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	<title>Medicamento |</title>
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	<title>Medicamento |</title>
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		<title>Anvisa aprova novo medicamento oral para tratamento de câncer de mama avançado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 21:16:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Terça-feira, 23/06/2026 &#8211; 21h00 Por&#160;Redação A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (22), o registro do medicamento Inluriyo (tosilato de inlunestranto). O produto é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama localmente avançado, que não pode ser removido por cirurgia, ou metastático (quando a doença já se espalhou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Terça-feira, 23/06/2026 &#8211; 21h00</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Redação</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (22), o registro do medicamento Inluriyo (tosilato de inlunestranto). O produto é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama localmente avançado, que não pode ser removido por cirurgia, ou metastático (quando a doença já se espalhou para outras partes do corpo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as diretrizes de aprovação, o fármaco é indicado para pacientes que já passaram por uma terapia endócrina anterior. O tratamento é destinado a tumores que são positivos para o receptor de estrogênio (ER+), negativos para o receptor 2 do fator de crescimento epidérmico humano (HER2-) e que apresentam mutação no receptor de estrogênio 1 (ESR1m).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="537" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/06/image-153.png" alt="" class="wp-image-179097" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/06/image-153.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/06/image-153-300x157.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/06/image-153-768x403.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: José Cruz / Agência Brasil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo fármaco é administrado por via oral e indicado para uso como monoterapia (sem associação com outros medicamentos). O câncer de mama é a neoplasia maligna de maior incidência entre as mulheres no Brasil. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) referentes ao período de 2023 a 2025, foram registrados 73.610 casos da doença no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão que autoriza a comercialização e o uso do medicamento no país consta na Resolução RE nº 2.465/2026, publicada oficialmente no Diário Oficial da União (DOU).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reprodução / Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="500" height="500" data-id="179038" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/06/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf.png" alt="" class="wp-image-179038" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/06/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf.png 500w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/06/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf-300x300.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/06/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/anvisa-aprova-novo-medicamento-oral-para-tratamento-de-cancer-de-mama-avancado/">Anvisa aprova novo medicamento oral para tratamento de câncer de mama avançado</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Saiba qual futuro do medicamento aprovado pela Anvisa com quase 100% de eficácia na prevenção do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recente aprovação do lenacapavir pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) coloca o Brasil diante de um novo capítulo na prevenção do HIV. Considerado um dos avanços mais relevantes da última década, o medicamento injetável é aplicado apenas duas vezes por ano e apresentou eficácia próxima de 100% em estudos internacionais. Agora, autorizado para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A recente aprovação do lenacapavir pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) coloca o Brasil diante de um novo capítulo na prevenção do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerado um dos avanços mais relevantes da última década, o medicamento injetável é aplicado apenas duas vezes por ano e apresentou eficácia próxima de 100% em estudos internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, autorizado para adultos e adolescentes a partir de 12 anos, o lenacapavir passa a poder ser usado no país como profilaxia pré-exposição (PrEP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da Anvisa, porém, não significa incorporação automática ao Sistema Único de Saúde (SUS), o que abre um debate central sobre acesso, custo e política pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal ponto em discussão é se — e como — o medicamento pode chegar à rede pública. Isso porque a incorporação dependeria da negociação de preços, análise de custo-efetividade e definição de critérios de uso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas qual é de fato o futuro do medicamento no Brasil? Ele deve chegar ao SUS? Para quem seria indicado? O país tem condições de arcar com um tratamento de alto custo ou de negociar alternativas que tornem o acesso viável?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, na prática, o lenacapavir substituiria as estratégias de prevenção já disponíveis ou funcionaria como uma opção adicional?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. O que é o lenacapavir?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lenacapavir é um antirretroviral inovador da farmacêutica Gilead Sciences, com ação prolongada para a prevenção do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele é um medicamento injetável (ou seja, aplicado por injeção, mas não se trata de uma vacina) usado como profilaxia de pré-exposição (PrEP) ao vírus e administrado apenas duas vezes por ano, o que representa uma mudança significativa em relação aos comprimidos de uso diário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ENTENDA: Disponível no SUS desde 2018, esses remédios são tomados (PrEP diária e sob demanda) antes da relação sexual, o que permite ao organismo estar preparado para enfrentar um possível contato com o HIV. Atualmente, cerca de 140 mil pessoas utilizam a PrEP diariamente no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal diferencial do lenacapavir, contudo, está na duração da proteção. Enquanto a PrEP oral exige uso frequente e contínuo, o medicamento injetável mantém níveis de proteção elevados por vários meses após a aplicação, o que pode facilitar a adesão e reduzir falhas no uso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos clínicos de grande porte mostraram sua eficácia próxima de 100% na prevenção do HIV, inclusive entre mulheres, grupo que historicamente enfrenta mais limitações com os métodos disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esses resultados, a Organização Mundial da Saúde passou a recomendar o lenacapavir como opção adicional de PrEP e o classificou como a melhor alternativa disponível enquanto ainda não existe uma vacina contra o vírus.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://glomes.com.br/wp-content/uploads/2026/01/260119-info-lenacapavir-1.jpg" alt="" class="wp-image-66441"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. O lenacapavir pode ser incorporado ao SUS?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, a incorporação é possível, mas ainda não está em curso e depende principalmente de decisões políticas e de negociação de preço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque a aprovação do medicamento pela Anvisa autoriza o uso no país, mas não garante sua oferta automática na rede pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que isso aconteça, é necessário que haja um pedido oficial de incorporação e que o medicamento passe por análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), responsável por avaliar critérios como eficácia, segurança e custo-benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, até o momento NÃO há solicitação em andamento para a análise do lenacapavir.