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	<title>Michael Jackson |</title>
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	<title>Michael Jackson |</title>
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		<title>Netflix divulga trailer de nova série documental sobre o julgamento de Michael Jackson; assista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Netflix divulgou na quarta-feira (20) o primeiro trailer oficial de “Michael Jackson: The Verdict”. A minissérie documental, dividida em três episódios, revisita os bastidores do histórico julgamento de 2005, no qual o Rei do Pop foi absolvido das acusações de abuso sexual infantil. A estreia está prevista para o dia 3 de junho. O projeto promete uma análise inédita sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Netflix</strong> divulgou na quarta-feira (20) o primeiro trailer oficial de <strong>“Michael Jackson: The Verdict”</strong>. A minissérie documental, dividida em três episódios, revisita os bastidores do <strong>histórico julgamento</strong> de 2005, no qual o Rei do Pop foi absolvido das acusações de abuso sexual infantil. <strong>A estreia está prevista para o dia 3 de junho</strong>.</p>



<p>O projeto promete uma análise inédita sobre o ca</p>



<p>so. A produção traz entrevistas exclusivas com quem viveu o dia a dia do tribunal, incluindo jurados, testemunhas de defesa, acusadores e advogados de ambas as partes. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p><br>O anúncio dos detalhes da série surgem em um momento estratégico: o filme “Michael”, cinebiografia produzida em parceria com o espólio do cantor, está em cartaz nos cinemas e bateu recordes históricos de bilheteria em seu fim de semana de estreia.</p>



<p>Fonte: Alô alô Bahia /  Reprodução/MJ Records</p>



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<iframe title="EDUCAÇÃO FINANCEIRA E ACESSO AO CRÉDITO: OS DESAFIOS DO PEQUENO EMPREENDEDOR EM IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/upt0GE9cbS8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Michael Jackson foi mesmo um gênio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mito de Michael Jackson talvez tenha sido fabricado mais pelo mercado do que pela genialidade artística que o consagrou. O filme “Michael”, dirigido por Antoine Fuqua e protagonizado pelo sobrinho do Rei do Pop, Jaafar Jackson, é uma hagiografia. Não há estudo de personagem, há espetáculo, há música, há dança, há esquisitices fofas, há [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mito de Michael Jackson talvez tenha sido fabricado mais pelo mercado do que pela genialidade artística que o consagrou.</p>



<p>O filme “Michael”, dirigido por Antoine Fuqua e protagonizado pelo sobrinho do Rei do Pop, Jaafar Jackson, é uma hagiografia. Não há estudo de personagem, há espetáculo, há música, há dança, há esquisitices fofas, há culto à personalidade. Entramos na sessão com o Michael Jackson mitológico na cabeça. Saímos da sessão fazendo moonwalk, exaltando o Michael Jackson mitológico. Em momento algum surge o homem por trás do mito. Natural, considerando que a família e os advogados do espólio acompanharam a produção de perto. Essa é a mais autorizada das biografias. Até mesmo o sempre demonizado Joseph Jackson ganha uma face mais humana, nuances, não é apenas um psicopata torturador de crianças. Afinal, pai é pai.</p>



<p>De modo geral, a crítica especializada tem massacrado o filme. Acho um exagero. É um bom produto, bem embalado e sem glúten, mas com muito glitter. Funciona como entretenimento. Vai agradar aos fãs. Todos vão sair impressionados com a caracterização e a performance de Jaafar Jackson. Sua atuação é convincente. Se tivesse um roteiro mais profundo e consistente, não duvido que até poderia aproximar-se da profundidade alcançada por Val Kilmer em “The Doors”, dirigido por Oliver Stone, ou Jamie Foxx em “Ray”, dirigido por Taylor Hackford. Se suas falas soam autoindulgentes e superficiais, não é culpa dele, é culpa da imagem que o próprio Michael construiu. Em resumo, como aprendemos em “O Homem que Matou o Facínora”, “se o mito é mais interessante do que o fato, publique-se o mito”.</p>



