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	<title>menopausa |</title>
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	<title>menopausa |</title>
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		<title>Falta de preparo de médicos causa problemas a mulheres na menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:46:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A menopausa é uma fase marcante do envelhecimento feminino. Ela marca o fim da fase reprodutiva feminina, definida pela ausência de menstruação por 12 meses consecutivos e é determinada de forma retroativa, representando o término permanente da menstruação. Esse período do envelhecimento é natural e complexo às mulheres, causando diversos efeitos na saúde e na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A menopausa é uma fase marcante do envelhecimento feminino. Ela marca o fim da fase reprodutiva feminina, definida pela ausência de menstruação por 12 meses consecutivos e é determinada de forma retroativa, representando o término permanente da menstruação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse período do envelhecimento é natural e complexo às mulheres, causando diversos efeitos na saúde e na rotina. Entretanto, constantemente a menopausa é demonizada pela sociedade, em meio ao idadismo, escondendo sua real dimensão e necessidade de discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Envelhecimento populacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>), até 2030, cerca de 1,2 bilhão de mulheres no mundo estarão na pós-menopausa. Milhões de mulheres no Brasil estão lidando com mudanças hormonais, riscos cardiovasculares aumentados, osteoporose e desafios emocionais. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida da população tem aumentado cada vez mais, o que indica o envelhecimento populacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/usp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">USP</a></strong>, comenta que essas estatísticas indicam que a menopausa exige atenção médica. “Não é um evento isolado. Quando falamos de menopausa, a primeira coisa que vem à mente são as famosas ondas de calor. Mas a menopausa é muito mais do que isso.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impactos da menopausa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda de estrogênio acelera a perda de densidade óssea, aumentando o risco de osteoporose e fraturas. De acordo com o&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ministerio-da-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a></strong>, uma em cada três mulheres acima de 50 anos terá uma fratura por fragilidade óssea no País. Além dessas alterações, a menopausa provoca consequências ao sistema cardiovascular, urogenital e alterações metabólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro impacto de destaque é a saúde cognitiva. “Muitas mulheres na menopausa relatam dificuldade de concentração, lapsos de memória e até uma sensação de que o cérebro ‘não funciona como antes’. A queda de estrogênio afeta áreas do cérebro ligadas à memória e ao processamento cognitivo”, afirma o médico. Ele complementa que é necessário diferenciar sintomas transitórios, comuns na perimenopausa, de condições como demência, que requerem avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dessas alterações, a menopausa é responsável por mudar significativamente as emoções das mulheres, causando irritabilidade, ansiedade ou até depressão. Esses sintomas são confundidos com ‘crise de meia-idade’, mas têm uma base hormonal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Falta de preparo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio ao envelhecimento populacional acelerado, muitos profissionais de saúde estão despreparados para lidar com questões como a menopausa, segundo Dorea. “Apesar de afetar metade da população em algum momento, a menopausa ainda é pouco abordada na formação médica. Muitas mulheres chegam ao consultório com queixas claras, mas ouvem frases como ‘é só a idade’ ou ‘isso passa’. Isso é inaceitável.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de treinamento durante a formação, o tabu cultural a respeito desse momento e a falta de abordagem multidisciplinar, com a união de ginecologistas, cardiologistas, psicólogos e outros profissionais da área da saúde, são algumas das causas deste problema. A questão, entretanto, não se restringe ao Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terapias para a menopausa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas medidas têm sido adotadas ao redor do mundo para lidar melhor com o envelhecimento feminino e, consequentemente, a menopausa. No Reino Unido, por exemplo, campanhas públicas e diretrizes do NHS estão incentivando a educação sobre menopausa, de acordo com o médico. “Ainda há atraso, mas iniciativas no Brasil, como eventos da Sociedade Brasileira de Climatério, estão começando a mudar o cenário”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diversas opções terapêuticas para as mulheres lidarem com a menopausa, que variam de acordo com as especificidades e momento de vida de cada uma. A terapia hormonal é o tratamento mais eficaz para sintomas vasomotores e atrofia urogenital. Entretanto, deve ser individualizada, considerando riscos, como trombose e câncer de mama, e benefícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dessas vias, existem métodos terapêuticos não hormonais que podem auxiliar nesse momento. Antidepressivos (ISRS) para sintomas vasomotores e emocionais, gabapentina para suores noturnos e lubrificantes e hidratantes vaginais para saúde urogenital são alguns exemplos de métodos terapêuticos não hormonais. “Medidas relacionadas ao estilo de vida das mulheres, como prática de exercícios físicos, dieta rica em cálcio, vitamina D e ômega-3 e técnicas de relaxamento, como yoga, meditação, para ansiedade e sono, podem ser grandes aliados”, completa Dorea.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