<br>Especialistas, no entanto, avaliam que o lenacapavir pode ampliar as estratégias de prevenção ao HIV ao reduzir um dos principais desafios da PrEP oral: a dificuldade de manter o uso diário do medicamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ser aplicado apenas duas vezes por ano, o injetável tende a beneficiar principalmente pessoas em situação de maior vulnerabilidade ou com menos acesso regular aos serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a infectologista Rosana Del Bianco, diretora de Internação no Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids do Estado de São Paulo, o lenacapavir deve ser visto como mais uma ferramenta dentro dessa prevenção combinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ele é mais uma arma no sentido da prevenção, porque é uma injeção apenas duas vezes por ano. A praticidade é muito grande. A PrEP oral é altamente efetiva e gratuita, mas envolve o uso diário do comprimido, e isso acaba falhando para muita gente”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rosana destaca que o medicamento não substitui as estratégias já existentes, mas amplia as opções para diferentes perfis de usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente já tem o tenofovir com a emtricitabina, os preservativos, o cabotegravir injetável. O lenacapavir vem para somar, principalmente para aquelas pessoas mais vulneráveis, que não conseguem fazer o uso oral diário”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. O preço é hoje o principal entrave para o SUS?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Hoje, o custo do lenacapavir é apontado por especialistas como o principal obstáculo para que o medicamento chegue ao sistema público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Estados Unidos, o lenacapavir é vendido por valores que variam entre US$ 25 mil e US$ 28 mil por pessoa ao ano para uso como PrEP, podendo chegar a US$ 40 mil a US$ 44 mil anuais em indicações terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraste, estudos publicados em revistas científicas internacionais estimam que versões genéricas do lenacapavir poderiam custar entre US$ 25 e US$ 47 por ano, valor considerado compatível com sistemas públicos universais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil, no entanto, ficou de fora dos acordos de licenciamento voluntário firmados pela fabricante, que autorizaram a produção de genéricos em cerca de 120 países de renda baixa e média-baixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa exclusão mantém o medicamento sob monopólio e limita, ao menos no curto prazo, alternativas para redução significativa de custos no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, como do ponto de vista científico a eficácia do lenacapavir já está bem estabelecida, o foco do debate atualmente não é mais se o medicamento funciona, mas se ele é viável do ponto de vista financeiro e operacional dentro de um sistema público universal como o SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, esse debate avança em meio à preparação de um estudo de implementação coordenado pela Fiocruz, que ainda não foi iniciado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é acompanhar, na rotina dos serviços de saúde, como o lenacapavir pode ser incorporado à prevenção do HIV, reunindo dados sobre adesão, organização da oferta, fluxos de atendimento e perfil do público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo terá caráter observacional — sem reavaliar a eficácia clínica do medicamento — e será realizado em sete cidades: Campinas, Florianópolis, Manaus, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto central do estudo é o modelo de adesão. A participação será voluntária e espontânea, sem recrutamento ativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, pessoas pertencentes ao público elegível que procurarem os serviços de saúde para iniciar ou manter a PrEP poderão optar entre o esquema oral já disponível no SUS ou a PrEP injetável com lenacapavir, no contexto do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A infectologista Beatriz Grinsztejn, responsável pela coordenação do projeto pela Fiocruz, tem ressaltado que a iniciativa busca gerar dados práticos para subsidiar discussões futuras sobre políticas públicas, especialmente no que diz respeito à operacionalização da estratégia no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grinsztejn, que assumiu a presidência da International AIDS Society (IAS), também reforça que a prevenção ao HIV no país já conta com ferramentas eficazes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A PrEP oral segue disponível no SUS e é uma estratégia consolidada de prevenção”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. O Brasil tem histórico para negociar esse tipo de medicamento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O Brasil acumula uma experiência longa na negociação de medicamentos contra o HIV/Aids, construída desde os anos 1990 a partir da decisão de garantir tratamento gratuito e universal pelo SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para sustentar esse modelo, o governo precisou negociar preços com a indústria farmacêutica, buscar alternativas de fornecimento e investir, ao longo do tempo, em produção nacional e parcerias tecnológicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse histórico ajuda a entender por que o lenacapavir já está no radar das negociações, mesmo antes de qualquer decisão sobre incorporação ao SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este mês, por exemplo, a Gilead Sciences assinou um memorando de entendimento com o Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz (Farmanguinhos) para avaliar formas de cooperação, incluindo uma possível transferência de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo, porém, não garante produção local nem redução imediata de preço; trata-se de uma etapa preliminar de diálogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Do ponto de vista da infectologia, o lenacapavir representa o nosso maior avanço desde o início das terapias antirretrovirais, principalmente por ser uma tecnologia injetável de longa ação, a cada seis meses. Mas, no cenário atual, ele não muda nada, porque estamos fora do acordo de genéricos e um tratamento que custa cerca de US$ 40 mil por ano é inviável para a saúde pública”, diz a médica infectologista Mafê Medeiros, especialista em saúde da população LGBTQIA+</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por causa desse alto custo, Medeiros avalia que o lenacapavir só faz sentido como política pública se vier acompanhado de uma análise cuidadosa de custo-efetividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na leitura da especialista, o medicamento tem potencial para integrar o SUS sobretudo por reduzir a necessidade de consultas frequentes, exames e deslocamentos aos serviços de saúde, especialmente quando comparado a outras opções injetáveis, como o cabotegravir, aplicado a cada dois meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferença, segundo ela, pode representar economia operacional para o sistema, ao diminuir o número de visitas e o uso de insumos ao longo do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em saúde pública, não tem como ignorar que o dinheiro é limitado”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota enviada ao g1, a Gilead Sciences do Brasil afirmou que mantém conversas institucionais sobre o tema, mas ressaltou que “estratégias de acesso, precificação ou eventual incorporação ao SUS dependem de etapas regulatórias e de avaliações conduzidas pelas instâncias competentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa acrescentou que “mantém diálogo contínuo com autoridades de saúde no Brasil e, à medida que esses processos avancem, compartilhará atualizações de forma oportuna e transparente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> AQUI A NOTÍCIA CHEGA PRIMEIRO: Seu novo portal de notícias de Feira de Santana e região! Entre no nosso&nbsp;</em></strong><a href="https://chat.whatsapp.com/Crm920IH9Q0C31OMlHHu2L"><strong><em>grupo do WhatsApp</em></strong></a><strong><em>&nbsp;e receba as principais notícias na palma&nbsp;da&nbsp;mão!</em></strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Quem poderia ser priorizado no SUS, caso o medicamento seja adotado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso o lenacapavir venha a ser incorporado ao SUS, especialistas avaliam que a adoção dificilmente ocorreria de forma ampla e imediata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como acontece com outras tecnologias novas e de alto custo, a tendência seria uma implementação gradual, guiada por critérios técnicos definidos pelo Ministério da Saúde e pelas instâncias responsáveis pela avaliação de tecnologias em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a priorização poderia considerar situações em que o risco de infecção permanece elevado apesar da existência da PrEP oral e de outras estratégias de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas apontam que há grupos e contextos em que barreiras estruturais, sociais ou logísticas dificultam o acesso contínuo aos serviços de saúde, o que acaba limitando a efetividade das políticas atuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lenacapavir, por ter aplicação semestral, poderia ser avaliado como uma alternativa nesses casos, desde que demonstrasse benefícios claros em relação às opções já disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, a adesão à PrEP oral gira em torno de 60%, enquanto cerca de 40% das pessoas têm dificuldade em manter o uso regular dos comprimidos. A introdução de uma opção injetável poderia justamente atender esse grupo que não consegue aderir ao esquema diário”, diz Rosana Del Bianco, infectologista e diretora de Internação no Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids do Estado de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. O lenacapavir substituiria a PrEP oral no Brasil?