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	<title>Mamografia |</title>
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	<title>Mamografia |</title>
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		<title>Vigitel: 92% das brasileiras entre 50 e 69 anos fizeram mamografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde mostrou que a frequência de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que fizeram exame de mamografia em algum momento de suas vidas aumentou no período entre 2007 e 2024, variando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde mostrou que a frequência de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que fizeram exame de mamografia em algum momento de suas vidas aumentou no período entre 2007 e 2024, variando de 82,8% para 91,9%.</p>



<p>Segundo o levantamento, foram observados aumentos em todas as faixas de idade e níveis de instrução. Em relação às faixas de idade, o maior aumento foi visto nas mulheres com idade entre 60 e 69 anos, variando de 81%, em 2007, a 93,1% em 2024. Quanto ao nível de instrução, o maior aumento foi averiguado entre mulheres sem instrução e fundamental incompleto, variando de 79,1%, em 2007, a 88,6% em 2024.</p>



<p>Também foi observado que a frequência de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que fizeram mamografia nos últimos dois anos aumentou na faixa de 60 a 69 anos, variando de 67,2%, em 2007, a 74,2% em 2024.</p>



<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que um quarto dos casos de câncer de mama detectados ocorrem na faixa etária de 40 a 49 anos. Ele reforça a importância da expansão da mamografia para esse público com um esforço do Sistema Único de Saúde (SUS) para o diagnóstico precoce.</p>



<p>Em setembro de 2025, o ministério expandiu a mamografia para mulheres de 40 a 49 anos de idade, mesmo que não apresentem sinais ou sintomas de câncer. Segundo a pasta, mulheres nessa faixa de idade tinham dificuldade com o exame na rede pública de saúde em função da avaliação de histórico familiar ou necessidade de já apresentar sintomas. Mesmo assim, as mamografias no SUS em pacientes com menos de 50 anos representam 30% do total, equivalente a mais de 1 milhão em 2024.</p>



<p>“Outra medida é a ampliação da faixa etária para rastreamento ativo, quando a mamografia deve ser solicitada de forma preventiva a cada dois anos. A idade limite, que até então era de 69 anos, passará a ser de até 74 anos. Quase 60% dos casos da doença estão concentrados dos 50 aos 74 anos e o envelhecimento é um fator de risco”, explicou o ministério.</p>



<p>O câncer de mama é o mais comum e o que mais mata mulheres, com 37 mil mortes por ano.</p>



<p>A publicação Estimativa 2026-2028: Incidência de Câncer no Brasil, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgada, no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do Câncer, mostrou que o número estimado de casos novos de câncer de mama no Brasil por ano entre 2026 e 2028 é de 78.610.0</p>



<p>De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) Regional Rio de Janeiro, Bruno Giordano, milhares de mulheres ainda chegam aos serviços de saúde em fases avançadas da doença, o que compromete o sucesso do tratamento e aumenta o risco de mortalidade.</p>



<p>Para o médico, esse quadro está diretamente ligado à baixa cobertura da mamografia em parte da população, às dificuldades de acesso à rede de atendimento e ao tempo prolongado entre o exame, a confirmação diagnóstica e o início da terapia, fatores que seguem como entraves históricos no sistema de saúde.</p>



<p>“A mamografia é o principal exame para detectar o câncer de mama em fases iniciais, muitas vezes antes mesmo do surgimento de qualquer sintoma. Quando conseguimos diagnosticar precocemente, ampliamos de forma significativa as chances de tratamento eficaz e reduzimos a mortalidade”, explica o mastologista.</p>



<p>Estilo de vida</p>



<p>Giordano lembra ainda que, além do exame periódico da mamografia, o combate à doença passa também pela adoção de hábitos saudáveis e pela educação em saúde. A prática regular de atividade física, a manutenção do peso adequado, a alimentação equilibrada e a redução do consumo de álcool são medidas associadas à diminuição do risco de desenvolvimento da doença.</p>



<p>Para o médico, essas ações precisam caminhar junto com políticas públicas que ampliem o acesso à informação e aos serviços de diagnóstico. Ele destaca que, para as mulheres diagnosticadas, é muito importante que lhes seja dado o acesso ao tratamento imediatamente, respeitando a lei dos 60 dias, que garante a todo paciente com neoplasia maligna (câncer) o direito de iniciar o primeiro tratamento (cirurgia, quimioterapia, hormonioterapia ou radioterapia) no SUS em até 60 dias após o diagnóstico.</p>



<p>O presidente da SBM-RJ ressalta que cada exame realizado representa uma oportunidade concreta de salvar vidas. “Não podemos esquecer que, se diagnosticado precocemente, as chances de cura podem chegar a 95%. Nosso compromisso é ampliar o acesso, reduzir desigualdades e fazer com que a mamografia seja parte da rotina de cuidado das mulheres. Essa é uma responsabilidade coletiva, que envolve gestores, profissionais de saúde e toda a sociedade”. </p>



<p>(Com informações da Agência Brasil)</p>



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<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO NO BRASIL: O SUS COMO REFERÊNCIA MUNDIAL NA PROTEÇÃO COLETIVA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-cdJU2tXx4I?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Rastreamento do câncer de mama no SUS, avanços e acesso à mamografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ampliação da recomendação da mamografia a partir dos 40 anos no SUS, segundo lei do final de 2025, representa um avanço importante para a saúde da mulher. Ao mesmo tempo, segundo avaliação da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) Regional São Paulo, o novo cenário amplia um desafio já conhecido. A baixa adesão histórica ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ampliação da recomendação da mamografia a partir dos 40 anos no SUS, segundo lei do final de 2025, representa um avanço importante para a saúde da mulher. Ao mesmo tempo, segundo avaliação da Sociedade Brasileira de Mastologia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBM</a></strong>) Regional São Paulo, o novo cenário amplia um desafio já conhecido. A baixa adesão histórica ao rastreamento mamográfico tende a ganhar ainda mais relevância com a inclusão de um contingente maior de mulheres na população-alvo do exame.</p>