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<iframe title="“A SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/bkqF2QlqZGY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impacto desse período é maior para mulheres negras Um estudo divulgado pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade. Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Impacto desse período é maior para mulheres negras<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo divulgado pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680453&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680453&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho.&nbsp;</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&gt;&gt; Siga o canal da&nbsp;<strong>Agência Brasil&nbsp;</strong>no WhatsApp</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Ameaça no âmbito profissional&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa vulnerabilidade deixa a mulher numa posição pior em relação aos outros estratos sociais.&nbsp;“Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”, ressaltou.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas da menopausa, incluindo os físicos e psicológicos&nbsp;não tratados, levam, segundo a pesquisadora, a uma insustentabilidade da relação profissional, o que impacta todo o núcleo familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É por isso que no Brasil, segundo as considerações do estudo, é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Saúde mental</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora, que é da área do direito&nbsp;e que trabalhou no estudo com a médica Fabiane Berta de Sousa, acrescenta que os sintomas não tratados podem gerar sérias consequências também de saúde mental.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”, explicou.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo ela, existe um fenômeno hoje em dia de menopausa precoce. Nosso modo de vida está aumentando a menopausa e a andropausa precoce”. Em relação à faixa etária, o documento aborda que, com o envelhecimento populacional, é necessário, mais atenção das redes públicas.&nbsp;</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“São fases complicadas, de altos e baixos emocionais. Pode&nbsp;haver rupturas em nível pessoal das quais a pessoa precisa se recuperar com o tempo e não está entendendo o que ocorre&nbsp;consigo mesma”.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O afastamento do trabalho gera reflexos, como explica a pesquisadora, como maior pressão previdenciária. “Ao invés de estarmos com trabalhadoras na sua melhor fase intelectual, surgem mais problemas previdenciários e sociais”, diz.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Necessidade de mapeamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ideal, nesse momento, de acordo com&nbsp;o estudo, é que o Brasil possa fazer um mapeamento sobre a menopausa para que haja compreensão da realidade nacional.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“A ausência de política pública nacional estruturada para a menopausa não é neutra. Produz efeitos concretos sobre a saúde, a economia e a cidadania de milhões de mulheres, com custos que se projetam sobre o sistema de saúde, a Previdência Social e a produtividade nacional”, mostra&nbsp;o documento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados internacionais demonstram que esses custos são mensuráveis: US$ 26,6 bilhões por ano nos Estados Unidos e US$ 150 bilhões globalmente, além de queda de 10% nos rendimentos das mulheres afetadas.&nbsp;<strong>No Brasil, segundo a estimativa, 29 milhões de mulheres estariam nessa fase e 87,9% apresentariam sintomas. Apenas 22,4% delas buscam&nbsp;tratamento.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“A magnitude do problema é proporcional à sua invisibilidade. Tratar a menopausa como política pública não significa patologizar o envelhecimento feminino, mas reconhecê-lo como etapa legítima do ciclo de vida que demanda cuidado, informação e proteção institucional”, diz&nbsp;o documento.&nbsp;</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">&#8220;Maior atenção&#8221;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No evento do Instituto Esfera, em Brasília, no lançamento do estudo e também de premiação de “mulheres exponenciais”, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, disse que identifica atualmente maior atenção na prevenção da saúde da mulher com o envelhecimento populacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">”Essas questões das fases do ciclo de vida feminino também se colocam em&nbsp;outra direção. Recentemente, tivemos um fórum de mulheres criado pelo Ministério da Saúde e é interessante que o grupo que representava as mulheres na menopausa foi um dos mais ativos”, lembrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil / Foto: © Frame TV Brasil</p>



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		<title>Mayo Clinic: maioria das mulheres de meia-idade com sintomas da menopausa não busca atendimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo&#160;estudo&#160;da&#160;Mayo Clinic&#160;destaca o impacto generalizado dos sintomas da menopausa em mulheres de meia-idade, e alerta para o fato de que a maioria esteja enfrentando essa fase da vida sem o cuidado médico necessário para ajudar a lidar com esses desafios. O estudo, publicado na Mayo Clinic Proceedings, baseou-se nas respostas de aproximadamente 5 mil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um novo&nbsp;<a href="https://www.mayoclinicproceedings.org/pb-assets/Health%20Advance/journals/jmcp/JMCP4762.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>&nbsp;da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/mayo-clinic/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mayo Clinic</a></strong>&nbsp;destaca o impacto generalizado dos sintomas da menopausa em mulheres de meia-idade, e alerta para o fato de que a maioria esteja enfrentando essa fase da vida sem o cuidado médico necessário para ajudar a lidar com esses desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, publicado na Mayo Clinic Proceedings, baseou-se nas respostas de aproximadamente 5 mil mulheres entre 45 e 60 anos, que foram entrevistadas em quatro unidades de&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/atencao-primaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atenção primária</a></strong>&nbsp;da Mayo Clinic. Mais de 3 em cada 4 entrevistadas apresentaram sintomas da menopausa, sendo que muitas relataram efeitos significativos na vida cotidiana, na produtividade no trabalho e no bem-estar geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da disponibilidade de opções de tratamento seguras e eficazes, os pesquisadores da Mayo Clinic constataram que os sintomas da menopausa continuam sendo subestimados, subtratados e abordados de forma inadequada no sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sintomas graves afetam a vida diária, mas poucas mulheres procuram atendimento ou recebem tratamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de um terço (34%) das mulheres entrevistadas relataram sintomas de intensidade moderada a muito alta. Distúrbios do sono e ganho de peso estavam entre os problemas mais comuns mencionados por mais da metade das participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado mais marcante foi que mais de 80% das mulheres que responderam à pesquisa não procuraram atendimento médico para tratar os sintomas da menopausa. Embora muitas mulheres tenham afirmado preferir lidar com os sintomas por conta própria, outras disseram estar ocupadas demais ou não saber que existem tratamentos eficazes. Apenas cerca de 1 em cada 4 mulheres estavam recebendo algum tipo de tratamento para os sintomas da menopausa no momento da pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A menopausa é uma experiência universal para as mulheres na meia-idade; os sintomas são comuns e impactantes, e ainda assim poucas recebem o cuidado que poderia ajudá-las,” diz Ekta Kapoor, M.B.B.S., endocrinologista, especialista em menopausa na Mayo Clinic em Rochester e autora principal do estudo. “Essa lacuna tem consequências reais para a saúde e a qualidade de vida das mulheres, e é hora de abordá-la de forma mais proativa.