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	<title>Maternidade |</title>
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	<title>Maternidade |</title>
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		<title>Agosto Dourado: Maternidade Frei Justo Venture reforça importância do aleitamento materno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante todo o mês de agosto, a Maternidade Frei Justo Venture, unidade do Governo da Bahia gerida pela Fundação Fabamed, em Seabra, realiza uma programação especial voltada à conscientização sobre o aleitamento materno. A iniciativa integra a campanha Agosto Dourado e reúne gestantes e puérperas internadas na unidade, além de mulheres dos municípios pactuados, convidadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Durante todo o mês de agosto, a Maternidade Frei Justo Venture, unidade do Governo da Bahia gerida pela Fundação Fabamed, em Seabra, realiza uma programação especial voltada à conscientização sobre o aleitamento materno. A iniciativa integra a campanha Agosto Dourado e reúne gestantes e puérperas internadas na unidade, além de mulheres dos municípios pactuados, convidadas a participar das atividades. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a recomendação é que bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os 6 meses de idade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“A cada semana, profissionais da maternidade conduzem palestras com temas que vão desde os benefícios do leite materno até o papel da rede de apoio no sucesso da amamentação. Pediatras, enfermeiras, fonoaudiólogas, psicólogas e nutricionistas compartilham orientações e esclarecem dúvidas, criando um espaço de escuta e aprendizado”, explica a coordenadora assistencial, Bianca Ariani.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das rodas de conversa, a programação inclui coffee break e sorteio de presentes. Com 35 leitos distribuídos entre áreas obstétricas, de gestação de alto risco e unidades de cuidados intensivos neonatais, tanto convencionais quanto do tipo canguru, a Frei Justo Venture se destaca pelo acolhimento e cuidado integral às mães e bebês. A estrutura oferece também serviços de urgência e emergência, além de exames como ultrassonografias obstétricas e com doppler, eletrocardiogramas e cardiotocografias, sendo referência para pacientes de Seabra e de cidades vizinhas, como Abaíra, Boninal, Iraquara, Lençóis e Mucugê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: SESAB / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/agosto-dourado-maternidade-frei-justo-venture-reforca-importancia-do-aleitamento-materno/">Agosto Dourado: Maternidade Frei Justo Venture reforça importância do aleitamento materno</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Mães PJ enfrentam maternidade sem direitos: &#8216;Vamos te desligar porque você está grávida&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mães PJ]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Vamos te desligar porque você está&#160;grávida, e sua prioridade agora vai ser seu filho.&#8221; A frase foi dirigida à fisioterapeuta Grace Venâncio de Brito Urbinati, de 31 anos, quando ela estava grávida de cinco semanas, em março deste ano. Quem deu a notícia foi a diretora da clínica que a havia contratado como coordenadora dois [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mariana Rosetti e Paola Churchill</strong></li>



<li><strong>De São Paulo para a BBC News Brasil</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vamos te desligar porque você está&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-61737336">grávida</a>, e sua prioridade agora vai ser seu filho.&#8221; A frase foi dirigida à fisioterapeuta Grace Venâncio de Brito Urbinati, de 31 anos, quando ela estava grávida de cinco semanas, em março deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem deu a notícia foi a diretora da clínica que a havia contratado como coordenadora dois meses antes. Assim que descobriu a gravidez, Grace conta que avisou os empregadores, que asseguraram: não seria problema. Mas a promessa durou pouco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demissão só foi possível porque Grace é&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/clynd225370o">microempreendedora individual (MEI)</a>. Embora tivesse horário de entrada e saída, além de outras características de um contrato de trabalho tradicional regido pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), era uma prestadora de serviços contratada como pessoa jurídica (PJ).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62158227">Se estivesse no regime CLT</a>, mesmo em período de experiência, teria estabilidade durante a gestação e até cinco meses após o parto, acesso à&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-57886023">licença-maternidade remunerada</a>&nbsp;e outros benefícios. Mas, para quem é PJ, esses direitos não se aplicam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1639g89z4po">demissão</a>, a renda de Grace despencou: &#8220;A situação ficou desesperadora&#8221;. Na busca por trabalho, ela &#8220;preferia falar a verdade, que estou grávida&#8221;, mas o resultado era sempre o mesmo: silêncio dos processos seletivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem conseguir acesso ao mercado formal, passou a trabalhar como&nbsp;<em>freelancer</em>, atendendo pacientes em casa, mas &#8220;recebo menos da metade do que recebia antes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As pessoas invalidam a gestante. Me senti inválida. Pensei: não sou mais nada. Perdi minha identidade.