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	<title>Kamala |</title>
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	<title>Kamala |</title>
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		<title>EUA: Kamala faz primeira aparição pública após derrota nas eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 11:09:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Kamala e o presidente Joe Biden homenagearam os soldados americanos mortos em combate em uma cerimônia do Dia dos Veteranos O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, homenageou, nessa segunda-feira (11/11), os soldados americanos mortos em combate em uma cerimônia do Dia dos Veteranos. O evento marcou sua primeira aparição pública junto à vice-presidente Kamala Harris desde a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Kamala e o presidente Joe Biden homenagearam os soldados americanos mortos em combate em uma cerimônia do Dia dos Veteranos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, homenageou, nessa segunda-feira (11/11), os soldados americanos mortos em combate em uma cerimônia do Dia dos Veteranos. O evento marcou sua primeira aparição pública junto à vice-presidente Kamala Harris desde a derrota da candidata nas eleições da semana passada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimôna, na qual Biden colocou uma coroa de flores no histórico Cemitério Nacional de Arlington, às margens do rio Potomac, que banha Washington, também marca a primeira vez que Harris aparece em público desde o discurso em 6 de novembro no qual reconheceu sua derrota na eleição presidencial para o candidato republicano Donald Trump.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Biden recebeu oficiais militares aposentados na Casa Branca para comemorar o feriado antes de seguir para o cemitério de Arlington, o local de descanso final de dois presidentes, generais das principais guerras dos Estados Unidos e milhares de outros militares mortos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Biden e Kamala, ambos vestidos com roupas escuras, colocaram as mãos sobre seus corações antes de participar de uma cerimônia oficial e depositar coroas de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido, monumento destinado aos soldados americanos que morreram, mas não tiveram seus corpos identificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimônia é celebrada antes que Biden receba Trump na Casa Branca na próxima quarta-feira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Balanço da derrota</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os democratas começaram a fazer um balanço interno e um acerto de contas – incluindo acusações públicas – sobre o que causou a derrota de Harris. Alguns apontam para a insistência inicial de Biden em manter sua candidatura aos 81 anos, apesar de ter prometido ser um presidente que serviria de ponte para a próxima geração do partido.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">As críticas à própria Kamala foram mais brandas e até Biden a elogiou na última quinta-feira em um discurso televisionado na Casa Branca.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Trump – que foi presidente de 2017 a 2021 – venceu amplamente a eleição presidencial de 5 de novembro, com o voto popular a seu favor, ganhando em todos os sete estados-chave e assumindo o controle do Senado. Ele agora aguarda os resultados finais na Câmara dos Representantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Metrópoles</strong></p>
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		<title>Kamala e Trump seguem empatados em 48% a menos de 24h da eleição, diz TIPP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 23:34:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eleição ocorre nesta terça-feira, 5 de novembro SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A atual vice e candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, Kamala Harris, e o ex-presidente e candidato republicano, Donald Trump, estão empatados com 48% das intenções de voto em disputa direta. A eleição ocorre nesta terça-feira, 5 de novembro. O levantamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>A eleição ocorre nesta terça-feira, 5 de novembro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>S</strong>ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A atual vice e candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, Kamala Harris, e o ex-presidente e candidato republicano, Donald Trump, estão empatados com 48% das intenções de voto em disputa direta. A eleição ocorre nesta terça-feira, 5 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento diário da TIPP -plataforma com a pesquisa considerada a mais precisa do último ciclo pelo jornal americano The Washington Post- aponta um empate persistente. Desde 26 de outubro os candidatos oscilam, no máximo, um ponto percentual nas intenções de voto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando são considerados outros candidatos -aqueles filiados a partidos menores ou com candidatura independente-, o republicano figura ligeiramente à frente de Kamala: 48,8%, contra 48,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa ainda destaca a importância dos eleitores indecisos nesta reta final da eleição. Segundo o novo levantamento, 6% dos entrevistados dizem poder mudar de ideia até o momento do voto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As campanhas democrata e republicana trabalham, agora, para tentar angariar esses eleitores e convencer os cidadãos a votar. Nos EUA, o voto não é obrigatório, e a população pode votar antecipadamente desde outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo para a participação nas eleições se encerra nesta terça, data oficial do pleito americano. Segundo pesquisa do instituto Gallup publicada na última quinta-feira (31), 54% dos eleitores devem votar antecipadamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa apontada pelo levantamento é de que 42% dos cidadãos aptos a votar o façam somente no dia final. Essa parcela da população é o principal alvo das campanhas neste momento, em especial, nos estados-pêndulo -aqueles que não demonstram clara tendência democrata ou republicana neste ciclo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa da TIPP entrevistou 1.411 pessoas por todo o país, de 1º a 3 de novembro. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/kamala-e-trump-seguem-empatados-em-48-a-menos-de-24h-da-eleicao-diz-tipp/">Kamala e Trump seguem empatados em 48% a menos de 24h da eleição, diz TIPP</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quais jornais apoiam Kamala ou Trump e o que eles dizem sobre os candidatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos jornais americanos publicaram editoriais neste fim de semana — o último antes da&#160;eleição americana, que acontece na terça-feira (5/11) — em que manifestam apoio a um dos candidatos na disputa presidencial:&#160;a democrata Kamala Harris ou o republicano Donald Trump. Apoiar abertamente candidatos é uma tradição de jornais em alguns países, como&#160;Estados Unidos&#160;e Reino Unido. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Muitos jornais americanos publicaram editoriais neste fim de semana — o último antes da&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0m3l7r5yko">eleição americana</a>, que acontece na terça-feira (5/11) — em que manifestam apoio a um dos candidatos na disputa presidencial:&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c30gn378n6kt">a democrata Kamala Harris ou o republicano Donald Trump</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apoiar abertamente candidatos é uma tradição de jornais em alguns países, como&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm27jrd8mdmo">Estados Unidos</a>&nbsp;e Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira abaixo o que alguns do principais jornais americanos anunciaram em seus editoriais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Washington-Post-nenhum-candidato">Washington Post: nenhum candidato</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O principal jornal da capital americana surpreendeu o mundo da política e seus próprios leitores ao anunciar que nesta eleição não vai apoiar nenhum dos candidatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CEO do Washington Post, William Lewis, disse que a decisão de não apoiar nenhum dos candidatos foi um retorno &#8220;às nossas raízes de não apoiar candidatos presidenciais&#8221; e que o jornal estava encerrando essa prática daqui para frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança rompe com décadas de tradição, com o jornal tendo apoiado um candidato na maioria das eleições presidenciais desde a década de 1970 — em todas as ocasiões com apoio ao candidato dos Democratas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do jornal foi alvo de crítica de jornalistas do próprio jornal e do sindicato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Washington Post noticiou — citando fontes anônimas — que funcionários do setor de editoriais já haviam redigido um artigo manifestando apoio do jornal a Kamala Harris que não foi publicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Citando as mesmas fontes, o jornal disse que a decisão de não publicar o endosso foi tomada pelo proprietário do jornal, o fundador da Amazon, Jeff Bezos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns jornalistas se demitiram e o jornal teria perdido milhares de assinantes, críticos à decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dias depois, Bezos publicou um artigo no qual argumentou que apoiar um candidato cria uma &#8220;percepção de parcialidade&#8221; e não &#8220;muda a balança&#8221; de uma eleição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhum eleitor indeciso na Pensilvânia dirá: &#8216;Vou seguir o que diz o Jornal A&#8217;. Nenhum&#8221;, escreveu Bezos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O que os apoios presidenciais realmente fazem é criar uma percepção de parcialidade. Uma percepção de não independência. Acabar com eles é uma decisão baseada em princípios, e é a correta.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="The-Washington-Times-Trump">The Washington Times: Trump</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo maior jornal da capital americana, o conservador Washington Times, anunciou seu apoio a Donald Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Trump passou sua carreira construindo coisas e empregando pessoas. Ele concorreu à Casa Branca em 2016 não para enriquecer — ele já era bilionário — mas para retribuir ao seu país. Ele foi atacado como nenhum outro chefe executivo por uma razão simples: ele se recusa a fazer o que a máquina manda&#8221;, escreve o jornal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ex-presidente foi espionado, investigado, auditado e examinado mais de perto do que qualquer outro candidato na história da nossa república. O FBI revistou sua casa, bisbilhotando os pertences de sua esposa e filho adolescente. Trump foi levado a julgamento por crimes ridículos diante de um juiz em conflito e um júri tendencioso.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ele até levou um tiro na cabeça, mas se levantou, desafiador, jurando &#8216;lutar, lutar, lutar&#8217;. Aquele momento capturou quem ele é. Em vez de se encolher diante da oposição, ele se comprometeu a vencer a eleição e quebrar a máquina.