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem tratamento adequado, os sintomas da menopausa podem afetar negativamente o sono, o humor, a cognição e a produtividade, tanto no trabalho quanto em casa. Os resultados reforçam a importância de que os profissionais da saúde identifiquem e tratem de forma proativa os sintomas da menopausa em pacientes que possam estar enfrentando essas dificuldades, afirmam os autores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisadores pedem estratégias de cuidado proativas e novas ferramentas para reduzir a lacuna no tratamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo observou que as mulheres muitas vezes não mencionam espontaneamente suas preocupações com os sintomas da menopausa aos profissionais da saúde. Os pesquisadores da Mayo Clinic enfatizam a necessidade de estratégias que destigmatizem o cuidado com a menopausa e o torne mais visível e acessível. Estão em andamento iniciativas para desenvolver questionários, ferramentas digitais e aplicativos para smartphones que auxiliem as mulheres a identificar os sintomas, conhecer as opções de tratamento e ter conversas mais produtivas com seus profissionais de atenção primária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso objetivo é educar as mulheres e os profissionais da saúde sobre a menopausa,” diz Kapoor. “Ao facilitar o reconhecimento e a compreensão dos sintomas, podemos reduzir a lacuna entre necessidade e cuidado — e ajudar as mulheres de meia-idade a viver de forma mais saudável e plena.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações do Site Medicina SA</p>



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		<title>44% das brasileiras com sintomas da menopausa não buscam tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de atingir cerca de 30 milhões de mulheres no Brasil, a menopausa é uma fase ainda negligenciada pela sociedade e, até mesmo, pela comunidade médica, segundo uma pesquisa inédita conduzida pela&#160;Ipsos&#160;a pedido da&#160;Bayer, em agosto deste ano. O questionário, aplicado a 800 mulheres de 18 a 60 anos de todas as regiões e classes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/44-das-brasileiras-com-sintomas-da-menopausa-nao-buscam-tratamento/">44% das brasileiras com sintomas da menopausa não buscam tratamento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Apesar de atingir cerca de 30 milhões de mulheres no Brasil, a menopausa é uma fase ainda negligenciada pela sociedade e, até mesmo, pela comunidade médica, segundo uma pesquisa inédita conduzida pela&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ipsos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ipsos</a>&nbsp;</strong>a pedido da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/bayer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bayer</a></strong>, em agosto deste ano. O questionário, aplicado a 800 mulheres de 18 a 60 anos de todas as regiões e classes sociais, revelou que 44% das respondentes que apresentam sintomas da menopausa não realizam nenhum tipo de tratamento, mesmo diante do impacto físico e emocional que essa fase provoca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também mostrou que a menopausa é frequentemente deslegitimada, mesmo por pessoas próximas. Metade das mulheres da amostra geral afirma que seus sintomas de saúde já foram tratados como “exagero” ou “algo normal”, número que sobe para 65% entre as mulheres em pré-menopausa. A origem do problema pode ser observada entre familiares, citados por 41% das entrevistadas, e profissionais de saúde, apontados por 38%, índice que chega a 55% entre mulheres de 50 a 60 anos de idade. Segundo Ilza Monteiro, ginecologista e livre-docente da Universidade Estadual de Campinas (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/unicamp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unicamp</a></strong>), “essa naturalização do sofrimento feminino é um problema histórico. A mulher é ensinada a suportar suas dores, não a tratá-las, e isso pode ter consequências graves na saúde física e mental”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados ainda revelam desigualdades no acesso ao tratamento. Entre usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), a principal dificuldade está na demora para conseguir consulta com especialistas, enquanto mulheres com plano de saúde citam burocracia ou falta de cobertura. A falta de informação sobre a menopausa e suas opções terapêuticas aparece como um obstáculo em comum entre os grupos, atingindo aproximadamente uma em cada cinco mulheres (19%). “Estamos falando de uma condição biológica e previsível, que deveria ser discutida por todos. Mas, em contrapartida, temos um cenário no qual as mulheres enfrentam tabus e, consequentemente, não conhecem os sintomas, as opções de tratamento e o caminho para encarar essa fase com saúde e qualidade de vida”, afirma Ilza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Terapia de Reposição Hormonal (TRH), considerada o tratamento padrão ouro para o manejo dos sintomas da menopausa por entidades globais de saúde e ginecologia, é uma das alternativas mais eficazes para reduzir os sintomas desse período. Outra pesquisa conduzida pela Editora Abril, a pedido da Bayer, em setembro de 2024, com mais de 1300 mulheres, mostrou que 75% das entrevistadas que fizeram uso da TRH relataram melhora significativa na qualidade de vida. No entanto, mais da metade (53%) das mulheres questionadas pela Ipsos este ano relatou que seu médico nunca apresentou opções de reposição hormonal – enquanto 14% afirmaram que tiveram apenas um tipo de tratamento prescrito, sem discussão prévia sobre as alternativas disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um direito da mulher saber sobre todas as opções de tratamento para os sintomas da menopausa e, para isso, a relação com o médico deve ser pautada em evidências científicas e transparência. Só assim conseguiremos combater os medos e mitos que ainda são relacionados à TRH, além de evitar complicações futuras decorrentes da falta de tratamento adequado, como osteoporose, doenças cardiovasculares e outros impactos na qualidade de vida”, reforça a ginecologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre aquelas que justificaram por que não fazem uso da TRH, o medo de desenvolver câncer é citado por 22%. Entre a base total de entrevistadas, quando questionadas sobre os