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grace conta que chegou a procurar um advogado para reivindicar na Justiça o reconhecimento do vínculo empregatício, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) havia suspendido a tramitação no país de todos os processos que&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8x857j7dyxo">discutem a legalidade da &#8220;pejotização&#8221;</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse termo é usado para se referir a quando empresas contratam prestadores de serviços como pessoa jurídica, evitando arcar com os encargos trabalhistas do vínculo formal de emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do ministro Gilmar Mendes de congelar os processos, em abril deste ano, veio após o STF ser sobrecarregado com demandas sobre o tema. Isso porque a Justiça do Trabalho, disse Mendes, &#8220;descumpre sistematicamente&#8221; a orientação do Supremo, que tem decidido pela legalidade da pejotização em casos recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, um número crescente de pessoas têm optado por esse tipo de contrato de trabalho, em especial como MEIs, em busca de mais autonomia e flexibilidade, uma remuneração maior em comparação com os empregos com carteira assinada e também por vontade de empreender e ser dono do próprio negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro trimestre de 2025, o Brasil registrou a abertura de 1.407.010 novos CNPJs, dos quais 78% correspondem a MEIs, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse crescimento representa um aumento de 35% no número de MEIs em comparação ao mesmo período de 2024, enquanto as micro e pequenas empresas (MPEs) apresentaram uma alta de 28%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os segmentos que mais se destacaram em março, o setor de serviços liderou com 63,7% das novas aberturas, seguido por comércio (20,8%) e indústria da transformação (7,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do cenário, o Supremo discute se esse tipo de contratação pode ou não ser considerada fraude trabalhista, questão que gera controvérsia entre especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto uns alertam que a &#8220;pejotização&#8221; irrestrita torna esse modelo de trabalho quase obrigatório em alguns setores e não uma opção pelo empreendedorismo e também é usado para mascarar vínculos de emprego, prejudicando também mulheres grávidas e mães, outros a consideram uma realidade econômica inevitável, preferível ao desemprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilmar Mendes convocou uma audiência pública para 10 de setembro, a fim de discutir o modelo. No despacho, ele reforçou que o assunto ganhou relevância econômica e social por movimentar uma parte importante da economia nos dias de hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, &#8220;a definição de critérios claros e objetivos para a caracterização de eventual fraude torna-se imprescindível para assegurar a transparência, a proteção das partes envolvidas e, sobretudo, a segurança jurídica nas contratações&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Você-vai-dar-conta-com-duas-filhas">&#8216;Você vai dar conta com duas filhas?&#8217;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você vai dar conta com duas filhas?&#8221;. Larissa, que preferiu ter sua identidade preservada nesta reportagem, conta que ouviu esse comentário do seu ex-chefe ao ter o contrato de prestação de serviços rescindido. Ela estava grávida de nove meses da segunda filha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Larissa trabalhava como PJ para uma agência de marketing. Entretanto, a rotina tinha características de um contrato via CLT: batia ponto, tinha horário de entrada e saída, comparecia presencialmente uma vez por semana e respondia a uma hierarquia de cargos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meses antes, a empresa reestruturava a cultura interna e elaborava &#8220;uma cartilha de diversidade, com vários conceitos sobre como se posicionavam em relação a diversos assuntos, como homossexualidade e outros temas&#8221;, explicou. Larissa foi convidada a escrever sobre maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela e uma das sócias eram as únicas grávidas da agência — outras três gestantes ou puérperas haviam sido demitidas, em diferentes momentos da gestação, conta Larissa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com medo do cenário incerto, ela passou a aceitar trabalhos como&nbsp;<em>freelancer</em>. &#8220;Entendia que, na agência, eu era contratada como PJ, então estava a serviço deles, mas não era funcionária&#8221;, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insegurança também se deu quando a sócia tirou quatro meses de licença, mas as outras &#8220;prestadoras de serviço tinham 15 dias e voltavam recebendo metade do salário&#8221;. &#8220;Era a política deles&#8221;, lembra Larissa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na conversa de demissão, o chefe pontuou: &#8220;Eu tenho dois filhos, e é muito difícil, é complicado trabalhar assim&#8230; Então, fico pensando se você realmente vai conseguir dar conta com duas crianças&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Larissa conta que sua resposta foi direta: &#8220;Se vou dar conta ou não, como vou me organizar com minhas duas filhas, é questão minha, né? Para vocês, tenho que entregar o que está acordado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saída financeira que encontrou foi transformar os&nbsp;<em>freelas&nbsp;</em>em fonte de renda principal. &#8220;Não era minha vontade, não era meu sonho empreender. É um lugar desconfortável para mim até hoje&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Minha filha nasceu numa segunda-feira, dia 5 de agosto. Fiquei terça e quarta no hospital e, na quinta, já estava trabalhando&#8221;, recorda. Sua empresa nasceu junto com o puerpério.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/bb9b/live/c1887fd0-5794-11f0-bdf5-eb454952220c.jpg.webp" alt="Foto de uma mulher deitada em uma cama de barriga para baixo, em frente a um computador e com uma mão na barriga de um bebê ao lado dela. "/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para Bárbara Cobo, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) especializada em desigualdades sociais e estudos de gênero, a precarização do trabalho é um fenômeno que tem várias dimensões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você não tem uma única coisa que te diz que é precarizado, mas, em geral, é a falta de uma proteção ou garantias trabalhistas; falta de amparo quando está doente; acesso minimamente a uma aposentadoria no futuro; ficar grávida e ter filhos com algum amparo por lei&#8221;, explica Cobo, que é doutora em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora destaca que os sinais aparecem até mesmo em trabalhos formais. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, apenas 3% dos vínculos formais de mulheres em 2023 resultaram em pedidos de licença-maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um número tão pequeno que a gente nem consegue captar direito nas pesquisas por amostragem. Agora, imagina o que acontece no mercado informal, onde sequer há registro. É a mulher que negocia diretamente com o contratante, ou se desdobra para voltar ao trabalho poucos dias após o parto&#8221;, aponta Cobo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a entrada na maternidade é um ponto de inflexão, o retorno ao trabalho formal também não é simples. Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômicos (Dieese) mostram que uma em cada cinco mulheres é demitida até dois anos após a licença-maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na modalidade CLT ou PJ, trabalhadoras podem ter acesso à licença maternidade, com algumas especificidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para trabalhadoras CLT, o período é de 120 dias, que pode ser estendido em até dois meses pelas empresas que participam do programa Empresa Cidadã. Já servidoras públicas têm direito a seis meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, nos contratos CLT, as mulheres têm estabilidade desde a gravidez até cinco meses após o parto e, se demitidas depois, recebem aviso-prévio, FGTS, multa de 40% e seguro-desemprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para gestantes PJ, a licença-maternidade é o único direito garantido, desde que contribuam regularmente com o INSS como contribuinte individual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor do salário-maternidade para MEI corresponde a um salário mínimo — atualmente R$ 1.518 —, independentemente da renda da trabalhadora. A duração do benefício é de 120 dias. Há ainda uma carência: a MEI deve ter contribuído por pelo menos dez meses antes do pedir o benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhadoras PJ podem ter o contrato rescindido a qualquer momento, sem aviso prévio ou indenização. Também não têm direito a 13º salário, férias remuneradas ou jornada controlada, ou seja, podem precisar trabalhar até o fim da gestação sem respaldo legal para se afastar antes do parto.​​​​​​​​​​​​​​​​</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a advogada trabalhista Veruska Schmidt, diretora de comunicação do Movimento da Advocacia Trabalhista Independente, esse cenário contribui para que mulheres PJ fiquem mais vulneráveis, sobretudo no contexto de gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ela queria uma vaga CLT, mas não existe. A única oferta que aparece é PJ. E entre o desemprego e a PJ, ela escolhe a PJ&#8221;, aponta a advogada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, é uma &#8220;percepção falsa que a mulher pejotizada conseguirá nesse contrato entre pessoas jurídicas garantir os seus direitos na via negocial&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Demitida-com-o-filho-no-colo">Demitida com o filho no colo</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/804b/live/10d73bd0-5795-11f0-bdf5-eb454952220c.jpg.webp" alt="Foto de uma mulher na frente do computador com um bebê no colo. "/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Valesca Luiza Rauber Grotmann chegou à empresa na quinta-feira anterior à Sexta-feira Santa carregando o filho de poucos meses no colo. Na bolsa, trazia o notebook corporativo e os uniformes que ainda não havia conseguido devolver porque suspeitava do que a aguardava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem do seu superior havia sido direta: &#8220;Pode vir à empresa amanhã? Os números ainda não estão satisfatórios&#8221;. Grotmann confirmou presença, mas alertou que precisaria trazer seu bebê, que ainda não frequentava creche.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recepção na empresa foi protocolar. O superior que a havia convocado não compareceu. Um dos sócios — não o mesmo que a havia contratado — comunicou o desligamento. &#8220;Mesmo prevendo a situação, nunca se espera vivenciar isso na prática&#8221;, recorda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio marcou o fim de uma trajetória que começara quando Valesca, então com poucos meses de gestação, decidiu deixar seu emprego formal para trabalhar como prestadora de serviços. Mantinha vínculo trabalhista com uma emissora de rádio local quando foi procurada pela nova empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o processo seletivo, informou sobre a gravidez. &#8220;A reação foi totalmente positiva. Disseram que não haveria impedimentos e que eu poderia prosseguir normalmente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicitária com especialização em marketing digital, Valesca conta que aceitou o contrato PJ baseada em acordos verbais: trabalho presencial até o final da gestação, regime domiciliar nos últimos meses, um mês de licença após o nascimento e trabalho remoto até conseguir vaga em creche para a criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ali, cometi o erro fundamental: confiei apenas na palavra&#8221;, admite Valesca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela rompeu o contrato CLT, abriu uma empresa individual e começou na nova função. Durante a gestação, cumpriu todas as responsabilidades até interromper as atividades em dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu bebê nasceu em 10 de janeiro. Exatamente um mês depois, ela voltou ao trabalho — mas diz ter encontrado um cenário completamente diferente: ausência de tarefas, reuniões canceladas e falta de planejamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estava sendo colocada de lado, estavam tirando minhas tarefas e me excluindo aos poucos.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só depois da demissão ela enxergou o padrão: meses antes, uma colega do setor comercial — também mãe — havia sido dispensada sob circunstâncias similares. &#8220;Ela atingia todas as metas e apresentava resultados consistentes. Mas era mãe e, frequentemente, precisava trabalhar remotamente&#8221;, lembra Valesca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora contratada como pessoa jurídica, ela tinha uma rotina típica de CLT: horários fixos, presença obrigatória e estrutura hierárquica rígida. &#8220;Exigiam todas as obrigações de um emprego formal, mas sem conceder os direitos correspondentes.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de carteira assinada significou falta de acesso à licença-maternidade, estabilidade no emprego, FGTS e benefícios previdenciários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relato publicado por Valesca no LinkedIn teve muita repercussão, com centenas de comentários e depoimentos semelhantes de outras profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É preocupante observar como as organizações mantêm percepções equivocadas sobre maternidade, presumindo que mães serão menos produtivas. A realidade demonstra o contrário.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o desligamento, Valesca optou por uma pausa na carreira. Com apoio do cônjuge, reorganizou o orçamento familiar para dedicar-se integralmente aos cuidados ao filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Avaliamos que seria possível manter-nos com um único salário, ainda que isso exigisse ajustes. Decidi priorizar este período com meu filho.