<p>Esse desafio não é recente e apesar das medidas governamentais estarem sendo tomadas ainda há o que se fazer. Os últimos levantamentos disponíveis, anteriores à mudança dos parâmetros do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ministerio-da-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a></strong>&nbsp;em setembro do ano passado, indicavam que em 2024 São Paulo registrava mais de 15 mil mulheres aguardando na fila para realizar a mamografia. Esse cenário ocorria mesmo com a existência de equipamentos no Estado em quantidade acima da média nacional, parte deles operando com ociosidade. A concentração da realização dos exames em períodos específicos do ano, como campanhas pontuais, contribui para a formação dessas filas e para a sobrecarga temporária do sistema. Dados do Atlas da Radiologia no Brasil 2025 apontam que o tempo médio de espera para a realização da mamografia no Estado de São Paulo chegou a 43 dias, prazo superior ao previsto na Lei nº 13.896/2019, que estabelece o intervalo máximo entre a consulta e a confirmação diagnóstica do câncer, evidenciando o impacto dessa dinâmica no acesso oportuno ao exame.</p>



<p>Com mais de 46 milhões de habitantes e cerca de 60% da população dependente do SUS, o Estado de São Paulo concentra o maior número de mamógrafos do País. São 1.523 equipamentos, dos quais 647 em uso na rede pública. Ainda assim, parte desses aparelhos opera com ociosidade, evidenciando que o principal desafio não está na quantidade de equipamentos disponíveis, mas na adesão das mulheres ao rastreamento regular.</p>



<p>Atualmente, apenas cerca de 30% do público-alvo realiza a mamografia conforme a recomendação. Com a ampliação da faixa etária, esse contingente de mulheres que ainda não fazem o exame tende a crescer. Entre os fatores que explicam esse cenário estão a desinformação, o medo do diagnóstico, inseguranças em relação ao procedimento e falhas na orientação ao longo da jornada de cuidado.</p>



<p>Para o mastologista Fábio Bagnoli, presidente da SBM Regional São Paulo, o momento exige um olhar ampliado sobre o rastreamento. “A ampliação da indicação da mamografia é positiva e vinha sendo defendida e solicitada pela Sociedade Brasileira de Mastologia há muito tempo. Trata-se de um avanço importante, que precisa vir acompanhado de estratégias contínuas de informação e conscientização. Mesmo com os progressos que vêm sendo registrados no Estado de São Paulo no cuidado com a saúde da mulher, o grande desafio é fazer com que as mulheres compreendam a importância do exame mamográfico e mantenham a regularidade ao longo dos anos”, avalia.</p>



<p>Outro ponto relevante é a baixa procura pela mamografia de forma regular ao longo de todo o ano. A realização do exame concentrada apenas em períodos de campanha não substitui o rastreamento contínuo, que é fundamental para a detecção precoce. A ausência de acompanhamento periódico pode atrasar o diagnóstico, já que, em poucos meses, um tumor pode apresentar crescimento ou mudanças significativas. Esperar apenas os períodos de maior mobilização compromete a efetividade da prevenção e aumenta o risco de descoberta da doença em estágios mais avançados.</p>



<p>Segundo o mastologista José Luis Esteves Francisco, coordenador da comissão de Imaginologia Mamária da SBM São Paulo, a mamografia permanece como a principal estratégia para reduzir a mortalidade por câncer de mama, ao permitir o diagnóstico em fases iniciais e tratamentos menos agressivos. Estudos indicam que mulheres que participam regularmente do rastreamento apresentam redução de 40% a 50% no risco de morte pela doença em até dez anos após o diagnóstico, reforçando a importância da regularidade do exame como ferramenta de prevenção.</p>



<p>Segundo a SBM, o índice considerado adequado seria atingir ao menos 70% de cobertura da população-alvo. “O rastreamento só é efetivo quando ocorre de forma sistemática. A mamografia realizada de forma esporádica perde parte de seu efeito protetor e aumenta o risco de diagnóstico tardio”, explica José Luis.</p>



<p>A entidade também chama atenção para a precisão diagnóstica. Pesquisas já divulgadas pela Sociedade Brasileira de Mastologia mostram que ainda há dificuldade, por parte de profissionais de saúde em geral, na identificação do câncer de mama, especialmente nos estágios iniciais. Essa limitação pode atrasar o diagnóstico e impactar diretamente as chances de cura.</p>



<p>“Isso reforça a importância do acompanhamento com o mastologista, que é o especialista na saúde da mama. Evidências mostram que o diagnóstico realizado por esse profissional tende a ser mais assertivo, principalmente nas fases iniciais da doença, quando as possibilidades de tratamento menos agressivo e de cura são maiores”, destaca Bagnoli.</p>



<p>O cenário também se reflete na rede privada. Embora os planos de saúde e o atendimento particular já trabalhassem historicamente com uma faixa etária de rastreamento mais ampla, conforme recomendação da SBM, problemas como desinformação, medo e falhas de orientação também afastam mulheres do exame. Como consequência, muitos diagnósticos ainda ocorrem em fases mais avançadas.</p>



<p>“O enfrentamento do câncer de mama passa por informação contínua, estímulo à prevenção, diagnóstico precoce e acesso a tratamento de qualidade. Esse cuidado precisa alcançar todas as mulheres, independentemente de estarem no SUS, na rede suplementar ou no atendimento particular”, conclui Bagnoli.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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		<title>Sancionada lei que garante mamografia pelo SUS a mulheres a partir de 40 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres a partir de 40 anos agora têm direito ao exame de mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É o que determina a Lei 15.284/25, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A nova norma é originária de uma proposta do&#160;Senado&#160;(Projeto de Lei 499/25), do senador Plínio Valério (PSDB-AM). Para o autor, a antecipação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres a partir de 40 anos agora têm direito ao exame de mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É o que determina a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15284-18-dezembro-2025-798486-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 15.284/25</a>, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p>A nova norma é originária de uma proposta do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/senado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senado</a>&nbsp;</strong>(Projeto de Lei 499/25), do senador Plínio Valério (PSDB-AM). Para o autor, a antecipação da idade para o exame preservará muitas vidas, ao possibilitar o diagnóstico precoce da doença.</p>