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="The-New-York-Times-Kamala">The New York Times: Kamala</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O jornal com maior número de assinantes dos Estados Unidos — o New York Times — anunciou em seu editorial que apoia Kamala Harris. O jornal já apoiou candidatos republicanos no passado, mas desde 1960 ele sempre apoia democratas na disputa presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em editorial pubilcado neste domingo, o jornal pede que os americanos ponham fim à era Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você já conhece Donald Trump. Ele não é apto para liderar. Observe-o. Ouça aqueles que o conhecem melhor. Ele tentou subverter uma eleição e continua sendo uma ameaça à democracia&#8221;, diz o jornal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ele mente sem limites. Se for reeleito, o partido republicano não o conterá. Trump usará o governo para perseguir oponentes. Ele perseguirá uma política cruel de deportações em massa. Ele causará estragos nos pobres, na classe média e nos empregadores. Outro mandato de Trump prejudicará o clima, destruirá alianças e fortalecerá autocratas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outro editorial, em setembro, o jornal disse que Kamala Harris é a única escolha &#8220;patriótica&#8221; possível para os eleitores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ela pode não ser a candidata perfeita para todos os eleitores, especialmente aqueles que estão frustrados e irritados com as falhas do nosso governo em consertar o que está quebrado — do nosso sistema de imigração às escolas públicas, aos custos de moradia e à violência armada. No entanto, pedimos aos americanos que comparem o histórico de Harris com o de seu rival.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="New-York-Post-Trump">New York Post: Trump</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após os tumultos em Washington em janeiro de 2021, o Washington Post havia dito que Trump não tinha mais capacidade de liderar os EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nesta eleição, o jornal de Nova York mudou de opinião e passou a apoiar o republicano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sim, muitos o acham ofensivo — e nós dizemos que é justo: ele pode ser ridiculamente hiperbólico. Mas antes que a Covid causasse estragos pelo mundo, os resultados do primeiro mandato de Trump eram salários que cresciam notavelmente mais rápido que a inflação, o menor desemprego em 50 anos, uma fronteira segura e paz no exterior&#8221;, escreve o editorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mundo está à beira de uma guerra generalizada. Hoje, Trump exibe a mesma força e vigor que ele exibiu em 2016, apesar do vergonhoso e inédito uso do sistema de justiça contra ele, duas tentativas de assassinato e a constante e muito familiar onda de ataques histéricos da mídia contra ele.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/8c5e/live/ea7e4e60-99f8-11ef-8538-e1655f5a8342.jpg.webp" alt="Donald Trump"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Wall-Street-Journal-nenhum-candidato">Wall Street Journal: nenhum candidato</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O jornal americano Wall Street Journal — o principal do mercado financeiro — publicou dois editoriais esta semana, cada um deles analisando um dos candidatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o jornal não anunciou apoio a nenhum deles. O jornal tem uma tradição de não apoiar candidatos. Ele segue essa política desde 1928.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Que escolha presidencial os dois principais partidos políticos dos Estados Unidos ofereceram ao país&#8221;, diz o jornal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A democrata é uma progressista da Califórnia, escolhida no último minuto, que parece despreparada para um mundo em chamas. O republicano é Donald Trump, que ainda nega ter perdido em 2020 e pouco fez para tranquilizar os eleitores indecisos de que seu segundo mandato será mais calmo do que seu amargo primeiro.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre Kamala Harris, o jornal escreveu que uma vitória sua seria &#8220;um quarto mandato ao presidente Barack Obama&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ela fez uma campanha suficientemente competente em pouco tempo, e derrotou Donald Trump no único debate. Se eleita, ela traria mais energia para a Presidência do que Biden&#8221;, diz o jornal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mas temos procurado em vão por sinais de que ela romperia, ou mesmo moderaria, o excesso progressivo que define o atual Partido Democrata.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Muitos americanos veem tudo isso e ainda votarão em Harris porque acham que mais quatro anos de Trump são um risco maior. Não temos ilusões sobre as falhas de Trump e o risco que elas representam. Mas os eleitores também têm motivos para temer a teimosia da esquerda moderna, com sua coerção regulatória, imperialismo cultural, estatismo econômico e desejo de tirar a independência judicial. Se Harris perder, esse terá sido o motivo.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre Trump, o jornal diz: &#8220;Os oponentes dizem que um segundo mandato de Trump representa um risco muito grande, dadas suas falhas de caráter, e certamente não seria um retorno à &#8216;normalidade&#8217;. Não acreditamos no argumento de que é fascista, e duvidamos que os democratas também acreditem.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nossa própria preocupação é se ele conseguirá resolver com sucesso os problemas urgentes do país. A maioria dos segundos mandatos presidenciais são decepcionantes, ou piores, e Trump não estabeleceu uma agenda clara além de controlar a fronteira e liberar a produção de energia dos EUA.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/ab74/live/c907de90-99f8-11ef-9260-19e6a950e830.jpg.webp" alt="Kamala Harris"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Los-Angeles-Times-nenhum-candidato">Los Angeles Times: nenhum candidato</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como o Washington Post, o maior jornal da Califórnia — o Los Angeles Times (LA Times) — também se viu envolvido com uma polêmica nesta eleição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A direção do jornal anunciou que não apoiaria nenhum candidato. Depois do anúncio, a diretora de editoriais do LA Times renunciou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estou renunciando porque quero deixar claro que não concordo com o silêncio&#8221;, disse Mariel Garza à Columbia Journalism Review. &#8220;Em tempos perigosos, pessoas honestas precisam se levantar. É assim que estou me levantando.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Garza, o LA Times havia planejado apoiar Harris, mas o plano foi bloqueado pelo dono do jornal, o bilionário Patrick Soon-Shiong, que é empresário do setor farmacêutico e de biotecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a renúncia de Garza, Soon-Shiong rejeitou essa afirmação, escrevendo nas redes sociais que ele havia &#8220;fornecido a oportunidade&#8221; para o conselho editorial do jornal &#8220;de redigir uma análise factual de todas as políticas positivas e negativas de cada candidato durante seus mandatos na Casa Branca e como essas políticas afetaram a nação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele disse que o conselho &#8220;escolheu permanecer em silêncio&#8221; em vez de seguir sua sugestão.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="The-Economist-Kamala">The Economist: Kamala</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A revista The Economist não é americana — ela é britânica. Mas é uma das publicações mais influentes em diversos círculos políticos e econômicos dos Estados Unidos. E a revista tem a tradição de manifestar apoios a candidatos americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos 30 anos, a revista apoiou republicanos em apenas duas ocasiões: Bob Dole em 1996 e George W. Bush em 2000. Em todas as outras ocasiões, a Economist apoiou candidatos democratas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Um segundo mandato de Trump traz riscos inaceitáveis&#8221;, escreveu a revista em editorial esta semana. &#8220;Se o Economist tivesse um voto, nós o daríamos a Kamala Harris.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Na próxima semana, dezenas de milhões de americanos votarão em Donald Trump. Alguns o farão por ressentimento, porque acham que Kamala Harris é uma marxista radical que destruirá seu país. Alguns são movidos pelo orgulho nacional, porque Trump inspira neles a crença de que, com ele na Casa Branca, a América se manterá firme. No entanto, alguns optarão friamente por votar em Trump como um risco calculado&#8221;, diz a revista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este último grupo de eleitores, que inclui muitos leitores do Economist, pode não ver Trump como uma pessoa com quem gostariam de fazer negócios, ou um exemplo para seus filhos. Mas eles provavelmente pensam que quando Trump foi presidente, ele fez mais bem do que mal.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esta revista vê esse argumento como imprudentemente complacente. Ao eleger Trump como líder do mundo livre, os americanos estariam fazendo uma aposta arriscada na economia, no estado de direito e na paz internacional. Não podemos quantificar a chance de algo dar terrivelmente errado: ninguém pode. Mas acreditamos que os eleitores que minimizam isso estão se iludindo.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre Kamala, o Economist diz que ela é uma candidata &#8220;estável&#8221; e que possui &#8220;falhas, mas nenhuma delas que a desqualifique&#8221; para ser presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É difícil imaginar Harris sendo uma presidente sensacional, embora as pessoas possam sempre surpreender. Mas não conseguimos imaginá-la causando uma catástrofe.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / Foto: Getty Images</p>



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<iframe title="QUE MENSAGEM O RESULTADO DAS URNAS TROUXE PARA OS POLÍTICOS DE IPIRÁ? RESPONDE NIELSON BURAEM" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/E6Hx_vKLb9c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Por que identidade racial de Kamala é questionada, e não só por Trump?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[identidade racial]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Eu não sabia que ela era negra até alguns anos atrás, quando ela se tornou negra e agora ela quer ser reconhecida como negra. Então, não sei. Ela é indiana ou negra?”, questionou o candidato republicano à Presidência, Donald Trump, em uma entrevista recente na qual comentava a raça de sua oponente, a democrata Kamala [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mariana Sanches</strong></li>



