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	<title>Maria Odília |</title>
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		<title>‘Quem é essa mulher?’: primeira médica negra do Brasil, baiana Maria Odília tem sua história contada em doc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 12:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Odília]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de ter sua história celebrada com a inauguração, em dezembro do ano passado, de um memorial em Salvador,&#160;Maria Odília Teixeira, a primeira médica negra do Brasil, terá sua trajetória contada no documentário “Quem é essa mulher?”, que será lançado nos próximos dias 15 e 16 de junho, durante a programação da Mostra Olhar de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://aloalobahia.com/notas/primeira-medica-negra-do-brasil-maria-odilia-ganha-memorial-em-salvador">Depois de ter sua história celebrada com a inauguração, em dezembro do ano passado, de um memorial em Salvador</a>,&nbsp;<strong>Maria Odília Teixeira, a primeira médica negra do Brasil, terá sua trajetória contada no documentário “Quem é essa mulher?”, que será lançado nos próximos dias 15 e 16 de junho, durante a programação da Mostra Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultado da parceria entre a Maré Produções e a cineasta soteropolitana Mariana Jaspe, a obra retrata a vida de Maria Odília, baiana de origem humilde que foi também a primeira professora negra da Faculdade de Medicina da Bahia</strong>. O filme é um&nbsp;<em>road movie</em>&nbsp;filmado na Bahia, apresentando a jornada dessa figura histórica como elemento central da narrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A história da médica é contada através dos olhos de Mayara Santos, mulher negra, oriunda da periferia de Salvador e mestra em História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).</strong>&nbsp;No documentário, Mayara desvenda a vida de Maria Odília, nascida em São Félix do Paraguaçu, no Recôncavo Baiano, dez anos antes da abolição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Maria-Odilia-Doc-Foto-Divulgacao-720x504.jpg" alt="" width="720" height="504" srcset="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Maria-Odilia-Doc-Foto-Divulgacao-720x504.jpg 720w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Maria-Odilia-Doc-Foto-Divulgacao-768x538.jpg 768w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Maria-Odilia-Doc-Foto-Divulgacao.jpg 1000w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-25324"><em>Mayara, a mãe e a avó, em certa altura do doc | Foto: Divulgação</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Para mim, este é o encontro da minha vida. Me traz muita felicidade, mesmo após todos esses anos, pois continua sendo minha prioridade. Esta jornada me presenteou tantas pessoas, lugares e sensações, que considero um verdadeiro privilégio e acredito que o filme é a melhor linguagem para compartilhá-la. Podia pôr numa praça, num telão e lá vai ter uma criança de 10 anos e uma senhora de 87, sendo tocadas por essa história de alguma forma. Esse filme é um sonho”, conta a pesquisadora.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Filmado em cinco cidades baianas, o documentário traça um paralelo entre as trajetórias de duas mulheres separadas por um século: Maria Odília e Mayara</strong>, a primeira, filha de um homem branco, de família rica e tradicional, casado com uma mulher negra, filha de uma ex-escravizada; e a segunda, uma mulher contemporânea, que atualiza questões que Odília viveu, enfrentando também conflitos próprios do presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto alto do filme é a entrevista com o filho primogênito de Odília, que tinha 100 anos quando foi entrevistado e faleceu pouco tempo depois. Assim, o documentário revela uma busca profunda, tanto no tempo quanto no espaço, explorando vidas e histórias que se entrelaçam em diferentes épocas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Mayara-e-Mariana-Jaspe-Foto-Caio-Lirio-576x720.jpg" alt="" width="576" height="720" srcset="https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Mayara-e-Mariana-Jaspe-Foto-Caio-Lirio-576x720.jpg 576w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Mayara-e-Mariana-Jaspe-Foto-Caio-Lirio-1120x1400.jpg 1120w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Mayara-e-Mariana-Jaspe-Foto-Caio-Lirio-768x960.jpg 768w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Mayara-e-Mariana-Jaspe-Foto-Caio-Lirio-1229x1536.jpg 1229w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Mayara-e-Mariana-Jaspe-Foto-Caio-Lirio-1638x2048.jpg 1638w, https://aloalobahia.com/wp-content/uploads/2024/06/Mayara-e-Mariana-Jaspe-Foto-Caio-Lirio-scaled.jpg 2048w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-25323"><em>Mayara e Mariana Jaspe | Foto: Caio Lirio</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Levar a trajetória de Maria Odília, e grandes mulheres como ela, para as telas é essencial para nossa identidade. É parte do exercício de desconstrução de uma historiografia colonizada para a construção de algo nosso, brasileiro, do nosso povo. Meu desejo é que o filme, e todas as interseções entre as vidas das nossas protagonistas, ajude a traçar um retrato complexo e profundo de personagens históricos negros, com suas diversas camadas e vivências, oferecendo à contemporaneidade novas perspectivas e possibilidades”, explica a diretora Mariana Jaspe, ganhadora do Kikito de Melhor Direção no Festival de Gramado, em 2023.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">“Um ponto fundamental do filme é a relação direta entre Mayara e Odília e como as vidas dessas duas mulheres, separadas por um século, se tocam e se conectam a todo momento. É uma conexão que extrapola o filme porque Mayara representa muitas outras mulheres, mulheres contemporâneas, e Odília era uma mulher à frente do seu tempo em todos os aspectos, uma figura fora do comum”, acrescenta Mariana, conhecida por obras como a série “Flordelis: Questiona ou Adora”, e o multi premiado curta-metragem “DEIXA”, protagonizado por Zezé Motta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse filme diz muito sobre nosso propósito como produtora, sobre as histórias que buscamos contar e sobre as personagens, muitas vezes apagadas pela história, que nós queremos levar ao conhecimento do grande público”, reforça Fernanda Bezerra, CEO da Maré Produções Culturais.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Alô alô Bahia / Reprodução</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/quem-e-essa-mulher-primeira-medica-negra-do-brasil-baiana-maria-odilia-tem-sua-historia-contada-em-doc/">‘Quem é essa mulher?’: primeira médica negra do Brasil, baiana Maria Odília tem sua história contada em doc</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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