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">NÃO. A avaliação predominante entre especialistas é que o lenacapavir não substituiria a PrEP oral, que já é uma das bases da política de prevenção ao HIV no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que está em discussão, segundo infectologistas e gestores, é a ampliação do conjunto de ferramentas disponíveis, e não a troca de uma tecnologia por outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lenacapavir entraria como uma opção adicional dentro da chamada prevenção combinada, permitindo que diferentes métodos coexistam e sejam utilizados de acordo com as necessidades e possibilidades do sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa lógica busca evitar dependência de uma única estratégia e aumentar a flexibilidade da política pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a substituição pura e simples da PrEP oral levantaria questões práticas e financeiras. A PrEP em comprimidos tem custo menor, logística conhecida e já está integrada aos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lenacapavir, por outro lado, envolve preço elevado, aplicação injetável e necessidade de adaptação da rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7. Como o lenacapavir age no organismo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lenacapavir atua no HIV de um jeito diferente dos remédios mais conhecidos. Em vez de atacar uma única etapa da infecção, ele mira a “carcaça” do vírus, o capsídeo: uma estrutura de proteína que funciona como uma cápsula protetora do seu material genético.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, ao atingir o capsídeo, o medicamento acaba atrapalhando várias fases do ciclo do HIV ao mesmo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo após a entrada do HIV na célula humana, o capsídeo precisa manter um equilíbrio delicado: ser estável o suficiente para proteger o material genético, mas flexível para se desmontar no momento certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lenacapavir interfere nesse processo, dificultando que o vírus faça esse “desencaixe” no tempo adequado e consiga levar seu material genético até o núcleo da célula, etapa essencial para que a infecção se estabeleça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o efeito do medicamento não se limita ao início da infecção. Em fases mais avançadas, quando o HIV tenta produzir novas partículas, o lenacapavir também interfere na montagem dos vírus recém-formados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado são partículas mal estruturadas, com menor capacidade de infectar outras células e de dar continuidade à infecção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como essa ligação ao capsídeo é duradoura, o bloqueio se mantém por longos períodos no organismo. É isso que permite esquemas de uso espaçados, como a aplicação a cada seis meses, tanto em estratégias de prevenção quanto de tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8. Qual é a eficácia comprovada do lenacapavir?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dados apresentados na 25ª conferência internacional sobre a Aids, que aconteceu em Munique, na Alemanha, em 2024, e publicados no NEJM, a Gilead Sciences mostrou que o lenacapavir tem uma eficácia geral de 100% na prevenção da infecção pelo HIV-1 – responsável por quase todas as infecções de HIV no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a publicação, que trouxe dados desse acompanhamento de mais de 2 mil mulheres cisgênero na Uganda e na África do Sul, o medicamento injetável aplicado somente duas vezes por ano se provou tão eficaz que o estudo clínico chegou a ser interrompido precocemente, já que os números superaram os critérios de interrupção pré-definidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo provou que NENHUMA das 2.134 mulheres que recebeu o lenacapavir contraiu o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Em comparação, 16 das 1.068 mulheres (ou 1,5%) que tomaram entricitabina (FTC) e fumarato de tenofovir desoproxila (TDF), a combinação farmacológica da PrEP, foram infectadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Já 39 das 2.136 mulheres (1,8%) que receberam emtricitabina (FTC) e tenofovir alafenamida (TAF), um comprimido diário chamado comercialmente de Descovy, foram infectadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resultados semelhantes apareceram também no PURPOSE 2, estudo que incluiu homens cis, homens trans, mulheres trans e pessoas não binárias em países como Brasil, Argentina, México, Peru, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse ensaio, o lenacapavir injetável aplicado duas vezes por ano reduziu em 96% o risco de adquirir HIV quando comparado à chamada incidência “de base”, isto é, a taxa esperada de infecção em pessoas com perfil semelhante que não utilizavam PrEP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que o risco observado entre usuários do lenacapavir foi apenas 4% do risco esperado sem prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também comparou diretamente o lenacapavir com a PrEP oral diária padrão (FTC/TDF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve 2 infecções entre cerca de 2.180 participantes que receberam o injetável, contra 9 infecções entre pouco mais de mil pessoas que usaram a PrEP oral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>9. O que dizem os organismos internacionais sobre o lenacapavir?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por causa desses números tão positivos, o Unaids, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, emitiu um comunicado afirmando que o medicamento oferece uma esperança de acelerar os esforços para acabar com a Aids como ameaça à saúde pública até 2030 – meta que faz parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, para que isso aconteça, a agência da ONU diz que a Gilead precisará assegurar que todas as pessoas que necessitam desse medicamento tenham seu acesso garantido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Garantir o acesso global equitativo a novas tecnologias pode ajudar o mundo a se colocar no caminho para acabar com a Aids como uma ameaça à saúde pública até 2030”, afirmou Winnie Byanyima, Diretora Executiva do Unaids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma linha, a Organização Mundial da Saúde classificou o lenacapavir como um avanço relevante na prevenção do HIV e publicou diretrizes recomendando o uso do medicamento injetável de longa duração como nova opção de PrEP, aplicada duas vezes ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a OMS, o lenacapavir deve integrar a chamada prevenção combinada, ao lado da PrEP oral e de outros métodos já existentes, ampliando o leque de escolhas para pessoas em maior risco de infecção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10. O que é essencial saber sobre o HIV e a Aids?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Aids é uma doença causada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV, na sigla em inglês). Esse vírus invade e enfraquece o sistema imunológico, que protege o corpo contra doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV atinge principalmente os linfócitos T CD4+. Ele modifica o DNA dessas células e se replica. Após se multiplicar, o vírus destrói os linfócitos e continua a infecção em novas células.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas que vivem com HIV/Aids (PVHA) com carga viral indetectável têm risco zero de transmitir o vírus por via sexual. Já pessoas que vivem com HIV/Aids que não estão em tratamento ou possuem carga viral detectável podem transmitir o vírus a outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A transmissão pode ocorrer por meio de relações sexuais sem proteção, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, caso não sejam adotadas as medidas preventivas necessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maneira mais eficaz de prevenir o HIV é a prevenção combinada, que utiliza várias abordagens simultâneas para atender diferentes necessidades e formas de transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a PrEP é uma das principais formas de prevenção do HIV. Comprimidos são tomados (PrEP diária e sob demanda) antes da relação sexual, o que permite ao organismo estar preparado para enfrentar um possível contato com o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você teve uma situação de risco, como sexo desprotegido ou uso compartilhado de seringas, faça o teste de HIV. Se a exposição ocorreu há menos de 72 horas, procure informações sobre a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do g1.