<p>O projeto foi aprovado na&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a></strong>&nbsp;em outubro, na forma de um substitutivo apresentado pelo deputado Adail Filho (Republicanos-AM). O texto voltou para análise dos senadores e, em novembro, obteve aprovação definitiva, com relatoria da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).</p>



<p>A proposta original previa a garantia do exame anualmente para todas as mulheres a partir de 40 anos. Mas a Câmara dos Deputados propôs a retirada da palavra “anualmente”, alteração que foi acatada pelos senadores. Assim, mulheres com idade a partir de 40 anos poderão realizar a mamografia pelo SUS, mas com periodicidade que obedece às diretrizes e regras do Ministério da Saúde.</p>



<p>Antes, a recomendação do Ministério da Saúde para a realização de mamografia era apenas para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. O exame antes dos 50 anos só acontecia pelo SUS em situações específicas, como no rastreamento de câncer hereditário ou no diagnóstico de alterações já perceptíveis nas mamas.</p>



<p>A mudança sancionada foi incluída na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2008/lei-11664-29-abril-2008-574731-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 11.664/08</a>, que estabelece a implementação de ações de saúde no SUS voltadas à prevenção, detecção, tratamento e acompanhamento dos cânceres do colo uterino, de mama e colorretal. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



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<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/sancionada-lei-que-garante-mamografia-pelo-sus-a-mulheres-a-partir-de-40-anos/">Sancionada lei que garante mamografia pelo SUS a mulheres a partir de 40 anos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Ministério da Saúde passa a recomendar mamografia a partir dos 40 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Ministério da Saúde&#160;passou a recomendar o acesso a mamografia, via Sistema Único de Saúde (SUS), para mulheres de 40 a 49 anos – mesmo que não haja sinais ou sintomas de câncer de mama. De acordo com a pasta, a faixa etária concentra 23% dos casos da doença, e a detecção precoce aumenta as chances [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ministerio-da-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a></strong>&nbsp;passou a recomendar o acesso a mamografia, via Sistema Único de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a></strong>), para mulheres de 40 a 49 anos – mesmo que não haja sinais ou sintomas de câncer de mama. De acordo com a pasta, a faixa etária concentra 23% dos casos da doença, e a detecção precoce aumenta as chances de cura.&nbsp;Até então, a orientação era que o exame fosse feito a partir dos 50 anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A medida faz parte de um conjunto de ações voltado para a melhoria do diagnóstico e da assistência. A recomendação para mulheres a partir dos 40 anos é que o exame seja feito sob demanda, em decisão conjunta com o profissional de saúde.</p>



<p>“A paciente deve ser orientada sobre os benefícios e desvantagens de fazer o rastreamento. Mulheres nesta idade tinham dificuldade com o exame na rede pública de saúde por conta da avaliação de histórico familiar ou necessidade de já apresentar sintomas”, informou o ministério em nota.</p>



<p>As mamografias via SUS em pacientes com menos de 50 anos, de acordo com a pasta, representam 30% do total, o equivalente a mais de 1 milhão apenas no ano de 2024.</p>



<p><strong>Rastreamento ativo</strong></p>



<p>Outra medida anunciada é a ampliação da faixa etária para o rastreamento ativo – quando a mamografia é solicitada de forma preventiva a cada dois anos. A idade limite, até então, era 69 anos. Agora, passa a ser 74 anos. Dados do ministério revelam que quase 60% dos casos de câncer de mama estão concentrados entre 50 e 74 anos.</p>



<p>“A ampliação do acesso à mamografia aproxima o Brasil de práticas internacionais, como as adotadas na Austrália, e reforça o compromisso em garantir diagnóstico precoce e cuidado integral às mulheres brasileiras. O câncer de mama é o mais comum e o que mais mata mulheres, com 37 mil casos por ano”, reforçou a pasta.</p>



<p>Os números mostram que, em 2024, cerca de 4 milhões de mamografias para rastreamento e 376,7 mil exames diagnósticos foram realizados no SUS.</p>



<p><strong>Unidades móveis</strong></p>



<p>O ministério anunciou ainda a oferta de 27 carretas de saúde da mulher em 22 estados por meio do programa Agora Tem Especialistas. A ação é voltada para a expansão do acesso a consultas, exames e cirurgias com o objetivo de reduzir o tempo de espera para atendimento no SUS.</p>



<p>Os primeiros testes foram realizados em Goiânia. No próximo mês, as carretas seguem para diferentes estados do país. A expectativa é alcançar até 120 mil atendimentos ao longo de outubro, com investimento de R$ 18 milhões para a execução da ação.</p>



<p>“As unidades móveis vão oferecer uma ampla gama de serviços para o diagnóstico precoce de câncer de mama e de colo do útero, incluindo mamografia, ultrassonografia, punção e biópsia de mama, colposcopia e consultas médicas presenciais e por telemedicina”, informou a pasta.</p>



<p><strong>Biópsia</strong></p>



<p>Outra iniciativa é a aquisição de 60 kits de biópsia, cada um com uma mesa de biópsia estereotática em decúbito ventral e um equipamento de raio-X especializado. Os equipamentos, segundo ministério, utilizam tecnologia de imagem 2D e 3D, garantindo maior precisão diagnóstica e reduzindo a necessidade de repetição de procedimentos.</p>



<p><strong>Medicamentos mais modernos</strong></p>



<p>A partir de outubro, o SUS vai disponibilizar também novos medicamentos para o tratamento do câncer de mama. Um deles é o trastuzumabe entansina, indicado para mulheres que ainda apresentam sinais da doença mesmo após a primeira fase do tratamento com quimioterapia antes da cirurgia.</p>