<li><strong>Da BBC News Brasil em Washington D.C.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não sabia que ela era negra até alguns anos atrás, quando ela se tornou negra e agora ela quer ser reconhecida como negra. Então, não sei. Ela é indiana ou negra?”, questionou o candidato republicano à Presidência, Donald Trump, em uma entrevista recente na qual comentava a raça de sua oponente, a democrata Kamala Harris.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta foi uma das várias manifestações de Trump sobre a identidade de Kamala, atual vice-presidente do país, cujo&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1m95n42dxjo">pai é negro e jamaicano</a>&nbsp;e a mãe, indiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ela não é negra. É o que eu ouvi, que ela é indiana”, disse a cantora Janet Jackson ao jornal britânico The Guardian, em setembro, ao mencionar a democrata. Na mesma conversa, ela admitiu que poderia estar mal informada, mas “me contaram que descobriram que o pai dela era branco”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jackson talvez estivesse se referindo a alguma das postagens virais nas redes sociais com falsas conclusões sobre a certidão de nascimento de Kamala. No documento, de 1964, a mãe da presidenciável, uma imigrante indiana, se autoclassifica como “caucasiana” — modo como os indianos se identificavam nos EUA nos anos 1960. No atual senso comum, porém, o termo tem sido usado como sinônimo de branco. “Ela é uma mulher branca!!!”, concluiu uma das comentaristas de internet que espalhava uma interpretação incorreta do documento de Kamala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kamala Harris se autoidentifica como negra e de origem indiana há décadas. Segundo o Instituto Nacional de Saúde dos EUA, uma pessoa pode ser negra sem ser afro-americana. “Um afro-americano (‘Afro-american&#8217;, em inglês) é uma pessoa cujas origens estão em qualquer um dos grupos raciais negros da África”, diz o site do Instituto Nacional dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o termo negro (‘Black’) “é mais amplo e inclusivo” do que o afro-americano. “Alguém pode nascer na Jamaica, viver nos EUA e se identificar como negro, mas não afro-americano”. Há também quem entenda o termo afro-americano como uma referência aos descendentes de escravizados nos EUA (leia mais abaixo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kamala afirma que Trump recorre a questionamentos à identidade e cor da pele da democrata para atacá-la e aprofundar divisões raciais entre os próprios americanos. Veículos de imprensa dos EUA como, a revista New Yorker, qualificam tais comentários do republicano como “racistas”.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/606b/live/e021f0c0-87f6-11ef-b6b0-c9af5f7f16e4.jpg.webp" alt="Donald Trump em um discurso ainda como presidente dos EUA" style="width:840px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Reuters<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Já aliados de Trump, como o candidato a vice e senador J.D. Vance, não apenas sustentam suas declarações como acusam Kamala de oportunismo racial/eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ela falseia quem ela é a depender da audiência em frente à ela — e então essa é quem ela é e quem ela sempre foi”, disse Vance, notando que Kamala fala em “Black English” em detrimento de um dialeto mais formal quando a plateia é majoritariamente negra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um pleito que pode ser definido por uma margem de apenas dezenas de milhares de votos, ganhar a preferência de certos grupos demográficos fará a diferença. E os eleitores negros são historicamente uma das reservas mais importantes de votos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há duas semanas, a Iniciativa de Opinião Pública da Howard University ouviu 963 prováveis ​​​​eleitores negros nos sete principais Estados-pêndulo do país (Arizona, Geórgia, Michigan, Nevada, Carolina do Norte, Pensilvânia e Wisconsin), que devem definir o novo ocupante da Casa Branca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostrou que 82% dizem que votarão em Kamala, enquanto 12% preferem o ex-presidente Donald Trump. Outros 5% estão indecisos e 1% planeja escolher outro candidato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode parecer — e é — uma liderança confortável para a democrata. Mas, em 2020, em um levantamento comparável, o antecessor de Kamala e atual presidente Joe Biden aparecia com 7 pontos percentuais a mais do que ela entre os negros. Já uma pesquisa do New York Times e Siena College divulgada no último dia 12 sugere que a distância entre a preferência de eleitores negros por Biden em 2020 e por Kamala agora pode ser ainda maior, de 10 pontos percentuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analistas concordam que para manter a possibilidade de vencer nesses Estados, Kamala precisa conquistar os votos deste grupo que ainda lhe faltam &#8211; e por isso mesmo Barack Obama acaba de ser mandado à Pensilvânia para exortar o eleitorado negro a escolhê-la. “Meu entendimento, com base nos relatórios que recebo de campanhas e comunidades, é que ainda não vimos os mesmos tipos de energia e participação em todos os setores de nossos bairros e comunidades como vimos quando eu estava concorrendo&#8221;, disse Obama à audiência negra, para na sequência repreendê-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;De um lado, vocês têm alguém que cresceu como vocês, os conhecem, foi à faculdade com vocês&#8221;, em referência à Kamala Harris, enquanto de outro lado, com Donald Trump, ainda nas palavras de Obama, &#8220;há alguém que tem demonstrado consistentemente desrespeito, não apenas pelas comunidades, mas por vocês como pessoa. E ainda assim, estão considerando ficar de fora?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a discussão supera — e muito — apenas a mera matemática dos votos. Para alguns americanos (brancos e não brancos), é motivo de comemoração ter Kamala como potencialmente a primeira mulher negra a assumir a Presidência dos EUA, enquanto há mesmo entre os movimentos afro-americanos quem questione o real significado disso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário eleitoral marcado por tensões raciais &#8211; a exemplo da falsa alegação de Trump de que migrantes haitianos comem cachorros e gatos de estimação dos americanos — a disputa sobre a identidade de uma das presidenciáveis é também uma discussão sobre representação, preconceito e composição da sociedade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/9da1/live/5f4ea970-87f6-11ef-8936-1185f9e7d044.jpg.webp" alt="Barack Obama foi à Pensilvânia para exortar homens negros a votarem por Kamala"/><figcaption class="wp-element-caption">EPA-EFE/REX/Shutterstock<br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-novidade-multirracial">A novidade multirracial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma intensa movimentação no tecido social americano: a identidade de Kamala Harris é, de certa forma, uma novidade para o país. Como outros 33,8 milhões de americanos (10% da população dos EUA), Kamala se considera uma pessoa multirracial ou miscigenada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi apenas nos anos 2000 que o Censo americano passou a permitir que a população se identificasse com mais de uma raça. De lá para cá, este é o grupo populacional que mais cresce no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comparação, no Brasil, o termo mais próximo ao multirracial do Censo americano é o pardo, aquele que se identifica como uma mistura de duas ou mais cores de pele, ou raças — incluindo branca, preta e indígena &#8211; na definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) .</p>



<p class="wp-block-paragraph">São mais de 92 milhões de brasileiros, ou 45% da população que se identificam como pardos, o que os torna o maior grupo dentre a população brasileira, segundo dados do Censo de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é fortuita a diferença entre a atual composição populacional de Brasil e Estados Unidos, os dois maiores países das Américas, compostos por migrantes, indígenas e negros escravizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto no Brasil a miscigenação foi incentivada como uma política de Estado entre o fim do séculos 19 e o início do 20, nos EUA o que se viu foi justamente o contrário. Diferentes Estados e mesmo municípios do sul do país passaram a adotar o que ficou conhecido como leis Jim Crow, uma forma pejorativa de se referir a pessoas negras no século 19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tais regras determinavam a segregação total entre brancos e não-brancos. Neste último grupo estavam todos que tivessem alguma ascendência negra, ainda que fosse apenas por “uma gota de sangue”, termo que batizou a regra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois grupos raciais estavam proibidos de ocupar os mesmos espaços públicos, fossem escolas, igrejas, hospitais, restaurantes, repartições públicas, ônibus e trens. Na prática, vivia-se sob um regime de apartheid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Invariavelmente, as instalações acessíveis aos brancos eram superiores às reservadas aos demais. Em certos Estados, negros ficavam proibidos de morar nos mesmos bairros que brancos e eram impedidos de votar (até 1965) e casamentos interraciais também eram considerados ilegais até 1967.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi apenas na década de 1960, ou seja, já durante a vida de Kamala Harris e Donald Trump, que o apartheid americano instaurado legal e politicamente começou a ser desmantelado. Somos pessoas que nasceram no apartheid e isso deixa uma herança imediata. Quando pensamos em raça e racismo, não estamos falando apenas sobre o legado da escravatura (abolida em 1863). Estamos falando sobre o legado de Jim Crow e isso não é algo remoto, de um passado muito distante, para a maioria dos americanos”, afirmou à BBC News Brasil a historiadora Martha Jones, professora da Johns Hopkins University e especialista em temas de raça e escravidão nos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o sistema de segregação funcionasse plenamente, o conceito de raça tinha que ser fixo e estritamente aplicado. E a miscigenação tinha que ser impedida — e ter um alto custo para quem ainda assim a praticasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não estamos falando apenas de raça e racismo em termos sociológicos, econômicos ou culturais. Estamos falando de um sistema de leis e políticas que se baseava na visão de que existia uma pessoa branca, uma negra, uma ameríndia e uma asiática e que direitos e privilégios eram arbitrados por lei a partir desse prisma”, diz Jones.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/ea78/live/11cea810-87f8-11ef-b6b0-c9af5f7f16e4.jpg.webp" alt="Protesto de rua nos EUA contra grupos extremistas como a Ku Klux Klan"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">É neste contexto — e em meio ao movimento das lutas pelos direitos civis — que Kamala Harris nasce, em 1964, em Oakland, na Califórnia. Ela foi criada de modo a espelhar essa multiplicidade identitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu cresci frequentando uma Igreja Batista negra e um templo Hindu”, contou Kamala Harris ao jornal Los Angeles Times em 2015, durante sua campanha a uma vaga para o Senado americano. “Minha mãe indiana tinha consciência de que estava criando duas meninas negras (Kamala e a irmã, Maya)”, relata Kamala, cujo nome significa Lótus em sânscrito, em seu livro&nbsp;<em>The Truths We Hold</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em diversas ocasiões, porém, ela destacou que a consciência de sua negritude “não veio em prejuízo da minha identidade indiana”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre suas memórias de infância estão viagens à Índia e fins de semana na casa do pai, um economista professor da Universidade Stanford, em Palo Alto, no Vale do Silício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os filhos dos vizinhos não eram autorizados a brincar com a gente porque éramos negras”, recordou Kamala, sobre essas visitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos anos 1970, sua turma na escola primária foi apenas a segunda a ter alunos racialmente misturados — graças a uma decisão da Suprema Corte que anos antes derrubou a segregação escolar racial.