</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/saiba-qual-futuro-do-medicamento-aprovado-pela-anvisa-com-quase-100-de-eficacia-na-prevencao-do-hiv/">Saiba qual futuro do medicamento aprovado pela Anvisa com quase 100% de eficácia na prevenção do HIV</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dose única de medicamento reduz colesterol em até 69%, diz estudo inicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento experimental pode reduzir colesterol em até 69% e prevenir ataques cardíacos com dose única, segundo estudo ainda não revisado por pares Isso é a realidade; não é ficção científica”, alerta o professor Riyaz Patel, ao anunciar os resultados preliminares de um ensaio clínico que testou o medicamento VERVE-102, que promete reduzir os níveis de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/dose-unica-de-medicamento-reduz-colesterol-em-ate-69-diz-estudo-inicial/">Dose única de medicamento reduz colesterol em até 69%, diz estudo inicial</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Medicamento experimental pode reduzir colesterol em até 69% e prevenir ataques cardíacos com dose única, segundo estudo ainda não revisado por pares</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é a realidade; não é ficção científica”, alerta o professor Riyaz Patel, ao anunciar os resultados preliminares de um ensaio clínico que testou o medicamento VERVE-102, que promete reduzir os níveis de colesterol LDL de uma pessoa – o chamado colesterol &#8220;ruim&#8221; – com somente uma injeção.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Cardiologista da University College London, Patel foi um dos participantes do ensaio clínico Heart-2 Fase 1b, cujos resultados foram divulgados preliminarmente por meio de comunicado de imprensa, via GlobeNewswire, mas ainda não foram revistos por pares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não tenha sido avaliado por outros especialistas da área antes da publicação formal, o estudo representa um marco potencial no tratamento de doenças cardiovasculares, oferecendo a possibilidade de substituir décadas de medicação diária por uma única dose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O chamado&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-os-diferentes-tipos-de-colesterol-e-entenda-como-o-controle-faz-bem-a-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colesterol</a>&nbsp;LDL (lipoproteína de baixa densidade) é uma substância que transporta colesterol pelo sangue, levando-o do fígado para os tecidos do corpo. Mas, quando há excesso dessas transportadoras de gordura na circulação, elas podem se acumular nas paredes das artérias e formar placas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente das estatinas, o tratamento mais tradicional e moderno contra o LDL elevado, que bloqueiam temporariamente a enzima que faz a síntese do colesterol no fígado (HMG-CoA redutase),&nbsp;<strong>o VERVE-102 “desliga” para sempre o gene que degrada os receptores de LDL nas células hepáticas</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o novo medicamento VERVE-102?</h2>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/06/slide-8-1-copiar.jpg?w=849&amp;h=477&amp;crop=0" alt="A inativação do gene PCSK9 tem o potencial de reduzir o colesterol LDL-C do sangue ao longo da vida • Verve Therapeutics/Divulgação" style="width:436px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">A inativação do gene PCSK9 tem o potencial de reduzir o colesterol LDL-C do sangue ao longo da vida • Verve Therapeutics/Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que muita gente pensa, a maior parte do colesterol do nosso corpo não vem da alimentação. Cerca de 75% são sintetizados pelo próprio organismo, principalmente no fígado, através de uma via metabólica onde o gene PCSK9 é um regulador-chave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem ele, um receptor de LDL pode fazer várias &#8220;viagens&#8221; entre a superfície e o interior da célula, removendo múltiplas partículas de LDL do sangue. Mas com o PCSK9,&nbsp;<strong>cada receptor faz só uma viagem e é destruído pelas organelas</strong>, o que reduz a capacidade da célula de remover o LDL do sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o VERVE-102 “mira” o PCSK9 para inativá-lo permanentemente, impedindo a produção da proteína de mesmo nome. Com isso, o fígado mantém mais receptores ativos, removendo continuamente mais LDL da circulação sanguínea. De “descartáveis”, os receptores voltam a ser “reutilizáveis”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A composição do VERVE-102 inclui dois componentes principais trabalhando em conjunto: um editor de adenina altamente específico e um RNA guia direcionado exclusivamente ao gene PCSK9. A abordagem única elimina a necessidade de medicamentos diários ou injeções frequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de eficiente, o tratamento se mostrou seguro e bem tolerado, sem eventos adversos graves relacionados ao medicamento. Essa terapia promete transformar o tratamento cardiovascular, oferecendo controle duradouro do colesterol com uma dose só, administrada via intravenosa durante duas a quatro horas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados do ensaio clínico e preparo de novos testes do VERVE-102</h2>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/06/1a_7acd91.jpg?w=849&amp;h=477&amp;crop=0" alt="A Verve Therapeutics realizará uma nova fase de testes do VERVE-102 • Verve Therapeutics/Divulgação" style="width:364px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">A Verve Therapeutics realizará uma nova fase de testes do VERVE-102 • Verve Therapeutics/Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O ensaio clínico com o medicamento experimental VERVE-102 incluiu 14 pessoas com hipercolesterolemia familiar, uma condição hereditária&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/colesterol-maioria-dos-brasileiros-descobre-doencas-relacionadas-tardiamente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">que eleva drasticamente o colesterol LDL e o risco de doenças cardiovasculares</a>. Todos toleraram bem a injeção única, sem efeitos adversos graves relatados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada grupo recebeu um número diferente de doses, o que se refletiu nas respostas. No grupo de menor dose, o colesterol LDL caiu em média 21%. Já o grupo intermediário teve queda de 41%. Os quatro pacientes que receberam a dose mais alta apresentaram uma redução média de 53% no colesterol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os voluntários que receberam a dose mais elevada, um indivíduo teve queda ainda mais expressiva:&nbsp;<strong>seus níveis de colesterol LDL foram reduzidos em 69%</strong>. Esse resultado isolado chamou a atenção por sugerir um potencial significativo de eficácia com uma única aplicação do VERVE-102.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerado uma lenda da cardiologia moderna, Eugene Braunwald, professor da Escola Médica de Harvard, comentou os dados iniciais no comunicado de imprensa da Verve, embora não tenha participado do estudo. Para ele, os resultados são &#8220;promissores&#8221; e sugerem o início de uma nova era no tratamento de doenças cardiovasculares hereditárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Verve Therapeutics, empresa que desenvolve o medicamento, iniciou uma nova fase de testes. Estão sendo recrutados voluntários no Reino Unido, Canadá, Israel, Austrália e Nova Zelândia, que receberão doses mais altas. A expectativa é que os resultados sejam divulgados no segundo semestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil /  Foto: Adobe Stock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DOENÇA HEPÁTICA METABÓLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vAYKQtrpgqM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/dose-unica-de-medicamento-reduz-colesterol-em-ate-69-diz-estudo-inicial/">Dose única de medicamento reduz colesterol em até 69%, diz estudo inicial</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Farmácia Popular: cidadãos receberão aviso sobre medicamento de uso contínuo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde (MS) passa a enviar, a partir desta semana, mensagens por aplicativo Whatsapp e por caixa postal do app Gov.BR para cidadãos que usam Programas do Sistema Único de Saúde (SUS). O primeiro envio será feito para um grupo de hipertensos que realizaram apenas 3 retiradas de medicamentos nos últimos 12 meses [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde (MS) passa a enviar, a partir desta semana, mensagens por aplicativo Whatsapp e por caixa postal do app Gov.BR para cidadãos que usam Programas do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro envio será feito para um grupo de hipertensos que realizaram apenas 3 retiradas de medicamentos nos últimos 12 meses no Farmácia Popular, programa do Governo Federal que disponibiliza gratuitamente, em farmácias credenciadas, os medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde. O objetivo da ação é alertar os cidadãos da importância de não interromper tratamentos que incluem medicamentos de uso contínuo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serão enviadas, inicialmente, cerca de 270 mil mensagens (de um total de 3,5 milhão de pessoas nesta situação) como forma de testar a efetividade da ação. O envio será realizado por WhatsApp e Caixa Postal do aplicativo GovBR.