<p>Outro grupo de medicamentos inclui os inibidores de ciclinas (abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe), recomendados para pacientes com câncer de mama avançado ou metastático – quando a doença já se espalhou para outras partes do corpo – e que têm receptor hormonal positivo e negativo. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA TERAPIA DE CASAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/H_Hzjy9WBFY?start=3416&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/ministerio-da-saude-passa-a-recomendar-mamografia-a-partir-dos-40-anos/">Ministério da Saúde passa a recomendar mamografia a partir dos 40 anos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Mamografia no SUS para mulheres a partir de 40 anos é aprovada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal aprovou a realização da mamografia no SUS (Sistema Único de Saúde) para mulheres a partir de 40 anos de idade. A proposta vem ao encontro da recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), com base em levantamentos sobre a situação do câncer de mama no País, para que o rastreamento da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal aprovou a realização da <strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/mamografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mamografia</a> </strong>no <strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a> </strong>(Sistema Único de Saúde) para mulheres a partir de 40 anos de idade. A proposta vem ao encontro da recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBM</a></strong>), com base em levantamentos sobre a situação do câncer de mama no País, para que o rastreamento da doença seja iniciado nesta faixa etária, e não a partir dos 50 anos como preconiza o Ministério da Saúde.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p> “A aprovação deve ser entendida como um benefício importante para todas as brasileiras, ao mesmo tempo que sinaliza a necessidade de mudança nas políticas públicas”, afirma a mastologista Rosemar Rahal, membro da diretoria da SBM, que junto com outras duas instituições, como o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), vinham fazendo esta recomendação diante do crescente número de casos de mulheres com câncer de mama na faixa dos 40 anos.</p>



<p>Em um estudo inédito sobre o rastreamento do câncer de mama no Brasil na última década, apresentado na reunião anual da ASCO (American Society of Clinical Oncology), uma das mais respeitadas organizações médicas internacionais a orientar decisões no tratamento de pacientes com câncer em diversas partes do mundo, a SBM revelou uma situação preocupante sobre este tipo de câncer que é a principal causa de morte em mulheres no País.</p>



<p>Com base em informações extraídas de bancos de dados do SUS (DataSUS), no período de 2013 a 2022, o estudo constata que entre mulheres com 40 a 49 anos, faixa etária para a qual a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda o início do rastreamento mamográfico, a média de exames realizados chegou a 22% em uma década. No mesmo período analisado, 54% dos casos diagnosticados são dos estadios III e IV, os mais avançados da doença.</p>



<p>O estudo também traz dados sobre mulheres de 50 a 69 anos, faixa que o Ministério da Saúde prioriza para a realização da mamografia. Neste grupo, 33% estão incluídas no rastreamento mamográfico, com 48% dos diagnósticos nos estadios III e IV.</p>



<p>“No cenário que temos hoje, a mamografia é uma ferramenta absolutamente essencial no enfrentamento do câncer de mama”, destaca Rosemar Rahal. “Este exame nos permite detectar tumores em estadios iniciais em que os tratamentos para o câncer de mama se mostram mais eficazes e as chances de cura da doença aumentam significativamente.”</p>



<p>O Brasil dispõe de 6.550 mamógrafos em uso em 2025. O número, segundo a especialista, é suficiente para atender a população-alvo. De acordo com a Consultoria de Orçamentos do Senado, a inclusão da nova faixa etária no rastreamento mamográfico vai representar um acréscimo de R$ 100 milhões em 2026, um custo considerado baixo pela Casa, diante dos benefícios sociais e de saúde pública.</p>



<p>Além da realização da mamografia aos 40 anos, o Senado ainda aprovou o exame para mulheres a partir de 30 anos com histórico familiar da doença. A medida vale para quem tem parentes consanguíneos até o segundo grau, como mãe, irmã ou avó, que já tenham sido diagnosticadas com câncer de mama.</p>



<p>Uma vez aprovadas em decisão terminativa, tanto a proposta para início do rastreamento mamográfico aos 40 quando a partir dos 30 anos de idade devem seguir para a Câmara dos Deputados.</p>



<p>Para Rosemar Rahal, além dos desafios associados ao rastreamento nacional de câncer de mama, há a necessidade de ampliar o acesso, a conscientização e a educação da população. “Estas iniciativas devem ser integradas a políticas de saúde pública para que o Brasil alcance resultados mais eficazes e equitativos”, conclui a representante da Sociedade Brasileira de Mastologia.</p>



<p>Fonte: Medicina S/A / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DORES NO CORPO?DESCUBRA COMO A OSTEOPATIA PODE TRASNFORMAR SUA SAÚDE!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/WezyPUIpk2s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mamografia-no-sus-para-mulheres-a-partir-de-40-anos-e-aprovada/">Mamografia no SUS para mulheres a partir de 40 anos é aprovada</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>AGU Processa Médico por Fake News sobre Mamografia e Pede R$ 300 Mil por Danos Morais Coletivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[fakenews]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Advocacia-Geral da União (AGU)&#160;ingressou com uma&#160;Ação Civil Pública&#160;contra o médico&#160;Lucas Silva Ferreira Mattos, acusando-o de&#160;disseminar desinformação&#160;sobre a&#160;mamografia. Em suas redes sociais, onde possui mais de&#160;1,3 milhão de seguidores no Instagram e 22 mil no YouTube, o médico afirmou que o exame aumentaria a incidência de&#160;câncer de mama, declaração que contradiz evidências científicas consolidadas. A ação, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A&nbsp;<strong>Advocacia-Geral da União (AGU)</strong>&nbsp;ingressou com uma&nbsp;<strong>Ação Civil Pública</strong>&nbsp;contra o médico&nbsp;<strong>Lucas Silva Ferreira Mattos</strong>, acusando-o de&nbsp;<strong>disseminar desinformação</strong>&nbsp;sobre a&nbsp;<strong>mamografia</strong>. Em suas redes sociais, onde possui mais de&nbsp;<strong>1,3 milhão de seguidores no Instagram e 22 mil no YouTube</strong>, o médico afirmou que o exame aumentaria a incidência de&nbsp;<strong>câncer de mama</strong>, declaração que contradiz evidências científicas consolidadas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A ação, protocolada na&nbsp;<strong>Justiça Federal de Minas Gerais</strong>, pede a condenação do médico ao pagamento de&nbsp;<strong>R$ 300 mil por danos morais coletivos</strong>. Além disso, solicita que ele seja obrigado a&nbsp;<strong>apagar as postagens enganosas</strong>&nbsp;e a&nbsp;<strong>publicar conteúdo educativo sobre a mamografia</strong>, produzido pelo&nbsp;<strong>Ministério da Saúde</strong>. O material correto deverá ser republicado em outubro, durante a campanha do&nbsp;<strong>Outubro Rosa</strong>, que promove a&nbsp;<strong>prevenção ao câncer de mama</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto da Fake News na Saúde Pública</strong></h3>



