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	<title>livre comércio |</title>
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	<title>livre comércio |</title>
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		<title>Brasil deve acelerar ampliação de acordo de livre comércio com o México, avalia CNI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>País é prioritário na diversificação de mercados para indústria brasileira e discute aumento de tarifas de importação; depois de asiáticos, Brasil seria principal prejudicado O Brasil precisa avançar na construção de acordo de livre comércio mais robusto com o México, mercado prioritário da agenda internacional da indústria nacional, defende a&#160;Confederação Nacional da Indústria (CNI). A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">País é prioritário na diversificação de mercados para indústria brasileira e discute aumento de tarifas de importação; depois de asiáticos, Brasil seria principal prejudicado</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil precisa avançar na construção de acordo de livre comércio mais robusto com o México, mercado prioritário da agenda internacional da indústria nacional, defende a&nbsp;Confederação Nacional da Indústria (CNI). A medida é considerada fundamental para proteger e ampliar a relação comercial bilateral, sobretudo se o governo mexicano conseguir aprovar nova medida prevê aumento substancial de tarifas de importação no México.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso do México vai avaliar o projeto do executivo que institui o Programa de Protección para las Indústrias Estratégicas, que propõe elevar tarifas de importação de 983 produtos de 19 setores. A tarifa média de importação subiria de 16,1% para 33,8%, conforme a proposta, podendo chegar a 50% em alguns produtos. Uma análise da CNI mostra que a China seria o país mais afetado (US$ 34,2 bi em exportações sujeitas a novas tarifas), seguida por Coreia do Sul, Índia e Tailândia. Com exceção dos países asiáticos, o Brasil seria o país mais prejudicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, o México importou US$ 11,7 bilhões do Brasil, dos quais US$ 1,7 bilhão (14,7%) podem estar sujeitos às novas tarifas. No caso do Brasil, a medida atinge 232 produtos e 16 setores da indústria de transformação. Veículos automotores respondem por 53,8%, seguidos por borracha e plásticos (14,3%), máquinas e equipamentos (7,9%), químicos (7%) e metalurgia (6,3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O México é mercado prioritário para a indústria brasileira, mas o que temos de comércio coberto pelos acordos vigentes está muito aquém do potencial. Mais de 70% do que comercializamos com o México estão fora do escopo dos acordos. Avançar na ampliação do acordo comercial é fundamental para a diversificação de mercados para a indústria brasileira e para abrir oportunidades melhores para a indústria brasileira”, avalia Ricardo Alban, presidente da CNI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, Brasil e México mantêm 3 acordos de comércio. O Acordo de Complementação Econômica (ACE) 55 concede livre comércio apenas ao setor automotivo e mitigaria parte relevante dos impactos, com 100% de preferência para 59,8% do valor afetado (cerca de US$ 1 bi). Beneficiam-se sobretudo veículos automotores (67,4%), borracha e plásticos (17,5%) e máquinas e equipamentos (10,7%). Já o ACE 53 oferece preferências 100% para apenas três produtos da medida mexicana (sabões e pasta de dente), que representaram US$ 10,5 milhões em exportações ao México em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelos cálculos da CNI, se a medida proposta pelo governo mexicano avançar, US$ 688,9 milhões em exportações brasileiras não têm cobertura ou contam apenas com margens parciais do ACE 55 e do Acordo Regional de Preferência Tarifária Regional 4 (APTR 04), em geral, de 20%, reduzindo a competitividade brasileira. Entre os setores mais expostos estão veículos automotores (30,5%), químicos (15,9%), metalurgia (15,6%), borracha e plásticos (11,9%) e outros oito setores da indústria de transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência de Notícias da Indústria (Ariadne Sakkis)</em> / Foto: Shutterstock</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wa.me/?text=Brasil%20deve%20acelerar%20amplia%C3%A7%C3%A3o%20de%20acordo%20de%20livre%20com%C3%A9rcio%20com%20o%20M%C3%A9xico%2C%20avalia%20CNI%20https%3A%2F%2Fwww.diplomaciabusiness.com%2Fbrasil-deve-acelerar-ampliacao-de-acordo-de-livre-comercio-com-o-mexico-avalia-cni%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



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		<title>Mercosul-UE: Manutenção do ambiente institucional e livre comércio depende do diálogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 11:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[livre comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul-UE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade espera pelo fortalecimento do Mercosul como potência energética, alimentar e ambiental, o que aumentará a capacidade do bloco em promover o desenvolvimento sustentável e o atendimento a demandas socioambientais e econômicas recorrentes. A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) considera que o acordo Mercosul-UE tem importância estratégica para a segurança alimentar europeia e para todas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Entidade espera pelo fortalecimento do Mercosul como potência energética, alimentar e ambiental, o que aumentará a capacidade do bloco em promover o desenvolvimento sustentável e o atendimento a demandas socioambientais e econômicas recorrentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) considera que o acordo Mercosul-UE tem importância estratégica para a segurança alimentar europeia e para todas as cadeias que envolvem o agronegócio brasileiro e seus parceiros do Mercosul.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/diversos-cadeia-produtiva.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-163469"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Essa relevância crescerá ainda mais com o decorrer do tempo, em função das vantagens competitivas desses parceiros associadas aos problemas e limites no cenário geopolítico global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade espera pelo fortalecimento do Mercosul como potência energética, alimentar e ambiental, o que aumentará a capacidade do bloco em promover o desenvolvimento sustentável e o atendimento a demandas socioambientais e econômicas recorrentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento, que já é uma realidade no cenário do agronegócio brasileiro, ganhará impulso com a necessidade da UE de estabelecer parcerias com cadeias produtivas cada vez mais descarbonizadas e sustentáveis, uma condição essencial para atingir as metas de redução de suas emissões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/portos-Foto-Claudio-NevesPortos-do-Paran%C3%A12.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/portos-Foto-Claudio-NevesPortos-do-Paraná2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/portos-Foto-Claudio-NevesPortos-do-Paraná2.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/portos-Foto-Claudio-NevesPortos-do-Paraná2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/portos-Foto-Claudio-NevesPortos-do-Paraná2.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/portos-Foto-Claudio-NevesPortos-do-Paraná2.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-163470">Foto: Claudio Neves</p>



<p class="wp-block-paragraph">É oportuno destacar o quanto o agro brasileiro tem avançado no desenvolvimento sustentável, ou seja, produtividade responsável e eficiente atrelada à boas práticas de sustentabilidade. Hoje, as áreas de preservação da vegetação nativa pelo agronegócio representam algo em torno de 33% do território brasileiro. São mais de 282 milhões de hectares conservados dentro das propriedades rurais. Esta conservação ocorre principalmente em função dos biomas, conforme exigências do Código Florestal Brasileiro, uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os governos dos países envolvidos estão em negociação para aperfeiçoar um importante acordo comercial internacional, que em função do relevante papel do Brasil nas exportações de produtos do agro e da necessidade de acesso dos consumidores europeus a alimentos de qualidade, qualquer tipo de manifestação negativa e infundada acerca do Acordo tende apenas a comprometer o ambiente institucional, o diálogo e o livre comércio, sem nenhum resultado prático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Assessoria Abag</em> / Fotos: Divulgação/Arquivo OPR</p>



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<iframe title="SAMBA DA PRAÇA APRESENTA: DOCUMENTÁRIO &quot;BENÇA MESTRE&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YX_o0cq0l8I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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