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança e privacidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter certeza de que uma mensagem recebida no WhatsApp é proveniente do Governo Federal, é preciso estar atento ao selo de Verificado azul da Meta, exibido ao lado do nome do perfil. Esse selo confirma que a conta foi autenticada pela plataforma. Outras fontes de informação incluem a caixa de entrada do aplicativo Gov.br e um banner informativo no site do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cidadão sempre receberá mensagem perguntando se ele deseja ou não continuar recebendo mensagens relacionadas ao Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também fazem parte da programação de disparos do Ministério da Saúde, lembretes sobre retirada de medicamentos para diabetes, vacinação e agendamento de consultas médicas com especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Portal Saúde News / *Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ABOMPROCI E SEGURANÇA DO TRABALHO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pYzBB0uF1uo?start=2879&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/farmacia-popular-cidadaos-receberao-aviso-sobre-medicamento-de-uso-continuo/">Farmácia Popular: cidadãos receberão aviso sobre medicamento de uso contínuo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Medicamento para baixar colesterol reduz o risco de demência, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 13:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos medicamentos mais populares no mundo, as estatinas (usadas para baixar níveis de colesterol “ruim”) podem também reduzir os riscos de demência A demência, uma doença neurodegenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo inteiro, com pouquíssimas opções eficazes para preveni-la ou tratá-la, pode ter seus riscos reduzidos por um medicamento extremamente comum: as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um dos medicamentos mais populares no mundo, as estatinas (usadas para baixar níveis de colesterol “ruim”) podem também reduzir os riscos de demência</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demência, uma doença neurodegenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo inteiro, com pouquíssimas opções eficazes para preveni-la ou tratá-la, pode ter seus riscos reduzidos por um medicamento extremamente comum: as estatinas.<a href="https://t.teads.tv/track?action=hpl-register&amp;auctid=5a6754ac-535c-48e3-84da-1f3077dd9da1"></a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em um estudo recente,&nbsp;<a href="https://jnnp.bmj.com/content/early/2025/03/21/jnnp-2024-334708" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado na revista BMJ Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry,</a>&nbsp;pesquisadores sul-coreanos descobriram que manter o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-os-diferentes-tipos-de-colesterol-e-entenda-como-o-controle-faz-bem-a-saude/">colesterol</a>&nbsp;“ruim” (LDL) em níveis baixos, mas não muito baixos, pode ser uma proteção contra a demência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa,&nbsp;<strong>essa proteção parece ser maior em pessoas que usam estatinas</strong>&nbsp;do que naquelas que têm LDL naturalmente baixo. Isso sugere que esses medicamentos para baixar os níveis de gordura no sangue podem ter efeitos protetores adicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os benefícios dos baixos níveis de LDL-C sejam conhecidos há longo tempo na proteção contra eventos cardiovasculares, sua relação com a demência tem sido menos clara. Não se conhece, principalmente, o limite abaixo do qual não há mais benefícios para&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-proteger-o-cerebro-do-declinio-cognitivo-no-envelhecimento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reduzir o risco de declínio cognitivo</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, os autores destacam a complexidade do Colesterol da Lipoproteína de Baixa Densidade (LDL-C), uma “figurinha carimbada” nos exames de sangue. Eles também questionam o princípio geral de “quanto mais baixo, sempre melhor”.Play Video</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o objetivo geral do estudo atual foi “explorar a correlação entre os níveis de LDL-C e o risco de desenvolver demência,&nbsp;<strong>abrangendo demência por todas as causas e demência relacionada à doença de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/alzheimer-saiba-mais-sobre-a-doenca-seus-sintomas-como-preveni-la-e-trata-la/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alzheimer</a></strong>”. Trata-se de um estudo robusto, baseado em dados clínicos de 11 hospitais universitários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Testando a relação entre colesterol “ruim” e demência</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter" id="attachment_12586590"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/2149742199.jpg" alt="" class="wp-image-12586590"/><figcaption class="wp-element-caption">LDL-C abaixo de 70 mg/dL significa um risco 26% menor de diagnóstico de demência • Freepik</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Para testar suas hipóteses, os autores analisaram dados ambulatoriais coletados entre 1986 e 2020 de mais de 12 milhões de pacientes adultos sem diagnóstico prévio de demência, acompanhados por pelo menos 180 dias&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/a-partir-de-que-idade-criancas-e-adolescentes-devem-dosar-o-colesterol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">após o teste de LDL-C no perfil lipídico</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo inicial selecionado para o estudo de coorte “compreendeu 192.213 pacientes com níveis de LDL-C menores que 1,8 mmol/L (&lt;70mg/dL) e 379.006 pacientes com níveis de LDL-C maiores que 3,4 mmol/L (&gt;130mg/dL), e os combinaram em dois grupos de 108.980 pares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas com níveis de LDL-C abaixo de 70 mg/dL tiveram um risco 26% menor de serem diagnosticado com demência por todas as causas e um risco 28% menor de demência relacionada à doença de Alzheimer, do que aqueles com níveis de LDL-C superiores a 130 mg/dL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, quando os níveis de LDL caíam abaixo de a 54 mg/dL, os participantes apresentavam somente um risco 18% menor de contrair demência ou Alzheimer. Mas,&nbsp;<strong>se os níveis de LDL caíssem abaixo de 31 mg/dL, o efeito protetor desaparecia completamente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando tratadas com estatinas, as pessoas com LDL-C abaixo de 70mg/dL tiveram uma redução adicional de 13% no risco de demência e 12% no risco de Alzheimer, em comparação com os não usuários do medicamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, mesmo nos pacientes com níveis mais altos de LDL-C, as estatinas reduziram ligeiramente o risco de demência. No entanto, a medicação não teve qualquer efeito naqueles com níveis de LDL-C abaixo de 55 mg/dL.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que colesterol e estatina reduzem o risco de demência?</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter" id="attachment_12586525"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/1a.jpg" alt="" class="wp-image-12586525"/><figcaption class="wp-element-caption">As estatinas regulam os níveis da proteína beta-amiloide que formam as placas no Alzheimer • YaleMedicine</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Para os autores, altos níveis de LDL-C provocam inflamação, estresse oxidativo e desequilíbrio no colesterol cerebral, fatores implicados no surgimento da demência. Já o colesterol baixo reduz o risco de aterosclerose e doença cerebrovascular, precursores do declínio cognitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estatinas, por sua vez, melhoram a função das células do revestimento interno dos vasos sanguíneos, reduzem a neuroinflamação e regulam os níveis da proteína beta-amiloide, cuja acumulação tóxica forma as placas características do Alzheimer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso sugere que&nbsp;<strong>as estatinas podem ter efeitos neuroprotetores além de simplesmente reduzir o LDL-C</strong>, possivelmente por meio de um mecanismo anti-inflamatório ou vascular”, explica a CEO da Re:Cognition Health, Emer MacSweeney, ao Medical News Today.