<p>A&nbsp;<strong>AGU</strong>, por meio da&nbsp;<strong>Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD)</strong>, argumenta que a propagação de&nbsp;<strong>informações falsas</strong>&nbsp;pode desestimular&nbsp;<strong>milhares de mulheres</strong>&nbsp;a realizarem o exame preventivo, prejudicando as&nbsp;<strong>políticas públicas de enfrentamento ao câncer de mama</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Declarações desinformativas que levem ao descrédito de um dos exames essenciais (mamografia) afrontam o&nbsp;<strong>direito à saúde</strong>&nbsp;e à&nbsp;<strong>informação íntegra</strong>, tornando ineficientes políticas públicas voltadas à detecção precoce do&nbsp;<strong>câncer de mama</strong>”, destaca um trecho da ação.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Mamografia e a Evidência Científica</strong></h3>



<p>A&nbsp;<strong>nota técnica do Ministério da Saúde</strong>, anexada ao processo, reforça que a&nbsp;<strong>mamografia</strong>&nbsp;é um exame fundamental para o&nbsp;<strong>diagnóstico precoce</strong>&nbsp;da doença. O documento recomenda que&nbsp;<strong>mulheres entre 50 e 69 anos</strong>&nbsp;realizem o exame&nbsp;<strong>a cada dois anos</strong>, conforme diretrizes adotadas por diversos países para&nbsp;<strong>reduzir a mortalidade por câncer de mama</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Esse exame pode ajudar a identificar o&nbsp;<strong>câncer de mama</strong>&nbsp;antes do surgimento de sintomas. Sua periodicidade bienal baseia-se na&nbsp;<strong>evidência científica</strong>&nbsp;do benefício na redução da mortalidade feminina”, destaca o Ministério da Saúde.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Responsabilização pela Desinformação</strong></h3>



<p>A ação da&nbsp;<strong>AGU</strong>&nbsp;representa um marco na luta contra a&nbsp;<strong>desinformação em saúde</strong>, especialmente em tempos em que redes sociais se tornaram canais de grande alcance para disseminação de&nbsp;<strong>fake news</strong>. A responsabilização de influenciadores e profissionais de saúde por declarações enganosas visa proteger a&nbsp;<strong>saúde pública</strong>&nbsp;e garantir que a população tenha acesso a&nbsp;<strong>informações corretas e baseadas na ciência</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Palavras-chave:</strong></h3>



<p><strong>AGU</strong>,&nbsp;<strong>ação civil pública</strong>,&nbsp;<strong>mamografia</strong>,&nbsp;<strong>câncer de mama</strong>,&nbsp;<strong>desinformação em saúde</strong>,&nbsp;<strong>fake news médica</strong>,&nbsp;<strong>Outubro Rosa</strong>,&nbsp;<strong>Justiça Federal</strong>,&nbsp;<strong>direito à saúde</strong>,&nbsp;<strong>políticas públicas</strong>.</p>



<p>Por Ezequiel Oliveira /  Saúde no Ar/ Foto: © José Cruz/Agência Brasil<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="INAUGURAÇÃO DA II GELOTECA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/lgoIIad96OE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br> </p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/agu-processa-medico-por-fake-news-sobre-mamografia-e-pede-r-300-mil-por-danos-morais-coletivos/">AGU Processa Médico por Fake News sobre Mamografia e Pede R$ 300 Mil por Danos Morais Coletivos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Entidades médicas pedem faixa etária maior para mamografia de rastreio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 13:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[faixa etária]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elas defendem exame para todas as mulheres entre 40 e 74 anos Entidades médicas apresentaram à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) um parecer defendendo a mamografia de rastreio para todas as mulheres entre 40 e 74 anos. O documento tenta mudar o critério a ser usado pela ANS para certificar planos de saúde em seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Elas defendem exame para todas as mulheres entre 40 e 74 anos</p>



<p>Entidades médicas apresentaram à <strong>Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) um parecer defendendo a mamografia de rastreio para todas as mulheres entre 40 e 74 anos</strong>. O documento tenta mudar o critério a ser usado pela ANS para certificar planos de saúde em seu novo programa de valorização às boas práticas no tratamento do câncer.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1632320&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1632320&amp;o=node"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Em dezembro do ano passado, a Agência lançou uma consulta pública para receber contribuições sobre o programa, e divulgou a cartilha preliminar com orientações e critérios para os planos de saúde que desejarem obter a certificação. Mas acabou sendo alvo de protestos.</p>



<p>Um dos principais critérios é a realização de rastreamento organizado, ou seja, a convocação das usuárias para realizarem exames regularmente, mesmo sem sintomas. No caso do câncer de mama, a cartilha seguiu o protocolo do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca): mamografias a cada dois anos para as mulheres com idades entre 50 e 69 anos.</p>



<p>Mas para as entidades médicas, essa faixa etária exclui uma parcela importante da população. Após os protestos, a ANS concedeu um prazo de um mês para que as organizações apresentassem um parecer com evidências científicas, o que foi feito na semana passada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aumento de casos</h2>



<p>Elaborado em conjunto pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Sociedade Brasileira de Mastologia e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia,&nbsp;<strong>o parecer argumenta que em 2024, 22% das mulheres que morreram por câncer de mama no Brasil tinham menos de 50 anos, e 34% tinham mais de 70.</strong></p>



<p>Os estudos reunidos no documento também apontam que houve crescimento de casos de câncer em mulheres mais jovens, e que esses tumores geralmente são mais agressivos e tem mais risco de metástase.</p>



<p>Para as entidades médicas, a mamografia deve incluir essas pessoas, porque o diagnóstico de câncer em pessoas assintomáticas, a partir de exames de imagem, demanda tratamentos que impactam menos a qualidade de vida da paciente, e tem menos risco de recidivas, metástases e mortalidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“No grupo do rastreamento, o tumor é detectado no estágio inicial e apresenta características biológicas menos agressivas, permitindo maior número de cirurgias conservadoras da mama. Essas pacientes também possuem menos indicação de quimioterapia, consequentemente com menores efeitos colaterais do tratamento” diz o parecer.</p>
</blockquote>