medos e receios relacionados à TRH, o câncer também aparece (20%), além de do ganho de peso (27%) e risco cardiovascular (18%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A ideia de que a terapia de reposição hormonal aumente o risco de câncer de mama tem origem em estudos antigos ou mal interpretados, como o Women’s Health Initiative, de 2002, que associou o uso prolongado de hormônios a um pequeno aumento de risco. Para a maioria das mulheres, a TRH é segura e altamente eficaz no controle dos sintomas da menopausa. O medo muitas vezes impede que pacientes recebam um tratamento que poderia melhorar significativamente sua qualidade de vida”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto do conhecimento médico, a pesquisa também evidenciou lacunas, especialmente sobre o uso do DIU hormonal, que pode fazer parte da TRH. A solução foi apresentada a apenas 2% das pacientes, mesmo sendo um fator essencial para a proteção endometrial – reduzindo o risco de desenvolvimento de câncer de endométrio. O DIU hormonal é disponibilizado gratuitamente pelos planos de saúde, mas apenas 30% das mulheres sabem sobre o recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Metodologia da pesquisa “Saúde Feminina, 2025”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo híbrido (online e presencial) conduzido pela Ipsos a pedido da Bayer, realizado com 800 mulheres entre 18 e 60 anos, em todas as regiões do Brasil, seguindo a metodologia ad-hoc, com margem de erro de 3,5 p.p.. A pesquisa foi aplicada entre os dias 21 e 28 de agosto de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ENTENDENDO OS DESAFIOS SEXUAIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/OC53B-hrJ74?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Doença hepática gordurosa é um risco a mais para mulheres na menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doença hepática]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queda nos níveis de estrogênio pode reduzir a proteção natural do fígado e favorecer o acúmulo de gordura A transição para a menopausa, marcada pela queda nos níveis hormonais, principalmente de estrogênio e progesterona, tem sido apontada como um fator de risco para a doença hepática gordurosa em mulheres acima de 50 anos. Atualmente chamada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Queda nos níveis de estrogênio pode reduzir a proteção natural do fígado e favorecer o acúmulo de gordura</p>



<p class="wp-block-paragraph">A transição para a menopausa, marcada pela queda nos níveis hormonais, principalmente de estrogênio e progesterona, tem sido apontada como um fator de risco para a doença hepática gordurosa em mulheres acima de 50 anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente chamada de doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD) a condição tem se tornado uma das principais causas de transplante de fígado entre mulheres na pós-menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora envelhecer naturalmente envolva mudanças no metabolismo, como maior acúmulo de gordura abdominal, menor gasto calórico e redução da atividade física, a depleção de estrogênio, uma das características da menopausa, pode ter papel ainda mais relevante na saúde do fígado”, explica a endocrinologista Deborah Beranger, com pós-graduação em Endocrinologia e Metabologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (SCMRJ).Play Video</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisas vêm reforçando a ligação entre menopausa e maior vulnerabilidade hepática. Uma revisão e meta-análise apontou que mulheres na menopausa têm risco cerca de 2,4 vezes maior de desenvolver a doença hepática gordurosa, mesmo quando não apresentam obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro estudo observou que mulheres submetidas à remoção dos ovários, condição que induz menopausa precoce, tiveram maior incidência da doença, sugerindo que o estrogênio desempenha um papel protetor fundamental com efeito anti-inflamatório e imunorregulador, ajudando a proteger o fígado contra o acúmulo de gordura e lesões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a queda desse hormônio, o órgão pode ficar mais suscetível a inflamações e cicatrizes, mesmo em mulheres com peso normal e sem síndrome metabólica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar de ser mais comum em mulheres com sobrepeso e obesidade, mesmo as mulheres com peso normal também têm um risco aumentado de desenvolver a doença hepática gordurosa, não alcoólica, só pela menopausa. E esse risco é da ordem de 2 a 12 vezes meia maior quando entra uma menopausa em relação à pré-menopausa, o que também confirma a importância do estrogênio para evitar o aumento de gordura no fígado e a tendência de que isso aconteça quando a mulher pede o estrogênio”, acrescenta o ginecologista Igor Padovesi, especialista em menopausa certificado pela North American Menopause Society (NAMS) e membro da International Menopause Society (IMS).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar ou mesmo prevenir esse problema?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário tem levado pesquisadores a estudar se a terapia hormonal da menopausa, já utilizada para aliviar sintomas como ondas de calor, alterações de humor e distúrbios do sono, poderia também beneficiar a saúde do fígado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pesquisas iniciais indicam que formulações transdérmicas, como adesivos ou géis, podem ter efeito protetor, enquanto pílulas orais à base de estrogênio são metabolizadas no fígado e podem sobrecarregar o órgão”, diz Padovesi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem fatores de risco para a doença como sobrepeso e obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão, tabagismo, sedentarismo, ou histórico familiar de cirrose, de doenças do fígado, com consumo significativo de álcool. “Para essas mulheres seria recomendado os exames como ultrassom de abdômen e dosagem das enzimas do fígado, que são as chamadas aminotransferases, que é a ILT e a ST”, acrescenta Padovesi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os especialistas ouvidos pela CNN, a prevenção é essencial, principalmente para mulheres que estão próximas ou já entraram na menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso é importante que as mulheres adotem uma alimentação equilibrada, rica em vegetais, proteínas magras e gorduras boas, manter uma rotina de exercícios, reduzir o consumo de álcool, evitar cigarro e ultraprocessados, além de monitorar exames laboratoriais, como enzimas hepáticas, colesterol e glicemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A maioria das mulheres vai viver um terço da vida na pós-menopausa. Cuidar da saúde do fígado faz parte do envelhecimento saudável”, conclui Deborah.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / Foto: Reprodução/CNNi</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO COM O SEC. DA CASA CIVIL DA BAHIA , AFONSO FLORENCE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/VtsE9mc9-9A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Risco de bipolaridade em mulheres dobra com menopausa, mostra estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 13:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bipolaridade]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As&#160;mulheres&#160;possuem mais do que o dobro de chance de desenvolver&#160;transtorno bipolar&#160;nos anos que antecedem à sua última&#160;menstruação, período conhecido como&#160;perimenopausa, indicou um estudo. Segundo especialistas, este tipo de pesquisa pode ajudar a prever o risco individual de problemas de&#160;saúde mental&#160;durante esta fase, o que pode &#8220;salvar vidas&#8221;. A perimenopausa é o período que decorre do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>James McCarthy</strong></li>