<p>Talvez essa seja a grande questão: o Michael retratado no filme, portanto, o Michael criado pelo próprio Michael, é uma pessoa bidimensional. Não parece ser muito sofisticado ou culto. Adulto, ainda é fascinado pelas histórias infantis que leu na infância. Seu gigantesco talento musical é puramente intuitivo, não fruto de trabalho, estudo ou esforço. O que obviamente não é um problema, mas uma marca de personalidade e, mais ainda, uma característica do produto que se deseja vender. Em grande medida, a popularidade alcançada por Michael Jackson foi fruto da simplicidade de sua mensagem, dos aspectos malabaristas de suas performances, da peculiaridade de sua aparência. Não possui a dubiedade de Madonna, a faceta experimentalista de Prince ou a sofisticação intelectual de Bob Dylan. Michael é o pop em sua mais pura essência. Não é só música, é audiovisual. Sem a televisão, Michael Jackson seria grande, mas não seria o Rei.</p>



<p>Sendo o Rei, a despeito de todas as controvérsias em que se envolveu, sua morte foi um evento de ruptura. Mais do que a de Elvis, mais do que a de John Lennon ou Freddie Mercury, muito mais do que a do rival Prince e a de David Bowie, que talvez fosse um gênio ainda maior.</p>



<p>A morte de uma celebridade, seja qual for seu nível de celebridade, sempre vem acompanhada de palmas e lamentos. A morte de um astro mundial, como era Michael Jackson, multiplica essa tendência à enésima potência. O lugar-comum entre seus admiradores mais afoitos é dizer que ele saiu da vida para entrar na história, que se tornou, definitivamente, um mito. Os mais cínicos podem afirmar que a morte precoce lhe fez bem. Agora ele não pode mais fazer bobagens, acumular dívidas ou arranhar sua imagem dos tempos áureos. Os mais cínicos dentre os cínicos podem ir além e defender que a morte valorizou seus feitos.</p>



<p>Praticamente em todos os textos que abordaram a morte de Michael Jackson, e foram muitos, ele é chamado de gênio. Definir o conceito de gênio é complexo. A rigor, ele pertence ao período romântico. Não existia antes e passou a existir de modo totalmente diferente depois. O século XX, de certo modo, desfigurou a palavra. Ao mesmo tempo em que esvaziou seu sentido, difundiu-a e, estranhamente, popularizou-a. Os gênios multiplicaram-se, mas também passou a ser possível questioná-los. Se antes a genialidade era estabelecida, fundamentalmente, pela capacidade criativa de um indivíduo e o reconhecimento da mesma pela comunidade culta da época como algo assombroso e original, na sociedade pós-industrial o fator genialidade está intimamente ligado ao fator números. Nessa nova configuração, um artista criativo que não aparece fora do círculo dos iniciados não pode ser gênio. É apenas mais um entre muitos. O título de gênio, antes raro, muitas vezes só concedido postumamente, tornou-se um rótulo definidor de carreiras. A nova genialidade, dos séculos XX e XXI, é, por definição, um produto. O que não significa que todos os candidatos a gênio na era pós-moderna sejam fabricados pelo mercado.</p>



<p>O caso de Michael Jackson é um dos mais difíceis de julgar. Não por sua megalomania, por ter enlouquecido ou por ter sofrido acusações sérias. Tudo isso é irrelevante nesse debate. Alguns dos maiores talentos da humanidade foram canalhas inescrupulosos: de Rousseau a Sade, de Brecht a Chaplin, passando por Roman Polanski e Ferdinand Céline. Para ser justo com um artista ou pensador, é preciso considerar apenas sua obra no contexto histórico em que foi produzida.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.revistabula.com/wp/wp-content/uploads/2026/04/Michael-Jackson-1-1036x594-1777493973.webp" alt="Michael Jackson" class="wp-image-159482"/><figcaption class="wp-element-caption">Jaafar Jackson surge caracterizado como Michael Jackson na cinebiografia Michael, dirigida por Antoine Fuqua</figcaption></figure>