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/393b/live/318eca70-87fa-11ef-b6b0-c9af5f7f16e4.jpg.webp" alt="Cartazes de campanha de Kamala Harris e Donald Trump"/><figcaption class="wp-element-caption">EPA-EFE<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto o pai, o economista jamaicano Donald Harris, quanto a mãe, a bióloga indiana Shyamala Gopalan, levavam Kamala e Maya às manifestações pelos direitos civis que culminaram na queda do regime de separação racial no país. Anos mais tarde, Kamala atribuiria sua decisão de estudar direito a três gigantes deste mesmo movimento: Thurgood Marshall, Charles Hamilton Houston e Constance Baker Motley.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O curso superior foi feito na maior universidade negra do país, a Howard University, em Washington DC, capital dos EUA. Lá, ela se tornou também presidente da Associação dos Estudantes Negros de Direito. E compôs a irmandade de mulheres universitárias afro-americanas Alpha Kappa Alpha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já senadora, atuou como integrante da Comissão Negra e da Comissão Asiático Americana — o que, aliás, nem sempre é possível. Uma das antigas regras congressuais ainda em vigor nos EUA impede, por exemplo, que membros da Comissão Hispânica também participem da Comissão Negra, o que obriga parlamentares latinos e negros a escolher em que aspecto de sua identidade militarão, ou então a lutar por uma exceção à regra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kamala sempre teve uma postura reservada sobre sua identidade racial e as situações que viveu por causa dela na sociedade americana. “Não me sinto obrigada a cantar longas baladas sobre minhas experiências com a injustiça”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, questionada sobre a questão racial, ela dizia se recusar a, em seus termos, “ser colocada nesta ou naquela caixinha”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Martha Jones, o fato de que parte da população — e do Congresso — ainda tenha dificuldade em assimilar a ideia de identidades miscigenadas pode ser explicada justamente pelo peso histórico do recente apartheid na formação da consciência política americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não deveria ser algo excepcional a menos que você concorde com a ideia de que raças deveriam ser puras porque funcionam como um delimitador de direitos, privilégios e poder. E se usaremos raça para arbitrar as coisas, as pessoas que são chamadas de mistas são um advento preocupante porque não cabem muito bem nas caixas, na perspectiva do apartheid”, diz Jones.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roger House, professor emérito de História Americana do Emerson College, também vê ecos de apartheid e da ideologia que o instaurou no uso político feito por Trump e seus aliados da questão identitária de Kamala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para compreender o questionamento de Donald Trump sobre a origem racial de Harris, é importante compreender os fundamentos da supremacia branca do movimento MAGA (Make America Great Again). É uma forma de minar a sua credibilidade como pessoa de cor e como americana de pais imigrantes. As duas questões (raça e migração) estão interligadas na política do Trumpismo”, afirmou House à BBC News Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grupos extremistas e/ ou supremacistas brancos como Proud Boys e a Ku Klux Klan já endossaram publicamente a candidatura de Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E embora oficialmente Trump tenha rejeitado o apoio de nacionalistas brancos, neonazistas, supremacistas brancos e outros grupos de ódio, em 2022, logo após se lançar presidenciável, Trump jantou em seu resort com Nick Fuentes, um conhecido líder supremacista branco.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Negra-mas-não-afroamericana">Negra, mas não afro-americana?</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/d0e4/live/8d5981e0-87f7-11ef-b6b0-c9af5f7f16e4.jpg.webp" alt="Tráfico de negros escravizados para a América"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">House afirma ainda que “os ataques de Trump” foram facilitados pelo modo “fluido” como Kamala tem tratado sua identidade, algo revelador de outro mal-estar social. Em que pese as condições de Kamala como mulher de origem negra e indiana, não é um resultado óbvio que a comunidade afro-americana se sinta representada por ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A herança racial de Kamala Harris é uma faca de dois gumes para os negros americanos”, afirma Roger House, do Emerson College.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sim, ela é uma mulher negra, mas de origem imigrante tanto do lado paterno quanto materno. Como tal, alguns diriam que lhe falta a autêntica experiência negra americana e, portanto, a identidade. A base dessa identidade é uma memória coletiva de herança partilhada e uma forte crença num destino comum. Portanto, não a vejo como uma representante orgânica do “grupo étnico” negro americano”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como Barack Obama, o primeiro presidente negro dos EUA, cujo pai era queniano, Kamala não descende de negros que tenham sido escravizados nos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua linha de ascendência do lado jamaicano é um tanto quanto incerta. Segundo seu pai, Donald Harris, eles seriam parentes de um irlandês dono de escravizados que se estabeleceu na Jamaica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minhas raízes remontam, à minha avó paterna, Srta. Chrishy (nascida Christiana Brown, descendente de Hamilton Brown, considerado como proprietário de plantações e de escravizados e fundador da [cidade jamaicana] Brown’s Town)”, escreveu&nbsp;<a href="https://www.jamaicaglobalonline.com/kamala-harris-jamaican-heritage/">Donald Harris em um artigo para o jornal Jamaica Globe</a>, em 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas serviços de checagem, como o&nbsp;<a href="https://www.politifact.com/article/2020/aug/14/looking-claims-kamala-harris-descendant-slave-owne/">PolitiFact</a>, encontraram registros de ascendência da família Harris na Jamaica relacionadas a uma mulher qualificada como “labourer” tanto na certidão de nascimento como na de óbito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Labourer” era o termo usado na Jamaica para designar aqueles que haviam sido emancipados da condição de escravidão ou seus descendentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1m95n42dxjo">o pai de Kamala</a>&nbsp;chegou aos EUA vindo da Jamaica, em 1961, ele era parte de uma pequena minoria. Havia apenas 125 mil negros imigrantes àquela altura em todo o país, dentre 20,5 milhões de negros na população americana como um todo (11%), descendentes das centenas de milhares de homens e mulheres traficados para os Estados Unidos e lá escravizados no período colonial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário atual é bem diferente. Se no início dos anos 1960, 1 em cada 164 negros nos EUA era estrangeiro, em 2019, 1 em cada 10 negros no país era estrangeiro, segundo o Instituto de Pesquisa Pew Research.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São quase 5 milhões de pessoas, das quais mais da metade desembarcou em território americano depois dos anos 2000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada dos migrantes trouxe características novas à comunidade negra, mas também deixou evidente certas tensões. Parte dos grupos negros americanos que advogam por medidas de reparo pelo histórico de escravatura do país defendem que tais compensações sejam concedidas exclusivamente para pessoas negras que possam provar serem descendentes de homens e mulheres escravizados nos Estados Unidos, e não para toda e qualquer pessoa negra que viva no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe entre estudiosos e militantes negros a percepção de que a vida na sociedade americana é mais difícil para o grupo que descende de escravizados nos EUA do que para os demais negros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algo análogo à questão do&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-42033002">colorismo</a>, conceito usado para denunciar que a mistura entre grupos étnico-raciais (no passado, frequentemente fruto da violência sexual de colonos brancos contra negras escravizadas) não criou uma convivência harmoniosa entre os diferentes, mas uma hierarquização social, com negros de pele clara normalmente tendo mais facilidades ou sendo menos alvos de preconceito/racismo do que os de pele mais escura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O fato de os dois políticos negros mais proeminentes do Partido Democrata terem pele clara e não terem a identidade negra americana tradicional revela as restrições de raça, cor e status nesta sociedade”, diz House.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele vê em Obama uma tentativa bem-sucedida de se integrar aos negros de Chicago, onde construiu sua carreira política. Já Kamala, na visão de House, foi alçada ao poder “pelos brancos do partido Democrata”, e não por uma militância racial específica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por essa perspectiva, há um certo ceticismo de estudiosos e militantes negros sobre o real significado da chegada destas figuras a postos de poder. Se Kamala fosse uma descendente de negros escravizados nos EUA, com uma trajetória também típica de alguém deste grupo, ela estaria hoje neste mesmo lugar?, questionam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, House relembra as tensões inerentes à miscigenação na comunidade negra desde os tempos da escravatura — experiência que aliás se repetiu no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Posso dizer que a história de mistura racial na comunidade negra é uma experiência complicada e perigosa. Durante a escravidão, cerca de 10% dos escravizados eram filhos de senhores de escravos nascidos da violência sexual ou da manipulação de mulheres indefesas. Muitos destes filhos foram doutrinados a se perceber como superiores aos demais pretos por terem sangue branco correndo nas veias. Alguns foram usados por donos de plantações como espiões ou capatazes. O legado dessa dolorosa e confusa experiência assombra as relações sociais entre os negros até hoje.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / Foto: CBS</p>