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela adverte que o efeito observado foi modesto, e a confirmação da efetiva causalidade dependerá de mais estudos. Mas, mesmo sem provas de que o LDL-C baixo reduz o risco de demência, manter esses níveis abaixo de 100 mg/dL é recomendado para proteção cardiovascular, alertou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a neurorradiologista consultora, que não participou do estudo, a manutenção de níveis saudáveis de LDL-C e otimização dos benefícios cognitivos, o ideal é manter uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e gorduras saudáveis como azeite, nozes e peixes gordurosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que a terapia com estatinas só deve ser considerada se houver indicação de um médico, MacSweeney&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/quais-os-riscos-da-mastigacao-inadequada-veja-5-dicas-para-evita-los/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aconselhou alguns itens da cartilha da saúde preventiva</a>, como atividade física regular, evitar tabagismo, limitar consumo de álcool, controlar o peso e monitorar a hipertensão e o diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este estudo dos pesquisadores da Universidade Hallym, em Chuncheon na Coreia do Sul, traz importantes implicações para o tratamento preventivo da demência. O destaque é o papel duplo das estatinas na proteção cardiovascular e, potencialmente, também na neurológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / Estatinas • Getty Images</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SEM ÁGUA FICA DIFÍCIL: PRECISA SE DISCUTIR COM PROFUNDIDADE A REALIDADE DO NOSSO MUNICÍPIO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/_bysieo4LE8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/medicamento-para-baixar-colesterol-reduz-o-risco-de-demencia-diz-estudo/">Medicamento para baixar colesterol reduz o risco de demência, diz estudo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Ministério da Saúde adota medicamento para brucelose humana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 13:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[brucelose]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou a inclusão do Sulfato de gentamicina 40mg/mL solução injetável 2mL como opção de tratamento para a brucelose humana no SUS. Segundo o MS, com essa medida, o tempo de tratamento com a medicação injetável é reduzido de 14 para 7 dias, proporcionando maior comodidade e aumentando a adesão dos pacientes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde anunciou a inclusão do Sulfato de gentamicina 40mg/mL solução injetável 2mL como opção de tratamento para a brucelose humana no SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MS, com essa medida, o tempo de tratamento com a medicação injetável é reduzido de 14 para 7 dias, proporcionando maior comodidade e aumentando a adesão dos pacientes ao tratamento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação de gentamicina com doxiciclina oferece uma abordagem terapêutica mais eficaz, trazendo vantagens significativas para os pacientes. Atualmente, cerca de 3,5 mil pessoas com brucelose humana são tratadas anualmente no SUS, com um investimento estimado de R$ 250 mil por ano.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A brucelose humana é uma doença zoonótica transmitida ao ser humano por meio de contato direto ou indireto com animais terrestres e aquáticos infectados com bactérias do gênero Brucella spp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença afeta principalmente trabalhadores que lidam com animais e atuam na cadeia de produção de laticínios, carnes e seus derivados, podendo causar incapacidade para o trabalho e diminuição do rendimento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerada uma das zoonoses mais comuns e significativas do mundo, a brucelose humana apresenta alta prevalência em algumas regiões, como a América do Sul. No entanto, ainda é pouco conhecida, de difícil diagnóstico, subnotificada e negligenciada, gerando impactos ocupacionais, sanitários e econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas mais comuns incluem febre, mal-estar, sudorese noturna, calafrios, fraqueza, cansaço, perda de peso e dores musculares, articulares, abdominais e nas costas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa iniciativa, o Ministério da Saúde reforça seu compromisso com a saúde da população, ampliando as opções terapêuticas no SUS e garantindo um tratamento mais eficaz e acessível para a brucelose humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Via: Agência Sertão / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="JANEIRO BRANCO!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/N2NNRqFAcw4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Medicamento mais caro do mundo passa a ser aplicado no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 12:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos remédios mais caros do mundo voltado para o tratamento de crianças com distrofia muscular de Duchenne (DMD) foi aplicado pela primeira vez no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento chamado delandistrogeno moxeparvoveque, comercialmente conhecido como Elevidys é usado para terapia gênica e produzido pela farmacêutica Roche. O remédio foi aprovado pela Agência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um dos remédios mais caros do mundo voltado para o tratamento de crianças com distrofia muscular de Duchenne (DMD) foi aplicado pela primeira vez no Sistema Único de Saúde (SUS). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O medicamento chamado delandistrogeno moxeparvoveque, comercialmente conhecido como Elevidys é usado para terapia gênica e produzido pela farmacêutica Roche. O remédio foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no início de dezembro de 2024.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento de alto custo é o principal fator que chama atenção, enquanto nos Estados Unidos, custa cerca de US$3,2 milhões, no Brasil foi estipulado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) o valor máximo de R$11 milhões o que faz dele o remédio mais caro disponível no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), o medicamento será disponibilizado no prazo de 90 dias para pacientes que cumprirem todos os requisitos para o recebimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a compra e a aplicação do medicamento em 57 dias, antecipando-se ao limite determinado pela Justiça. As primeiras infusões foram realizadas no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), referência no atendimento de doenças raras pelo SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distrofia muscular de Duchenne, ou síndrome de Duchenne, é uma doença genética rara que acomete, principalmente, pessoas do sexo masculino. A alteração genética é caracterizada pela falta ou alteração da proteína distrofina no músculo das crianças, que causa o principal sintoma da doença, a fraqueza muscular. A condição pode levar à perda progressiva de habilidades motoras, como subir escadas, pular e correr.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como funciona o Elevidys</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tratamento introduz células musculares (uma versão funcional do gene responsável pela produção da distrofina)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proteína passa a ser parcialmente produzida, o que pode contribuir para retardar a progressão da doença e preservar a função muscular</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente não espera que o tratamento vá reverter aquela perda de força que o paciente já teve. É muito importante dizer para as famílias que não é uma cura. Os estudos realizados até agora indicam que o medicamento pode estabilizar ou retardar a progressão da doença, mas sua duração ainda é incerta”, explicou Michelle Becker, neurologista infantil responsável pelo Ambulatório de Doenças Neuromusculares do HCPA em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O medicamento foi importado da Alemanha no início de fevereiro, e as infusões ocorreram no hospital de Porto Alegre nos dias 12 e 13 de fevereiro. Devido às especificidades do remédio, ele precisa ser armazenado em um ultra-freezer a -80ºC. O processo de administração, desde o preparo até a infusão, durou cerca de duas horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não sei se, no futuro, essa medicação poderá ter um efeito mais duradouro. Ainda não há evidências, mas só de estabilizar, a gente se sente abençoado”, afirmou Alessandro Neve, pai de um dos pacientes, em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luana Fassina, mãe da outra criança tratada, também acredita que o medicamento pode proporcionar uma melhor qualidade de vida ao filho. “Ainda não consigo acreditar, mas graças a Deus e ao ministério, estamos dando um passo em busca de uma vida mais digna para ele”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terapia gênica no SUS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“O laboratório produtor deverá apresentar dados adicionais sobre os benefícios da terapia, pois as evidências disponíveis ainda são limitadas”, informou o Ministério da Saúde. O registro atual é válido até dezembro de 2029, podendo ser renovado caso a farmacêutica cumpra os critérios exigidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as informações do A Tarde / Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="QUAIS OS IMPACTOS E DESAFIOS QUE O PARECER 50 ENFRENTERÁ?