<p>Muitos consideram impossível haver genialidade em música popular, quanto mais em música pop. Não creio que seja tão simples assim, embora o pop esteja intimamente ligado ao pueril. Segundo Ray Browne, teórico que cunhou o conceito de “cultura pop”, na década de 1960, “o termo pop, como o conhecemos hoje, se refere basicamente àquilo que agrada aos jovens e que tem popularidade, ou seja, que gera dinheiro”. Michael Jackson, sendo o Rei do Pop, foi a encarnação máxima desse princípio. Mas foi, acima de tudo, fruto de uma era. Não o artista Michael Jackson, mas o fenômeno Michael Jackson só foi possível porque surgiu no momento de maior apogeu da indústria fonográfica, coincidindo inclusive com o estabelecimento da MTV como definidor de tendências globais. Importante lembrar que contou com um grande guru, o lendário compositor e arranjador Quincy Jones, produtor de “Off the Wall”, “Thriller” e “Bad”, seus melhores trabalhos. Sempre considerei subestimada a contribuição de Jones na lapidação artística do pequeno vocalista do Jackson Five. Michael Jackson era o homem certo na hora certa. Tinha fama de bom moço, tinha carisma, era bonito, experiente, muito bem produzido e, sobretudo, cantava melhor que Madonna e era menos agressivo que Prince. Um artista negro feito sob medida para ser aceito pela classe média americana; e, por extensão, mundial.</p>



<p>É comum o pop canibalizar elementos culturais mais sofisticados ou de guetos, tornando-os aceitáveis ao gosto médio. A estratégia mais usada é torná-los espetaculares, enchendo-os de luzes, cores e movimentos, acelerando o ritmo. Michael Jackson fez isso com sua influência musical mais evidente, Marvin Gaye. Visualmente, em termos de figurinos e performances, incluindo coreografias, a influência de James Brown é inegável. A revolução que fez nos clipes musicais foram passos adiante em experiências estéticas que tiveram como pioneiros nomes como Beatles e, com maior similaridade, David Bowie. Nada disso por si só é negativo. Inspirar-se em outros artistas é comum tanto em gênios criativos quanto em farsantes. Não significa muito.</p>



<p>É possível que os limites do talento, ou do gênio, de Michael Jackson tenham sido estabelecidos pelo gênero que abraçou. Em maio de 1989, Paul McCartney concedeu uma entrevista às páginas amarelas da revista Veja. O jornalista perguntou: “O que os Beatles tinham que Madonna e Michael Jackson não têm?”. O ex-beatle respondeu: “Falta-lhes profundidade. Falta-lhes qualidade musical. Parece pretensioso, mas é certo que as músicas de Lennon e McCartney eram muito melhores do ponto de vista musical. Até hoje são modernas, intrigantes, ousadas. Michael Jackson, por exemplo, é um bom cantor, mas sobretudo é um showman. É um grande bailarino, mas não toca nenhum instrumento (…). Eu compus com Michael Jackson e compus com John Lennon e posso dizer que John Lennon era realmente um gênio musical. Ele podia não cantar como Michael Jackson e certamente não dançava como ele — a menos que estivesse bêbado, mas isso era uma outra história —, mas era um homem muito profundo e um músico excepcionalmente habilidoso”.</p>



<p>Justificar a análise de McCartney pela inimizade com Michael Jackson, provocada pela compra dos direitos autorais de parte das músicas dos Beatles, parece-me pobre, sobretudo considerando as rusgas históricas entre ele e John Lennon. E McCartney não criticou apenas Michael Jackson, criticou toda uma tendência musical dominante nos anos de 1980, que supervalorizava a forma em detrimento do conteúdo. Ademais, não se pode negar que, como pede a cartilha do pop, as letras de Michael Jackson, a despeito das melodias contagiantes, sempre foram extremamente simplistas. “Billie jean”, por exemplo, trata de um sujeito negando a paternidade do filho de uma garota com quem fez sexo casual. “Beat it” não vai muito além da repetição incessante do refrão que manda “cair fora”. Mas Michael Jackson nunca pretendeu ser um filósofo ao estilo de Bob Dylan. Cobrar-lhe profundidade é inútil. Sempre preferiu comover pelo sentimentalismo, como em “We are the world”. Uma estratégia válida, enfim.</p>



<p>Um dos fatores de medida da importância de um artista, do alcance de seu gênio, seria a lista de figuras influenciadas por ele. É comum afirmar que Michael Jackson influenciou toda a música feita depois dele. Mas que música é essa? Feita por quem? Imagino que os nomes mais evidentes sejam os de Justin Timberlake, Beyoncé, Britney Spears, Aaron Carter, toda a turma do rap e trap, além de outras tendências da música urbana.</p>