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<iframe title="A importância das rádios comunitárias no Brasil" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/frb50f3cgo0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/por-que-identidade-racial-de-kamala-e-questionada-e-nao-so-por-trump/">Por que identidade racial de Kamala é questionada, e não só por Trump?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Disputa pela Casa Branca está empatada, indica média de pesquisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 17:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa das Pesquisas realizada pela CNN mostra Kamala Harris com 49% e Trump com 48% Jennifer Agiestada CNN* &#8211; Terça, 10 de setembro de 2024 A vice-presidente Kamala Harris tem uma média de apoio de 49% nas pesquisas recentes, enquanto o ex-presidente Donald Trump está com 48% na última pesquisa da CNN. Essa média sugere que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa das Pesquisas realizada pela CNN mostra Kamala Harris com 49% e Trump com 48%</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/autor/jennifer-agiesta/">Jennifer Agiesta</a>da CNN* &#8211; Terça, 10 de setembro de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vice-presidente Kamala Harris tem uma média de apoio de 49% nas pesquisas recentes, enquanto o ex-presidente Donald Trump está com 48% na última pesquisa da <strong>CNN</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="155" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1-1024x155.png" alt="" class="wp-image-131459" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1-1024x155.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1-300x45.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1-768x116.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1.png 1320w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Essa média sugere que não há um líder claro na disputa antes do debate presidencial desta terça-feira (10).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pesquisa de Pesquisas da&nbsp;<strong>CNN</strong>&nbsp;é uma média das seis pesquisas nacionais não partidárias mais recentes de eleitores registrados ou prováveis ​​​​que atendem aos padrões da&nbsp;<strong>CNN</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisas incluindo terceiros nomeados ou candidatos independentes não estão incluídas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova média permanece inalterada desde a sua última atualização e se baseia em seis sondagens nacionais recentes, todas realizadas após a Convenção Nacional Democrata. A média inclui uma pesquisa NPR/PBS News/Marist College divulgada nesta manhã, que não encontrou nenhum líder claro na disputa com Harris com 49% contra os 48% de Trump entre os eleitores registrados. Cinco das seis pesquisas incluídas na média encontraram a margem entre os dois candidatos em 1 ponto percentual ou menos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa NPR/PBS/Marist revela que 72% dos eleitores registrados em todo o país dizem que planejam assistir ao debate desta noite, com 30% dizendo que acham que isso terá grande importância para sua eleição para presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN / Vice President Kamala Harris and former President Donald Trump. <br>Getty Images<br></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-131458" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-1024x512.jpg 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-300x150.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-768x384.jpg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-1536x768.jpg 1536w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/disputa-pela-casa-branca-esta-empatada-indica-media-de-pesquisas/">Disputa pela Casa Branca está empatada, indica média de pesquisas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que debate entre Kamala e Trump é o mais importante em 60 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 15:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a&#160;democrata Kamala Harris&#160;e o republicano&#160;Donald Trump&#160;se posicionarem nos púlpitos do estúdio da rede de TV americana ABC News, na Filadélfia, nesta terça-feira (10/9) às 21 horas locais, será a primeira vez que os dois se encontrarão pessoalmente como candidatos à Presidência dos EUA. Munidos apenas de papel, caneta e água, ambos protagonizarão um dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mariana Sanches</strong></li>



<li>Role,<strong>Da BBC News Brasil em Washington</strong></li>



<li>Há 7 horas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj62x92x51lo">democrata Kamala Harris</a>&nbsp;e o republicano&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gey2y0z97o">Donald Trump</a>&nbsp;se posicionarem nos púlpitos do estúdio da rede de TV americana ABC News, na Filadélfia, nesta terça-feira (10/9) às 21 horas locais, será a primeira vez que os dois se encontrarão pessoalmente como candidatos à Presidência dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Munidos apenas de papel, caneta e água, ambos protagonizarão um dos eventos mais aguardados das eleições de 2024, o segundo debate de TV da campanha. Considerando que o primeiro dos confrontos dinamitou a candidatura à reeleição do presidente Joe Biden, alguns analistas políticos já veem a atual temporada eleitoral como a mais impactada pelos debates televisivos desde o pleito de 1960.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquela disputa, há 64 anos, entrou para a História não só por inaugurar o gênero do embate político televisivo nos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi o confronto diante das câmeras entre um jovial, sorridente e maquiado John F. Kennedy e o então experiente vice-presidente Richard Nixon — que se apresentou gripado, com a barba por fazer, e o olhar abaixo da linha da câmera —, que definiu a apertada corrida em favor do democrata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por Deus, eu não entendi direito (o que estava em jogo) em 1960. Eu odiava fazer programas de televisão. E eu estava totalmente errado”, reconheceu Nixon, anos mais tarde, quando já era um consenso entre os republicanos que o despreparo dele para o confronto televisivo com Kennedy, cujo pai era um produtor de Hollywood, custou-lhes o pleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É razoável dizer que esta é uma eleição comparável a de 1960 em importância dos debates. Ali tivemos uma diferença de cem mil votos em favor do vencedor (Kennedy venceu por 112.827 votos). Agora, ninguém espera uma diferença maior do que algumas dezenas de milhares de votos, em uma situação já muito polarizada e com uma candidata entrando no jogo muito tarde, e em decorrência precisamente do mau desempenho do presidente atual em um debate”, afirmou à BBC News Brasil Aaron Kall, diretor de Debates da Michigan University.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 51 milhões de pessoas — ou o equivalente a um em cada seis habitantes — assistiram ao vivo, em junho, os momentos que selaram o destino de Biden como o primeiro presidente em 56 anos a não concorrer à reeleição nos EUA. No confronto com Trump, ele titubeou, demonstrou fragilidade e teve dificuldades de articular ideias e de responder às perguntas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu desempenho levou doadores de campanha e correligionários democratas a uma intensa pressão para que Biden se retirasse da disputa, o que aconteceu no final de julho. E embora o partido tenha sido relativamente rápido para se aglutinar em torno do nome de Kamala Harris, sobrou a ela apenas 107 dias para convencer os eleitores de que merece ocupar a Casa Branca — é a campanha mais curta na história recente americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A fórmula consagrada de obter votos é no engajamento pessoal, conversa um a um, candidato e voluntários literalmente batendo na porta dos eleitores”, afirmou à BBC News Brasil Michael Cornfield, professor de estratégias de campanha política na George Washington University.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora relembre que historicamente debates costumam ter um impacto “mínimo” na conquista de novos votos, Cornfield reconhece que o evento entre Harris e Trump é “sem precedentes” justamente pela limitação da agenda de viagens da democrata e por ser a primeira oportunidade dela, diante de uma plateia bipartidária, de “se apresentar aos eleitores, formular sua mensagem e tentar aumentar sua preferência junto a eles”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso mesmo, a candidata democrata desistiu de tentar alterar regras do debate já estabelecidas entre Trump e Biden e das quais ela discordava — como ter o microfone desligado quando o oponente estiver com a palavra. A equipe de Trump chegou a sugerir que ele poderia desistir do embate caso houvesse mudanças nas regras, algo que a campanha de Harris afirmou querer evitar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A candidata tem usado o bordão “Diga na minha cara” (“Say it to my face”, no original) ao responder comentários ou críticas de Trump sobre ela feitas a terceiros, como uma forma de provocá-lo a participar de todos os três debates previstos até 5 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos agora menos de 60 dias até o dia da eleição, em alguns estados-pêndulo os eleitores já começaram a votação antecipada e não haverá outros grandes eventos capazes de amealhar uma audiência comparável à do Super Bowl (a final do campeonato de futebol americano). Então o debate se tornou absolutamente crucial até para que<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2edj3d2drwo">&nbsp;Kamala</a>&nbsp;explique a que veio. Eu não me surpreenderia se esse debate tivesse recorde de audiência”, afirma Kall.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o anedotário político sugere que é improvável ganhar uma enxurrada de votos por boa performance em debate de TV, o exemplo de Nixon, em 1960, e de Biden, em 2024, mostram que há muitos riscos em jogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisas eleitorais feitas após o último embate entre Trump e Biden, em junho, e antes da desistência do presidente, mostraram que o republicano chegou a abrir 5 pontos percentuais de vantagem em estados chave no pleito, como Pensilvânia e Michigan. “Harris e Trump tem muito a perder se seus desempenhos não forem bons”, diz Cornfield.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, os efeitos do debate se arrastarão por muito mais do que os 90 minutos em que o programa durará. “Os cortes reverberam por muitos dias ou mesmo semanas nas redes sociais e vão consolidando votos ou fragilizando os candidatos. Por isso, vemos as duas campanhas tentando freneticamente discutir as regras e definir os temas e perguntadores, para garantir bom material para o pós-debate”, diz Cornfield.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, a campanha de Harris aposta muito nos programas, e não só porque o tempo de corpo a corpo da candidata é muito limitado. A mensagem entre os democratas é a de que o confronto de ideias estaria no DNA dela, por sua trajetória profissional. “Harris foi promotora, procuradora no estado da Califórnia. O palco do debate é sua arena natural, era o que ela fazia ao levar réus a julgamento”, disse à BBC News Brasil Thomas Whalen, analista político da Boston University.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos EUA, cargos como o de procurador ou o de xerife são definidos por meio do voto. Em 2010, Harris conquistou o posto de procuradora, que a catapultaria como uma estrela democrata, por uma margem de 0,85% dos votos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem ser favorita no pleito, segundo o jornal The New York Times, que recentemente entrevistou os envolvidos naquela disputa, Harris selou sua vitória ao responder com ironia — e sua característica gargalhada — à afirmação do oponente de que ele pretendia acumular o salário de procurador com uma pensão pública. “Você merece”, ela disparou. O trecho do debate, que não fora televisionado, viralizou. E Harris venceu. É exatamente repetir esta história que os democratas desejam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Harris, porém, enfrentará pela primeira vez o palco de um debate presidencial contra um oponente extremamente experiente. Além de ter atuado como apresentador de televisão, Trump debaterá pela sétima vez — um recorde na política recente americana. E deve confrontá-la com aspectos impopulares da gestão na qual ela é vice-presidente: a inflação e a crise migratória na fronteira com o México são flancos da democrata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Resta saber também como ela lidará com um oponente que mente e insulta”, diz Whalen. Entre outras coisas, Trump já disse que ela tem uma risada de “louca” e “doida” e sugeriu que ela devia seu sucesso no início da carreira política a um relacionamento amoroso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, segundo a BBC Verify, Trump fez uma série de afirmações falsas contra Biden no último debate: disse que o democrata presidia sob o maior déficit da história (enquanto que o pior dado é da gestão Trump), o acusou de estar por trás da condenação criminal do republicano em NY (instância judicial totalmente separada do governo federal) e afirmou que ele planejava quadruplicar impostos no país (algo que Biden não fez nem prometeu).