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Pejotização-em-debate">Pejotização em debate</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/2723/live/550a7e20-5795-11f0-bdf5-eb454952220c.jpg.webp" alt="Foto do Supremo Tribunal Federal. "/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de 2017, o Tribunal Superior do Trabalho estabelecia uma distinção clara entre atividades-meio e atividade-fim na terceirização, permitindo apenas a contratação externa de serviços auxiliares — como segurança e limpeza em uma fábrica de sapatos — mas proibindo a terceirização da atividade principal do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário mudou com a Reforma Trabalhista de 2017, que eliminou essas restrições e autorizou a terceirização de qualquer tipo de atividade empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação legal foi consolidada pelo STF no ano seguinte, quando confirmou a constitucionalidade da terceirização ampla e irrestrita.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/ec0d/live/3332b470-5795-11f0-bdf5-eb454952220c.jpg.webp" alt="Foto da Carteira de Trabalho."/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O STF deu um passo ainda mais significativo em 2022 ao validar pela primeira vez a pejotização em um caso que envolveu médicos de um hospital baiano, estabelecendo assim um novo marco na flexibilização das relações trabalhistas brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, diz o professor de Direito Amauri César Alves, da Universidade Federal de Ouro Preto, a discussão vai muito além do senso comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A questão não é simplesmente que o contrato PJ seja firmado &#8216;livremente&#8217;. O erro está em tratar essa relação como se fosse entre dois capitais iguais — duas empresas com a mesma força de negociação&#8221;, explica Amauri.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a realidade é outra: mesmo quando um trabalhador é contratado como MEI, com CNPJ, ele não detém o mesmo poder de barganha que uma grande empresa. &#8220;Essa suposta liberdade de escolha é, na prática, uma ilusão&#8221;, diz Alves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alves detalha que muitos contratos PJ são, na verdade, &#8220;CLT disfarçado&#8221;, com características típicas de vínculo empregatício — subordinação, controle de jornada, exclusividade e proibição de prestar serviços para outras empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Entre duas pessoas jurídicas, tudo pode ser contratado: 24 horas por dia, 7 dias por semana. Para o Supremo, isso é liberdade contratual. Mas só uma das partes está realmente livre.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o advogado Almir Pazzianotto Pinto, ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, é fundamental compreender a origem da pejotização antes de julgar o fenômeno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É importante entender como surgiu a PJ. Ela foi uma criação patronal ou um fenômeno da economia? Se surgiu naturalmente com uma necessidade da economia, temos que vê-la de uma maneira diferente&#8221;, argumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pazzianotto aponta que a busca por liberdade no trabalho também impulsiona a escolha pelo regime PJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A pessoa não quer trabalhar registrada com a dedução para a previdência social. Ela não quer ser ligada à previdência, porque o desconto é grande e a expectativa é pequena&#8221;, explica, destacando que muitos trabalhadores optam conscientemente por esse modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo sua análise, existe uma conexão direta entre terceirização e pejotização. &#8220;A terceirização surgiu de uma necessidade econômica. E a terceirização produziu a PJ&#8221;, afirma, sugerindo que o fenômeno tem raízes estruturais na economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pazzionoto critica ainda o que considera uma interferência do STF na questão. Para ele, há uma &#8220;radicalização da Justiça do trabalho contra terceirização&#8221; e, por isso, o STF entrou na discussão. &#8220;Eu acho que essa questão de uma decisão do Supremo nem deveria ser decisão do Supremo&#8221;, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a advogada Veruska Schmidt, o impacto da pejotização é maior entre determinados grupos, inclusive mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Já estávamos vulneráveis mesmo com carteira assinada, mas vendo avanços em diversidade, equidade salarial. Agora, lutamos pelo básico: o emprego&#8221;, afirma Schmidt.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem vínculo empregatício, desaparecem as obrigações legais das empresas em contratar mulheres, mães e pessoas LGBT+, acrescenta a advogada trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os contratos passam a ser cíveis, entre empresas. Não existe fiscalização sobre quem está por trás daquele MEI. Quem paga por isso são as mulheres, principalmente as mães trabalhadoras.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alves enfatiza que o debate do STF não considera essa perspectiva a partir das diferenças entre os gêneros, ainda que a pejotização seja vista por muitas mulheres como uma forma aparente de flexibilização para conciliar trabalho e cuidados domésticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Do ponto de vista jurídico, um CNPJ não tem gênero, mas a realidade social é diferente&#8221;. Para ele, a decisão do STF será decisiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Schmidt alerta que a insegurança trabalhista também interfere em outras violações de direito, como o medo de denunciar assédios, discriminação ou condições precárias vivenciadas no ambiente profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Atendi duas mulheres da mesma empresa vítimas do mesmo assediador. Uma, ficou anos em silêncio, a outra, falou e foi demitida. É um ciclo de silenciamento que a pejotização só vai aumentar.