<p>Grande parte do fascínio de Michael Jackson deve-se ao estrondoso sucesso alcançado nos distantes anos de 1980. Sua fama nas duas décadas seguintes foi residual, retroalimentada pela sucessão de escândalos. Sua voz, suas músicas e seus clipes ficaram cada vez piores. De gênio, passou a ser visto como louco. Para comparar, Madonna evoluiu como cantora e showgirl, ganhando respeito. Prince, com uma série de projetos conceitualmente ambiciosos, tornou-se um artista quase underground, vanguardista, experimental.</p>



<p>A morte parece ter devolvido Michael ao Olimpo dos gênios. Citam-no ao lado de outros célebres músicos falecidos precocemente. É preciso separar as coisas. Comparar com Mozart não faz sentido. Diferentemente de Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix e Kurt Cobain, todos mortos com apenas 27 anos, deixando incompletas carreiras, aparentemente, promissoras, o ciclo criativo de Michael Jackson parecia estar esgotado. Assemelha-se mais a Elvis, seu “sogro”, que morreu semiaposentado, cantando baladas românticas para antigas fãs velhas e gordas em cassinos de Las Vegas. Curiosamente, nenhum dos nomes citados foi artista pop. Portanto, se Michael Jackson era gênio, possivelmente foi o primeiro e único em seu estilo. Até porque uma pergunta que precisa ser feita é: Michael Jackson fazia música pop ou fazia música de Michael Jackson, música para assistir, imitar os passos, imitar os vocais dando gritinhos? Essas imitações são um fenômeno cultural por si só. Com certeza foram elementos pensados na etapa de produção dos álbuns.</p>



<p>Michael Jackson foi gigante, possui lugar garantido na História da Música. Não como um inovador ou alquimista sonoro, conforme muitos de seus apologistas defendem hoje. Será lembrado como um símbolo dos anos de 1980, assim como os Bee Gees são um símbolo da década de 1970. O grosso de sua obra, como não é nada incomum, mesmo entre os grandes, será esquecido. Músicas como “Billie jean”, “Beat it” e “Thriller” sempre vão tocar em festas, mas dificilmente vão receber respeitabilidade artística de longo prazo, como, por exemplo, “Stairway to heaven”, “Like a rolling stone” ou “The end”. Serão para sempre “músicas do Michael”.</p>



<p>Por fim, depois de tantas voltas, é muito provável que George Bernard Shaw estivesse correto quando escreveu que “os gênios não existem. Eu sou um gênio e, portanto, sei. O que há é uma conspiração para fazer de conta que os gênios existem e uma escolha das pessoas certas para assumir o papel imaginário de gênio. O difícil é ser escolhido”. Com apenas 25 anos, Michael Jackson foi escolhido, como antes havia acontecido com Orson Welles, outro que caiu em desgraça depois de criar sua obra-prima. Certamente, essas “escolhas” não são aleatórias. O escolhido precisa ter, além de sorte, seus méritos, para tornar a “conspiração” convincente. Talvez consista nisso a verdadeira genialidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://www.revistabula.com/autor/ademir/">Ademir Luiz</a></h3>



<figure class="wp-block-image is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://www.revistabula.com/wp/wp-content/uploads/2025/06/Ademir_Luiz.webp" alt="Ademir Luiz"/></figure>



<p>Doutor em História Medieval. Pós-doutorado em Poéticas Visuais e Processos de Criação. Bolsista pesquisador do Instituto Camões de Portugal. Indicado ao Prêmio Capes de teses. Professor universitário, romancista, contista, critico, ensaísta e poeta bissexto. Criador da Teoria do Chaves, o texto mais lido e compartilhado da internet sul-americana.</p>



<p>Fonte: Bula Conteúdo</p>



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		<title>Filme sobre Michael Jackson estreia com maior bilheteria da história das cinebiografias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 00:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 26/04/2026 &#8211; 20h40 Por&#160;Folhapress O filme &#8220;Michael&#8221;, sobre Michael Jackson, estreou nos cinemas americanos com os melhores números já registrados para uma cinebiografia em seus primeiros dias de exibição. O longa arrecadou US$ 97 milhões, ou mais de R$ 483 milhões, nos Estados Unidos, e US$ 217 milhões, ou mais de R$ 1 bilhão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 26/04/2026 &#8211; 20h40</p>



<p>Por&nbsp;Folhapress</p>



<p>O filme &#8220;Michael&#8221;, sobre Michael Jackson, estreou nos cinemas americanos com os melhores números já registrados para uma cinebiografia em seus primeiros dias de exibição.</p>