<p>E as entidades complementam: “o diagnóstico precoce também é custo-efetivo e se associa a benefícios econômicos, porque reduz os custos do tratamento, ao evitar terapias caras para cânceres em estágios avançados”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Efetividade</h2>



<p>Mas de acordo com o diretor-geral do Inca, Roberto Gil, não há discussão sobre os benefícios do diagnóstico precoce, mas sim sobre a efetividade de aumentar a idade dos exames de rastreamento, que devem ser feitos por todas as mulheres, quando não há sintomas ou suspeita.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Nossa questão não está baseada na incidência da doença abaixo dos 50 anos, mas nas fortes evidências de que o rastreamento abaixo de 50 anos não tem sensibilidade, aumentando o risco de sobrediagnóstico e de maior número de intervenções, sobrecarregando todo o sistema de Saúde”, afirmou Gil na quinta-feira (27).</p>
</blockquote>



<p>Em&nbsp;<a href="http://link:%20https//agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/periodicidade-de-mamografias-divide-medicos-e-autoridades-de-saude" target="_blank" rel="noreferrer noopener">entrevista anterior à&nbsp;<strong>Agência Brasil,</strong>&nbsp;Gil enfatizou</a>: &#8220;A informação científica que temos hoje não é da opinião de um especialista, é da literatura médica, avaliada com o nível de evidência 1, meta-análise e estudo randomizado, que é o maior nível de evidência que se tem. Grande parte dos trabalhos não conseguiu mostrar nenhum aumento de sobrevida na faixa dos 40 aos 50 anos. Só houve aumento de sobrevida na faixa de 50 a 69 anos.”</p>



<p>De acordo com ele, isso se explica pela maior densidade da mama de mulheres mais jovens, o que aumenta as chances de um resultado falso positivo, que precisará ser descartado por exames adicionais, ou até por cirurgias desnecessárias.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-10/cerca-de-77-mil-mulheres-aguardam-mamografia-pelo-sus" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&lt;&lt;Cerca de 77 mil mulheres aguardam mamografia pelo SUS</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Cobertura</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/T8-jxbgND9tA_Kgehedw7RSRw-Q=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/01/0d9a1826a.jpg?itok=N_NKgXLx" alt="Brasília (DF), 01/10/2024 - Teste de mamografia realizado na Campanha Outubro Rosa: Sesc-DF, que oferece exames e consultas gratuitas às mulheres.  Foto: José Cruz/Agência Brasil" title="José Cruz/Agência Brasil"/></figure>



<p>Teste de mamografia realizado na Campanha Outubro Rosa: Sesc-DF. Foto: José Cruz/Agência Brasil &#8211;&nbsp;<strong>José Cruz/Agência Brasil</strong></p>



<p>Mas tanto o Inca quanto as entidades médicas defendem o rastreamento organizado, apontado como um dos principais responsáveis pela queda nos casos de câncer em alguns países desenvolvidos.</p>



<p>No Brasil, a cobertura da mamografia ainda é um desafio. A última Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019<strong>, mostrou que menos de 60% das mulheres de 50 a 69 anos tinham feito mamografia há menos de dois anos da data da entrevista</strong>.</p>



<p>Para Roberto Gil, esse é mais um argumento contra o aumento da faixa etária, porque a inclusão de mais pacientes pode dificultar o acesso das mulheres que já estão cobertas pelo protocolo: &#8220;Se eu estivesse fazendo um salto em altura, eu botei o meu sarrafo em 2 metros e não estou conseguindo pular. A minha próxima medida vai ser tentar melhorar e treinar muito para pular os 2 metros, ou elevar o sarrafo para 2,50?&#8221;</p>



<p>Mas as sociedades médicas temem que, se o protocolo do Inca for mantido como critério pelo programa de acreditação da ANS, os planos de saúde passem a negar exames de rotina em pacientes fora da faixa etária, ainda que eles estejam cobertos pelo rol obrigatório.</p>



<p>O parecer ressalta que o&nbsp;<strong>cenário do rastreamento é melhor na rede privada, onde &#8220;53% dos tumores são detectados pela mamografia, em pacientes assintomáticas, e 40,6% são diagnosticados no estágio I (menos agressivo)&#8221;</strong>, logo não há risco de prejuízo para as usuárias que já têm indicação, caso mais mulheres sejam incluídas.</p>



<p>A ANS informou que recebeu o documento no dia 26 de fevereiro. &#8220;Neste momento, a proposta do Manual de Certificação de Boas Práticas em Atenção Oncológica passa pela análise das mais de 60 mil contribuições recebidas durante a Consulta Pública 144, sem previsão de conclusão&#8221;, disse a ANS em nota.</p>



<p>A agência complementou que as análises vão embasar a proposta final de Certificação Oncológica, que será objeto de nova audiência pública.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil / Foto: © Rodrigo Nunes/MS</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="JANEIRO BRANCO!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/N2NNRqFAcw4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/entidades-medicas-pedem-faixa-etaria-maior-para-mamografia-de-rastreio/">Entidades médicas pedem faixa etária maior para mamografia de rastreio</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Cerca de 77 mil mulheres aguardam mamografia pelo SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:50:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em junho deste ano, 77.243 brasileiras aguardavam por uma mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS). Santa Catarina é o estado com mais mulheres na fila de espera, cerca de 17 mil. Em seguida, aparecem São Paulo (15 mil) e Rio de Janeiro (12,5 mil). Juntos, os três estados somam 56% do total de pacientes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em junho deste ano, 77.243 brasileiras aguardavam por uma mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS). Santa Catarina é o estado com mais mulheres na fila de espera, cerca de 17 mil. Em seguida, aparecem São Paulo (15 mil) e Rio de Janeiro (12,5 mil). Juntos, os três estados somam 56% do total de pacientes à espera do principal exame para detecção do câncer de mama. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (31) pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR). As informações são da Agência Brasil.</p>