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / Foto: Getty Images</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OS EFEITOS DO AÇÚCAR NA SAÚDE E ALTERNATIVAS MAIS SAUDÁVEIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Dc1_XsYv1JQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/maes-pj-enfrentam-maternidade-sem-direitos-vamos-te-desligar-porque-voce-esta-gravida/">Mães PJ enfrentam maternidade sem direitos: ‘Vamos te desligar porque você está grávida’</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Cresce Número De Mulheres Que Querem Adiar A Maternidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 14:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais as mulheres brasileiras têm decidido adiar a maternidade. Veja como o congelamento de óvulos pode ajudar nessa decisão Cada vez mais mulheres estão decidindo adiar a maternidade, postergando por alguns anos os planos de se tornar mãe. Segundo uma pesquisa divulgada pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados Estatísticos (Seade), o número de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais as mulheres brasileiras têm decidido adiar a maternidade. Veja como o congelamento de óvulos pode ajudar nessa decisão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais <a href="https://saudeemdia.com.br/saude-da-mulher">mulheres</a> estão decidindo adiar a maternidade, postergando por alguns anos os planos de se tornar mãe. Segundo uma pesquisa divulgada pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados Estatísticos (Seade), o número de gestantes com mais de 40 anos cresceu 64% entre os anos de 2010 e 2022. </p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-adiando-os-planos-da-maternidade"><strong>Adiando os planos da maternidade</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os dados mostram que no Brasil, em 2022, houve 331.438 partos em grávidas na faixa etária entre 35 e 39 anos, e 102.644 em mulheres acima dos 40. Foram praticamente 434 mil gestações em mulheres com mais de 35 anos, o que mostra que houve uma mudança de eixo das gestações no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Roberto de Azevedo Antunes, diretor médico da FERTIPRAXIS Centro de Reprodução Humana e diretor da Associação Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), uma série de fatores explicam esse fenômeno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, as famílias querem ter uma independência financeira maior, as mulheres estão mais inseridas no mercado de trabalho e querem atingir determinados cargos de trabalho ou determinadas titulações em termos de estudo. Tudo isso antes de começar a pensar em terem filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A questão é que os ovários não aguardam. Então, se entra em uma ‘sinuca de bico’ entre crescer profissionalmente, aproveitar a vida, viajar, curtir e ter os filhos mais tarde. Mas isso, sem dúvida, leva a uma maior dificuldade para que esses casais consigam engravidar”, salienta o especialista.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impacto-do-relogio-biologico"><strong>Impacto do relógio biológico</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Trinta e cinco anos. Este é o marco inicial para uma gestação ser classificada como tardia. E, apesar de parecer cedo, especialmente considerando as diversas mudanças que a mulher tem passado ao longo dos anos, este é um conceito que permanece inalterado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A saúde das gestantes de hoje aos 35 anos é muito melhor do que a das gestantes de três décadas atrás. Mas, a partir desta idade, consideramos a gravidez como tardia devido ao aumento do risco de uma série de condições. É o caso de doenças cardiovasculares, hipertensão e&nbsp;<a href="https://sportlife.com.br/dia-nacional-do-diabetes-medicos-destacam-papel-do-esporte/">diabetes</a>&nbsp;durante a gestação”, explica João Sabino Cunha Filho, professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator que impacta as mulheres quando o assunto é gravidez tardia é o relógio biológico, lembra o médico. Isso porque, a partir dos 35 anos, a fertilidade feminina começa a entrar em declínio, já que as mulheres não produzem novos óvulos após o nascimento. Com a reserva ovariana diminuindo ao longo dos anos, a concepção natural torna-se mais difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista também afirma que se ele pudesse dar um conselho para as mulheres, seria: “façam um planejamento reprodutivo”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-importancia-de-planejar-a-maternidade"><strong>Importância de planejar a maternidade</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro conselho que Ludmila Bercaire, ginecologista especialista em reprodução humana e fertilização in vitro, dá para as mulheres que desejam&nbsp;<a href="https://saudeemdia.com.br/noticias/da-gravidez-ao-puerperio-como-a-mae-deve-cuidar-da-pele.phtml">engravidar</a>&nbsp;após os 35 anos é que conheçam sua reserva ovariana. Isto é, o seu estoque de óvulos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso permitirá que ela entenda como os seus ovários estão se comportando na escala de redução que ocorre na reserva de óvulos por volta dessa idade. Além disso, permite que recebam um aconselhamento reprodutivo adequado”, explica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a médica, esse aconselhamento pode passar pela decisão de congelar seus óvulos ou mesmo readequar o planejamento reprodutivo. Isto é, de acordo com as características individuais da mulher.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vale lembrar que o ápice da fertilidade feminina gira em torno dos 20 aos 25 anos, sendo esperado um certo grau de perda da capacidade fértil ao longo das décadas. Entender suas questões individuais e sua reserva ovariana permitirá tomar as decisões adequadas dentro do modelo de família que a mulher idealiza”, destaca a profissional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-existe-data-limite-para-ser-mae"><strong>Existe data limite para ser mãe?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ludmila salienta ainda que<strong>&nbsp;não existe uma idade limite para ser mãe</strong>. Isso porque uma mulher que congelou seus óvulos ou embriões em idades mais jovens poderá descongelá-los para implantação aos 50 anos, por exemplo. Claro, desde que seu organismo esteja saudável e em condições de gestar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ocorre porque a qualidade dos gametas (óvulos) ou dos embriões, são mantidas com a idade do congelamento, mantendo a capacidade fértil por mais tempo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Diferentemente dos ovários, que sofrem a repercussão do envelhecimento com a perda da reserva de óvulos, o útero sofre pouco ou nenhum impacto com o envelhecimento. Isso pode permitir mesmo que a mulher engravide após o climatério/menopausa através de óvulos que foram congelados previamente ou através de ovodoação”, informa a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, Roberto lembra que há uma recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) na resolução que normatiza a reprodução assistida em vigor no momento. “Sobre mulheres com mais de 50 anos que desejam engravidar, elas precisam de uma liberação clínica antes de serem submetidas ao processo de gravidez através de um tratamento de fertilização. Seja com óvulos próprios, seja com embriões próprios, seja com óvulos doados ou com embriões doados”, revela o médico.