<p></p>



<p>O longa arrecadou US$ 97 milhões, ou mais de R$ 483 milhões, nos Estados Unidos, e US$ 217 milhões, ou mais de R$ 1 bilhão, em todo o mundo em seu primeiro fim de semana. &#8220;Michael&#8221; superou o recorde anterior de uma cinebiografia, estabelecido por &#8220;Straight Outta Compton: A História do N.W.A.&#8221;, em 2015, com US$ 60 milhões (R$ 311,4 milhões) no mercado doméstico.<br>&nbsp;</p>



<p>A arrecadação de &#8220;Michael&#8221; supera também a de outro sucesso de bilheteria, &#8220;Bohemian Rhapsody&#8221;, cinebiografia do cantor Freddie Mercury e da banda Queen, de 2018. O filme arrecadou US$ 51 milhões, ou R$ 264,8 milhões, nos Estados Unidos em sua estreia, e acabou angariando US$ 910 milhões, ou R$ 4,7 bilhões, ao redor do mundo enquanto esteve em cartaz.<br>&nbsp;</p>



<p>Dirigido por Antoine Fuqua, &#8220;Michael&#8221; acompanha a trajetória do cantor desde os primeiros anos no Jackson 5 até se tornar o rei do pop. O sobrinho de Michael Jackson, Jaafar Jackson, faz sua estreia no cinema no papel principal.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Michael&#8221; atingiu os números apesar das críticas negativas &#8211;apenas 38% das avaliações foram positivas no site Rotten Tomatoes, por exemplo. O filme tem sido criticado por apresentar um retrato chapa-branca da vida do cantor, sem incluir as acusações de abuso sexual infantil que pesaram sobre ele no fim da carreira.<br>&nbsp;</p>



<p>Segundo a Variety, o orçamento de &#8220;Michael&#8221; gira em torno de US$ 200 milhões, ou quase R$ 1 bilhão. Isso faz do filme uma das cinebiografias mais caras de todos os tempos. O longa foi financiado por Lionsgate, Universal e o espólio de Michael Jackson.</p>



<p>Foto: Divulgação</p>



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<iframe title="CAMPANHA  MAIO LARANJA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/wRuLTMmY-0g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/filme-sobre-michael-jackson-estreia-com-maior-bilheteria-da-historia-das-cinebiografias/">Filme sobre Michael Jackson estreia com maior bilheteria da história das cinebiografias</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Metade do catálogo de Michael Jackson é adquirido por gravadora pelo valor recorde de mais de R$ 3 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 15:25:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luana Veiga Metade do catálogo do cantor Michael Jackson foi adquirido pelo grupo Sony Music por mais de R$ 3 bilhões. Esta é considerada a maior compra de ativos de um único músico já realizada na história. De acordo com informações divulgadas pela Billboard,&#160;o acervo inclui não apenas as gravações do Rei do Pop, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Luana Veiga</p>



<p><strong>Metade do catálogo do cantor Michael Jackson foi adquirido pelo grupo Sony Music por mais de R$ 3 bilhões. Esta é considerada a maior compra de ativos de um único músico já realizada na história</strong>.</p>



<p>De acordo com informações divulgadas pela Billboard,&nbsp;<strong>o acervo inclui não apenas as gravações do Rei do Pop, mas também títulos de outros renomados artistas, como Sly &amp; the Family Stone, Jerry Lee Lewis, Jackie Wilson, Curtis Mayfield, Ray Charles, Percy Sledge e Dion</strong>. O acordo, no entanto, não inclui royalties da peça da Broadway e outras produções teatrais com a música de Jackson.</p>



<p><strong>A Billboard estima que o catálogo de Michael Jackson gere, anualmente, o equivalente a cerca de R$ 420 milhões.</strong>&nbsp;Esses ativos incluem propriedade de gravações master, a parte de Jackson nas músicas, publicação Mijac e receita de mercadorias e royalties de shows teatrais apresentando a música do artista.</p>