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em menor quantidade, Biden também falseou a realidade ou errou dados. Para Kall, o pior cenário para Harris seria perder a paciência com o republicano. “Ela terá a oportunidade de fazer um fact-checking de Trump, mas tem que evitar passar para o eleitorado uma imagem de agressiva, descontrolada”, diz ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Trump enfrenta o desafio de atualizar seu arsenal contra uma nova oponente, depois de passar boa parte dos últimos meses formulando uma mensagem para derrotar Biden. Muito antes que o debate de TV revelasse a debilidade do candidato democrata, Trump o apelidara de “Sleepy Joe”, em referência à sua falta de energia pela idade avançada (81 anos), e seus aliados republicanos espalharam à exaustão em redes sociais clipes de Biden tropeçando, tendo atitudes aparentemente desconexas ou cometendo gafes, para sugerir que ele apresentava sinais de demência senil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 78 anos e com Biden fora do jogo, é Trump agora quem enfrenta questionamentos sobre sua boa forma intelectual e física. Em um evento em NY na semana passada, ao responder sobre como tornar creches mais baratas e acessíveis para famílias americanas, Trump deu uma longa explicação considerada como “incompreensível, na melhor das hipóteses” pelo apresentador que o questionava no palco. E viralizaram imagens nas quais Trump parece estar dormindo durante convenção republicana — segundo sua campanha, eram momentos de oração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Também é preciso ver se ele se comportará de forma disciplinada, estruturando a mensagem em torno de suas políticas, o que atrai o eleitorado, ou se vai se deixar levar por piadas e caracterizações negativas de inimigos políticos, algo que costuma espantar eleitores indecisos”, afirma Kall.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / Foto: Reuters</p>



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<iframe title="Eleição 2024: discutindo pontos fundamentais que atendam os anseios da população" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/LOIC99W0xJA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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		<title>Guia da eleição nos EUA: após reviravoltas, disputa entre Trump e Kamala começa pra valer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 14:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As&#160;eleições americanas estão marcadas para 5 de novembro, mas muito antes disso, a campanha já foi marcada por fortes emoções, incluindo um atentado contra Donald Trump e a troca na candidatura democrata. Em 13 de julho,&#160;o ex-presidente Trump foi atingido por um tiro na orelha direita durante um comício na Pensilvânia. Levado ao hospital, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c30gn378n6kt">eleições americanas estão marcadas para 5 de novembro</a>, mas muito antes disso, a campanha já foi marcada por fortes emoções, incluindo um atentado contra Donald Trump e a troca na candidatura democrata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 13 de julho,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1vdxdkne4do">o ex-presidente Trump foi atingido por um tiro na orelha direita durante um comício na Pensilvânia</a>. Levado ao hospital, o republicano teve alta poucas horas depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor do atentado, Thomas Matthew Crooks, foi morto no local. Um apoiador de Trump, Corey Comperatore, também perdeu a vida ao ser atingido por um dos tiros disparados por Crooks.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de uma semana depois, em 21 de julho, o presidente&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cdv07p6z640t">Joe Biden</a>, indicado a concorrer pelos democratas,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/clwyx9831wno">anunciou ter desistido de sua candidatura à reeleição</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu desempenho em um debate contra Trump e outros episódios que colocaram em questão suas condições de saúde geraram pressão para que Biden desistisse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao anunciar ter desistindo da reeleição, Biden logo indicou apoio ao nome de sua vice, Kamala Harris. Os democratas correram para que o nome dela fosse ratificado rapidamente pelos delegados partidários, o que ocorreu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início de agosto,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c29d6dnn4yzo">a candidatura da democrata foi oficializada</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yll14erweo">Tim Walz, governador de Minnesota</a>, escolhido como candidato a vice.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Trump havia tido sua candidatura oficializada em julho. Seu vice na chapa é&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp9v194llpxo">J.D. Vance</a>, senador por Ohio.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Com-funcionam-as-eleições-presidenciais-americanas">Com funcionam as eleições presidenciais americanas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As eleições presidenciais americanas, realizadas a cada quatro anos, são um processo longo e complexo, que começa quase dois anos antes da votação, quando pré-candidatos costumam formar comitês exploratórios para analisar suas chances na disputa e arrecadar fundos para a campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente do Brasil, onde há várias siglas importantes, nos Estados Unidos o sistema político é dominado por apenas dois grandes partidos: Democrata e Republicano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Candidatos de agremiações menores ou independentes podem concorrer, mas não costumam ter chance.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema eleitoral americano é descentralizado, a cargo de cada um dos 50 Estados. O calendário de prévias se estende até o meio do ano, quando os escolhidos para representar cada partido terão seus nomes oficializados em convenções nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os eleitores americanos não escolhem seus candidatos à Presidência de maneira direta. Nas primárias, os votos elegem delegados partidários, que se comprometem em apoiar o pré-candidato que venceu na votação dos eleitores naquele Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses delegados irão participar da convenção nacional de seu partido. O pré-candidato que receber os votos da maioria dos delegados na convenção nacional será coroado como candidato oficial do partido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na eleição geral, a decisão também fica a cargo de delegados, que formam o chamado Colégio Eleitoral, composto por 538 pessoas. Chega à Casa Branca o candidato que receber pelo menos 270 votos (a maioria) do Colégio Eleitoral.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Os-candidatos">Os candidatos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Constituição determina que qualquer cidadão americano nascido nos Estados Unidos que tenha no mínimo 35 anos e tenha vivido no país por pelo menos 14 anos pode concorrer à Presidência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada eleição, centenas de pessoas preenchem o formulário da Comissão Federal Eleitoral (FEC, na sigla em inglês) para disputar o cargo, muitas em tom de brincadeira e outras de maneira séria, mas sem chances de irem adiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da facilidade para se inscrever, disputar a Presidência americana para valer é tarefa difícil. Candidatos que não são nomeados pelos dois grandes partidos enfrentam diversos obstáculos para incluir seus nomes nas cédulas de votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As regras variam em cada Estado, mas costumam exigir dezenas de milhares de assinaturas de eleitores registrados. É comum que mesmo candidatos de partidos conhecidos, mas que não fazem parte das duas siglas principais, enfrentem dificuldades para aparecer nas cédulas de todos os 50 Estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de democratas e republicanos, a disputa para ser o representante do partido nas cédulas costuma ser acirrada, e muitos dos que anunciaram ainda em 2023 sua intenção de concorrer à nomeação já havia desistido antes mesmo do início das primárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As pendências judiciais de Trump</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos anos eleitorais, o suspense em torno das primárias é sobre que candidatos ganharão ou perderão força ao longo da temporada. Neste ano, no entanto, uma das principais questões se referia aos processos judiciais enfrentados por Donald Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vários Estados iniciaram esforços para barrar o nome de Trump das cédulas das primárias, sob a acusação de que ele teria cometido insurreição após perder a eleição de 2020. Trump não aceitou aquela derrota e, em 6 de janeiro de 2021, milhares de seus apoiadores invadiram o Capitólio, sede do Congresso americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dois desses Estados, Colorado e Maine, a Justiça estadual decidiu pela retirada do nome de Trump das cédulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-presidente apelou, e a Suprema Corte do país anulou a decisão da Justiça do Colorado. A sentença, que também vale para os outros Estados, liberou o republicano para concorrer às eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas essa disputa não era o único problema legal de Trump. O ex-presidente enfrenta dezenas de acusações em processos criminais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio, Trump foi condenado em Nova York por&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce920qd9y96o">falsificar registros comerciais para ocultar dinheiro pago à estrela pornô Stormy Daniels e encobrir um suposto caso com a atriz</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a condenação possa ter um impacto político, legalmente não o impede de concorrer à presidência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, em uma grande vitória para Trump, uma juíza da Flórida rejeitou o processo em que ele foi acusado de levar documentos governamentais, muitos deles confidenciais, para sua residência privada após deixar a Casa Branca e obstruir esforços do governo para recuperar os papéis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Aileen Cannon deu razão ao argumento da defesa de Trump de que o caso devia ser derrubado por conta da nomeação do promotor especial Jack Smith, o que violaria a Cláusula de Nomeações da Constituição dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda cabe recurso da promotoria contra a decisão da juíza.