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-congelamento-de-ovulos"><strong>Congelamento de óvulos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O congelamento de óvulos é, portanto, a opção mais comum entre as mulheres que desejam adiar a maternidade. De acordo com o diretor médico da FERTIPRAXIS Centro de Reprodução Humana, o primeiro passo é ter um acompanhamento com o seu ginecologista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, é possível entender quais são seus desejos e o que almeja do ponto de vista do planejamento familiar. “Se quer ser mãe ou não sabe, se almeja quer ter um, dois ou três filhos”, exemplifica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso é algo importante e são perguntas que devem estar circulando na cabeça das mulheres. Até mesmo para que a gente consiga orientá-las em relação a quantos óvulos seriam necessários para dar uma maior ou menor chance para um determinado alvo de número de filhos que elas queiram ter”, explica o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a idade ideal para começar um congelamento do ponto de vista de qualidade oocitária (dos óvulos). Ou seja, antes dos 35 anos. Isso não significa, no entanto, que uma mulher de 36, 37 ou 38 não possa congelar.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-consideracoes-importantes"><strong>Considerações importantes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais óvulos se congelar, melhor. “Os estudos apontam para que, uma mulher que consiga congelar em torno de 15 óvulos aos 35 anos tenha uma probabilidade de cerca de 70% de ter pelo menos um filho. Se o intuito é ter mais filhos ou se o congelamento é feito em idades mais avançadas, quando a eficiência do óvulo será menor, recomenda-se que se faça o congelamento de um número ainda maior de óvulos”, aponta Ludmila.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a médica destaca que o congelamento de óvulos é um tratamento que ainda não é acessível para todas as mulheres. Além disso, não representa uma certeza futura de gestação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para aumentar as chances de gravidez, o ideal é que essa mulher que pretende postergar a gestação faça o congelamento em idades mais jovens, idealmente antes dos 35 anos, quando a qualidade desses óvulos será superior e o número de óvulos obtidos para cada estimulação ovariana será maior, aumentando a eficiência do procedimento”, afirma. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ginecologista, acompanhar a reserva ovariana através da dosagem do hormônio antimulleriano e da contagem de folículos antrais a partir dos 30 anos é uma boa maneira de se inteirar sobre o assunto e tomar as decisões reprodutivas mais adequadas para o seu caso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ginecologista, acompanhar a reserva ovariana através da dosagem do hormônio antimulleriano e da contagem de folículos antrais a partir dos 30 anos é uma boa maneira de se inteirar sobre o assunto e tomar as decisões reprodutivas mais adequadas para o seu caso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saúde em dia / Cresce número de mulheres que querem adiar a maternidade &#8211; Foto: Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Contabilidade avançada com ênfase em empresas com crise financeira e tecnológica" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JWUiPN898rI?start=271&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Ataque russo causa explosão em maternidade no sul da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 12:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ataque russo causou uma explosão na maternidade de Kherson, no sul da Ucrânia, na quarta-feira (11), segundo o governador da região. Vídeos obtidos pela Reuters mostram fumaça saindo do prédio, janelas estouradas e paredes danificadas. Yaroslav Yanushevych, governador regional, disse no Telegram que a explosão foi causada por um “projétil lançado pelo inimigo”, danificando consultórios médicos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ataque russo causou uma explosão na maternidade de Kherson, no sul da Ucrânia, na quarta-feira (11), segundo o governador da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vídeos obtidos pela Reuters mostram fumaça saindo do prédio, janelas estouradas e paredes danificadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Yaroslav Yanushevych, governador regional, disse no Telegram que a explosão foi causada por um “projétil lançado pelo inimigo”, danificando consultórios médicos, mas que funcionários e pacientes saíram ilesos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reuters conseguiu confirmar a localização a partir da foto na entrada do hospital e o projeto do prédio visto no vídeo que combinava com as imagens de satélite e de arquivo da área.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/SITE.png" alt="" class="wp-image-72112" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/SITE.png 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/SITE-300x38.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a Reuters não foi capaz de confirmar de forma independente a data em que o vídeo foi filmado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>CNN</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O posicionamento da mulher" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Fv42kTJOiMs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/ataque-russo-causa-explosao-em-maternidade-no-sul-da-ucrania/">Ataque russo causa explosão em maternidade no sul da Ucrânia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estado da Bahia entrega nova maternidade em Camaçari</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 10:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Camaçari]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), agora conta com uma nova maternidade, com oferta de 110 leitos para atendimento em obstetrícia, ginecologia, neonatal e cirurgia plástica reparadora. Localizada ao lado do Hospital Geral de Camaçari (HGC), na Avenida Jorge Amado, o equipamento foi inaugurado pelo Estado da Bahia. As obras são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), agora conta com uma nova maternidade, com oferta de 110 leitos para atendimento em obstetrícia, ginecologia, neonatal e cirurgia plástica reparadora. Localizada ao lado do Hospital Geral de Camaçari (HGC), na Avenida Jorge Amado, o equipamento foi inaugurado pelo Estado da Bahia. As obras são resultado de uma parceria entre as secretarias da Saúde (Sesab) e de Desenvolvimento Urbano (Sedur), via Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) e o investimento foi de cerca de R$ 65,5 milhões, na estrutura e equipamentos. O governador Rui Costa esteve presente no ato.