universidade da Califórnia, em Berkeley, na época um centro de ativismo estudantil. Eles integravam um grupo de estudos formado por alunos negros, onde se discutia história africana e a experiência afro-americana.</p>



<p>Apesar de não ser negra, Shyamala, sendo indiana, era considerada nos Estados Unidos uma pessoa de cor, e logo se integrou ao grupo. Donald e Shyamala casaram em 1963, um ano depois de se conhecerem.</p>



<p>Kamala nasceu em 1964, e sua irmã, Maya, em 1967. A vice-presidente lembra de acompanhar os pais em eventos do movimento por direitos civis quando era criança.</p>



<p>Entretanto, quando ela tinha cinco anos de idade, o casamento chegou ao fim.</p>



<p>“Eu sabia que eles se amavam muito, mas parecia que tinham se tornado como água e azeite”, escreveu a democrata em seu livro&nbsp;<em>The Truths We Hold</em>&nbsp;(“As Verdades que defendemos”), de 2019.</p>



<p>Alguns anos depois da separação, em 1972, Shyamala entrou com pedido de divórcio. Em seu livro, Kamala Harris disse que o pai continou sendo parte de sua vida, e que ela e a irmã passavam fins de semana e férias de verão com ele.</p>



<p>“Mas foi minha mãe quem assumiu a responsabilidade pela nossa criação. Ela foi a maior responsável por nos moldar como as mulheres que nos tornaríamos”, disse.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Relação-com-a-Jamaica-e-o-Brasil">Relação com a Jamaica e o Brasil</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/af1a/live/29e5fa80-77ad-11ef-b562-61781faaaa6b.jpg.webp" alt="Fotografia de carta assinada por Donald Harris"/><figcaption class="wp-element-caption">Arquivo Pessoal<br></figcaption></figure>



<p>Em um texto publicado em 2019 no site Jamaica Global Online, Donald Harris disse que a interação com as filhas “chegou a um fim abrupto em 1972”, após uma batalha pela custódia.</p>



<p>O relacionamento teria sido “colocado dentro de limites arbitrários” impostos pelo tribunal.</p>



<p>“Mesmo assim, persisti, nunca desistindo do meu amor pelas minhas filhas ou abandonando minhas responsabilidades como pai”, escreveu o economista, que dedicou seu livro de 1978 a Kamala e Maya.</p>



<p>Ele lembrou de visitas à Jamaica com as filhas ainda pequenas. Além de mostrar o lugar onde cresceu, ele queria que, quando fossem mais velhas, entendessem “as contradições econômicas e sociais num país ‘pobre’, como a impressionante justaposição de pobreza e riqueza extremas”.</p>



<p>Também escreveu que queria ensinar às filhas “que o céu é o limite para o que se pode alcançar com esforço e determinação” e que é importante “não perder de vista os que ficam para trás devido à negligência ou abuso social e falta de acesso a recursos ou ‘privilégios’”.</p>



<p>Donald Harris não costuma comentar a trajetória política da filha nem dar entrevistas, e não respondeu aos pedidos da BBC News Brasil de participação nesta reportagem.</p>



<p>Uma das últimas vezes em que se pronunciou publicamente sobre Kamala foi em 2019.</p>



<p>Na época, ao responder em uma entrevista se já havia fumado maconha, a então senadora disse: “Metade da minha família é da Jamaica, você está brincando comigo?”</p>



<p>Seu pai não gostou da brincadeira e publicou uma declaração em um site da Jamaica, afirmando que ele e sua “família jamaicana” gostariam de se “distanciar categoricamente” dos comentários.</p>



<p>Disse ainda que seus antepassados deveriam estar “se revirando no túmulo ao ver o nome de sua família, sua reputação e sua orgulhosa identidade jamaicana sendo conectados, brincando ou não, com esse estereótipo”.</p>



<p>Araujo acompanha a corrida presidencial americana desde Washington e lamenta ter perdido contato com o ex-professor. Ele conta que, poucos anos depois do encontro em Brasília, quando já estava na Inglaterra fazendo doutorado, usou material de Harris em sua pesquisa.</p>



<p>“Mandamos o trabalho para ele, e ele foi muito positivo, disse que gostou”, conta Araujo. “Ele respondeu com uma carta, que guardo até hoje.”</p>



<p>Araujo considera a participação de Harris na vida acadêmica em Brasília uma grande contribuição ao Departamento de Economia da universidade, mas também acha que as temporadas no Brasil tiveram impacto positivo em Harris.</p>