<p>Segundo a entidade, em alguns locais do país, o tempo de espera por uma mamografia na rede pública pode chegar a 80 dias. O exame, quando realizado em tempo hábil, permite a detecção precoce de alterações mamárias, aumentando as chances de tratamento bem-sucedido e reduzindo a necessidade de intervenções invasivas e onerosas. “Os números revelam parte da sobrecarga no SUS e devem ser levados em conta, especialmente pelos recém-eleitos nas eleições municipais, na formulação e manutenção de políticas de saúde pública”, avaliou o CBR.</p>



<p>Subnotificação<br>Em nota, a entidade alerta que a fila de espera por mamografias no SUS pode ser ainda mais longa do que o indicado oficialmente. “Isso porque o SISREG [Sistema de Regulação] do Ministério da Saúde, plataforma que deveria registrar em uma fila única as demandas por cirurgias eletivas no país, depende de dados fornecidos voluntariamente pelas secretarias de saúde estaduais e municipais.”</p>



<p>“Um exemplo dessa discrepância pode ser observado no Distrito Federal, onde o sistema nacional informa uma fila de espera de 306 pacientes aguardando pelo exame. No entanto, dados divulgados pela imprensa local, baseados no Mapa Social do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPTDF), apontam que o número real de mulheres à espera de uma mamografia é dez vezes maior, alcançando 3,6 mil.”</p>



<p>Para o CBR, a disparidade entre regiões e o tempo médio de espera também figuram como preocupações no contexto da realização de mamografias no Brasil. A entidade aponta “necessidade urgente de intervenções eficazes e de políticas públicas capazes de reduzir as filas e garantir acesso equitativo ao diagnóstico”.</p>



<p>Relatório recente publicado pelo Instituo Nacional de Câncer (INCA) sobre o controle do câncer de mama no Brasil aponta que longos períodos entre a solicitação do médico e a emissão do laudo podem dificultar a adesão da população ao rastreamento da doença. Em 2023, 48,8% das mamografias de rastreamento tiveram laudos liberados em até 30 dias após a solicitação do exame. Cerca de 36% dos laudos, entretanto, foram liberados com mais de 60 dias.</p>



<p>*Fonte: Agência Brasil / Foto: GOOGLE</p>



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<iframe title="QUE MENSAGEM O RESULTADO DAS URNAS TROUXE PARA OS POLÍTICOS DE IPIRÁ? RESPONDE NIELSON BURAEM" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/E6Hx_vKLb9c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Outubro Rosa: especialista ressalta a importância da mamografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 18:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista explica por que a mamografia é tão importante; saiba quem deve fazer e quando e se previna da melhor forma possível O Outubro Rosa é uma campanha extremamente importante na conscientização do câncer de mama, uma doença bem grave, mas que pode ter cura, especialmente se o diagnóstico for precoce. Ela tem como objetivo ensinar as pessoas, especialmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista explica por que a mamografia é tão importante; saiba quem deve fazer e quando e se previna da melhor forma possível</p>



<p>O <strong>Outubro Rosa</strong> é uma campanha extremamente importante na <strong>conscientização do <a href="https://staging.altoastral.com.br/estido-de-vida/deteccao-precoce-cancer-de-mama/">câncer de mama</a></strong>, uma doença bem grave, mas que pode ter cura, especialmente se o diagnóstico for precoce. Ela tem como objetivo ensinar as pessoas, especialmente as mulheres, sobre a importância do autoexame e dos exames de rotina, assim como sobre os possíveis sinais do câncer de mama.</p>



<p>Segundo Francisco Almeida, tecnólogo em radiologia, o exame mais usado para a detecção da doença é a mamografia, realizada por técnicas e tecnólogas em radiologia. Os equipamentos cada vez mais modernos e digitais permitem melhor visualização dos tecidos mamários, possibilitando que o médico radiologista realize laudos cada vez mais precisos.</p>



<p>Quando a mamografia não é o suficiente para dar o diagnóstico podem ser realizadas outras duas modalidades. São elas ultrassonografia de mama ou ressonância magnética de mama, a escolha estando diretamente ligada à conduta do médico. A biópsia minimamente invasiva também é importante para a confirmação do diagnóstico e traçar estratégias de tratamento específico.</p>



<p>Mesmo assim, de acordo com o especialista, a mamografia é um primeiro passo extremamente importante. Afinal, vale ressaltar que, quanto mais rápido a pessoa descobrir qualquer problema, mais chances de cura.</p>



<p>Vale ressaltar que o homem também pode manifestar o câncer de mama. Isso é bastante raro, porém nesses casos a mamografia também é essencial.</p>



<p>Quem deve fazer a mamografia?<br>A mamografia pode ser uma indicação dada pelo seu médico a qualquer momento caso haja sintomas. Contudo, a realização periódica para rastreamento do câncer é uma recomendação para mulheres acima dos 40 anos e deve ser feita todo ano, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia.</p>



<p>Homens também podem fazer a mamografia, porém, como isso é mais raro, não há uma indicação para que todos façam com certa periodicidade. Geralmente, isso só ocorre quando aparece algum sinal, como um nódulo.</p>



<p>Fonte: Outra Saúde / Entenda a importância da mamografia &#8211; Shutterstock<br></p>



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<iframe title="Longevidade saudável" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/yssal1jK2y8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Câncer de mama: 52% das mulheres subestimam importância da mamografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 13:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa feita pelo Ipec, a pedido da Pfizer, mostra que o desconhecimento sobre recomendações para diagnóstico precoce e sobre fatores de risco para o tumor ainda é desafio a ser superado Um levantamento feito pelo instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica) mostra que 52% das mulheres ainda subestimam a importância da mamografia para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa feita pelo Ipec, a pedido da Pfizer, mostra que o desconhecimento sobre recomendações para diagnóstico precoce e sobre fatores de risco para o tumor ainda é desafio a ser superado</p>



<p>Um levantamento feito pelo instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica) mostra que 52% das mulheres ainda subestimam a importância da mamografia para o diagnóstico precoce do <strong>câncer de mama</strong>. Além disso, para 56% das respondentes ainda não está clara a necessidade de passar pelo procedimento caso outros exames, como o ultrassom das mamas, não indiquem alterações.</p>