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/s374Rv6LLaA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/medicamento-mais-caro-do-mundo-passa-a-ser-aplicado-no-sus/">Medicamento mais caro do mundo passa a ser aplicado no SUS</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Anvisa aprova medicamento para câncer de pulmão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pulmão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tumor no pulmão é a quarta neoplasia mais incidente no Brasil Um medicamento para tratamento de câncer de pulmão diagnosticado em fases iniciais foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (25). O remédio Alecensa, composto pela molécula alectinibe, já fazia parte do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tumor no pulmão é a quarta neoplasia mais incidente no Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um medicamento para tratamento de câncer de pulmão diagnosticado em fases iniciais foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (25). O remédio Alecensa, composto pela molécula alectinibe, já fazia parte do tratamento de casos avançados da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tumor no pulmão é a quarta neoplasia mais incidente no Brasil, além de ser a que apresenta a maior mortalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, realizado em 27 países com 257 pacientes, avaliou a eficácia e segurança do alectinibe em comparação à quimioterapia baseada em platina, que é o tratamento padrão para câncer de pulmão não pequenas células metastático. Após três anos de tratamento, nove em cada dez pacientes ficaram livres da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O alectinibe é o primeiro inibidor de ALK aprovado para pessoas com câncer de pulmão não pequenas células em estágio inicial positivo para ALK, que foram submetidas à cirurgia para remover o tumor. Atualmente, após a cirurgia, esse tipo de câncer é tratado com quimioterapia, mas em muitos casos, infelizmente, a doença regressa, se espalhando para outras partes do corpo”, explica Michelle França, líder médica da Roche Farma Brasil, farmacêutica desenvolvedora do remédio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 85% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão no país são do tipo não pequenas células. Destes, aproximadamente 5% possuem alteração do gene ALK. Os pacientes com essa mutação costumam ser pessoas jovens, com menos de 55 anos, que nunca fumaram ou com histórico leve de tabagismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia.ba / Imagem: Portal Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="AS NUANCES NO MUNDO DA FOTOGRAFIA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/lfpUtp-g8BU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/anvisa-aprova-medicamento-para-cancer-de-pulmao/">Anvisa aprova medicamento para câncer de pulmão</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Minoxidil causa impotência? Entenda como funciona o medicamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 13:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Minoxidil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista em produtos farmacêuticos revela quais são os riscos e benefícios da substância O minoxidil, muitas vezes confundido e utilizado como um simples cosmético, é, na verdade, um medicamento para tratar doenças. E, como todo remédio, tem também os seus efeitos colaterais. No entanto, quando bem utilizado – sob prescrição e acompanhamento médico – ele pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Especialista em produtos farmacêuticos revela quais são os riscos e benefícios da substância</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>minoxidil</strong>, muitas vezes confundido e utilizado como um simples cosmético, é, na verdade, um medicamento para tratar doenças. E, como todo remédio, tem também os seus efeitos colaterais. No entanto, quando bem utilizado – sob prescrição e acompanhamento médico – ele pode proporcionar inúmeros benefícios para a <a href="https://www.saudeemdia.com.br/alimentacao/para-alem-de-produtos-quimicos-saiba-usar-alimentacao-favor-do-crescimento-capilar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde capilar</a>. Inclusive, auxiliando no combate à <a href="https://www.saudeemdia.com.br/doencas/alopecia-saiba-quando-queda-de-cabelo-vira-um-problema-de-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alopecia</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Origem curiosa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Descoberto no final dos anos 1970, o minoxidil, inicialmente, era utilizado para tratar a hipertensão arterial. Mas, rapidamente, outra função foi identificada. “Os pacientes que utilizavam essa medicação apresentavam, como efeitos adversos, o crescimento de pelos em áreas indesejadas no corpo, em especial, na face”, revela a farmacêutica, Patrícia França.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em 1980, o minoxidil oral foi descrito como medicamento efetivo para o tratamento da Alopecia Androgenética masculina e, posteriormente, utilizado sob a forma de solução tópica em mulheres e homens para a mesma finalidade”, completa a especialista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como usar o minoxidil corretamente – em cápsulas e cremes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Patrícia, os resultados do uso adequado de minoxidil podem variar de acordo com as condições do paciente e, geralmente, começam a aparecer após três e seis meses de tratamento. Mas, para que os efeitos sejam realmente positivos, é necessário fazer o uso contínuo do medicamento, com acompanhamento de um dermatologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os ensaios clínicos do uso contínuo do minoxidil sugerem que a melhora é sustentada desde que o tratamento seja mantido. Qualquer efeito positivo no crescimento do cabelo é perdido dentro de quatro a seis meses após a interrupção do tratamento”, revela o Dr. Daniel Cassiano, dermatologista membro da&nbsp;<a href="https://www.sbd.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)</a>&nbsp;e da&nbsp;<a href="https://www.sbcd.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD)</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, as duas formas de minoxidil – em cápsulas e cremes – são utilizadas para incentivar o crescimento de barba e cabelo. “Recentemente voltamos a prescrever o minoxidil oral, não como anti-hipertensivo, mas, para o tratamento das alopecias. É particularmente interessante nos pacientes que não têm a disciplina de aplicar o produto tópico diariamente”, explica o Dr. Cassiano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possíveis efeitos colaterais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, a desvantagem de utilizar o minoxidil em cápsulas é que seus efeitos colaterais podem ser mais intensos. “A forma tópica é mais tolerada e seus efeitos adversos, embora infrequentes, quando aparecem são leves”, conta Patrícia. Confira os possíveis efeitos colaterais do minoxidil, de acordo com os especialistas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Irritação;</li>



<li>Coceira;</li>



<li>Dermatite na região aplicada;</li>



<li>Hipertricose – crescimento excessivo de pelos;</li>



<li>Taquicardia reflexa;</li>



<li>Palpitações;</li>