<p>“Embora não possa comprovar, penso que a passagem dele pelo Brasil o ajudou a ver a perspectiva do desenvolvimento econômico num país grande. E acho que isso ajudou a enriquecer sua visão sobre o desenvolvimento.”</p>



<p>“Foi uma via de mão dupla”, diz Araujo.</p>



<p>“Não só a UnB se beneficiou da presença dele, mas ele também se beneficiou de trabalhar com economistas brasileiros, estar no Brasil e se expor às questões socioeconômicas do Brasil.”</p>



<p>Fonte: BBC Brasil / Campanha de Kamala Harris via Reuters<br></p>



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<iframe title="Conexão Chapada entrevista Nina Gomes - Candidata à prefeitura de Ipirá - MDB" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/7XlRFwPBuHE?start=2494&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Kamala Harris vence Trump em ‘estados-pêndulo’ na corrida pela presidência dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 12:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Localidades não possuem preferências pelo Partido Republicano ou Partido Democrata A candidata democrata Kamala Harris venceria nos chamados “estados-pêndulo” por 49% contra 44% de Donald Trump na corrida presidencial pela Casa Branca. É o que aponta um levantamento feito pelo&#160;Instituto Paraná Pesquisas em parceria com a empresa estadunidense Dynata Data Quality. A pesquisa feita pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Localidades não possuem preferências pelo Partido Republicano ou Partido Democrata</p>



<p>A candidata democrata Kamala Harris venceria nos chamados “estados-pêndulo” por 49% contra 44% de Donald Trump na corrida presidencial pela Casa Branca. É o que aponta um levantamento feito pelo&nbsp;Instituto Paraná Pesquisas em parceria com a empresa estadunidense Dynata Data Quality.</p>



<p>A pesquisa feita pelo instituto mede a intenção de votos nos estados do Arizona, Geórgia, Michigan, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin, localidades que não possuem preferências pelo Partido Republicano ou Partido Democrata.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o levantamento, Kamala Harris possui vantagem contra Trump entre o eleitorado feminino por 50,3% a 42,4%. A vice-presidente leva a melhor também entre o eleitorado masculino com 47% das intenções de voto contra 46,3% para o republicano.&nbsp;</p>



<p>Entre o eleitorado negro, Kamala possui 74,5% das intenções de voto contra 16,2% do adversário.&nbsp;</p>



<p>A coleta de dados foi feita entre 12 e 17 de setembro e foi realizada por meio de 2.581 entrevistas online com eleitores de 18 anos ou mais. A eleição no país norte-americano está marcada para 5 de novembro.</p>



<p>Fonte: Bahia.ba / Foto: Reprodução/Instagram @kamalaharris</p>



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<iframe title="Espelhos quebrados" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KBBBJgHaS18?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/kamala-harris-vence-trump-em-estados-pendulo-na-corrida-pela-presidencia-dos-eua/">Kamala Harris vence Trump em ‘estados-pêndulo’ na corrida pela presidência dos EUA</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>EUA: Partido Democrata escolhe governador de Minnesota para vice de Kamala Harris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 15:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala Harris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa é que a imagem de Tim Walz seja capaz de atrair parte do eleitorado conservador O governo do estado de Minnesota, Tim Walz, foi escolhido para ser o candidato a vice-presidente pelo Partido Democrata para disputar as eleições presidenciais nos Estados Unidos ao lado de Kamala Harris.&#160; Tim Walz levou a melhor contra o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Expectativa é que a imagem de Tim Walz seja capaz de atrair parte do eleitorado conservador</p>



<p>O governo do estado de Minnesota, Tim Walz, foi escolhido para ser o candidato a vice-presidente pelo Partido Democrata para disputar as eleições presidenciais nos Estados Unidos ao lado de Kamala Harris.&nbsp;</p>



<p>Tim Walz levou a melhor contra o governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, entre os nomes cotados pelo partido para ocupar a vaga. O governador foi selecionado por se mostrar um defensor de Kamala.</p>



<p>A escolha do governador pelo Partido Democrata foi estratégica, pois o político é ex-membro do Congresso por um distrito de tendência republicana e tem o apoio de eleitores brancos e de zonas rurais do país.&nbsp;</p>



<p>A expectativa é que a imagem de Walz seja capaz de atrair parte do eleitorado conservador. Minnesota, considerado democrata, possui posição estratégica para a campanha da vice de Joe Biden, devido a proximidade com os estados de Wisconsin e Michigan, tidos como essenciais para a vitória no pleito de 2024.</p>