<li><strong>BBC News</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">As&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c8y94yx8n48t">mulheres</a>&nbsp;possuem mais do que o dobro de chance de desenvolver&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckvkwk855pno">transtorno bipolar</a>&nbsp;nos anos que antecedem à sua última&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-44283016">menstruação</a>, período conhecido como&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-60447074">perimenopausa</a>, indicou um estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo especialistas, este tipo de pesquisa pode ajudar a prever o risco individual de problemas de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c06gq6k9d9qt">saúde mental</a>&nbsp;durante esta fase, o que pode &#8220;salvar vidas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A perimenopausa é o período que decorre do início dos sintomas da&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-48339993">menopausa</a>&nbsp;até a última menstruação da mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo de 128.294 mulheres do Reino Unido, realizado por acadêmicos da Universidade de Cardiff, no País de Gales, em colaboração com a instituição Bipolar UK e o&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c03720djx99o">UK Biobank</a>, banco de dados para pesquisas na área de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c340q430z4vt">saúde</a>, se concentrou nos quatro anos em torno da última menstruação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Descobriu-se que havia um aumento de 112% nos casos de transtorno bipolar durante a perimenopausa, enquanto a depressão clínica aumentava 30%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Durante a perimenopausa, aproximadamente 80% das pessoas desenvolvem sintomas, mas o impacto no surgimento de transtornos mentais graves era desconhecido&#8221;, explica Arianna Di Florio, professora da Universidade de Cardiff.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Na minha clínica, descobri que algumas mulheres, que até então viviam sem qualquer problema grave de saúde mental, desenvolveram transtornos mentais graves na época da menopausa.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representante da Bipolar UK, Clare Dolman, que é também responsável pelo engajamento dos pacientes e do público no projeto, afirmou:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso confirma o que observamos e ouvimos das próprias mulheres com transtorno bipolar, que as alterações hormonais são um fator muito importante nos distúrbios de humor, e é algo que merece ser investigado em profundidade&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, segundo ela, ajudaria a prever o risco de as mulheres adoecerem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse conhecimento pode salvar vidas&#8221;, afirma Dolman.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Di Florio acredita que as descobertas, publicadas na revista científica Nature Mental Health, podem ajudar a fornecer mais apoio para as mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Conseguimos expandir nosso conhecimento sobre as mudanças de saúde mental associadas à perimenopausa, o que pode ajudar a fornecer explicações, diagnósticos e suporte para mulheres que antes eram deixadas no escuro sobre o que estava acontecendo com elas&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / Foto: PA Media</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Microfisioterapia uma nova forma de cuidar da saúde" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QwfNxJJzIBI?start=1366&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/risco-de-bipolaridade-em-mulheres-dobra-com-menopausa-mostra-estudo/">Risco de bipolaridade em mulheres dobra com menopausa, mostra estudo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Menopausa precoce está relacionada ao maior risco de perda muscular, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 17:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menopausa precoce está relacionada ao maior risco de perda muscular, diz estudo Pesquisadores descobriram que mulheres que retiraram cirurgicamente os ovários, provocando a menopausa, têm maior risco de dor e sarcopenia A dor muscular é um dos sintomas comuns da&#160;menopausa, o que explica por que as mulheres com mais de 50 anos sentem mais dor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Menopausa precoce está relacionada ao maior risco de perda muscular, diz estudo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores descobriram que mulheres que retiraram cirurgicamente os ovários, provocando a menopausa, têm maior risco de dor e sarcopenia</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dor muscular é um dos sintomas comuns da&nbsp;<strong>menopausa</strong>, o que explica por que as mulheres com mais de 50 anos sentem mais dor do que os homens nesta mesma faixa etária. Além disso, a função e a massa muscular também podem ser afetadas pelo climatério. Agora, um novo estudo mostra que a menopausa precoce, principalmente induzida por cirurgia (como a retirada dos ovários) pode aumentar ainda mais os riscos de distúrbios musculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="http://dx.doi.org/10.1097/GME.0000000000000002367" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a> foi publicado no dia 1º de maio, na revista científica <em>Menopause</em>, da <em>Menopause Society</em>. Os pesquisadores decidiram avaliar o efeito de diferentes tipos de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/menopausa-conheca-habitos-e-tratamentos-para-uma-vida-sexual-melhor/">menopausa</a> no desconforto e na função muscular em mulheres na pós-menopausa. O trabalho incluiu quase 650 mulheres no total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores descobriram que as mulheres que sofreram menopausa cirúrgica prematura