<li>Retenção hídrica.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse são alguns dos motivos que tornam o uso indiscriminado de minoxidil algo não recomendado. Por isso, vale reforçar que ele é um medicamento e, assim como qualquer outro remédio, necessita de prescrição e acompanhamento médico para funcionar de maneira adequada e não causar nenhum prejuízo para a saúde dos pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Minoxidil causa impotência?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Minoxidil deixa impotente?</strong>&nbsp;Não. De acordo com Patrícia, até o presente momento, nenhum estudo científico conseguiu comprovar a relação entre o uso do medicamento e a&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/doencas/disfuncao-eretil-solucoes-simples-podem-acabar-com-o-problema/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">impotência sexual</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existe alguma composição específica para mulheres?</strong>. O que pode mudar é a dosagem de minoxidil definida pelo dermatologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Minoxidil também faz efeito na sobrancelha e em outras regiões?</strong>&nbsp;Sim. Qualquer área pilosa – onde existem pelos – pode ser tratada com o medicamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes</strong>: Patrícia França, farmacêutica e gerente científica da <a href="https://www.biotecdermo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Biotec Dermocosméticos</a> e Dr. Daniel Cassiano, dermatologista membro da <a href="https://www.sbd.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)</a>, da <a href="https://www.sbcd.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD)</a> e cofundador da clínica <a href="https://www.grusaude.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GRU Saúde</a>. / Foto: © Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Alopecia e estresse (inverno e cuidados com a saúde do cabelo)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YKjXeTTTF1A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>Efeito do câncer de mama sem interferência de medicamento é detalhado em estudo com animais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 14:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[EEFE]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[morte celular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Camundongos sofreram atrofia em órgãos e tecidos musculares, desencadeada pelo aumento do processo de morte celular programada Texto: Diogo Silva*Arte: Diego Facundini* &#8211; Segunda, 2 de setembro de 2024 Os efeitos do câncer de mama quando ainda não é feita a administração de medicamentos são detalhados em estudo conduzido por pesquisadores da Escola de Educação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Camundongos sofreram atrofia em órgãos e tecidos musculares, desencadeada pelo aumento do processo de morte celular programada</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Texto: Diogo Silva*<br>Arte: Diego Facundini* &#8211; Segunda, 2 de setembro de 2024</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos do câncer de mama quando ainda não é feita a administração de medicamentos são detalhados em estudo conduzido por pesquisadores da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP. Por meio de experimentos realizados em animais, foi detectada atrofia do coração, músculos e pulmão causada por aumento do processo de morte celular programada na ausência do medicamento doxorrubicina, usado no tratamento da doença. As descobertas do estudo contribuirão para entender os mecanismos relacionados a evolução do câncer de mama nos pacientes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-2-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-130693" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-2-1024x512.jpg 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-2-300x150.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-2-768x384.jpg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-2-1536x768.jpg 1536w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/08/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-2-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de mama é uma doença cuja incidência e mortalidade aumentaram significativamente nas últimas décadas, apresentando um grande desafio para a medicina. A pesquisa, realizada estudo pelo pós-doutorando Alex Cleber Improta Caria sob a orientação da professora Edilamar Menezes de Oliveira, teve como objetivo investigar efeitos da doença pouco estudados diretamente em seres humanos, uma vez que o tratamento farmacológico geralmente começa logo após o diagnóstico. Por essa razão, o trabalho foi realizado em um modelo animal, permitindo observar os impactos da doença no coração sem a interferência de medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os experimentos foram realizados em camundongos, analisando principalmente as células do tecido cardíaco. Os animais foram divididos em dois grupos. O primeiro se manteve saudável para estabelecer o grupo de controle. Já no segundo grupo, foram inoculadas células tumorais na mama. Após esse tumor crescer e se desenvolver, os pesquisadores observaram os efeitos no coração em comparação aos animais saudáveis. Além disso, foram feitas análise da expressão gênica e, posteriormente, análise da expressão proteica no coração dos camundongos. O estudo mostrou uma atrofia não só do coração, mas também de músculos esqueléticos. O coração com câncer diminuiu em tamanho e em peso, assim como o pulmão e outros músculos das pernas dos animais. De acordo com os pesquisadores, essa atrofia muscular é ocasionada por uma modificação na expressão de proteínas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Morte programada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de reconstituição (fibrose) e morte programada de células (apoptose) é feito por alguns tipos de proteínas. Sua formação ocorre quando um RNA mensageiro copia uma parte do DNA (expressão gênica) e leva até um ribossomo, onde o código genético será traduzido em uma proteína (expressão proteica). Para entender os motivos desses fenômenos observados nas células dos animais com câncer, o trabalho fez uma análise da expressão gênica e proteica nos animais. Foi observado um aumento na expressão de genes associados à fibrose como TGF beta e colágeno-1 no coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, era esperado um aumento dos genes pró-apoptóticos, ou seja, que levariam à morte programada de células. Ao passar para a análise da expressão proteica, o pesquisador observou um aumento das proteínas pró-apoptóticas. Por outro lado, houve uma diminuição das proteínas que inibem a apoptose nos grupos com câncer de mama. Isso indica que houve um aumento na expressão proteica, mas não na expressão genética. Segundo o autor, entre o momento em que o gene é sintetizado até ele ser traduzido para uma proteína, existem vários outros passos a serem percorridos. Dentre esses passos, ocorre a epigenética, que é uma regulação nos genes que pode ativar e desativar a expressão de genes específicos. Esse processo epigenético pode ter modificado esse resultado, mas ainda é incerto o que gera essa diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa concluiu que o câncer de mama, por si só, gera uma atrofia do coração e de outros órgãos e tecidos musculares por meio de apoptose aumentada e a de anti-apoptose reduzida. O trabalho foi premiado como “Melhor Pesquisa Básica” no 44° Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Para saber mais sobre a pesquisa, intitulada, “Modelo experimental de Câncer de Mama induz atrofia cardíaca através de via de sinalização de apoptose” acesse o site da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), neste link.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/08/20240822_pesquisadores-cancer-de-mama.jpg" alt="A foto mostra um homem branco, de cabelos e barba escuros, vestindo um blazer cinza escuro e calça preta ao lado de uma mulher branca, cabelos na altura dos ombros. Ela veste um blazer azul e uma calça preta. os dois estão em pé e , ao fundo, há uma obra de arte com um coração grande desconstruído. Eles seguram o prêmio nas mãos" class="wp-image-796230"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Edilamar Menezes de Oliveira e Alex Cleber Improta foram premiados como “Melhor Pesquisa Básica” no 44° Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Foto: Divulgação/EEFE</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Estagiário sob supervisão de Paula Bassi, da Seção de Relações Institucionais e Comunicação da EEFE. Adaptado por Júlio Bernardes<br>**Estagiário sob supervisão de Moisés Dorado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Fotomontagem <strong>Jornal da USP</strong> com imagens de: Anatomy, physiology and hygiene/<a href="https://archive.org/details/anatomyphysiolog00mayc/page/111/mode/1up?view=theater">Internet Archive Book Images</a> via <a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Anatomy,_physiology_and_hygiene_(1890)_(14762069534).jpg">Wikimedia Commons</a>/Domínio público; The breast: its anomalies, its diseases, and their treatment/<a href="https://archive.org/details/breastitsanomali00deav/page/25/mode/1up?view=theater">Internet Archive Book Images</a> via <a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_breast-_its_anomalies,_its_diseases,_and_their_treatment_(1917)_(14570290849).jpg">Wikimedia Commons</a>/Domínio público; Cyclopædia of obstetrics and gynecology/<a href="https://archive.org/details/cyclopdiaofobs09gran/page/60/mode/1up?view=theater">Internet Archive Book Images</a> via <a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cyclop%C3%A6dia_of_obstetrics_and_gynecology_(1887)_(14598265417).jpg">Wikimedia Commons</a>/Domínio público</p>



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