<p>Fonte: Alô alô Bahia /  Foto: Ivo Gonzalez / Agência O Globo</p>



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		<title>Conheça os álbuns de Michael Jackson lançados após a morte do cantor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 21:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morte do artista completa 15 anos nesta terça-feira (25); conheça os discos póstumos do Rei do Pop A morte do cantor Michael Jackson completa 15 anos nesta terça-feira (25). Apelidado como o “Rei do Pop“, o artista morreu aos 50 anos, em 2009, após uma parada cardíaca. Depois de sua morte, no entanto, dois álbuns póstumos foram lançados. Conheça abaixo. “Michael”, de 2010, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Morte do artista completa 15 anos nesta terça-feira (25); conheça os discos póstumos do Rei do Pop</p>



<ul class="wp-block-list"></ul>



<p>A <strong>morte</strong> do cantor <strong>Michael Jackson</strong> completa<strong> 15 anos</strong> nesta terça-feira (25). Apelidado como o “<strong>Rei do Pop</strong>“, o artista morreu aos 50 anos, em 2009, após uma parada cardíaca. Depois de sua morte, no entanto, <strong>dois álbuns póstumos</strong> foram lançados. Conheça abaixo.</p>



<p>“Michael”, de 2010, reuniu materiais de gravação ao longo de nove anos. O álbum foi totalmente disponibilizado para audição antes do lançamento oficial, o que ainda não havia ocorrido até então.</p>



<p>Dentre as faixas do disco estão “Breaking News”, que foi a primeira anunciada, e “Hold My Hand”, resultado de um trabalho em conjundo de Michael Jackson com Akon.</p>



<p>Na edição de 2010, foram disponibilizadas dez canções. No entanto, em 2022, o porta-voz do site de Jackson informou que as músicas “Breaking News”, “Monster” e “Keep You Head Up” foram retiradas das plataformas devido a polêmicas envolvendo a legitimidade das produções do artista.</p>



<p>Já o décimo segundo álbum de estúdio e o segundo álbum póstumo de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/morte-de-michael-jackson-completa-15-anos-veja-como-estao-os-filhos-do-astro/">Michael Jackson</a>, “Xscape”, de 2014, reuniu oito músicas inéditas do cantor norte-americano, gravadas em diferentes fases de sua carreira.</p>



<p>Além disso, quatro novos videoclipes foram lançados sendo dois da faixa “Love Never Felt So Good” (com Justin Timberlake), um de “Blue Gangsta” e, por último, de “A Place with No Name”.<sup></sup></p>



<p>A morte de Michael Jackson abalou o mundo da música. A história do cantor&nbsp;se tornou tema de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/gravacoes-de-cinebiografia-de-michael-jackson-comecam-nesta-segunda-22/">cinebiografias</a>&nbsp;e documentários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Carreira</h2>



<p>Michael Joseph Jackson, nascido no estado de Indiana, nos Estados Unidos em 1958, se tornou mundialmente conhecido como Michael Jackson e foi apelidado de “O Rei do Pop”. Considerado um dos artistas mais importantes da história da música, ele deu início à carreira em 1964, aos 11 anos, integrando com seus irmãos mais velhos o grupo musical&nbsp;<strong>The Jackson Five</strong>.</p>



<p>Só em 1978 Michael Jackson seguiria sua carreira solo, atingindo sucesso notável com o álbum “Off the Wall”, lançado em 1979. O cantor chegaria a outro nível de reconhecimento no início da década de 1980 com seu sexto álbum de estúdio.</p>



<p>“Thriller”, de 1982, é o disco&nbsp;<strong>mais vendido de todos os tempos</strong>, com vendas estimadas em 70 milhões de cópias em todo o mundo, de acordo com dados da&nbsp;RIAA (Associação Americana da Indústria de Gravação).</p>



<p>Dentre as centenas de prêmios acumulados estão&nbsp;15&nbsp;Grammy Awards, 26&nbsp;American Music Awards e 13 faixas número um da Billboard Hot 100. Além disso, o músico atingiu 39 recordes no&nbsp;<em>Guinness World Records</em>&nbsp;como, por exemplo, o de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/morte-de-michael-jackson-completa-15-anos-veja-como-estao-os-filhos-do-astro/">artista de maior sucesso da história da música</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Morte</h2>



<p>Michael Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009, aos 50 anos, em Los Angeles, enquanto se preparava para seu retorno aos palcos com a turnê “This Is It”, após uma parada cardíaca. A autópsia constatou uma intoxicação do anestésico propofol, sedativo usado em procedimentos cirúrgicos.</p>