tinham maior probabilidade de desenvolver desconforto músculoesquelético e sarcopenia (<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/perda-muscular-compromete-a-recuperacao-do-paciente-apos-tratamentos/">perda de massa muscular</a>) do que aquelas que passaram por menopausa natural aos 45 anos ou mais de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A menopausa precoce é aquela que acontece antes dos 40 anos de idade. Essa condição pode ocorrer por diferentes fatores, como câncer de mama, câncer de ovário, câncer de endométrio e outros cânceres que levam à falência ovariana, de acordo com Maria dos Anjos Neves Sampaio Chaves, ginecologista do Delboni, marca pertencente à Dasa, em&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/saiba-como-identificar-os-primeiros-sintomas-da-menopausa/">matéria publicada anteriormente na&nbsp;<strong>CNN</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A menopausa precoce cirúrgica é aquela que ocorre em decorrência da remoção dos ovários por cirurgia. O procedimento impede que a menstruação ocorra e, consequentemente, leva à menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os pesquisadores, a dor e a redução da massa muscular em mulheres na pós-menopausa pode estar mais relacionado à deficiência hormonal do que à idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse estudo destaca os potenciais efeitos músculoesqueléticos a longo prazo da menopausa cirúrgica prematura, que provoca uma perda mais abrupta e completa de hormônios ováricos, incluindo estrogénio e testosterona, do que a menopausa natural. O uso da terapia hormonal até a idade natural da menopausa tem o potencial de mitigar alguns dos efeitos adversos a longo prazo da perda precoce de estrogênio”, diz Stephanie Faubion, diretora médica da&nbsp;<em>Menopause Society</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / Patrik Giardino/GettyImages</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Quais os desafios para o próximo gestor no quadriênio 2025-2029 em Ipirá?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4QafrBW8ggI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/menopausa-precoce-esta-relacionada-ao-maior-risco-de-perda-muscular-diz-estudo/">Menopausa precoce está relacionada ao maior risco de perda muscular, diz estudo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Saber identificar os sintomas é muito importante nos casos de menopausa precoce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 06:51:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Maria Soares Júnior dá orientações sobre como identificar os sintomas e saber como proceder quando a menopausa chegar cedo demais Segunda, 29 de abril de 2024 Enquanto a média mundial da menopausa das mulheres fica em torno dos 50 anos, algumas vivenciam esse período antes dos 40. A condição é rara, afetando somente 1% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">José Maria Soares Júnior dá orientações sobre como identificar os sintomas e saber como proceder quando a menopausa chegar cedo demais</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/04/MENOPAUSA-PRECOCE_PROFo_JOSE-MARIA-SOARES_EDITADA.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda, 29 de abril de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a média mundial da menopausa das mulheres fica em torno dos 50 anos, algumas vivenciam esse período antes dos 40. A condição é rara, afetando somente 1% das mulheres, mas é importante entender os sintomas e saber como reagir. O professor José Maria Soares Júnior, chefe do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, comenta o assunto. Ele afirma que a menopausa precoce pode “trazer sérias consequências para a saúde da mulher”, mas que há soluções.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_610871"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/02/20230224_josemaria.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-610871" style="width:148px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">José Maria Soares Júnior – Foto: Lattes</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A primeira medida é saber identificar os sintomas. Nas mulheres que não usam a pílula, “o primeiro sinal é a alteração da sua menstruação: ela fica sem menstruar”, explica o professor. Ele complementa que outros sinais podem aparecer: “Quedas de cabelo, aumento de peso, distúrbio de sono e alteração da libido”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um efeito comum em quem passa pela menopausa, mesmo que no período comum, é a sensação de calor. Segundo Soares, “40% têm ondas de calor acentuadas que alteram até o seu sono e a sua qualidade de vida”. Nas que passam pela menopausa prematura, no entanto, “a tendência é ser muito maior [a porcentagem], porque ela estava convivendo com uma quantidade de estrogênio maior e, de repente, essa quantidade de estrogênio caiu. Não tem um período de adaptação”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Causas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O médico comenta que as razões que podem levar à menopausa precoce podem ser diversas. Há a predisposição biológica, por exemplo, que está associada à genética. Esta, de acordo com ele, pode inclusive se apresentar antes dos 30, e mesmo na adolescência, ocasionalmente. Nesses casos, a mulher tem até dificuldade para desenvolver características femininas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas as razões também podem decorrer de eventos durante a vida. Como o especialista ressalta, “têm hábitos de vida [que podem causar a precocidade], um deles é o tabagismo, que devemos chamar a atenção porque diminui a função do ovário”. Além desses, ele aponta o alcoolismo, causas imunológicas e cirurgias feitas no ovário ou útero como outras possíveis razões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O profissional afirma que há formas de tratar e que são importantes, pois a menopausa precoce pode estar associada a doenças sérias: “Ela pode aumentar o risco de doença cardiovascular, osteoporose e até de demência no futuro”. Por isso, é recomendado que a mulher inicie uma terapia hormonal o quanto antes. Soares afirma que “até hoje não tem medicamento melhor que o estrogênio”, que é combinado com uma ação da progesterona. Ambos são hormônios femininos que diminuem após a menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O progestagênio (suplemento que possibilita a ação da progesterona), no entanto, pode levar a efeitos colaterais. Algumas mulheres não respondem muito bem a certos tipos de tratamentos específicos, por isso, como diz o médico, “nós temos vários tipos e esses tipos são individualizados, dependendo de cada mulher, das suas características”. Alguns ajudam na libido, outros na ação diurética e outros ainda não têm efeito nenhum; o indicado é aquele ao qual a mulher melhor se adapte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O profissional afirma que a “osteoporose e doenças cardiovasculares podem reduzir a chance de sobrevida no futuro em 28% naquelas mulheres que não receberam terapia hormonal [nos casos de menopausa precoce]”, ressaltando a importância dos cuidados. Por fim, ele relembra: “Teve algum sinal, procure um médico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Um efeito comum em quem passa pela menopausa é a sensação de calor – Foto: Visual Hunt</p>