<p>Fonte: Bahia.ba / Foto: Reprodução/Instagram @kamalaharris</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Pesquisas e Planejamentos de Campanha Eleitoral" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/50C-TvPwm78?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/eua-partido-democrata-escolhe-governador-de-minnesota-para-vice-de-kamala-harris/">EUA: Partido Democrata escolhe governador de Minnesota para vice de Kamala Harris</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Como Kamala Harris bateu recorde de doações em um dia de campanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 14:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala Harris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Democratas investiram US$ 81 milhões de dólares (cerca de R$ 451 milhões) em doações na&#160;campanha presidencial da vice-presidente Kamala Harris&#160;desde que o presidente Joe Biden&#160;desistiu da disputa à reeleição&#160;no domingo (21/07). É a maior arrecadação num período de 24 horas de campanha na história presidencial. Mais de 888 mil doadores fizeram contribuições de menos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nadine Yousif e Rachel Looker</strong></li>



<li><strong>Da BBC News</strong></li>
</ul>



<p>Democratas investiram US$ 81 milhões de dólares (cerca de R$ 451 milhões) em doações na&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyx01rgr510o">campanha presidencial da vice-presidente Kamala Harris</a>&nbsp;desde que o presidente Joe Biden&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c80eg3y3gp6o">desistiu da disputa à reeleição</a>&nbsp;no domingo (21/07).</p>



<p>É a maior arrecadação num período de 24 horas de campanha na história presidencial.</p>



<p>Mais de 888 mil doadores fizeram contribuições de menos de US$ 200 (ou R$ 1,1 mil) no dia seguinte à&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c98q5zgnxj1o">saída de Biden</a>.</p>



<p>“Os apoiadores estão entusiasmados e animados em apoiá-la como <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c729repw78no">candidata democrata”</a>, disse no X a ActBlue, plataforma que reúne e consolida as doações.</p>



<p>Doadores que retiraram seu financiamento devido a preocupações com a idade de Biden dizem que agora pretendem retomar o apoio ao Partido Democrata.</p>



<p>A sigla arrecadou mais de US$ 27,5 milhões (mais de R$ 150 milhões) nas primeiras cinco horas da campanha presidencial de Kamala Harris. Esse número quase dobrou até o final do dia. E, em 24 horas, a soma quebrou o recorde de arrecadação de fundos para um candidato a Presidência nos EUA.</p>



<p>O aumento nas doações nas últimas 24 horas é o maior em contribuições on-line aos democratas desde 2020, de acordo com o jornal americano New York Times.</p>



<p>Naquele ano, a ActBlue arrecadou US$ 73,5 milhões após a morte da juíza da Suprema Corte Ruth Bader Ginsberg, que era tida como progressista.</p>



<p>Os novos recursos marcam uma reviravolta significativa para o Partido Democrata, que viu o apoio dos principais doadores diminuir após o fraco desempenho de Biden no debate presidencial de junho contra o candidato republicano e ex-presidente Donald Trump.</p>



<p>O financiamento popular de pequenos doadores também diminuiu, de acordo com membros da campanha de Biden citados pela imprensa dos EUA.</p>



<p>Mas logo após o anúncio de Biden de desistir da disputa e seu apoio à candidatura de Kamala Harris à Casa Branca, os democratas entraram na internet para contribuir em um ritmo surpreendente.</p>



<p>Win With Black Women, um grupo de mulheres negras em cargos de liderança, realizou uma teleconferência do Zoom com mais de 44 mil participantes na noite de domingo para apoiar a vice-presidente.</p>



<p>O grupo afirma que arrecadou mais de US$ 1,5 milhão em três horas para sua campanha presidencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Empresários-ricos-voltaram-a-investir">Empresários ricos voltaram a investir</h2>



<p>Joe Cotchett, um angariador de fundos político para os democratas com sede em São Francisco, disse à emissora NBC News que os doadores “agora estão prontos para tirar de seus bolsos”.</p>



<p>Entre eles está Gideon Stein, presidente do Fundo Moriah e doador do partido, que disse à agência de notícias dos EUA que retomará seu financiamento após uma pausa devido a preocupações com a elegibilidade de Biden.</p>



<p>Vários outros doadores também indicaram apoio a Kamala Harris como candidata do Partido Democrata.</p>



<p>Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn, chamou a vice-presidente de “a pessoa certa na hora certa”.</p>



<p>“Eu apoio de todo coração Kamala Harris e sua candidatura à presidência dos Estados Unidos em nossa luta pela democracia em novembro”, disse ele em um post no X.</p>