<p>Na época, o médico do Rei do Pop, Conrad Muray, foi indiciado por homicídio culposo por ter ministrado o medicamento. Murray foi condenado, em novembro de 2011, a quatro anos de prisão e liberado dois anos mais tarde.</p>



<p>Meses depois, o cardiologista recuperou seu direito de exercer a profissão. A morte do Michael Jackson, no entanto, foi cercada por algumas informações desencontradas e se tornou destaque na imprensa mundial.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Crédito: Instagram/Michael Jackson</p>



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		<title>Em 30 de novembro de 1982, Michael Jackson lançava o álbum Thriller</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 17:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em dois meses de lançamento, chegou ao topo da parada americana e recebeu o prêmio de melhor do ano POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL &#8211; Quarta, 1 de dezembro de 2021 Thriller foi lançado em 30 de novembro de 1982, através da Epic Records, nos Estados Unidos, e é citado até hoje como um dos melhores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em dois meses de lançamento, chegou ao topo da parada americana e recebeu o prêmio de melhor do ano</p>



<p>POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL &#8211; Quarta, 1 de dezembro de 2021</p>



<p><em>Thriller</em> foi lançado em 30 de novembro de 1982, através da Epic Records, nos Estados Unidos, e é citado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos. </p>



<p>Em dois meses de lançamento, chegou ao topo da parada americana e recebeu o prêmio de melhor do ano. Foi o álbum mais vendido no mundo: cerca de 65 milhões de cópias. Sucesso de público e de mídia, ganhou oito Grammys.&nbsp;</p>



<p>Na tradução, <em>Thriller</em> significa terror. A música diz:<em> &#8220;Isto é terror / noite de terror / e ninguém vai te salvar&#8221;.</em> O sucesso de <em>Thriller</em> se explica pela atuação do astro Michael Jackson, e também a superprodução de clipes, explorando gêneros musicais como <em>pop, pop rock, rock, funk, soul,</em> <em>rhythm and blues</em> e <em>dance pop.</em> </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Vencedora da premiação melhor do Brasil no Mundo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/tkBk8W0nb98?start=83&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Um dos primeiros a usar vídeos para divulgação do trabalho,&nbsp;<em>Thriller</em>&nbsp;foi considerado revolucionário e forçou a MTV a quebrar sua política de não exibir artistas negros em sua programação. A partir deste clipe, mudaram a maneira de pensar, produzir e vender discos &#8211; forma que é utilizada ainda como mola mestra dos lançamentos atuais.&nbsp;</p>



<p>O álbum custou US$ 750 mil e foi financiado totalmente pelo produtor Quincy Jones. Michael Jackson compôs e coproduziu quatro das nove faixas do disco. Cinco músicas foram classificadas no topo das dez melhores nos Estados Unidos.&nbsp;</p>



<p>Em 2001,&nbsp;<em>Thriller&nbsp;</em>foi relançado com a música&nbsp;<em>Someone in the Dark</em>, contida na trilha sonora do filme E.T. O disco foi novamente relançado em 2008, intitulado&nbsp;<em>Thriller 25</em>, com duas novas capas, remixes com artistas contemporâneos, uma canção inédita e um DVD que inclui curtas-metragens do álbum e apresentação de&nbsp;<em>Billie Jean</em>.&nbsp;</p>



<p>Com <em>Thriller</em>, Michael Jackson tornou-se o maior ídolo do planeta e, após sua morte, em 25 de junho de 2009, em Los Angeles, na Califórnia, as músicas do álbum voltaram ocupar o topo das paradas musicais.</p>



<p><strong>História Hoje&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Redação e apresentação:</strong>&nbsp;Carmem Lúcia&nbsp;</p>



<p><strong>Sonoplastia:</strong> Messias Melo</p>



<p>Fonte: Noticias ao Minuto</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/parceiros.jpg" alt="" data-id="34057" data-full-url="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/parceiros.jpg" data-link="https://ipiracity.com/alemanha-tem-mais-um-recorde-de-infeccoes-pelo-coronavirus/parceiros-4/" class="wp-image-34057" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/parceiros.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/parceiros-300x188.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/11/parceiros-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li></ul></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/em-30-de-novembro-de-1982-michael-jackson-lancava-o-album-thriller/">Em 30 de novembro de 1982, Michael Jackson lançava o álbum Thriller</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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