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		<title>Cannabis Medicinal Pode Aliviar Sintomas Da Menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2023 16:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres que passam pela menopausa podem encontrar na cannabis medicinal uma solução para reduzir sintomas e desconforto A menopausa é uma fase inevitável e repleta de desafios para a maioria das mulheres. Durante o climatério, diversos sintomas afetam a qualidade de vida e o bem-estar. Isso leva as pacientes a buscarem diferentes alternativas para lidar com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Mulheres que passam pela menopausa podem encontrar na cannabis medicinal uma solução para reduzir sintomas e desconforto</p>



<p class="wp-block-paragraph">A menopausa é uma fase inevitável e repleta de desafios para a maioria das <a href="https://www.saudeemdia.com.br/saude-da-mulher">mulheres</a>. Durante o climatério, diversos sintomas afetam a qualidade de vida e o bem-estar. Isso leva as pacientes a buscarem diferentes alternativas para lidar com o desconforto. Nesse contexto, a cannabis medicinal pode ser uma eficiente forma de promover equilíbrio para o organismo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dr. Flavio Geraldes Alves, Presidente da Associação Pan-Americana de Medicina Canabinoide (APMC) e consultor médico da NuNature Labs, lembra que os fatores que mais geram incômodo na mulher que passa pelo climatério são as flutuações hormonais, a atrofia vaginal (que pode levar a incômodo e coceiras na relação sexual), as dores musculoesqueléticas (como a&nbsp;<a href="https://sportlife.com.br/saude-ossos-evitar-osteoporose/">osteoporose</a>) e os problemas urinários, como escapes e infecções de urina de repetição.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-cannabis-medicinal-pode-aliviar-sintomas-da-menopausa"><strong>Como a cannabis medicinal pode aliviar sintomas da menopausa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Flavio, a cannabis pode aliviar esses sintomas de diversas maneiras. “Por exemplo, o Canabidiol (CBD), um dos principais compostos da planta, tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas. Isso pode ajudar ajudar a reduzir as dores e desconfortos associados à menopausa”, explica o médico. Além disso, o CBD também pode ajudar a regular os níveis de hormônios, o que alivia as flutuações hormonais e os sintomas associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista explica que o canabidiol age no corpo através do sistema endocanabinoide, que é um sistema de sinalização presente em todos os mamíferos. “O CBD interage com os receptores desse sistema, que estão envolvidos em uma série de funções, incluindo a regulação da dor, do humor e do sono”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a cannabis medicinal pode ser indicada para aliviar os sintomas da menopausa por causa de suas propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, ansiolíticas e antidepressivas. “Além disso, o CBD também pode ajudar a regular os níveis de hormônios. Assim, pode ajudar a aliviar as flutuações hormonais e os sintomas associados”, acrescenta o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flavio lembra que existem algumas contraindicações para o uso da cannabis medicinal. Entre elas, está a gravidez, amamentação, arritmias cardíacas, e quadro psicóticos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saúde em dia</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Ondas de calor da menopausa são mais perigosas do que se pensava, dizem estudos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 15:40:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo cientistas, as ondas de calor intensas podem indicar maior risco de Alzheimer e doenças cardíacas no futuro para as mulheres A onda de calor surge do nada, tão forte para algumas que seus rostos queimam e o suor escorre por todos os poros de seus corpos. Bem-vinda às ondas de calor e outros sintomas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segundo cientistas, as ondas de calor intensas podem indicar maior risco de Alzheimer e doenças cardíacas no futuro para as mulheres</p>



<p class="wp-block-paragraph">A onda de calor surge do nada, tão forte para algumas que seus rostos queimam e o suor escorre por todos os poros de seus corpos. Bem-vinda às ondas de calor e outros sintomas da aproximação da <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">menopausa</a> — uma experiência que os especialistas dizem que cerca de 75% das <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/mulheres/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mulheres</a> compartilharão se viverem o suficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que ainda faltem anos ou décadas para a menopausa, é o momento de prestar atenção — porque, de acordo com a ciência emergente, a experiência da menopausa pode ser prejudicial para a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/saude-da-mulher/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde futura</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos não publicados apresentados quarta-feira (27) na reunião anual da The Menopause Society, na Filadélfia, nos EUA, descobriram que ondas de calor intensas estão associadas a um aumento na proteína C-reativa, que é um marcador de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/doencas-cardiacas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doença cardíaca</a> futura, e a um biomarcador sanguíneo que pode prever um diagnóstico posterior da doença de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/alzheimer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alzheimer</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta é a primeira vez que a ciência mostra que as ondas de calor estão ligadas a biomarcadores sanguíneos da doença de Alzheimer”, disse a Dra. Stephanie Faubion, diretora da Clínica Especializada em Saúde da Mulher da Clínica Mayo em Jacksonville, Flórida, e diretora médica da&nbsp;<a href="https://www.menopause.