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	<title>máscaras e tambores |</title>
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		<title>Entre máscaras e tambores: a alma cultural do Benim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 19:11:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre o Atlântico e o Saara, o Benim é um país onde a história vive em cada traço, som e palavra. Berço de reinos poderosos e espiritualidade ancestral, sua cultura pulsa em expressões artísticas que atravessam séculos, se reinventando com vigor no presente. Neste mergulho cultural, vamos conhecer as forças vivas da arte, da literatura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Entre o Atlântico e o Saara, o Benim é um país onde a história vive em cada traço, som e palavra. Berço de reinos poderosos e espiritualidade ancestral, sua cultura pulsa em expressões artísticas que atravessam séculos, se reinventando com vigor no presente. Neste mergulho cultural, vamos conhecer as forças vivas da arte, da literatura e da música que moldam o imaginário do Benim contemporâneo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/08/image-2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-156094" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/08/image-2-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/08/image-2-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/08/image-2-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/08/image-2.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">As artes visuais no Benim estão profundamente ligadas à memória e à espiritualidade. Um dos nomes mais respeitados é Cyprien Tokoudagba, conhecido por reinterpretar símbolos do vodum e dos antigos reinos do Daomé em esculturas e murais vibrantes. Seu trabalho mistura tradição e renovação com uma linguagem visual única. Romuald Hazoumè, por sua vez, é um artista conceitual que ficou mundialmente conhecido por suas máscaras feitas de galões de plástico reciclado — crítica direta ao neocolonialismo e às trocas econômicas desiguais. Já Ifeoma Anyaeji, embora nigeriana de nascimento, trabalha de maneira colaborativa com artistas do Benim, explorando o artesanato local em instalações feitas com fios e objetos reciclados, criando pontes entre arte e sustentabilidade na região.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Na literatura, o Benim tem uma tradição rica que transita entre a oralidade e a palavra escrita. Um dos maiores nomes é Olympe Bhêly-Quénum, autor de romances densos como Le Chant du lac, que exploram temas como identidade, tradição e o impacto do colonialismo. Florent Couao-Zotti, dramaturgo e contista contemporâneo, é conhecido por seu humor ácido e por retratar a vida urbana com realismo e lirismo. E Richard Dogbeh, escritor e jornalista, foi uma voz importante da consciência africana no século XX, usando a literatura como forma de resistência e educação.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A música no Benim é pura ancestralidade em movimento. O país é um dos berços da religião vodum, cuja influência rítmica chegou até o Caribe e as Américas. Um ícone fundamental é Angélique Kidjo, vencedora de múltiplos prêmios Grammy, que combina ritmos africanos com funk, jazz e pop, cantando em várias línguas e levantando temas de empoderamento e herança cultural. Outro nome poderoso é Sagbohan Danialou, percussionista, cantor e multi-instrumentista, guardião dos ritmos tradicionais e mestre do tambor que conecta o sagrado ao cotidiano. Já o grupo Zinli Rythmes representa a fusão entre tradição e modernidade, revivendo o estilo “zinli” — um ritmo cerimonial vodum — em formato contemporâneo, mantendo viva uma herança musical profunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do traço simbólico ao tambor ancestral, da palavra falada à escrita rebelde, o Benim é um país onde arte, fé e resistência caminham juntas. Sua cultura é viva, resiliente e generosa — uma ponte entre o passado e o futuro, entre a África e o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Diplomacia Business / Foto: Reprodução</p>



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