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Maternidade de Camaçari vai beneficiar também aos municípios de Conde, Dias D’Ávila, Mata de São João, Pojuca e Simões Filho, atendendo os casos de alta complexidade. A previsão é realizar até 5.400 atendimentos mensais, com a média de 547 partos/mês. Os atendimentos começam na segunda-feira (3), com acesso tanto por demanda espontânea quanto por meio da regulação estadual.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova maternidade possui três pavimentos mais cobertura, configurando um total de área construída de 10.296,91m². Serão ofertados 64 leitos de internação nas especialidades de obstetrícia clínica e cirúrgica, com gestão de alto risco, além de dez leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal, dez de unidade de cuidados intensivos (UCI) neonatal, cinco de UCI neonatal Canguru, oito de neonatologia, quatro de ginecologia, quatro de cirurgia plástica e cinco de pré-parto, parto e pós-parto (PPP). Há, também, banco de leite e um laboratório.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O atendimento em obstetrícia que era realizado no HGC foi desativado e toda a demanda será transferida para a Maternidade de Camaçari. Esta é a sexta maternidade inaugurada pelo Estado da Bahia nos últimos oito anos, ampliando o número de vagas e aumentando a complexidade dos atendimentos em diferentes regiões.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Repórter: Lina Magali </p>



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<iframe title="Cenário político e econômico na Bahia e em Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9pYYJAP6-8c?start=3153&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Maternidade de Seabra é referência para gestação e parto de alto risco ao aliar tecnologia e humanização no atendimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 18:32:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Itaberaba ]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São 35 leitos distribuídos na unidade, entre obstétricos, gestação de alto risco e Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do tipo canguru e convencional. Quinta, 28 de abril de 2022 A maternidade Frei Justo Venture, localizada no município de Seabra, na Chapada Diamantina, é referência para gestação e o parto de alto risco para mais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">São 35 leitos distribuídos na unidade, entre obstétricos, gestação de alto risco e Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do tipo canguru e convencional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quinta, 28 de abril de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maternidade Frei Justo Venture, localizada no município de Seabra, na Chapada Diamantina, é referência para gestação e o parto de alto risco para mais de 11 municípios da região ao unir tecnologia e cuidado humanizado no atendimento em cerca de dois meses de funcionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na unidade, gerida pela Fundação Fabamed, as mulheres em trabalho de parto contam com equipamentos como bola, banqueta, cavalinho, barra de apoio e cama pré-parto, métodos que auxiliam para o alívio da dor do parto. Já na área destinada aos recém-nascidos, incubadoras de última geração garantem o conforto e o tratamento eficaz que os bebês necessitam após o nascimento precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em todas as salas de parto nós temos os equipamentos que são usados para a analgesia e para um parto mais humanizado. No cavalinho e na bola, por exemplo, a paciente consegue preparar a pélvis para o trabalho de parto. Além disso, todos são assistidos por médicos e enfermeiros obstetras, além da participação do acompanhante da paciente em todo o processo, com ambiente climatizado e exclusivo para mamães e bebês”, ressalta o diretor médico da Frei Justo, Robson Luiz de Souza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São 35 leitos distribuídos entre obstétricos, gestação de alto risco e Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do tipo canguru e convencional. A maternidade oferece ainda serviços de urgência e emergência, além de exames de ultrassonografia obstétrica, ultrassonografia com doppler, eletrocardiograma e cardiotocografia, atendendo pacientes de Abaíra, Boninal, Ibitiara, Iraquara, Lençóis, Mucugê, Novo Horizonte, Palmeiras, Piatã, Seabra e Souto Soares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jornal da Chapada</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Governo do Estado amplia rede materno-infantil ao entregar a nova Maternidade Frei Justo, em Seabra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 12:36:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sexta, 4 de março de 2022 Com investimento superior a R$ 13,7 milhões entre obras e equipamentos, o governador Rui Costa, acompanhado pela secretária da Saúde do Estado, Adélia Pinheiro, entrega nesta sexta-feira (4), em Seabra, a Maternidade Frei Justo, que será referência para 11 municípios da região da Chapada Diamantina. A unidade possui 35 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sexta, 4 de março de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com investimento superior a R$ 13,7 milhões entre obras e equipamentos, o governador Rui Costa, acompanhado pela secretária da Saúde do Estado, Adélia Pinheiro, entrega nesta sexta-feira (4), em Seabra, a Maternidade Frei Justo, que será referência para 11 municípios da região da Chapada Diamantina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A unidade possui 35 leitos, distribuídos entre obstétricos (12), gestação de alto risco (8) e Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do tipo canguru e convencional (15).