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Menopause Society</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta é mais uma evidência que nos diz que as ondas de calor e os suores noturnos podem não ser tão benignos como pensávamos que fossem ao passado”, disse Faubion, que não esteve envolvida nos estudos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Programa-Vibe-total-1.jpeg" alt="" class="wp-image-89893" style="width:718px;height:90px" width="718" height="90" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Programa-Vibe-total-1.jpeg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Programa-Vibe-total-1-300x38.jpeg 300w" sizes="(max-width: 718px) 100vw, 718px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Risco de Alzheimer</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quase 250 mulheres com idades entre 45 e 67 anos com sintomas da menopausa usaram um dispositivo para medir objetivamente a qualidade do sono durante três noites. As mulheres também foram equipadas com monitores de suor para registrar as ondas de calor em uma dessas noites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores então coletaram amostras de sangue das participantes do estudo e as examinaram em busca de um biomarcador proteico específico da doença de Alzheimer chamado beta-amilóide 42/40.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O beta-amilóide 42/40 é considerado um marcador de placas amilóides no cérebro, que é um dos componentes da fisiopatologia da demência da doença de Alzheimer”, disse a principal autora do estudo, Dra. Rebecca Thurston.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Descobrimos que suores noturnos estavam associados a perfis adversos de beta-amilóide 42/40, indicando que ondas de calor experimentadas durante o sono podem ser um marcador de mulheres em risco da demência de Alzheimer”, disse Thurston, professora de psiquiatria, epidemiologia e psicologia que dirige o Laboratório de Saúde Biocomportamental da Mulher da Pitt Public Health, na Universidade de Pittsburgh.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft" id="attachment_3259086"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2023/09/Screenshot-2023-09-27-205401.png?w=997" alt="" class="wp-image-3259086"/><figcaption class="wp-element-caption">Estudo acompanhou as ondas de calor noturnas que as mulheres na pré-menopausa sentiam e mediu o nível de suor / Reprodução/CNNi</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O biomarcador não identifica se uma pessoa tem doença de Alzheimer clínica, disse Thurston, apenas a possibilidade de desenvolver a doença no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em outras palavras, as ondas de calor noturnas não causam esse risco. Eles são apenas um marcador de pessoas que correm maior risco”, disse Faubion. “Da mesma forma, não sabemos se o tratamento do suor noturno diminuiria o risco. Não sabemos disso”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também analisou dois biomarcadores para a proteína tau, outro sinal característico da doença de Alzheimer, mas não encontrou nenhuma associação, disse Thurston. “Esses biomarcadores ainda estão em rápido desenvolvimento e, embora já tenham sido validados, ainda há mais que precisamos aprender”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido às medições objetivas do sono, os pesquisadores conseguiram descartar o papel do sono insatisfatório, um fator de risco bem conhecido para a demência, nas descobertas. Pesquisas anteriores que também controlavam o sono descobriram que ondas de calor e suores noturnos estavam ligados ao fraco desempenho da memória e a alterações na estrutura, função e conectividade do cérebro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todas as descobertas convergem para sublinhar que há algo nestes sintomas vasomotores noturnos, além do próprio sono, que está afetando o cérebro”, disse ela.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Doença cardíaca</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro estudo apresentado na conferência pela equipe de Thurston analisou marcadores inflamatórios para doenças cardíacas. Uma pesquisa anterior de Thurston descobriu que mulheres que disseram ter ondas de calor frequentes ou persistentes durante a menopausa precoce tinham um risco aumentado de 50% a 80% de eventos cardiovasculares, como ataques cardíacos, derrame e insuficiência cardíaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ondas de calor moderadas a graves frequentes podem durar de sete a 10 anos, em média, e as ondas de calor menos frequentes ou menos graves podem durar ainda mais, de acordo com especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta nova pesquisa, os cientistas usaram monitores de suor em 276 mulheres que fizeram parte do estudo MSHeart para medir a frequência e a intensidade das ondas de calor de forma mais objetiva durante o dia e a noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas pessoas subestimam suas ondas de calor, dizendo que não estão tendo muitas, quando na verdade estão”, disse Faubion. “Usar este monitor é uma forma objetiva de quantificá-las.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores compararam a frequência e a intensidade das ondas de calor com medições sanguíneas de proteína C-reativa, uma proteína que indica os níveis de inflamação no corpo e é usada para determinar o risco de doenças cardíacas e derrames em pessoas que ainda não têm doenças cardíacas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostraram que as ondas de calor durante o dia estavam associadas a níveis mais elevados de proteína C-reativa, mesmo após ajuste para outras causas potenciais, como idade, índice de massa corporal (IMC), escolaridade, etnia, hormônio estradiol e raça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é o primeiro estudo a examinar ondas de calor medidas fisiologicamente em relação à inflamação e acrescenta evidências a um crescente corpo de literatura que sugere que ondas de calor podem significar risco vascular subjacente”, disse a autora principal Mary Carson, estudante de doutorado clínico e de biossaúde no departamento de psicologia da Universidade de Pittsburgh.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que você pode fazer</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Como as doenças cardíacas são a principal causa de morte de mulheres no mundo, os médicos deveriam começar a perguntar às pacientes sobre suas experiências com ondas de calor como fator de risco para doenças futuras, disse Faubion.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As mulheres que podem ter suores noturnos em particular podem precisar avaliar o seu risco cardiovascular em geral”, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quanto ao que fazer, as recomendações serão as mesmas que para a saúde do coração e do cérebro: sono melhor, alimentação adequada, programa regular de exercícios, redução do estresse, manter-se socialmente conectado e fazer algo que estimule o cérebro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eleição Conselho Tutelar 2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/WP6QRel0fgQ?start=3613&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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