<p>A pesquisa “<strong>A Mulher perante o Câncer</strong>“, realizada a pedido da Pfizer, revela que, apesar de as mulheres temerem o <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/veja-novidades-no-tratamento-e-prevencao-de-cancer-apresentadas-na-asco-2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>, ainda persiste a crença de que o autoexame das mamas é a principal forma de identificar o <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cancer-de-mama-cientistas-alertam-para-falta-de-dados-e-acesso-ao-tratamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer de mama</a> em estágio inicial. Segundo o levantamento, 54% ainda acreditam que o toque das mamas é o suficiente para detectar suspeitas do câncer em mulheres.</p>



<p>Apesar de o autoexame ser importante para identificar nódulos ou alterações nas mamas, a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dia-nacional-da-mamografia-exame-e-indicado-para-mulheres-de-50-a-69-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mamografia</a>&nbsp;é o principal exame para o diagnóstico precoce do câncer. O Ministério da Saúde recomenda que o procedimento seja realizado anualmente a partir dos 50 anos, enquanto sociedades médicas — como a Sociedade Brasileira de Mastologia, o Colégio Brasileiro de Radiologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) —&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/a-partir-de-quando-a-mamografia-deve-ser-anual-estudo-responde/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recomendam a mamografia anual a partir dos 40 anos</a>, seguindo o protocolo da American Cancer Society.</p>



<p>“Ao fazer a apalpação e não encontrar nada, a mulher pode acreditar que as mamas estão saudáveis e deixar de fazer avaliações de rotina que detectariam um possível tumor precocemente, quando ainda não é possível senti-lo por meio do toque. É importante lembrar que, quando a doença é diagnosticada no estágio inicial, ela é mais fácil de tratar, o que contribui para a redução da mortalidade”, afirma Adriana Ribeiro, diretora médica da Pfizer Brasil.</p>



<p>Além disso, a pesquisa também mostrou que a maioria das mulheres desconhece as recomendações médicas para a realização da mamografia: 33% acreditam que o exame deve ser feito apenas após achados suspeitos em outros testes, enquanto 23% não sabem opinar.</p>



<p>Já 25% estão convictas de que, após um primeiro exame com resultado normal, a mulher estaria liberada para realizar apenas o autoexame em casa, enquanto 27% da amostra não sabe opinar sobre esse assunto.</p>



<p>Para a pesquisa, foram entrevistadas 1.400 mulheres com 20 anos ou mais de idade, moradoras de São Paulo (capital) e das regiões metropolitanas de Belém, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Segundo o levantamento, apenas 39% da amostra de Recife está ciente de que a crença sobre o autoexame ser o principal exame para detectar câncer de mama é equivocada; esse número é de 44% em Belém, 46% para o Distrito Federal e 47% no Rio de Janeiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">32% não visitaram o médico nos últimos 18 meses</h2>



<p>Outro ponto levantado pela pesquisa são os cuidados de saúde das entrevistadas. De acordo com o estudo, apenas 33% das respondentes de 40 a 49 anos disseram ter completado toda a jornada esperada para essa faixa etária em relação ao exame nas mamas: ir ao médico, receber a solicitação de mamografia, passar pelo exame, buscar os resultados e compartilhá-los com o profissional que fez o pedido.</p>



<p>Na análise por extrato social, esse porcentual se mantém baixo tanto entre as mulheres das classes A/B (35%) como no grupo da classe C (24%).</p>



<p>Além disso, no levantamento, 32% das entrevistadas responderam que não visitaram o médico nos últimos 18 meses quando perguntadas se realizaram a mamografia dentro desse período. O recorte por extrato social mostra que esse comportamento é representativo tanto entre as entrevistadas das classes A/B, quanto na classe C (25% e 35%, respectivamente).</p>



<p>O estudo mostrou, ainda, que 20% das participantes entre 40 e 49 anos não recebeu do médico uma solicitação de mamografia nos 18 meses anteriores ao levantamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desconhecimento sobre fatores de risco ainda existe</h2>



<p>O levantamento também mostrou que ainda existe um desconhecimento sobre os&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/quase-200-quimicos-associados-ao-cancer-de-mama-podem-contaminar-alimentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fatores de risco relacionados ao câncer de mama</a>. Para 70% das respondentes, a herança genética interfere mais na probabilidade de desenvolver o tumor do que os hábitos de vida da mulher. No entanto, a literatura médica aponta que apenas 5% a 10% do total de casos de câncer de mama estão associados à genética.</p>



<p>“É preciso reforçar que o câncer de mama é uma doença multifatorial, em que hábitos de vida modificáveis e até mesmo tendências sociais, como a redução no número de filhos, devem ser considerados”, afirma Ribeiro.</p>



<p>A maioria das entrevistadas ainda desconhece a relação entre estilo de vida pouco saudável e câncer de mama: 71% das mulheres ouvidas pelo Ipec não reconhece o consumo de álcool, por exemplo, como um fator de risco para a doença.</p>



<p>Apenas 31% das entrevistadas estão convencidas de que o excesso de peso é um fator de risco para a doença, conforme alertam as autoridades de saúde – esse porcentual é de 27% entre as respondentes mais velhas, com 50 anos ou mais de idade.</p>



<p>Além disso, apenas 11% das respondentes afirmam saber que elementos ligados ao perfil reprodutivo da mulher, como a menopausa tardia (após os 55 anos), também fazem parte dos fatores de risco associados ao câncer de mama. Apenas 9% estão cientes de que ter a primeira menstruação antes dos 12 anos também contribui para elevar o risco.</p>



<p>“A falsa percepção de que ter câncer de mama dependeria apenas da herança genética não só contradiz a literatura médica, como também pode desestimular a tomada de atitudes importantes, capazes de alterar fatores de risco modificáveis. Isso vale não apenas para a ingestão de bebida alcoólica, mas também para a obesidade e o sedentarismo”, comenta Evelyn Lazaridis, diretora médica da área de oncologia da Pfizer Brasil.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil /  Foto: FGR Assessoria de Comunicação/ND</p>



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<iframe title="A esperança nos move" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/xe2DT3egD_c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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