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Primárias-e-caucus">Primárias e caucus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Há dois tipos de votação nas prévias que definem os candidatos de cada partido: primárias e caucus. Os detalhes dessas prévias variam de acordo com a lei do Estado e com cada partido, que pode determinar seu próprio calendário de votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As primárias seguem um formato de votação tradicional, no qual os eleitores escolhem seu candidato por meio de cédulas, em voto secreto, e são divididas em diferentes tipos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas primárias fechadas, os eleitores só podem votar em candidatos do partido em que forem registrados. Nas abertas, podem votar independentemente do partido, mas apenas em uma das primárias, não em ambas. Em outros Estados, podem votar nos candidatos dos dois partidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os caucus, como ocorre em Iowa, seguem um formato diferente, que inclui reuniões políticas realizadas em residências, escolas e outros prédios públicos, nas quais os eleitores debatem sobre seus candidatos e temas eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fim das discussões, os eleitores em cada uma dessas reuniões escolhem um candidato e os delegados, que prometem apoiá-lo. Esses delegados participam de convenções nos condados, nas quais são eleitos os delegados que irão às convenções estaduais, que por sua vez definem os delegados que irão à convenção nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das críticas feitas aos caucus é a de que exigem que os eleitores disponham de horas para participar fisicamente dos debates, o que restringiria a participação no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do caucus em Iowa, a primeira primária do país aconteceu em New Hampshire.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de Iowa e New Hampshire, dois Estados pequenos, rurais e pouco representativos da população do país, terem peso tão importante ao abrir a temporada de prévias é criticado há anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas ambos defendem arduamente suas posições e têm leis estaduais que determinam que suas votações devem ocorrer antes das de outros Estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, porém, o Partido Democrata decidiu alterar seu calendário, colocando a Carolina do Sul como a primeira primária, em 3 de fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas New Hampshire não seguiu a determinação, e manteve sua data de votação, contrariando a decisão do partido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em reação, Biden retirou seu nome das cédulas na primária de New Hampshire, mas os eleitores ainda puderam votar no presidente escrevendo seu nome à mão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança de calendário democrata também fez com que a prévia do partido em Iowa seguisse um processo diferente, pelos correios, com resultado divulgado somente em março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das datas mais importantes do calendário de prévias é a chamada Super Terça-Feira, quando diversos Estados realizam votações simultâneas. Neste ano, aconteceu em 5 de março, em mais de 10 Estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um candidato com bom desempenho na Super Terça pode assumir a liderança na disputa e, dependendo do número de delegados conquistados, pode já garantir a nomeação antes mesmo da convenção nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="As-convenções-nacionais">As convenções nacionais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As regras sobre quantos delegados cada candidato recebe variam dependendo do Estado e do partido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que vencem as primárias, os pré-candidatos vão aumentando sua contagem de delegados, e muitas vezes alcançam a maioria necessária para a nomeação antes mesmo da convenção nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as convenções, os delegados do partido votam nos nomes escolhidos pelos eleitores de seus Estados, oficializando a escolha do candidato a presidente. Os nomeados também anunciam oficialmente o vice de sua chapa, muitas vezes escolhido entre os pré-candidatos derrotados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As convenções servem ainda para salientar a agenda política de cada partido, e muitas vezes são palco para que novas estrelas em cada partido ganhem projeção nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Estados-decisivos">Estados decisivos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da oficialização de seus nomes, os candidatos de cada partido se lançam na reta final da campanha, que inclui viagens por todo o país e debates transmitidos pela TV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum que os Estados americanos sejam fortemente democratas ou republicanos, e nesses locais os candidatos do partido dominante costumam vencer sem problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas em alguns Estados, nenhum dos partidos tem maioria clara na preferência dos eleitores, o que os torna mais competitivos e cruciais para uma vitória e faz com que sejam foco importante das campanhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses Estados são chamados de&nbsp;<em>swing states</em>, ou &#8220;Estados pêndulo&#8221;, porque a cada eleição podem pender para um lado diferente, elegendo um democrata ou um republicano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, entre os principais&nbsp;<em>swing states</em>&nbsp;estão Arizona, Carolina do Norte, Geórgia, Michigan, Minnesota, Nevada, Pennsylvania e Wisconsin.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A votação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O voto é facultativo nos Estados Unidos, e cidadãos com idade de 18 anos ou mais podem votar. Mais de 158 milhões de pessoas votaram na eleição presidencial de 2020, o equivalente a 62,8% da população em idade eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei determina que as eleições presidenciais sejam realizadas sempre &#8220;na terça-feira seguinte à primeira segunda-feira de novembro&#8221;, que neste ano cai no dia 5 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dia de votação não é feriado, mas os eleitores americanos têm outras opções além do comparecimento às urnas na data marcada. Dependendo do Estado, podem antecipar seu voto ou até votar pelo Correio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do presidente e do vice-presidente, neste ano os americanos também irão eleger governadores de 11 Estados e dois territórios e prefeitos de dezenas de cidades, além de outros cargos estaduais e locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também estão em disputa todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados) e um terço das 100 vagas no Senado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-colégio-eleitoral-e-o-voto-popular">O colégio eleitoral e o voto popular</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como nas primárias, também na eleição geral os americanos não elegem o presidente de maneira direta. O voto vai para os chamados &#8220;eleitores&#8221;, delegados que formam o Colégio Eleitoral, responsável pela escolha do presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você está dizendo ao seu Estado em qual candidato deseja que o Estado vote na reunião do Colégio Eleitoral&#8221;, explica o site do governo dos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os Estados utilizam os resultados das eleições gerais (também conhecidos como voto popular) para nomear os seus &#8216;eleitores&#8217;. O partido político estadual do candidato vencedor seleciona os indivíduos que serão os eleitores.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Colégio Eleitoral tem 538 votos e, para ser o vencedor, um candidato precisa conquistar pelo menos 270 votos. Se nenhum candidato conquistar os 270 votos, a decisão ficará a cargo da Câmara dos Representantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de delegados é proporcional ao tamanho da população do Estado. As regras variam, mas em 48 dos 50 Estados o vencedor leva todos os votos do Colégio Eleitoral daquele Estado, mesmo que a vitória tenha sido por margem apertada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, é possível que um candidato vença o voto popular nacionalmente mas mesmo assim perca a eleição. Isso aconteceu com Hillary Clinton em 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum que o nome projetado para ser o vencedor seja conhecido na própria noite da eleição, mas às vezes isso leva mais tempo. O voto do Colégio Eleitoral, no entanto, só ocorre em meados de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após essa etapa, os votos são enviados dos Estados ao Congresso, em Washington, que faz a leitura e contagem dos votos e certifica a vitória do eleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo presidente toma posse no dia 20 de janeiro do ano seguinte à eleição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Este texto foi publicado originalmente em março de 2023 e atualizado após as oficializações das candidaturas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / REUTERS/Umit Bektas/Elizabeth Frantz</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eleição 2024: bate papo com o povo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3Z5uxhmn1D0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br><strong><br></strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/guia-da-eleicao-nos-eua-apos-reviravoltas-disputa-entre-trump-e-kamala-comeca-pra-valer/">Guia da eleição nos EUA: após reviravoltas, disputa entre Trump e Kamala começa pra valer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>&#8216;Não vou me silenciar&#8217;, diz Kamala a primeiro-ministro de Israel sobre Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 01:42:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Ministro de Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kamala Harris se reuniu com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, na Casa Branca, nesta quinta-feira (25) Por Folhas Express &#8211; Sexta, 26 de julho de 2024 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, disse que não se silenciaria em relação à crise humanitária na Faixa de Gaza ao se [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/nao-vou-me-silenciar-diz-kamala-a-primeiro-ministro-de-israel-sobre-gaza/">‘Não vou me silenciar’, diz Kamala a primeiro-ministro de Israel sobre Gaza</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Kamala Harris se reuniu com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, na Casa Branca, nesta quinta-feira (25)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por Folhas Express &#8211; Sexta, 26 de julho de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, disse que não se silenciaria em relação à crise humanitária na Faixa de Gaza ao se reunir com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, na Casa Branca, nesta quinta-feira (25).