<p>Outro grande doador, Alexander Soros, filho do filantropo George Soros, disse que Harris é “a melhor e mais qualificada candidata que temos”.</p>



<p>Mas outros, como o empresário e investidor Vinod Khosla, pediram um processo aberto na convenção e “não uma coroação”.</p>



<p>“A chave ainda é quem pode melhor vencer Trump acima de todas as outras prioridades”, escreveu ele no X.</p>



<p>O cofundador da Netflix, Reed Hastings, conhecido por ser um mega-doador democrata, disse anteriormente ao New York Times que Biden deveria deixar o cargo de candidato do Partido Democrata.</p>



<p>“Os delegados do Partido Democrata precisam escolher um candidato que possa vencer o voto dos indecisos em estados pêndulo”, escreveu ele no X, no domingo após o anúncio de Biden.</p>



<p>Os estados pêndulo são aqueles que oscilam entre candidatos democratas e republicanos &#8211; e que serão cruciais nas eleições de novembro.</p>



<p>Fonte: BBC Brasil / GETTY IMAGES</p>



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		<title>Senadora Kamala Harris é escolhida vice de Biden nas eleições dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2020 00:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Biden]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala Harris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, escolheu nesta terça-feira, 11, a senadora Kamala Harris, da Califórnia, como vice para a eleição de 3 de novembro. Ele fez o anúncio em sua conta na rede social Twitter. Kamala Harris tem 55 anos e será a primeira mulher negra em uma importante chapa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, escolheu nesta terça-feira, 11, a senadora Kamala Harris, da Califórnia, como vice para a eleição de 3 de novembro. Ele fez o anúncio em sua conta na rede social Twitter.</p>



<p>Kamala Harris tem 55 anos e será a primeira mulher negra em uma importante chapa presidencial na história dos Estados Unidos. Biden, que foi vice-presidente nos dois mandatos do ex-presidente Barack Obama, havia dito que escolheria uma mulher como companheira de chapa, e entre as cotadas estava a senadora Kamala Harris.</p>



<p>“Eu tenho a grande honra de anunciar que escolhi Kamala Harris — uma lutadora destemida pelos pequenos e uma das melhores servidores públicas do país — como minha parceira de chapa”, escreveu.</p>



<p>Kamala também usou o Twitter para agradecer Biden pela indicação e disse que o parceiro de chapa “pode unificar o povo americano”. “E, como presidente, ele vai construir um país que vai ser bom para nossos ideais”, completou.</p>



<p>“Estou honrada em acompanhá-lo como nosso indicado do partido como vice-presidente, e fazer o que for possível para torná-lo nosso comandante chefe”, tuitou.</p>



<p>Senadora pelo estado da Califórnia desde 2017, Harris chegou a se apresentar como pré-candidata à Casa Branca e liderou algumas das pesquisas internas do Partido Democrata. No entanto, foi perdendo apoio até deixar de vez a corrida presidencial.</p>



<p>Harris nasceu de pais imigrantes: um pai jamaicano e uma mãe indiana, que, inclusive, se notabilizou pela pesquisa na área de câncer e como ativista de direitos civis. Formada em direito e ex-procuradora do Distrito de San Francisco e do estado da Califórnia, a agora candidata a vice ganhou projeção nacional ao questionar duramente , em sabatinas no Senado, indicados por Trump para cargos de juiz da Suprema Corte e de Secretário de Justiça.</p>



<p>Apesar de os EUA nunca terem eleito uma mulher como vice-presidente, Kamala Harris será a terceira candidata ao cargo por um dos partidos majoritários do país. Nos últimos meses, Biden demonstrou que queria escolher uma mulher não branca como parceira de candidatura — o que levantou a possibilidade de outros nomes, como a ex-embaixadora dos EUA na ONU Susan Rice.</p>



<p>Em nota, o ex-presidente Obama elogiou a escolha de Harris. “Ela está mais do que preparada para o cargo. Ela passou sua carreira defendendo nossa constituição e lutando pelos que precisam de um justo tratamento”, disse, mencionando os trabalhos da democrata como procuradora.</p>



<p>Também pelas redes, o presidente Trump reagiu com um vídeo à indicação de Kamala Harris como candidata a vice de Joe Biden. A publicação acusa a senadora de ser a escolhida da “esquerda radical” por supostamente defender mais impostos e a abertura de fronteiras.</p>



<p>Além disso, o vídeo chama Harris de “falsa” por ela ter criticado Biden sobre politicas raciais no início da campanha, quando ela ainda era pré-candidata. ( A tarde) </p>



<p></p>



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