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gestantes e puérperas terão acesso a serviços de urgência e emergência, além de exames de ultrassonografia obstétrica, ultrassonografia com doppler, eletrocardiograma e cardiotocografia. A nova unidade será referência para os municípios de Abaíra, Boninal, Ibitiara, Iraquara, Lençóis, Mucugê, Novo Horizonte, Palmeiras, Piatã, Seabra e Souto Soares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a secretária da Saúde do Estado, essa entrega representa um grande incremento na assistência ao parto e ao recém-nascido. “Estamos investindo na assistência materno-infantil em toda a Bahia para assegurar às futuras mamães que elas terão um ambiente acolhedor e seguro, ainda que a gestação seja de alto risco. E em Seabra, não é diferente”, afirma Adélia Pinheiro, ao pontuar ainda que “esta é uma unidade moderna, dotada de todos os recursos de imagem necessários para auxiliar as melhores condutas médicas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de R$ 165 milhões em investimento</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação da rede de atendimento à gestante tem sido uma crescente na Bahia. Além da Frei Justo, foram entregues nos últimos meses unidades em Ilhéus, Camaçari e Salvador e, em breve, em Lauro de Freitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No período entre 2016 e 2022, a rede de maternidades do estado recebeu um investimento superior a R$ 165 milhões apenas em obras. Na capital baiana foi entregue a maternidade Maria da Conceição de Jesus, no Subúrbio Ferroviário, com 90 leitos e capacidade de realizar 480 partos mensalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já com o Hospital Materno-infantil Joaquim Sampaio, em Ilhéus, a região sul da Bahia passou a contar com serviços de referência no parto de alto risco. A unidade possui 105 leitos de internação, sendo 10 de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e 25 de semi-intensiva. “Em breve teremos duas novas unidades, sendo uma em Lauro de Freitas e outra em Camaçari, que contarão com leitos de obstetrícia e UTI Neonatal”, completa Adélia Pinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ASCOM/Governo da Bahia</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="926" height="838" data-id="43502" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM.jpeg" alt="" class="wp-image-43502" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM.jpeg 926w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-300x271.jpeg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-768x695.jpeg 768w" sizes="(max-width: 926px) 100vw, 926px" /><figcaption>Foto: Mateus Pereira GOVBA</figcaption></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="959" height="596" data-id="43503" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-2.jpeg" alt="" class="wp-image-43503" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-2.jpeg 959w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-2-300x186.jpeg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-2-768x477.jpeg 768w" sizes="(max-width: 959px) 100vw, 959px" /><figcaption>Foto: Mateus Pereira GOVBA</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="809" height="639" data-id="43501" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-1.jpeg" alt="" class="wp-image-43501" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-1.jpeg 809w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-1-300x237.jpeg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-03-at-6.12.20-PM-1-768x607.jpeg 768w" sizes="(max-width: 809px) 100vw, 809px" /><figcaption>Foto: Mateus Pereira GOVBA</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Espiritualidade e religiosidade humana" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/hqTWAeUSsWk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Programa Bate Papo na City entrevista Dra. Stela Menezes e Dra. Ana Luiza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 13:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
		<category><![CDATA[Erotismo]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Subjetividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Portal Ipirá City – Terça, 8 de setembro de 2020 O “Portal Ipira City” através do “Programa Bate Papo na City” com a apresentação de Jorge Wellington e Jony Costa estará realizando uma entrevista ao vivo nesta terça (8 ) com Dra. Maria Stela Menezes e Dra. Ana Luiza Oliveira Sobral. Tema: Tornar-se mulher: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Portal Ipirá City – Terça, 8 de setembro de 2020</p>



<p class="wp-block-paragraph">O “Portal Ipira City” através do “Programa Bate Papo na City” com a apresentação de Jorge Wellington e Jony Costa estará realizando uma entrevista ao vivo nesta terça (8 ) com Dra. Maria Stela Menezes e Dra. Ana Luiza Oliveira Sobral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tema: Tornar-se mulher: subjetividade, erotismo e maternidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema: “Política ipiraense e Pré-candidatura” e com a participação dos internautas através da<a rel="noreferrer noopener" href="http://radiowebipiracity.com/" target="_blank">&nbsp;Rádioweb Ipirá</a>,&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://ipiracity.com/" target="_blank">Portal Ipirá City</a>,&nbsp;&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/ofIpiraCity/" target="_blank">pagina oficial do Ipira City e&nbsp;</a>&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/groups/1056893367766909/" target="_blank">Grupo Ipira City&nbsp;</a>&nbsp;a live terá início às 19:00 h .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maria Stela Menezes, Médica Pediatra e Psicanalista , membro titular e analista didata da sociedade psicanalista do Recife; membro da Federação brasileira de Psicanálise, membro da Federação Psicanalítica da América Latina, membro da International Psychoanalytical Association; Coordenadora do Reverie grupo de estudos psicanalíticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Luiza Oliveira Sobral, professora de Psicologia do Centro Universitário Estácio de Sergipe, psicóloga especialista em educação na saúde (Sírio Libanês IEP/HSL), psicóloga especialista em transtornos alimentares e obesidade (USP), mestre em Psicologia Social (UFS)CRP 19/1692 e membro do grupo de estudos de psicanálise Reverie.</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/programa-bate-papo-na-city-entrevista-dra-stela-menezes-e-dra-ana-luiza/">Programa Bate Papo na City entrevista Dra. Stela Menezes e Dra. Ana Luiza</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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