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro era observado de perto por analistas, que buscavam ali indícios de possíveis reformulações da política externa americana em relação ao Estado judeu caso a provável candidata do Partido Democrata à Presidência vença as eleições em novembro. Kamala foi, afinal, uma das primeiras líderes de destaque dos EUA a pedir um cessar-fogo na guerra Israel-Hamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a própria vice, seu diálogo com Netanyahu foi &#8220;franco e construtivo&#8221;. &#8220;Israel tem o direito de se defender. Mas como isso é feito importa. Deixei claras as minhas grandes preocupações com a gravidade da situação humanitária lá&#8221;, disse ela a jornalistas após o encontro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o começo da guerra, em outubro passado, mais de 39 mil pessoas morreram em Gaza segundo os cálculos das autoridades locais, ligadas ao grupo terrorista Hamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ONU estima que 2 milhões do total de 2,2 milhões habitantes da faixa tenham sido obrigados a deixar suas casas, e a destruição causada por tanques e bombas israelenses não só devastou as paisagens como desmantelou sistemas de serviço básico, incluindo o acesso à água potável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatório mais recente do braço do organismo para a alimentação e agricultura, FAO, aponta que 96% da população do território palestino -ou 2,1 milhões de pessoas- enfrentam insegurança alimentar aguda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tom incisivo relatado pela vice contrasta com a postura que o presidente Joe Biden demonstrou ao conversar com Bibi, como o dirigente israelense é conhecido, no Salão Oval horas antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi o primeiro encontro presencial entre os líderes desde outubro do ano passado, quando a guerra em Gaza teve início. Biden viajou até Israel nas primeiras semanas depois da eclosão do conflito, numa operação com segurança reforçada em que buscava demonstrar o apoio inegociável da maior potência militar do globo a seu principal aliado no Oriente Médio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, o americano abraçou Bibi, como o líder israelense é conhecido, e prometeu auxiliá-lo. Ao menos diante das câmeras, o americano manteve nesta quinta o tom amistoso daquela ocasião e, de acordo com relato do jornal The New York Times, abriu um sorriso largo ao dar as boas-vindas ao israelense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, suas palavras a Bibi, &#8220;temos muito o que conversar&#8221; -repetidas com exatidão por Kamala mais tarde-, davam um indício da tensão que os países vêm acumulando nos últimos tempos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Integrantes do governo afirmaram que o principal assunto do encontro entre Biden e Netanyahu foi a tentativa de firmar um novo acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas, estagnada há meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de se sentarem no Salão Oval, os governantes haviam se reunido com parentes de reféns americanos mantidos em cativeiro pelo Hamas. Representantes das famílias disseram a jornalistas que reforçaram o pedido por uma trégua que previsse a libertação dos sequestrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Washington é o maior aliado externo de Tel Aviv desde os anos 1970. A relação entre os dois países já passou por muitos altos e baixos mas, desde a Segunda Guerra Mundial, Israel foi o Estado que mais recebeu ajuda direta dos EUA no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao responder Biden, Netanyahu citou justamente esse histórico. &#8220;Quero agradecê-lo por seus 50 anos de serviço público [Biden entrou na política 52 anos atrás, ao ser eleito senador por Delaware] e 50 anos de apoio ao Estado de Israel.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O israelense chegou a Washington após semanas de grandes reviravoltas na política interna americana, a mais recente das quais foi o anúncio de Biden de desistir de disputar as eleições, abrindo caminho para Kamala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O premiê esperou mais de seis meses só para receber um convite para visitar a Casa Branca, muito mais do que o usual para ocupantes de seu cargo. Até Isaac Herzog, o presidente de Israel -uma função sobretudo cerimonial- foi convocado para ir a Washington antes dele, em julho do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demora de Biden para fazer o convite a Netanyahu foi um dos marcos dos desentendimentos entre os dois líderes, iniciados pouco depois que o israelense voltou ao posto de primeiro-ministro, no final de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu governo, o mais à direita da história de Israel, liderou uma ofensiva contra o Judiciário logo após ele assumir, uma iniciativa que foi publicamente criticada pelo presidente americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A guerra em Gaza, cujo estopim foi uma incursão do Hamas ao sul de Israel que deixou cerca de 1.200 mortos, no ataque mais letal a judeus desde o Holocausto, tinha a princípio voltado a unir os líderes. Mas a continuidade do conflito na faixa vinha sendo motivo de repreensões cada vez mais duras por parte de Biden.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Netanyahu viaja à Flórida nesta sexta (26) para um encontro com o candidato republicano à Presidência, Donald Trump. As informações são do site Noticias ao Minuto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">©Getty Images</p>



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		<title>Pesquisa aponta Kamala, com 44% das intenções, à frente de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 03:41:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa da Reuters/Ipsos mostra que Kamala tem 44% das intenções de voto, enquanto Trump aparece com 42% Luana Viana &#8211; Quarta, 24 de julho de 2024 A pesquisa realizada pela Reuters/Ipsos aponta a vice-presidente dos Estados Unidos e pré-candidata à presidência pelo partido Democrata, Kamala Harris, à frente de Donald Trump em intenções de voto. Kamala aparece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">A pesquisa da Reuters/Ipsos mostra que Kamala tem 44% das intenções de voto, enquanto Trump aparece com 42%</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.metropoles.com/author/luana-viana">Luana Viana</a> &#8211; Quarta, 24 de julho de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa realizada pela Reuters/Ipsos aponta a vice-presidente dos Estados Unidos e pré-candidata à presidência pelo partido Democrata, <a href="https://www.metropoles.com/tag/kamala-harris" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kamala Harris</a>, à frente de<a href="https://www.metropoles.com/tag/donald-trump" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Donald Trump</a> em intenções de voto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kamala aparece com 44% das intenções e Donald Trump com 42%, ou seja, a vice-presidente aparece com 2 pontos percentuais a mais que o ex-presidente, porém ambos estão empatados na margem de erro que é de 3 pontos percentuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa foi realizada entre segunda-feira (22/7) e terça-feira (23/7), <a href="https://www.metropoles.com/mundo/joe-biden-desiste" target="_blank" rel="noreferrer noopener">após a desistência de Joe Biden</a> e a posterior indicação de Kamala Harris. A nomeação oficial de Donald Trump como candidato oficial à presidência pelo partido Republicano foi na quinta-feira da semana passada (18/7).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma pesquisa apontou que 56% dos eleitores creem que Kamala é “mentalmente capaz de lidar com desafios”, enquanto 49% fizeram a mesma consideração com Donald Trump. No caso de Biden, apenas 22% dos eleitores fizeram a mesma avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa realizada antes da pré-candidatura de Kamala, entre 15 e 16 de julho, os números apontavam para um empate. Tanto Trump quanto a vice-presidente apareciam com 44% das intenções devotos. Já em uma pesquisa realizada nos dias 1 e 2 de julho, Trump apareceu com 45% e Kamala com 43%, empatados na margem de erro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa da Reuters/Ipsos é feita online e ouviu 1.241 adultos dos EUA, incluindo 1.018 eleitores registrados. Informacoes do site Metropoles.</p>



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		<title>Comissão Eleitoral dos EUA recebe notificação sobre candidatura de Kamala Harris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 22:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Democratas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 21 de julho de 2024 A Comissão Eleitoral Federal dos Estados Unidos recebeu neste domingo (21) notificação sobre a nomeação da vice-presidente Kamala Harris para concorrer pelo partido democrata à corrida eleitoral presidencial nos EUA. &#8220;A vice-presidente Kamala Harris é agora o candidata presidencial dos Estados Unidos nas eleições de 2024 e só realizará [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 21 de julho de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Eleitoral Federal dos Estados Unidos recebeu neste domingo (21) notificação sobre a nomeação da vice-presidente Kamala Harris para concorrer pelo partido democrata à corrida eleitoral presidencial nos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A vice-presidente Kamala Harris é agora o candidata presidencial dos Estados Unidos nas eleições de 2024 e só realizará atividades de campanha para concorrer ao cargo&#8221;, informa o texto publicado no site da comissão eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://noticiabrasil.net.br/20240721/comissao-eleitoral-dos-eua-recebe-notificacao-sobre-candidatura-de-kamala-harris-35690407.html#"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, <strong>Harris deixa de ser candidata a vice-presidente </strong>na próxima eleição. Mais cedo, ela declarou que tentará conquistar a nomeação como <a href="https://noticiabrasil.net.br/20240703/midia-kamala-harris-e-a-principal-escolha-em-caso-de-afastamento-de-biden-da-corrida-eleitoral-35409498.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">candidata presidencial</a> do Partido Democrata dos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança significa ainda que, caso permaneça na chapa para a eleição geral, Harris poderia assumir o controle da conta de campanha Biden-Harris, que tinha quase <strong>US$96 milhões </strong>(cerca de 500 milhões) em caixa no final de junho, de <a href="https://campaignlegal.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acordo</a> com a ONG Campaign Legal Center (CLC), dedicada ao controle e à reforma do financiamento de campanhas políticas nos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É uma honra receber o apoio do presidente e tenho a intenção de merecer e conquistar esta nomeação&#8221;, afirmou Harris em um comunicado divulgado pela campanha eleitoral democrata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horas antes, o <strong>atual presidente e ex-candidato democrata, Joe Biden</strong>, anunciou sua retirada da corrida presidencial dos EUA e declarou &#8220;total apoio&#8221; à <a href="https://noticiabrasil.net.br/20240710/biden-recorre-a-lideres-negros-e-latinos-para-reprimir-os-descontentes-em-seu-partido-diz-midia-35527583.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">candidatura de Harris</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Joe Biden havia sido o <a href="https://noticiabrasil.net.br/20240628/zelensky-nao-dormiu-esta-noite-debate-de-trump-e-biden-revela-lideranca-deprimente-nos-eua-35342192.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vencedor das primárias democratas</a>, concorrendo sem oposição, mas a sua candidatura ainda seria oficializada na Convenção Nacional Democrata (DNC, na sigla em inglês), que está marcada para acontecer entre <strong>19 e 22 de agosto</strong>. Harris, no entanto, ainda terá que disputar com outros possíveis candidatos o posto como presidenciável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira passada (18), pesquisa <a href="https://www.cbsnews.com/news/trump-poll-biden-national-07-18-2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">feita</a> pela CBS News/YouGov mostrou que Trump venceria Kamala por <strong>51% a 48%</strong> e Biden por <strong>52% a 47% </strong>(margem de erro de 2,7%).Segundo informações do site sputniknews.</p>



<p class="wp-block-paragraph">© AP Photo / Tobias Schwarz</p>



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<iframe title="Burnon: como lidar com o excesso de trabalho e redefinir seu bem-estar" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/HHhmG5fZVtE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/comissao-eleitoral-dos-eua-recebe-notificacao-sobre-candidatura-de-kamala-harris/">Comissão Eleitoral dos EUA recebe notificação sobre candidatura de Kamala Harris</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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